Pra quem tiver interesse, tô juntando minhas histórias no www.fantasiasdea2.blogspot.com. Lá dá pra reler ou quem sabe achar alguma que ainda não leu. E agora, bora pra última parte.Sábado à noiteNaquela noite, a filha voltou e os bandidos ficaram no quarto ouvindo o que mãe e filha conversavam, assim evitando suspeitas. A jovem estava cansada depois de um dia de correria, então foi tomar banho para se deitar cedo. O chefe então colocou em prática seu novo plano.
Quando a jovem se deitou, a mãe voltou ao quarto e lá ficaram os três vendo televisão e tomando uísque.
— Toma, Clarita — dizia o chefe enquanto enchia o copo dela, e despejava lá dentro uns soníferos que tinha encontrado no banheiro.
— Não bebo muito — disse Clara.
— Melhor, porque esta noite queremos te foder a noite inteira e não posso comer uma mulher bêbada — disse o jovem, com toda a intenção. E conseguiu. Clara ao ouvir não se surpreendeu. Sabia que depois do que aconteceu durante o dia, esses degenerados estariam mais que tarados. Ela tomou seu uísque devagar enquanto via televisão, e sem perceber, seus olhos começaram a fechar até cair num sono profundo. Os dois a vigiavam de canto de olho. Quando ela dormiu, o jovem se aproximou e deu uns tapinhas de leve no rosto dela, sem obter resposta. Levantou rápido, fez um sinal de positivo para o cúmplice e foi para o quarto da filha. Ao entrar, demorou uns segundos para enxergá-la no escuro. Estava dormindo, em posição fetal e coberta com um cobertor leve. Devagar, foi tirando a coberta até deixá-la totalmente à mostra. Ela estava com uma camiseta de algodão rosa comprida, com desenhos infantis, o que a fazia parecer ainda mais nova. O ladrão começou a se lamber de tesão pelo que ia rolar. Rapidamente puxou seu canivete e sentou na cama. Devagar, mexeu nela para acordá-la e, quando ela acordou, tapou sua boca e, quando ela arregalou os olhos e tentou resistir, encostou o canivete no rosto dela.
— Quietinha, gostosa, se não quiser ter duas bocas — disse ele, roçando a lâmina na bochecha dela. A jovem ficou paralisada.
— Temos um problema. Eu e meus amigos estamos procurando diversão. Sua mãe tá no quarto dela com os outros, e a gente decidiu que uma de vocês vai nos satisfazer. Se você for bonitinha, sua mãe se salva, senão dá tchau pra ela, entendeu? Sim? Beleza, agora vou soltar sua boca, mas se meus amigos ouvirem um grito, sua mãe vai de arrasta pra cima. E falando isso, ele soltou ela. A jovem tava apavorada.
— O que vocês tão querendo? — perguntou.
— Pô, você é uma menina bem inocente. Vamos colocar assim: você tem uma coisa que eu quero, e eu tenho uma coisa que você vai querer — disse ele, sorrindo.
A jovem olhou pra ele com curiosidade até que de repente entendeu. O rosto dela mostrou medo e nojo.
— Não vou fazer nada do que você tá pensando — falou, tentando se levantar.
O cara segurou ela deitada.
— Você vai fazer o que eu mandar, e sem pensar, senão vai ficar com uma lembrança bem dramática da sua mãe. Agora começa tirando a roupa, e tenta fazer bem sensual, senão eu posso ficar puto. Ele se levantou da cama e se afastou, apoiado numa escrivaninha que tinha no quarto. A jovem, devagar, sentou na cama e começou a tirar as meias, lentamente.
— Isso, gatinha, assim que eu gosto — comentou o cara, enquanto se acariciava devagar a virilha.
Depois de tirar as meias, ela levantou a camiseta e a puxou por cima da cabeça. Uma lágrima escorria pela bochecha dela quando ficou na frente do ladrão vestida só com uma fio dental. A imagem era super excitante, como dava pra ver na cara do atacante. Ela ficou ali sentada.
— Vamos, falta uma coisa — insistiu o cara. A menina enfiou os dedos nas laterais da fio dental e foi descendo devagar. Depois levantou os pés alternadamente e tirou ela.
— Você é realmente gostosa. Agora vem cá.
— A gente te dá o que você quiser — implorou a jovem.
— Você é o que eu quero. Vem, ou vou te buscar.
Devagar, a jovem pelada se levantou e se aproximou do bandido. Quando chegou, ficou parada na frente dele. O ladrão, sem mudar a posição apoiada na escrivaninha, acariciou a O cabelo da moça descia pela bochecha, pelo pescoço, percorria os peitos pequenos mas cheios, descia pela barriga e tomava posse do triângulo da buceta. A moça estremecia com o toque daquela mão e abaixava a cabeça pra não encarar a cara de tesão do marginal.
