Capítulo DezNa sexta à noite, meus pais tinham saído até sábado pra visitar uns parentes. Então era uma ocasião especial pra levar a Jasmim pra casa. Não que a Jasmim não conhecesse minha casa, de jeito nenhum, ela já tinha ido várias vezes e até dormido lá. Mas transar tentando não deixar meus pais ouvirem era um problemão. Ainda mais pra Jasmim, que adorava gritar e gemer bem alto e falar putaria enquanto a gente transava. Por isso essa sexta era especial, porque a gente ia ficar sozinho e ela podia gritar à vontade.
- Hooouuuu! Cê gosta de como eu monto? Hein, cavalinho? - Gemeu a Jasmim subindo e descendo em cima de mim. A gente tava na minha casa, se acabando de prazer na minha cama. Jasmim completamente pelada, com os cabelos loiros soltos balançando nos movimentos dela. Minhas mãos estavam nos peitos dela, massageando. A Jasmim ficava louca quando apertavam os biquinhos. Ela subia, tirando quase toda a minha pica da bucetinha dela, e descia de novo, enfiando tudo.
- Cê é um garanhão, Cavalinho... Aaaaahhhhh!! - Ofegava a Jasmim sem parar de pular no meu colo. Apertei de leve os biquinhos dela, e ela gemeu ainda mais forte. Aí começou a ofegar, a respirar pesado e a me montar cada vez mais rápido. Os orgasmos dela eram do caralho. Mas quando acabava, continuava como se nada. Mexia a cintura me encarando com um sorrisinho malvado.
- Agora você é minha putinha - falei, deitando ela na cama e colocando de quatro. Jasmim levantou a raba bem pra cima, me oferecendo aquele tesão. Minha pica deslizou que nem manteiga dentro da buceta dela. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar rápido, fazendo as bochechas da raba perfeita dela tremerem.
- Cê gosta, sua putinha? Cê é uma putinha gulosa... - Falei, excitando ela cada vez mais. Jasmim ofegava sem parar.
- Siiim!! Sua putinha!... - Gritava ela, toda suada e gemendo que nem uma louca. Deitei ela de costas e comecei a brincar com os peitos dela.
- Mmmmm! Cê gosta dos meus Tetitas, papai? — Ela começou. Lá vinha, era hora de falar putaria.
— Adoro putinhas, me deixam louco...
— Aaahhh! Você gostaria de pegar nas tetonas da minha irmã? Hein? Aaaaahhh... — Jazmín gemia, enfiando meu pau o mais fundo possível.
— Eu sou louco pelas tetas da sua irmã. Você não gostaria de chupá-las, putinha?...
— São enormes... Aaahhhhh... Eu não daria conta... Ahhh... São enormes...
— E você não gostaria de chupar as tetinhas da sua irmã mais nova, hein, putinha?
— Aaaahhhhhh!! Ela tem umas tetas lindas... Ahhhh... Lindas... — Jazmín gemeu.
— Você chuparia, putinha?
— Sim!!! Aaaahhhhh!!
— Você chuparia as tetas das suas duas irmãzinhas?
— Sim!!!! Aahhhhhhh!!! E elas chupariam as minhas!!!
— Você gostaria que elas passassem a língua em todo o seu corpo?
— Eu ficaria louca!!! Louca!!! Aahhhhhhhhhhh... Meu Deus! — Jazmín começou a gritar, gozando num orgasmo forte. Eu não aguentei mais e comecei a encher a buceta dela de porra quente. Os dois respirávamos ofegantes, completamente suados. Ficamos exaustos. Naquela noite, eu já tinha gozado três vezes. Jazmín se deitou ao meu lado e me abraçou.
— Você é uma pervertidinha... — falei, dando um beijo nela.
— Mas não conta pra ninguém... — ela disse com um sorrisinho. Depois, assim abraçados, dormimos. Sonhei que estava numa escola, e que eu era professor. Tocou o sinal e todos os alunos saíram da sala. Só ficaram três alunas. Eram Jazmín, Jesse e Luciana. As três vestidas de colegiais. Os uniformes eram pequenos demais para os corpos delas. As três usavam o uniforme da escola onde Jesse estudava (e onde as irmãs mais velhas também estudaram). Jazmín estava com o uniforme de líder de torcida. Era todo vermelho com listras brancas. O tecido grudava no corpo dela de tão justo. A figura perfeita, com pernas longas, cintura fina e peitos perfeitos, dava pra ver claramente através daquele uniforme pequenino de líder de torcida. Luciana estava com o uniforme de ginástica. Uma legging preta de lycra bem justa no Pernas. Marcavam aquele rabo enorme e impressionante, não deixava nada pra imaginação. Os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta branca apertada com o logo da escola. Aí tinha a Jesse... tava de uniforme da escola, saia escocesa plissada, gravata e camisa branca. Ficava pequeno nela, a saia muito curtinha e a camisa muito justa. Era inacreditável ver ela daquele jeito, não era a Jesse tímida que escondia o corpaço, essa era uma Jesse "popular" que me fazia babar olhando pra ela. As três juntinhas me olhavam divertidas. Chegavam perto de mim rebolando os corpos de um jeito provocante.
— A gente se comportou mal, Professor... — disse Luciana, pegando nos próprios peitos e massageando.
— Somos umas garotas más, muito más — disse Jazmín, abraçando a irmã Luciana de um jeito lascivo.
— Merecemos uma lição, não é, Professor? — disse Jesse, se juntando às irmãs. Beijou Jazmín na boca, entrelaçando as línguas. Depois beijou Luciana e chupou a boca dela. As três começaram a se tocar por todo lado enquanto não paravam de se beijar. Eu queria ir com elas, desejava isso com toda a minha alma. Mas não conseguia me mexer. As três irmãs começaram a tirar a roupinha do colégio enquanto eu corria na direção delas. Mas quanto mais eu corria, mais me afastava. As três irmãs brincavam juntas e eu me distanciava cada vez mais.
— Hoooooofffffhhhh!!! — Acordei respirando ofegante e com uma sensação de que tava me esvaziando. Minhas mãos tremiam e eu sentia umas descargas imensas de prazer. Olhei pra minha entreperna e lá estava a Jazmín, com meu pau na boca recebendo minhas descargas de porra. Ela engolia tudo, bem gulosa, enquanto eu percebia que isso sim era a realidade. Depois Jazmín continuou chupando por mais alguns segundos até me deixar seco, sem nenhuma gota de porra espalhada.
— Bom dia, dorminhoco — disse ela com o olhar sorridente. Foi um jeito bom de começar o dia.Capítulo OnzeAquele fim de semana foi super normal. E com o começo da semana seguinte, tive que meter a cara nos estudos pra faculdade, igual a Jazmín. Tava na época de provas, então não tinha muito tempo pra visitar ela... e nem a Jesse. Jazmín tinha voltado a encher o saco com a história de a gente se comprometer, mas eu fugia como podia de dar uma resposta. Ficava o tempo todo pensando na Jesse, morria de vontade de ir buscar ela no colégio pra ficar a sós com ela. A Jesse me mandava mensagens super doces no celular, e isso era um jeito de saber que ela não se esquecia de mim. Ela também me mandou um e-mail contando quem tinha colocado na cabeça dela que ela era uma "puta". Mas como era um arquivo Word bem elaborado, deixei pra ler quando estivesse mais tranquilo. Além disso, no sábado (que era 21 de setembro) era o aniversário da Jesse. Tinha que preparar algo especial pra ela.
Passei a semana sem grandes problemas, e na sexta já tava na casa da Jazmín jantando antes de sair pra algum lugar com ela à noite. Se tudo desse certo e conforme o planejado, o aniversário da Jesse ia ser muito especial. No jantar, confirmei minhas suspeitas. Os pais dela não iam estar em casa no sábado, desde a manhã até a tarde. A Luciana ia sair essa noite com o namorado e também não voltava até sábado à noite. A Jazmín tinha aula na faculdade e a última prova até a tarde... Tudo era perfeito. A Jesse ia ficar sozinha desde a manhã até a tarde.
- Amanhã à noite vamos comemorar seu aniversário, Jesse, se quiser chama algumas amiguinhas - disse a mãe dela no jantar. A Jesse me olhava, dizendo com os olhos "amanhã vou ficar sozinha". A Luciana observava tudo muito atenta, com certeza ela também tinha planejado alguma das suas sacanagens. E pra deixar tudo ainda mais especial, eu falei:
- Amanhã tenho umas provas, então vou chegar à tarde... - A Jesse me olhou super triste ao saber que eu não ia chegar cedo. Ela ia levar uma baita surpresa. A Luciana me olhou atentamente, mas depois... Deu de ombros e continuou comendo.
Naquela noite, depois de sair com a Jazmín, evitei sutilmente transar com ela. Voltamos cedo porque "ambos" tínhamos provas no dia seguinte. Tentei dormir bem, mas não consegui direito. Só de imaginar a Jesse sozinha comigo por quase meio dia já tava me deixando louco.
No sábado, às 10 horas da manhã em ponto, já tava na frente da porta da casa da Jazmín. Sabia que a Jesse já ia estar sozinha. Sabia que a chave que eu tinha copiado do chaveiro da Jazmín um dia ia ser útil. Abri a porta da entrada em silêncio. A Jesse devia ainda estar dormindo. Fui pra cozinha e preparei um café da manhã gostoso. Café com leite, suco, umas torradas com geleia... Coloquei tudo numa bandeja e subi as escadas descalço pra não fazer barulho nenhum. Abri bem devagar a porta do quarto da Jesse. Ela ainda tava dormindo. Cheguei perto dela e sentei na cama do lado. Tava profundamente dormida, encolhida feito um bebê abraçando um ursinho de pelúcia. Tava uma graça daquele jeito. Passei a mão no rosto dela e a Jesse suspirou dormindo.
Deixei o café da manhã na mesinha de cabeceira ao lado da cama com um bilhete que dizia "Feliz aniversário, gostosa". Aí toquei a perna dela pra acordar e me escondi no armário. A Jesse acordou esfregando os olhinhos com a mão. Olhou pro lado e viu o café da manhã. Foi muito lindo ver ela sorrir daquele jeito. Olhou o cartão e virou ele procurando um nome. Sem parar de sorrir, levantou da cama e foi até a porta pra ver quem tinha deixado o café. A Jesse tava de pijama de duas peças, um shortinho e uma camiseta azul clarinho de algodão que deixavam ela muito gostosa. Como não viu ninguém, saiu do quarto. Aproveitei a chance, saí do armário e fui até a cama dela. Em segundos, a Jesse entrou de novo no quarto olhando o cartão. Quando me viu sentado na cama dela, me olhou de um jeito que eu queria ter tirado uma foto. Sorriu bem largo. enquanto seus olhinhos azuis brilhavam com a luz do sol que entrava pela janela.
-Feliz aniversário- Eu disse, e ela correu até a cama e se jogou em cima de mim, me abraçando.
-Obrigada!- Ela disse, me dando um beijo bem doce nos lábios. Depois se aninhou entre meus braços e ficou quietinha ali.
-É o melhor presente de aniversário que já recebi...- Ela disse, pegando a bandeja do café da manhã e colocando em cima das pernas. Acompanhei ela no café. Jesse me olhava a toda hora e sorria.
-O que foi?- Perguntei, divertido.
-Nada... é que... não acredito que você está aqui, no meu quarto... comigo...- Ela disse, corando. Jesse era única. Desejava com toda a minha alma que ela não crescesse e ficasse assim para sempre. Controlei meus instintos de arrancar todo o pijama dela e possuí-la ali mesmo. Me segurei porque estava realmente me divertindo sentado ao lado dela tomando café. Mas quando terminamos, Jesse me olhou de um jeito que não consegui evitar beijá-la. Ela correspondeu e meteu sua linguinha, brincando com a minha. Minhas mãos percorreram o corpo dela e buscaram seus peitos já grandes. Eram tão macios e fofinhos, já eram bem maiores que os da Jasmim, mas metade dos da Luciana (que tinha peitos Gi-Gan-Tes). Sozinha e sem eu falar nada, Jesse buscou com suas mãozinhas na minha virilha. Tirou meu pau e começou a massageá-lo. Minhas mãos foram para a virilha dela para retribuir o favor. Jesse estremeceu ao sentir meus dedos na sua bucetinha. Minha outra mão foi empurrando a cabeça de Jesse para baixo, em direção ao meu pau.
