Minha vizinha é uma mulher fantástica, loira de olhos azuis, magra, bunda normal, peitos pequenos e um sorriso doce. O que vou contar é real, tudo começou há uns 2 anos.
Um dia a gente se encontrou no elevador, eu descendo e ela entrando. Oi, oi. A voz dela era suave e gostosa, com um sorriso bonito. Ela tava com uma saia meio na altura da coxa, rodada, uma camiseta regata e uma jaquetinha de tricô. Olhando bem, vi uma barriguinha na cintura e, sem pensar duas vezes, falei: "Tá grávida, pelo que vejo." "Sim", respondeu, "de 3 meses." "Como cê tá levando?" "Muito bem, na verdade, mas não em tudo." "Já imagino que deve estar passando um pouco mal, com os enjoo e vômito." "Não, não é por isso, é outra coisa, na real."
Despertando minha curiosidade, perguntei: "Que tal a gente tomar um café e você me conta essa outra coisa?" No começo ela ficou estranha com meu pedido, mas reagiu e agradeceu o gesto.
Chegamos no portão e combinamos de nos encontrar no café, cada um indo por seu lado, e nos cumprimentar como se a gente se conhecesse há muito tempo, pra não levantar suspeitas das outras mulheres. Foi assim que fizemos: ela entrou e, 5 minutos depois, eu entrei.
Como combinamos, nos cumprimentamos fingindo surpresa um com o outro. "Poxa, moça, quanto tempo! Como cê tá?" "Bem, e você? O que cê tem feito?"
Sentamos numa mesa e conversamos. "Bom, me conta: o que é essa outra coisa que não vai bem?"
"Tô há 3 meses sem dar", ela disse bem na lata. "E tô com a buceta coçando, sem ninguém pra acariciar e trabalhar direito. Tô morrendo de vontade de meter um pau bem duro pra dentro, mas antes quero que lambam tudo. E seu marido? Nada." "Nada, ele não quer nem ouvir falar. Diz que pode fazer mal pro bebê ou pro que vier." "Pois é, seu marido é bem burro, hein, sendo que cê tá tão gostosa assim." Tudo em voz baixa. "Como a gente faz?", perguntei. "Quero te trabalhar, lamber, comer inteira e te foder sem camisinha, já que não tem risco de engravidar porque o útero já fechou."
"Sem camisinha me dá muita vontade. Outro pau. nova e gostosa, toda molhada pra mim por dentro, acabei de molhar a calcinha e com certeza o banco também, levantamos, paguei os cafés e saímos conversando como se nada tivesse acontecido.
Viramos a esquina e entramos no prédio, o azar fez a gente encontrar uma vizinha e no elevador, tudo na maior cara de pau. A vizinha saiu no andar dela e, assim que a porta fechou, pá, beijo na boca quente e molhado, de língua e tudo, enquanto minhas mãos acariciavam a bunda e as coxas dela.
Os dois pelando de tesão, entramos em casa e nos despimos, largando a roupa pelo corredor. Entramos no quarto e foi colossal, deitei ela na cama, abri as pernas dela e trabalhei bem a buceta dela com minha língua, a cada lambida e mais no clitóris dela, ela explodia de prazer, gemendo, gritando, suspirando, até que gozou gostoso, mandando todo o melzinho dela pra minha boca.
Agora é minha vez, se prepara, ela disse, pegou meu pau e começou a chupar, que delícia, como ela passava a língua de cima pra baixo, lambendo minhas bolas, enfiando uma na boca e chupando, até que engoliu meu pau inteiro, nunca tinham feito isso comigo antes, ainda mais uma mulher casada e grávida. Sem conseguir evitar, gozei dentro da boca dela, e ela engoliu até a última gota.
Meu pau continuava duro, não sei como, mas continuava. Vem, me dá o leite das suas tetinhas, ela deitou do meu lado e disse, toma o leite das duas, achei que você não ia pedir, tira todo o leite de mim. Fiquei na frente do mamilo dela, lambi um pouco e comecei a tomar o leite da teta direita, enquanto ela apertava de leve com a mão pra eu sugar bem, enquanto minha mão livre batia uma na buceta dela. Os gemidos dela eram brutais, cada vez mais. Agora a outra e não tira os dedos da minha buceta, continua, continua, assim ficamos até eu terminar com as tetinhas dela.
Ela teve vários orgasmos seguidos. Terminando, nos juntamos e conversamos sobre como foi bom, só com as carícias e lambidas. Aí ela soltou: e isso que você ainda não me comeu, já vai ver. Tô com ele quente e apertado, me come, meu amor, enfia tudo dentro e goza, termina, mas devagar no começo.
