A MELHOR NOITE DA MINHA VIDA.
Na terça-feira à tarde, quando voltava do trabalho pra casa, encontrei na porta meu vizinho Juan. Nesses casos, os cumprimentos vêm acompanhados das perguntas de praxe, e não foi diferente:
— Oi, Ana, tudo bem?
— Tudo, chegando em casa onde o banho me espera, hahaha.
— Faz dias que não vejo o Pablo — disse ele, se referindo ao meu marido.
— Ele está viajando e só volta no domingo.
— Que pena, deve ser difícil tantos dias separados.
— É, sim, hehehe — falei sem pensar em segundas intenções.
— Na sexta vou fazer uma festa com uns amigos, por que você não vem? Assim não fica sozinha.
Pra vocês entenderem, preciso explicar umas coisas: moramos numa casa geminada com jardim. Juan é um cara de uns 25 anos que mora na casa ao lado, e é muito gostoso fisicamente. O ritmo de vida dele é intenso, acho que trabalha como economista numa grande empresa. É solteiro e as festas dele são bem badaladas. Da janela do quarto, a gente vê o jardim e a piscina dele, e já vimos de tudo. Também não passou despercebido que, quando tomo sol ou nado de topless na minha piscina, às vezes os arbustos que separam nossos jardins se mexem de um jeito suspeito.
Continuando a conversa:
— Acho que não vou poder — falei como desculpa. — Tenho meus filhos e não quero deixá-los sozinhos.
— Mas eles já são adolescentes e você não vai estar tão longe — ele respondeu.
Ele tinha razão. Eles têm 12 e 14 anos, então não é problema deixá-los e ir pra casa ao lado. Mas como não sabia como me livrar dele, falei que ia pensar.
Na real, não pensei em nada. Nem lembrei até a noite, quando o Pablo me ligou. Revisando o que a gente tinha feito, lembrei da conversa e contei pra ele. Ele disse pra eu ir, assim não ficaria entediada como estava todas as noites. Ele tinha razão, mas não sabia o que uma mulher de mais de 40 anos podia fazer entre uns caras e umas minas de 25.
O acaso fez com que dois dias depois, na quinta, a gente se encontrasse de novo e, logicamente, ele insistiu. Eu dei as desculpas. Típicas, mas ele não desistia, então sem saber exatamente como, acabei me comprometendo a ir.
Quando já tinha colocado as crianças na cama e depois de falar com meu marido, dizendo que no fim iria à festa, me sentei no sofá e lembrei do que tinha visto da minha janela não fazia muito tempo. Uma noite, acordei às 4 da manhã com os barulhos que vinham do jardim dele. Meu marido dormia alheio a tudo, não tem barulho que acorde aquele homem. Ainda lembro da camisola que eu estava usando. Me aproximei da janela e a pouca luz que tinha me deixou ver que ele estava com duas garotas na piscina, os três pelados e brincando na água. Quando ele saiu, o pau dele apontava pras estrelas e não era pequeno não. Essa imagem, combinada com o fato de que eu estava há vários dias sem dar uma, me deixaram com tesão. Instintivamente, coloquei meus dedos por baixo da camisola e, sem parar de olhar pra ele, comecei a me acariciar. Eles se deitaram na grama e uma das garotas começou a fazer um boquete nele enquanto a outra olhava. Eu continuei me acariciando, minha buceta ficou bem molhada, tava me dando muito prazer. De repente, a outra garota também se abaixou e, com duas bocas, chupavam ele com paixão. Eu tava quase gozando quando Juan se levantou e, pegando as duas pela mão, entrou na casa dele. Um pouco frustrada por ter ficado sem as imagens, fui pro banheiro gozar me masturbando e poder gemer mais à vontade. Gozei lembrando do pau dele e de como as duas garotas chupavam ele.
Enquanto lembrava de tudo isso, minha buceta foi ficando molhada. Levantei o vestido e coloquei os dedos dentro da calcinha, e tava encharcada mesmo. Aproveitando minha solidão, me levantei e fui pra cama. Tirei o vestido e o sutiã e coloquei os dedos de novo entre a calcinha e a buceta pra acariciar suavemente o clitóris. Me masturbei pensando de novo naquelas imagens do pau duro de Juan sendo chupado por duas bocas. Me revirava de prazer com a liberdade que uma cama vazia dá, até que gozei e acabei dormindo sem nem... mais roupa que a calcinha molhada pelos fluidos frutos dos meus pensamentos e da gozada.
Na manhã seguinte, o despertador tocou, eu tinha tido sonhos molhados, ficar tanto tempo sem meu marido estava me afetando. Tirei a calcinha e entrei no chuveiro, cuidando para lavar bem a buceta pra não deixar cheiro nenhum. Quando me vesti, peguei uma calcinha com a parte que cobre a buceta mais larga, caso continuasse me molhando durante o dia, ela absorveria. E no meio da manhã, soube que a decisão tinha sido certa.
Por sorte, sexta-feira eu só trabalho de manhã, então na hora do almoço já estava em casa. Troquei a calcinha por uma seca, precisava porque a outra estava muito molhada, nunca tinha passado por algo assim. Coloquei um shorts esportivo largo desses que só cobrem a bunda e deixam as pernas nuas, e uma camiseta sem sutiã (gosto de ficar confortável em casa). Inesperadamente, depois do almoço, tocaram a campainha. Era o Juan, vindo me dar detalhes da festa. Mesmo não estando com a roupa que gostaria que ele visse, não tive escolha a não ser convidá-lo pra entrar na sala e oferecer um café. Não passou despercebido o olhar dele pros meus peitos ao ver que eu não estava de sutiã. Meus mamilos reagiram e se marcaram perfeitamente no tecido fino da camiseta. Além disso, ele olhava pras minhas pernas. Minha autoestima se sentiu lisonjeada por aquele garoto de 25 anos.
Ele disse que a festa era às 10. Daria tempo de dar jantar pros filhos e me arrumar, pensei. Perguntei que tipo de roupa as pessoas costumavam usar, e ele disse que vestidos de festa. Tenho um preto. Pra ter certeza de que era o adequado, fui buscá-lo. Ao me levantar, notei que os olhos dele se cravaram na minha bunda. Podia ter trocado de roupa, mas não fiz isso. Gostava de como ele me olhava. Mostrei o vestido pra ele, e ele disse:
— Com certeza você vai estar gostosa, é ideal.
— Esta noite você vai ver — falei com um sorriso.
Quando me sentei de novo, percebi que o shorts, por ser largo entre as pernas, se eu não as mantinha completamente fechadas, mas entre elas dava pra ver minha calcinha e exatamente a parte que cobria a buceta, percebi porque ele não tirava os olhos dali, não fiz nada pra evitar que ele visse, acho que estar com tesão foi o que me deixou tão atrevida, só esperava que a parte da calcinha que ele podia ver não mostrasse a mancha de umidade.
Quando ele se levantou pra ir embora, vi que tinha um volume enorme na calça, se eu já tava com tesão, isso só piorou, então quando fechei a porta, me estiquei no sofá e coloquei as mãos dentro do short e da calcinha pra me masturbar, senti uma vontade enorme de fazer aquilo e não tinha motivo pra segurar.