— Você é tão meiga e doce. Vamos nos divertir pra caralho, gostosa. É só relaxar e gozar. Você vai aprender umas paradas que seu namorado vai me agradecer no futuro — ele dizia, enquanto continuava com as carícias possessivas. — Agora você vai me despir, princesa.
A moça, sem olhar na cara dele, começou a desabotoar a camisa dele, depois puxou por trás do corpo. Quando se aproximou pra fazer isso, o cara aproveitou pra tomar os lábios dela e, com um beijo predador, enfiou a língua até a garganta. A moça, imóvel, deixou ele fazer.
Quando ficou sem ar, ele soltou.
— Pode continuar — ordenou.
A moça desabotoou o cinto dele e abaixou o zíper da calça, depois se agachou e tirou os tênis e as meias. Levantou e, devagar, puxou a calça pra baixo. O cara, ágil, saiu da roupa.
— Vem, vem buscar teu prêmio — ele disse.
Carla pegou a cueca pelas laterais e puxou pra baixo sem olhar. Se agachou pra tirar por baixo dos pés dele. Quando ia se levantar, o cara segurou ela pelos ombros.
— Fica aí — mandou.
A moça levantou o rosto, e ali, na frente dela, uma pica dura e quente estava a centímetros da cara dela.
— Já comeu alguma pica, mocinha?
A moça nunca tinha feito aquilo. Tinha visto uns filmes pornô, e claro que já não era mais virgem, mas o sexo rápido que teve no banco de trás do carro de um amigo só tinha tirado a virgindade dela. Mal tinha tocado naquela pica, e a pressa do moleque fez ele gozar em poucos segundos depois de meter. Foi uma decepção, mas pelo menos perdeu o peso do hímen, que a distanciava das amigas que já tinham transado.
— Não. E você me dá nojo. respondeu altiva.
— Melhor assim. Vou aproveitar ainda mais. Agora abre a boca, ou eu abro na porrada, disse ameaçador, enquanto brincava com o canivete.
A garota separou os lábios e se aproximou daquela pica que a esperava molhada e quente. Apoiou os lábios naquela cabeça túrgida e começou a beijar a lateral.
O jovem agarrou ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela dolorosamente para trás, quase fazendo ela cair no chão.
— Mete na boca e para de frescura, que hoje à noite você é minha, senão amanhã alguém não vai ver o sol nascer.
Nessa posição, aproximou a pica da boca aberta da garota e enfiou até a garganta. Um engasgo denunciou a profundidade da intromissão, e o jovem recuou um pouco para não sufocar ela.
Devagar, Carla começou a chupar. Depois de alguns minutos, ele levantou ela e levou para a cama. Deitou-se e mandou ela chupar de novo, virando ela de ponta-cabeça sobre ele, aproveitando a posição para iniciar um 69 perfeito que surpreendeu a garota, que nunca tinha experimentado aquilo. Aquela língua percorrendo a buceta dela provocava sensações inexplicáveis. Sem perceber, essas sensações fizeram ela aprofundar o boquete, dando muito prazer ao jovem, que ao mesmo tempo acelerava o cunilíngua.
Depois de um bom tempo, era evidente que a garotinha já estava preparada, então ele fez ela desmontar e a deitou na cama. Ela entendeu o que ia rolar.
— Por favor, não faz isso, implorou
— É tarde pra evitar. Tenho que te ter, disse com firmeza
— Pelo menos se protege, pediu
— Lamento, não tenho nada
— Eu tenho, sim, disse ela
— Ahh, bom, sempre preparada como os escoteiros. Tá bem, se você for boa comigo, eu serei bom com você. Combinado? Então me dá.
Ela se levantou e tirou da cômoda um par de camisinhas que sempre carregava por via das dúvidas, e entregou pra ele. Rapidamente, o estuprador enfiou o pistão na capa e deitou ela de novo na cama. Mas de repente mudou de ideia. Levantou-se e fez ela se levantar. Levou ela até a escrivaninha, e fez ela se posicionar na frente do móvel. Inclinou ela sobre ele até que as mãos dela se apoiaram, separou as pernas dela e colocou o pau entre as coxas dela, começando a esfregar gostoso.
A garota ficou parada pra tentar evitar que ele usasse a força e machucasse ela. Aquele pau parecia grande e ela tinha medo de que doesse.
Depois de um tempo esfregando, ele ficou quieto
— Agora é sua, mostra o caminho pra ele — disse
No começo ela não entendeu, mas a mão do cara pegou a dela e levou até o pau.
— Vai, abre sua buraquinha — insistiu, e ela então segurou o pau com uma mão e com a outra abriu os lábios da buceta, encostando a cabeça na entrada.
Quando o cara percebeu que a posição tava certa, segurou ela pelos ombros e se firmou bem no chão.
— Lá vou eu, bonequinha — e com um empurrão enfiou metade da vara nela
— Ahh — gemeu a garota ao se sentir empalada, e cheia como nunca.
Uma pausa curta, ela respirou fundo e com mais uma estocada de quadril ele enfiou tudo no corpo da Carla.
