As espiãs chilenas

Capítulo 1, A Captura

Na Venezuela, há mais de 20 anos, uma espiã e sua filha, uma aprendiz de espiã, vivem disfarçadas. Seus nomes são Gabriela Yrene Barzana Salas, professora universitária, nascida em Santiago, Chile; mulher branca, 1,80 m de altura, medidas 89-62-91, tamanho do pé EUA: 10,5 (EUR: 41 sapatos - 42 sandálias), olhos grandes verde-mar, cabelo loiro até os ombros e corpo atlético (uma forma física de dar inveja a qualquer mulher da idade dela). Ela trabalha para a Agência de Missões Secretas do Chile (AMSC) e é espiã desde 1978 (quando tinha 18 anos), quando foi presa pela polícia chilena sob acusação de roubo e furto à mão armada, pegando 3 anos de cadeia. Após um processo de seleção rigoroso, a agência secreta decidiu recrutá-la, levando em conta sua habilidade de furtar objetos (desde então, já são uns 25 anos de serviço). Andrea Gabriella Orioli Barzana, nascida na Venezuela, 22 anos, estudante universitária, é a única filha de Gabriella, fruto do casamento com Bruno Orioli. Pele dourada, 1,77 m de altura, medidas 88-60-88, tamanho do pé EUA: 8 (EUR: 37 sapatos - 38 sandálias), olhos castanho-escuros, cabelo preto azulado comprido até a cintura, corpo bem torneado graças às horas e horas de treino que recebeu da mãe. Gabriella (daqui pra frente, Gaby) tem no currículo secreto ter desmascarado o governo de Augusto Pinochet com poucos anos de experiência na espionagem, e ainda se infiltrou na União Soviética, conseguindo capturar documentos importantes que, no fim, ajudaram a separar a URSS, ganhando méritos suficientes pra ser considerada a melhor espiã do mundo. O início de 2011 vai servir pra essa espiã internacional e famosa trabalhar pra DISS (Divizione Italiana di Servizio Secretto), já que antes, Eles tinham oferecido trabalho pra ela, mas a Gaby recusou, porque era pra fins malignos. A DISS, querendo garantir que a Gaby trabalhasse pra eles, bolou um plano meticuloso e bem estudado: chamou seu melhor agente, Giampiero Bonera (daqui pra frente, Gian), de 26 anos, que mora nessa cidade há 4 anos, amigo da Gaby (a Gaby dá aula pra ele na universidade onde trabalha) e da Andrea (colegas de classe; em várias ocasiões, o Gian tinha ido na casa da Gaby e da Andrea, com a desculpa de estudar) pra conseguir isso. O Gian traçou o plano dele pra executar essa missão; um dia, com a desculpa de que ela levasse ele até o centro da cidade, foi com ela (a Gaby) na caminhonete dela, acompanhado da Andrea Gabriella e da melhor amiga da Andrea, Anna Karina Pannitti (uma guria de uns 21 anos, altura 1,75m, pele branca como leite, medidas 87-62-91, tamanho do pé EUA: 8.5 (EUR: 38 sapatos - 39 sandálias), estuda com eles, mas não tinha muita intimidade com o Gian), umas 10 da noite, uma hora depois da Gaby dar a última aula; e saíram da universidade, que ficava numa área afastada da cidade. Enquanto iam pela estrada em direção à cidade, o Gian pediu pra parar, porque tava com tontura e queria vomitar (era um pretexto pra preparar tudo). Quando entrou de novo na caminhonete, rapidinho o Gian colocou uma máscara antigás e, antes que ela ligasse o carro, começou a borrifar um recipiente com gás insone (clorofórmio). A Gaby, tentando se segurar, falou: "Andrea..., Anna..., Giamp...". Deixou a cabeça cair no volante e apagou. Igual à Gaby, as outras duas mulheres também apagaram. O Gian tirou a Gaby (que tava dirigindo) e levou o carro pra um lugar afastado da estrada onde ninguém pudesse ver nada, e em seguida amarrou as três mulheres de pés e mãos, colocou a Gaby e a Andrea na parte de carga da caminhonete, ambas com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, pra evitar que acordassem, e deixou a Anna Karina no banco traseiro do carro, também com a boca amordaçada com um lenço de clorofórmio, cobertas por uma lona que estava no porta-malas do carro, pra evitar qualquer suspeita; e seguem pra uma casa abandonada nos arredores da cidade. Dentro da casa tem uma porta que leva a um elevador; ele pega as 3 mulheres (uma por uma) e mete elas lá dentro do elevador, entra e ativa. Quando o elevador chega no fim do percurso, uns 25 metros abaixo do chão, as portas se abrem e na frente tem um corredor que leva a um salão antirruído enorme. Lá, tem uma cadeira de dentista parafusada com força no chão; Gian pega a Gaby e amarra ela na cadeira (começa pelos tornozelos e joelhos, amarrando eles juntos, depois a cintura, os pulsos, os braços, o peito e o pescoço) enquanto pras outras, Gian manda uns ajudantes procurarem elas, trazerem e tirarem a roupa delas (a Andrea tava vestindo uma camisa azul e preta, uma calça jeans, meias brancas e tênis azul marinho. A Anna Karina tava com uma camisa rosa, uma calça jeans preta e uns tamancos, sem meias, de sola baixa; deixando à mostra (de calcinha e sutiã) uns corpos espetaculares e uns pés bem cuidados e lindos das duas minas). Finalmente, esses ajudantes algemam os tornozelos e pulsos delas (de cabeça pra baixo) em umas madeiras grandes em formato de X, e de frente pra Gaby, mas com um vidro grosso entre elas, de um jeito que elas se vejam, mas não se escutem.

