AdisCross... fantasía de ser tu putita (relato)

Olá, galera!

Queria contar uma fantasia que adorei escrever...

Cheguei em casa mais cedo do que ele tinha falado. Eu tinha acabado de tomar banho, saí correndo pra abrir a porta, só de camiseta e moletom.
Quando abri, ele estava lindo como sempre, me cumprimentou e entramos.
— Desculpa eu estar assim, falei.
— Relaxa, vai se trocar e ficar gostosa como sempre, enquanto eu tomo um banho.

Corri pro quarto... Coloquei as meias ¾ vermelhas, a tanga preta e o catsuit rosa choque que ele adorava, a peruca, e passei batom vermelho vivo.
Esperei ele na sala, super nervosa. Ele saiu do banho e veio na minha direção, o torso enorme, musculoso, os braços definidos, duros. Só de toalha na cintura.
— Tá gostosa, bebona, ele disse.

Começou a me beijar com muito carinho, passou pelo pescoço, peito... começou a me acariciar o corpo todo, me percorreu inteira.
Tirou minha tanga e falou:
— Gosto de você assim, toda depilada, sem um pelo.

Aí ele se levantou, tirou a toalha e, parado na minha frente — eu sentada no sofá — vi o pauzão enorme dele, duro, grande, brilhando de líquido.
Peguei sem hesitar e enfiei na boca de uma vez, gulosa e faminta.
Chupava como dava, porque era grande, enorme... enquanto chupava, sentia a cabecinha do pau dele pulsando dentro da minha boca. Olhei pra ele e falei:
— Vou ficar de joelhos, como a putinha serviçal que sou.

Fiquei de joelhos e ele pediu pra eu olhar pra ele enquanto chupava. Enfiava as bolas na minha boca, umas bolas grandes, cheias de porra.
Eu tava no paraíso, chupando ele de joelhos, olhando nos olhos dele.
— Me segura pela nuca, come minha boca, pedi.

Ele me segurou pela nuca e começou a bombar, eu engasgava, tossia, meus olhos lacrimejavam, tava no céu!!
Aí ele me levantou e me colocou de quatro no sofá.
— Me come, meu amor, pedi.

Passei lubrificante no meu cuzinho apertado, ele enfiou um dedo, dois dedos, enquanto me punhetava com a outra mão. Mano. Ela passou mais lubrificante em mim e enfiou três dedos, e agora apertava minhas bolas, esticava elas... era a dor mais linda do mundo. Aí ela parou, e foi encaixando a porra do pau incrível dela no meu cu. Ela colocou devagar no começo, eu sentia que chegava muito fundo, que me partia com aquele pênis enorme. — Me fode e fala que eu sou sua puta viciada! — pedi. — Toma, puta, toma! Senti como eu te fodo o cu, como eu abro esse cuzinho com o pau, puta, viciada, puta! Ela me bombou e bombou, e quando estava quase gozando, tirou o pau e eu me virei, faminta. Ela bateu uma punheta na minha cara e quando ia gozar, eu meti na boca e engoli todo o leite dela, morno, salgado, e continuei chupando, chupei o pau dela até deixar limpinho, lindo... o pau dela foi amolecendo, e quando tirei da boca, tava mole, mas ainda assim era impressionante. Eu tinha o gosto do sêmen dela, o leite, o esperma na minha boca, e me sentia a puta mais gulosa e viciada do mundo. A gente se jogou no sofá... meu cu pulsava, ainda dilatado pela fodida. Ela me olhou e disse: — Isso ainda não acabou. Aí ela pegou meu pau e começou a bater uma punheta em mim, enquanto enfiava um dedo no meu cu de novo. — Coloca outro — pedi enquanto ela continuava me masturbando. — Mais um, e mais um. Eu tinha os quatro dedos dela entrando e saindo do meu cu, e aí senti que ia gozar, ela colocou a mão e eu gozei um jato forte... ela levantou a mão e disse: — Toma todo o leite, bebê. Adorei tomar meu próprio sêmen, lambi a mão dela até a última gota. Depois a gente dormiu, e eu tava feliz pra caralho de ser a puta mais viciada e a bebezona mais gulosa de todas.

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