Esposa infiel no trabalho com pai e filho

Minha esposa infiel no trabalho com um pai e o filho dele.


Minha esposa e eu estamos casados há uns 4 anos… trabalhamos juntos numa empresa fornecedora de materiais de escritório e, por sorte, ultimamente temos ido muito bem. Ela é uma mulher muito gostosa e não aparenta nem de longe os 30 anos que tem. Magrinha, com uns 90 cm de peito, 95 de bunda e umas pernas lindas, fruto das aulas de dança e ciclismo dela. Eu, com 33, me mantenho bem pra caralho.

Não conseguimos ter filhos e, embora a ideia não nos desespere, é algo que desejamos. Enquanto isso, quando a gente fode, uso camisinha até a gente se decidir. No sexo, ela me deixa louco… é uma mulher excepcional… sem frescura… faz tudo que eu peço. Os boquetes dela são a especialidade… ela engole a pica como se fosse a última vez, tem uma mistura de suavidade e violência que enlouqueceria qualquer um. Ela curte pra caralho… eu não sou muito bom na cama e mais de uma vez sei que deixei ela fervendo… precisando de mais foda. Mas ela me deixa tranquilo quando diz que os dedinhos dela acalmam essa sede de pica que eu não dou.

No começo, no trabalho, ela me ajudava no escritório e eu atendia os clientes e cobrava… quando ela foi pegando o jeito, optei por ela fazer esse trabalho com um objetivo comercial. Obviamente, a beleza dela atrairia clientes, e com o jeito dela se vestir tão sensual, seria um negócio dos sonhos.

Os comentários sobre ela não demoraram… me perguntavam se ela era minha funcionária ou onde eu a tinha contratado… um por um, tive que ir explicando que era minha esposa.

Ela me contava que recebia cantada o tempo todo, mas ninguém desrespeitava… exceto a empresa do Antônio, nosso melhor cliente, amigo do meu pai. Fabi me contava que toda vez que o filho do Antônio, chamado José, ia lá, ele olhava ela de cima a baixo e falava umas coisas pesadas… tipo: o que você faz do meu lado, eu posso te fazer sentir bem, dá pra ver que não te dão de comer, etc…

Eu disse que ia falar com o Antônio, mas que não podíamos perder o cliente, que era só um tempinho por semana. Ela aceitou… na verdade Ela não desgostava do José, ele era um cara muito atraente de 38 anos, tinha os dotes do pai, um velhote que ainda conservava um certo charme. O José tinha um físico bonito, alto, magro e musculoso. Usava perfumes cheirosos e enlouquecia as mulheres. Minha mulher se preocupava com o que os outros iam pensar, ela era uma senhora, apesar de ser muito gostosa… e não queria que comentassem coisas que não eram. Ela nunca me traiu.

Quando falei com o Antônio, ele me disse pra não me preocupar, que ele ia cuidar do assunto… ele mesmo atenderia minha mulher….

Na primeira vez que o Antônio a entrevistou, minha mulher ficou surpresa com a cortesia do pai do José, a amabilidade dele e o jeito sutil de seduzir… ele cheirava melhor que o filho e seus 58 anos eram bem viris.

Claro que isso não impediu o José, que tentava de todo jeito chegar na minha esposa… flores, chocolates, cantadas e, no fim, umas putarias.

As conversas antes de dormir sobre o Antônio e o José ficaram muito safadas… a gente fantasiava que ela era comida pelo José em cima da escrivaninha e, quando terminasse, o Antônio a chamava pro escritório dele e a comia na frente do filho. Pra ensinar como se come uma mulher. Minha mulher acabava me punhetando e eu gozava na mão dela… toda noite que a gente se deitava, ela me contava as grosserias do José e a sedução do Antônio… mostrava na calcinha do dia a dia como ela vinha molhada. Eu não chegava a penetrar ela… gozava de tanto tesão. Minha esposa tava com uma febre vaginal danada, mas eu não conseguia satisfazer ela. Pedia desculpas e ela aceitava… ia pro banheiro e se masturbava pra caralho… era como um jogo que agradava nós dois, pelo menos era o que eu achava….