-Ainda tem mais leite pro seu café da manhã...- Jesse riu, corada, enquanto lentamente metia meu pau entre seus lábios carnudos. Ela chupava de um jeito tão especial, com experiência e timidez ao mesmo tempo. Degustava meu pau com a língua, saboreando-o. Suas mãozinhas masturbavam meu tronco, me fazendo delirar. Minha mão se enfiou por baixo do pijama dela e foi até sua bundinha redonda. Com uns dedos, brincava com sua bucetinha, e ela gemia com a boca cheia de carne. Meu polegar babado começou a brincar com seu cuzinho, e Jesse tremia de prazer. -Mmmmmmmm...- Minha gatinha ronronava sem parar de chupar meu pau. Meus dedos iam entrando devagar nos buraquinhos dela. A Jesse tava adorando e acelerava o ritmo da língua. Os lábios dela iam e vinham cada vez mais rápido. Meu polegar já tava completamente dentro do cuzinho dela. A bucetinha dela molhava meus outros dedos. A Jesse respirava cada vez mais forte e gemia sem parar. Nós dois estávamos quase gozando sem controle.
-Toma seu leitinho, bebê...- Falei ofegante enquanto me descarregava na garganta dela em grandes quantidades. A Jesse apertava meu pau espremendo ele e engolia tudo apressada. O orgasmo pegou ela no meio da minha gozada, ela tirou meu pau da boca e um jato foi pra boca dela, outro pro nariz e outro pro cabelo. Meus dedos se moviam a toda velocidade nos buraquinhos dela. A Jesse tremia, se contorcendo.
-AAAhhhhh!!! Meu Deus!!- Gemeu ela com o orgasmo sem parar de apertar meu pau com força. Depois deixou a cabeça cair nas minhas pernas enquanto subia e descia devagar a mãozinha no meu pau. Com minha mão juntei os restos de porra que tinha no rostinho dela e coloquei na boca dela. A Jesse lambeu e chupou meus dedos toda gulosa. Era extremamente excitante ver ela fazendo aquilo.
-Gostou do café da manhã?- Perguntei.
-Nunca comi um tão gostoso...- Ela falou escondendo o rostinho entre minhas pernas, toda corada, com vergonha do que tinha dito. Me apaixonava ver ela agindo assim.
-Vou tomar um banho...- Ela falou depois que a gente se acalmou um pouco.
-Tudo bem, fica gostosa como você sabe...-
-Como você quer que eu me vista?- Ela perguntou.
-É seu aniversário... Pode se vestir como quiser que vai ficar gostosa do mesmo jeito- Falei enquanto pegava a bandeja do café da manhã. Ela sorriu, corada, e se aproximou de mim. Ficou na ponta dos pés e me deu um beijinho na bochecha. Depois entrou no banheiro. Desci até a cozinha, já era depois do meio-dia. Me segurei pra não ir no banheiro ver a Jesse tomando banho (Só de pensar meu pau batia na calça) e comecei a preparar as coisas pra passar a Melhor tarde da minha vida... Ou esse era o plano.
Quando terminei de fazer tudo, que não eram muitas coisas, por sinal, sentei na sala esperando por ela enquanto ouvia música (claro que era música lenta e melosa, do jeito que a Jesse gostava). Ouvi uns passos na escada e olhei pra lá. A Jesse estava descendo me olhando com um sorrisinho tímido. Fiquei pasmo só de vê-la. Ela, com uma mão apoiada no corrimão, descia devagar, como que esticando o momento.
-Caralho...- Falei sem me conter. Ela tinha escolhido umas roupas que a faziam parecer algo mais que sexy. Era uma colegial... diferente. Não sei de onde tinha tirado aquelas peças, mas ficavam fenomenais nela. Vou começar a descrevê-la do jeito que eu a olhei. Dos pés à cabeça. A Jesse tinha uns sapatos pretos com um salto bem baixinho e brilhante, meu olhar subia pelas suas perninhas torneadas que estavam enfiadas nuns meiões brancos que cobriam até acima dos joelhos. Continuei olhando e ela usava uma saia bem curtinha plissada, também preta, que deixava ver em todo esplendor suas coxas apetitosas. Meu olhar foi mais pra cima, uma camisa branca de marinheira justa no corpo marcava sua cinturinha fina e destacava as redondezas dos seus peitões grandes e macios, que eu podia apreciar pelo decote generoso. Olhei pra carinha dela. Tava linda. Seus lábios carnudos pintados de um rosa brilhante e o delineador preto realçavam seus olhos azuis. Pra terminar de me deixar sem fôlego, ela tinha os cabelos loiros penteados em duas trancinhas que caíam dos lados da cabeça, ambas amarradas com laços rosas. Como eu disse, ela tava incrivelmente gostosa assim... tão sensual e inocente ao mesmo tempo.
-Você gostou?- Ela perguntou parando na minha frente.
-Eu... Amo. Você tá linda- Falei sem fôlego devorando ela com os olhos.
-Não sei porque você gosta tanto do meu uniforme da escola... então pensei que isso você ia gostar. Ficou meio apertado, né?- Ela disse dando uma volta pra que ela olhe bem.
-Tá perfeito em você- Falei segurando ela pela cintura. Jesse se levantou na ponta dos pés e a gente se deu um beijo longo e devagar. Depois sentamos no sofá e eu dei um dos presentes de aniversário que tinha pra ela. Era o último CD do "ColdPlay". Jesse olhou maravilhada e me abraçou agradecendo. Aí coloquei no aparelho de som pra ouvir. Vendo as garrafas na mesinha de centro, ela me perguntou.
-Isso é o quê? –
-Vamos tomar uns drinks- Falei enquanto abria uma garrafa.
-Mamãe e Papai não deixam eu beber álcool... falam que sou muito nova ainda...- Jesse disse meio sem graça sentando do meu lado.
-Bom, eu não sou Mamãe e Papai, pra mim você já pode, e melhor se for comigo, né?- Ela me olhou sorrindo. Eu tinha trazido licores doces e de fruta, não ia dar vodca porque sabia que ela não ia gostar. Dei um copinho de Licor de Chocolate e Jesse me olhou com aquele olhar de menina prestes a fazer uma travessura.
-Que gostoso!- Ela falou quando provou. E deu um gole longo.
-Devagar, não quero que você fique super bêbada- Falei rindo e ela respondeu "Tá bom" corada. Enquanto a gente conversava sobre música e cinema (Jesse era doce e inocente, mas no fundo uma mina muito inteligente) ela foi provando vários licores. Notei como as bochechas dela ficavam vermelhas pelo efeito do álcool. Eu não queria embebedar ela, só queria soltar ela um pouquinho.
-Que música linda... – Ela falou olhando pro aparelho de som. Levantei e, pegando a mão dela, convidei pra dançar. Apertei ela pela cintura e ela envolveu meu pescoço com os braços. Começamos a dançar devagar no ritmo da música. Jesse apoiava a cabeça no meu peito, confortável. Não tentei nada, gostava de ficar com ela assim, abraçados. Mas depois de duas músicas, meus instintos pediam outra coisa. Só que eu queria que ela curtisse, não eu. Segurando o animal que tinha dentro, sentamos no sofá de novo e começamos a beber. Jesse tinha pegado o gosto pelo álcool e Bebia sem problemas. E percebi que ela gostava muito de licor de morango. Começou a tocar uma música lenta, romântica e bem sensual.
— Sabe dançar, né? — perguntei pra Jesse.
— Sim... Um pouquinho, não muito — ela me respondeu.
— Dançaria pra mim? — perguntei ansioso. Jesse riu, corada.
— Me... me dá vergonha... — Ela era tão linda quando ficava envergonhada.
— Por favor, só pra mim, tá? Adoraria ver você dançar — implorei. Jesse não conseguiu recusar.
— Tá bom... — disse ela, levantando e se colocando na minha frente. Cambaleou um pouco e começou a rir. Era o efeito do álcool. Depois se acalmou e me olhou timidamente de novo.
— O que você quer que eu dance? — me perguntou.
— Sabe o que é um strip-tease? — Ela balançou a cabeça que não.
— Nunca viu num filme uma mina dançando sensual pro cara dela? — falei, divertido. Jesse arregalou os olhos, percebendo do que eu tava falando.
— Ah! Já vi um filme com isso... Me dá muita vergonha... — disse ela, toda corada.
— Por favor... Fecha os olhos pra não ficar com vergonha, tá?... — Jesse respirou fundo e, sorrindo, falou “tá bom”. Eu tava morrendo de vontade de ver minha colegial dançando na minha frente. Jesse se concentrou por uns instantes e, bem devagar, começou a mexer o corpo. Eu sabia que Jesse tinha praticado dança clássica desde pequena, então não tinha como errar.
Enquanto a música lenta tocava na sala toda. Sem fazer barulho, peguei a câmera digital na minha mochila e me preparei pra tirar umas fotos da minha colegial. Era algo que eu queria fazer desde que vi a Jesse. Ela se mexia devagar. Balançava a bunda sensual pros lados enquanto as mãos percorriam o próprio corpo. Tava se deixando levar pela música. Sem abrir os olhinhos, Jesse rebolava a cintura pra trás e pra frente e em círculo. Mantinha as pernas abertas num “V” invertido enquanto as mãos iam delas, passando pela cintura, até chegar nos peitos redondos. Virava a cabeça pros lados cada vez mais. mergulhada na dança dela. Comecei a tirar fotos dela, uma melhor que a outra. Jesse virou de costas pra mim e começou a rebolar a cintura pra trás e pra frente. A saia dela balançava com os movimentos e eu conseguia ver a calcinha preta enfiada entre as bandas da bunda dela. Ela foi se curvando, com as mãos tocando o chão. Dava pra ver a raba incrível dela com toda clareza. Não parei de tirar fotos daquilo. Ela foi se levantando devagar, arqueando a cintura. Depois olhou pra trás e abriu os olhos me encarando. Tinha um sorrisinho e uma carinha de gata sensual que me excitou ainda mais do que eu já tava. A foto que tirei naquele momento ficou incrível. Achei que Jesse fosse ficar brava com a câmera, mas não. Os olhos dela diziam que ela tava gostando. O sorrisinho e as bochechas coradas diziam que ela adorava que eu tirasse fotos dela.
Ela se virou e ficou de frente pra mim. Começou a tocar uma música mais rápida no som. Jesse olhava fixo pra câmera. De novo, começou a rebolar a cintura de um lado pro outro enquanto desabotoava a camisa bem devagar. Minha câmera disparava fotos uma atrás da outra. Jesse não desabotoou todos os botões, só deixou um decote enorme onde dava pra ver a maior parte dos peitões dela. Sem parar de se mexer e rebolar o corpo, ela virou de costas de novo. Ela rebolava a bunda em círculos na minha direção e se agachava, mostrando a calcinha. Enquanto tirava fotos com uma mão, com a outra eu massageava meu pau por cima da calça. Ver aquela colegial inocente se comportando daquele jeito me deixava louco.
Jesse arqueava a cintura de costas pra mim enquanto eu via ela terminar de desabotoar a camisa. Não sei como ela fez, mas sem tirar a camisa, vi ela tirar o sutiã e jogar pro lado. Depois olhou pra trás com um sorrisinho safado e se virou, ficando de frente pra mim.
A camisa aberta cobria metade dos peitões nus dela. Jesse jogou a cabeça pra trás enquanto colocava as mãos entre as pernas dela e rebolava os quadris. Parecia que ela tava se masturbando no ritmo da música. Que corpo que a mina tinha! Sem dúvida nenhuma, dava pra afirmar que era o melhor das três irmãs. Não dava pra acreditar que minha colegial tinha aquele corpão de coelhinha da Playboy. Jesse olhou diretamente pra câmera e foi abrindo a camisa devagar. Mas tapou os peitos com as mãozinhas. Posou pra mim e pra minha câmera de um jeito muito sensual. Ela tava tipo transformada, não parecia mais tímida e meiga. Parecia uma mulher extremamente sensual e experiente no que fazia.