— Agora sim, tá dentro até o saco, bonequinha. Daqui a pouco vou começar a bombar você, e que me matem se eu não fizer você gozar como a safada que é, porque você tem um futuro enorme comendo paus, pode ter certeza, eu entendo disso — falava enquanto soltava o pescoço dela pra pegar nos peitos dela e especialmente nos bicos, que começou a esfregar e beliscar. A menina-mulher, de olhos fechados, tinha sensações confusas. De um lado, tava quase em pânico por causa do estupro, e do outro, começava a curtir aquele pistão de carne que batia nela de um jeito sensual. Devagar, o cara foi pegando um ritmo de posse total, transformando ela numa boneca sexual.
— Como eu gosto, bebê, como eu gosto. Meu saco tá enchendo como nunca. Se não fosse a camisinha, eu te fazia ter trigêmeos, pode crer. Te engravidava pra vida toda, neném — dizia enquanto continuava com a bombada.
Todo aquele tratamento foi descontrolando a Carla, que contra a vontade dela chegou perto do clímax, um clímax que ela nunca tinha alcançado transando, só quando se masturbava. Finalmente se deixou levar pelas sensações e, cruzando as pernas, começou a gozar soluçando de prazer.
— Isso mesmo, bonequinha, te falei que você ia gozar, e agora vou te encher, puta, vou te encher — disse o jovem, cravando até o fundo e se esvaziando com empurrões repetidos. Os dois caíram em cima do móvel e ficaram lá recuperando o fôlego. Depois de alguns minutos, o jovem se afastou.
— Ajoelha — ele disse, e a jovem obedeceu. O jovem tirou a camisinha.
— Olha o que você me fez — disse ele, mostrando a borracha cheia de uma porrada de porra —, agora você vai tomar tudo.
— Não, me dá nojo — ela disse, e o jovem a pegou pelo pescoço até quase sufocá-la. Quando ela ficou de boca aberta, inclinou o preservativo e foi despejando o conteúdo na boca dela. Quando terminou a tarefa, beijou ela com fúria, forçando-a a engolir tudo que tinha na boca. Quando soltou, enfiou a pica na boca dela.
— Agora limpa bem — ele disse, e a jovem, chorando, teve que passar a língua no troço inteiro.
— Muito bem, boneca, agora você vai sentar na cama e ficar bem quietinha. Se eu ouvir um barulho só, sua mãezinha é história. Pensa que o pior já passou. Rapidamente se vestiu e foi embora.
Carla se levantou do chão e se meteu na cama. Se cobriu e começou a chorar desconsoladamente.
Pouco depois, sentiu uma mão acariciando a cabeça dela.
— Não chora — ouviu uma voz que a consolava.
Ela se descobriu e lá estava outro homem, mais velho que o anterior.
— Você não tem porque chorar, você foi forçada a aceitar isso — ele disse.
— Me deixa em paz, por favor.
— Não vou te machucar, garota, se acalma.
— É que você não entende. Nunca tinha feito essas coisas.
— Sempre tem uma primeira vez, não se preocupa.
— É que eu sou muito ruim. Eu gostei — disse ela, chorando.
— Não. Não tem nada de errado, princesa.
— Sim, é muito errado.
— O importante é que você não conte nada pra sua mãe. Ela acha que não aconteceu nada com você. Ficaria muito mal se soubesse — disse ele enquanto a acariciava com ternura.
— Não vou contar nada — disse a jovem.
— Isso mesmo — e se levantando, começou a se despir.
— O que você está fazendo? — disse a jovem, assustada.
— Vou te comer, gostosa. Você já tá aberta e pronta, então só resta continuar aproveitando — disse ele enquanto terminava de se despir e se jogava sobre ela. Ela tentou resistir, mas o peso do homem e os lábios dele devorando os dela a imobilizaram. Qualquer resistência era inútil. O peso do macho a esmagava contra o colchão. Sentiu algo duro pressionando sua barriga. Curiosa, sua mão foi atrás daquilo e encontrou, apavorada, um pau mais comprido e grosso do que o que ela tinha atendido antes. Era grande demais pro corpinho de menina dela, e quando desceu a mão mais ainda, encontrou duas bolas grandes e duras que anunciavam que iam afogá-la de porra.
— Sim, tudo que tá aí dentro vai ser seu, mas não se preocupa, meu parceiro mandou usar camisinha, então é o que vou fazer — disse ele se afastando um instante e pegando uma da mesa de cabeceira. Rapidamente colocou, mas quando terminou de enfiar, a camisinha rasgou de lado a lado, deixando a cabeça do pau totalmente livre. Ele sorriu e não disse nada.
— Pronto, bebezinha, agora abre as pernas. A jovem, obediente, se abriu.
O macho rapidamente levantou as pernas dela e se posicionou na entrada da buceta dela. Apontou e enfiou a cabeça no buraquinho. Carla deu um pulo.
