Olá, pessoal, é um prazer trazer de novo um conto da minha autoria, espero que gostem e, se for o caso, comentem... João.
Era a época em que a Espanha tomava controle das colônias da América, e esta era uma colônia em sua maioria. Aqui, numa dessas cidades, vivia um casal dos mais nobres: Dom Fernando de la Barca, um fidalgo espanhol dedicado ao comércio de tecidos, que se casara com Carlota Portales, uma mulher doce de família abastada, bem mais nova que ele.
Carlota era uma mulher realmente linda, seu porte elegante e seus modos impecáveis a faziam uma verdadeira dama, mas era sua figura que, apesar dos belos vestidos da época, deixava transparecer sua beleza escultural, sobretudo aqueles peitões enormes que ela exibia nos decotes bem na moda das ruas de Paris, pois era de lá que os traziam. A amargura chegou à sua casa quando, de forma inexplicável, Dom Fernando morreu. O frade que veio para dar a extrema-unção encontrou o defunto em seu quarto com um sorriso inusitado no rosto e só soube dizer: "Bendito seja, que com um sorriso recebeu a morte, o que indica que sua alma partiu em paz."
O que o frade não sabia era que Carlota era uma verdadeira fera na cama, e tamanha era a exigência de ser satisfeita pelo marido, que ele, sendo mais velho que ela, não aguentou aquele ritmo de vida e morreu na noite anterior, enquanto Carlota cavalgava sobre ele.
Tempo depois do funeral e com o desejo atravessado, já que o pobre defunto não conseguiu satisfazer aquela mulher ardente na sua última cavalgada, ela se pôs a buscar consolo. Numa tarde, enquanto vestida de luto sóbrio e rigoroso, passeava pela praça de armas da cidade, com o rosto coberto por um véu, ela fixou o olhar num belo rapaz que ajudava o vendedor a carregar uns fardos numa carroça. O jovem, de corpo lindo, pois para o efeito havia tirado suas roupas de mangas compridas e golas cuidadas, ficando só numa camisa de algodão, deixava... contemplar aqueles braços musculosos que, pelo esforço, estavam inchados e enormes.
"Vai e pergunta ao tendeiro de um jeito que ele não desconfie quem é esse bonitão que tão galantemente ajuda ele... vai rápido" disse a uma de suas donzelas que a acompanhava. "Miguel, diz o tendeiro que é o nome do fidalgo."
Carlota, engenhosa como era e agora com dinheiro, já que sua viuvez a deixou em excelente posição, bolou o seguinte plano: pôs-se a sair à noite e estragar seu jardim, e na manhã seguinte uma das donzelas, aflita, contou que aparentemente um animal tinha estragado o jardim. Ela então mandou pedir ao tendeiro notícias de Miguel, para que ele pudesse ajudar com o jardim. O tendeiro deu o endereço dele, e ela enviou o seguinte bilhete, dizendo para si mesma: "espero que ele seja tão esperto quanto gostoso". O bilhete dizia assim:
"Senhor Dom Miguel, gostaria que Vossa Mercê, se tiver a bondade, viesse à minha humilde casa, viesse e me ajudasse com meu jardim descuidado, pois há muito tempo não tem jardineiro que nele trabalhe e suas rosas, murchando e secando, estão suplicando para serem regadas por um homem que saiba como realizar essa tarefa. Pois tenho que lhe contar que elas são especialmente sedentas e exigem muito cuidado e tratamento que só um jardineiro experiente pode dar, e principalmente que tenha fôlego para aguentar longos períodos de trabalho, pois é extenso o que minhas flores precisam... Atenciosamente, Carlota Vda. de la Barca."
A donzela voltou ao meio-dia e trouxe resposta afirmativa de Miguel e disse muito contente para sua senhora: "O senhor diz que com muito prazer cuidará do jardim, que minha senhora não se preocupe, que ele já regou todo tipo de flor antes e que tempo e vitalidade ele tem de sobra, que minha senhora só indique quando e a que horas, e com prazer trará as ferramentas que tem para esses fins..." Um calor percorreu o corpo da mulher, pois seu bilhete tinha sido compreendido por aquele belo rapaz.