– Uau... – falei sem fôlego quando Jesse tirou as mãozinhas dos peitos e deixou eles à mostra. Comecei a tirar fotos rapidão. Era como ter uma coelhinha da Playboy posando na minha frente. Não dava pra acreditar que Jesse tava agindo daquele jeito sozinha, por iniciativa própria. Ela posou de várias formas, fazia carinha de menina inocente, cara de diabinha, colocava um dedo na boca e chupava ele bem sexy... Meu pau tava implorando por um pouco de atenção. Mas eu queria tirar todas as fotos possíveis da Jesse.
Jesse se aproximou de mim rebolando os quadris. Subiu no sofá colocando as pernas dos meus lados. Eu, entre elas, tinha uma perspectiva incrível. Os peitos dela, vistos de baixo, pareciam dois balões. Jesse começou a dançar sensualmente em cima de mim. Tentei tocar nela, mas ela não deixou. Continuou dançando sensual, me deixando fervendo. Larguei a câmera de lado e fui aproveitar.
Jesse se ajoelhou e começou a passar os peitos no meu rosto. Toda vez que eu esticava a língua pra lamber, ela tirava, me deixando na vontade. As mãozinhas dela percorriam meu peito e entravam dentro da minha calça... mas não pegavam no meu pau. Eu tava explodindo. Não dava pra acreditar no que a Jesse tava fazendo. Ela se virou, ficou de costas pra mim e começou a se mexer em cima de mim. Rebolava a bunda em cima do meu volume e ronronava igual uma gatinha mimada. Coloquei minhas mãos nos peitos dela, e ela segurou minhas mãos. Não me deixou fazer mais nada. A bunda dela no meu volume fazia estrago em mim. Sentir os peitos grandes e fofinhos dela entre minhas mãos me tirava do sério. Quando eu não aguentava mais, Jesse foi descendo de mim até ficar no chão.
Ajoelhada entre minhas pernas, ela me olhava com as bochechas vermelhas (já não de timidez, mas de tesão) e um sorrisinho. As mãozinhas dela, bem devagar, desabotoavam minha calça. Peguei a câmera digital de novo. Comecei a tirar mais fotos da minha gostosa. Jesse puxou meu pau, que pulou feito uma mola, nunca tinha estado tão duro. Ela não parava de me olhar. Mostrou a linguinha e deu uma lambida. Mal conseguia manter a câmera no lugar e tirar as fotos. As mãozinhas dela começaram a masturbar meu pau devagar, me fazendo gemer. A língua percorria desde minhas bolas até a cabeça.
-Mmmmmmmmmmmmm... – Ela gemeu longamente quando foi enfiando na boca o máximo que conseguia. Da próxima vez tinha que gravar isso em vídeo, as fotos não conseguiam mostrar o tesão da situação. Jesse chupava com vontade, punhetando meu pau e chupando cada vez mais rápido. Joguei a câmera digital de lado. Deitei Jesse suavemente no tapete. Ela me olhava excitada enquanto eu tirava a calcinha dela.
-Onde você aprendeu a dançar assim? – Perguntei excitado.
-Num filme... – Ela disse, já ofegante.
-Que tipo de filme?
-Um bem pornô que uma amiga do colégio me emprestou... Aahhhhhhh.... – Ela não conseguiu terminar de falar porque eu já estava com a cabeça entre as pernas dela, lambendo com gosto a bucetinha dela. Jesse se contorcia no tapete, gemendo e rebolando à vontade. Chupei o clitóris dela enquanto enfiava meus dedos na bucetinha.
-¡¡¡Aaahhhhhhhhh!!! ¡¡¡¡Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!! – Jesse começou a gritar, tendo um orgasmo que vinha segurando há um tempão. Depois, enlaçou meu pescoço com as pernas e voltou a gozar com minha língua na bucetinha dela. As mãozinhas dela afundavam minha cabeça, como se quisessem me enfiar dentro dela. Meus dedos se moviam bem rápido, e minha língua não ficava atrás. Os gemidos dela eram ensurdecedores. Arqueava a cintura e agarrava os próprios peitos, apertando-os, gozando como nunca.
Tirei minha camiseta porque o clima já tava muito quente. Peguei as pernas dela com minhas mãos e abri o máximo que dava, Jesse tinha uma elasticidade incrível. Abria as pernas completamente. Minha inocente colegial me surpreendia a cada instante. Coloquei meu pau pulsante na rachinha dela e comecei a esfregar. Jesse gemia e respirava muito forte.
— Aaahhhhmmm... Por... Ahhmmmm... Favor... — Ela gemia.
— Por favor o quê? — Perguntei, embora já soubesse a resposta.
— Mete... Aaahh... Por... Favor... Ahhhh... Mete... — Não fiz ela esperar mais. De um empurrão, meu pau deslizou na rachinha dela sem dificuldade. Jesse gemeu longamente ao sentir ele tão dentro dela. Comecei a mexer meus quadris devagar, aproveitando cada penetração. Segurava Jesse pelas coxas, os peitões dela balançavam como pudim a cada estocada. Ela tava incrivelmente gostosa com aquele uniformizinho de marinheira. A saia preta enrolada na cintura, as meias longas cobrindo as pernas perfeitas, a camisa aberta mostrando os peitos, o cabelo de menina inocente recebendo pau até o fundo...
— Aaaahhhhh... Aaaahhhh... Ooooohhhh... ¡Oooooohhhhh! — Ela gritava. Eu investia cada vez mais forte. Sem parar. O suor escorria pela minha testa. Coloquei as pernas de Jesse juntas sobre um dos meus ombros. Agora a penetração era mais lenta, mas com estocadas mais fortes.
— ¡¡AAAhhhh!! ¡¡AAAhhhh!! ¡¡AAAhhhh!! — Jesse gritava fora de si. Me hipnotizavam as tetas dela balançando pra todo lado. Meu pau entrava e saía da rachinha dela, que parecia que queria engolir, devorar. Saí de dentro dela. Sem eu falar nada, Jesse se colocou de quatro, feito uma putinha. Apoiou os cotovelos no tapete com a bunda bem pra cima. Fiquei fascinado com aquela visão dela.
— ¡¡¡Aaahhhhhuuummmmmmm!!! — Gritou quando, segurando ela pelos quadris, enfiei meu pau na rachinha dela até o talo. Metia rápido, que nem ator pornô. Cuspi Seu cuzinho e comecei a enfiar o polegar e girar em círculos. Jesse não reclamava, só não parava de gemer mais alto. Tirei meu pau da bucetinha dela e apoiei na entrada do cu dela. Percebendo que eu não metia porque queria fazer ela desejar, Jesse empurrou a bunda pra trás e foi enfiando sozinha.
— Aaaaaggghhhmmmmmmm — ela soltava, apertando os dentes com os cabelos colados no rosto de tanto suor. Nós dois suávamos pra caralho. Jesse enfiou meu pau inteiro no cuzinho dela. E sem mais, começou a se mover pra frente e pra trás, se penetrando sozinha. Deitei sobre as costas dela e, segurando os peitos dela, comecei a meter forte.
— Huuuuffff... Huuuuuffffff... Huuuuffffff... — Jesse bufava a cada estocada. Apertei os peitos dela e belisquei os bicos, fazendo ela gemer ainda mais. Tava gozando como nunca na minha vida. Jesse era perfeita, uma putinha perfeita. Peguei ela pela cintura e aumentei a força das estocadas. Jesse se agarrava no tapete e rangia os dentes. Segurei as trancinhas dela e aumentei a força das metidas. O suor escorria pelos nossos corpos. Meu pau entrava e saía da bunda dela numa velocidade do caralho. Ela começou a tremer sem conseguir fazer nada diante do novo e mais forte orgasmo.
— ¡¡¡AAAAhhhhhhhhhhhhh!!!! ¡¡¡AAAaaaaahhhhhhhh!!! — Ela gritava enquanto eu metia de um jeito que as nádegas dela vibravam e já tavam vermelhas de tanto bater minha barriga contra elas. Não aguentava mais, já não dava pra segurar meu orgasmo. Tirei meu pau do cu dela e fui até a cara dela. Assim que cheguei, comecei a explodir em jatos que saíam sem controle pra todo lado. Jesse abria a boca e esticava a língua tentando pegar. Mas meu gozo escapava pra todo canto. Caía nos peitos dela, nas bochechas, no cabelo, na boca... Quando terminei de gozar, Jesse pegou meu pau e começou a chupar pra tirar até a última gota. Depois passava o pau pelo rostinho dela juntando o gozo e levando pra boca. Olhando pra mim com um sorrisinho e respirando ofegante. Não tinha outra garota como ela, Jesse era única.
— Bravo! — Ouvimos alguém exclamar perto da gente. Jesse e eu olhamos na hora pra direção de onde veio a voz. Luciana tava sentada num dos sofás com a câmera digital. Tinha um sorriso perverso na cara, um sorriso de pura satisfação.
— Tirei umas fotos incríveis! — Ela falou rindo. Jesse e eu ficamos pasmos, sem acreditar.Capítulo DozeLuciana se aproximou da gente. Jesse, tímida, tentava esconder os peitos com a camisa. Eu ia tentar guardar meu pau, mas Luciana balançou o dedo pra mim, dizendo "não".
- Não, não, galera, ainda dá tempo de vocês me darem um show especial... – Falou rindo, enquanto se sentava numa poltrona bem na nossa frente.
- Sua putinha, deixa esses peitos lindos de fora... – Disse pra Jesse. A garotinha tava completamente vermelha, mordendo os lábios de nervoso. Luciana tinha um sorriso de vencedora, sem explicar por quê, nos mantinha sob controle total. A situação me excitava, por dentro eu já tava doido pra enfiar meu pau no cu da Luciana e fazê-la gritar como a puta que era.
- Pega no pau do NAMORADO da sua irmã... quero que deixe ele bem durinho... – Ordenou pra Jesse, rindo maldosamente. Ela, tímida, pegou meu pau com a mãozinha e começou a me masturbar. Jesse me olhou nos olhos como quem pedia socorro. Luciana observava tudo atenta.
- Chupa ele com essa linguinha linda... – Jesse fazia tudo que a irmã mais velha mandava. Ela me olhou nos olhos pela última vez enquanto enfiava meu pau na boca. A situação me excitava pra caralho. Meu pau ganhava força e tava ficando duro igual pedra. Olhei pra Luciana. A putinha era uma mulher incrivelmente gostosa. Tava com umas botas pretas de cano alto com salto e uma minissaia preta minúscula. Em cima, uma regata que mal cobria os peitões enormes dela. Os bicos marcavam no tecido, já duros. Luciana tava com as pernas abertas, rapidamente tirou a minissaia e ficou só numa calcinha fio-dental minúscula que se enfiava na rachinha dela. Enfiou uma das mãos lá dentro e começou a se masturbar, olhando a irmã mais nova chupar meu pau de boa.
- Como você gosta de chupar esse pau, putinha... – Dizia Luciana pra irmãzinha, enquanto com a mão enrolava a regata, deixando os peitos enormes pra fora. Meu pau tava duríssimo de ver ela assim, de ter a Luciana se masturbando do meu lado. e a Jesse chupando meu pau. A cabeça de Jesse ia e vinha. Eu sabia que ela tava morrendo de vergonha, mas também tava excitada. Ela começou a respirar ofegante e a chupar mais rápido.
— Se toca, putinha, masturba enquanto chupa o pau do namorado da sua irmã... — Jesse obedeceu. Enfiou a mãozinha entre as pernas e começou a se masturbar. Ela tava se deixando levar pela situação e curtindo tanto quanto eu. Respirava cada vez mais forte. Os dedinhos dela se moviam rápido, estimulando o clitóris. Luciana tinha dois dedos enfiados na própria buceta e os movia rapidamente. Com a outra mão, beliscava os próprios mamilos e observava tudo, gemendo baixinho sem perder o sorriso perverso.
— Mmmmaasshhhp... Mmmmmmssshhhppp... ¡¡Mmmmsshhhppp!! — Jesse mexia o quadril pra frente e pra trás instintivamente enquanto se masturbava. Chupava meu pau bem rápido, com força. Enfiava ele até a garganta sem reclamar. Dava pra sentir que ela tava chegando ao orgasmo. Luciana também percebeu.
