Humildes lembranças... real

No relato anterior, registrei minhas memórias de como foi minha primeira vez. Agora vou continuar com mais relatos, mas sem uma ordem totalmente cronológica, já que não me lembro de todas as minhas experiências de vida e, se for pular detalhes importantes, é melhor não contar nada.
Da última vez, falei sobre minha experiência sexual com Susan/Susane. Hoje quero contar uma coisa que marcou minha vida. Embora Susan e eu já tivéssemos um relacionamento — se é que dá pra chamar assim — não era algo totalmente sério ou óbvio, era mais como um segredo excitante que dava um gostinho a mais nas nossas vidas de estudantes. Quando eu era bem moleque, corria atrás das meninas pra ter namorada, mas nunca tive sorte. Quando finalmente consegui uma, parecia que isso dava um saborzinho especial à minha masculinidade 😀😀😀😀
Na faculdade de arquitetura da universidade, tinha uma porrada de mulher gostosa, mas geralmente a gente se relacionava mais com os engenheiros do que com a nossa própria espécie 🙎‍♂️🙎‍♂️, porque entre nós é pura competição. E, trabalhando lado a lado com os engenheiros, acho que é isso. A verdade é que na faculdade de engenharia tem tanto mulher bonita quanto mulher sem tanta sorte 🤔🤔. Mas o que realmente me interessava como homem, em termos de uma fantasia sexual que tive desde que me entendo por gente, era ficar com uma mulher vários anos mais velha que eu — o que geralmente chamam de milf ou coroa. Já tava no quarto ano da faculdade quando, por exigência do curso, tive que entrar num projeto de pesquisa sobre o mercado de moradias, dependendo do tipo de estrutura, comandado por uma professora engenheira de 38 anos. Ela não era uma mulher exuberante ou jovem como a Susan (relação que já tinha acabado), mas era uma mulher com todos os atributos que a gente espera numa mulher, com aquele toque de maturidade que me atrai tanto. Vou descrever essa dama depois de contar nosso primeiro encontro.
Embora fosse uma exigência da faculdade... A universidade não me agradava a ideia de dividir meu tempo numa pesquisa de campo que me importava muito pouco, mas quando eu vi ela, essa ideia foi pro caralho 😀 😀
Quando eu tava indo pra sala onde teria minha primeira reunião com o grupo, cruzei o caminho com a Melissa, uma amiga da Susan que me proporcionou uma noite maravilhosa. Depois de bater um papo mais do que devia, saí correndo pra sala o mais rápido que minhas pernas aguentavam, e com tanto azar que cheguei atrasado 😩 😩 Comecei mal a parada. Antes de vê-la, eu já sabia que a engenheira era de nacionalidade comunista ou algo assim, pelo menos era o que os outros professores das faculdades diziam. Nunca fiquei sabendo de onde ela era, mas o sotaque dela era russo-finlandês (lembrando que estudei na Inglaterra). Normalmente, a vida acadêmica daquela nação é composta por muitos membros de nacionalidades diversas. Quando entrei na sala, fiz isso de supetão (outra cagada), já que isso é uma clara ofensa. A engenheira me lançou um olhar cheio de raiva e desprezo 😐 😐 Percebi o que ela quis me dizer com os olhos, mas tentei contornar a situação, justificando meu atraso com uma reunião com outro grupo de pesquisa, que existia, mas não tinha nada a ver comigo. Ela permitiu minha entrada na sala e eu me sentei bem na frente dela. E que surpresa enorme tive ao vê-la direito: era uma mulher muito séria, diria que até demais, de cabelo loiro quase branco, bem curtinho, mas formava um chapeuzinho na cabeça dela, não encontro outra forma de explicar. Os olhos dela eram verdes como esmeraldas, pele branca, uns peitos grandes e redondos, claramente operados, uma bunda empinada e de tamanho generoso, pernas muito longas. Naquela época, eu tinha uns 183cm, ela era um pouco mais alta que eu 😳 😳 Falando da cintura dela, lembro vagamente que era meio fininha, embora não fosse gorda, também não era uma mulher totalmente magra. Naquele dia, ela usava umas botas pretas de salto médio até os joelhos, umas meias pretas arrastão com gravado, saia até um pouco acima do joelho, uns 5 ou 8 centímetros, uma blusa branca decotada e um casaco aberto, maquiagem leve e, claro, uns óculos que davam um ar de maturidade e um charme extra...

