Sou puta (1,2)

1
Sou uma puta, disso não tenho dúvida, e como dizem por aí: "e a minha buceta adora". Pra quê negar, nunca gostei muito de estudar, cheguei na faculdade e precisava de grana, porque a mesada que meus pais me davam não dava pra minhas farras, então entrei nesse mundo através de uma amiga que já praticava.

Como tudo no começo, foi difícil, mas não posso reclamar, comecei fazendo com velhos, empresários com uns carrões impressionantes, mas velhos no fim das contas, gordos, peludos e feios. Depois apareceram uns mais bonitos e mais charmosos, mas enfim, eu levava como um trabalho e assim alcancei um nível financeiro que nunca tinha sonhado. Nem preciso dizer que eu era cara, caríssima, o que chamam de puta de luxo, meu corpo jovem e esbelto, de carnes firmes e curvas perfeitas, e isso merecia, a julgar por como o negócio ia bem.

Me mudei pra um bairro residencial à altura do meu novo status e me instalei num apartamento pequeno, mas com todo o conforto que queria, pra quê mais espaço?

Trabalhava à noite, principalmente nos fins de semana, mas durante a semana nunca faltavam clientes ávidos por sexo e experiências fortes com uma novinha como eu. Aprendi bem o ofício e deixava eles loucos com minhas insinuações, minha língua safada e minhas ousadias. Às vezes me convidavam pra jantar nos melhores restaurantes e, num certo momento, eu jogava o guardanapo no chão pra que meu acompanhante o pegasse galantemente, então abria as pernas e mostrava minha bucetinha pelada, sem calcinha. Isso sempre funcionava, o cliente grato se levantava com um sorrisão nos lábios, que eu, safadinha, sabia retribuir com outro meu.

Mas como nem tudo na vida é perfeito, um dia chegou minha vez e um desses ricos nojentos me deu uma surra violenta... o cara ficou obcecado por mim, me seguia pra todo lado e se Ficava super ciumento quando eu transava com outros. Uma noite, quando voltei do trabalho, ele me esperou na porta do prédio e encheu meu precioso corpo de porrada. Me encontraram caída no patamar da escada, fiquei semanas no hospital, e quando saí, decidi mudar de cidade.

Nem preciso dizer que a polícia não encontrou ele, eu não consegui dar nenhuma informação porque praticamente só tinha um número de celular que era pré-pago.

Pra não chamar atenção, arrumei um apartamento mais discreto e comecei tudo de novo. Mas agora eu era mais na minha e escolhia melhor meus clientes. O que aconteceu me fez repensar tudo, e nada foi como antes, até pensei em largar essa vida, mas depois que você se acostuma com dinheiro fácil, é quase impossível parar, é que nem droga.

Numa manhã de primavera, quando saía do meu apartamento, tava andando pela calçada perto de casa e senti cheiro de grama recém-cortada, o aroma me embriagou. Amo esse cheiro. Tinha um rapaz com o cortador de grama, de boné, esvaziando o saco de grama quando me viu passar. Quando me viu, sorriu.

— Bom dia, mocinha — ele disse, todo educado.

— Bom dia, rapaz — respondi, devolvendo o melhor dos meus sorrisos.

Olhando ele de perto, percebi que o garoto tinha a tal síndrome de Down, e automaticamente não consegui evitar sentir uma certa pena dele. Mas ele me pareceu tão simpático que parei e resolvi bater um papo.

— Tá cortando a grama? — perguntei, meio boba, porque era óbvio o que ele tava fazendo.

— Sim, mocinha, adoro cortar grama — respondeu ele, todo animado.

— Eu adoro o cheiro de grama recém-cortada.

— Eu também. Qual é seu nome? — perguntou o garoto.

— Me chamo... — pensei em dar meu nome de guerra, mas achei melhor falar o verdadeiro. — Lúcia, me chamo Lúcia. E você?

— Eu me chamo Francisco, mas meus amigos me chamam de Fran.