— Agora, putinha, vem aqui e dá prazer pra sua irmã... — ordenou Luciana, e Jesse ficou olhando pra ela. Luciana disse "Agora, putinha", e Jesse, sem hesitar, se levantou e foi até a frente da irmã.
— Usa sua linguinha em mim do jeito que você sabe... — disse Luciana, de pernas bem abertas. Jesse olhou pra ela e, sem dizer nada, se ajoelhou. Enfiou a cabeça entre as pernas da irmã e, esticando a língua, começou a passar na rachinha dela.
— Aaaaaiiiiiii sim! — gemeu Luciana longamente, jogando a cabeça pra trás. Com as mãos, agarrou a cabeça de Jesse e apertou contra a buceta. Bruscamente, puxando pelos cabelos, mexia a cabeça de Jesse pra enfiar mais e mais aquela língua. Eu tava parado do lado, com meu pau durasso na mão, vendo Jesse ser forçada a fazer sexo oral na irmã mais velha.
— E você, o que tá esperando? Me dá de comer esse pau gostoso que a minha irmãzinha tanto adora — ela disse, e eu não fiz ela esperar. Subi no sofá e, com um empurrão, enfiei meu pau na garganta de Luciana. Agarrei a cabeça da Luciana e comecei a meter na boca dela como se tivesse comendo ela. Não queria ter pena nenhuma. Enfiava bem fundo na garganta dela, mas quanto mais forte eu fazia, mais ela parecia gostar, a putinha. Jesse, sem um segundo de descanso, porque a Luciana segurava a cabeça dela firme, chupava a buceta da irmã. Estiquei as mãos e apertei bem forte os bicos dos peitos da Luciana. Ela gemeu com a boca cheia do meu pau. Torcia eles com mais força, ela ofegava mais alto, mas não tentou me parar.
-¡¡¡Ahhhhggggghhhhh!!! ¡¡¡Mierdddaaaaaaaa!!!- Começou a gritar a Luciana, tirando meu pau da boca e começando a ter um orgasmo violento. Jesse aproveitou o momento de loucura da irmã desvairada e tirou a cabeça de entre as pernas dela. Jesse respirava ofegante, quase não tinha conseguido respirar com a cabeça enfiada ali dentro.
-Querias pau? Toma o pau!- Gritei pra Luciana, me colocando entre as pernas dela e penetrando ela com um empurrão forte na buceta. Meti com força, bem selvagem. As tetonas da Luciana balançavam pra todo lado.
-¡Aaaaahhh! ¡¡Aaaahhhhh!! ¡¡¡Aaaaaahhhhh!!!- Gritava a Luciana sem controle. Eu segurava ela pelas pernas e não tinha pena, queria partir ela ao meio. Jesse olhava atenta enquanto eu comia a irmã dela.
-Faz a Jesse chupar, faz ela fazer o que te obrigo a fazer- Jesse me olhou uns segundos bem séria. Mas depois sorriu. Subiu no sofá em cima da irmã. A bucetinha dela ficou bem na cara da Luciana. Jesse agarrou a cabeça dela e forçou ela a chupar a bucetinha. Luciana mal conseguia por causa das minhas metidas fortes.
-Aaaahhhmmmmm...- Começou a gemer a Jesse, mexendo os quadris e aproveitando a língua da irmã mais velha. A cena era terrivelmente excitante. Finalmente a Luciana era submissa pra Jesse e pra mim juntos. E a putinha estava adorando. A puta não era a Jesse, a puta era a Luciana.
-Ahhhhhhhhh..... ¡¡Aaaaaaaaaahhhhhhhhh!!- Começou a gritar a Jesse, tremendo agarrada na cabeça da irmã dela. O orgasmo fazia ela tremer e gemer longamente. Depois caiu de lado, recuperando o fôlego. Luciana voltava a gritar livremente com minhas estocadas. Eu tava uma máquina, não parava de penetrar ela com muita força e violência. Jesse veio e parou atrás de mim, me abraçando e apoiando a cabeça no meu ombro.
— Cê gosta de como eu meto meu pau bem forte na rachinha da sua irmã? — perguntei com o suor escorrendo da minha testa. Jesse só me olhou e sorriu. Os olhinhos azuis dela iam e vinham seguindo o movimento do meu pau na buceta da irmã. Luciana não parava de gemer e tava prestes a gozar. Gemia muito forte e arqueava a cintura.
— Não... Não deixa ela gozar — Jesse falou no meu ouvido. A ideia me encantou. Na hora tirei meu pau de dentro da Luciana. Ela levantou a cabeça e me olhou sem entender, gemendo e respirando pesado com o orgasmo prestes a explodir.
— Aaahhhgg... O que foi? Mete de novo! — gritou fora de si. Jesse ria de ver ela daquele jeito.
— O que cê quer que eu faça agora, gostosa? — perguntei pra Jesse. Ela me olhou e ficou vermelha com a ideia que tinha acabado de ter. Mas sussurrou no meu ouvido.
— Mete em... Mete no cuzinho dela... Faz ela gritar... Gritar como nunca e sofrer — falou timidamente. A menininha tinha boas ideias. Luciana, que ainda olhava pra gente sem entender nada, foi agarrada pelas minhas mãos e virada bruscamente. Ficou de quatro com os cotovelos apoiados no sofá e os joelhos no tapete. A raba enorme dela era uma imagem impressionante. Peguei meu pau e comecei a esfregar no cu de Luciana. Ela gemia e mexia a bunda tentando enfiar.
— Mete! Mete logo! — gritava Luciana fora de si. Jesse saiu correndo por uns segundos e depois voltou pro meu lado com a câmera digital. Me olhou com a carinha pronta pra fazer uma travessura.
— Por favor! Não aguento mais, filha da puta! — gritava Luciana e eu ainda não tinha enfiado meu pau. Jesse ia se divertindo e tirava fotos daquilo. Cena. Olhei pra ela e ela balançou a cabeça. Tomei impulso e, na estocada mais forte da tarde, enfiei meu pau até o saco no cu da Luciana. Ela não gritou, só ficou parada, de boca aberta. Não respirava. O corpo dela vibrava, sentindo-se completamente empalada pelo meu pau no rabo dela. Jesse correu pra frente da irmã e tirou umas fotos daquela expressão no rosto dela. Tirei meu pau devagar do cu da Luciana e enfiei de novo com força. Dessa vez ela gritou.
- Aaahhhhhgggggggggghhhhhhhhh! – Segurei ela pela cintura e comecei a meter igual um animal, tirando o pau quase todo e enfiando de novo até o saco. Jesse ficava se movendo ao nosso redor, tirando fotos da puta surra que a Luciana tava levando de todos os ângulos, bem divertida.
- Aaaaahhh! Aaaaahhhhh! Aaaaahhhhhh! – Gritava a Luciana sem controle. Se agarrava no sofá aguentando a bruta foda que tava tomando. As bochechas daquele rabo incrível vibravam a cada estocada. Peguei ela pelos cabelos e puxei. Luciana virou a cabeça pra trás, rangendo os dentes. Meu pau não parava de entrar e sair sem pena do cu dela. Jesse continuava tirando fotos e fotos. Enquanto com uma mão puxava os cabelos da Luciana, com a outra comecei a dar tapas na bunda dela.
- Aaaahhhuuuu! Aaaahhhuuuggg! – Gritava ela sem poder fazer nada pra evitar. Jesse parecia mais que satisfeita com os gritos da irmã. Minha mão batia forte nas bochechas da bunda dela, deixando tudo bem vermelho. Luciana começou a tremer, arqueando as costas e gritando mais alto. O orgasmo dela explodiu com uma força incrível.
- Aaahhhhggg! Porra! – Gritava sem controle. Eu também não tava longe do meu gozo. Meti com muita força mais umas vezes e tirei o pau do cu dela. Rapidamente fui até a cara da Luciana com o pau na mão, prestes a estourar. Jesse já tava lá com a câmera pronta. Sem aguentar Mas comecei a gozar na cara da Luciana, que ainda tava se recuperando do orgasmo dela. Meus jatos saíram sem controle no rosto dela e espalharam por tudo. As bochechas, os lábios, os olhos e o cabelo dela escorriam porra pra todo lado. Ofegante, passei meu pau no rosto todo dela e depois enfiei na boca dela pra ela chupar e deixar bem limpinho. Luciana chupou com as poucas forças que tinha, enquanto a Jesse não perdia nenhuma foto que conseguia tirar daquela cena.
Me joguei num sofá, totalmente exausto, pra descansar. A Jesse sentou do meu lado e se aninhou. Nós dois olhávamos pra Luciana. Ela ainda tava de quatro, ofegando.
— Vocês são uns filhos da puta... — Ela falou, olhando pra gente. — ...Foi a melhor foda da minha vida!... — E, se levantando dolorida, pegou uma das garrafas de bebida e deu um longo gole. — ...A gente tem que repetir um dia desses... — Disse por fim, enquanto entrava no banheiro do térreo. Olhei a hora, não faltava muito pra Jazmín ou os pais dela começarem a chegar.
— Foi bom, né? — Perguntei pra Jesse.
— Demais — Ela disse, corando pelo que acabara de falar. Ajudei a Jesse a limpar a sala e depois fui pra minha casa tomar banho e trocar de roupa. A Jesse fez o mesmo. Nos despedimos com um beijo longo, mesmo que em breve a gente fosse se ver de novo. Apesar de meu plano ter ido totalmente por água abaixo, a tarde acabou melhor do que eu esperava.Capítulo TrezeO aniversário do Jesse foi bem tranquilo. Ela convidou só uma amiga. Era uma menina muito gostosa chamada Laura. Depois vieram os pais dela e as duas irmãs. A Luciana andava com um pouco de dificuldade, mas toda vez que me olhava, dava um sorriso malicioso. A Jesse tava divina com um vestidinho azul claro. A Jazmín, linda como sempre, me segurava na mão toda mimosa. Eu rezava pra ela não ter a brilhante ideia de querer transar naquela noite, porque eu tava mais que exausto de tanta ação. A Jesse ganhou outro presente meu, um diário pessoal muito bonito. Ela me agradeceu de mil maneiras por isso. A Jazmín deu roupas de presente e até a Luciana tinha um presente pra irmã mais nova. -... Parabéns pra você!...- Cantamos todos pro Jesse, que ficou super emocionada. Foi uma festinha pequena, mas a gente se divertiu. Aproveitei o momento em que a Jazmín foi atender um telefonema pra papear com a Jesse. -Tenho mais um presente... na semana que vem a gente vai ao cinema, só nós dois. O que você acha?- Falei sem ninguém mais ouvir. Ela sorriu de orelha a orelha e disse “Adoraria”. Aí a Jazmín voltou e não consegui mais conversar com minha colegial. Notei um olhar estranho na Jazmín. Mas não dei muita bola. Já era tarde, e os pais da Samantha vieram buscá-la. -Quer sair hoje, Jazmín?- Perguntei pra minha namorada oficial quando ficamos sozinhos. Ela me encarou. Algo tava rolando, mas eu não sabia o quê. -Não... Tô cansada e tenho muita coisa pra pensar... Depois te ligo- Ela disse. Fiquei feliz com isso, porque eu tava morto de cansaço. Quando tava indo pra casa, a Jazmín me acompanhou até a porta. A gente se despediu com um beijo. Mas quando eu dei uns passos na rua, a Jazmín gritou. -Javier!... Esqueceu sua câmera...- Ela disse, me entregando minha câmera digital. Aí ela virou as costas e entrou em casa. Na hora, não pensei nada de estranho. Minha cabeça ainda tava cheia das paradas que rolaram à tarde. Cheguei em casa e, quando vi a câmera digital no meu bolso, me deu vontade de ver as fotos antes de dormir. Tinha um e-mail do Jesse, que não... Eu já tinha lido. Enquanto conectava a câmera digital no computador, meu cérebro fez uma conexão básica que não tinha feito antes.
JAZMÍN + COMPORTAMENTO ESTRANHO + CÂMERA DIGITAL: ?.
Porra. Será que a Jazmín tinha visto as fotos? Como o Jesse foi o último a usar a câmera, eu tinha esquecido completamente dela até a Jazmín me devolver. Um arrepio me percorreu só de pensar que ela podia ter visto as fotos. Mas não tinha certeza disso. Não dava pra saber com certeza se ela tinha visto ou não.