Capítulo 2, Por que a Gaby não trabalhou pra DISS?

Quando a Gaby acorda, que é a primeira a acordar, ela percebe que tá amarrada do pescoço até os tornozelos, numa cadeira como se fosse feita especialmente pra ela. Ela tenta se soltar, mas vê que é praticamente impossível, além disso percebe que essas amarras que ela tem tão ligadas em vários pontos na cadeira, tornando ainda mais impossível ela conseguir se soltar. Nisso, alguém lhe Venda os olhos dela e, em seguida, um estalo de dedos acende uma lâmpada bem na altura da cabeça da Gaby, iluminando só ela (Gaby estava usando uma blusa laranja, jaqueta e calça preta, além de meia-calça e sapatos de salto preto). Na hora, uma voz familiar falou com ela, mas ela, ainda atordoada pelo efeito do clorofórmio, não conseguia reconhecer. Essa pessoa disse o nome completo dela, descreveu toda a vida dela, as características físicas, o que ela fazia, onde morava, onde nasceu, tudo (menos que era espiã). Ela achou que era um sequestro daqueles "relâmpago" que rolam na Venezuela, que depois iam pedir resgate, e pronto. Ele continuou falando, mas quando Gian disse que ela era uma espiã disfarçada e todas as coisas que ela tinha feito, ela percebeu que não era um sequestro simples, mas sim gente bem organizada que sabia de tudo. Depois disso, Gaby falou num tom normal: "Olha, não sei de onde você tirou essa informação, mas eu não sou essa pessoa que você tá falando. Quanto vocês querem pelo meu resgate? Hein!? 5 milhões?, 10 milhões?, deixa eu fazer uma ligação, eu consigo o dinheiro que você pedir!". Gian rebateu: "Resgate? Não, você se enganou; dinheiro? Muito menos, Gaby!; nós temos, e de sobra!. Olha, vamos começar por algo: não mente pra mim. Você já cometeu o primeiro erro!. Eu sei que você é espiã, na sua casa descobri muitos documentos seus e da Andrea Gabriella Orioli Barzana, ou seja, sua filha, então, pelo seu bem, recomendo que não continue com essa farsa". Nessa hora, ela lembrou da voz dele: "Giampiero!?, É você?, Você é quem tá por trás de tudo isso?" ela disse. "Primeiro acerto!, agora nivelamos o jogo!. Devo dizer, você é mais gostosa do que pensávamos" disse Gian. Depois, Gaby falou: "Beleza, você me descobriu, mas não sabe com quem se meteu. Esse serviço secreto que você mencionou, onde eu trabalho, é um dos melhores do mundo, não vai passar um dia e você vai estar morto, seu moleque idiota! (Gaby fala como se a situação fosse ao contrário) "Como é que você tem coragem de fazer isso comigo!? Hein? Você não sabe, mas eu tenho um minichip satelital implantado no meu corpo que mostra pra eles tudo que eu faço, falo e até penso. Logo vão saber se eu estou bem ou não! Me solta!" Aí Gian responde: "Gaby, seu serviço secreto é muito bom, sim, mas depois do FBI, MI6 e da KGB, a Divizione Italiana di Servizio Segreto é o quarto da lista. Então, você está falando com um membro da DISS. Além disso, você já falhou duas vezes, então a gente equilibra a balança de novo, a meu favor! Escuta, este quarto foi especialmente projetado para bloquear essa tecnologia que você tem no corpo, porque fomos nós que a criamos! Então não sou tão idiota quanto você disse ainda agora." "Seus filhos da puta! O que vocês querem?" disse Gaby. "Que você trabalhe pra gente!" respondeu Gian. "Vocês acham que vou trabalhar com vocês, sabendo que queriam roubar os planos e as instruções da bomba biológica?! Tão