Naquela manhã de sábado, a donzela Anuncio a chegada de Miguel, pontual como havia sido pedido, e levando-o ao jardim, disse-lhe que esperasse ali pela senhora. Carlota vestiu um vestido leve, daqueles que costumava usar em casa, mas apesar do luto sóbrio que o preto denotava, aquele decote parisiense deixava entrever seus majestosos seios, ou pelo menos uma pequena parte deles.
Foi até o jardim, que já era inspecionado por Miguel, que astuciosamente havia tirado a camisa e trabalhava nele. Ao vê-lo de costas e contemplar aquela grande espinha, seu corpo sentiu um arrepio, e quando Miguel se virou para cumprimentá-la, não pôde deixar de contemplar aquele enorme volume que, em suas sungas de trabalho, se destacava grande e grosso. Isso fez com que sua buceta começasse a lubrificar só de pensar no que havia por baixo.
"O vosso jardim não está tão mal quanto vossa mercê descrevia em sua nota... são apenas alguns apetrechos e umas grades, pois poucas são as rosas realmente danificadas, my wife..." Aquela voz rouca e viril a estremeceu, e a proximidade e o aroma viril do rapaz a esquentavam ainda mais. Respondendo com um sorriso encantador e safado, disse: "Vossa mercê deve saber que não são só essas rosas que tenho em casa, pois há algumas que não gosto que vejam, e essas estão abandonadas demais. Era a essas que me referia. Acredita vossa mercê que pode cuidar dessas rosas? Pois são de cuidado especial e aspecto delicado, então ninguém as viu..."
Miguel sorriu, olhando fixamente para aqueles olhos castanhos claros de Carlota, e com um olhar firme e voz profunda, disse sem rodeios: "Vossa mercê não se preocupe, pois se observo bem, noto que ferramentas não trago muitas. Tudo o que é necessário para o cuidado da sua rosa querida, trago comigo. Só me indique onde está esse jardim abandonado, e com prazer vou regá-lo." A mulher, virando-lhe as costas, chamou suas duas criadas e, enviando-as à praça e depois ao mercado, instruiu que trouxessem a despensa, sabendo que isso levaria algumas horas, pois era longe de sua casa. casa, depois que as donzelas foram embora, voltou ao jardim e, dizendo ao rapaz onde ficava o quarto dela, o guiou apressadamente. Uma vez lá, ela apareceu novamente, mas desta vez com um olhar ardente e lascivo. Sem dizer uma palavra, o rapaz se dedicou a beijar aqueles lábios carnudos e sensuais, enquanto suas mãos se ocupavam em desabotoar a fileira de botões da blusa. Quando a tirou, tinha diante de si um lindo torso feminino preso em um espartilho preto que apertava um enorme par de peitos túrgidos e deliciosos. Ele pousou os lábios no pescoço da dama e, beijando a parte de cima dos seios, desatou as tiras do espartilho. Quando terminou, seus olhos contemplaram uns peitões brancos com auréolas morenas e mamilos grandes e eretos. A senhora não podia acreditar que o volume agora debaixo da calça de trabalho do rapaz parecia querer explodir, e a buceta dela se lubrificava cada vez mais. Tirando a camisa dele, descobriu um peito masculino perfeito, musculoso e peludo, um par de braços grandes e fortes. Mordendo o lábio inferior, enquanto o jovem, colado nos peitos dela, já tinha tirado grande parte do vestido. Quando tirou a anágua branca, ficou diante de um lindo par de pernas longas e perfeitamente torneadas que sustentavam um corpo maravilhoso. "Esta é a rosa de que falei. É delicada e precisa de muito trabalho, pois não floresce tão rápido quanto outras que sua mercê certamente já regou", disse Carlota sensualmente. A visão daquela flor fez o jovem jogar a senhora na cama e tirar a grande calcinha que ela vestia, e diante dele estava a buceta dela, povoada por uma fina penugem púbica. Abriu-lhe as pernas o máximo que pôde e, sem mais, mergulhou naquela racha que já jorrava líquido, e, dando lambidas, foi abrindo-a com a língua, fazendo os fluidos jorrarem daquela caverna tão desejosa de carne de rapaz. "O que você está me fazeeendo... sua mercêêêê mmmmmmm isso eu não conhecia, mas não pareee mmmmmm onde... como..." dizia a senhora ao sentir aquilo. Carícias nunca antes dadas à sua flor de mulher, era parar e continuar passando a língua