Gozei completamente satisfeita, pensando que eu me masturbava no máximo duas ou três vezes por ano e só em situações de muito tesão, a última antes desses dois dias tinha sido quando vi ele pela janela, e pra achar a anterior teria que voltar uns seis meses atrás, tava sozinha em casa numa sexta à tarde, procurei algo pra me distrair e encontrei fotos da minha juventude, folheando achei umas tiradas por um ex-namorado de um passeio no campo com amigos, comecei a lembrar daquele dia, encontramos um riacho e nadamos pelados, era a primeira vez que fazíamos algo assim e ficamos tão excitados que acabamos transando cada um com seu parceiro em cantos diferentes do bosque atrás dos arbustos, o que não impediu que ouvíssemos os gemidos uns dos outros, e até nos víssemos de relance. Aquilo tinha sido a maior loucura sexual que já fiz, e ao lembrar fiquei com tesão, aproveitando que faltava uma hora pras crianças chegarem, no mesmo sofá, me masturbei.
Voltando à história, tentei passar a tarde ocupada e tirar da cabeça pensamentos e imagens do Juan, quando meus filhos chegaram fiz o jantar e coloquei eles na cama, falei que ia sair com o vizinho e eles não acharam estranho, conversei com o Pablo e ele desejou que eu me divertisse, só faltava me preparar, tomei banho, me maquiei Levemente e preparei a calcinha, o vestido não tinha costas, então não dava pra usar sutiã, melhor assim, pensei. Fiquei escolhendo qual calcinha vestir, daquele jeito só podia colocar uma tanga preta.
Vesti ela e também o vestido, escolhi uns sapatos que combinavam e me olhei no espelho, estava perfeita. Não pude evitar lembrar dos olhares do Juan naquela mesma tarde e de como ele ficou ao me ver os mamilos durinhos e a calcinha por baixo do short.
Fui pra casa do Juan, ele mesmo abriu a porta, me olhou de cima a baixo com um sorriso e disse que eu estava maravilhosa, exatamente o que eu imaginava, pensei. Trocamos dois beijos e ele me apresentou a alguns amigos, todos garotas e garotos jovens. Ele tinha posto canapés na mesa e a música era suave, assim como a iluminação, e então ele me disse:
— Não preciso te dizer onde ficam os quartos, sua casa é igual. Em cada porta tem um cartazinho com duas carinhas, as que estão em vermelho querem dizer que estão ocupadas, se for verde, está livre.
— Nossa, é bom saber — falei com um sorriso —, mas acho que não vou precisar.
— Nunca se sabe quem você pode conhecer — ele disse, também sorrindo.
— Sou uma mulher casada, não brinca com isso.
— Desculpa, mas aqui tem vários homens e mulheres casados, hahaha.
Pensando que ele tinha tirado uma com a minha cara, continuei conversando com o pessoal da festa até que, sem saber como, passei um tempão com um cara chamado Enrique. Ele era talvez mais novo que o Juan, mas era igualmente gostoso, tinha uma conversa muito madura e acabamos falando de política. As ideias dele eram opostas às minhas e eu adoro discutir esse assunto. Saímos pro jardim com uma taça de espumante na mão e num banco ao lado da piscina continuamos o papo até que, do nada, ele me diz:
— Você tá me deixando louco, vamos procurar um quarto livre?
Fiquei perplexa, um garoto de pouco mais de 20 anos queria transar comigo, que tinha o dobro da idade dele, e me falou isso sem rodeios. Quando consegui reagir, falei que não, que Ela era uma mulher casada e não fazia essas coisas, não insistiu, mas perdeu o interesse por mim.
Quando precisei ir ao banheiro, subi para o andar de cima, já que o de baixo estava ocupado. Passei na frente dos cinco quartos da casa, e só em um tinha a placa verde !!!!!!!. Tentei abrir a porta do banheiro, mas também estava ocupado, então esperei. Pouco depois, saiu uma garota enrolada numa toalha, que foi direto para um quarto.
Quando voltei pra festa, não foi difícil puxar conversa com um grupinho de duas garotas e dois caras. Acabamos os cinco no jardim e, de repente, uma das garotas diz:
— Vamos dar um mergulho?
— Claro — respondeu a outra, e olhando pra mim, perguntou: — Vai encarar?
— Agora não tô a fim — respondi.
E num piscar de olhos, elas tiraram o vestido pela cabeça, ficando só de fio-dental minúsculo, e pularam na água. Continuei conversando com os dois caras. Depois de um tempo, já tinha mais gente na piscina, todo mundo de roupa íntima e as mulheres quase todas com os peitos de fora. De repente, um dos caras me diz:
— Quer que a gente vá pra um quarto nós três?
Mas, onde é que eu fui me meter? Em uma hora, um cara já tinha querido transar comigo e dois outros queriam fazer um menage. De novo, não soube como reagir, então falei:
— E elas?
— Acho que não vão se juntar — disse um, rindo. — Elas são um casal de lésbicas.
— Ou talvez sim — respondeu o outro. — Podia ser divertido.
Sem perceber, em vez de evitar, eu tava entrando no jogo deles. Obviamente, falei que não e fui embora. Nisso, esbarrei no Juan, que me perguntou como eu tava me divertindo. Falei:
— Considerando que, desde que cheguei, já me convidaram duas vezes pra subir pra um quarto, e uma delas era pra fazer um menage, muito bem — falei num tom sarcástico.
— Fico feliz que você se integrou — disse ele, rindo.
— Vou ver que outras propostas vão me fazer — respondi, também rindo.
Não vou negar que fiquei bem excitada. Conversei com várias pessoas e... Enquanto eu comia uns bolinhos, uma garota se aproximou de mim e, sem rodeios, sussurrou no meu ouvido:
"Meu amigo e eu queremos fazer um menage com você. Topa?"
"Puxa", respondi, "já me ofereceram um cara só pra mim e eu recusei, depois dois só pra mim e também não aceitei. O que te faz pensar que eu vou topar meio?"
A garota saiu de cara feia, enquanto a escadaria era um sobe e desce de gente. No fundo, adorei ter feito tanto sucesso, ainda mais considerando que estava entre pessoas que eu ganhava em idade por mais de 15 anos. Não estava me divertindo nada mal!
Quando deu três horas, o pessoal começou a ir embora. Não sobravam mais de vinte pessoas. Pensei que devia fazer o mesmo, então procurei o Juan pra me despedir, mas não o encontrei. Alguém disse que ele tinha subido pro quarto, e eu não ia interromper, então decidi esperar ele descer. Saí pro jardim e era uma loucura: a piscina tava cheia de garotos e garotas pelados ou quase. Na grama, um casal transando descaradamente. Pensei que precisava ir pra casa logo. Minha pobre calcinha fio-dental tava absorvendo os fluidos que podia, mas logo não ia dar conta. Ficava imaginando como ia me masturbar pela segunda vez no dia, quando uma mão tocou meu ombro. Era o Juan. Me virei com um sorriso e falei que tava indo embora. Ele insistiu que ainda era cedo e que tinham muitas horas de diversão pela frente. A verdade é que eu não podia dizer que precisava ir pra casa me masturbar. Ele completou:
"Talvez se você ficar, sejam três caras que vão te chamar pra subir pro quarto, hahaha."
"Se forem três só pra mim, quem sabe eu penso", falei rindo.
