Ontem foi sexta-feira, e acabou sendo um dia foda. Principalmente porque descobri que o professor Benjamim, além de ser um gostosão bonitão, é uma pessoa muito doce e legal. Como tô devendo um teste de corrida pra ele, tive que bater um papo e nesse tempo percebi como ele pode ser gente boa, tanto que ele arrumou um tempinho hoje pra aplicar o teste e agora mesmo ia encontrá-lo, ele deve estar me esperando na entrada do curral. Tava me aproximando quando vejo ele acenar a mão no ar. Me apressei ao ver ele sorrindo, parecia que tava me esperando ansioso. Quando cheguei, ele passou a mão no meu ombro e me envolveu com o braço, uma parada que me deixou totalmente sem reação porque sempre achei que eu não era lá essas coisas pra ele. Ele explicou as regras e comecei a correr, tinha que chegar até um morro lá longe e ele ia do meu lado cronometrando, claro que pra ele não ia ser esforço nenhum porque é um cara muito atlético e fortão. Enquanto corria do meu lado, percebi como as pernas dele são sensuais; musculosas e peludas, grossas que nem um tronco. O short dele era bem justinho e sexy, além de todo mundo concordar que ele tem uma bunda deliciosa. Nem vou falar do torso, é um dos melhores que já vi, claro, tratando-se de um professor de educação física. Os minutos de corrida passavam e eu me sentia cada vez pior, o cansaço era terrível e tava muito calor, de repente percebi que já tava no pé do morro. — Vamos, Alextian, você consegue! — Ele não parecia cansado nem um pouco. De repente, senti meus olhos fechando sozinhos e, sem perceber, apaguei. A próxima coisa que lembro é que tava deitado no peito nu, quentinho e peludo do professor Benjamim, enquanto ele me aninhava e acariciava meu cabelo com as mãos quentes de homem adulto. Levantei o olhar e ele me sorriu com um olhar caloroso. Percebi que ele usou a camiseta dele pra cobrir minhas pernas. Já tava frio e eu tava de shorts.
—Você desmaiou por causa do cansaço, se esforçou demais —Ele concluiu a frase com um carinho suave na minha bochecha.
—Mhhmh, que decepção… Desculpa, acho que você tá com frio —Deduzi.
—Não se preocupa, graças a você eu me mantive quentinho —Percebi que tava abraçando ele com muita força, e que nossas pernas estavam entrelaçadas e, sem perceber, eu tava acariciando ele. Aí me toquei do quão quente e musculoso o corpo dele era. E os pelos das pernas dele me excitavam ao roçar na minha pele lisa. Não me preocupei e, num gesto bem carinhoso, passei a bochecha no peito peludo dele e falei:
—Valeu —depois sorri.
—Era o mínimo que eu podia fazer por você, depois desse esforço todo que você fez, você é um garoto muito persistente, isso é adorável —Ele acariciou minha bochecha com ternura, me deixando muito excitado.
Depois a gente levantou e eu tava com muito sono, mas ainda tinha que descer a colina.
—Acho que você tá muito cansado, não quer que eu te carregue?
—Não precisa, deve ser um saco —Terminei a frase com um bocejo.
—Não é nenhum saco, além do mais você é bem leve —Ele se aproximou por trás e, enquanto me elogiava, passou a mão na minha barriga, a situação era muito excitante.
—E você muito forte —Apontei acariciando o braço musculoso dele, ele num gesto de aprovação fez força e o braço durão ficou ainda mais rijo.
Aí ele me carregou nas costas, eu me segurei no torso nu dele. Enquanto a gente avançava, eu acariciava o peito musculoso dele, era tão duro e ao mesmo tempo tão gostoso, tão quente. Os pelos eram tão macios e agradáveis. Dava pra sentir o coração dele batendo. Quando chegamos no pé da colina, tirei a camiseta que ele tinha me emprestado e devolvi, porque tava muito frio, e aí seguimos o caminho até a cidade.
No caminho a gente foi conversando e foi muito legal, percebi que o professor é uma pessoa muito doce. De repente, começou a ventar uma brisa fresca.
—Vem, não quero que você fique doente —Ele me puxou pra perto. Em seu corpo e então me envolveu com seus braços fortes para me aquecer.
—Muito obrigada, você é muito gentil—Ousei acariciar seu torso quente enquanto caminhávamos, ele se expandia e contraía a cada respiração e eu sentia seu coração bater.
—Sabe, Alex, acho que posso te chamar assim…
—Claro, pode ficar à vontade.
—Bom, Alex, esses últimos dias me serviram para te conhecer melhor, e percebi que você é um menino muito doce—Levei alguns segundos para processar o que ouvia, então ele acariciou meu cabelo com ternura.
—Bom, eu acho que você também é muito doce, professor, e nesses últimos dias adorei passar tempo com você, o fato de ter ficado cuidando de mim na colina me fez muito feliz—Declarei com o tom de voz mais meigo possível e então, de forma provocante, me aninhei no peito dele e o abracei pela cintura num gesto de carinho.
Sem perceber, já tínhamos chegado ao curral, e um momento depois já era hora de nos despedirmos, afinal já era noite.
—Que pena termos que nos despedir, me diverti muito com você, professor.
—Eu também gostaria de continuar conversando, mas já é muito tarde, embora adoraria te ver de novo. Hoje descobri que gosto muito de você, Alex.