naquela buceta pulsante e molhada enquanto segurava os peitos monumentais da senhora. Depois de um momento, o corpo da dama se arqueou e seus fluidos foram muitos; o rosto do rapaz ficou coberto de fluido daquela flor, mas sem parar a investida, continuou lambendo e chupando aquela delícia. O jovem se levantou, pronto pra terminar o serviço, mas a senhora pediu que deixasse ele ver ele nu, pois tinha curiosidade sobre a hombridade dele. Ele baixou as calças e, depois de tirar as cuecas compridas, deixou no ar um baita pedaço de ferramenta, ereta e comprida, mostrando todas as veias inchadas e azuladas, coroada por uma cabeçona vermelha e gotejando líquido pelo buraco único que tem. "Bendita providência, pareceis um garanhão de puro sangue, que grande e grossa é vossa hombridade; na minha vida pensei que existisse coisa tão bela... me permitis tocá-la..." "Vossa mercê pode tocar e fazer o que quiser, esta é a ferramenta de que vos falei; com ela, com certeza vossa rosa ficará bem tratada, se vossa mercê tiver vontade dela." Aproximando-se, ela pegou o pau enorme do jovem e, subindo e descendo a pele com cuidado, abria os olhos o máximo que podia, pois não acreditava no tamanho daquilo. O jovem, já ardente, pegou a senhora, que estava de joelhos na frente dele, e colocando entre os peitões aquela grande pica, a prendeu com ambas e começou a se masturbar assim. O aroma e o calor faziam a buceta da mulher ficar molhada demais, e não aguentando mais a espera, ela se levantou e se deitou de barriga pra cima na cama, e com um gemido abriu suas pernas esplêndidas, oferecendo sua rosa ao seu jardineiro jovem e forte. De uma só vez, e como um toureiro ao enfrentar seu inimigo, ele deixou ir fundo sua espada de carne dura, grossa e enorme; sentiu como abria as paredes daquela buceta, até sentia que tocava no fundo dela. adorando o formigamento que o topar no fundo causava, tentava ir mais fundo.
"aahhhgggg......mmmmmmm.......vosmecêêê tááá me mataaando ahhhhha assim sim não pareis por nada duruuu maissss duruuu que faz tempo que não regavam meu jardim mmmmmmmmduro muuuuuito....."
ela sentia como suas paredes da buceta se enchiam a cada estocada, e como sua buceta era batida e preenchida por aquele pedaço enorme de pica, tentava abrir mais as pernas pra receber mais do seu jovem amante, mas já não conseguia, enquanto ele, enlouquecido, lambia e mordia seus deliciosos mamilos eretos e morenos, a estocada começou a ficar mais e mais rápida e ela parou o amante e pediu que ele se deitasse na cama, colocou ele de barriga pra cima, a pica se erguia como um obelisco ao prazer feminino, sua pulsação e movimento arrepiavam as costas da mulher ao vê-la, resoluta e cheia de desejo, sentou-se naquela pica descomunal, sentiu como rasgava sua buceta ardente e, sedenta de gozo, sentava-se com força sobre ela, dando giros e subindo e descendo com tanta força que os colhões do jovem se levantavam a cada sentada, não demorou muito e outro jato de líquido vaginal lubrificou aquela pica enorme e minutos depois de vários gemidos e gritos de prazer, aquela pica descarregou enormes jorros de esperma morno e grosso dentro da buceta já satisfeita da senhora, que, sem parar, continuou sentando-se sobre ela e saíram de sua buceta grossas linhas brancas de esperma misturado com líquido do próprio orgasmo dela.
"AHH que momento lindo agora sim gozei como devia, pois a última vez que gozei assim meu marido morreu sob meus embates, mas você sim me deixou satisfeita e bem servida....."
Não foi a última vez que ambos se viram, pois Miguel sabia de muitas artes e assim, quando algo quebrava na casa de Carlota, que misteriosamente começou a ser muito frequente, era ele quem era chamado para, com sua "ferramenta", consertar o que estivesse defeituoso, mas na verdade era em Que jardim lindo onde o trabalho dela e os líquidos dela regavam a rosa ardente da Carlota......
Espero que vocês gostem, desculpem pelo texto longo, mas precisávamos do contexto histórico e por isso ele se alongou. Como eu disse, é de minha autoria, espero os comentários de vocês, obrigado por me lerem... Juan, antes tontopoeta.