Uma noite antes do Natal, pedi pra ela fazer algo por mim… quando ela disse que sim, falei que queria que ela se vestisse de forma provocante com uma minissaia preta, meia preta com liga, bota alta e um strapless… e que provocasse eles só mais um pouquinho. Pra ver do que eram capazes. Ela aceitou e eu terminei gozando um baita jato de porra nos peitos dela.

Na manhã seguinte, acordei vendo ela se trocar. e me excitei de um jeito que não consegui evitar de apalpar ela… levantei a saia dela, puxei a calcinha preta dela e comecei a masturbar ela como um louco… ela gemia e ficava molhada como nunca… me fode, ela disse e pegou meu pau já cheio de leite que não demorou a gozar… ela ajeitou a saia e saiu pro trabalho… antes de sair, falou… depois te conto… te amo! e saiu…

indo pro trabalho, não conseguia se livrar do tesão, sentia a calcinha encharcada… não resistiu e passou dois dedinhos no clitóris, suspirando de excitação. precisava se acalmar, pensou… e entrou na empresa do Antônio e do José… Antônio viu ela entrar e ficou desmontado, uma ereção daquelas apareceu, mas que mulher… que linda que você tá, Fabíola, disse o José sem tirar os olhos do vestido apertado no rabo dela… ela sorriu e continuou andando, rebolando mais do que o normal… seu pai tá aí? perguntou minha esposa. eu te levo, bebê, disse o José e acompanhou ela, sempre por trás, até o escritório do Antônio. ele, ao ver ela pela primeira vez, perdeu a compostura, puta que pariu, que gostosa, murmurou baixinho, e mandou ela sentar. ao fazer isso, ela cruzou as pernas e deixou à mostra a liga da coxa e um pedaço da carne branca dela, quase a bunda toda… o José não parava de olhar, mas o Antônio tinha a melhor visão… entre a carne branca dela, via a calcinha preta… e minha esposa não fazia esforço pra esconder… ela estava sem rumo, cheia de tesão, molhadíssima, a aquecia o olhar do José, mas o que incendiava era ver o velho do Antônio desmontado, olhando a calcinha dela. precisava se masturbar… já tinha se excitado o suficiente, queria se tocar, não aguentava até a noite… vou ao banheiro, disse minha esposa… acompanha ela, José, e depois venham tomar um café, falou o Antônio. ao se levantar, a calcinha dela apareceu inteira… o José guiou ela até o banheiro, dois funcionários tomavam café numa mesa, nem ligaram… ali à direita, indicou o José sem tirar os olhos dos peitos e da bunda dela… minha mulher, escorrendo de tesão, entrou no banheiro e não hesitou um segundo, se apoiou nas pias Levantou a saia dela, puxou a calcinha fio dental e começou a se masturbar. Ela massageava a própria buceta uma e outra vez… segurava os gemidos, mas José, que tinha ficado na porta, ouviu tudo. Espiou pela porta e, ao vê-la, não hesitou e entrou… Fabíola, surpresa e excitada, tentou abaixar a saia, mas José impediu e levantou ainda mais, ao mesmo tempo que a beijava com força, enfiando a língua até a garganta… Minha esposa tentou resistir timidamente, mas José já tinha deixado ela de peitos de fora e beijava os mamões dela durinhos como um louco, enquanto a outra mão batia uma punheta nela, fazendo o mel escorrer pelas pernas. Minha esposa estava quase gozando… “Me come”, ela disse pro José, e ele fez o que eu não fiz… Tirou o pau bem grande, puxou a calcinha dela pro lado e começou a bombar. Não demorou muito pro orgasmo da minha esposa chegar… apertando a buceta e tremendo, ela gozou com uma trepada quase inesquecível… Ela se ajoelhou, pegou a rola do José pela base e pelas bolas, e engoliu inteira… até o fundo, uma e outra vez, até que José gozou um balde de leite nos peitos da minha mulher… “Vaza, que eu tenho que me limpar”, ela disse, e José saiu do banheiro todo encolhido… não tava com vontade de nada. Minha esposa limpou os peitos, arrumou a roupa e