Meu instinto dizia que eu tava numa merda.
- Hooouuuu! Cê gosta de como eu monto? Hein, cavalinho? - Gemeu a Jasmim subindo e descendo em cima de mim. A gente tava na minha casa, se acabando de prazer na minha cama. Jasmim completamente pelada, com os cabelos loiros soltos balançando nos movimentos dela. Minhas mãos estavam nos peitos dela, massageando. A Jasmim ficava louca quando apertavam os biquinhos. Ela subia, tirando quase toda a minha pica da bucetinha dela, e descia de novo, enfiando tudo.
- Cê é um garanhão, Cavalinho... Aaaaahhhhh!! - Ofegava a Jasmim sem parar de pular no meu colo. Apertei de leve os biquinhos dela, e ela gemeu ainda mais forte. Aí começou a ofegar, a respirar pesado e a me montar cada vez mais rápido. Os orgasmos dela eram do caralho. Mas quando acabava, continuava como se nada. Mexia a cintura me encarando com um sorrisinho malvado.
- Agora você é minha putinha - falei, deitando ela na cama e colocando de quatro. Jasmim levantou a raba bem pra cima, me oferecendo aquele tesão. Minha pica deslizou que nem manteiga dentro da buceta dela. Peguei ela pela cintura e comecei a bombar rápido, fazendo as bochechas da raba perfeita dela tremerem.
- Cê gosta, sua putinha? Cê é uma putinha gulosa... - Falei, excitando ela cada vez mais. Jasmim ofegava sem parar.
- Siiim!! Sua putinha!... - Gritava ela, toda suada e gemendo que nem uma louca. Deitei ela de costas e comecei a brincar com os peitos dela.
- Mmmmm! Cê gosta dos meus Tetitas, papai? — Ela começou. Lá vinha, era hora de falar putaria.
— Adoro putinhas, me deixam louco...
— Aaahhh! Você gostaria de pegar nas tetonas da minha irmã? Hein? Aaaaahhh... — Jazmín gemia, enfiando meu pau o mais fundo possível.
— Eu sou louco pelas tetas da sua irmã. Você não gostaria de chupá-las, putinha?...
— São enormes... Aaahhhhh... Eu não daria conta... Ahhh... São enormes...
— E você não gostaria de chupar as tetinhas da sua irmã mais nova, hein, putinha?
— Aaaahhhhhh!! Ela tem umas tetas lindas... Ahhhh... Lindas... — Jazmín gemeu.
— Você chuparia, putinha?
— Sim!!! Aaaahhhhh!!
— Você chuparia as tetas das suas duas irmãzinhas?
— Sim!!!! Aahhhhhhh!!! E elas chupariam as minhas!!!
— Você gostaria que elas passassem a língua em todo o seu corpo?
— Eu ficaria louca!!! Louca!!! Aahhhhhhhhhhh... Meu Deus! — Jazmín começou a gritar, gozando num orgasmo forte. Eu não aguentei mais e comecei a encher a buceta dela de porra quente. Os dois respirávamos ofegantes, completamente suados. Ficamos exaustos. Naquela noite, eu já tinha gozado três vezes. Jazmín se deitou ao meu lado e me abraçou.
— Você é uma pervertidinha... — falei, dando um beijo nela.
— Mas não conta pra ninguém... — ela disse com um sorrisinho. Depois, assim abraçados, dormimos. Sonhei que estava numa escola, e que eu era professor. Tocou o sinal e todos os alunos saíram da sala. Só ficaram três alunas. Eram Jazmín, Jesse e Luciana. As três vestidas de colegiais. Os uniformes eram pequenos demais para os corpos delas. As três usavam o uniforme da escola onde Jesse estudava (e onde as irmãs mais velhas também estudaram). Jazmín estava com o uniforme de líder de torcida. Era todo vermelho com listras brancas. O tecido grudava no corpo dela de tão justo. A figura perfeita, com pernas longas, cintura fina e peitos perfeitos, dava pra ver claramente através daquele uniforme pequenino de líder de torcida. Luciana estava com o uniforme de ginástica. Uma legging preta de lycra bem justa no Pernas. Marcavam aquele rabo enorme e impressionante, não deixava nada pra imaginação. Os peitões dela pareciam que iam explodir na camiseta branca apertada com o logo da escola. Aí tinha a Jesse... tava de uniforme da escola, saia escocesa plissada, gravata e camisa branca. Ficava pequeno nela, a saia muito curtinha e a camisa muito justa. Era inacreditável ver ela daquele jeito, não era a Jesse tímida que escondia o corpaço, essa era uma Jesse "popular" que me fazia babar olhando pra ela. As três juntinhas me olhavam divertidas. Chegavam perto de mim rebolando os corpos de um jeito provocante.
— A gente se comportou mal, Professor... — disse Luciana, pegando nos próprios peitos e massageando.
— Somos umas garotas más, muito más — disse Jazmín, abraçando a irmã Luciana de um jeito lascivo.
— Merecemos uma lição, não é, Professor? — disse Jesse, se juntando às irmãs. Beijou Jazmín na boca, entrelaçando as línguas. Depois beijou Luciana e chupou a boca dela. As três começaram a se tocar por todo lado enquanto não paravam de se beijar. Eu queria ir com elas, desejava isso com toda a minha alma. Mas não conseguia me mexer. As três irmãs começaram a tirar a roupinha do colégio enquanto eu corria na direção delas. Mas quanto mais eu corria, mais me afastava. As três irmãs brincavam juntas e eu me distanciava cada vez mais.
— Hoooooofffffhhhh!!! — Acordei respirando ofegante e com uma sensação de que tava me esvaziando. Minhas mãos tremiam e eu sentia umas descargas imensas de prazer. Olhei pra minha entreperna e lá estava a Jazmín, com meu pau na boca recebendo minhas descargas de porra. Ela engolia tudo, bem gulosa, enquanto eu percebia que isso sim era a realidade. Depois Jazmín continuou chupando por mais alguns segundos até me deixar seco, sem nenhuma gota de porra espalhada.
— Bom dia, dorminhoco — disse ela com o olhar sorridente. Foi um jeito bom de começar o dia.Capítulo OnzeAquele fim de semana foi super normal. E com o começo da semana seguinte, tive que meter a cara nos estudos pra faculdade, igual a Jazmín. Tava na época de provas, então não tinha muito tempo pra visitar ela... e nem a Jesse. Jazmín tinha voltado a encher o saco com a história de a gente se comprometer, mas eu fugia como podia de dar uma resposta. Ficava o tempo todo pensando na Jesse, morria de vontade de ir buscar ela no colégio pra ficar a sós com ela. A Jesse me mandava mensagens super doces no celular, e isso era um jeito de saber que ela não se esquecia de mim. Ela também me mandou um e-mail contando quem tinha colocado na cabeça dela que ela era uma "puta". Mas como era um arquivo Word bem elaborado, deixei pra ler quando estivesse mais tranquilo. Além disso, no sábado (que era 21 de setembro) era o aniversário da Jesse. Tinha que preparar algo especial pra ela.
Passei a semana sem grandes problemas, e na sexta já tava na casa da Jazmín jantando antes de sair pra algum lugar com ela à noite. Se tudo desse certo e conforme o planejado, o aniversário da Jesse ia ser muito especial. No jantar, confirmei minhas suspeitas. Os pais dela não iam estar em casa no sábado, desde a manhã até a tarde. A Luciana ia sair essa noite com o namorado e também não voltava até sábado à noite. A Jazmín tinha aula na faculdade e a última prova até a tarde... Tudo era perfeito. A Jesse ia ficar sozinha desde a manhã até a tarde.
- Amanhã à noite vamos comemorar seu aniversário, Jesse, se quiser chama algumas amiguinhas - disse a mãe dela no jantar. A Jesse me olhava, dizendo com os olhos "amanhã vou ficar sozinha". A Luciana observava tudo muito atenta, com certeza ela também tinha planejado alguma das suas sacanagens. E pra deixar tudo ainda mais especial, eu falei:
- Amanhã tenho umas provas, então vou chegar à tarde... - A Jesse me olhou super triste ao saber que eu não ia chegar cedo. Ela ia levar uma baita surpresa. A Luciana me olhou atentamente, mas depois... Deu de ombros e continuou comendo.
Naquela noite, depois de sair com a Jazmín, evitei sutilmente transar com ela. Voltamos cedo porque "ambos" tínhamos provas no dia seguinte. Tentei dormir bem, mas não consegui direito. Só de imaginar a Jesse sozinha comigo por quase meio dia já tava me deixando louco.
No sábado, às 10 horas da manhã em ponto, já tava na frente da porta da casa da Jazmín. Sabia que a Jesse já ia estar sozinha. Sabia que a chave que eu tinha copiado do chaveiro da Jazmín um dia ia ser útil. Abri a porta da entrada em silêncio. A Jesse devia ainda estar dormindo. Fui pra cozinha e preparei um café da manhã gostoso. Café com leite, suco, umas torradas com geleia... Coloquei tudo numa bandeja e subi as escadas descalço pra não fazer barulho nenhum. Abri bem devagar a porta do quarto da Jesse. Ela ainda tava dormindo. Cheguei perto dela e sentei na cama do lado. Tava profundamente dormida, encolhida feito um bebê abraçando um ursinho de pelúcia. Tava uma graça daquele jeito. Passei a mão no rosto dela e a Jesse suspirou dormindo.
Deixei o café da manhã na mesinha de cabeceira ao lado da cama com um bilhete que dizia "Feliz aniversário, gostosa". Aí toquei a perna dela pra acordar e me escondi no armário. A Jesse acordou esfregando os olhinhos com a mão. Olhou pro lado e viu o café da manhã. Foi muito lindo ver ela sorrir daquele jeito. Olhou o cartão e virou ele procurando um nome. Sem parar de sorrir, levantou da cama e foi até a porta pra ver quem tinha deixado o café. A Jesse tava de pijama de duas peças, um shortinho e uma camiseta azul clarinho de algodão que deixavam ela muito gostosa. Como não viu ninguém, saiu do quarto. Aproveitei a chance, saí do armário e fui até a cama dela. Em segundos, a Jesse entrou de novo no quarto olhando o cartão. Quando me viu sentado na cama dela, me olhou de um jeito que eu queria ter tirado uma foto. Sorriu bem largo. enquanto seus olhinhos azuis brilhavam com a luz do sol que entrava pela janela.
-Feliz aniversário- Eu disse, e ela correu até a cama e se jogou em cima de mim, me abraçando.
-Obrigada!- Ela disse, me dando um beijo bem doce nos lábios. Depois se aninhou entre meus braços e ficou quietinha ali.
-É o melhor presente de aniversário que já recebi...- Ela disse, pegando a bandeja do café da manhã e colocando em cima das pernas. Acompanhei ela no café. Jesse me olhava a toda hora e sorria.
-O que foi?- Perguntei, divertido.
-Nada... é que... não acredito que você está aqui, no meu quarto... comigo...- Ela disse, corando. Jesse era única. Desejava com toda a minha alma que ela não crescesse e ficasse assim para sempre. Controlei meus instintos de arrancar todo o pijama dela e possuí-la ali mesmo. Me segurei porque estava realmente me divertindo sentado ao lado dela tomando café. Mas quando terminamos, Jesse me olhou de um jeito que não consegui evitar beijá-la. Ela correspondeu e meteu sua linguinha, brincando com a minha. Minhas mãos percorreram o corpo dela e buscaram seus peitos já grandes. Eram tão macios e fofinhos, já eram bem maiores que os da Jasmim, mas metade dos da Luciana (que tinha peitos Gi-Gan-Tes). Sozinha e sem eu falar nada, Jesse buscou com suas mãozinhas na minha virilha. Tirou meu pau e começou a massageá-lo. Minhas mãos foram para a virilha dela para retribuir o favor. Jesse estremeceu ao sentir meus dedos na sua bucetinha. Minha outra mão foi empurrando a cabeça de Jesse para baixo, em direção ao meu pau.
