E aí, galera!
Dessa vez vou contar sobre nossa primeira noite no boliche Anchorena SW.
Depois de muito planejar, viajamos para Buenos Aires de novo, já sabendo onde íamos. Foi num domingo desse mês de outubro.
O lugar é espetacular, tranquilo, seguro, aconchegante. Em nenhum momento nos sentimos incomodados.
Chegamos depois da meia-noite, ainda com pouca gente, o que ajudou a gente a explorar o lugar acompanhados pelos coordenadores. No terceiro andar, deixamos casacos e celulares, depois fomos pro quarto andar de elevador.
Percorremos os diferentes andares enquanto observávamos as pessoas que estavam lá. De todas as idades, muitas mulheres — algumas pareciam modelos, outras donas de casa comuns —, mas dava pra sentir no ambiente uma sensualidade extrema, diria.
Entramos numa sala destinada a casais, nos acomodamos num sofá pra dois e começamos a acostumar nossa vista à luz baixa.
Na nossa frente, um casal estava se beijando e acariciando, até que chegou o momento em que a mulher subiu no colo do cara.
Até aí, tudo tranquilo, mas já dava pra ver que a Luján estava excitada. Foi aí que ela começou a me beijar e tocar no meu pau.
Isso já me esquentou, porque dava pra ver o quanto ela estava com tesão. Era algo novo, apesar de outros tipos de experiências que já tínhamos tido.
Ficamos naquele lugar quase quinze minutos, quando começamos a ouvir gemidos vindo de um canto que não conseguíamos distinguir direito dentro da mesma sala.
Foi ela quem me disse pra irmos lá. Ao entrar, depois de alguns segundos, observamos vários casais, muitos assistindo ao espetáculo que um casal estava dando.
Ela de quatro, apoiando as mãos num sofá, e ele metendo por trás.
Nos sentamos e, igual ao resto, começamos a assistir àquela cena. Penetração, boquetes, beijos — de tudo que se possa imaginar.
Um casal se aproximou deles, e o homem sussurrou algo na mulher. Foi aí que a mulher que acabara de chegar começou a chupar o pau do cara que estava transando ali.
Os suspiros aumentavam, assim como os… Gemidos. Lujan não parava de olhar e esfregar a buceta. Comecei então a chupar um de seus peitos, tentando olhar de soslaio como os outros estavam se saindo. Os casais ao nosso redor também estavam, digamos, extasiados, se tocando, se beijando.
Depois de um bom tempo, decidimos sair daquela sala e fomos para a sala do Holy Glory, o sex shop, a piscina, a sala onde estavam os caras sozinhos e os casais. Enfim, tem para todas as fantasias. Fomos a um dos bares e pedimos algo para beber, e depois fomos a uma sala onde havia uma cama grande. Havia um casal, e o cara estava chupando a buceta da gostosa. Umas tetas espetaculares, uma verdadeira puta. Ela gemida e esfregava aquelas tetas enormes, e do cara só se via a careca.
Minha mulher não aguentava mais, e decidi beijá-la e acariciá-la. Ao tocar sua buceta, molhei minha mão toda, então abaixei sua calça e a calcinha e comecei a chupar sua buceta molhada. Ela levou apenas minutos para chegar ao orgasmo. O casal que estava ao nosso lado nos observava, mas paravam de fazer o que estavam fazendo. Era tudo um filme pornô, fantasias se misturavam e outras coisas que eu não sabia que podia sentir.
Saímos e fomos novamente para onde estávamos antes. Já não era apenas um casal transando ali, era uma orgia. Calculo que o lugar tenha algo como cinco metros de comprimento por três de largura, mas havia nove ou dez casais, tendo todo tipo de contato. Lujan ficou excitada, tirou meu pau e começou a chupá-lo como só ela sabe. Eu não queria gozar, então tirei ela dali e fomos para a sala de solteiros e casais. Nos sentamos e observamos como uma gostosa fazia sexo de cachorrinho com um cara enquanto seu aparente parceiro apenas observava. Começamos nosso joguinho e não passou nem um minuto quando um cara se sentou ao nosso lado e começou a tocar Lujan. Desnecessário dizer como isso me excitou. Minha mulher esfregava meu pau e eu chupava seus peitos, a mão do cara estava em sua buceta e ele chupava um de seus peitos. Lujan gemia e se contorcia de prazer.
Em outra... Então, vou continuar com essa história, e nem preciso dizer que já planejamos nossa segunda vez em Anchorena.