—Eu também, professor, adoraria passar outro dia com você…
—Me diga, você está ocupado amanhã? Porque pode vir na minha casa, além disso, moro sozinho e você poderia me fazer companhia.
—Não tenho nada para fazer, e também estou sozinho, minha mãe só volta na próxima sexta.
—Sério? Mas segunda é feriado, por que você não dorme na minha casa? Podemos fazer uma mini-pijamada de dois, haha.
—Haha, parece ótimo, você é muito gentil, professor—Sem pensar, o abracei com carinho.
—Com certeza vamos nos divertir muito, bom, até lá—E num gesto surpreendente, me deu um beijo na bochecha, o que me deixou paralisado e excitado.
Será que o professor Benjamin está atraído por mim? Porque isso seria fenomenal, como eu desejava ter aquele Corpo de macho descomunal. Não vejo a hora de amanhã chegar pra visitar ele na intimidade. Tô decidido a dar em cima dele ao máximo, dessa vez vou esgotar todas as chances, tenho certeza que vou encontrar alguma surpresa.
E o dia chegou, já tá entardecendo e o professor gostoso vai vir me buscar de carro, não é genial?
Minutos depois, ouvi a buzina tocar lá fora de casa. Como esperava, saí pra encontrar o Benjamin todo ansioso, só levei uma mochila com meu pijama, que por sinal é bem provocante. Ao sair, encontrei ele me olhando pela janela do carro, os olhos verdes dele tinham uma expressão tão adorável, ele é muito lindo.
— Oi, professor.
— Me chama de profe, Alex. Beleza, sobe — ele acenou com a mão indicando o convite.
O carro tava bem quentinho e ele ligou o rádio, a música que tocava era boa e o cheiro era delicioso, o clima tava bem romântico, afinal. Será que ele já tinha preparado tudo?
— Que bom que você veio, tava ansioso pra chegar — depois de falar isso, fiquei corado de um jeito provocante.
— Claro que eu ia vir, também tava ansioso pra te ver, ontem sonhei com você… — com essas palavras, ele me fez suspirar, ainda mais porque me envolveu com o braço e me puxou pro corpo dele, depois começou a acariciar minha bochecha, a mão dele era tão quente e grande, era tão gostoso, num gesto involuntário eu acariciei a mão dele e ele sorriu docemente.
— Ah, é? Eu não lembro dos sonhos que tive, mas com certeza você estava em algum — não podia ficar pra trás.
— Por que você tem tanta certeza?
— Sempre sonho com coisas que me fazem feliz.
— Eu te faço feliz? Isso… não sei o que dizer…
— Pelo menos ontem eu fui, obrigado, professor — me deitei no peito dele de um jeito bem provocante, a essa altura, que se dane.
— Ahhh, claro… Bom, espero que hoje você também se divirta comigo, tenho certeza que sim… — quando ele terminou a frase, já tínhamos chegado na casa dele.
Entramos na hora, era um lugar bem espaçoso, dá pra ver que ele é um homem muito organizado, mesmo morando sozinho. Nos acomodamos num sofá, era bem gostoso e grande, tanto que o professor decidiu se esticar nele.
—Vai, deita, fica à vontade—Ele pegou minha mão e me puxou pra cima dele, fiquei deitado sobre o corpo de macho forte dele. Aí pude sentir como o pau dele se destacava da roupa e roçava na minha bunda, era um volume enorme e delicioso, comecei a sentir uma excitação muito forte.
—É bem confortável, professor—Me aninhei no peito dele e comecei a acariciá-lo.
—Você é bom em fazer carinho, Alex.
—Éh, sério?
—Claro, suas mãos são muito macias—Então ele envolveu minhas mãozinhas nas mãozonas de homem grande dele, eram muito grandes e quentes.
—Eu também gosto das suas mãos, são tão grandes e mornas, adoro sentir elas—Não acredito que tive coragem de falar isso.
—É bom saber disso—ele sorriu com carinho—Por que não tiramos os sapatos? Assim fica mais confortável, não acha?
—Tem razão—Tiramos os sapatos e ficamos de meias, as minhas eram roxas com estampas Emo.
—Que meias lindas, Alex, mas tira elas também.
—As meias também, pra quê?—Tirei elas e ele também tirou as dele, verdade seja dita, meus pés gelaram bem rápido.
—Pra poder fazer isso—Não consegui evitar a excitação quando ele começou a esfregar os pés dele nos meus, eram tão grandes e quentes, até peludos, era a melhor sensação.
—É muito gostoso, professor, seus pés são tão quentes.
—Queria aquecer seus pezinhos, eles são muito macios, sabia?
—Que bom.
—Você gosta?
—Sim, meus pés esfriam fácil, obrigado.
—Bom, não quer comer alguma coisa?
—Sim, agora que você falou, tô com muita fome.
—Então tem pizza, espera uns 5 minutos pra esquentar, ok?
Ele foi esquentar a pizza e ligou a TV, quando a pizza ficou pronta, serviu nos pratos e sentou pra ver TV do meu lado.
—No noticiário sempre acontece algo trágico, por isso não gosto de ver...
—Ah, desculpa, professor, não sabia.
—Não se preocupa, pode ver o que quiser.
—Deve estar passando... Algum filme bom num dos dez disponíveis.
—É provável, procura um se quiser—levantou e apagou a luz, sintonizei um canal e tava passando uma cena romântica. Naquela hora chegou do meu lado e me abraçou por trás, rodeou minha cintura com os braços grandes e musculosos dele sem dar explicação, quase desmaiei.