-Ainda tem mais leite pro seu café da manhã...- Jesse riu, corada, enquanto lentamente metia meu pau entre seus lábios carnudos. Ela chupava de um jeito tão especial, com experiência e timidez ao mesmo tempo. Degustava meu pau com a língua, saboreando-o. Suas mãozinhas masturbavam meu tronco, me fazendo delirar. Minha mão se enfiou por baixo do pijama dela e foi até sua bundinha redonda. Com uns dedos, brincava com sua bucetinha, e ela gemia com a boca cheia de carne. Meu polegar babado começou a brincar com seu cuzinho, e Jesse tremia de prazer. -Mmmmmmmm...- Minha gatinha ronronava sem parar de chupar meu pau. Meus dedos iam entrando devagar nos buraquinhos dela. A Jesse tava adorando e acelerava o ritmo da língua. Os lábios dela iam e vinham cada vez mais rápido. Meu polegar já tava completamente dentro do cuzinho dela. A bucetinha dela molhava meus outros dedos. A Jesse respirava cada vez mais forte e gemia sem parar. Nós dois estávamos quase gozando sem controle.
-Toma seu leitinho, bebê...- Falei ofegante enquanto me descarregava na garganta dela em grandes quantidades. A Jesse apertava meu pau espremendo ele e engolia tudo apressada. O orgasmo pegou ela no meio da minha gozada, ela tirou meu pau da boca e um jato foi pra boca dela, outro pro nariz e outro pro cabelo. Meus dedos se moviam a toda velocidade nos buraquinhos dela. A Jesse tremia, se contorcendo.
-AAAhhhhh!!! Meu Deus!!- Gemeu ela com o orgasmo sem parar de apertar meu pau com força. Depois deixou a cabeça cair nas minhas pernas enquanto subia e descia devagar a mãozinha no meu pau. Com minha mão juntei os restos de porra que tinha no rostinho dela e coloquei na boca dela. A Jesse lambeu e chupou meus dedos toda gulosa. Era extremamente excitante ver ela fazendo aquilo.
-Gostou do café da manhã?- Perguntei.
-Nunca comi um tão gostoso...- Ela falou escondendo o rostinho entre minhas pernas, toda corada, com vergonha do que tinha dito. Me apaixonava ver ela agindo assim.
-Vou tomar um banho...- Ela falou depois que a gente se acalmou um pouco.
-Tudo bem, fica gostosa como você sabe...-
-Como você quer que eu me vista?- Ela perguntou.
-É seu aniversário... Pode se vestir como quiser que vai ficar gostosa do mesmo jeito- Falei enquanto pegava a bandeja do café da manhã. Ela sorriu, corada, e se aproximou de mim. Ficou na ponta dos pés e me deu um beijinho na bochecha. Depois entrou no banheiro. Desci até a cozinha, já era depois do meio-dia. Me segurei pra não ir no banheiro ver a Jesse tomando banho (Só de pensar meu pau batia na calça) e comecei a preparar as coisas pra passar a Melhor tarde da minha vida... Ou esse era o plano.
Quando terminei de fazer tudo, que não eram muitas coisas, por sinal, sentei na sala esperando por ela enquanto ouvia música (claro que era música lenta e melosa, do jeito que a Jesse gostava). Ouvi uns passos na escada e olhei pra lá. A Jesse estava descendo me olhando com um sorrisinho tímido. Fiquei pasmo só de vê-la. Ela, com uma mão apoiada no corrimão, descia devagar, como que esticando o momento.
-Caralho...- Falei sem me conter. Ela tinha escolhido umas roupas que a faziam parecer algo mais que sexy. Era uma colegial... diferente. Não sei de onde tinha tirado aquelas peças, mas ficavam fenomenais nela. Vou começar a descrevê-la do jeito que eu a olhei. Dos pés à cabeça. A Jesse tinha uns sapatos pretos com um salto bem baixinho e brilhante, meu olhar subia pelas suas perninhas torneadas que estavam enfiadas nuns meiões brancos que cobriam até acima dos joelhos. Continuei olhando e ela usava uma saia bem curtinha plissada, também preta, que deixava ver em todo esplendor suas coxas apetitosas. Meu olhar foi mais pra cima, uma camisa branca de marinheira justa no corpo marcava sua cinturinha fina e destacava as redondezas dos seus peitões grandes e macios, que eu podia apreciar pelo decote generoso. Olhei pra carinha dela. Tava linda. Seus lábios carnudos pintados de um rosa brilhante e o delineador preto realçavam seus olhos azuis. Pra terminar de me deixar sem fôlego, ela tinha os cabelos loiros penteados em duas trancinhas que caíam dos lados da cabeça, ambas amarradas com laços rosas. Como eu disse, ela tava incrivelmente gostosa assim... tão sensual e inocente ao mesmo tempo.
-Você gostou?- Ela perguntou parando na minha frente.
-Eu... Amo. Você tá linda- Falei sem fôlego devorando ela com os olhos.
-Não sei porque você gosta tanto do meu uniforme da escola... então pensei que isso você ia gostar. Ficou meio apertado, né?- Ela disse dando uma volta pra que ela olhe bem.
-Tá perfeito em você- Falei segurando ela pela cintura. Jesse se levantou na ponta dos pés e a gente se deu um beijo longo e devagar. Depois sentamos no sofá e eu dei um dos presentes de aniversário que tinha pra ela. Era o último CD do "ColdPlay". Jesse olhou maravilhada e me abraçou agradecendo. Aí coloquei no aparelho de som pra ouvir. Vendo as garrafas na mesinha de centro, ela me perguntou.
-Isso é o quê? –
-Vamos tomar uns drinks- Falei enquanto abria uma garrafa.
-Mamãe e Papai não deixam eu beber álcool... falam que sou muito nova ainda...- Jesse disse meio sem graça sentando do meu lado.
-Bom, eu não sou Mamãe e Papai, pra mim você já pode, e melhor se for comigo, né?- Ela me olhou sorrindo. Eu tinha trazido licores doces e de fruta, não ia dar vodca porque sabia que ela não ia gostar. Dei um copinho de Licor de Chocolate e Jesse me olhou com aquele olhar de menina prestes a fazer uma travessura.
-Que gostoso!- Ela falou quando provou. E deu um gole longo.
-Devagar, não quero que você fique super bêbada- Falei rindo e ela respondeu "Tá bom" corada. Enquanto a gente conversava sobre música e cinema (Jesse era doce e inocente, mas no fundo uma mina muito inteligente) ela foi provando vários licores. Notei como as bochechas dela ficavam vermelhas pelo efeito do álcool. Eu não queria embebedar ela, só queria soltar ela um pouquinho.
-Que música linda... – Ela falou olhando pro aparelho de som. Levantei e, pegando a mão dela, convidei pra dançar. Apertei ela pela cintura e ela envolveu meu pescoço com os braços. Começamos a dançar devagar no ritmo da música. Jesse apoiava a cabeça no meu peito, confortável. Não tentei nada, gostava de ficar com ela assim, abraçados. Mas depois de duas músicas, meus instintos pediam outra coisa. Só que eu queria que ela curtisse, não eu. Segurando o animal que tinha dentro, sentamos no sofá de novo e começamos a beber. Jesse tinha pegado o gosto pelo álcool e Bebia sem problemas. E percebi que ela gostava muito de licor de morango. Começou a tocar uma música lenta, romântica e bem sensual.
— Sabe dançar, né? — perguntei pra Jesse.
— Sim... Um pouquinho, não muito — ela me respondeu.
— Dançaria pra mim? — perguntei ansioso. Jesse riu, corada.
— Me... me dá vergonha... — Ela era tão linda quando ficava envergonhada.
— Por favor, só pra mim, tá? Adoraria ver você dançar — implorei. Jesse não conseguiu recusar.
— Tá bom... — disse ela, levantando e se colocando na minha frente. Cambaleou um pouco e começou a rir. Era o efeito do álcool. Depois se acalmou e me olhou timidamente de novo.
— O que você quer que eu dance? — me perguntou.
— Sabe o que é um strip-tease? — Ela balançou a cabeça que não.
— Nunca viu num filme uma mina dançando sensual pro cara dela? — falei, divertido. Jesse arregalou os olhos, percebendo do que eu tava falando.
— Ah! Já vi um filme com isso... Me dá muita vergonha... — disse ela, toda corada.
— Por favor... Fecha os olhos pra não ficar com vergonha, tá?... — Jesse respirou fundo e, sorrindo, falou “tá bom”. Eu tava morrendo de vontade de ver minha colegial dançando na minha frente. Jesse se concentrou por uns instantes e, bem devagar, começou a mexer o corpo. Eu sabia que Jesse tinha praticado dança clássica desde pequena, então não tinha como errar.
Enquanto a música lenta tocava na sala toda. Sem fazer barulho, peguei a câmera digital na minha mochila e me preparei pra tirar umas fotos da minha colegial. Era algo que eu queria fazer desde que vi a Jesse. Ela se mexia devagar. Balançava a bunda sensual pros lados enquanto as mãos percorriam o próprio corpo. Tava se deixando levar pela música. Sem abrir os olhinhos, Jesse rebolava a cintura pra trás e pra frente e em círculo. Mantinha as pernas abertas num “V” invertido enquanto as mãos iam delas, passando pela cintura, até chegar nos peitos redondos. Virava a cabeça pros lados cada vez mais. mergulhada na dança dela. Comecei a tirar fotos dela, uma melhor que a outra. Jesse virou de costas pra mim e começou a rebolar a cintura pra trás e pra frente. A saia dela balançava com os movimentos e eu conseguia ver a calcinha preta enfiada entre as bandas da bunda dela. Ela foi se curvando, com as mãos tocando o chão. Dava pra ver a raba incrível dela com toda clareza. Não parei de tirar fotos daquilo. Ela foi se levantando devagar, arqueando a cintura. Depois olhou pra trás e abriu os olhos me encarando. Tinha um sorrisinho e uma carinha de gata sensual que me excitou ainda mais do que eu já tava. A foto que tirei naquele momento ficou incrível. Achei que Jesse fosse ficar brava com a câmera, mas não. Os olhos dela diziam que ela tava gostando. O sorrisinho e as bochechas coradas diziam que ela adorava que eu tirasse fotos dela.
Ela se virou e ficou de frente pra mim. Começou a tocar uma música mais rápida no som. Jesse olhava fixo pra câmera. De novo, começou a rebolar a cintura de um lado pro outro enquanto desabotoava a camisa bem devagar. Minha câmera disparava fotos uma atrás da outra. Jesse não desabotoou todos os botões, só deixou um decote enorme onde dava pra ver a maior parte dos peitões dela. Sem parar de se mexer e rebolar o corpo, ela virou de costas de novo. Ela rebolava a bunda em círculos na minha direção e se agachava, mostrando a calcinha. Enquanto tirava fotos com uma mão, com a outra eu massageava meu pau por cima da calça. Ver aquela colegial inocente se comportando daquele jeito me deixava louco.
Jesse arqueava a cintura de costas pra mim enquanto eu via ela terminar de desabotoar a camisa. Não sei como ela fez, mas sem tirar a camisa, vi ela tirar o sutiã e jogar pro lado. Depois olhou pra trás com um sorrisinho safado e se virou, ficando de frente pra mim.
A camisa aberta cobria metade dos peitões nus dela. Jesse jogou a cabeça pra trás enquanto colocava as mãos entre as pernas dela e rebolava os quadris. Parecia que ela tava se masturbando no ritmo da música. Que corpo que a mina tinha! Sem dúvida nenhuma, dava pra afirmar que era o melhor das três irmãs. Não dava pra acreditar que minha colegial tinha aquele corpão de coelhinha da Playboy. Jesse olhou diretamente pra câmera e foi abrindo a camisa devagar. Mas tapou os peitos com as mãozinhas. Posou pra mim e pra minha câmera de um jeito muito sensual. Ela tava tipo transformada, não parecia mais tímida e meiga. Parecia uma mulher extremamente sensual e experiente no que fazia.
– Uau... – falei sem fôlego quando Jesse tirou as mãozinhas dos peitos e deixou eles à mostra. Comecei a tirar fotos rapidão. Era como ter uma coelhinha da Playboy posando na minha frente. Não dava pra acreditar que Jesse tava agindo daquele jeito sozinha, por iniciativa própria. Ela posou de várias formas, fazia carinha de menina inocente, cara de diabinha, colocava um dedo na boca e chupava ele bem sexy... Meu pau tava implorando por um pouco de atenção. Mas eu queria tirar todas as fotos possíveis da Jesse.