— Calma, só entrou a cabecinha. Você vai ter tempo de se mexer depois — disse ele rindo e empurrou de novo. As paredes da boceta dela se dilataram por completo e envolveram o intruso.
— Sinto como se tivesse uma luva de puta, que apertadinha que você é. Quando eu terminar com você, vai estar bem molinha — disse ele enquanto continuava empurrando, até desenrolar a cobra inteira lá dentro. seu corpo.
- Chega, pelo amor de Deus. Não aguento mais, suplicava a jovem.
- Falta pouco. Só mais um empurrãozinho, tenha paciência e, unindo o dito ao feito, mergulhou por completo enroscando os pelos dele com a penugem dela.
- Ahhhhm, agora sim te enfiei até o fundo, que prazer, que apertadinha que você está, meu amor, dizia o estuprador, enquanto a possuía por completo.
- Devagar, você vai me matar, por favor, suplicava a jovem, mas a única coisa que conseguia era excitar ainda mais o degenerado, que a cada vez enfiava com mais violência. Sacudia ela como um bichinho de pelúcia, só pensando no próprio prazer.
- Enrola as pernas em mim, gatinha, vamos, assim você engole ele todo, e quando ela obedeceu, começou uma metida selvagem.
Carla estava totalmente submissa. Não podia fazer nada contra aquele selvagem, mas jurou para si mesma que não ia gozar dessa vez, não ia se deixar vencer pelos instintos. Não daria o gosto para aquele canalha de vê-la gozar. Para isso, ficou parada pensando em outra coisa, tentando não sentir aquele pau que a preenchia por completo e que, quando saía, parecia levar a buceta dela junto para fora, para depois enchê-la de novo. Sentiu o canalha acelerar o ritmo. O fim estava chegando. Estava satisfeita por ter conseguido resistir. Sentia-se toda uma mulher.
- Vai, passa a mão nas minhas bolas que vou te dar meu gozo, ordenou o canalha, e ela, obediente e pensando que assim aceleraria o fim, levou a mão até os sacos de semente. Quando tocou neles, se assustou. Se antes estavam duros, agora eram verdadeiras pedras. Imaginou todo o gozo que liberariam num instante e sua decisão vacilou. Aquele canalha tinha ficado daquele jeito por causa dela e ia dar toda a essência viril dele numa grande explosão. Só de pensar, a garganta secou. Brincou com as bolas dele e esperou o resultado. E não teve que esperar muito. O canalha começou a gritar como um louco e algo estranho aconteceu. Um líquido quente e grosso bateu no fundo da buceta dela, e veio outro, e outro, e outro. E ela reagiu. A camisinha... tinha falhado. Tavam enchendo ela. Tavam enchendo ela pela primeira vez. Toda a porra do macho tava sendo injetada no corpo dela. Por sorte ela tomava a pílula, e o tesão não deixou ela pensar na possibilidade de pegar alguma doença. O calor tomou conta e sem conseguir evitar, ela começou a gozar que nem uma selvagem. Chorava, gritava, gemia, se contorcia e gozava, gozava que nem uma puta no cio. Quando o macho terminou de se esvaziar, ela continuou por mais um tempo tremendo e se sacudindo até ficar no final totalmente destruída.
- Me encheu, filho da puta.
- Fica tranquila que não dá nada. A camisinha arrebentou, mas foi uma sorte, senão não teria conseguido te curtir desse jeito e você não teria sentido o que é ser inseminada por um macho. Agora você já sabe. Como você foi tão boazinha, não vamos mais te encher o saco. Guarda o segredo e a gente não se vê mais, ele falou enquanto se vestia e ia embora.
Carla ficou lá em silêncio. Sentia o semen escorrendo da buceta dela e se limpou com cuidado. Ficou no quarto sem fazer barulho.
Os ladrões se reuniram de novo no quarto da Clara. Tavam satisfeitos. Clara ainda dormia. Sem falar nada, pegaram as coisas deles, o dinheiro que tinham juntado e foram embora do mesmo jeito que chegaram.
Pouco depois, Carla não aguentou mais e saiu do quarto devagar, andou pela casa sem ver ninguém e por último foi no quarto dos pais dela. Lá, a mãe dela tava profundamente dormindo e tranquila. Com alívio, entendeu que os ladrões tinham ido embora. Tudo que tinha acontecido seria um pesadelo que ninguém devia saber. Tomou um banho e voltou pra cama, dormindo em seguida.
Eram 4 da madrugada quando Clara acordou. Ainda tava sob efeito das drogas, mas não viu os ladrões no quarto. Procurou por eles na casa toda, sem achar, e por um momento teve medo que estivessem no quarto da filha. Foi rápido até lá, mas quando entrou viu a filha dormindo tranquilamente e nada estranho no lugar. Respirou aliviada. Os bandidos tinham ido embora. Tudo tinha acabado. Ela ficou feliz por ter agido como agiu. Tomou banho e foi se deitar. Antes de dormir, pensou que algo positivo tinha saído disso tudo. O pai do Leonardo tinha sido uma surpresa gostosa. Quando se sentisse sozinha, sabia a quem recorrer. O marido dela podia continuar enganando ela. Ela tinha a solução.