loucos! Italianos de merda!" falou Gaby. "Como quiser, mas no final vamos ver qual vontade vence." disse Gian. "Ah, é? Então olha só o que vou fazer!" Na hora, Gaby mordeu um dente que tinha uma pastilha de cianeto, mas nada. Duas tentativas depois, nada também. Aí Gian fala: "Ah, uma coisa que esqueci de te contar: sua pastilha de cianeto está comigo! Meu serviço secreto é melhor que o seu, então sou mais treinado que você. Pelo que vejo, você tinha esse plano de contingência pra essas situações, mas agora não adianta mais (a pastilha). Bruno Orioli, seu ex-marido e pai da Andrea, trabalhou pra gente; antes de morrer, ele passou muita informação sobre você e sua filha; muito útil, por sinal. Por isso que você está aqui! Porque na Itália decidiram que você vai trabalhar pra gente, graças ao seu currículo! Vamos começar na boa. Vou te perguntar: você quer trabalhar pra gente?" (enquanto tira a venda dos olhos dela) olhos). Agora parece que há um pouco de terror no rosto de Gaby, mas ela, corajosamente, responde: "tá bom, me tem aqui amarrada, sem que eu possa fazer nada, mas minha resposta é NÃO!" (e cospe na cara de Gian, que estava perto do rosto dela) "Não vou trabalhar com vocês! Vão tomar no cu! Italianos filhos da puta!". "Você acabou de cometer seu terceiro e quarto erros, Gaby. Parece que é sua resposta final, né? Muito bem. Francesco, Plano A! Mexe-te!!!" diz Gian enquanto limpava o rosto. Francesco ordena em italiano pelo interfone acender as luzes e preparar as garotas que estavam do outro lado. Os ajudantes, um em cada uma delas, as acordam jogando um pouco de água fervendo nas plantas dos pés de cada uma. Enquanto isso acontece, Gian se afasta dos olhos de Gaby, para que ela pudesse ver (ela percebe que não está sozinha nessa, também está sua filha e Anna Karina, a amiga de Andrea, e ao virar a cabeça, nas paredes onde estão Andrea e Anna, ela vê que há uma série de instrumentos, e muitos, para torturar).

Capítulo 3: As Operações

Ambas as mulheres acordam sobressaltadas soltando um gemido de dor. Nisso Andrea diz: "Mãe!?, o que você tá fazendo aí?, o que é isso?, o que eu tô fazendo aqui amarrada?, Gian!? (ela disse com espanto e terror ao ver Gian do outro lado do vidro e ao se ver fortemente amarrada)". Anna também se levanta dizendo: "Gian?! o que você tá fazendo aí?! o que é isso! por que estamos amarradas assim? (olhando para ela e para Andrea) o que a senhora Gabriela está fazendo ali? SOCORRO!, SOCORROOOOO!". "Puxa, Andrea, nem cumpriu sua primeira missão e já tá enrascada, hein?. Parece que vai ter um treinamento especial hoje, riscos do espião de verdade!", diz Gian, "e a senhorita Pannitti, não gaste sua energia, guarde ela, porque você vai ver o perigo do verdadeiro trabalho da Andrea e da mãe dela! E caso não saiba, Andrea e Gabriela são espiãs, (Nisso, Anna olha com espanto para Andrea e depois para Gaby) "E como você está aqui, dois espiões extras que vão trabalhar pra DISS, não é ruim. Né, Francesco? (olhando pra ele), parece que depois disso vamos ganhar um puta reconhecimento!" disse pra elas pelo interfone. "Zi, signore. Io bello, due femmene più per L'DISS!" falou Francesco. Enquanto uns ajudantes terminam de preparar as garotas, Gaby fala pro Gian: "Você me tem, né? Pra que quer elas? Solta elas!" "Aja!! É aí que eu queria chegar. Elas são meu seguro de que você vai trabalhar pra gente!" diz