"Por enquanto você já tem um disposto, só faltam dois. Talvez os que te chamaram antes sirvam."
"Acho que não", falei, "já vi eles subindo com uma garota, hahaha. Você vai ter que esperar eu achar mais dois, hahaha."
Nem eu mesma acreditava que tava brincando com esse assunto.
"Se quiser, eu ajudo a procurar", ele respondeu.
"Agradeço muito, hahaha, mas se eu me interessar, me viro sozinha. Sozinha, hahaha
Não esquece de contar comigo pro terceiro.
Com certeza, se me convencerem, você vai ser o terceiro, hahaha, mas acho que por hoje você já tá servido, acabou de descer de um quarto.
Se for você, não tô não.
Nossa, que cantada que acabou de me dar!, adorava ser desejada pelo meu vizinho, um cara gato que tinha um monte de mina de 20 anos por lá e queria me comer, isso não era nada bom pra minha calcinha fio dental, senti um pouco de lubrificação escorrendo pela perna, continuei a conversa:
Então na sua casa, cheia de meninas novas e gostosas, você seria capaz de ficar comigo que com certeza tenho uns 15 anos a mais?
Nem pensaria duas vezes, ele disse bem sério, e te garanto que nessa sala tem um monte que pensa igual.
Ah, para, falei, como podem me preferir em vez de algumas daquelas belezuras?
Espera aí, ele disse.
E foi embora, me deixando ali no meio do jardim com gente se banhando pelada, brincando e se tocando descaradamente na água, e uns dois casais transando, um deles gemendo a menos de um metro. Além disso, eu sabia que ele ia perguntar pra quantos caras tava afim de me comer, não acredito que podia existir uma situação que me deixasse mais excitada!!!!!
Eu via ele conversando com os caras, a maioria tava sozinho, mas alguns com uma mina, ele tinha um bloquinho e anotava algo em cada um, esperava impaciente igual uma criança pra saber o resultado, que não era nada mais do que quantos caras jovens que eram mais gostosos que o pão queriam me comer, affff.
Quando ele terminou com o último, veio até mim e disse:
8 caras e três minas.
O que você perguntou exatamente?
Se eles tão afim de te comer agora.
Nossa, você não enrolou.
Pra quê?, não era disso que se tratava?
Sim, claro, deixa eu ver a lista.
Ele me entregou o bloquinho, o primeiro nome era o dele e vinham mais 10 depois.
Nossa, falei, se eu fizesse com todos, ia precisar de uma semana pra me recuperar.
É possível, ele disse, mas seria a melhor noite da sua vida.
Fiquei uns momentos em silêncio pensando naquilo. respondi e disse:
Acho que você tem razão.
Então…, subimos?
O quê????, nãoooo, não te disse que quero fazer isso
Pensei que sim, desculpa.
Além disso, como a gente ia se organizar com tanta gente, não cabe no quarto
Bom, um de cada vez, dois a dois…, claro que pelo menos eu preferiria a sós com você.
Se tivesse que escolher um, também te preferiria, falei com um sorriso nos lábios.
E foi aí que ele percebeu que eu estava na mão dele, se aproximou de mim e, me pegando pela cintura, me colou no corpo dele, não recusei, eram sensações demais em dois dias e fui incapaz de fazer isso, os lábios dele se aproximaram dos meus e não fiz nada pra evitar, em nenhum momento pensei no Pablo, só sabia que um cara de 25 anos que tinha ocupado meus pensamentos nas últimas 36 horas queria me foder e eu precisava disso, ele me pegou pela mão e subimos as escadas, o quarto dele estava livre, entramos, ele virou a placa, a cama estava toda bagunçada, com certeza um monte de gente tinha transado ali pouco antes, mas que diferença fazia?, eu também queria fazer.
De pé, nos juntamos de novo, sem parar de me beijar, ele colocou a mão nas minhas costas nuas e foi descendo devagar até minha bunda, que ele apalpou à vontade, eu fazia o mesmo com a dele, forte e firme!!!!!!.
Ele se afastou pra tirar meu vestido, eu queria que ele me visse nua, que tocasse meus peitos, que me fizesse gozar sem me importar em chifrar meu marido que estava a centenas de quilômetros, ele desabotoou as alças e o vestido caiu no chão, ficando entre meus pés, quando fiquei só de calcinha preta ele ficou me olhando, especialmente os peitos, eu sorria e estava muito excitada, me aproximei e tirei a camisa dele pra ver o corpo jovem, sem dar tempo, desabotoei a calça dele que caiu no chão, a cueca escondia uma porra de um pau maravilhoso que eu já tinha visto de longe na escuridão do meu quarto enquanto me masturbava na janela uns meses atrás, me ajoelhei e De um golpe só, puxei a única peça de roupa que eu vestia e o pau duro dele ficou apontado pra minha cara, era realmente lindo. Peguei com a mão, mal dava pra segurar inteiro, coloquei na boca, queria que ele curtisse meus lábios. Quase não cabia entre eles, mas a putaria resolve tudo. Depois de alguns minutos aproveitando minha melhor habilidade, ele me fez levantar e me levou pra cama. Lá, bem devagar, puxou minha calcinha fio dental pra baixo, revelando uma buceta que só queria prazer. Ele abriu minhas pernas pra ter uma visão melhor do buraco do tesão, passou a mão aberta pela minha bochecha, foi descendo até os peitos e continuou descendo até a buceta, onde, abrindo caminho entre os lábios, colocou um dedo em cima do clitóris. Na hora eu gemi, tava tão molhada que uns roçados já bastavam pra me fazer gozar, e o garoto soube me levar ao céu com um dedo só. Já tinha tido meu primeiro orgasmo, mas nenhum de nós dois achou que era suficiente. Ele se colocou entre minhas pernas e abaixou o rosto, esticou a língua e roçou meu clitóris de leve. Em duas ou três lambidas, comecei a arquear as costas, meu orgasmo tava prestes a chegar de novo. Ele continuou se dedicando ao máximo, as mãos dele tocavam meus peitos e eu gozei, com muita força. Me mexia de um lado pro outro, mas a boca dele me seguia e continuava me dando prazer infinito. Continuei gozando uma vez atrás da outra, quase não tinha pausa entre os orgasmos. Nunca tinha sentido nada igual com uma língua, era como se ele soubesse exatamente o que fazer pra eu aproveitar ao máximo. Quase perdi a consciência, tive que afastar ele pra não desmaiar e poder continuar sentindo prazer. Eu queria o pau dele na minha buceta e gritei:
— Me fode logo! Tá me matando de tesão!