Jesse se aproximou de mim rebolando os quadris. Subiu no sofá colocando as pernas dos meus lados. Eu, entre elas, tinha uma perspectiva incrível. Os peitos dela, vistos de baixo, pareciam dois balões. Jesse começou a dançar sensualmente em cima de mim. Tentei tocar nela, mas ela não deixou. Continuou dançando sensual, me deixando fervendo. Larguei a câmera de lado e fui aproveitar.
Jesse se ajoelhou e começou a passar os peitos no meu rosto. Toda vez que eu esticava a língua pra lamber, ela tirava, me deixando na vontade. As mãozinhas dela percorriam meu peito e entravam dentro da minha calça... mas não pegavam no meu pau. Eu tava explodindo. Não dava pra acreditar no que a Jesse tava fazendo. Ela se virou, ficou de costas pra mim e começou a se mexer em cima de mim. Rebolava a bunda em cima do meu volume e ronronava igual uma gatinha mimada. Coloquei minhas mãos nos peitos dela, e ela segurou minhas mãos. Não me deixou fazer mais nada. A bunda dela no meu volume fazia estrago em mim. Sentir os peitos grandes e fofinhos dela entre minhas mãos me tirava do sério. Quando eu não aguentava mais, Jesse foi descendo de mim até ficar no chão.
Ajoelhada entre minhas pernas, ela me olhava com as bochechas vermelhas (já não de timidez, mas de tesão) e um sorrisinho. As mãozinhas dela, bem devagar, desabotoavam minha calça. Peguei a câmera digital de novo. Comecei a tirar mais fotos da minha gostosa. Jesse puxou meu pau, que pulou feito uma mola, nunca tinha estado tão duro. Ela não parava de me olhar. Mostrou a linguinha e deu uma lambida. Mal conseguia manter a câmera no lugar e tirar as fotos. As mãozinhas dela começaram a masturbar meu pau devagar, me fazendo gemer. A língua percorria desde minhas bolas até a cabeça.
-Mmmmmmmmmmmmm... – Ela gemeu longamente quando foi enfiando na boca o máximo que conseguia. Da próxima vez tinha que gravar isso em vídeo, as fotos não conseguiam mostrar o tesão da situação. Jesse chupava com vontade, punhetando meu pau e chupando cada vez mais rápido. Joguei a câmera digital de lado. Deitei Jesse suavemente no tapete. Ela me olhava excitada enquanto eu tirava a calcinha dela.
-Onde você aprendeu a dançar assim? – Perguntei excitado.
-Num filme... – Ela disse, já ofegante.
-Que tipo de filme?
-Um bem pornô que uma amiga do colégio me emprestou... Aahhhhhhh.... – Ela não conseguiu terminar de falar porque eu já estava com a cabeça entre as pernas dela, lambendo com gosto a bucetinha dela. Jesse se contorcia no tapete, gemendo e rebolando à vontade. Chupei o clitóris dela enquanto enfiava meus dedos na bucetinha.
-¡¡¡Aaahhhhhhhhh!!! ¡¡¡¡Aaaaaaaaaaahhhhhhhhhh!!!!! – Jesse começou a gritar, tendo um orgasmo que vinha segurando há um tempão. Depois, enlaçou meu pescoço com as pernas e voltou a gozar com minha língua na bucetinha dela. As mãozinhas dela afundavam minha cabeça, como se quisessem me enfiar dentro dela. Meus dedos se moviam bem rápido, e minha língua não ficava atrás. Os gemidos dela eram ensurdecedores. Arqueava a cintura e agarrava os próprios peitos, apertando-os, gozando como nunca.
Tirei minha camiseta porque o clima já tava muito quente. Peguei as pernas dela com minhas mãos e abri o máximo que dava, Jesse tinha uma elasticidade incrível. Abria as pernas completamente. Minha inocente colegial me surpreendia a cada instante. Coloquei meu pau pulsante na rachinha dela e comecei a esfregar. Jesse gemia e respirava muito forte.
— Aaahhhhmmm... Por... Ahhmmmm... Favor... — Ela gemia.
— Por favor o quê? — Perguntei, embora já soubesse a resposta.
— Mete... Aaahh... Por... Favor... Ahhhh... Mete... — Não fiz ela esperar mais. De um empurrão, meu pau deslizou na rachinha dela sem dificuldade. Jesse gemeu longamente ao sentir ele tão dentro dela. Comecei a mexer meus quadris devagar, aproveitando cada penetração. Segurava Jesse pelas coxas, os peitões dela balançavam como pudim a cada estocada. Ela tava incrivelmente gostosa com aquele uniformizinho de marinheira. A saia preta enrolada na cintura, as meias longas cobrindo as pernas perfeitas, a camisa aberta mostrando os peitos, o cabelo de menina inocente recebendo pau até o fundo...
— Aaaahhhhh... Aaaahhhh... Ooooohhhh... ¡Oooooohhhhh! — Ela gritava. Eu investia cada vez mais forte. Sem parar. O suor escorria pela minha testa. Coloquei as pernas de Jesse juntas sobre um dos meus ombros. Agora a penetração era mais lenta, mas com estocadas mais fortes.
— ¡¡AAAhhhh!! ¡¡AAAhhhh!! ¡¡AAAhhhh!! — Jesse gritava fora de si. Me hipnotizavam as tetas dela balançando pra todo lado. Meu pau entrava e saía da rachinha dela, que parecia que queria engolir, devorar. Saí de dentro dela. Sem eu falar nada, Jesse se colocou de quatro, feito uma putinha. Apoiou os cotovelos no tapete com a bunda bem pra cima. Fiquei fascinado com aquela visão dela.
— ¡¡¡Aaahhhhhuuummmmmmm!!! — Gritou quando, segurando ela pelos quadris, enfiei meu pau na rachinha dela até o talo. Metia rápido, que nem ator pornô. Cuspi Seu cuzinho e comecei a enfiar o polegar e girar em círculos. Jesse não reclamava, só não parava de gemer mais alto. Tirei meu pau da bucetinha dela e apoiei na entrada do cu dela. Percebendo que eu não metia porque queria fazer ela desejar, Jesse empurrou a bunda pra trás e foi enfiando sozinha.
— Aaaaaggghhhmmmmmmm — ela soltava, apertando os dentes com os cabelos colados no rosto de tanto suor. Nós dois suávamos pra caralho. Jesse enfiou meu pau inteiro no cuzinho dela. E sem mais, começou a se mover pra frente e pra trás, se penetrando sozinha. Deitei sobre as costas dela e, segurando os peitos dela, comecei a meter forte.
— Huuuuffff... Huuuuuffffff... Huuuuffffff... — Jesse bufava a cada estocada. Apertei os peitos dela e belisquei os bicos, fazendo ela gemer ainda mais. Tava gozando como nunca na minha vida. Jesse era perfeita, uma putinha perfeita. Peguei ela pela cintura e aumentei a força das estocadas. Jesse se agarrava no tapete e rangia os dentes. Segurei as trancinhas dela e aumentei a força das metidas. O suor escorria pelos nossos corpos. Meu pau entrava e saía da bunda dela numa velocidade do caralho. Ela começou a tremer sem conseguir fazer nada diante do novo e mais forte orgasmo.
— ¡¡¡AAAAhhhhhhhhhhhhh!!!! ¡¡¡AAAaaaaahhhhhhhh!!! — Ela gritava enquanto eu metia de um jeito que as nádegas dela vibravam e já tavam vermelhas de tanto bater minha barriga contra elas. Não aguentava mais, já não dava pra segurar meu orgasmo. Tirei meu pau do cu dela e fui até a cara dela. Assim que cheguei, comecei a explodir em jatos que saíam sem controle pra todo lado. Jesse abria a boca e esticava a língua tentando pegar. Mas meu gozo escapava pra todo canto. Caía nos peitos dela, nas bochechas, no cabelo, na boca... Quando terminei de gozar, Jesse pegou meu pau e começou a chupar pra tirar até a última gota. Depois passava o pau pelo rostinho dela juntando o gozo e levando pra boca. Olhando pra mim com um sorrisinho e respirando ofegante. Não tinha outra garota como ela, Jesse era única.
— Bravo! — Ouvimos alguém exclamar perto da gente. Jesse e eu olhamos na hora pra direção de onde veio a voz. Luciana tava sentada num dos sofás com a câmera digital. Tinha um sorriso perverso na cara, um sorriso de pura satisfação.
— Tirei umas fotos incríveis! — Ela falou rindo. Jesse e eu ficamos pasmos, sem acreditar.Capítulo DozeLuciana se aproximou da gente. Jesse, tímida, tentava esconder os peitos com a camisa. Eu ia tentar guardar meu pau, mas Luciana balançou o dedo pra mim, dizendo "não".
- Não, não, galera, ainda dá tempo de vocês me darem um show especial... – Falou rindo, enquanto se sentava numa poltrona bem na nossa frente.
- Sua putinha, deixa esses peitos lindos de fora... – Disse pra Jesse. A garotinha tava completamente vermelha, mordendo os lábios de nervoso. Luciana tinha um sorriso de vencedora, sem explicar por quê, nos mantinha sob controle total. A situação me excitava, por dentro eu já tava doido pra enfiar meu pau no cu da Luciana e fazê-la gritar como a puta que era.
- Pega no pau do NAMORADO da sua irmã... quero que deixe ele bem durinho... – Ordenou pra Jesse, rindo maldosamente. Ela, tímida, pegou meu pau com a mãozinha e começou a me masturbar. Jesse me olhou nos olhos como quem pedia socorro. Luciana observava tudo atenta.
- Chupa ele com essa linguinha linda... – Jesse fazia tudo que a irmã mais velha mandava. Ela me olhou nos olhos pela última vez enquanto enfiava meu pau na boca. A situação me excitava pra caralho. Meu pau ganhava força e tava ficando duro igual pedra. Olhei pra Luciana. A putinha era uma mulher incrivelmente gostosa. Tava com umas botas pretas de cano alto com salto e uma minissaia preta minúscula. Em cima, uma regata que mal cobria os peitões enormes dela. Os bicos marcavam no tecido, já duros. Luciana tava com as pernas abertas, rapidamente tirou a minissaia e ficou só numa calcinha fio-dental minúscula que se enfiava na rachinha dela. Enfiou uma das mãos lá dentro e começou a se masturbar, olhando a irmã mais nova chupar meu pau de boa.
- Como você gosta de chupar esse pau, putinha... – Dizia Luciana pra irmãzinha, enquanto com a mão enrolava a regata, deixando os peitos enormes pra fora. Meu pau tava duríssimo de ver ela assim, de ter a Luciana se masturbando do meu lado. e a Jesse chupando meu pau. A cabeça de Jesse ia e vinha. Eu sabia que ela tava morrendo de vergonha, mas também tava excitada. Ela começou a respirar ofegante e a chupar mais rápido.
— Se toca, putinha, masturba enquanto chupa o pau do namorado da sua irmã... — Jesse obedeceu. Enfiou a mãozinha entre as pernas e começou a se masturbar. Ela tava se deixando levar pela situação e curtindo tanto quanto eu. Respirava cada vez mais forte. Os dedinhos dela se moviam rápido, estimulando o clitóris. Luciana tinha dois dedos enfiados na própria buceta e os movia rapidamente. Com a outra mão, beliscava os próprios mamilos e observava tudo, gemendo baixinho sem perder o sorriso perverso.
— Mmmmaasshhhp... Mmmmmmssshhhppp... ¡¡Mmmmsshhhppp!! — Jesse mexia o quadril pra frente e pra trás instintivamente enquanto se masturbava. Chupava meu pau bem rápido, com força. Enfiava ele até a garganta sem reclamar. Dava pra sentir que ela tava chegando ao orgasmo. Luciana também percebeu.
— Agora, putinha, vem aqui e dá prazer pra sua irmã... — ordenou Luciana, e Jesse ficou olhando pra ela. Luciana disse "Agora, putinha", e Jesse, sem hesitar, se levantou e foi até a frente da irmã.