Quando a jovem se deitou, a mãe voltou ao quarto e lá ficaram os três vendo televisão e tomando uísque.
— Toma, Clarita — dizia o chefe enquanto enchia o copo dela, e despejava lá dentro uns soníferos que tinha encontrado no banheiro.
— Não bebo muito — disse Clara.
— Melhor, porque esta noite queremos te foder a noite inteira e não posso comer uma mulher bêbada — disse o jovem, com toda a intenção. E conseguiu. Clara ao ouvir não se surpreendeu. Sabia que depois do que aconteceu durante o dia, esses degenerados estariam mais que tarados. Ela tomou seu uísque devagar enquanto via televisão, e sem perceber, seus olhos começaram a fechar até cair num sono profundo. Os dois a vigiavam de canto de olho. Quando ela dormiu, o jovem se aproximou e deu uns tapinhas de leve no rosto dela, sem obter resposta. Levantou rápido, fez um sinal de positivo para o cúmplice e foi para o quarto da filha. Ao entrar, demorou uns segundos para enxergá-la no escuro. Estava dormindo, em posição fetal e coberta com um cobertor leve. Devagar, foi tirando a coberta até deixá-la totalmente à mostra. Ela estava com uma camiseta de algodão rosa comprida, com desenhos infantis, o que a fazia parecer ainda mais nova. O ladrão começou a se lamber de tesão pelo que ia rolar. Rapidamente puxou seu canivete e sentou na cama. Devagar, mexeu nela para acordá-la e, quando ela acordou, tapou sua boca e, quando ela arregalou os olhos e tentou resistir, encostou o canivete no rosto dela.
— Quietinha, gostosa, se não quiser ter duas bocas — disse ele, roçando a lâmina na bochecha dela. A jovem ficou paralisada.
— Temos um problema. Eu e meus amigos estamos procurando diversão. Sua mãe tá no quarto dela com os outros, e a gente decidiu que uma de vocês vai nos satisfazer. Se você for bonitinha, sua mãe se salva, senão dá tchau pra ela, entendeu? Sim? Beleza, agora vou soltar sua boca, mas se meus amigos ouvirem um grito, sua mãe vai de arrasta pra cima. E falando isso, ele soltou ela. A jovem tava apavorada.
— O que vocês tão querendo? — perguntou.
— Pô, você é uma menina bem inocente. Vamos colocar assim: você tem uma coisa que eu quero, e eu tenho uma coisa que você vai querer — disse ele, sorrindo.
A jovem olhou pra ele com curiosidade até que de repente entendeu. O rosto dela mostrou medo e nojo.
— Não vou fazer nada do que você tá pensando — falou, tentando se levantar.
O cara segurou ela deitada.
— Você vai fazer o que eu mandar, e sem pensar, senão vai ficar com uma lembrança bem dramática da sua mãe. Agora começa tirando a roupa, e tenta fazer bem sensual, senão eu posso ficar puto. Ele se levantou da cama e se afastou, apoiado numa escrivaninha que tinha no quarto. A jovem, devagar, sentou na cama e começou a tirar as meias, lentamente.
— Isso, gatinha, assim que eu gosto — comentou o cara, enquanto se acariciava devagar a virilha.
Depois de tirar as meias, ela levantou a camiseta e a puxou por cima da cabeça. Uma lágrima escorria pela bochecha dela quando ficou na frente do ladrão vestida só com uma fio dental. A imagem era super excitante, como dava pra ver na cara do atacante. Ela ficou ali sentada.
— Vamos, falta uma coisa — insistiu o cara. A menina enfiou os dedos nas laterais da fio dental e foi descendo devagar. Depois levantou os pés alternadamente e tirou ela.
— Você é realmente gostosa. Agora vem cá.
— A gente te dá o que você quiser — implorou a jovem.
— Você é o que eu quero. Vem, ou vou te buscar.
Devagar, a jovem pelada se levantou e se aproximou do bandido. Quando chegou, ficou parada na frente dele. O ladrão, sem mudar a posição apoiada na escrivaninha, acariciou a O cabelo da moça descia pela bochecha, pelo pescoço, percorria os peitos pequenos mas cheios, descia pela barriga e tomava posse do triângulo da buceta. A moça estremecia com o toque daquela mão e abaixava a cabeça pra não encarar a cara de tesão do marginal.
— Você é tão meiga e doce. Vamos nos divertir pra caralho, gostosa. É só relaxar e gozar. Você vai aprender umas paradas que seu namorado vai me agradecer no futuro — ele dizia, enquanto continuava com as carícias possessivas. — Agora você vai me despir, princesa.
A moça, sem olhar na cara dele, começou a desabotoar a camisa dele, depois puxou por trás do corpo. Quando se aproximou pra fazer isso, o cara aproveitou pra tomar os lábios dela e, com um beijo predador, enfiou a língua até a garganta. A moça, imóvel, deixou ele fazer.