Coloquei ela na posição e comecei a meter a pica na buceta dela, ela gemia, enquanto cravava as unhas nas minhas costas, mais, continua, agora não para, goza agorrrrra, entrei até o fundo, batendo as bolas no cu dela, comecei a bombar, dentro e fora, nossas respirações se misturavam, que buceta gostosa você tem, adoro estar dentro de você, e eu adoro você dentro de mim, agora de quatro, falei, tirei e ela se ajoelhou, abrindo as pernas, sem pensar enfiei a pica no cu dela e de uma sentada meti a cabeça, o grito dela foi foda, errou o buraco, não, não errei, e continuei metendo no cu apertado dela.
Tá doendo, ela dizia, tira, tá doendo mas você gosta, né? siiiim, siiiiiim, mais, mais, se seu marido não sabe aproveitar, eu sei, vagabunda, o cu dela rasgou um pouco, sangrava, mas não incomodava nada, você vai ser minha puta, né? siiiim, vou ser, e você meu macho, quando senti que ia gozar, tirei e enfiei de uma vez na buceta, ela gritou de novo, mais fundo, meu macho, mais, mais, logo me soltei inteiro e enchi a buceta dela de porra quente.
Assiiiiim, assiiiiiiim, tudo dentro, até a última gota.
Tirei e ela ainda tava dura de tesão, aí enfiei de novo no cu, trabalhei uns 20 minutos até gozar de novo dentro do cu dela, tirei dura igual quando meti, deitei e ela fez o mesmo, sem conseguir se virar.
Com pouca força, ela se apoiou no meu peito, me beijando, foi maravilhoso, obrigada, meu macho, precisava muito, você vai continuar me fodendo? todo dia, se quiser, claro que quero, agora coloca gelo no cu e na buceta pra fechar, assim não vamos chamar atenção, coloca você, levantei, peguei gelo do congelador e coloquei no cu e na buceta dela, curei o cu dela e nos abraçamos, chegou a hora. Antes de ir embora, ela vestiu a tanga, com o olho do cu doendo. Se arrumou, eu acompanhei ela até a porta e, com um beijo, nos despedimos até o dia seguinte.
Não queria que ela fosse tão cedo, então, num show de força e com umas punhetadas, eu endureci o pau de novo, dizendo: "Vai me deixar assim?". Ela viu minha rola dura, fechou a porta, se pelou e me deitou no chão, montando em mim. "Como você é gostosa, e como a gente transou bem juntos", falei. "Sim, e vamos transar ainda mais, mas isso é outra história.
Um dia a gente se encontrou no elevador, eu descendo e ela entrando. Oi, oi. A voz dela era suave e gostosa, com um sorriso bonito. Ela tava com uma saia meio na altura da coxa, rodada, uma camiseta regata e uma jaquetinha de tricô. Olhando bem, vi uma barriguinha na cintura e, sem pensar duas vezes, falei: "Tá grávida, pelo que vejo." "Sim", respondeu, "de 3 meses." "Como cê tá levando?" "Muito bem, na verdade, mas não em tudo." "Já imagino que deve estar passando um pouco mal, com os enjoo e vômito." "Não, não é por isso, é outra coisa, na real."
Despertando minha curiosidade, perguntei: "Que tal a gente tomar um café e você me conta essa outra coisa?" No começo ela ficou estranha com meu pedido, mas reagiu e agradeceu o gesto.
Chegamos no portão e combinamos de nos encontrar no café, cada um indo por seu lado, e nos cumprimentar como se a gente se conhecesse há muito tempo, pra não levantar suspeitas das outras mulheres. Foi assim que fizemos: ela entrou e, 5 minutos depois, eu entrei.
Como combinamos, nos cumprimentamos fingindo surpresa um com o outro. "Poxa, moça, quanto tempo! Como cê tá?" "Bem, e você? O que cê tem feito?"
Sentamos numa mesa e conversamos. "Bom, me conta: o que é essa outra coisa que não vai bem?"
"Tô há 3 meses sem dar", ela disse bem na lata. "E tô com a buceta coçando, sem ninguém pra acariciar e trabalhar direito. Tô morrendo de vontade de meter um pau bem duro pra dentro, mas antes quero que lambam tudo. E seu marido? Nada." "Nada, ele não quer nem ouvir falar. Diz que pode fazer mal pro bebê ou pro que vier." "Pois é, seu marido é bem burro, hein, sendo que cê tá tão gostosa assim." Tudo em voz baixa. "Como a gente faz?", perguntei. "Quero te trabalhar, lamber, comer inteira e te foder sem camisinha, já que não tem risco de engravidar porque o útero já fechou."
"Sem camisinha me dá muita vontade. Outro pau. nova e gostosa, toda molhada pra mim por dentro, acabei de molhar a calcinha e com certeza o banco também, levantamos, paguei os cafés e saímos conversando como se nada tivesse acontecido.