Ele pegou uma camisinha, eu olhava praquele pau que ia me furar e não consegui evitar lembrar do Pablo, que devia estar dormindo achando que a esposa fiel dele também tava dormindo. Não fazia ideia de que um pau duas vezes maior que o dele e com 20 anos a menos tava se preparando pra me foder. Sem me mexer, apontei a pica pro meu buraco, tava com as pernas totalmente abertas e os joelhos arqueados, senti quando ela encostou no buraco e entrou centímetro por centímetro, ciente do tamanhão dela, foi devagar, pensei que nunca ia caber, mas por sorte tava enganada, quando as bolas dela encostaram na minha bunda me senti completamente cheia, como se algo imenso tivesse alcançado o fundo de mim, onde nada nunca tinha chegado, ela começou a bombar e eu a gozar, veio o primeiro orgasmo tão rápido que foi inesperado, depois de mais uns quantos, mudou de posição, me fez ficar de joelhos e braços apoiados na cama, queria me comer de quatro, eu gosto porque dá pra sentir mais a pica, claro que com aquela não precisava, ela enfiou já não tão delicadamente, minha buceta tava dilatada, enquanto enfiava e tirava passou as duas mãos pelos lados, uma pras minhas tetas e a outra pro clitóris, vocês podem imaginar como eu tava, gozando igual uma puta no cio, alheia a tudo ao redor, gemia e gritava minhas gozadas sem parar até que abri os olhos e vi que na minha frente tinha uma mina e a porta tava entreaberta, não tava nem aí se vissem o quão gostosa eu sou, fechei os olhos e continuei gozando, nessas horas, quase esquecidas até aquele dia, sou muito tarada.
Quando abri os olhos de novo já tinha um monte de gente no quarto olhando a gente e bem na frente da minha cara tinha um cara que eu nem vi o rosto, mas vi o volume na calça, instintivamente me adiantei um pouco pra chegar perto dele, não sabia quem era mas tava pouco me fodendo, vendo minhas intenções ele se ajoelhou na cama, tentei com as mãos desabotoar a calça dele, tudo sem parar de receber a pica maravilhosa do Juan, uma mão de mulher me ajudou, baixou a calça e a cueca dele e apontou a pica já dura pra eu meter na boca, abri, a mina continuava segurando e fazendo eu conseguir acompanhar com os lábios, porque eu me mexia muito com as investidas que o Juan me dava, mas a mão dela também subia e descia na pele dele e acariciava os ovos, nunca tinha sentido o que era uma penetração dupla boca-buceta nem gozar com a boca cheia de uma pica, e num desses orgasmos entre a minha siririca e as carícias da mina, o cara disparou gritando o leite na minha boca, sentia um orgasmo na buceta e jorros de porra chegando na minha garganta ao mesmo tempo que eu engolia sem deixar escapar uma gota. O cara se afastou, mas na hora a mina trouxe outro homem, já pelado e com a pica apontada pra mim, demos exatamente o mesmo tratamento.
Quando já tinha engolido a porra dos dois caras, o Juan tirou a pica da buceta, verdade seja dita, não fazia ideia de quanto tempo a gente tava naquilo nem quantos orgasmos eu tinha tido, pensei que ele tinha cansado, mas as intenções dele eram outras, senti uma língua lambendo meu buraco do cu e um dedo entrando, tava lubrificando, fiquei com medo de que as dimensões fossem exageradas e além disso fazia tempo que não praticava por esse buraco, mas tudo me era indiferente, com muito cuidado ele começou a me penetrar o cu, no começo doeu, mas sabia que muito prazer me esperava, quando a dor passou, me entreguei de olhos fechados, uma mão acariciava meu clitóris, quando num momento de lucidez abri os olhos vi que não era a dele e só me deu mais tesão, na hora várias mãos se juntaram e me tocavam o corpo todo, meus peitos eram especialmente bem atendidos, a mina que antes tinha me dado duas picas pra eu engolir trouxe outro cara que também chupei a pica, mas notei que, se com uma mão eu ainda segurava a pica dele e acariciava os ovos, passei a outra por entre meu pescoço e o braço e a dirigi pra um dos meus peitos, teve que lutar com várias pra alcançar, eu continuava gemendo e gozando, e quando essa terceira pica também encheu minha garganta de porra e se afastou, a mina fez que eu me levantasse, sem tirar a pica do Juan do meu cu e afastando todas as mãos, ele me segurou com um braço e colocou a outra mão no meu clitóris. Não demoramos pra nos esfregar, as outras mãos alternavam entre meu corpo e o da garota. Eu sabia que podia dar prazer pra ela também, nunca tinha tocado outra buceta que não fosse a minha, mas se eu gostava, ela também ia gostar, então me dediquei a tocar a dela. Tava muito molhada e ela gostou, porque gozou igual a mim.
Alguém apontou ela e me vi na frente de um cara cuja pica se enfiou entre minhas pernas. Foi a própria garota que pegou e introduziu na minha buceta. Que delícia a dupla penetração, meus buracos de prazer estavam cheios. Juan e o cara se moviam no mesmo ritmo.
Juan realmente aguentava muito, nunca tinha encontrado um cara capaz de resistir tanto, e ainda mais em circunstâncias como aquelas. A garota ficou ao lado, acariciando nós três, eram várias mãos fazendo isso. Vi um cara se aproximar dela por trás com a pica apontando pra buceta dela. Ela se arqueou e abriu as pernas pra ele enfiar. Coloquei a mão na buceta dela e, ao tocar o clitóris, roçava na pica daquele homem.
Mas tudo tem um fim, e senti a pica do Juan se contorcendo no meu cu enquanto ele gritava o orgasmo dele. O cara que tava fodendo minha buceta também se contorceu, e o que tava com a garota gozou dentro da buceta da minha amiga desconhecida. As duas mulheres e os três homens gozamos ao mesmo tempo.
Desabei exausta na cama, Juan fez o mesmo do meu lado. Aos poucos, o pessoal foi saindo, menos a garota, que também ficou na cama. Juan tirou a camisinha, tava cheia de porra. A garota se jogou na pica dele e lambeu o que sobrou. Eu tava exausta, mas não podia negar nada a um homem que me deu tanto prazer, então ajudei ela. Juntas, além de deixar a pica dele limpa, conseguimos fazer ele endurecer de novo. Deitei o Juan pra colocar a garota por cima, e quando fui pegar uma camisinha, Disse que não, sem pensar nisso fiz ela se colocar entre as pernas dela e abaixar o corpo pra que ela curtisse a piroca que tanto prazer tinha me dado, mas além disso elas mereciam minhas carícias e eu as dei igualmente pra ambas, sentia que devia isso, ela gemia e gozava com força, como eu tinha feito um tempo antes, adorava ver os dois se divertindo e assim fiquei até que Juan gozou dentro da buceta, ia contando entre gemidos como sentia o leite entrar até o fundo, quando ele caiu ao lado dela pensei que daquele leite eu não tinha engolido nada, então me coloquei entre as pernas da garota que transbordava porra e aproximei a boca pra lamber a buceta dela e engolir aquele leite misturado com os fluidos dela, além de deixar tudo limpinho de porra e fluidos, arranquei dela um último orgasmo lésbico.
Já todos mais calmos, percebi que a garota era a mesma que tinha me pedido um ménage, além disso era a namorada do Juan, ou seja, meu vizinho tinha mandado ela me pedir pra me foder.
Fui tomar banho, era muito tarde, já estava clareando, quando saí Juan me disse:
"Soube que a gente ia foder quando vi como seus mamilos marcavam na camiseta hoje à tarde. Fiquei tão tesudo que me masturbei pensando em você, mas nunca imaginei que você gozasse assim. Já te falei que essa poderia ser a melhor noite da sua vida."
"E foi sem dúvida", respondi, apesar de não ser necessário, meu rosto já dizia tudo.
Quando saí do quarto não tinha mais nada, me despedi do Juan e da garota e já na porta ela me disse:
"Espero que a gente possa repetir isso mais vezes."
E eu, "não se preocupa, vou encontrar o momento."