—O filme parece interessante—falou num tom safado.
—Parece, eu adoro filmes românticos.
—Então você é um garoto muito fofo, Alex—encaixou o queixo no meu pescoço, a barba dele me excitava.
—Dá pra dizer que sim—minha voz tremia.
—Acho que sim, isso é muito bonito num cara—sussurrou no meu ouvido e um arrepio percorreu meu corpo, depois acariciou suavemente meu cabelo com a mão esquerda, a mesma que depois desceu até encontrar a minha. Aí a cena acabou.
—Bom, terminamos, me passa o prato, vou deixar na pia.
—Vou escovar os dentes—peguei minha escova da mochila e entrei no banheiro, soube qual era porque a porta tava escancarada, igual a dos outros cômodos, acho que como mora sozinho não liga de deixar abertas. Um instante depois ele abriu a porta e entrou com a escova de dentes na mão, se colocou atrás de mim como costuma fazer e começou a escovar.
—Quer tomar banho, Alex? Pode usar a banheira se quiser.
—Tá bom—Na verdade precisava me refrescar com a situação quente que tava vivendo.
A água da banheira era tão quente que me excitou, de repente comecei a ter fantasias com o professor Benjamim, e é que tanto observar as qualidades físicas dele, e sentir elas, tinha me afetado. Parei pra observar meu corpo, percebi como tava magro e esbelto, além disso minha pele é muito macia, me pergunto se o professor vai gostar.
Saí do banheiro e ele tava esperando no mesmo sofá.
—Acho que é minha vez—Entrou pra tomar banho dessa vez, enquanto eu esperava no sofá. Enquanto ouvia o som da esponja roçando na pele dele Me imaginei ele pelado. Aquele corpo escultural sem roupa, musculoso e peludo, com aquele pedaço enorme de pau ao alcance, me fez ficar ainda mais excitada. Então me deu vontade de ir ver se ele já tinha terminado, quando de repente percebo que a porta estava aberta e ele estava saindo do chuveiro. Contemplei ele só de costas, mas não consegui evitar a ereção, saí rápido do lugar envergonhado, espero que ele não tenha me visto, devia ter imaginado que ele ia deixar a porta aberta, afinal ele tá acostumado a fazer isso.
—Com licença, professor, vamos nos deitar agora?
—Sim —respondeu do banheiro.
—Então vou pro seu quarto —Me escafedi rapidamente até o quarto dele, que era o único cômodo que tinha. Quando entrei, levei uma surpresa excitante, só tinha uma cama. Me deu uma sensação de euforia e eu vesti o pijama na hora, tava muito feliz em saber que ia dormir junto com o professor. No quarto tinha um espelho grande na frente da cama e eu me admirei. O pijama era bem justinho e feminino, partindo do fato que é rosa, é de duas peças. A parte de baixo é um short super pequeno, entra irremediavelmente entre minhas nádegas e as deixa bem empinadas. Por outro lado, a blusinha é muito macia. Fiquei mais um tempinho sentada na cama me olhando.
—Não precisava se assustar, afinal eu tava quase saindo —Ele me agarrou de novo pelas costas, mas dessa vez senti o calor do peito dele mais claramente, porque ele só tava com uma toalha amarrada na cintura.
—Is-isso... desculpa, professor, não fazia ideia que a porta tava aberta.
—Que importa, não se preocupa —Ele me abraçou com mais força —Esse pijama é lindo, fica perfeito em você, e é tão macio... —senti o volume entre as pernas dele de novo, a excitação era insuportável.
—O senhor acha? Obrigada, professor —meu tom mostrava nervosismo, até ouvi uma risadinha safada da parte dele.
—Vem —pegou minha mão e me levou até a cama, sentou do meu lado. Dessa vez pude perceber de verdade o quanto que delícia, as partes mais gostosas do corpo dele estavam na minha frente, bom, quase todas. O peito dele eu já tinha visto antes, mas as coxas não, e sem querer fiquei besta olhando pra entreperna dele.
—Gostou das minhas pernas, Alex? Vem, toca—Ele segurou minha mão direita com a dele e levou até a coxa. Quando minha mão encostou, eu tremi. Ele tava tão duro e quente, peludo como de costume, típico de um macho forte que nem ele. Comecei a acariciar devagar, já não ligava mais pro que tava fazendo, minha mão subia cada vez mais perto da entreperna dele.
—Professor, suas pernas são bem musculosas e quentes, os pelos fazem cócegas em mim.
—Você gosta de me acariciar, acho que curte lugares duros e peludos, né?—Quando ele falou isso, eu fiquei vermelho, mas já não me importava mais que ele percebesse, meu corpo pedia pra ser possuído por um macho daquele.
—Bom… sim.
—Toca aqui—Ele levou minha mão até a barriga dele, eu não tinha notado antes, mas ele tem aquela área bem definida igual ao resto do corpo, uma fileira sensual de pelo brota do pau dele até ali, é uma parada tão masculina, acariciei o lugar com tanta safadeza… a área tava ardendo, porque tava perto do pauzão dele e os músculos definidos eram tão duros.
—Nossa, que gostoso, professor…
—Pois tenho outra área peluda e dura pra você, Alex, lindinho—Sem eu perceber, o pau dele tinha subido entre as pernas, era gigante mesmo ainda coberto pela toalha branca. Fiquei em choque por uns segundos e, antes de me recuperar, ele me segurou com aquela força descomunal e me beijou selvagemente, senti meus lábios se desmanchando nos dele, a língua dele era tão grande que enchia minha boca, eu mal conseguia respirar.