tirou a calcinha encharcada… ainda tava excitada depois da foda, mas queria ir embora. Ia dar um oi pro Antônio e vazar rápido. José já não estava mais lá. Ela entrou no escritório do Antônio… “Pode entrar, Fabíola. Demorou, tá se sentindo bem?”, o velho disse… “Tô bem, não se preocupe”, minha mulher respondeu. Antônio se levantou e disse: “Então se prepara pra sentir um bom pau…” E sem mais, puxou o strapless dele e deixou ela de peitos de fora, sem dar tempo, empurrou ela contra a mesa e apoiou todo o pacote ereto… Fabíola sentiu que aquele pau era grande de verdade, muito grande… Antônio levantou o vestido dela e se excitou ao ver que a calcinha não tava lá… não hesitou e começou a bater uma punheta nela enquanto beijava a boca dela, depois o pescoço e depois os peitos… Fabíola tava nas nuvens, mas dessa vez não tinha o controle. O velho mandava… Ele colocou ela em cima da mesa e começou a lamber a buceta dela, a língua dele brincava com o clitóris… não demorou pra gozar com uma porrada daquelas, nunca tinham chupado ela assim… sem parar de chupar, diminuiu a intensidade das lambidas até minha esposa ficar com tesão de novo… Antônio chupava como ninguém, o clitóris da minha esposa explodia… o segundo orgasmo veio com um gritinho abafado… o velho tava um touro. mandou ela desabotoar a calça dele, quando tirou o pau minha esposa não acreditava na grossura, maior e mais grosso que o do José e tinha uns ovos que pendiam bem grandes… queria chupar ele e Antônio atendeu… com o pau do velho dentro da boca… minha esposa começou a chupar até o fundo, saboreando a cabeça dele cada vez que saía… o tronco dele escorria fluidos… o cheiro de porra e pau enlouquecia a Fabíola que tinha perdido o controle… antes de gozar, o velho tirou o pau bem molhado, levantou minha esposa, virou ela e apoiou contra a parede, jogou a bundinha dela um pouco pra trás e empalou sem dificuldade, o pau entrou de uma vez e o barulho de fluido foi tremendo… pegou ela pela cintura e meteu com força, vai e vem… assim em pé… as nádegas da Fabíola quicavam a cada investida… o tronco dele sumia na buceta da minha mulher que esticava quando saía, dada a grossura daquele membro… Fabi gemia, não se segurava… gozava como nunca… aquela ia ser a foda da vida dela… o velho empurrava e empurrava o pau dentro da minha esposa… o velho bufava… tava prestes a gozar… o clitóris irritado e o fluido vaginal escorrendo pelas pernas indicavam o mesmo pra Fabíola… enquanto José via tudo e não acreditava que o pai dele ia tirar a terceira gozada daquela mulher. Antônio olhou pra ele e disse… olha filho, assim que se come uma mulher no cio, assim que se deixa ela satisfeita… ahhh ahhh… tira Antônio, goza fora por favor! minha esposa disse… sem parar de meter, ele falou… vou te engravidar, mulher!!! é teu período de cio!!! vou te fazer um filho ou talvez dois com essa porra… filho olha como uma mulher engravida, aprende... e ele partiu pra cima com o que restava pros dois... minha mulher quis dizer não... e gozou o terceiro orgasmo dela em uma hora... o grito dela não se conteve... em seguida, Antônio gozou uma quantidade impressionante de porra dentro da minha esposa... o excesso escorreu pelos lábios dela...
...naquela noite, exausta pra caralho... ela não quis que a gente brincasse, não fizemos mais nada porque, semanas depois, ela começou a passar mal... o teste deu positivo e me deixou muito feliz. quando será que foi, meu amor? perguntei. não sei, Léo... sei que seu gozo naquele dia deve ter sido bem potente, ela disse e sorriu...


fonte: www.marqueze.net

10 comentários - Esposa infiel no trabalho com pai e filho

la verdad que se merecia mucha pija por que su marido no la atendia,,,,,se que podes mejorar adelante
muy caliente el relato..!! muy bueno..