E nos demos um beijão.
Na terça-feira à tarde, quando voltava do trabalho pra casa, encontrei na porta meu vizinho Juan. Nesses casos, os cumprimentos vêm acompanhados das perguntas de praxe, e não foi diferente:
— Oi, Ana, tudo bem?
— Tudo, chegando em casa onde o banho me espera, hahaha.
— Faz dias que não vejo o Pablo — disse ele, se referindo ao meu marido.
— Ele está viajando e só volta no domingo.
— Que pena, deve ser difícil tantos dias separados.
— É, sim, hehehe — falei sem pensar em segundas intenções.
— Na sexta vou fazer uma festa com uns amigos, por que você não vem? Assim não fica sozinha.
Pra vocês entenderem, preciso explicar umas coisas: moramos numa casa geminada com jardim. Juan é um cara de uns 25 anos que mora na casa ao lado, e é muito gostoso fisicamente. O ritmo de vida dele é intenso, acho que trabalha como economista numa grande empresa. É solteiro e as festas dele são bem badaladas. Da janela do quarto, a gente vê o jardim e a piscina dele, e já vimos de tudo. Também não passou despercebido que, quando tomo sol ou nado de topless na minha piscina, às vezes os arbustos que separam nossos jardins se mexem de um jeito suspeito.
Continuando a conversa:
— Acho que não vou poder — falei como desculpa. — Tenho meus filhos e não quero deixá-los sozinhos.
— Mas eles já são adolescentes e você não vai estar tão longe — ele respondeu.
Ele tinha razão. Eles têm 12 e 14 anos, então não é problema deixá-los e ir pra casa ao lado. Mas como não sabia como me livrar dele, falei que ia pensar.
Na real, não pensei em nada. Nem lembrei até a noite, quando o Pablo me ligou. Revisando o que a gente tinha feito, lembrei da conversa e contei pra ele. Ele disse pra eu ir, assim não ficaria entediada como estava todas as noites. Ele tinha razão, mas não sabia o que uma mulher de mais de 40 anos podia fazer entre uns caras e umas minas de 25.
O acaso fez com que dois dias depois, na quinta, a gente se encontrasse de novo e, logicamente, ele insistiu. Eu dei as desculpas. Típicas, mas ele não desistia, então sem saber exatamente como, acabei me comprometendo a ir.
Quando já tinha colocado as crianças na cama e depois de falar com meu marido, dizendo que no fim iria à festa, me sentei no sofá e lembrei do que tinha visto da minha janela não fazia muito tempo. Uma noite, acordei às 4 da manhã com os barulhos que vinham do jardim dele. Meu marido dormia alheio a tudo, não tem barulho que acorde aquele homem. Ainda lembro da camisola que eu estava usando. Me aproximei da janela e a pouca luz que tinha me deixou ver que ele estava com duas garotas na piscina, os três pelados e brincando na água. Quando ele saiu, o pau dele apontava pras estrelas e não era pequeno não. Essa imagem, combinada com o fato de que eu estava há vários dias sem dar uma, me deixaram com tesão. Instintivamente, coloquei meus dedos por baixo da camisola e, sem parar de olhar pra ele, comecei a me acariciar. Eles se deitaram na grama e uma das garotas começou a fazer um boquete nele enquanto a outra olhava. Eu continuei me acariciando, minha buceta ficou bem molhada, tava me dando muito prazer. De repente, a outra garota também se abaixou e, com duas bocas, chupavam ele com paixão. Eu tava quase gozando quando Juan se levantou e, pegando as duas pela mão, entrou na casa dele. Um pouco frustrada por ter ficado sem as imagens, fui pro banheiro gozar me masturbando e poder gemer mais à vontade. Gozei lembrando do pau dele e de como as duas garotas chupavam ele.
Enquanto lembrava de tudo isso, minha buceta foi ficando molhada. Levantei o vestido e coloquei os dedos dentro da calcinha, e tava encharcada mesmo. Aproveitando minha solidão, me levantei e fui pra cama. Tirei o vestido e o sutiã e coloquei os dedos de novo entre a calcinha e a buceta pra acariciar suavemente o clitóris. Me masturbei pensando de novo naquelas imagens do pau duro de Juan sendo chupado por duas bocas. Me revirava de prazer com a liberdade que uma cama vazia dá, até que gozei e acabei dormindo sem nem... mais roupa que a calcinha molhada pelos fluidos frutos dos meus pensamentos e da gozada.
Na manhã seguinte, o despertador tocou, eu tinha tido sonhos molhados, ficar tanto tempo sem meu marido estava me afetando. Tirei a calcinha e entrei no chuveiro, cuidando para lavar bem a buceta pra não deixar cheiro nenhum. Quando me vesti, peguei uma calcinha com a parte que cobre a buceta mais larga, caso continuasse me molhando durante o dia, ela absorveria. E no meio da manhã, soube que a decisão tinha sido certa.
Por sorte, sexta-feira eu só trabalho de manhã, então na hora do almoço já estava em casa. Troquei a calcinha por uma seca, precisava porque a outra estava muito molhada, nunca tinha passado por algo assim. Coloquei um shorts esportivo largo desses que só cobrem a bunda e deixam as pernas nuas, e uma camiseta sem sutiã (gosto de ficar confortável em casa). Inesperadamente, depois do almoço, tocaram a campainha. Era o Juan, vindo me dar detalhes da festa. Mesmo não estando com a roupa que gostaria que ele visse, não tive escolha a não ser convidá-lo pra entrar na sala e oferecer um café. Não passou despercebido o olhar dele pros meus peitos ao ver que eu não estava de sutiã. Meus mamilos reagiram e se marcaram perfeitamente no tecido fino da camiseta. Além disso, ele olhava pras minhas pernas. Minha autoestima se sentiu lisonjeada por aquele garoto de 25 anos.
Ele disse que a festa era às 10. Daria tempo de dar jantar pros filhos e me arrumar, pensei. Perguntei que tipo de roupa as pessoas costumavam usar, e ele disse que vestidos de festa. Tenho um preto. Pra ter certeza de que era o adequado, fui buscá-lo. Ao me levantar, notei que os olhos dele se cravaram na minha bunda. Podia ter trocado de roupa, mas não fiz isso. Gostava de como ele me olhava. Mostrei o vestido pra ele, e ele disse:
— Com certeza você vai estar gostosa, é ideal.
— Esta noite você vai ver — falei com um sorriso.
Quando me sentei de novo, percebi que o shorts, por ser largo entre as pernas, se eu não as mantinha completamente fechadas, mas entre elas dava pra ver minha calcinha e exatamente a parte que cobria a buceta, percebi porque ele não tirava os olhos dali, não fiz nada pra evitar que ele visse, acho que estar com tesão foi o que me deixou tão atrevida, só esperava que a parte da calcinha que ele podia ver não mostrasse a mancha de umidade.
Quando ele se levantou pra ir embora, vi que tinha um volume enorme na calça, se eu já tava com tesão, isso só piorou, então quando fechei a porta, me estiquei no sofá e coloquei as mãos dentro do short e da calcinha pra me masturbar, senti uma vontade enorme de fazer aquilo e não tinha motivo pra segurar.