—Ahh, professor… eu…
—Sabe o que eu sonhei ontem à noite, Alex? Que eu te comia, que entrava no seu cuzinho macio e possuía seu corpo. Faz tempo que eu quero te penetrar e te dar prazer, você me excita tanto, toda vez que penso em você eu fico duro. Toca, querido, vem toca aqui—Ele agarrou minha mão e levou pra debaixo da toalha dele. Ele me olhava com luxúria e aproximava o rosto devagar na minha direção, pra me beijar lentamente enquanto me encarava com aqueles olhos verdes.
Quando cheguei na virilha dele, senti na hora aquela pica enorme, cheia de pelo.
— Ahhh, professor, é tão quente e dura… é tão grande, ohh professor, eu gosto tanto de você, eu amo.
— Tá dura, né? Tá vendo como você me deixa duro, gostoso? É toda sua, lindo — Aí ele tirou a toalha de vez. Agora eu podia ver com meus próprios olhos como era linda aquela pica de homem adulto, tinha pelo menos vinte centímetros, bem grossa e cheia de veias…
— Ahh, professor, que homem viril o senhor é, que pica enorme, professor… nunca vi um homem tão gostoso como o senhor, tão musculoso e alto, tão quente, eu adoro! — Beijei ele com tudo, sem pensar.
— Toca aqui, bebê, passa essas mãozinhas macias, isso… — Eu apalpei de novo, e dessa vez tava ainda mais inchada do que antes, era a melhor coisa.
— Ahhh, professor, quero provar, por favor.
— Claro, meu menino, vem — Ele pegou na minha cabeça enquanto eu descia até a pica dele, e quando fiquei de frente pra ela, minha boca encheu d'água. Peguei ela e enfiei tudo na boca, era gigante, enchia tudo, mas era tão gostoso que eu não conseguia parar de lamber.
— Ooooghhh, amor, você é bom demais, sua língua é macia, que sensação boa… Ohhh, ohhhh — Os gemidos de prazer dele, bem masculinos, aumentavam minha excitação pra um nível que eu nem imaginava.
— Professor, por favor, me fode! Quero sentir essa pica gigante de macho dentro do meu corpo!
— Claro, gostoso, vem cá, me abraça — Ele me abraçou e me beijou, depois me deitou de costas na cama, se enfiou entre minhas pernas e encostou a ponta da cabeça no meu cu, a sensação era deliciosa, o calor que o pau dele irradiava era intenso.
— Por favor, professor, entra no meu corpo, eu imploro!
— Calma, meu amor, quero que você sinta bem — Aí ele montou em cima de mim e me abraçou enquanto eu me enroscava. suas pernas com as minhas. Ela tinha razão, a sensação era imbatível.
— Oh professor, sinto seu corpo inteiro de homem musculoso e peludo me envolvendo, me sinto tão protegido, eu te amo!
— Quero ser muito carinhoso com você, meu menino — Ele começou a esfregar os pés nos meus, e segurou minhas mãos com doçura, ambas as sensações tinham o mesmo fator em comum, sentir seus pés e mãos tão grandes e quentes me fazia sentir no céu. Em seguida, abracei ele forte pelas costas.
— Professor, meu amor, você é um homem tão grande, me faz sentir tão protegido, suas costas são tão largas.
— Eu sou seu homem, meu menino.
— Oh professor, eu te amo — então ele aproximou novamente a ponta do pau no meu ânus, eu estava pronto para recebê-lo.
— Meu amor, vou meter em você. Está pronto?
— Sim! — Naquele momento, ele investiu contra mim e introduziu o pedaço gigantesco de membro viril no meu corpo.
— Aaaaaaaah professor, é tão bom! Eu consigo sentir ele dentro, é enorme! Sinto ele entrando, a sensação de atrito é deliciosa! Eu te amo!
— Ohhhh Alex!, você é delicioso por dentro, é bem apertado, a sensação é muito boa… oh oh oh ele investia cada vez mais rápido contra mim, ao mesmo tempo que eu sentia o atrito do pau inteiro no meu reto, seu corpo musculoso, peludo e quente roçava no meu.
— Aaaaaah professor! Que pau enorme! Você é um homem de verdade! E é tão quente, eu consigo sentir!
— Ohhhh oghhhh querido, ohhh que gostoso… Vou fazer você ficar ainda mais excitado, meu amor, quero que veja como você fica lindo enquanto eu te como — Surpreendentemente e com uma força descomunal de macho, ele me pegou nos braços e se levantou da cama, andou e sentou na outra ponta, em frente ao espelho.
— Professor, o que vai fazer?
— Quero que você veja como eu penetro seu cuzinho — Imediatamente ele me sentou no pau dele e enfiou de novo, mas dessa vez devagar, enquanto olhávamos o reflexo no espelho. Ele estava certo de novo, fiquei extremamente excitado.
— Ahhh professor! Estou muito excitado —Me penetra mais forte, por favor!
—Ohhh ohhh que delícia, gostoso, isso é o melhor.
—Tô tão feliz de ter te conhecido melhor, você é o melhor professor, é o macho mais gostoso que existe!
—Oghhh ohhh meu amor, tô quase gozando…
—Eu também, professor, sinto que tá chegando! Por favor, professor, goza dentro de mim!
—Ohhh sim, meu amor, te prometo, vou te encher de porra.