Era a época em que a Espanha tomava controle das colônias da América, e esta era uma colônia em sua maioria. Aqui, numa dessas cidades, vivia um casal dos mais nobres: Dom Fernando de la Barca, um fidalgo espanhol dedicado ao comércio de tecidos, que se casara com Carlota Portales, uma mulher doce de família abastada, bem mais nova que ele.
Carlota era uma mulher realmente linda, seu porte elegante e seus modos impecáveis a faziam uma verdadeira dama, mas era sua figura que, apesar dos belos vestidos da época, deixava transparecer sua beleza escultural, sobretudo aqueles peitões enormes que ela exibia nos decotes bem na moda das ruas de Paris, pois era de lá que os traziam. A amargura chegou à sua casa quando, de forma inexplicável, Dom Fernando morreu. O frade que veio para dar a extrema-unção encontrou o defunto em seu quarto com um sorriso inusitado no rosto e só soube dizer: "Bendito seja, que com um sorriso recebeu a morte, o que indica que sua alma partiu em paz."
O que o frade não sabia era que Carlota era uma verdadeira fera na cama, e tamanha era a exigência de ser satisfeita pelo marido, que ele, sendo mais velho que ela, não aguentou aquele ritmo de vida e morreu na noite anterior, enquanto Carlota cavalgava sobre ele.
Tempo depois do funeral e com o desejo atravessado, já que o pobre defunto não conseguiu satisfazer aquela mulher ardente na sua última cavalgada, ela se pôs a buscar consolo. Numa tarde, enquanto vestida de luto sóbrio e rigoroso, passeava pela praça de armas da cidade, com o rosto coberto por um véu, ela fixou o olhar num belo rapaz que ajudava o vendedor a carregar uns fardos numa carroça. O jovem, de corpo lindo, pois para o efeito havia tirado suas roupas de mangas compridas e golas cuidadas, ficando só numa camisa de algodão, deixava... contemplar aqueles braços musculosos que, pelo esforço, estavam inchados e enormes.
"Vai e pergunta ao tendeiro de um jeito que ele não desconfie quem é esse bonitão que tão galantemente ajuda ele... vai rápido" disse a uma de suas donzelas que a acompanhava. "Miguel, diz o tendeiro que é o nome do fidalgo."
Carlota, engenhosa como era e agora com dinheiro, já que sua viuvez a deixou em excelente posição, bolou o seguinte plano: pôs-se a sair à noite e estragar seu jardim, e na manhã seguinte uma das donzelas, aflita, contou que aparentemente um animal tinha estragado o jardim. Ela então mandou pedir ao tendeiro notícias de Miguel, para que ele pudesse ajudar com o jardim. O tendeiro deu o endereço dele, e ela enviou o seguinte bilhete, dizendo para si mesma: "espero que ele seja tão esperto quanto gostoso". O bilhete dizia assim:
"Senhor Dom Miguel, gostaria que Vossa Mercê, se tiver a bondade, viesse à minha humilde casa, viesse e me ajudasse com meu jardim descuidado, pois há muito tempo não tem jardineiro que nele trabalhe e suas rosas, murchando e secando, estão suplicando para serem regadas por um homem que saiba como realizar essa tarefa. Pois tenho que lhe contar que elas são especialmente sedentas e exigem muito cuidado e tratamento que só um jardineiro experiente pode dar, e principalmente que tenha fôlego para aguentar longos períodos de trabalho, pois é extenso o que minhas flores precisam... Atenciosamente, Carlota Vda. de la Barca."
A donzela voltou ao meio-dia e trouxe resposta afirmativa de Miguel e disse muito contente para sua senhora: "O senhor diz que com muito prazer cuidará do jardim, que minha senhora não se preocupe, que ele já regou todo tipo de flor antes e que tempo e vitalidade ele tem de sobra, que minha senhora só indique quando e a que horas, e com prazer trará as ferramentas que tem para esses fins..." Um calor percorreu o corpo da mulher, pois seu bilhete tinha sido compreendido por aquele belo rapaz.
Naquela manhã de sábado, a donzela Anuncio a chegada de Miguel, pontual como havia sido pedido, e levando-o ao jardim, disse-lhe que esperasse ali pela senhora. Carlota vestiu um vestido leve, daqueles que costumava usar em casa, mas apesar do luto sóbrio que o preto denotava, aquele decote parisiense deixava entrever seus majestosos seios, ou pelo menos uma pequena parte deles.