— Ah, prazer em te conhecer, Fran. Fran! —exclamou Lúcia, sorrindo pra ele.

O garoto só sorriu de volta, todo inocente. A verdade é que ele despertava uma ternura danada com aquele olhar ingênuo e o sorriso, e a Lúcia adorou isso, sentindo uma afinidade imediata com o moleque.

— Então, Fran, você trabalha aqui todo dia? — ela perguntou, só pra puxar conversa e esticar o papo.

— Sim, a gente fica por esse parque, eu e meus colegas — ele respondeu, apontando pra outro grupo espalhado pelo gramado.

Enquanto batiam papo, um cara mais novo se aproximou e, quando chegou perto, perguntou ao Fran sobre a nova amiga.

— Pô, Fran, que amiga gostosa você arrumou! Vai me apresentar? — disse o sujeito, chegando junto do garoto e passando o braço no ombro dele.

— Claro, ela chama Lúcia. Esse aqui é o Antônio, nosso monitor... — ele explicou, finalmente.

— Prazer, Antônio. Tava aqui conversando com o Fran sobre o gramado. Ele é muito simpático, né? Vocês tão fazendo um curso com uns caras como ele por aqui, certo?

— Sim, é um projeto social patrocinado por uma caixa econômica. Assim eles aprendem um ofício e ficam ativos.

— Ah, que legal! Pra eles é tipo um trabalho, né?

— Isso, e eles recebem como jardineiros de verdade.

— Muito bom! O Fran é uma simpatia! — ela exclamou, com aquele sorrisão maravilhoso.

— Ela é gostosa, né, Antônio? — perguntou o Fran, do nada, pro monitor.

— Ah, com certeza, Fran, ela é uma delícia! — respondeu o monitor, todo galanteador.

— Nossa, obrigada, esse aqui é de comer! — devolveu a Lúcia, dando um tapinha no ombro dele.

Ela se aproximou do garoto e deu dois beijinhos na bochecha dele, o que fez o moleque sorrir ainda mais e até ficar vermelho.

— Pô, Fran, que sorte a sua de ter conhecido uma amiga dessas! — continuou o monitor, elogiando ele e dando umas palmadas nas costas.

— Bom, preciso ir. Espero que a gente continue se vendo por aqui, galera!

E foi assim que ela conheceu o garoto. Mais tarde, ela lembraria desse momento com carinho, porque... O cara tinha achado ela muito simpática.

Quando voltava pra casa na hora do almoço, pra sua surpresa, viu que Fran estava sentado na entrada do prédio. Então se cumprimentaram de novo.

— Oi Fran, como você tá! Já terminou o trabalho?

— Sim, tô esperando minha mãe — respondeu o garoto.

— Você mora aqui?

— Sim, no 2ºA — ele conseguiu dizer.

— Nossa, pois eu moro bem em cima de vocês, no 3ºA. Não fazia ideia que éramos vizinhos.

O garoto sorriu com aquele sorriso inocente dele. Na mesma hora, Lúcia viu uma mulher de uns cinquenta anos se aproximando da entrada do prédio. O garoto virou a cabeça pra ver quem era e, quando olhou, o rosto dele se iluminou. Sem dúvida era a mãe dele.

— Como tá meu filho? — perguntou ela, dando dois beijos nele.

— Tô bem, mãe, já terminei o trabalho. Olha, ela é a Lúcia, a vizinha.

As duas mulheres se apresentaram. A mãe dele se chamava Ángeles e vinha carregada de sacolas de compras. Então, depois de uma conversa informal, Lúcia se ofereceu pra ajudar com as sacolas e subiram juntas no elevador. Ela disse que era estudante e que morava mesmo no andar de cima, continuando com a história de sempre de ser uma garota universitária.

No segundo andar, se despediram e ela subiu pro apartamento dela, preparou um almoço rápido e tirou uma soneca.