—Aaaaaaaaaaaaaaaa professor! Tô gozando!
—Oooooooooh Alex! Vou encher teu cu de porra!
—Aaaahhh é incrível, dá pra sentir, o sêmen tá me enchendo, professor! Seu sêmen é tão quente, é um montão, sinto ele me preenchendo, acho que vou ter outro orgasmo! Te amo!
—Ooooghhh sim! Goza, meu amor! Te amo!
Enquanto ouvia seus gritos de prazer, podia sentir as pulsações do pauzão dele dentro de mim e a porra que ele tinha depositado no meu corpo.
—Professor, eu te quero. Por favor, fica dentro de mim, quero sentir o máximo que der.
—Claro, meu menino, vai ter quando quiser, não esquece que agora ele é teu.
—Me abraça.
Naquela noite dormimos agarradinhos, senti o calor do corpanzil do professor Benjamim a noite toda, me envolvendo, me protegendo. Sem dúvida, de agora em diante, o Benjamim vai ser o professor mais querido pra mim.
—Você desmaiou por causa do cansaço, se esforçou demais —Ele concluiu a frase com um carinho suave na minha bochecha.
—Mhhmh, que decepção… Desculpa, acho que você tá com frio —Deduzi.
—Não se preocupa, graças a você eu me mantive quentinho —Percebi que tava abraçando ele com muita força, e que nossas pernas estavam entrelaçadas e, sem perceber, eu tava acariciando ele. Aí me toquei do quão quente e musculoso o corpo dele era. E os pelos das pernas dele me excitavam ao roçar na minha pele lisa. Não me preocupei e, num gesto bem carinhoso, passei a bochecha no peito peludo dele e falei:
—Valeu —depois sorri.
—Era o mínimo que eu podia fazer por você, depois desse esforço todo que você fez, você é um garoto muito persistente, isso é adorável —Ele acariciou minha bochecha com ternura, me deixando muito excitado.
Depois a gente levantou e eu tava com muito sono, mas ainda tinha que descer a colina.
—Acho que você tá muito cansado, não quer que eu te carregue?
—Não precisa, deve ser um saco —Terminei a frase com um bocejo.
—Não é nenhum saco, além do mais você é bem leve —Ele se aproximou por trás e, enquanto me elogiava, passou a mão na minha barriga, a situação era muito excitante.
—E você muito forte —Apontei acariciando o braço musculoso dele, ele num gesto de aprovação fez força e o braço durão ficou ainda mais rijo.
Aí ele me carregou nas costas, eu me segurei no torso nu dele. Enquanto a gente avançava, eu acariciava o peito musculoso dele, era tão duro e ao mesmo tempo tão gostoso, tão quente. Os pelos eram tão macios e agradáveis. Dava pra sentir o coração dele batendo. Quando chegamos no pé da colina, tirei a camiseta que ele tinha me emprestado e devolvi, porque tava muito frio, e aí seguimos o caminho até a cidade.
No caminho a gente foi conversando e foi muito legal, percebi que o professor é uma pessoa muito doce. De repente, começou a ventar uma brisa fresca.
—Vem, não quero que você fique doente —Ele me puxou pra perto. Em seu corpo e então me envolveu com seus braços fortes para me aquecer.
—Muito obrigada, você é muito gentil—Ousei acariciar seu torso quente enquanto caminhávamos, ele se expandia e contraía a cada respiração e eu sentia seu coração bater.
—Sabe, Alex, acho que posso te chamar assim…
—Claro, pode ficar à vontade.
—Bom, Alex, esses últimos dias me serviram para te conhecer melhor, e percebi que você é um menino muito doce—Levei alguns segundos para processar o que ouvia, então ele acariciou meu cabelo com ternura.
—Bom, eu acho que você também é muito doce, professor, e nesses últimos dias adorei passar tempo com você, o fato de ter ficado cuidando de mim na colina me fez muito feliz—Declarei com o tom de voz mais meigo possível e então, de forma provocante, me aninhei no peito dele e o abracei pela cintura num gesto de carinho.
Sem perceber, já tínhamos chegado ao curral, e um momento depois já era hora de nos despedirmos, afinal já era noite.
—Que pena termos que nos despedir, me diverti muito com você, professor.
—Eu também gostaria de continuar conversando, mas já é muito tarde, embora adoraria te ver de novo. Hoje descobri que gosto muito de você, Alex.
—Eu também, professor, adoraria passar outro dia com você…
—Me diga, você está ocupado amanhã? Porque pode vir na minha casa, além disso, moro sozinho e você poderia me fazer companhia.
—Não tenho nada para fazer, e também estou sozinho, minha mãe só volta na próxima sexta.
—Sério? Mas segunda é feriado, por que você não dorme na minha casa? Podemos fazer uma mini-pijamada de dois, haha.
—Haha, parece ótimo, você é muito gentil, professor—Sem pensar, o abracei com carinho.
—Com certeza vamos nos divertir muito, bom, até lá—E num gesto surpreendente, me deu um beijo na bochecha, o que me deixou paralisado e excitado.
Será que o professor Benjamin está atraído por mim? Porque isso seria fenomenal, como eu desejava ter aquele Corpo de macho descomunal. Não vejo a hora de amanhã chegar pra visitar ele na intimidade. Tô decidido a dar em cima dele ao máximo, dessa vez vou esgotar todas as chances, tenho certeza que vou encontrar alguma surpresa.
E o dia chegou, já tá entardecendo e o professor gostoso vai vir me buscar de carro, não é genial?