Foi até o jardim, que já era inspecionado por Miguel, que astuciosamente havia tirado a camisa e trabalhava nele. Ao vê-lo de costas e contemplar aquela grande espinha, seu corpo sentiu um arrepio, e quando Miguel se virou para cumprimentá-la, não pôde deixar de contemplar aquele enorme volume que, em suas sungas de trabalho, se destacava grande e grosso. Isso fez com que sua buceta começasse a lubrificar só de pensar no que havia por baixo.
"O vosso jardim não está tão mal quanto vossa mercê descrevia em sua nota... são apenas alguns apetrechos e umas grades, pois poucas são as rosas realmente danificadas, my wife..." Aquela voz rouca e viril a estremeceu, e a proximidade e o aroma viril do rapaz a esquentavam ainda mais. Respondendo com um sorriso encantador e safado, disse: "Vossa mercê deve saber que não são só essas rosas que tenho em casa, pois há algumas que não gosto que vejam, e essas estão abandonadas demais. Era a essas que me referia. Acredita vossa mercê que pode cuidar dessas rosas? Pois são de cuidado especial e aspecto delicado, então ninguém as viu..."
Miguel sorriu, olhando fixamente para aqueles olhos castanhos claros de Carlota, e com um olhar firme e voz profunda, disse sem rodeios: "Vossa mercê não se preocupe, pois se observo bem, noto que ferramentas não trago muitas. Tudo o que é necessário para o cuidado da sua rosa querida, trago comigo. Só me indique onde está esse jardim abandonado, e com prazer vou regá-lo." A mulher, virando-lhe as costas, chamou suas duas criadas e, enviando-as à praça e depois ao mercado, instruiu que trouxessem a despensa, sabendo que isso levaria algumas horas, pois era longe de sua casa. casa, depois que as donzelas foram embora, voltou ao jardim e, dizendo ao rapaz onde ficava o quarto dela, o guiou apressadamente. Uma vez lá, ela apareceu novamente, mas desta vez com um olhar ardente e lascivo. Sem dizer uma palavra, o rapaz se dedicou a beijar aqueles lábios carnudos e sensuais, enquanto suas mãos se ocupavam em desabotoar a fileira de botões da blusa. Quando a tirou, tinha diante de si um lindo torso feminino preso em um espartilho preto que apertava um enorme par de peitos túrgidos e deliciosos. Ele pousou os lábios no pescoço da dama e, beijando a parte de cima dos seios, desatou as tiras do espartilho. Quando terminou, seus olhos contemplaram uns peitões brancos com auréolas morenas e mamilos grandes e eretos. A senhora não podia acreditar que o volume agora debaixo da calça de trabalho do rapaz parecia querer explodir, e a buceta dela se lubrificava cada vez mais. Tirando a camisa dele, descobriu um peito masculino perfeito, musculoso e peludo, um par de braços grandes e fortes. Mordendo o lábio inferior, enquanto o jovem, colado nos peitos dela, já tinha tirado grande parte do vestido. Quando tirou a anágua branca, ficou diante de um lindo par de pernas longas e perfeitamente torneadas que sustentavam um corpo maravilhoso. "Esta é a rosa de que falei. É delicada e precisa de muito trabalho, pois não floresce tão rápido quanto outras que sua mercê certamente já regou", disse Carlota sensualmente. A visão daquela flor fez o jovem jogar a senhora na cama e tirar a grande calcinha que ela vestia, e diante dele estava a buceta dela, povoada por uma fina penugem púbica. Abriu-lhe as pernas o máximo que pôde e, sem mais, mergulhou naquela racha que já jorrava líquido, e, dando lambidas, foi abrindo-a com a língua, fazendo os fluidos jorrarem daquela caverna tão desejosa de carne de rapaz. "O que você está me fazeeendo... sua mercêêêê mmmmmmm isso eu não conhecia, mas não pareee mmmmmm onde... como..." dizia a senhora ao sentir aquilo. Carícias nunca antes dadas à sua flor de mulher, era parar e continuar passando a língua naquela buceta pulsante e molhada enquanto segurava os peitos monumentais da senhora. Depois de um momento, o corpo da dama se arqueou e seus fluidos foram muitos; o rosto do rapaz ficou coberto de fluido daquela flor, mas sem parar a investida, continuou