Esta é a continuação da história que começou aqui:
http://www.poringa.net/posts/relatos/1924977/Poseida-por-mi-papa-politico.html
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Passaram-se vários meses em que parecia que tudo que minha cabeça tinha imaginado tão vertiginosamente ia desabar de uma vez, por causa de uma interminável série de acontecimentos negativos que aconteceram sem parar:
Por um lado, Fede fazendo uma viagem louca atrás de um trampo que o lançasse pra independência financeira com o diploma debaixo do braço, mas com resultados que, na melhor das hipóteses, prometiam um futuro imediato cheio de cargos com nomes "marketineiros" de gerência em empresas importantes e salários que nunca chegavam nem na metade do que o pai dele vinha bancando há anos, pra cobrir muito mais que as necessidades básicas. Até as passagens aéreas e gastos de viagem pra entrevistas em outros estados ou no exterior estavam inclusos. Aleluia! O menino descobriu de repente o que era ganhar dinheiro e quanto custava fazer isso por conta própria.
Por outro lado, naquela época (meados de 2003), ainda tinha pra todo lado os restos de uma crise econômica que continuava fudendo este país e, como dá pra imaginar, nem o negócio dos meus pais, nem a fábrica do meu "sogro" escaparam do lamento geral. Isso, embora nunca tenha colocado em risco a enorme solidez financeira do Ángel, causou efeitos notórios no humor dele e, por tabela, no nosso "relacionamento" incipiente. As "conversas" prometidas nunca rolaram e os "novos encontros" foram casuais, raros e com as mesmas características de sempre: Não - aconteceu - nada.
A situação dos meus velhos, somada à ausência virtual tanto do meu "querido namoradinho" quanto (quem diria) do pai dele, me deixavam numa fossa danada e com uma vontade de putaria que por momentos mudou perigosamente meu comportamento. Tive uns episódios de "descontrole" na minha conduta e um dos acontecimentos mais marcantes desse período aconteceu quando o Fede tinha viajado pra outra das grandes cidades argentinas. com seu currículo magro de ofertas e me vi envolvida numa experiência de sexo grupal, que vou detalhar em outro relato.
No meio de um quadro de desespero quase aceito, tentei continuar meus estudos sem muito entusiasmo. Pouco tempo depois, Fede começou a trabalhar na filial local de uma empresa multinacional, em condições aceitáveis e com perspectivas interessantes, mas trabalhando o dia inteiro. Num desses dias, bati na porta da casa do meu noivo (sabendo que ele estava trabalhando), com a intenção de usar a internet dele (como costumava fazer, já que eu não tinha), mas dessa vez também não foi a mãe dele que abriu a porta, e sim (mais uma vez) o pai dele. A cena se repetiu: "Oi, tesouro" seguido de um beijo apaixonado, mãos por baixo da saia (não costumo usar calças) procurando rapidinho minhas nádegas e pronto; tudo em dez segundos como de costume, depois uma passada pelo corredor sentindo as mãos dele no meu corpo, abertura da porta e, uma vez na sala... Ah, surpresa! Ele me pegou por trás, enfiou a mão direita por baixo do moletom que eu tava usando e alcançou meu peito esquerdo, enquanto a outra mão já tinha vencido o elástico da minha cintura e os dedos dele sentiam a depilação recente da minha buceta. Os lábios dele no meu pescoço mal deixavam entender a pergunta:
- Você se depilou pra mim, tesouro?
- Mhm?.. (não era verdade).
Juro que não fazia ideia de que ele estava sozinho, embora a roupa dele indicasse que ia sair. Mas também juro que teria chegado mais cedo se soubesse. Ele fingiu que ia me levar pro sofá maior da sala, mas no fim escolheu a escrivaninha dele, onde também tem cadeiras confortáveis e além disso o computador que, de vez em quando, justificaria minha presença ali, e de onde dá pra ver a rua sem que ninguém veja o que rola lá dentro, por causa do tipo de vidro da janela.
Ele ficou impecavelmente vestido com seu conjunto fino. esporte, gravata elegante e um perfume requintado, enquanto, minuciosamente, ia tirando uma a uma as modestas roupas que me cobriam (não estava vestida para a ocasião), ao mesmo tempo que, com a boca, não deixava um centímetro da minha pele sem percorrer e umedecer com sua saliva.