Minutos depois, ouvi a buzina tocar lá fora de casa. Como esperava, saí pra encontrar o Benjamin todo ansioso, só levei uma mochila com meu pijama, que por sinal é bem provocante. Ao sair, encontrei ele me olhando pela janela do carro, os olhos verdes dele tinham uma expressão tão adorável, ele é muito lindo.
— Oi, professor.
— Me chama de profe, Alex. Beleza, sobe — ele acenou com a mão indicando o convite.
O carro tava bem quentinho e ele ligou o rádio, a música que tocava era boa e o cheiro era delicioso, o clima tava bem romântico, afinal. Será que ele já tinha preparado tudo?
— Que bom que você veio, tava ansioso pra chegar — depois de falar isso, fiquei corado de um jeito provocante.
— Claro que eu ia vir, também tava ansioso pra te ver, ontem sonhei com você… — com essas palavras, ele me fez suspirar, ainda mais porque me envolveu com o braço e me puxou pro corpo dele, depois começou a acariciar minha bochecha, a mão dele era tão quente e grande, era tão gostoso, num gesto involuntário eu acariciei a mão dele e ele sorriu docemente.
— Ah, é? Eu não lembro dos sonhos que tive, mas com certeza você estava em algum — não podia ficar pra trás.
— Por que você tem tanta certeza?
— Sempre sonho com coisas que me fazem feliz.
— Eu te faço feliz? Isso… não sei o que dizer…
— Pelo menos ontem eu fui, obrigado, professor — me deitei no peito dele de um jeito bem provocante, a essa altura, que se dane.
— Ahhh, claro… Bom, espero que hoje você também se divirta comigo, tenho certeza que sim… — quando ele terminou a frase, já tínhamos chegado na casa dele.
Entramos na hora, era um lugar bem espaçoso, dá pra ver que ele é um homem muito organizado, mesmo morando sozinho. Nos acomodamos num sofá, era bem gostoso e grande, tanto que o professor decidiu se esticar nele.
—Vai, deita, fica à vontade—Ele pegou minha mão e me puxou pra cima dele, fiquei deitado sobre o corpo de macho forte dele. Aí pude sentir como o pau dele se destacava da roupa e roçava na minha bunda, era um volume enorme e delicioso, comecei a sentir uma excitação muito forte.
—É bem confortável, professor—Me aninhei no peito dele e comecei a acariciá-lo.
—Você é bom em fazer carinho, Alex.
—Éh, sério?
—Claro, suas mãos são muito macias—Então ele envolveu minhas mãozinhas nas mãozonas de homem grande dele, eram muito grandes e quentes.
—Eu também gosto das suas mãos, são tão grandes e mornas, adoro sentir elas—Não acredito que tive coragem de falar isso.
—É bom saber disso—ele sorriu com carinho—Por que não tiramos os sapatos? Assim fica mais confortável, não acha?
—Tem razão—Tiramos os sapatos e ficamos de meias, as minhas eram roxas com estampas Emo.
—Que meias lindas, Alex, mas tira elas também.
—As meias também, pra quê?—Tirei elas e ele também tirou as dele, verdade seja dita, meus pés gelaram bem rápido.
—Pra poder fazer isso—Não consegui evitar a excitação quando ele começou a esfregar os pés dele nos meus, eram tão grandes e quentes, até peludos, era a melhor sensação.
—É muito gostoso, professor, seus pés são tão quentes.
—Queria aquecer seus pezinhos, eles são muito macios, sabia?
—Que bom.
—Você gosta?
—Sim, meus pés esfriam fácil, obrigado.
—Bom, não quer comer alguma coisa?
—Sim, agora que você falou, tô com muita fome.
—Então tem pizza, espera uns 5 minutos pra esquentar, ok?
Ele foi esquentar a pizza e ligou a TV, quando a pizza ficou pronta, serviu nos pratos e sentou pra ver TV do meu lado.
—No noticiário sempre acontece algo trágico, por isso não gosto de ver...
—Ah, desculpa, professor, não sabia.
—Não se preocupa, pode ver o que quiser.
—Deve estar passando... Algum filme bom num dos dez disponíveis.
—É provável, procura um se quiser—levantou e apagou a luz, sintonizei um canal e tava passando uma cena romântica. Naquela hora chegou do meu lado e me abraçou por trás, rodeou minha cintura com os braços grandes e musculosos dele sem dar explicação, quase desmaiei.
—O filme parece interessante—falou num tom safado.
—Parece, eu adoro filmes românticos.
—Então você é um garoto muito fofo, Alex—encaixou o queixo no meu pescoço, a barba dele me excitava.
—Dá pra dizer que sim—minha voz tremia.
—Acho que sim, isso é muito bonito num cara—sussurrou no meu ouvido e um arrepio percorreu meu corpo, depois acariciou suavemente meu cabelo com a mão esquerda, a mesma que depois desceu até encontrar a minha. Aí a cena acabou.
—Bom, terminamos, me passa o prato, vou deixar na pia.
—Vou escovar os dentes—peguei minha escova da mochila e entrei no banheiro, soube qual era porque a porta tava escancarada, igual a dos outros cômodos, acho que como mora sozinho não liga de deixar abertas. Um instante depois ele abriu a porta e entrou com a escova de dentes na mão, se colocou atrás de mim como costuma fazer e começou a escovar.
—Quer tomar banho, Alex? Pode usar a banheira se quiser.