Como já falei, comecei tudo errado e era bem nítido que a engenheira mal me aturava na pesquisa. Mas tudo mudou radicalmente quando entreguei o primeiro relatório. Não sou nenhum gênio, mas sempre me esforcei pra fazer o melhor. Quando ela leu e anexou o relatório, começou a me tratar diferente. Inclusive, me convidou várias vezes pra tomar um café enquanto lia meus avanços. Um dia, saímos todos pra fazer um levantamento geral de possíveis clientes, e algo inesperado aconteceu naquele dia...

Quando terminamos as atividades que ela propôs, meus colegas entregaram os trabalhos e sumiram na hora. Eu terminei por último porque fiquei enrolando e comecei a trabalhar tarde 😀😀. Quando entreguei meu relatório, ela me pediu pra ajudar a levar tudo pro carro dela. Sem ter o que fazer, aceitei — também não dava pra recusar. Chegamos no carro, guardamos todos os relatórios e a documentação da pesquisa, e ela me convidou pra tomar alguma coisa. Era sexta-feira, eu não tinha nada pra fazer e aceitei. Como sábado não tem aula, fomos pra um bar perto do centro da cidade tomar uns drinks. O detalhe é que a Kathia bebeu umas a mais e começou a falar de forma bem aberta. Fiquei sabendo que era divorciada e que o marido a trocou por uma mulher bem mais nova. Achei que por isso ela era tão amargurada, hahaha, mas desfiz o pensamento tão rápido quanto veio e continuei prestando atenção no desabafo dela. Ela estava tão bêbada que confessou que fazia quase 3 anos que não transava e se sentia frustrada como mulher, já que desde o divórcio, 8 anos atrás, não conseguia manter um relacionamento estável. Quando terminamos de beber, eu sabia que ela não podia dirigir até a casa dela. casa e nem fodendo que eu ia conseguir chegar no campus com uma professora completamente bêbada, pedi as chaves do carro dela com toda delicadeza e falei que eu ia dirigir até a casa dela, porque naquele estado ela tava correndo risco de bater, ela topou na hora, me mostrou o caminho e em poucos minutos chegamos na casa dela, uma casa bonita estilo tudor mas meio lúgubre e triste, entramos na casa e a primeira coisa que fiz foi deitar ela num sofá grande na sala principal, depois fui pegar o controle da garagem pra guardar o carro e depois vazar pro campus, quando fui devolver as chaves não encontrei ela, dei uma olhada rápida e achei ela tirando mais bebida do freezer, não consegui esconder minha animação 😀 😀 😀 porque não queria ir embora sem saber mais sobre ela 🙎‍♂️ ela falou que ia trocar de roupa pra ficar mais confortável e curtir melhor os drinks e pra minha surpresa eu tava mais bêbado que ela.........mas só fui perceber esse pequeno grande detalhe depois, quando ela voltou tava com um shortinho preto de cetim e uma blusinha combinando com aquele short curto, a gente bebeu pra caralho, mas bebida tipo vinho e conhaque não me deixa bêbado fácil, só me esquenta como falam no meu país, quando senti vontade de soltar um pouco daquela bebida toda fui firme pro banheiro, senti que ela levantou e foi pra cozinha pegar alguma coisa pra comer, desde as 5 da tarde até as 11 da noite a gente só tinha bebido, e todo mundo sabe que a fome aperta, quando voltei do banheiro ela tinha acendido as luzes da sala e eu pude ver completamente o corpo gostoso dela coberto só por dois pedacinhos de pano que pediam pra ser arrancados daquele corpo 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ a gente continuou conversando, comendo e bebendo, quando algo inesperado aconteceu, ela com toda determinação pegou com as mãos delicadas dela no meu pau, eu pulei, não tava esperando (mas não vou dizer que não queria), ela pediu desculpa, disse