Gian, "sua maior fraqueza é que não aguenta ver sua filha sofrer, por isso o plano deu certo! Porque você vai ver sua filha e a amiga dela sofrer, mas depois vem 'Lo speziale'; ah!" e na sequência, Gaby pergunta: "Lo speziale? O que é is..." e nisso Gian coloca uma mangueira com umas tiras na boca de Gaby, depois foi abrir uma torneira, e da mangueira saiu uma pressão forte de água que tava sufocando ela, desse jeito, Gaby não conseguia falar, muito menos gritar! Fazem sinal pro Gian que tão prontos. Quando Gaby vê, fica aterrorizada (e impotente pra fazer qualquer coisa, mexe a cadeira igual uma louca pra ver se conseguia algo, mas nada) ao ver que Andrea e Anna estão peladas, e colocaram nos mamilos e em todos os dedos de cada pé uns fios de cobre, que iam pra uma máquina. Gian pergunta: "E aí, mudou de ideia? Vai trabalhar pra gente?" Pelos movimentos que Gaby fez, mostrou que não, então Gian fala: "Sabe, água e eletricidade não se dão bem! Vamos ver se elas sabem disso!" (na hora, levantou a mão direita com o dedo indicador em forma de 1, e um ajudante do outro lado jogou água nas garotas, enquanto outro apertou um botão e as meninas soltaram um grito forte de dor por uns 15 segundos, porque pelos fios nos pés passava eletricidade, e saía pelos fios nos mamilos, além disso, a água dobrava a força dela. Gaby ouviu elas, porque Francesco tinha O interfone ficou aberto pra ela ouvir. Nisso, Gian disse pra ela: "Nossos métodos são bem persuasivos, Gaby (que mal conseguia respirar por causa da água na boca), então te recomendo mudar de ideia!" "MMMNNGGGJJJLLLUUUAAAMMMPPPPPMS" (balançando a cabeça igual uma louca de um lado pro outro pra ver se soltava a mangueira, ao mesmo tempo dizendo nunca) "Nunca, é? Beleza, depois de mais 4 toques; Andrea e a senhorita Pannitti vão chegar num ponto que não vão aguentar mais e vão desmaiar de dor, e você, não se esforça pra se soltar, essa mangueira tá bem presa na sua cabeça, por mais que você se mexa bruscamente, não vai soltar, aguenta, não?" Gian levantou a mão direita de novo, mas com os dedos indicador e médio em formato de 2, e a operação com as garotas se repetiu, mas dessa vez a eletricidade foi de 30 segundos, então o grito foi mais forte e mais intenso. Naquele momento, Anna desmaiou, que não aguentou a dor. Andrea, que não aguentava mais, mas tava segurando, gritou: MALDITO! POR QUE CÊ TÁ FAZENDO ISSO COM A GENTE! entre lágrimas. Gian falou pra Gaby de mau jeito: "Puxa, você é uma péssima professora, não ensinou essas 'Ragazza' a fazer esse exercício, porque não durou o que eu esperava!" Gaby, que já não aguentava mais a água na boca, gritou de novo um monte de coisa nada compreensível e balançou a cabeça bruscamente pra ver se conseguia alguma coisa. Gian, com raiva, foi até onde Francesco tava e disse: "Acabou o plano A, prepara a da direita pro especial, a da esquerda, mete no balde, com as rodas", apontando pras garotas. "Zi, signore" disse Francesco. Gian decidiu tirar a mangueira da boca de Gaby, que já tava com toda a roupa encharcada. Ela, tossindo, expulsando toda a água que conseguia, disse: AJH AJH AJH AJH MALDITO! AJH AJH AJH DEIXA ELAS IR! AJH AJH AJH ELAS NÃO TÊM NADA A VER! CÊ ME TEM! AJH AJH AJH AAAAA AJH AJH AJH FAZ O QUE QUISER COMIGO!. Nesse momento, Gian pegou o lenço preto de novo e vendeu os olhos de Gaby, de um jeito que ela não pudesse ver nada. Nada.