Viramos a esquina e entramos no prédio, o azar fez a gente encontrar uma vizinha e no elevador, tudo na maior cara de pau. A vizinha saiu no andar dela e, assim que a porta fechou, pá, beijo na boca quente e molhado, de língua e tudo, enquanto minhas mãos acariciavam a bunda e as coxas dela.
Os dois pelando de tesão, entramos em casa e nos despimos, largando a roupa pelo corredor. Entramos no quarto e foi colossal, deitei ela na cama, abri as pernas dela e trabalhei bem a buceta dela com minha língua, a cada lambida e mais no clitóris dela, ela explodia de prazer, gemendo, gritando, suspirando, até que gozou gostoso, mandando todo o melzinho dela pra minha boca.
Agora é minha vez, se prepara, ela disse, pegou meu pau e começou a chupar, que delícia, como ela passava a língua de cima pra baixo, lambendo minhas bolas, enfiando uma na boca e chupando, até que engoliu meu pau inteiro, nunca tinham feito isso comigo antes, ainda mais uma mulher casada e grávida. Sem conseguir evitar, gozei dentro da boca dela, e ela engoliu até a última gota.
Meu pau continuava duro, não sei como, mas continuava. Vem, me dá o leite das suas tetinhas, ela deitou do meu lado e disse, toma o leite das duas, achei que você não ia pedir, tira todo o leite de mim. Fiquei na frente do mamilo dela, lambi um pouco e comecei a tomar o leite da teta direita, enquanto ela apertava de leve com a mão pra eu sugar bem, enquanto minha mão livre batia uma na buceta dela. Os gemidos dela eram brutais, cada vez mais. Agora a outra e não tira os dedos da minha buceta, continua, continua, assim ficamos até eu terminar com as tetinhas dela.
Ela teve vários orgasmos seguidos. Terminando, nos juntamos e conversamos sobre como foi bom, só com as carícias e lambidas. Aí ela soltou: e isso que você ainda não me comeu, já vai ver. Tô com ele quente e apertado, me come, meu amor, enfia tudo dentro e goza, termina, mas devagar no começo.
Coloquei ela na posição e comecei a meter a pica na buceta dela, ela gemia, enquanto cravava as unhas nas minhas costas, mais, continua, agora não para, goza agorrrrra, entrei até o fundo, batendo as bolas no cu dela, comecei a bombar, dentro e fora, nossas respirações se misturavam, que buceta gostosa você tem, adoro estar dentro de você, e eu adoro você dentro de mim, agora de quatro, falei, tirei e ela se ajoelhou, abrindo as pernas, sem pensar enfiei a pica no cu dela e de uma sentada meti a cabeça, o grito dela foi foda, errou o buraco, não, não errei, e continuei metendo no cu apertado dela.
Tá doendo, ela dizia, tira, tá doendo mas você gosta, né? siiiim, siiiiiim, mais, mais, se seu marido não sabe aproveitar, eu sei, vagabunda, o cu dela rasgou um pouco, sangrava, mas não incomodava nada, você vai ser minha puta, né? siiiim, vou ser, e você meu macho, quando senti que ia gozar, tirei e enfiei de uma vez na buceta, ela gritou de novo, mais fundo, meu macho, mais, mais, logo me soltei inteiro e enchi a buceta dela de porra quente.
Assiiiiim, assiiiiiiim, tudo dentro, até a última gota.
Tirei e ela ainda tava dura de tesão, aí enfiei de novo no cu, trabalhei uns 20 minutos até gozar de novo dentro do cu dela, tirei dura igual quando meti, deitei e ela fez o mesmo, sem conseguir se virar.
Com pouca força, ela se apoiou no meu peito, me beijando, foi maravilhoso, obrigada, meu macho, precisava muito, você vai continuar me fodendo? todo dia, se quiser, claro que quero, agora coloca gelo no cu e na buceta pra fechar, assim não vamos chamar atenção, coloca você, levantei, peguei gelo do congelador e coloquei no cu e na buceta dela, curei o cu dela e nos abraçamos, chegou a hora. Antes de ir embora, ela vestiu a tanga, com o olho do cu doendo. Se arrumou, eu acompanhei ela até a porta e, com um beijo, nos despedimos até o dia seguinte.
Não queria que ela fosse tão cedo, então, num show de força e com umas punhetadas, eu endureci o pau de novo, dizendo: "Vai me deixar assim?". Ela viu minha rola dura, fechou a porta, se pelou e me deitou no chão, montando em mim. "Como você é gostosa, e como a gente transou bem juntos", falei. "Sim, e vamos transar ainda mais, mas isso é outra história.
3 comentários - Grávida e Gostosa!