que não acreditava no que tinha acontecido e era melhor eu vazar antes que algo ruim rolasse, ou algo indevido. eu respondi na hora que não podia ir embora, ela com cara de surpresa me olhou e completou que aquilo não estava certo, se referindo à situação. eu simplesmente completei: segundo quem? ela só sorriu e se desculpou de novo, porque o fato de pegar "abusivamente" nas minhas partes era uma ousadia sem precedentes... respondi pra deixar isso de lado e continuar conversando. lá pelas 3 da manhã o clima tava muito interessante, ela já não me via mais como aluno e eu podia mandar uns flertes pra ela. quando finalmente criei coragem e me aproximei do rosto dela, ela não conseguiu esconder a surpresa mas ficou imóvel. plantei um beijo nos lábios dela e me afastei devagar, na mesma hora ela se jogou em cima de mim e respondeu ao meu beijo já afastado de um jeito quase indescritível, a língua dela percorria toda a minha boca procurando saciar aquela sede de erotismo e amor abandonada por 3 longos anos. eu respondi àquele beijo, mas meu tesão sempre foi mais forte que eu 😬. rodeei a cintura dela com as mãos e a blusinha dela tinha subido até o peito, deixando eu sentir a pele nua pela primeira vez. desci as mãos até os glúteos dela e não aguentei a tentação de deslizar meus dedos pra dentro do shortinho minúsculo dela, massajei as bundas dela enquanto ela me beijava com mais força e desejo. a gente ficou nessa por um tempo, até que ela se separou de mim, me olhou por uns segundos, eu com as mãos nas bundas dela, tirou a blusa e exclamou: não aguento mais!! eu levantei e levei ela pro sofá onde tinha deitado ela no começo, tirei o shortinho do corpo dela e me deparei com uma buceta totalmente depilada e molhada pra caralho. na mesma hora ela se sentou pra tirar minha camisa e minha calça jeans, quando fiquei só de cueca ela pegou com carinho meu pau com as mãos e tirou ele de dentro, ao ver que tava duro mas não no extremo, levou ele pra boca dela. sem nenhuma restrição, ela não ligou pra nada, só queria satisfazer a necessidade de sentir um pau na boca dela, embora desse pra perceber que fazia muito tempo que não fazia isso, ela tinha uma maestria única na arte do fellatio, depois de me dar um deep throat, ou garganta profunda em português, ela pegou meu membro já mais calma e, enquanto balançava devagar com as mãos, a língua dela percorria toda a minha glande de forma circular, o êxtase que senti naquele momento foi brutal, aí ela mordeu de brincadeira umas quantas vezes, me empurrou pro sofá e continuou com uma mamada apoteótica sem igual, metia, tirava, lambia o corpo inteiro do meu pau e balançava com força ou devagar conforme ela queria, até que eu aguento um certo tempo antes de gozar, mas também não passo de 10 minutos, ainda mais quando fazem tudo isso comigo, então não consegui me segurar mais e gozei com muita força, parte do leite ficou pra fora e o resto dentro da boca dela, pude perceber que enquanto ela continuava me chupando (coisa que quase me enlouqueceu) e me molhando, ela engoliu o esperma que ficou na boca dela, depois soltou meu pau e levou as mãos pros peitos dela onde caiu a outra parte do meu leite, ela se levantou e os dedos dela, melados de esperma e lubrificante, suor e saliva, levou pra cavidade vaginal dela que até aquele momento eu não tinha conseguido admirar direito, usou aquela mistura pra lubrificar ainda mais a buceta dela e depois abriu as pernas, subiu uma no sofá e depois a outra, em seguida se aninhou em cima do meu pau ainda duro mas já meio mole e enfiou dentro do corpo dela, aí começou um movimento frenético que por instantes