Quando ficou sem ar, ele soltou.
— Pode continuar — ordenou.
A moça desabotoou o cinto dele e abaixou o zíper da calça, depois se agachou e tirou os tênis e as meias. Levantou e, devagar, puxou a calça pra baixo. O cara, ágil, saiu da roupa.
— Vem, vem buscar teu prêmio — ele disse.
Carla pegou a cueca pelas laterais e puxou pra baixo sem olhar. Se agachou pra tirar por baixo dos pés dele. Quando ia se levantar, o cara segurou ela pelos ombros.
— Fica aí — mandou.
A moça levantou o rosto, e ali, na frente dela, uma pica dura e quente estava a centímetros da cara dela.
— Já comeu alguma pica, mocinha?
A moça nunca tinha feito aquilo. Tinha visto uns filmes pornô, e claro que já não era mais virgem, mas o sexo rápido que teve no banco de trás do carro de um amigo só tinha tirado a virgindade dela. Mal tinha tocado naquela pica, e a pressa do moleque fez ele gozar em poucos segundos depois de meter. Foi uma decepção, mas pelo menos perdeu o peso do hímen, que a distanciava das amigas que já tinham transado.
— Não. E você me dá nojo. respondeu altiva.
— Melhor assim. Vou aproveitar ainda mais. Agora abre a boca, ou eu abro na porrada, disse ameaçador, enquanto brincava com o canivete.
A garota separou os lábios e se aproximou daquela pica que a esperava molhada e quente. Apoiou os lábios naquela cabeça túrgida e começou a beijar a lateral.
O jovem agarrou ela pelo cabelo, puxando a cabeça dela dolorosamente para trás, quase fazendo ela cair no chão.
— Mete na boca e para de frescura, que hoje à noite você é minha, senão amanhã alguém não vai ver o sol nascer.
Nessa posição, aproximou a pica da boca aberta da garota e enfiou até a garganta. Um engasgo denunciou a profundidade da intromissão, e o jovem recuou um pouco para não sufocar ela.
Devagar, Carla começou a chupar. Depois de alguns minutos, ele levantou ela e levou para a cama. Deitou-se e mandou ela chupar de novo, virando ela de ponta-cabeça sobre ele, aproveitando a posição para iniciar um 69 perfeito que surpreendeu a garota, que nunca tinha experimentado aquilo. Aquela língua percorrendo a buceta dela provocava sensações inexplicáveis. Sem perceber, essas sensações fizeram ela aprofundar o boquete, dando muito prazer ao jovem, que ao mesmo tempo acelerava o cunilíngua.
Depois de um bom tempo, era evidente que a garotinha já estava preparada, então ele fez ela desmontar e a deitou na cama. Ela entendeu o que ia rolar.
— Por favor, não faz isso, implorou
— É tarde pra evitar. Tenho que te ter, disse com firmeza
— Pelo menos se protege, pediu
— Lamento, não tenho nada
— Eu tenho, sim, disse ela
— Ahh, bom, sempre preparada como os escoteiros. Tá bem, se você for boa comigo, eu serei bom com você. Combinado? Então me dá.
Ela se levantou e tirou da cômoda um par de camisinhas que sempre carregava por via das dúvidas, e entregou pra ele. Rapidamente, o estuprador enfiou o pistão na capa e deitou ela de novo na cama. Mas de repente mudou de ideia. Levantou-se e fez ela se levantar. Levou ela até a escrivaninha, e fez ela se posicionar na frente do móvel. Inclinou ela sobre ele até que as mãos dela se apoiaram, separou as pernas dela e colocou o pau entre as coxas dela, começando a esfregar gostoso.
A garota ficou parada pra tentar evitar que ele usasse a força e machucasse ela. Aquele pau parecia grande e ela tinha medo de que doesse.
Depois de um tempo esfregando, ele ficou quieto
— Agora é sua, mostra o caminho pra ele — disse
No começo ela não entendeu, mas a mão do cara pegou a dela e levou até o pau.
— Vai, abre sua buraquinha — insistiu, e ela então segurou o pau com uma mão e com a outra abriu os lábios da buceta, encostando a cabeça na entrada.
Quando o cara percebeu que a posição tava certa, segurou ela pelos ombros e se firmou bem no chão.
— Lá vou eu, bonequinha — e com um empurrão enfiou metade da vara nela
— Ahh — gemeu a garota ao se sentir empalada, e cheia como nunca.
Uma pausa curta, ela respirou fundo e com mais uma estocada de quadril ele enfiou tudo no corpo da Carla.