Gozei completamente satisfeita, pensando que eu me masturbava no máximo duas ou três vezes por ano e só em situações de muito tesão, a última antes desses dois dias tinha sido quando vi ele pela janela, e pra achar a anterior teria que voltar uns seis meses atrás, tava sozinha em casa numa sexta à tarde, procurei algo pra me distrair e encontrei fotos da minha juventude, folheando achei umas tiradas por um ex-namorado de um passeio no campo com amigos, comecei a lembrar daquele dia, encontramos um riacho e nadamos pelados, era a primeira vez que fazíamos algo assim e ficamos tão excitados que acabamos transando cada um com seu parceiro em cantos diferentes do bosque atrás dos arbustos, o que não impediu que ouvíssemos os gemidos uns dos outros, e até nos víssemos de relance. Aquilo tinha sido a maior loucura sexual que já fiz, e ao lembrar fiquei com tesão, aproveitando que faltava uma hora pras crianças chegarem, no mesmo sofá, me masturbei.
Voltando à história, tentei passar a tarde ocupada e tirar da cabeça pensamentos e imagens do Juan, quando meus filhos chegaram fiz o jantar e coloquei eles na cama, falei que ia sair com o vizinho e eles não acharam estranho, conversei com o Pablo e ele desejou que eu me divertisse, só faltava me preparar, tomei banho, me maquiei Levemente e preparei a calcinha, o vestido não tinha costas, então não dava pra usar sutiã, melhor assim, pensei. Fiquei escolhendo qual calcinha vestir, daquele jeito só podia colocar uma tanga preta.
Vesti ela e também o vestido, escolhi uns sapatos que combinavam e me olhei no espelho, estava perfeita. Não pude evitar lembrar dos olhares do Juan naquela mesma tarde e de como ele ficou ao me ver os mamilos durinhos e a calcinha por baixo do short.
Fui pra casa do Juan, ele mesmo abriu a porta, me olhou de cima a baixo com um sorriso e disse que eu estava maravilhosa, exatamente o que eu imaginava, pensei. Trocamos dois beijos e ele me apresentou a alguns amigos, todos garotas e garotos jovens. Ele tinha posto canapés na mesa e a música era suave, assim como a iluminação, e então ele me disse:
— Não preciso te dizer onde ficam os quartos, sua casa é igual. Em cada porta tem um cartazinho com duas carinhas, as que estão em vermelho querem dizer que estão ocupadas, se for verde, está livre.
— Nossa, é bom saber — falei com um sorriso —, mas acho que não vou precisar.
— Nunca se sabe quem você pode conhecer — ele disse, também sorrindo.
— Sou uma mulher casada, não brinca com isso.
— Desculpa, mas aqui tem vários homens e mulheres casados, hahaha.
Pensando que ele tinha tirado uma com a minha cara, continuei conversando com o pessoal da festa até que, sem saber como, passei um tempão com um cara chamado Enrique. Ele era talvez mais novo que o Juan, mas era igualmente gostoso, tinha uma conversa muito madura e acabamos falando de política. As ideias dele eram opostas às minhas e eu adoro discutir esse assunto. Saímos pro jardim com uma taça de espumante na mão e num banco ao lado da piscina continuamos o papo até que, do nada, ele me diz:
— Você tá me deixando louco, vamos procurar um quarto livre?
Fiquei perplexa, um garoto de pouco mais de 20 anos queria transar comigo, que tinha o dobro da idade dele, e me falou isso sem rodeios. Quando consegui reagir, falei que não, que Ela era uma mulher casada e não fazia essas coisas, não insistiu, mas perdeu o interesse por mim.
Quando precisei ir ao banheiro, subi para o andar de cima, já que o de baixo estava ocupado. Passei na frente dos cinco quartos da casa, e só em um tinha a placa verde !!!!!!!. Tentei abrir a porta do banheiro, mas também estava ocupado, então esperei. Pouco depois, saiu uma garota enrolada numa toalha, que foi direto para um quarto.
Quando voltei pra festa, não foi difícil puxar conversa com um grupinho de duas garotas e dois caras. Acabamos os cinco no jardim e, de repente, uma das garotas diz:
— Vamos dar um mergulho?
— Claro — respondeu a outra, e olhando pra mim, perguntou: — Vai encarar?
— Agora não tô a fim — respondi.
E num piscar de olhos, elas tiraram o vestido pela cabeça, ficando só de fio-dental minúsculo, e pularam na água. Continuei conversando com os dois caras. Depois de um tempo, já tinha mais gente na piscina, todo mundo de roupa íntima e as mulheres quase todas com os peitos de fora. De repente, um dos caras me diz:
— Quer que a gente vá pra um quarto nós três?
Mas, onde é que eu fui me meter? Em uma hora, um cara já tinha querido transar comigo e dois outros queriam fazer um menage. De novo, não soube como reagir, então falei:
— E elas?
— Acho que não vão se juntar — disse um, rindo. — Elas são um casal de lésbicas.
— Ou talvez sim — respondeu o outro. — Podia ser divertido.
Sem perceber, em vez de evitar, eu tava entrando no jogo deles. Obviamente, falei que não e fui embora. Nisso, esbarrei no Juan, que me perguntou como eu tava me divertindo. Falei:
— Considerando que, desde que cheguei, já me convidaram duas vezes pra subir pra um quarto, e uma delas era pra fazer um menage, muito bem — falei num tom sarcástico.
— Fico feliz que você se integrou — disse ele, rindo.
— Vou ver que outras propostas vão me fazer — respondi, também rindo.
Não vou negar que fiquei bem excitada. Conversei com várias pessoas e... Enquanto eu comia uns bolinhos, uma garota se aproximou de mim e, sem rodeios, sussurrou no meu ouvido:
"Meu amigo e eu queremos fazer um menage com você. Topa?"
"Puxa", respondi, "já me ofereceram um cara só pra mim e eu recusei, depois dois só pra mim e também não aceitei. O que te faz pensar que eu vou topar meio?"
A garota saiu de cara feia, enquanto a escadaria era um sobe e desce de gente. No fundo, adorei ter feito tanto sucesso, ainda mais considerando que estava entre pessoas que eu ganhava em idade por mais de 15 anos. Não estava me divertindo nada mal!
Quando deu três horas, o pessoal começou a ir embora. Não sobravam mais de vinte pessoas. Pensei que devia fazer o mesmo, então procurei o Juan pra me despedir, mas não o encontrei. Alguém disse que ele tinha subido pro quarto, e eu não ia interromper, então decidi esperar ele descer. Saí pro jardim e era uma loucura: a piscina tava cheia de garotos e garotas pelados ou quase. Na grama, um casal transando descaradamente. Pensei que precisava ir pra casa logo. Minha pobre calcinha fio-dental tava absorvendo os fluidos que podia, mas logo não ia dar conta. Ficava imaginando como ia me masturbar pela segunda vez no dia, quando uma mão tocou meu ombro. Era o Juan. Me virei com um sorriso e falei que tava indo embora. Ele insistiu que ainda era cedo e que tinham muitas horas de diversão pela frente. A verdade é que eu não podia dizer que precisava ir pra casa me masturbar. Ele completou:
"Talvez se você ficar, sejam três caras que vão te chamar pra subir pro quarto, hahaha."
"Se forem três só pra mim, quem sabe eu penso", falei rindo.
"Por enquanto você já tem um disposto, só faltam dois. Talvez os que te chamaram antes sirvam."