**Capítulo 4: Lo Speziale**

"Sabe, se sua filha quiser ser espiã pra gente, ela vai precisar de um sexto sentido, a intuição. Você parece ter, mas ela, pelo visto, não herdou isso", disse Gian. "Francesco, pronto? Vai!; va tutto benne, eh Franco!" Francesco se retira e, nisso, Gian começa a contar: "Lo Speziale, o sistema que inventamos, é capaz de pegar movimentos do corpo humano e transformá-los em energia". Naquele momento, Gian pisa num botão, e a parte de baixo da cadeira se levanta, deixando as pernas num ângulo reto, e começa a tirar os sapatos dela, com a meia-calça ainda posta. Gaby, sem forças e mal retomando o ritmo normal de respiração, não ofereceu resistência e não tinha entendido pra que Gian fazia aquilo. Gian diz pra ela: "Vou te falar uma coisa, ao ver seus pés, fiquei surpreso com como são lindos, Gaby. Geralmente, mulheres com mais de 40 anos tendem a negligenciar os pés, mas você caprichou em mantê-los. Sua filha e a amiga dela também têm pés lindos, bem cuidados! (as unhas dos pés de Gaby estavam pintadas de verde pastel, as de Andrea de azul Itália, e as de Anna Karina de fúcsia claro). Parece que me enganei quando te chamei de professora ruim; aquele azul e rosa nos pés delas, e agora vendo os seus, te renderam um ponto a seu favor! Seu corpo, através de uns adesivos que instalei em você, está ligado a um dispositivo que transforma movimento em energia, elétrica, nesse caso. Quando você fizer um movimento pequeno, sua filha... vai começar a sentir alguma coisa. Como? Bem, um pequeno motor elétrico vai fazer girar umas rodas no sentido anti-horário, cheias de unhas postiças compridas". Gaby imaginava de tudo, menos uma coisa, porque não conseguia ver. "A amiga dela, a senhorita Pannitti, está trancada num cubo, com as mãos e os pés presos num cepo que serve de tampa dos dois lados (direito e esquerdo), bem esticadinha! Bem fechado, sem frestas, esse cubo está destampado pela parte... superior, e ela está separada 1m da parte inferior. Além disso, o cubo tem uma mangueira conectada, por sua vez ligada a uma bomba d'água que vai enchendo o cubo aos poucos. Vai chegar um momento em que a água vai cobrir a cabeça dela, ou melhor, o corpo da senhorita Pannitti, que, por estar esticada, só vai conseguir levantar a cabeça alguns centímetros, e aí vamos ver se ela aguenta a pressão de ficar debaixo d'água sem ar. Além disso, tem um motor que possui umas rodas iguais ao da sua filha, com umas unhas compridas também, que vão fazer o mesmo com ela. Sua filha está amarrada em forma de "L"; também tem uns adesivos iguais ao que você tem, tem umas penas nas axilas dela que vão se mover no sentido anti-horário, e os pés dela têm uma canga bem fixada, assim como os dedões estão amarrados de um jeito que os pezinhos lindos dela não possam se mover nada, só o corpo dela, além disso, os olhos dela estão vendados. Ela está ligada a outro dispositivo igual ao que você tem, e assim vai conseguir produzir energia para a amiga dela, eu diria... mais do que você vai produzir! CARAMBA, QUE SENSO DE IRMANDADE E AMIZADE ELA TEM! Quanto mais bruscos e rápidos forem os movimentos que você e especialmente ela fizerem, mais energia é produzida, e mais rápido vai o motor das duas". Nisso, a Gaby não tinha entendido muito bem tudo até que na mente dela ela percebeu algo... 'Mas... como é que ele vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa ener... AHHHH!!! NÃO!, pensou. "Gian", disse Gaby, "me responde uma coisa; Como você vai fazer eu e a Andrea nos mexermos para produzir essa energia?". Ao que Gian responde: "Ainda não adivinhou? Puxa, meus elogios te tiraram a vontade de pensar, hein? Bem, desse jeito: seus pés e os da Andrea!" disse Gian. "Meus, (engole seco)... MEUS PÉS?" Disse Gaby, pensando ao mesmo tempo: "AS CÓCEGAS!!? E AS CÓCEGAS VÃO SER NOS MEUS PÉS!! não pode ser!!, MEUS PÉS!!!, minha parte mais sensível, NÃOOOO!!". "Bem, acertou de novo!", disse Gian. "Você é um desgraçado!, queria Nunca ter te conhecido, Mal Nascido! Filho do demônio!" disse Gaby em uma última tentativa corajosa. "Te informo que você não está em posição de falar nada contra mim, Gaby, pode influenciar em 'Lo Speziale'. O ponto que te dei nos pés, eu tiro! Então você volta para -3. Ontem, quando visitei o salão de beleza onde você tinha ido há algumas horas com Andrea, a dona; uma senhora muito simpática, me deu uma informação valiosa. Ela me disse que você era sensível nos pés, e Andrea muito mais que você; as moças, quando estavam pintando suas unhas gentilmente, infelizmente tocaram a sola do seu pé, e você soltou uma gargalhada, e disse que você, e Andrea mais que você, tinham hipersensibilidade nas solas dos pés, que ela tomasse cuidado". "MENTIRA! ISSO TUDO É MENTIRA!! Você nunca foi a salão de beleza nenhum!. Além disso, meus pés não são nada sensíveis, OS DA ANDREA MENOS AINDA!" disse Gaby de forma desesperada e preocupada. "Pois agora vamos ver se o que eu disse é mentira ou não, Gaby!. Essa eu te perdoo. Ah, um detalhe; dessa vez nem Francesco nem eu vamos mandar fazer nada, nem na sua filha, nem na senhorita Pannitti; você mesma vai fazer!" disse Gian. "Vê como esse sistema é perfeito? Dessa vez você mesma vai dar o treinamento dos 'riscos do espião real'... tema: a capacidade de aguentar cócegas!". De repente, Gian, olhando para Anna, diz a Gaby: Que coisas acontecem, né?!!!, não tinha reparado nesse detalhe!, mais um tema para o ensinamento!: "capacidade de aguentar cócegas debaixo d'água"; para a senhorita Pannitti!!!, o que você acha?, 2 temas na mesma aula!, hein?, estamos melhorando o ensino!!"