2

Naquela noite, ela encontrou um cliente. Ele tinha ligado pra uma agência de modelos que se anunciava na internet e nos principais jornais com o slogan "garotas de companhia", onde Lúcia oferecia os serviços dela. Com as reservas de sempre, marcou um encontro num restaurante da cidade. Claro que o jantar era por conta dele, e depois viria a transa, que podia durar no máximo uma hora. Depois disso, ela cobraria o preço habitual nesses casos.

Quando chegou perto do restaurante, sentou no balcão e pediu um coquetel. Dez minutos depois, o cliente chegou, vestindo terno preto e gravata. Ele parecia nervoso. Quando ele perguntou ao garçom sobre a reserva, mal conseguiu se explicar. Finalmente, o garçom confirmou que a mesa estava pronta e o levou até ela.

Lucía passou alguns minutos estudando ele da sua posição estratégica no balcão do bar, ao lado do salão onde ficavam as mesas. Ela estava impecável, também usava um vestido preto justo, com um casaco da mesma cor e uma echarpe de pele de raposa, colar de pérolas brancas com diamantes combinando e um relógio de ouro.

O homem não parava de olhar de um lado para o outro, procurando a acompanhante daquela noite. Lucía se divertiu observando ele e prolongou a espera por mais alguns minutos enquanto terminava seu coquetel. Finalmente, como uma estrela de cinema, desceu do banco e foi caminhando devagar até onde estava o garçom que recebia os clientes, deu o nome do seu cliente e ele a levou até a mesa.

Ao se aproximar, viu como o pobre coitado engolia seco. Quando chegou na frente da mesa, ele se levantou nervoso. Ela tirou o casaco, que foi recolhido pelo garçom, e se aproximou dele, dando dois beijinhos com seus lábios vermelhos.

— Oi, querido! — disse ela num tom familiar.

— Oi — gaguejou o cliente.

Finalmente, ela se sentou na cadeira que tinham afastado da mesa para ela. Sem dúvida, toda uma dama. O cavalheiro fez o mesmo e sentou na frente dela, cruzando as mãos sobre a mesa. Outro garçom se aproximou na hora e perguntou o que queriam beber. Naquele momento, Lucía se adiantou e pediu uma garrafa de vinho.

Como sempre, no começo a situação era tensa, e ela percebeu na hora que o cliente não era lá muito experiente nesses assuntos. Ele quase não falava, então ela teve que soltar a língua e falar pelos dois, tentando criar um clima relaxado e tranquilo, sorrindo o tempo todo.

A conversa foi meio boba no começo, mas enquanto comiam, o homem começou a falar da vida dele e confessou que estava em... os trâmites de divórcio da mulher dele e que já fazia um tempão que não mantinha nenhum tipo de relação com a sua quase ex. Finalmente, o cliente foi se acalmando à medida que o vinho e a comida rolavam e a noite ficou, até certo ponto, agradável. Aliás, o homem disse se chamar Juan.

Por fim, Lucía sugeriu irem embora e, já na porta, subiram no BMW X5 dele que estava esperando, trazido pelo manobrista do restaurante bem na hora. Entraram no carro e foram embora. Lucía era louca por esses carros, com estofamento de couro branco, acabamentos cromados e em madeira polida, sem dúvida o cara tinha grana e podia bancar a companhia dela a noite toda, se precisasse.

O homem foi direto para o hotel cinco estrelas onde já tinha reservado um quarto, entrou no estacionamento e, ao estacionar, para surpresa dela, Lucía se aproximou e, passando a mão no pacote dele, descobriu que ele não estava nem um pouco excitado.

— Ah, querido, quer começar aqui antes de subir pro quarto? — disse ela enquanto apalpava o membro mole dele por cima da calça.

— Não, espera, aqui não! Melhor subirmos pro quarto! — exclamou o acompanhante nervoso, se livrando das carícias dela e saindo do carro.

— Tá bem, calma! A gente faz o que você quiser... — respondeu Lucía, saindo do carro também.