Senti meu corpo invadido por uma sensação abrasadora de prazer, quando me vi deitada no sofá, com minha nudez exposta diante daquele homem que mal tinha afrouxado levemente a gravata e que, ajoelhado e faminto, apoiava minhas pernas sobre os ombros dele e introduzia, desesperado, sua língua na minha buceta molhada. Como num sonho, acariciava suas têmporas grisalhas enquanto via as primeiras gotinhas de suor que apareciam em sua testa bronzeada. As fantasias que por tanto tempo alimentaram minha imaginação foram superadas com folga naquela tarde, à custa de uma posse sexual tão repetida quanto desinibida, que fez de mim, tanto por via vaginal quanto oral, mostrando aptidões que o filho dele, com menos da metade dos anos vividos, jamais havia exibido.
Finalmente tinha acontecido o encontro que tanto esperávamos e que nunca planejamos, e no lugar que jamais imaginaríamos. Aproveitamos por quase três horas. Ele tomou um banho do qual, por razões óbvias, eu precisei abrir mão e, novamente vestido impecavelmente, se ofereceu para me levar em casa, onde eu tomaria o meu.
Numa breve conversa que tivemos durante o trajeto, ficaram claras algumas coisas sobre a ideia que ele tinha da nossa relação. Ele me fez notar que, em várias ocasiões enquanto transávamos, eu tinha soltado exclamações como "Sim, pussy... me faz tua" ou "me dá mais... me come, por favor" e até uma vez dentro do carro, eu disse "volta a me fazer isso logo, meu amor" e coisas do tipo. Então ele tratou de me dizer algo mais ou menos assim:
— Olha, Moni... tem coisas com que temos que ser muito cuidadosos... Você vai ter que parar de me tratar por "você". Adoro que não faça isso, mas pelo bem dos dois, é melhor você me tratar por "senhor", como vinha fazendo. É uma questão de segurança, já que precisamos evitar que, na frente da Blanca ou do Federico, escape de você uma expressão de intimidade que levante suspeitas. Os jovens de hoje fazem isso, mas nunca foi seu costume, certo?
Naturalmente, eu concordei com a cabeça, e isso me deu a pista de que ele estava disposto a encarar nosso relacionamento como uma prática que duraria no tempo e que não pretendia abrir mão dela. Ele também estabeleceu, com um tom de autoridade, que não haveria entre nós comunicações por celular, nem de voz, nem de texto, e muito menos por e-mail, a menos que fossem alheias ao "nosso caso" e não precisassem ser feitas em segredo.
Diante da minha dúvida sobre como nos comunicaríamos então, ele me adiantou algo que me deixou pasma:
- Estou pensando em te oferecer algo que você certamente vai aceitar. É o seguinte: você vem trabalhar comigo na fábrica, porque preciso de uma secretária, já que a que tenho se formou e vai sair da empresa daqui a dois meses. Lá não vamos ter problemas de comunicação. Além disso, ouvi dizer que você e o Federico conversaram sobre casamento, e um salário bem bom, que posso te pagar, não vai cair mal. Mas depois a gente conversa, porque estou atrasado. Tchau, tesouro, se cuida. Ele me deu um beijo na bochecha como se nada fosse, e eu desci estupefata.
Assim, simples assim, ele tinha estabelecido. Eu casada com o filho dele, e ele mantendo comigo um relacionamento ultra clandestino e protegido com garantias imbatíveis. Minhas noites seguintes de lógica insônia corresponderam ao aparecimento imediato na minha vida de algumas das tantas perguntas sem resposta: A que psicanalista eu poderia recorrer com meu problema, sem que, na tentativa, eu morresse de vergonha? Como eu poderia renunciar a uma vida que se apresentava com a dualidade maravilhosa de estar casada com o homem que amava e, ao mesmo tempo, ter acesso sempre que quisesse ao homem que me... ela proporcionava o maior prazer sexual que eu já tinha conhecido?
Devo confessar que não me esforcei muito pra buscar as respostas. Uma certa cegueira típica dos vinte anos me ofuscou sob o encanto exclusivo da aventura sexual e, em pouco tempo, eu já estava com meu namorado numa cama do motel que a gente frequentava, marcando data e planejando todos os detalhes do nosso casamento. E dias depois, noutra cama, mas de um hotel luxuoso nos arredores da cidade, eu ouvia os planos que meu agora futuro sogro de verdade tinha elaborado pra minha entrada iminente como funcionária "privilegiada" da empresa dele.