Capítulo 5: Uma vai embora




No momento em que Gian ia pegar uma pena, Gaby disse desesperadamente: "Eu aguento o que for, Gian, mas cócegas nos pés não, TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS!, NÃO FAÇA ISSO COMIGO!, não faça cócegas na Andrea!, ela é mais sensível nos pés do que eu!. E a Anna nem se fala!!, além disso, ela não tem esse tipo de resistência que a Andrea e eu temos, DEIXA ELAS FORA DISSO! VOCÊ TEM É QUE LIDAR COMIGO!!" — gritei desesperada, com lágrimas nos olhos. Gian respondeu: "Te informo que eu sabia que a senhorita Pannitti é mais sensível que vocês duas, por isso coloquei a Andrea nessa posição, porque do jeito que ela tá, vai se mexer muito mais que você! Achei que você tinha me chamado de mentiroso, não foi? Gaby, eu sei muitas coisas sobre vocês, até sobre a senhorita Pannitti, por isso pedi para me trocarem pra sala onde você dá aula, porque eu sabia que sua filha estava lá. Fiz amizade com ela, e assim consegui entrar na sua casa, roubando muitas coisas e detalhes que hoje estou usando contra você. Tá vendo? Agora, por todas as vezes que você mentiu pra mim, Andrea, e principalmente a senhorita Pannitti, vão saber o que é ser espiã!". O mundo desabou sobre Gabriella Irene Barzana Salas, e sobre a filha dela e a Anna Karina também. "Bem, lá vou eu!" — disse Gian. "Gian, não, NÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHANÃÃÃÃÃÃOOOOOHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAPOOOOOORRRRRRRAHAHAHAHAHAHAHAHAFAZEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE nenhuma saída possível para as três mulheres. Cada segundo parecia uma eternidade. Depois de uns 15 minutos de tortura, Gian decide parar. Quando Gaby volta à sanidade, Gian conta: "Um detalhezinho que escapou, Gaby", enquanto tirava a venda dos olhos dela. Ela via que nem os pés nem o corpo de Andrea paravam de se mexer por causa da roda com unhas e das penas, e os gritos das duas só pioravam a situação delas, afundadas na própria agonia. Os poucos espasmos que o corpo de Anna Karina conseguia dar eram tão violentos que balançavam o balde, mas ela não conseguia fugir daquelas unhas do demônio, que pareciam cada vez mais numerosas passeando pelas solas dos pés dela. "A energia que você produziu nesses 15 minutos só carregou as baterias dos dois aparelhos, mas de agora em diante, isso não vai parar, vai continuar até você falar. E te lembro: o balde da senhorita Pannitti já está num quarto, então te restam 3/4 de balde pra você decidir." Andrea se sacudia igual uma louca, de um lado pro outro, tentando ao mesmo tempo livrar os pés e as axilas das unhas e das penas, sem saber o que isso causava. A pobre Gaby não sabia o que fazer, tava perdida. Aquilo era demais, ela não ia aguentar por muito tempo, mas continuava fiel às suas ídolas. "Beleza, como você quiser", disse Gian, enquanto tapava os olhos dela de novo. Com a ponta de escrever da caneta, resolveu rasgar a meia do pé direito de Gaby, o que arrancou uma gargalhada forte dela; em seguida, passou pro pé esquerdo, repetiu a operação, e foi pegar