lambendo e chupando aquela delícia. O jovem se levantou, pronto pra terminar o serviço, mas a senhora pediu que deixasse ele ver ele nu, pois tinha curiosidade sobre a hombridade dele. Ele baixou as calças e, depois de tirar as cuecas compridas, deixou no ar um baita pedaço de ferramenta, ereta e comprida, mostrando todas as veias inchadas e azuladas, coroada por uma cabeçona vermelha e gotejando líquido pelo buraco único que tem. "Bendita providência, pareceis um garanhão de puro sangue, que grande e grossa é vossa hombridade; na minha vida pensei que existisse coisa tão bela... me permitis tocá-la..." "Vossa mercê pode tocar e fazer o que quiser, esta é a ferramenta de que vos falei; com ela, com certeza vossa rosa ficará bem tratada, se vossa mercê tiver vontade dela." Aproximando-se, ela pegou o pau enorme do jovem e, subindo e descendo a pele com cuidado, abria os olhos o máximo que podia, pois não acreditava no tamanho daquilo. O jovem, já ardente, pegou a senhora, que estava de joelhos na frente dele, e colocando entre os peitões aquela grande pica, a prendeu com ambas e começou a se masturbar assim. O aroma e o calor faziam a buceta da mulher ficar molhada demais, e não aguentando mais a espera, ela se levantou e se deitou de barriga pra cima na cama, e com um gemido abriu suas pernas esplêndidas, oferecendo sua rosa ao seu jardineiro jovem e forte. De uma só vez, e como um toureiro ao enfrentar seu inimigo, ele deixou ir fundo sua espada de carne dura, grossa e enorme; sentiu como abria as paredes daquela buceta, até sentia que tocava no fundo dela. adorando o formigamento que o topar no fundo causava, tentava ir mais fundo.
"aahhhgggg......mmmmmmm.......vosmecêêê tááá me mataaando ahhhhha assim sim não pareis por nada duruuu maissss duruuu que faz tempo que não regavam meu jardim mmmmmmmmduro muuuuuito....."
ela sentia como suas paredes da buceta se enchiam a cada estocada, e como sua buceta era batida e preenchida por aquele pedaço enorme de pica, tentava abrir mais as pernas pra receber mais do seu jovem amante, mas já não conseguia, enquanto ele, enlouquecido, lambia e mordia seus deliciosos mamilos eretos e morenos, a estocada começou a ficar mais e mais rápida e ela parou o amante e pediu que ele se deitasse na cama, colocou ele de barriga pra cima, a pica se erguia como um obelisco ao prazer feminino, sua pulsação e movimento arrepiavam as costas da mulher ao vê-la, resoluta e cheia de desejo, sentou-se naquela pica descomunal, sentiu como rasgava sua buceta ardente e, sedenta de gozo, sentava-se com força sobre ela, dando giros e subindo e descendo com tanta força que os colhões do jovem se levantavam a cada sentada, não demorou muito e outro jato de líquido vaginal lubrificou aquela pica enorme e minutos depois de vários gemidos e gritos de prazer, aquela pica descarregou enormes jorros de esperma morno e grosso dentro da buceta já satisfeita da senhora, que, sem parar, continuou sentando-se sobre ela e saíram de sua buceta grossas linhas brancas de esperma misturado com líquido do próprio orgasmo dela.
"AHH que momento lindo agora sim gozei como devia, pois a última vez que gozei assim meu marido morreu sob meus embates, mas você sim me deixou satisfeita e bem servida....."
Não foi a última vez que ambos se viram, pois Miguel sabia de muitas artes e assim, quando algo quebrava na casa de Carlota, que misteriosamente começou a ser muito frequente, era ele quem era chamado para, com sua "ferramenta", consertar o que estivesse defeituoso, mas na verdade era em Que jardim lindo onde o trabalho dela e os líquidos dela regavam a rosa ardente da Carlota......
Espero que vocês gostem, desculpem pelo texto longo, mas precisávamos do contexto histórico e por isso ele se alongou. Como eu disse, é de minha autoria, espero os comentários de vocês, obrigado por me lerem... Juan, antes tontopoeta.
2 comentários - Juglar tarado; Dona Carlota.
Gracias por compartir.
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