Entraram no elevador e, para surpresa dela, viu ele apertar direto o quinto andar, o que significava que o safado já tinha pego a chave do quarto antes do jantar, assim evitava a situação chata de pedir com ela do lado naquela hora da noite.

O hotel era um cinco estrelas de verdade, estava super bom. Ao entrar no quarto, Lucía descobriu com prazer que era uma suíte completa, com uma cama enorme, uma mesa central cheia de frutas e uma garrafa de champanhe francês ao lado. Sem dúvida, pensavam em tudo.

Se acomodaram, Lucía foi primeiro ao banheiro e aliviou a bexiga, depois lavou a buceta. No bidê, deixando ele pronto pra ação. Se secou e vestiu de novo uma calcinha fio dental transparente rosa com pedrinhas brilhantes nos quadris. Se despiu e saiu só com a tal calcinha, o que dava um visual pouco menos que impactante. O parceiro inocente estava servindo champanhe quando a viu e imediatamente começou a molhar a mesa com o líquido espumante e dourado. Ela, vendo a atrapalhação dele, não pôde deixar de sorrir.

"Calma, amor, não fica nervoso. Em vez de derrubar na mesa, podia jogar em mim pelo corpo", disse ela enquanto se aproximava com o corpo esplendidamente semidesnudo.

Lúcia se aproximou como uma gata no cio e esfregou o corpo todo nu no terno caro de executivo que o cara usava. O perfume dela o embriagou, e ele não resistiu e passou a mão na bunda dela, lisinha e sedosa, enquanto saboreava o pescoço dela com os lábios, abraçando a gostosa que tão docemente se oferecia.

Ela se grudou de propósito na virilha dele, colando a xereca onde dormia o monstro do amiguinho dele — monstro ou melhor, monstrinho, mas o caso é que o dorminhoco acordou. Então ela passou a mão nele e continuou acordando o bicho. Depois do tesão inicial, ele interrompeu.

"Preciso ir ao banheiro."

"Pode ir, amor, faz o que tiver que fazer, mas se lava bem no final, tá? Quero você bem limpinho pra eu te dar um presentinho", avisou ela, apontando pro monstrinho que tinha nascido na virilha dele.

Esperou um tempinho e, quando ouviu a água do bidê correndo, decidiu entrar pra ver como o acompanhante estava. Ele se assustou de novo ao vê-la.

"Calma", disse ela de novo, "só queria ajudar na lavagem."

Depois disso, se ajoelhou ao lado do cara, que já estava pelado e sentado no bidê, e começou a lavar a pica dele, ensaboando primeiro, aproveitando pra dar uma boa massagem com sabão, e enxaguando depois com água abundante. tíbia, até que o monstrinho ficou brilhando. Aí ela fez ele levantar e, de cócoras, começou a chupar ele, secando as gotas de água que ainda o envolviam com a boca ardente, dando brilho na glande com a língua que se enrolava uma e outra vez na ponta dele.

O homem ficou absorto e revirou os olhos antes de fechar as pálpebras e olhar pro céu, como se lembrasse que esses prazeres da natureza ainda existiam pra ele. Depois de alguns segundos, Lúcia pegou uma camisinha que já tinha escondido na mão e, sem ele perceber, colocou na boca e vestiu o monstrinho com ela, num truque já bem aprendido pra enfiar o pau sem o cliente reclamar daquilo.

— A chupada no pelo é um mimo da casa pro cliente na primeira vez. Se quiser continuar, tem que me mostrar que é um cara limpo — disse ela, encerrando o boquete.

Em seguida, foram pra cama, ela deitou ele de costas e subiu no corpo dele como uma tigresa, de um pulo. Esfregando a buceta antes de meter, abriu os lábios dela e, aos poucos, enfiou ele dentro de si.

— Que gostosa você é! — exclamou Juan no momento em que o pau dele entrava no interior ardente da buceta dela, seguido de um "aahhh" soltado com o maior dos prazeres.