Minha família e a do meu namorado receberam com muito entusiasmo as novidades tanto do casamento quanto do meu futuro emprego, e a partir daí, tudo foi preparativos e alegria por todo lado. Mas como a primeira coisa que ia rolar era minha entrada no trabalho, comecei a visitar com frequência a fábrica onde meu "sogro" ia me "treinar" direitinho, pra que quando eu entrasse pudesse me virar de forma adequada e cumprir minha tarefa com eficiência, nas palavras dele. É um estabelecimento gigantesco, localizado na zona industrial da cidade, ocupando uma área de 8 hectares, com mais de 45.000 metros quadrados cobertos e onde trabalham cerca de 650 funcionários. Naquela época, a empresa tentava se recuperar da crise grave que enfrentava através de uma política de expansão comercial voltada pro Mercosul. Falo isso como quem tenta explicar de algum jeito por que minhas pernas tremiam do jeito que tremiam. Por razões óbvias, evito mencionar o ramo de atividade, mas esclareço que os clientes são empresas da indústria metalmecânica.
Assim, fui conhecendo as instalações aos poucos, sendo apresentada a diretores e pessoal administrativo (incluindo a que eu depois substituiria) e me inteirando do funcionamento das áreas que ficariam sob meu competição, tudo com a ajuda do meu querido "futuro chefe". Depois de cinco ou seis visitas instrutivas, houve uma em que tive que esperar no escritório do Ángel, até ele sair de uma reunião importante numa sala ao lado, enquanto praticava algumas tarefas simples que ele me ensinou. O conclave terminou e ele se despediu dos outros executivos e depois da secretária, já tarde da noite, horário em que não havia mais trabalhadores de chão de fábrica nem administrativos, e só ficava uma dezena dos que trabalham na segurança ou manutenção nas áreas periféricas do terreno.
Como tenho certeza de que não preciso explicar o que aconteceu depois, te conto que do escritório (localizado no primeiro andar), dá pra ver (e ouvir!) através de uma tela, cada cantinho da fábrica, coisa que também fazem da guarita de segurança, exceto pelas áreas do escritório em questão, da secretaria privada e da sala de reuniões, cujo código de acesso só pode ser liberado pelo presidente ou por alguém autorizado por ele.
Durante a espera, tinha preparado café numa kitchenette charmosa que fica ao lado do que seria meu escritório, mas ao entrar, ele preferiu (depois de me dar um beijo doce) se jogar no bar particular de carvalho que tem atrás da mesa dele, em busca de um scotch revigorante. Em seguida, empurrou as pesadas portas de vai-e-vem com vidro bisotado e fosco que separam o escritório de um ambiente majestoso que serve de "private room", presidido por um imponente jogo de sofás de veludo cotelê chocolate, que parece descansar sobre um tapete fofo de tom tabaco e cercado por uma janelona vestida até o chão com cortinas de brocato sépia. De alto-falantes escondidos, a banda Skorpions começou a cantar baixinho "Still loving you", uma música mais da época dele do que da minha. Não foi preciso acender as luminárias artísticas que, com gosto refinado, estavam se espalham pelo ambiente, já que a luz fraca que se filtrava pela porta do escritório desenhava perfeitamente todos os objetos. Em vez disso, apertou um botão e as cortinas começaram a se afastar lentamente, revelando que a lua, aparecendo entre as nuvens, nos olhava com um sorriso cúmplice... e se escondia.
Com um gesto de muito cansaço, alternou o copo de uísque entre as mãos para se livrar do paletó e jogá-lo em cima de um dos sofás, sentou-se pesadamente em outro e tirou a gravata enquanto, com cada pé, libertava o outro do respectivo sapato.
Quando me aproximei para sentar no braço do lado dele, o toque do meu celular me assustou. O som não fez com que eu precisasse ler a tela para identificar a ligação: era o Federico.
- Oi, porquinhhoo!..
- Bebê! Onde você tá a essa hora?
- Aqui, na (nome da fábrica) ainda. Com seu pai! Que horas são?
Ao falar, olhei pro Ângel, que imediatamente se apontou e em seguida indicou a sala de reuniões com o dedo.
- Quase dez horas! O velho enlouqueceu? Fala pra ele que você ainda não trabalha aí, eu...
- É que ele tá reunido com gente... Tô praticando um pouco e ouvindo música enquanto espero. Acho que não demora muito. E você, como tá, meu amor?
- Eu morto de cansaço porque acabei de sair, mas ia te chamar pra tomar um café por aí. E se eu for te buscar?
- Nem pensa! Até você chegar aqui, talvez a gente já tenha saído. Além disso, também tô cansada, vamos deixar pra outro dia, tá?