—Tá bom—Na verdade precisava me refrescar com a situação quente que tava vivendo.
A água da banheira era tão quente que me excitou, de repente comecei a ter fantasias com o professor Benjamim, e é que tanto observar as qualidades físicas dele, e sentir elas, tinha me afetado. Parei pra observar meu corpo, percebi como tava magro e esbelto, além disso minha pele é muito macia, me pergunto se o professor vai gostar.
Saí do banheiro e ele tava esperando no mesmo sofá.
—Acho que é minha vez—Entrou pra tomar banho dessa vez, enquanto eu esperava no sofá. Enquanto ouvia o som da esponja roçando na pele dele Me imaginei ele pelado. Aquele corpo escultural sem roupa, musculoso e peludo, com aquele pedaço enorme de pau ao alcance, me fez ficar ainda mais excitada. Então me deu vontade de ir ver se ele já tinha terminado, quando de repente percebo que a porta estava aberta e ele estava saindo do chuveiro. Contemplei ele só de costas, mas não consegui evitar a ereção, saí rápido do lugar envergonhado, espero que ele não tenha me visto, devia ter imaginado que ele ia deixar a porta aberta, afinal ele tá acostumado a fazer isso.
—Com licença, professor, vamos nos deitar agora?
—Sim —respondeu do banheiro.
—Então vou pro seu quarto —Me escafedi rapidamente até o quarto dele, que era o único cômodo que tinha. Quando entrei, levei uma surpresa excitante, só tinha uma cama. Me deu uma sensação de euforia e eu vesti o pijama na hora, tava muito feliz em saber que ia dormir junto com o professor. No quarto tinha um espelho grande na frente da cama e eu me admirei. O pijama era bem justinho e feminino, partindo do fato que é rosa, é de duas peças. A parte de baixo é um short super pequeno, entra irremediavelmente entre minhas nádegas e as deixa bem empinadas. Por outro lado, a blusinha é muito macia. Fiquei mais um tempinho sentada na cama me olhando.
—Não precisava se assustar, afinal eu tava quase saindo —Ele me agarrou de novo pelas costas, mas dessa vez senti o calor do peito dele mais claramente, porque ele só tava com uma toalha amarrada na cintura.
—Is-isso... desculpa, professor, não fazia ideia que a porta tava aberta.
—Que importa, não se preocupa —Ele me abraçou com mais força —Esse pijama é lindo, fica perfeito em você, e é tão macio... —senti o volume entre as pernas dele de novo, a excitação era insuportável.
—O senhor acha? Obrigada, professor —meu tom mostrava nervosismo, até ouvi uma risadinha safada da parte dele.
—Vem —pegou minha mão e me levou até a cama, sentou do meu lado. Dessa vez pude perceber de verdade o quanto que delícia, as partes mais gostosas do corpo dele estavam na minha frente, bom, quase todas. O peito dele eu já tinha visto antes, mas as coxas não, e sem querer fiquei besta olhando pra entreperna dele.
—Gostou das minhas pernas, Alex? Vem, toca—Ele segurou minha mão direita com a dele e levou até a coxa. Quando minha mão encostou, eu tremi. Ele tava tão duro e quente, peludo como de costume, típico de um macho forte que nem ele. Comecei a acariciar devagar, já não ligava mais pro que tava fazendo, minha mão subia cada vez mais perto da entreperna dele.
—Professor, suas pernas são bem musculosas e quentes, os pelos fazem cócegas em mim.
—Você gosta de me acariciar, acho que curte lugares duros e peludos, né?—Quando ele falou isso, eu fiquei vermelho, mas já não me importava mais que ele percebesse, meu corpo pedia pra ser possuído por um macho daquele.
—Bom… sim.
—Toca aqui—Ele levou minha mão até a barriga dele, eu não tinha notado antes, mas ele tem aquela área bem definida igual ao resto do corpo, uma fileira sensual de pelo brota do pau dele até ali, é uma parada tão masculina, acariciei o lugar com tanta safadeza… a área tava ardendo, porque tava perto do pauzão dele e os músculos definidos eram tão duros.
—Nossa, que gostoso, professor…
—Pois tenho outra área peluda e dura pra você, Alex, lindinho—Sem eu perceber, o pau dele tinha subido entre as pernas, era gigante mesmo ainda coberto pela toalha branca. Fiquei em choque por uns segundos e, antes de me recuperar, ele me segurou com aquela força descomunal e me beijou selvagemente, senti meus lábios se desmanchando nos dele, a língua dele era tão grande que enchia minha boca, eu mal conseguia respirar.
—Ahh, professor… eu…
—Sabe o que eu sonhei ontem à noite, Alex? Que eu te comia, que entrava no seu cuzinho macio e possuía seu corpo. Faz tempo que eu quero te penetrar e te dar prazer, você me excita tanto, toda vez que penso em você eu fico duro. Toca, querido, vem toca aqui—Ele agarrou minha mão e levou pra debaixo da toalha dele. Ele me olhava com luxúria e aproximava o rosto devagar na minha direção, pra me beijar lentamente enquanto me encarava com aqueles olhos verdes.
Quando cheguei na virilha dele, senti na hora aquela pica enorme, cheia de pelo.
— Ahhh, professor, é tão quente e dura… é tão grande, ohh professor, eu gosto tanto de você, eu amo.