— Cê gosta de mim, né? Sou gostosa, sim? Pois hoje à noite você vai descobrir as coisinhas que eu sei fazer também.

— Vai devagar comigo — ele pediu.

— Tá bem, amor, vamos fazer do seu jeito — respondeu Lúcia enquanto colocava suavemente o pau dele debaixo da rachinha dela e esfregava devagar.

A ponta do pau desapareceu dentro dela e, suavemente, ela começou a subir e descer, fazendo com que aos poucos ele entrasse até o fundo. Quando já tava bem dentro, ela apertou um pouco mais com a bunda em cima do cliente, e ele soltou um gemido de prazer.

— Nossa, que delícia! — exclamou o cliente submisso debaixo daquela gatinha no cio.

— Ah, sim! Tá gostando, hein? Mas se a gente só começou... Perfeição. Ela se deitou sobre o peito do cara e, com movimentos ritmados da cintura fina, foi fodendo ele, devagar, como ele tinha pedido. Enquanto isso, o homem curtia os peitos doces dela na boca, então não resistiu e chupou eles de leve, enquanto apertava a bunda dura e redonda com as duas mãos. Sem dúvida, todos os sentidos dele estavam focados naquela gostosa que o estava fodendo com a arte de quem sabe fazer o seu trabalho.

A essa altura, Lúcia já conseguia se abstrair enquanto fodava aqueles caras. Na maioria das vezes, ela não gostava muito deles, por isso apelava pra imaginação, seja pra mudar a aparência deles, seja pra se ver numa praia caribenha de areia branca e fina, deitada numa rede, curtindo um coquetel delicioso e bem gelado.

Dessa vez era diferente, porque era o primeiro cliente dela em um bom tempo, desde o incidente, e a verdade é que até certo ponto ela sentia falta do sexo, de sentir uma rola dentro dela, de sentir o poder dela em cima de um homem, com aquele corpinho pequeno e fibrado que eles tanto gostavam.

Por isso, ela se surpreendeu quando, em poucos minutos, o cara começou a gemer feito um louco, apertando os dentes, as mãos na bunda dela e tensionando o corpo todo, levantando ela junto.

— Já, amor? — perguntou ela, estranhando.

— Ah, sim! Não consegui segurar! — confessou o cliente entre os dentes.

Bom, não tinha o que fazer. Ela só se deitou sobre o corpo dele e fez carinho no ouvido enquanto ele aproveitava os últimos espasmos da gozada. Quando terminou, ela desmontou e se deitou ao lado dele.

— Queria ver você se masturbando — propôs o cliente.

Já que a penetração tinha durado tão pouco, Lúcia não achou ruim continuar brincando. Afinal, era o primeiro cliente desde que ela tinha parado, e ela queria fidelizar ele. Então, saiu da cama e se acomodou numa poltrona que tinha aos pés dela. Levantando um joelho sobre o apoio de braço, apoiou... O calcanhar dela em cima dele, deixando a buceta dela exageradamente exposta. Depois lambeu com gosto os dedos e começou a passá-los sobre a flor depilada dela, se deliciando com carícias sensuais e ousadas.

Mete os dedos, quero ver como você faz - pediu ele, quase exigindo.

Lucía obedeceu e enfiou dois e até três dedos. Brincava com a xereca dela como uma expert e, como sabia o que deixava os homens loucos, se deliciava esticando as dobras da buceta, mostrando ela aberta, aquele buraco escuro de desejo por onde os dedos sumiam sem piedade. A verdade é que ela estava sem prática e também tinha se negligenciado, porque percebeu o quanto estava ficando tesuda e até deu vontade de gozar, só essa ideia já a excitou ainda mais.

Você teria coragem de me foder de novo? - propôs ela, safada como não se lembrava de ser com nenhum cliente.

Podemos tentar, mas não prometo nada - respondeu o cliente, sincero.

Bom, tentar não custa nada - concordou Lucía, se levantando e se aproximando da cama.