— Agora sim, tá dentro até o saco, bonequinha. Daqui a pouco vou começar a bombar você, e que me matem se eu não fizer você gozar como a safada que é, porque você tem um futuro enorme comendo paus, pode ter certeza, eu entendo disso — falava enquanto soltava o pescoço dela pra pegar nos peitos dela e especialmente nos bicos, que começou a esfregar e beliscar. A menina-mulher, de olhos fechados, tinha sensações confusas. De um lado, tava quase em pânico por causa do estupro, e do outro, começava a curtir aquele pistão de carne que batia nela de um jeito sensual. Devagar, o cara foi pegando um ritmo de posse total, transformando ela numa boneca sexual.
— Como eu gosto, bebê, como eu gosto. Meu saco tá enchendo como nunca. Se não fosse a camisinha, eu te fazia ter trigêmeos, pode crer. Te engravidava pra vida toda, neném — dizia enquanto continuava com a bombada.
Todo aquele tratamento foi descontrolando a Carla, que contra a vontade dela chegou perto do clímax, um clímax que ela nunca tinha alcançado transando, só quando se masturbava. Finalmente se deixou levar pelas sensações e, cruzando as pernas, começou a gozar soluçando de prazer.
— Isso mesmo, bonequinha, te falei que você ia gozar, e agora vou te encher, puta, vou te encher — disse o jovem, cravando até o fundo e se esvaziando com empurrões repetidos. Os dois caíram em cima do móvel e ficaram lá recuperando o fôlego. Depois de alguns minutos, o jovem se afastou.
— Ajoelha — ele disse, e a jovem obedeceu. O jovem tirou a camisinha.
— Olha o que você me fez — disse ele, mostrando a borracha cheia de uma porrada de porra —, agora você vai tomar tudo.
— Não, me dá nojo — ela disse, e o jovem a pegou pelo pescoço até quase sufocá-la. Quando ela ficou de boca aberta, inclinou o preservativo e foi despejando o conteúdo na boca dela. Quando terminou a tarefa, beijou ela com fúria, forçando-a a engolir tudo que tinha na boca. Quando soltou, enfiou a pica na boca dela.
— Agora limpa bem — ele disse, e a jovem, chorando, teve que passar a língua no troço inteiro.
— Muito bem, boneca, agora você vai sentar na cama e ficar bem quietinha. Se eu ouvir um barulho só, sua mãezinha é história. Pensa que o pior já passou. Rapidamente se vestiu e foi embora.
Carla se levantou do chão e se meteu na cama. Se cobriu e começou a chorar desconsoladamente.
Pouco depois, sentiu uma mão acariciando a cabeça dela.
— Não chora — ouviu uma voz que a consolava.
Ela se descobriu e lá estava outro homem, mais velho que o anterior.
— Você não tem porque chorar, você foi forçada a aceitar isso — ele disse.
— Me deixa em paz, por favor.
— Não vou te machucar, garota, se acalma.
— É que você não entende. Nunca tinha feito essas coisas.
— Sempre tem uma primeira vez, não se preocupa.
— É que eu sou muito ruim. Eu gostei — disse ela, chorando.
— Não. Não tem nada de errado, princesa.
— Sim, é muito errado.
— O importante é que você não conte nada pra sua mãe. Ela acha que não aconteceu nada com você. Ficaria muito mal se soubesse — disse ele enquanto a acariciava com ternura.
— Não vou contar nada — disse a jovem.
— Isso mesmo — e se levantando, começou a se despir.
— O que você está fazendo? — disse a jovem, assustada.
— Vou te comer, gostosa. Você já tá aberta e pronta, então só resta continuar aproveitando — disse ele enquanto terminava de se despir e se jogava sobre ela. Ela tentou resistir, mas o peso do homem e os lábios dele devorando os dela a imobilizaram. Qualquer resistência era inútil. O peso do macho a esmagava contra o colchão. Sentiu algo duro pressionando sua barriga. Curiosa, sua mão foi atrás daquilo e encontrou, apavorada, um pau mais comprido e grosso do que o que ela tinha atendido antes. Era grande demais pro corpinho de menina dela, e quando desceu a mão mais ainda, encontrou duas bolas grandes e duras que anunciavam que iam afogá-la de porra.
— Sim, tudo que tá aí dentro vai ser seu, mas não se preocupa, meu parceiro mandou usar camisinha, então é o que vou fazer — disse ele se afastando um instante e pegando uma da mesa de cabeceira. Rapidamente colocou, mas quando terminou de enfiar, a camisinha rasgou de lado a lado, deixando a cabeça do pau totalmente livre. Ele sorriu e não disse nada.
— Pronto, bebezinha, agora abre as pernas. A jovem, obediente, se abriu.
O macho rapidamente levantou as pernas dela e se posicionou na entrada da buceta dela. Apontou e enfiou a cabeça no buraquinho. Carla deu um pulo.
— Calma, só entrou a cabecinha. Você vai ter tempo de se mexer depois — disse ele rindo e empurrou de novo. As paredes da boceta dela se dilataram por completo e envolveram o intruso.
— Sinto como se tivesse uma luva de puta, que apertadinha que você é. Quando eu terminar com você, vai estar bem molinha — disse ele enquanto continuava empurrando, até desenrolar a cobra inteira lá dentro. seu corpo.