machucava minhas bolas por causa da força que ela fazia, embora sentisse um pouco de dor nas minhas bolas já judiadas, o prazer era total, uns minutos depois ela soltou um gemido enorme de prazer e se apoiou em mim pra recuperar um pouco das forças, eu, no entanto, já tinha recuperado um pouco das minhas, me levantei e coloquei o corpo dela na posição de quatro, como chamam, e Ela ergueu na minha frente um monumento de raba, enfeitado com um belo buraquinho seco e outro bem molhado de onde saía aos poucos uma massa branca misturada com vários tipos de sucos corporais. Com a ponta do meu pau, comecei a brincar com a buceta e o cu dela, enfiava um pouco na frente e depois tirava, até que ela pediu pra eu meter como um touro. Tomei impulso, respirei fundo e montei nela igual uma besta cega de raiva e prazer. Enquanto metia freneticamente, comecei a brincar com o cu dela e, oh surpresa, ele dilatava bem diante das "atenções" 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 Molhei meu dedo com saliva e, sem perder o ritmo que já tinha, enfiei meu dedinho no cu dela quase de uma vez. Ela gemeu de novo e pediu pra eu penetrar o cu dela, o que obedeci fielmente. E assim fiz: penetrei devagar no começo, mas ela mexeu o corpo de um jeito que me empalou com força. Ela só gemeu de novo e eu continuei com meus movimentos cada vez mais duros, uma e outra e outra e outra vez. Quando eu já tava perto de gozar de novo, ela pediu pra eu olhar nos olhos dela enquanto metia, então trocamos pro clássico papai-e-mamãe. Enquanto metia, ela me deu um beijo de língua como nenhum outro. Enquanto nos beijávamos, ela mordeu meu lábio com força até sangrar, porque tava tendo outro orgasmo. Entendi a situação e multipliquei meus esforços em força e profundidade. Sentia o corpo dela queimando e a buceta dela no limite do colapso térmico. De repente, não aguentei mais e, quando ia tirar pra gozar fora do corpo dela, ela me envolveu com as pernas e braços e pediu pra eu gozar dentro. Eu aceitei e nos fundimos num orgasmo mútuo. De novo eu tinha gozado, e dessa vez dentro do órgão sexual dela. Mas não tava nem aí e também não conseguia me mexer, porque tinha gasto todas as minhas forças dando a ela 2 orgasmos que, sendo sincero, foram impressionantes. Dava pra sentir o que ela sentia, é muito difícil de explicar. Olhei o relógio e marcava as 6h30 da manhã, pelo menos durou uma hora ou algo assim, ela se levantou, me pegou pela mão e, nus, fomos dormir na cama dela. É inacreditável, mas dormimos como se fôssemos um casal normal. Ao meio-dia, acordei sozinho na cama dela, não encontrei minhas roupas, exceto um shorts em cima de uma cadeira. Quando desci, lá estava ela sentada no sofá onde eu tinha sido dela, virou-se e me olhou com carinho, e disse com um sorriso: "Bom dia, coração". Eu respondi e depois perguntei pelas minhas roupas, ao que ela acrescentou que tinha colocado para lavar, junto com o pijama dela. Não tivemos cuidado e nossos fluidos mancharam os tecidos, e ela completou que, infelizmente, não podia sair para não me deixar sozinho na casa dela e ir alterar as notas da faculdade. Comentário tão idiota, pensei, mas sorri hipocritamente. Ela perguntou se eu queria comer algo e, quando passou por mim, enfiou a mão dentro do meu shorts e sussurrou no meu ouvido: "Você vai ficar comigo de novo esta noite?"... continua...

Se você chegou até aqui, agradeço seu tempo e muito mais se comentar e me dar sua opinião. Feliz semana.

4 comentários - Humildes lembranças... real

La letra chiquita me dejó medio ciega pero me gustó tu relato, bien hecho! 😃
muy caliente...!! te falto chuparle la concha...ja!