Como uma gata no cio, ela se arrastou pelos lençóis até o homem, que estava sentado, com as costas apoiadas na cabeceira. Pegou outro camisinha do criado-mudo disfarçadamente e tirou da embalagem com o mesmo jeito.

O pau do cliente estava realmente uma pena, pequeno e murcho, então ela começou a massagear enquanto dava beijos sensuais na base e nos arredores. Mas não adiantava, então ela optou por chupar. Ainda tinha gosto de porra, por causa da gozada recente, misturado com lubrificante da camisinha; passou pela cabeça dela o medo da AIDS, mas o que ia fazer? O cara não parecia muito experiente com putas, então ela confiou que ele fosse saudável. Teve essa impressão desde o começo e se arriscou.

Esse gesto agradou muito o cliente, que gemeu e segurou a cabeça dela com suavidade, afastando o cabelo loiro comprido e ondulado dela. O truque deu o efeito desejado e, assim que sentiu o começo da ereção dele, Colocou a camisinha com a boca na ereção dele sem ele perceber.
Feito uma possessa, ela se levantou e enfiou o pau na ereção que tava começando. O cara ficou mudo ao ver o corpão escultural da puta e afundou a cara entre os peitos dela, chupando os mamilos e cada centímetro da pele que aparecia na frente. O pau, já dentro daquela bucetinha preciosa, não demorou pra recomeçar com os movimentos suaves e ritmados da sua cavaleira experiente.

Lucia tava a fim de que ele comesse ela por trás, então pediu e o cara não demorou pra satisfazer ela. De pé ao lado da cama, ela ofereceu a bunda, ajoelhada nela, e o cara acertou de primeira naquela buceta quente e molhada. Ela gritou pra ele meter com vontade, o cara pareceu hesitar uns segundos, mas logo sentiu ele segurar firme na bunda dela e meter com toda força. Lucia adorava essa posição e que fizessem com gosto, então curtiu a foda como nos bons tempos e, aproveitando a situação, se acariciou o clitóris com uma mão debaixo dos lençóis até gozar, se agarrando na cama com força com a mão que tava apoiada.

Que delícia, porra! — pensou consigo mesma.

Quando tava aproveitando os últimos espasmos de prazer, o cara gozou de novo, surpreendendo ela mais uma vez e provocando novos espasmos de prazer na bucetinha já cansada depois da gozada.

Finalmente, ela se soltou e foi pro banheiro, deixando o cara se acomodar na cama pra descansar depois da sessão de sexo sem limites.

Lucia fechou a porta e buscou um pouco de privacidade, sentou no vaso e o xixi caiu com aquele jatinho característico. Respirou fundo e relaxou por uns instantes. Na mente dela, se sentiu liberada, voltava ao trabalho e essa noite ia tirar uma boa grana. Lavou a buceta no bidê e depois lavou o rosto.

Enquanto se secava com a toalha, ficou se olhando no espelho, vendo o corpo nu dela, sem dúvida Era narcisista e adorava se ver refletida em todo seu esplendor e nudez.

Ao sair, surpreendeu o homem dormindo, ele se assustou um pouco e ela se desculpou. Disse que precisava ir e pediu seus honorários profissionais. Ele pagou direitinho, ela terminou de se vestir, pegou o dinheiro e saiu do quarto enquanto o homem ainda estava pelado, de pé ao lado da cama.

— Vou te ligar de novo, foi incrível — disse o homem antes que ela saísse pela porta.

— Quando quiser, tô à sua disposição, gostosão — respondeu ela, virando-se e dando o melhor dos seus sorrisos enquanto mandava um beijinho no ar.

Se sentiu um pouco brega, mas sabia que aquele cara tinha se divertido pra caralho e que, sem dúvida, cairia na rede dela de novo. Seu primeiro cliente fiel.

Esta história não é minha. Se quiser mais, visite o blog zorro-branco2003.blogspot.com — lá você vai descobrir mais coisas sobre ele...

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