Sem perceber, no meio da conversa, eu tinha ficado parada ao lado do sofá onde o Ângel estava sentado. Sem perder tempo, com a mão dele, ele fez com que eu me aproximasse mais e ficasse entre as pernas dele; então desabotoou alguns dos botões de baixo da minha blusa e...
- Bom... tá bem. Mas como você tá, bebê? O velho te trata bem?
- Claro, bobo!.. Se você sabe que ele é carinhoso...
... passando as duas mãos por baixo da saia, colocou uma em cada uma das minhas nádegas e começou...
- É... muito carinhoso, mas você sabe que esse velho é bem explorador. Se você não parar ele...
- Ai, Fede!... Para de falar besteira...
... a beijar minha barriga. Senti um medo danado de soltar algum som por causa da excitação ou de mudar o tom da minha voz, mas meio desesperada peguei com minha única mão livre...
- Você vai ver, mas tudo bem... Posso te ver amanhã?
- Acho que sim, porquinho... mas depende mais de você do que de mim. Amanhã eu saio da facul cedo, mas você trabalha.
... os pelinhos curtos da nuca dele, tentando afastá-lo, mas ele já tinha dado um jeito de me tirar a saia e, por baixo da blusa, já se preparava...
- Tá bom. Antes de sair do trampo, te ligo. Olha que depois você vai pra (falou o nome da minha cidade) por causa daquela famosa certidão de nascimento, então quero que a gente saia amanhã, tá?
- Siim, porquinho... bom... descansa e se cuida muito... Te amo...
... a soltar meu sutiã enquanto os lábios dele não paravam de percorrer e a língua molhar...
- Também te amo, bebê. Beijinho... Sonha comigo, hein?
- Você também comigo... Beijinho... Tchau.
... cada centímetro da minha pele que estivesse ao alcance dele.
Ao desligar a chamada, talvez por causa do nervosismo, o celular caiu. Dobrei as pernas pra pegar e garantir que tinha desligado direito, ficando de cócoras entre os joelhos dele. Com suavidade, ele me pegou pelo pescoço enquanto com a outra mão abaixou o zíper da calça dele e a tarefa de soltar o cinto ficou por minha conta, apoiando meus cotovelos no sofá dos dois lados do quadril dele.
Quando o elástico da cueca dele soltou, o pau dele ficou duro a centímetros dos meus olhos. Levantei o olhar procurando o dele e minha boca entreaberta, suplicante, fez ele me pegar pelo pescoço com as duas mãos e me puxar pra perto, pra enfiar até a garganta. Ele começou a fazer o movimento. Movimento de vai e vem bem devagar com o corpo dele, enquanto com as mãos ele terminava de deixar meu torso nu. Mais uma vez, eu estava diante dele, que ainda tinha quase toda a roupa, vestindo só minha calcinha fio dental, minhas bijuterias e meus sapatos (que ele, com um gesto, impediu que eu tirasse quando tentei). Depois que ele também tirou toda a roupa dele, a gente ficou navegando numa viagem louca pelo tapete por quase duas horas. Percorremos os corpos um do outro com a boca de um jeito desenfreado, curtimos uma liberdade escandalosa e impune, ultrapassamos os limites da nossa moral misturando saliva nos beijos, saboreando os fluidos das nossas bucetas e paus e o suor das nossas peles. Eu provoquei ele com obscenidade lembrando da esposa dele enquanto ele me penetrava, ele me insultou com baixeza mencionando o filho dele enquanto me lambia, tirei sarro da idade dele quando chupei as bolas dele, ele riu imaginando eu na frente do padre com o vestido branco cobrindo meu corpo nu que ainda ia pertencer a ele. No fim, depois de sussurrar no ouvido dele "velho decrépito" e ele me responder "girl slut", a gente caiu na gargalhada até chorar... (quem sabe se também não choramos um pouco sem rir...).
Perto da meia-noite, o guarda levantou a cancela com tempo suficiente pra não precisar parar o carro, de onde saiu uma buzinada curta como cumprimento. Os vidros escuros desenharam um ponto de interrogação sobre as duas pessoas na guarita.
Continua (será que continua?)
6 comentários - Possuída pelo meu padrasto parte 2
creo que esta historia va a explotar pronto con pormenores que ya
estoy imaginando.
te dejo 10 porotos y espero la proxima.
que no se te vaya a pasar por la cabeza la posibilidad de dejar trunco este relato
vas bien y makoto shishio te banca
😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉 😉