— Tá dura, né? Tá vendo como você me deixa duro, gostoso? É toda sua, lindo — Aí ele tirou a toalha de vez. Agora eu podia ver com meus próprios olhos como era linda aquela pica de homem adulto, tinha pelo menos vinte centímetros, bem grossa e cheia de veias…
— Ahh, professor, que homem viril o senhor é, que pica enorme, professor… nunca vi um homem tão gostoso como o senhor, tão musculoso e alto, tão quente, eu adoro! — Beijei ele com tudo, sem pensar.
— Toca aqui, bebê, passa essas mãozinhas macias, isso… — Eu apalpei de novo, e dessa vez tava ainda mais inchada do que antes, era a melhor coisa.
— Ahhh, professor, quero provar, por favor.
— Claro, meu menino, vem — Ele pegou na minha cabeça enquanto eu descia até a pica dele, e quando fiquei de frente pra ela, minha boca encheu d'água. Peguei ela e enfiei tudo na boca, era gigante, enchia tudo, mas era tão gostoso que eu não conseguia parar de lamber.
— Ooooghhh, amor, você é bom demais, sua língua é macia, que sensação boa… Ohhh, ohhhh — Os gemidos de prazer dele, bem masculinos, aumentavam minha excitação pra um nível que eu nem imaginava.
— Professor, por favor, me fode! Quero sentir essa pica gigante de macho dentro do meu corpo!
— Claro, gostoso, vem cá, me abraça — Ele me abraçou e me beijou, depois me deitou de costas na cama, se enfiou entre minhas pernas e encostou a ponta da cabeça no meu cu, a sensação era deliciosa, o calor que o pau dele irradiava era intenso.
— Por favor, professor, entra no meu corpo, eu imploro!
— Calma, meu amor, quero que você sinta bem — Aí ele montou em cima de mim e me abraçou enquanto eu me enroscava. suas pernas com as minhas. Ela tinha razão, a sensação era imbatível.
— Oh professor, sinto seu corpo inteiro de homem musculoso e peludo me envolvendo, me sinto tão protegido, eu te amo!
— Quero ser muito carinhoso com você, meu menino — Ele começou a esfregar os pés nos meus, e segurou minhas mãos com doçura, ambas as sensações tinham o mesmo fator em comum, sentir seus pés e mãos tão grandes e quentes me fazia sentir no céu. Em seguida, abracei ele forte pelas costas.
— Professor, meu amor, você é um homem tão grande, me faz sentir tão protegido, suas costas são tão largas.
— Eu sou seu homem, meu menino.
— Oh professor, eu te amo — então ele aproximou novamente a ponta do pau no meu ânus, eu estava pronto para recebê-lo.
— Meu amor, vou meter em você. Está pronto?
— Sim! — Naquele momento, ele investiu contra mim e introduziu o pedaço gigantesco de membro viril no meu corpo.
— Aaaaaaaah professor, é tão bom! Eu consigo sentir ele dentro, é enorme! Sinto ele entrando, a sensação de atrito é deliciosa! Eu te amo!
— Ohhhh Alex!, você é delicioso por dentro, é bem apertado, a sensação é muito boa… oh oh oh ele investia cada vez mais rápido contra mim, ao mesmo tempo que eu sentia o atrito do pau inteiro no meu reto, seu corpo musculoso, peludo e quente roçava no meu.
— Aaaaaah professor! Que pau enorme! Você é um homem de verdade! E é tão quente, eu consigo sentir!
— Ohhhh oghhhh querido, ohhh que gostoso… Vou fazer você ficar ainda mais excitado, meu amor, quero que veja como você fica lindo enquanto eu te como — Surpreendentemente e com uma força descomunal de macho, ele me pegou nos braços e se levantou da cama, andou e sentou na outra ponta, em frente ao espelho.
— Professor, o que vai fazer?
— Quero que você veja como eu penetro seu cuzinho — Imediatamente ele me sentou no pau dele e enfiou de novo, mas dessa vez devagar, enquanto olhávamos o reflexo no espelho. Ele estava certo de novo, fiquei extremamente excitado.
— Ahhh professor! Estou muito excitado —Me penetra mais forte, por favor!
—Ohhh ohhh que delícia, gostoso, isso é o melhor.
—Tô tão feliz de ter te conhecido melhor, você é o melhor professor, é o macho mais gostoso que existe!
—Oghhh ohhh meu amor, tô quase gozando…
—Eu também, professor, sinto que tá chegando! Por favor, professor, goza dentro de mim!
—Ohhh sim, meu amor, te prometo, vou te encher de porra.
—Aaaaaaaaaaaaaaaa professor! Tô gozando!
—Oooooooooh Alex! Vou encher teu cu de porra!
—Aaaahhh é incrível, dá pra sentir, o sêmen tá me enchendo, professor! Seu sêmen é tão quente, é um montão, sinto ele me preenchendo, acho que vou ter outro orgasmo! Te amo!
—Ooooghhh sim! Goza, meu amor! Te amo!
Enquanto ouvia seus gritos de prazer, podia sentir as pulsações do pauzão dele dentro de mim e a porra que ele tinha depositado no meu corpo.
—Professor, eu te quero. Por favor, fica dentro de mim, quero sentir o máximo que der.
—Claro, meu menino, vai ter quando quiser, não esquece que agora ele é teu.
—Me abraça.
Naquela noite dormimos agarradinhos, senti o calor do corpanzil do professor Benjamim a noite toda, me envolvendo, me protegendo. Sem dúvida, de agora em diante, o Benjamim vai ser o professor mais querido pra mim.
3 comentários - Professor e aluno (relato gay)