Já tinha feito uma breve introdução sobre o que o sexo anal significa pra mim e da tentativa fracassada aos 22 anos. Bom, agora vou contar como foi o primeiro beijo negro que uma senhorita me deu:
O trabalho me levou pra província de Santa Cruz, num povoado bem pequeno onde tinha muito militar e vento, e pouca opção de lazer. Nesse contexto, as mulheres da região não tinham muita chance de se divertir, então o passatempo favorito era foder. O problema é que na cidade eram poucos e todo mundo se conhecia, então era muito comprometedor. Ou seja, quando aparecia um "forasteiro", tinha que afiar a pica porque ela ficava pequena de tanto transar.
Carolina era professora do terceiro ano (toda doçura) e era casada com um oficial do exército. Tinha 32 anos e três filhos. O corpo era bonito, mas com alguns sinais da maternidade. Conheci ela numa festa beneficente que fizeram na escola, e nos demos bem, então ela me convidou pra casa dela. Compartilhamos algumas tardes e jantares com o marido, que era muito seco mas agradável. Uma noite ela me convidou pra jantar, jantamos os três, e depois da sobremesa ele foi pro quartel porque "tava de guarda" — eufemismo que usava quando ia pro cabaré de uma cidade vizinha com os camaradas do regimento.
As crianças estavam na casa da avó, então ficamos só nós dois. A conversa continuava normal e a gente seguia bebendo vinho. Num momento, ela me conta que o marido fazia quase um ano que não tocava nela e que essas "guardas" na verdade eram visitas ao cabaré. Enfim, eu escutava sem falar muito. Depois ela me conta que o marido era muito conservador e que só transavam de maneira tradicional. A conversa tinha ficado mais interessante, e ela me mostrou uma coleção de revistas eróticas e pornô que guardava em segredo, e continuamos conversando sobre sexo.
Nessa altura, os dois já sabíamos onde íamos parar. Nem sei como aconteceu, mas num instante estávamos nos beijando no sofá. Comecei a despir ela e eu... Convido pra cama, uma proposta que ela não recusou. Primeiro, acariciei ela toda e beijei o corpo inteiro, dando ênfase nas tetas e na pussy. Depois, dei uma chupada suave na pussy. Ela começou a chupar minha cock devagar, seguimos assim por um tempo e começamos um 69 (nesse momento ela se soltou). Eu chupava a pussy dela e estimulava o clitóris com os dedos, e ela começou a ficar molhada e ter pequenos orgasmos (digo pequenos porque eram espasmos suaves acompanhados de uma expulsão de sucos deliciosos, mas nada comparado ao que ia rolar um tempo depois). Enquanto eu tava focado na pussy dela, ela chupava minhas bolas com muita intensidade, e ia descendo, mas sem chegar na "zona de risco". Minha excitação tava absurda, e a dela nem se fala. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e eu comecei a foder a pussy dela por trás (uma posição muito excitante). Após alguns minutos, ela me fez sentar na cama e continuou chupando a cock, chupava com um frenesi danado, dando lambidas como se fosse um sorvete, passando a língua em círculos e enfiando tudo na boca. Voltou pra baixo, nas bolas, e chupava enquanto acariciava toda a região. Depois, me fez colocar um travesseiro debaixo das costas. Nessa posição, continuou chupando as bolas e foi descendo até o períneo (a borda do cu, entre a bunda e as bolas). Como não encontrou resistência, seguiu suave. Eu não via a hora de ela chegar no buraco proibido, minha excitação tava fenomenal. Então, empurrei a cabeça dela de leve, e ela se animou: meteu a língua no meu cu e começou a chupar com força, enquanto me masturbava. A língua dela rodeava todo o buraco do cu e enfiava. Depois de um tempo, continuou chupando a cock e enfiou o dedo devagar na minha booty. Quando tocou na próstata, explodi e gozei na boca dela, e ela engoliu toda a cum. A verdade é que foi uma foda espetacular, como nunca tinha experimentado antes, e a partir daí meu prazer sexual deu uma virada incrível. teve uma ressignificação.
Depois tivemos mais alguns encontros, mas depois daqueles dias não a vi mais. Vou continuar contando alguns encontros com Carolina. Quando perguntei onde ela tinha aprendido aquilo, respondeu que foi nas revistas que uma amiga mandava pra ela. Aguentem as revistas eróticas. Um abraço e vou seguir com os relatos.