"Acho que não", falei, "já vi eles subindo com uma garota, hahaha. Você vai ter que esperar eu achar mais dois, hahaha."
Nem eu mesma acreditava que tava brincando com esse assunto.
"Se quiser, eu ajudo a procurar", ele respondeu.
"Agradeço muito, hahaha, mas se eu me interessar, me viro sozinha. Sozinha, hahaha
Não esquece de contar comigo pro terceiro.
Com certeza, se me convencerem, você vai ser o terceiro, hahaha, mas acho que por hoje você já tá servido, acabou de descer de um quarto.
Se for você, não tô não.
Nossa, que cantada que acabou de me dar!, adorava ser desejada pelo meu vizinho, um cara gato que tinha um monte de mina de 20 anos por lá e queria me comer, isso não era nada bom pra minha calcinha fio dental, senti um pouco de lubrificação escorrendo pela perna, continuei a conversa:
Então na sua casa, cheia de meninas novas e gostosas, você seria capaz de ficar comigo que com certeza tenho uns 15 anos a mais?
Nem pensaria duas vezes, ele disse bem sério, e te garanto que nessa sala tem um monte que pensa igual.
Ah, para, falei, como podem me preferir em vez de algumas daquelas belezuras?
Espera aí, ele disse.
E foi embora, me deixando ali no meio do jardim com gente se banhando pelada, brincando e se tocando descaradamente na água, e uns dois casais transando, um deles gemendo a menos de um metro. Além disso, eu sabia que ele ia perguntar pra quantos caras tava afim de me comer, não acredito que podia existir uma situação que me deixasse mais excitada!!!!!
Eu via ele conversando com os caras, a maioria tava sozinho, mas alguns com uma mina, ele tinha um bloquinho e anotava algo em cada um, esperava impaciente igual uma criança pra saber o resultado, que não era nada mais do que quantos caras jovens que eram mais gostosos que o pão queriam me comer, affff.
Quando ele terminou com o último, veio até mim e disse:
8 caras e três minas.
O que você perguntou exatamente?
Se eles tão afim de te comer agora.
Nossa, você não enrolou.
Pra quê?, não era disso que se tratava?
Sim, claro, deixa eu ver a lista.
Ele me entregou o bloquinho, o primeiro nome era o dele e vinham mais 10 depois.
Nossa, falei, se eu fizesse com todos, ia precisar de uma semana pra me recuperar.
É possível, ele disse, mas seria a melhor noite da sua vida.
Fiquei uns momentos em silêncio pensando naquilo. respondi e disse:
Acho que você tem razão.
Então…, subimos?
O quê????, nãoooo, não te disse que quero fazer isso
Pensei que sim, desculpa.
Além disso, como a gente ia se organizar com tanta gente, não cabe no quarto
Bom, um de cada vez, dois a dois…, claro que pelo menos eu preferiria a sós com você.
Se tivesse que escolher um, também te preferiria, falei com um sorriso nos lábios.
E foi aí que ele percebeu que eu estava na mão dele, se aproximou de mim e, me pegando pela cintura, me colou no corpo dele, não recusei, eram sensações demais em dois dias e fui incapaz de fazer isso, os lábios dele se aproximaram dos meus e não fiz nada pra evitar, em nenhum momento pensei no Pablo, só sabia que um cara de 25 anos que tinha ocupado meus pensamentos nas últimas 36 horas queria me foder e eu precisava disso, ele me pegou pela mão e subimos as escadas, o quarto dele estava livre, entramos, ele virou a placa, a cama estava toda bagunçada, com certeza um monte de gente tinha transado ali pouco antes, mas que diferença fazia?, eu também queria fazer.
De pé, nos juntamos de novo, sem parar de me beijar, ele colocou a mão nas minhas costas nuas e foi descendo devagar até minha bunda, que ele apalpou à vontade, eu fazia o mesmo com a dele, forte e firme!!!!!!.
Ele se afastou pra tirar meu vestido, eu queria que ele me visse nua, que tocasse meus peitos, que me fizesse gozar sem me importar em chifrar meu marido que estava a centenas de quilômetros, ele desabotoou as alças e o vestido caiu no chão, ficando entre meus pés, quando fiquei só de calcinha preta ele ficou me olhando, especialmente os peitos, eu sorria e estava muito excitada, me aproximei e tirei a camisa dele pra ver o corpo jovem, sem dar tempo, desabotoei a calça dele que caiu no chão, a cueca escondia uma porra de um pau maravilhoso que eu já tinha visto de longe na escuridão do meu quarto enquanto me masturbava na janela uns meses atrás, me ajoelhei e De um golpe só, puxei a única peça de roupa que eu vestia e o pau duro dele ficou apontado pra minha cara, era realmente lindo. Peguei com a mão, mal dava pra segurar inteiro, coloquei na boca, queria que ele curtisse meus lábios. Quase não cabia entre eles, mas a putaria resolve tudo. Depois de alguns minutos aproveitando minha melhor habilidade, ele me fez levantar e me levou pra cama. Lá, bem devagar, puxou minha calcinha fio dental pra baixo, revelando uma buceta que só queria prazer. Ele abriu minhas pernas pra ter uma visão melhor do buraco do tesão, passou a mão aberta pela minha bochecha, foi descendo até os peitos e continuou descendo até a buceta, onde, abrindo caminho entre os lábios, colocou um dedo em cima do clitóris. Na hora eu gemi, tava tão molhada que uns roçados já bastavam pra me fazer gozar, e o garoto soube me levar ao céu com um dedo só. Já tinha tido meu primeiro orgasmo, mas nenhum de nós dois achou que era suficiente. Ele se colocou entre minhas pernas e abaixou o rosto, esticou a língua e roçou meu clitóris de leve. Em duas ou três lambidas, comecei a arquear as costas, meu orgasmo tava prestes a chegar de novo. Ele continuou se dedicando ao máximo, as mãos dele tocavam meus peitos e eu gozei, com muita força. Me mexia de um lado pro outro, mas a boca dele me seguia e continuava me dando prazer infinito. Continuei gozando uma vez atrás da outra, quase não tinha pausa entre os orgasmos. Nunca tinha sentido nada igual com uma língua, era como se ele soubesse exatamente o que fazer pra eu aproveitar ao máximo. Quase perdi a consciência, tive que afastar ele pra não desmaiar e poder continuar sentindo prazer. Eu queria o pau dele na minha buceta e gritei:
— Me fode logo! Tá me matando de tesão!