- Chega, pelo amor de Deus. Não aguento mais, suplicava a jovem.
- Falta pouco. Só mais um empurrãozinho, tenha paciência e, unindo o dito ao feito, mergulhou por completo enroscando os pelos dele com a penugem dela.
- Ahhhhm, agora sim te enfiei até o fundo, que prazer, que apertadinha que você está, meu amor, dizia o estuprador, enquanto a possuía por completo.
- Devagar, você vai me matar, por favor, suplicava a jovem, mas a única coisa que conseguia era excitar ainda mais o degenerado, que a cada vez enfiava com mais violência. Sacudia ela como um bichinho de pelúcia, só pensando no próprio prazer.
- Enrola as pernas em mim, gatinha, vamos, assim você engole ele todo, e quando ela obedeceu, começou uma metida selvagem.
Carla estava totalmente submissa. Não podia fazer nada contra aquele selvagem, mas jurou para si mesma que não ia gozar dessa vez, não ia se deixar vencer pelos instintos. Não daria o gosto para aquele canalha de vê-la gozar. Para isso, ficou parada pensando em outra coisa, tentando não sentir aquele pau que a preenchia por completo e que, quando saía, parecia levar a buceta dela junto para fora, para depois enchê-la de novo. Sentiu o canalha acelerar o ritmo. O fim estava chegando. Estava satisfeita por ter conseguido resistir. Sentia-se toda uma mulher.
- Vai, passa a mão nas minhas bolas que vou te dar meu gozo, ordenou o canalha, e ela, obediente e pensando que assim aceleraria o fim, levou a mão até os sacos de semente. Quando tocou neles, se assustou. Se antes estavam duros, agora eram verdadeiras pedras. Imaginou todo o gozo que liberariam num instante e sua decisão vacilou. Aquele canalha tinha ficado daquele jeito por causa dela e ia dar toda a essência viril dele numa grande explosão. Só de pensar, a garganta secou. Brincou com as bolas dele e esperou o resultado. E não teve que esperar muito. O canalha começou a gritar como um louco e algo estranho aconteceu. Um líquido quente e grosso bateu no fundo da buceta dela, e veio outro, e outro, e outro. E ela reagiu. A camisinha... tinha falhado. Tavam enchendo ela. Tavam enchendo ela pela primeira vez. Toda a porra do macho tava sendo injetada no corpo dela. Por sorte ela tomava a pílula, e o tesão não deixou ela pensar na possibilidade de pegar alguma doença. O calor tomou conta e sem conseguir evitar, ela começou a gozar que nem uma selvagem. Chorava, gritava, gemia, se contorcia e gozava, gozava que nem uma puta no cio. Quando o macho terminou de se esvaziar, ela continuou por mais um tempo tremendo e se sacudindo até ficar no final totalmente destruída.
- Me encheu, filho da puta.
- Fica tranquila que não dá nada. A camisinha arrebentou, mas foi uma sorte, senão não teria conseguido te curtir desse jeito e você não teria sentido o que é ser inseminada por um macho. Agora você já sabe. Como você foi tão boazinha, não vamos mais te encher o saco. Guarda o segredo e a gente não se vê mais, ele falou enquanto se vestia e ia embora.
Carla ficou lá em silêncio. Sentia o semen escorrendo da buceta dela e se limpou com cuidado. Ficou no quarto sem fazer barulho.
Os ladrões se reuniram de novo no quarto da Clara. Tavam satisfeitos. Clara ainda dormia. Sem falar nada, pegaram as coisas deles, o dinheiro que tinham juntado e foram embora do mesmo jeito que chegaram.
Pouco depois, Carla não aguentou mais e saiu do quarto devagar, andou pela casa sem ver ninguém e por último foi no quarto dos pais dela. Lá, a mãe dela tava profundamente dormindo e tranquila. Com alívio, entendeu que os ladrões tinham ido embora. Tudo que tinha acontecido seria um pesadelo que ninguém devia saber. Tomou um banho e voltou pra cama, dormindo em seguida.
Eram 4 da madrugada quando Clara acordou. Ainda tava sob efeito das drogas, mas não viu os ladrões no quarto. Procurou por eles na casa toda, sem achar, e por um momento teve medo que estivessem no quarto da filha. Foi rápido até lá, mas quando entrou viu a filha dormindo tranquilamente e nada estranho no lugar. Respirou aliviada. Os bandidos tinham ido embora. Tudo tinha acabado. Ela ficou feliz por ter agido como agiu. Tomou banho e foi se deitar. Antes de dormir, pensou que algo positivo tinha saído disso tudo. O pai do Leonardo tinha sido uma surpresa gostosa. Quando se sentisse sozinha, sabia a quem recorrer. O marido dela podia continuar enganando ela. Ela tinha a solução.
1 comentários - Crime do Fim de Semana IV
gracias por estimular nuestra imaginación con unos relatos bien calientes.
besito.