O trabalho me levou pra província de Santa Cruz, num povoado bem pequeno onde tinha muito militar e vento, e pouca opção de lazer. Nesse contexto, as mulheres da região não tinham muita chance de se divertir, então o passatempo favorito era foder. O problema é que na cidade eram poucos e todo mundo se conhecia, então era muito comprometedor. Ou seja, quando aparecia um "forasteiro", tinha que afiar a pica porque ela ficava pequena de tanto transar.
Carolina era professora do terceiro ano (toda doçura) e era casada com um oficial do exército. Tinha 32 anos e três filhos. O corpo era bonito, mas com alguns sinais da maternidade. Conheci ela numa festa beneficente que fizeram na escola, e nos demos bem, então ela me convidou pra casa dela. Compartilhamos algumas tardes e jantares com o marido, que era muito seco mas agradável. Uma noite ela me convidou pra jantar, jantamos os três, e depois da sobremesa ele foi pro quartel porque "tava de guarda" — eufemismo que usava quando ia pro cabaré de uma cidade vizinha com os camaradas do regimento.
As crianças estavam na casa da avó, então ficamos só nós dois. A conversa continuava normal e a gente seguia bebendo vinho. Num momento, ela me conta que o marido fazia quase um ano que não tocava nela e que essas "guardas" na verdade eram visitas ao cabaré. Enfim, eu escutava sem falar muito. Depois ela me conta que o marido era muito conservador e que só transavam de maneira tradicional. A conversa tinha ficado mais interessante, e ela me mostrou uma coleção de revistas eróticas e pornô que guardava em segredo, e continuamos conversando sobre sexo.
Nessa altura, os dois já sabíamos onde íamos parar. Nem sei como aconteceu, mas num instante estávamos nos beijando no sofá. Comecei a despir ela e eu... Convido pra cama, uma proposta que ela não recusou. Primeiro, acariciei ela toda e beijei o corpo inteiro, dando ênfase nas tetas e na pussy. Depois, dei uma chupada suave na pussy. Ela começou a chupar minha cock devagar, seguimos assim por um tempo e começamos um 69 (nesse momento ela se soltou). Eu chupava a pussy dela e estimulava o clitóris com os dedos, e ela começou a ficar molhada e ter pequenos orgasmos (digo pequenos porque eram espasmos suaves acompanhados de uma expulsão de sucos deliciosos, mas nada comparado ao que ia rolar um tempo depois). Enquanto eu tava focado na pussy dela, ela chupava minhas bolas com muita intensidade, e ia descendo, mas sem chegar na "zona de risco". Minha excitação tava absurda, e a dela nem se fala. Depois de um tempo, ela ficou de quatro e eu comecei a foder a pussy dela por trás (uma posição muito excitante). Após alguns minutos, ela me fez sentar na cama e continuou chupando a cock, chupava com um frenesi danado, dando lambidas como se fosse um sorvete, passando a língua em círculos e enfiando tudo na boca. Voltou pra baixo, nas bolas, e chupava enquanto acariciava toda a região. Depois, me fez colocar um travesseiro debaixo das costas. Nessa posição, continuou chupando as bolas e foi descendo até o períneo (a borda do cu, entre a bunda e as bolas). Como não encontrou resistência, seguiu suave. Eu não via a hora de ela chegar no buraco proibido, minha excitação tava fenomenal. Então, empurrei a cabeça dela de leve, e ela se animou: meteu a língua no meu cu e começou a chupar com força, enquanto me masturbava. A língua dela rodeava todo o buraco do cu e enfiava. Depois de um tempo, continuou chupando a cock e enfiou o dedo devagar na minha booty. Quando tocou na próstata, explodi e gozei na boca dela, e ela engoliu toda a cum. A verdade é que foi uma foda espetacular, como nunca tinha experimentado antes, e a partir daí meu prazer sexual deu uma virada incrível. teve uma ressignificação.
Depois tivemos mais alguns encontros, mas depois daqueles dias não a vi mais. Vou continuar contando alguns encontros com Carolina. Quando perguntei onde ela tinha aprendido aquilo, respondeu que foi nas revistas que uma amiga mandava pra ela. Aguentem as revistas eróticas. Um abraço e vou seguir com os relatos.
7 comentários - Meu primeiro beijo negro
lo que pasa es que cuando lo escribo no me vienen los recuerdos y no puedo evitar calentarme,por eso hay errores de redaccion ,la proxima lo guardo y lo corrijo mas tarde