— Usa sua linguinha em mim do jeito que você sabe... — disse Luciana, de pernas bem abertas. Jesse olhou pra ela e, sem dizer nada, se ajoelhou. Enfiou a cabeça entre as pernas da irmã e, esticando a língua, começou a passar na rachinha dela.
— Aaaaaiiiiiii sim! — gemeu Luciana longamente, jogando a cabeça pra trás. Com as mãos, agarrou a cabeça de Jesse e apertou contra a buceta. Bruscamente, puxando pelos cabelos, mexia a cabeça de Jesse pra enfiar mais e mais aquela língua. Eu tava parado do lado, com meu pau durasso na mão, vendo Jesse ser forçada a fazer sexo oral na irmã mais velha.
— E você, o que tá esperando? Me dá de comer esse pau gostoso que a minha irmãzinha tanto adora — ela disse, e eu não fiz ela esperar. Subi no sofá e, com um empurrão, enfiei meu pau na garganta de Luciana. Agarrei a cabeça da Luciana e comecei a meter na boca dela como se tivesse comendo ela. Não queria ter pena nenhuma. Enfiava bem fundo na garganta dela, mas quanto mais forte eu fazia, mais ela parecia gostar, a putinha. Jesse, sem um segundo de descanso, porque a Luciana segurava a cabeça dela firme, chupava a buceta da irmã. Estiquei as mãos e apertei bem forte os bicos dos peitos da Luciana. Ela gemeu com a boca cheia do meu pau. Torcia eles com mais força, ela ofegava mais alto, mas não tentou me parar.
-¡¡¡Ahhhhggggghhhhh!!! ¡¡¡Mierdddaaaaaaaa!!!- Começou a gritar a Luciana, tirando meu pau da boca e começando a ter um orgasmo violento. Jesse aproveitou o momento de loucura da irmã desvairada e tirou a cabeça de entre as pernas dela. Jesse respirava ofegante, quase não tinha conseguido respirar com a cabeça enfiada ali dentro.
-Querias pau? Toma o pau!- Gritei pra Luciana, me colocando entre as pernas dela e penetrando ela com um empurrão forte na buceta. Meti com força, bem selvagem. As tetonas da Luciana balançavam pra todo lado.
-¡Aaaaahhh! ¡¡Aaaahhhhh!! ¡¡¡Aaaaaahhhhh!!!- Gritava a Luciana sem controle. Eu segurava ela pelas pernas e não tinha pena, queria partir ela ao meio. Jesse olhava atenta enquanto eu comia a irmã dela.
-Faz a Jesse chupar, faz ela fazer o que te obrigo a fazer- Jesse me olhou uns segundos bem séria. Mas depois sorriu. Subiu no sofá em cima da irmã. A bucetinha dela ficou bem na cara da Luciana. Jesse agarrou a cabeça dela e forçou ela a chupar a bucetinha. Luciana mal conseguia por causa das minhas metidas fortes.
-Aaaahhhmmmmm...- Começou a gemer a Jesse, mexendo os quadris e aproveitando a língua da irmã mais velha. A cena era terrivelmente excitante. Finalmente a Luciana era submissa pra Jesse e pra mim juntos. E a putinha estava adorando. A puta não era a Jesse, a puta era a Luciana.
-Ahhhhhhhhh..... ¡¡Aaaaaaaaaahhhhhhhhh!!- Começou a gritar a Jesse, tremendo agarrada na cabeça da irmã dela. O orgasmo fazia ela tremer e gemer longamente. Depois caiu de lado, recuperando o fôlego. Luciana voltava a gritar livremente com minhas estocadas. Eu tava uma máquina, não parava de penetrar ela com muita força e violência. Jesse veio e parou atrás de mim, me abraçando e apoiando a cabeça no meu ombro.
— Cê gosta de como eu meto meu pau bem forte na rachinha da sua irmã? — perguntei com o suor escorrendo da minha testa. Jesse só me olhou e sorriu. Os olhinhos azuis dela iam e vinham seguindo o movimento do meu pau na buceta da irmã. Luciana não parava de gemer e tava prestes a gozar. Gemia muito forte e arqueava a cintura.
— Não... Não deixa ela gozar — Jesse falou no meu ouvido. A ideia me encantou. Na hora tirei meu pau de dentro da Luciana. Ela levantou a cabeça e me olhou sem entender, gemendo e respirando pesado com o orgasmo prestes a explodir.
— Aaahhhgg... O que foi? Mete de novo! — gritou fora de si. Jesse ria de ver ela daquele jeito.
— O que cê quer que eu faça agora, gostosa? — perguntei pra Jesse. Ela me olhou e ficou vermelha com a ideia que tinha acabado de ter. Mas sussurrou no meu ouvido.
— Mete em... Mete no cuzinho dela... Faz ela gritar... Gritar como nunca e sofrer — falou timidamente. A menininha tinha boas ideias. Luciana, que ainda olhava pra gente sem entender nada, foi agarrada pelas minhas mãos e virada bruscamente. Ficou de quatro com os cotovelos apoiados no sofá e os joelhos no tapete. A raba enorme dela era uma imagem impressionante. Peguei meu pau e comecei a esfregar no cu de Luciana. Ela gemia e mexia a bunda tentando enfiar.
— Mete! Mete logo! — gritava Luciana fora de si. Jesse saiu correndo por uns segundos e depois voltou pro meu lado com a câmera digital. Me olhou com a carinha pronta pra fazer uma travessura.
— Por favor! Não aguento mais, filha da puta! — gritava Luciana e eu ainda não tinha enfiado meu pau. Jesse ia se divertindo e tirava fotos daquilo. Cena. Olhei pra ela e ela balançou a cabeça. Tomei impulso e, na estocada mais forte da tarde, enfiei meu pau até o saco no cu da Luciana. Ela não gritou, só ficou parada, de boca aberta. Não respirava. O corpo dela vibrava, sentindo-se completamente empalada pelo meu pau no rabo dela. Jesse correu pra frente da irmã e tirou umas fotos daquela expressão no rosto dela. Tirei meu pau devagar do cu da Luciana e enfiei de novo com força. Dessa vez ela gritou.
- Aaahhhhhgggggggggghhhhhhhhh! – Segurei ela pela cintura e comecei a meter igual um animal, tirando o pau quase todo e enfiando de novo até o saco. Jesse ficava se movendo ao nosso redor, tirando fotos da puta surra que a Luciana tava levando de todos os ângulos, bem divertida.
- Aaaaahhh! Aaaaahhhhh! Aaaaahhhhhh! – Gritava a Luciana sem controle. Se agarrava no sofá aguentando a bruta foda que tava tomando. As bochechas daquele rabo incrível vibravam a cada estocada. Peguei ela pelos cabelos e puxei. Luciana virou a cabeça pra trás, rangendo os dentes. Meu pau não parava de entrar e sair sem pena do cu dela. Jesse continuava tirando fotos e fotos. Enquanto com uma mão puxava os cabelos da Luciana, com a outra comecei a dar tapas na bunda dela.
- Aaaahhhuuuu! Aaaahhhuuuggg! – Gritava ela sem poder fazer nada pra evitar. Jesse parecia mais que satisfeita com os gritos da irmã. Minha mão batia forte nas bochechas da bunda dela, deixando tudo bem vermelho. Luciana começou a tremer, arqueando as costas e gritando mais alto. O orgasmo dela explodiu com uma força incrível.
- Aaahhhhggg! Porra! – Gritava sem controle. Eu também não tava longe do meu gozo. Meti com muita força mais umas vezes e tirei o pau do cu dela. Rapidamente fui até a cara da Luciana com o pau na mão, prestes a estourar. Jesse já tava lá com a câmera pronta. Sem aguentar Mas comecei a gozar na cara da Luciana, que ainda tava se recuperando do orgasmo dela. Meus jatos saíram sem controle no rosto dela e espalharam por tudo. As bochechas, os lábios, os olhos e o cabelo dela escorriam porra pra todo lado. Ofegante, passei meu pau no rosto todo dela e depois enfiei na boca dela pra ela chupar e deixar bem limpinho. Luciana chupou com as poucas forças que tinha, enquanto a Jesse não perdia nenhuma foto que conseguia tirar daquela cena.
Me joguei num sofá, totalmente exausto, pra descansar. A Jesse sentou do meu lado e se aninhou. Nós dois olhávamos pra Luciana. Ela ainda tava de quatro, ofegando.
— Vocês são uns filhos da puta... — Ela falou, olhando pra gente. — ...Foi a melhor foda da minha vida!... — E, se levantando dolorida, pegou uma das garrafas de bebida e deu um longo gole. — ...A gente tem que repetir um dia desses... — Disse por fim, enquanto entrava no banheiro do térreo. Olhei a hora, não faltava muito pra Jazmín ou os pais dela começarem a chegar.
— Foi bom, né? — Perguntei pra Jesse.
— Demais — Ela disse, corando pelo que acabara de falar. Ajudei a Jesse a limpar a sala e depois fui pra minha casa tomar banho e trocar de roupa. A Jesse fez o mesmo. Nos despedimos com um beijo longo, mesmo que em breve a gente fosse se ver de novo. Apesar de meu plano ter ido totalmente por água abaixo, a tarde acabou melhor do que eu esperava.Capítulo TrezeO aniversário do Jesse foi bem tranquilo. Ela convidou só uma amiga. Era uma menina muito gostosa chamada Laura. Depois vieram os pais dela e as duas irmãs. A Luciana andava com um pouco de dificuldade, mas toda vez que me olhava, dava um sorriso malicioso. A Jesse tava divina com um vestidinho azul claro. A Jazmín, linda como sempre, me segurava na mão toda mimosa. Eu rezava pra ela não ter a brilhante ideia de querer transar naquela noite, porque eu tava mais que exausto de tanta ação. A Jesse ganhou outro presente meu, um diário pessoal muito bonito. Ela me agradeceu de mil maneiras por isso. A Jazmín deu roupas de presente e até a Luciana tinha um presente pra irmã mais nova. -... Parabéns pra você!...- Cantamos todos pro Jesse, que ficou super emocionada. Foi uma festinha pequena, mas a gente se divertiu. Aproveitei o momento em que a Jazmín foi atender um telefonema pra papear com a Jesse. -Tenho mais um presente... na semana que vem a gente vai ao cinema, só nós dois. O que você acha?- Falei sem ninguém mais ouvir. Ela sorriu de orelha a orelha e disse “Adoraria”. Aí a Jazmín voltou e não consegui mais conversar com minha colegial. Notei um olhar estranho na Jazmín. Mas não dei muita bola. Já era tarde, e os pais da Samantha vieram buscá-la. -Quer sair hoje, Jazmín?- Perguntei pra minha namorada oficial quando ficamos sozinhos. Ela me encarou. Algo tava rolando, mas eu não sabia o quê. -Não... Tô cansada e tenho muita coisa pra pensar... Depois te ligo- Ela disse. Fiquei feliz com isso, porque eu tava morto de cansaço. Quando tava indo pra casa, a Jazmín me acompanhou até a porta. A gente se despediu com um beijo. Mas quando eu dei uns passos na rua, a Jazmín gritou. -Javier!... Esqueceu sua câmera...- Ela disse, me entregando minha câmera digital. Aí ela virou as costas e entrou em casa. Na hora, não pensei nada de estranho. Minha cabeça ainda tava cheia das paradas que rolaram à tarde. Cheguei em casa e, quando vi a câmera digital no meu bolso, me deu vontade de ver as fotos antes de dormir. Tinha um e-mail do Jesse, que não... Eu já tinha lido. Enquanto conectava a câmera digital no computador, meu cérebro fez uma conexão básica que não tinha feito antes.
JAZMÍN + COMPORTAMENTO ESTRANHO + CÂMERA DIGITAL: ?.
Porra. Será que a Jazmín tinha visto as fotos? Como o Jesse foi o último a usar a câmera, eu tinha esquecido completamente dela até a Jazmín me devolver. Um arrepio me percorreu só de pensar que ela podia ter visto as fotos. Mas não tinha certeza disso. Não dava pra saber com certeza se ela tinha visto ou não.
Meu instinto dizia que eu tava numa merda.
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