Ele pegou uma camisinha, eu olhava praquele pau que ia me furar e não consegui evitar lembrar do Pablo, que devia estar dormindo achando que a esposa fiel dele também tava dormindo. Não fazia ideia de que um pau duas vezes maior que o dele e com 20 anos a menos tava se preparando pra me foder. Sem me mexer, apontei a pica pro meu buraco, tava com as pernas totalmente abertas e os joelhos arqueados, senti quando ela encostou no buraco e entrou centímetro por centímetro, ciente do tamanhão dela, foi devagar, pensei que nunca ia caber, mas por sorte tava enganada, quando as bolas dela encostaram na minha bunda me senti completamente cheia, como se algo imenso tivesse alcançado o fundo de mim, onde nada nunca tinha chegado, ela começou a bombar e eu a gozar, veio o primeiro orgasmo tão rápido que foi inesperado, depois de mais uns quantos, mudou de posição, me fez ficar de joelhos e braços apoiados na cama, queria me comer de quatro, eu gosto porque dá pra sentir mais a pica, claro que com aquela não precisava, ela enfiou já não tão delicadamente, minha buceta tava dilatada, enquanto enfiava e tirava passou as duas mãos pelos lados, uma pras minhas tetas e a outra pro clitóris, vocês podem imaginar como eu tava, gozando igual uma puta no cio, alheia a tudo ao redor, gemia e gritava minhas gozadas sem parar até que abri os olhos e vi que na minha frente tinha uma mina e a porta tava entreaberta, não tava nem aí se vissem o quão gostosa eu sou, fechei os olhos e continuei gozando, nessas horas, quase esquecidas até aquele dia, sou muito tarada.
Quando abri os olhos de novo já tinha um monte de gente no quarto olhando a gente e bem na frente da minha cara tinha um cara que eu nem vi o rosto, mas vi o volume na calça, instintivamente me adiantei um pouco pra chegar perto dele, não sabia quem era mas tava pouco me fodendo, vendo minhas intenções ele se ajoelhou na cama, tentei com as mãos desabotoar a calça dele, tudo sem parar de receber a pica maravilhosa do Juan, uma mão de mulher me ajudou, baixou a calça e a cueca dele e apontou a pica já dura pra eu meter na boca, abri, a mina continuava segurando e fazendo eu conseguir acompanhar com os lábios, porque eu me mexia muito com as investidas que o Juan me dava, mas a mão dela também subia e descia na pele dele e acariciava os ovos, nunca tinha sentido o que era uma penetração dupla boca-buceta nem gozar com a boca cheia de uma pica, e num desses orgasmos entre a minha siririca e as carícias da mina, o cara disparou gritando o leite na minha boca, sentia um orgasmo na buceta e jorros de porra chegando na minha garganta ao mesmo tempo que eu engolia sem deixar escapar uma gota. O cara se afastou, mas na hora a mina trouxe outro homem, já pelado e com a pica apontada pra mim, demos exatamente o mesmo tratamento.
Quando já tinha engolido a porra dos dois caras, o Juan tirou a pica da buceta, verdade seja dita, não fazia ideia de quanto tempo a gente tava naquilo nem quantos orgasmos eu tinha tido, pensei que ele tinha cansado, mas as intenções dele eram outras, senti uma língua lambendo meu buraco do cu e um dedo entrando, tava lubrificando, fiquei com medo de que as dimensões fossem exageradas e além disso fazia tempo que não praticava por esse buraco, mas tudo me era indiferente, com muito cuidado ele começou a me penetrar o cu, no começo doeu, mas sabia que muito prazer me esperava, quando a dor passou, me entreguei de olhos fechados, uma mão acariciava meu clitóris, quando num momento de lucidez abri os olhos vi que não era a dele e só me deu mais tesão, na hora várias mãos se juntaram e me tocavam o corpo todo, meus peitos eram especialmente bem atendidos, a mina que antes tinha me dado duas picas pra eu engolir trouxe outro cara que também chupei a pica, mas notei que, se com uma mão eu ainda segurava a pica dele e acariciava os ovos, passei a outra por entre meu pescoço e o braço e a dirigi pra um dos meus peitos, teve que lutar com várias pra alcançar, eu continuava gemendo e gozando, e quando essa terceira pica também encheu minha garganta de porra e se afastou, a mina fez que eu me levantasse, sem tirar a pica do Juan do meu cu e afastando todas as mãos, ele me segurou com um braço e colocou a outra mão no meu clitóris. Não demoramos pra nos esfregar, as outras mãos alternavam entre meu corpo e o da garota. Eu sabia que podia dar prazer pra ela também, nunca tinha tocado outra buceta que não fosse a minha, mas se eu gostava, ela também ia gostar, então me dediquei a tocar a dela. Tava muito molhada e ela gostou, porque gozou igual a mim.
Alguém apontou ela e me vi na frente de um cara cuja pica se enfiou entre minhas pernas. Foi a própria garota que pegou e introduziu na minha buceta. Que delícia a dupla penetração, meus buracos de prazer estavam cheios. Juan e o cara se moviam no mesmo ritmo.
Juan realmente aguentava muito, nunca tinha encontrado um cara capaz de resistir tanto, e ainda mais em circunstâncias como aquelas. A garota ficou ao lado, acariciando nós três, eram várias mãos fazendo isso. Vi um cara se aproximar dela por trás com a pica apontando pra buceta dela. Ela se arqueou e abriu as pernas pra ele enfiar. Coloquei a mão na buceta dela e, ao tocar o clitóris, roçava na pica daquele homem.
Mas tudo tem um fim, e senti a pica do Juan se contorcendo no meu cu enquanto ele gritava o orgasmo dele. O cara que tava fodendo minha buceta também se contorceu, e o que tava com a garota gozou dentro da buceta da minha amiga desconhecida. As duas mulheres e os três homens gozamos ao mesmo tempo.
Desabei exausta na cama, Juan fez o mesmo do meu lado. Aos poucos, o pessoal foi saindo, menos a garota, que também ficou na cama. Juan tirou a camisinha, tava cheia de porra. A garota se jogou na pica dele e lambeu o que sobrou. Eu tava exausta, mas não podia negar nada a um homem que me deu tanto prazer, então ajudei ela. Juntas, além de deixar a pica dele limpa, conseguimos fazer ele endurecer de novo. Deitei o Juan pra colocar a garota por cima, e quando fui pegar uma camisinha, Disse que não, sem pensar nisso fiz ela se colocar entre as pernas dela e abaixar o corpo pra que ela curtisse a piroca que tanto prazer tinha me dado, mas além disso elas mereciam minhas carícias e eu as dei igualmente pra ambas, sentia que devia isso, ela gemia e gozava com força, como eu tinha feito um tempo antes, adorava ver os dois se divertindo e assim fiquei até que Juan gozou dentro da buceta, ia contando entre gemidos como sentia o leite entrar até o fundo, quando ele caiu ao lado dela pensei que daquele leite eu não tinha engolido nada, então me coloquei entre as pernas da garota que transbordava porra e aproximei a boca pra lamber a buceta dela e engolir aquele leite misturado com os fluidos dela, além de deixar tudo limpinho de porra e fluidos, arranquei dela um último orgasmo lésbico.
Já todos mais calmos, percebi que a garota era a mesma que tinha me pedido um ménage, além disso era a namorada do Juan, ou seja, meu vizinho tinha mandado ela me pedir pra me foder.
Fui tomar banho, era muito tarde, já estava clareando, quando saí Juan me disse:
"Soube que a gente ia foder quando vi como seus mamilos marcavam na camiseta hoje à tarde. Fiquei tão tesudo que me masturbei pensando em você, mas nunca imaginei que você gozasse assim. Já te falei que essa poderia ser a melhor noite da sua vida."
"E foi sem dúvida", respondi, apesar de não ser necessário, meu rosto já dizia tudo.
Quando saí do quarto não tinha mais nada, me despedi do Juan e da garota e já na porta ela me disse:
"Espero que a gente possa repetir isso mais vezes."
E eu, "não se preocupa, vou encontrar o momento."
E nos demos um beijão.
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