Dessa vez vou contar sobre nossa primeira noite no boliche Anchorena SW.
Depois de muito planejar, viajamos para Buenos Aires de novo, já sabendo onde íamos. Foi num domingo desse mês de outubro.
O lugar é espetacular, tranquilo, seguro, aconchegante. Em nenhum momento nos sentimos incomodados.
Chegamos depois da meia-noite, ainda com pouca gente, o que ajudou a gente a explorar o lugar acompanhados pelos coordenadores. No terceiro andar, deixamos casacos e celulares, depois fomos pro quarto andar de elevador.
Percorremos os diferentes andares enquanto observávamos as pessoas que estavam lá. De todas as idades, muitas mulheres — algumas pareciam modelos, outras donas de casa comuns —, mas dava pra sentir no ambiente uma sensualidade extrema, diria.
Entramos numa sala destinada a casais, nos acomodamos num sofá pra dois e começamos a acostumar nossa vista à luz baixa.
Na nossa frente, um casal estava se beijando e acariciando, até que chegou o momento em que a mulher subiu no colo do cara.
Até aí, tudo tranquilo, mas já dava pra ver que a Luján estava excitada. Foi aí que ela começou a me beijar e tocar no meu pau.
Isso já me esquentou, porque dava pra ver o quanto ela estava com tesão. Era algo novo, apesar de outros tipos de experiências que já tínhamos tido.
Ficamos naquele lugar quase quinze minutos, quando começamos a ouvir gemidos vindo de um canto que não conseguíamos distinguir direito dentro da mesma sala.
Foi ela quem me disse pra irmos lá. Ao entrar, depois de alguns segundos, observamos vários casais, muitos assistindo ao espetáculo que um casal estava dando.
Ela de quatro, apoiando as mãos num sofá, e ele metendo por trás.
Nos sentamos e, igual ao resto, começamos a assistir àquela cena. Penetração, boquetes, beijos — de tudo que se possa imaginar.
Um casal se aproximou deles, e o homem sussurrou algo na mulher. Foi aí que a mulher que acabara de chegar começou a chupar o pau do cara que estava transando ali.
Os suspiros aumentavam, assim como os… Gemidos. Lujan não parava de olhar e esfregar a buceta. Comecei então a chupar um de seus peitos, tentando olhar de soslaio como os outros estavam se saindo. Os casais ao nosso redor também estavam, digamos, extasiados, se tocando, se beijando.
Depois de um bom tempo, decidimos sair daquela sala e fomos para a sala do Holy Glory, o sex shop, a piscina, a sala onde estavam os caras sozinhos e os casais. Enfim, tem para todas as fantasias. Fomos a um dos bares e pedimos algo para beber, e depois fomos a uma sala onde havia uma cama grande. Havia um casal, e o cara estava chupando a buceta da gostosa. Umas tetas espetaculares, uma verdadeira puta. Ela gemida e esfregava aquelas tetas enormes, e do cara só se via a careca.
Minha mulher não aguentava mais, e decidi beijá-la e acariciá-la. Ao tocar sua buceta, molhei minha mão toda, então abaixei sua calça e a calcinha e comecei a chupar sua buceta molhada. Ela levou apenas minutos para chegar ao orgasmo. O casal que estava ao nosso lado nos observava, mas paravam de fazer o que estavam fazendo. Era tudo um filme pornô, fantasias se misturavam e outras coisas que eu não sabia que podia sentir.
Saímos e fomos novamente para onde estávamos antes. Já não era apenas um casal transando ali, era uma orgia. Calculo que o lugar tenha algo como cinco metros de comprimento por três de largura, mas havia nove ou dez casais, tendo todo tipo de contato. Lujan ficou excitada, tirou meu pau e começou a chupá-lo como só ela sabe. Eu não queria gozar, então tirei ela dali e fomos para a sala de solteiros e casais. Nos sentamos e observamos como uma gostosa fazia sexo de cachorrinho com um cara enquanto seu aparente parceiro apenas observava. Começamos nosso joguinho e não passou nem um minuto quando um cara se sentou ao nosso lado e começou a tocar Lujan. Desnecessário dizer como isso me excitou. Minha mulher esfregava meu pau e eu chupava seus peitos, a mão do cara estava em sua buceta e ele chupava um de seus peitos. Lujan gemia e se contorcia de prazer.
Em outra... Então, vou continuar com essa história, e nem preciso dizer que já planejamos nossa segunda vez em Anchorena.
8 comentários - primeira vez na âncora sw
😛