um cadarço. Amarrou os dedões dos pés dela, e resolveu continuar a tortura, enquanto Andrea não aguentava mais (já tava se mijando de tanto rir) e Anna Karina parecia num estado de insanidade, os dedos dela tentando inutilmente proteger a sola do pé, mas as rodas com unhas faziam o serviço direitinho. Perfeito. Já com o balde pela metade, agora Anna parecia entrar num estado de loucura, por aguentar as cócegas; mas aguentava, mesmo gritando por piedade, ao mesmo tempo que ria às gargalhadas sem conseguir parar nem respirar direito. Gian, uns três minutos depois de reiniciar a tortura com a Gaby, decide parar de novo, e tira a venda dos olhos dela, que vê que a filha e a Anna Karina não aguentam mais a tortura graças às rodas nos pés das duas mulheres. Gaby tenta como uma louca se soltar, mas já percebe que é impossível sozinha, se outra pessoa não ajudar. Gian, educadamente, repete a pergunta: "Vai trabalhar pra gente?" Gaby, que já não aguentava mais ver a Andrea e a Anna serem torturadas, disse: "SIM! Sim, vou trabalhar com vocês, mas... e o que vai acontecer com a minha filha e a Anna?" "Tá repensando? Bem, bem, bem! Tamo melhorando!" disse Gian, enquanto tapava os olhos da Gaby de novo, que gritava: "EU FALEI QUE SIM!! QUE VOU TRABALHAR COM VOCÊS!!! DEIXA ELAS IR!!! NÃO ERA ISSO QUE VOCÊ QUERIA?!!!" Ao que Gian responde: "Sim, em parte. Mas falta a outra parte, SABER O QUÃO BOA VOCÊ É AGUENTANDO CÓCEGAS! Por enquanto, sua filha e a Anna tão na sua frente, mas não se preocupa... olha! a água já tá chegando na cabeça da Anna!" Gian pegou as penas mais uma vez e começou a deslizá-las suavemente sobre as solas indefesas da Gaby, mantendo um ritmo lento mas firme, de cima pra baixo. Gritos genuínos de riso histérico encheram o quarto. "OUTRAAAAAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Nãoooooonãoooooonão. Heeeeeheeeeeeeeheeeeee. Nãooooooooooaaaaaiiiiiiiieeeeeeheeeeeeheeeeeeee." Ela não conseguia proteger um pé nem com o outro naquela dança eterna tão peculiar. Francesco se sentia estranhamente contente em ver a jovem agente chileno-venezuelana, já toda uma mulher, virada numa garotinha gritando. Anna Karina, com as cócegas nos pés mal respirava, com a água em cima parecia que às vezes esquecia que estavam matando ela de cócegas e começava a gritar socorro com toda a força que tinha, mas era inútil, as gargalhadas não deixavam ela gritar muito alto, e os ajudantes de Gian curtiam como as duas mulheres morriam de rir. Anna tentava levantar a cabeça pra pegar ar, mas se antes mal tinha, agora era impossível. Quando a água cobriu a cabeça dela, soltou um último grito: DEEEEEIXEEEEEEM DEEEEEEE....BBBBLLLUUUPPPPP!!!. Depois disso, Anna Karina se mexia que nem louca debaixo d'água, mas já não podia fazer nada. Uns minutos depois, Anna Karina já tinha batido as botas. Os ajudantes perceberam porque com as rodas girando nos pés dela, ela já não fazia nenhum movimento debaixo d'água. Mandaram avisar o Gian, que por sua vez disse pra Gaby: "Beleza, Gabriella, vamos parar por um momento".

Capítulo 6: Sim ou Não? eis o dilema...

"NÃOÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔÔ!!!!!, SEU FILHO DA PUTA DESGRAÇADO!!! POR QUE FEZ ISSO?!, POR QUÊ?!!!!!" disse Gaby chorando depois que Gian contou que a Anna já tinha morrido. "Gaby, não é minha culpa, se você tivesse aceitado na primeira vez que propusemos você trabalhar pra gente, nada disso teria acontecido, mas... espero que sua teimosia sirva pra algo. Francesco, fala pro Giovanni deixar a Andrea descansar um pouco com clorofórmio, acabou 'O Speziale', manda preparar ela pra segunda sessão, eu cuido da Gaby, e da Anna, bom, você já sabe o que fazer...". disse Gian, enquanto ia pegar clorofórmio e um pano pra usar com a Gaby de novo. Quando Gaby vê que Gian traz o Lenço, diz: "O que você vai fazer? NÃÃÃO...!" e dorme; enquanto isso, Gian, percebendo que ela estava dormindo, a desamarra, tira a jaqueta, a blusa e os sutiãs, deixando ela com os peitos nus e a calça vestida. Cerca de meia hora depois, Andrea e Gaby estavam amarradas em estacas em forma de X. Quando Andrea acorda, que é a primeira a despertar, nota que seus peitos estão nus, assim como seus pés; além disso, percebe que colocaram seus jeans, e vê que está presa com algemas na estaca pelos tornozelos e pulsos. Ao virar para a direita, vê que sua mãe está ao lado dela, com os peitos e os pés totalmente nus, de calça e fixada em outra estaca, mas dormindo. Andrea dá uns gritos tentando acordar Gaby, que desperta e olha para todos os lados. Quando Gaby vira para a esquerda (onde está Andrea), Andrea pergunta: "Mãe, por que Gian fez tudo isso com a gente? O que ele quer?". Gaby diz: "Filha! Você está bem! Me desculpa por ter te metido nisso! Escuta, isso começou quando seu pai quis que eu trabalhasse para a DISS, lembra? O serviço secreto que eu te falei que suspeitava onde ele trabalhava? Pois é, ele tentou lavar meu cérebro, porque eu sabia uma informação valiosíssima que colocaria a DISS no mundo secreto da espionagem como terroristas, e eles (a DISS) queriam me matar através do Bruno, porque se eu revelasse o que sabia para todas as agências secretas, destruiriam a DISS, que na época estava passando por dificuldades. Eu percebi tudo, mas fingi que estava no jogo sem dizer nada. Depois que nos separamos, seu pai teve que fazer uma missão comigo; eu fiz com que ele falhasse, e isso o deixou moribundo. Fui visitá-lo no hospital e, antes de morrer, disse a ele que fui eu quem o deixou daquele jeito, e que ele tinha falhado duas vezes comigo: como marido e tentando lavar meu cérebro. Além disso, deixei claro que não traio meu país. Instantes depois, ele morreu, e eu pensei que também tinha morrido. esse tormento da DISS contra mim, mas eu errei. Lembra que no domingo, 2 de janeiro, eu te falei pra ir com sua tia pra Margarita?, que não me perguntasse porque eu não ia? bom, na noite de sábado pra domingo, quando você me pediu permissão pra dormir na casa da Anna, eu deixei, e você achou estranho, né? pois é, a DISS, agora mais forte, me contatou naquela noite, mas eu recusei o contato de novo, e tava com medo de me matarem, por isso te protegi, te mantendo longe de mim o máximo possível. Agora, a gente tá aqui por causa disso: Os planos e instruções da bomba biológica, e a cura dela, estão numa base militar super-reforçada no Iraque. Essa base tem tantos guardas e é tão protegida, que é quase impossível pra um único espião entrar e pegar essa informação. Eles, a DISS, queriam que eu roubasse tudo, pra montar uma e depois testar numa população isolada, e depois nas cidades mais populosas do mundo. Se eles conseguissem a informação da bomba e da cura, ganhariam bilhões e bilhões de euros, porque existe só um recipiente com a fórmula pronta da cura; e o criador, infelizmente, morreu, levando a fórmula com ele. A DISS tem tecnologia suficiente pra duplicar esse conteúdo e vender pras maiores farmacêuticas do mundo, em quantias astronômicas. Como não conseguiram o objetivo naquele dia, então o Gian, que trabalha pra eles, nos sequestrou hoje pra me forçar a fazer isso, mas minha teimosia... snif..." e começou a chorar. "Sua teimosia o quê? por que você tá chorando?" Disse a Andrea. "minha teimosia fez a Anna Karina morrer" disse Gaby com lágrimas de dor. "O QUÊ? A Anna Morta?, não, NÃOOOO! (começa a chorar também a Andrea), TUDO POR CAUSA DO SEU MALDITO TRABALHO!!! JÁ TO CANSADA DE MUDAR DE PAÍS E APRENDER IDIOMAS A CADA 6 MESES!! ME ENTENDE? JÁ TO CANSADA DE VOCÊ ME PROIBIR DE TER UM NAMORADO!!, E AGORA, POR SUA CULPA, MATAM A PESSOA COM QUEM EU ME DAVA MELHOR!!! TANTO QUE SE GABAVA DE SER A MELHOR ESPIÃ, E NÃO CONSEGUIU FAZER NADA!!?" gritou Andrea com raiva e dor. "FILHA, EU NÃO CONSEGUI!, NÃO CONSEGUI!, ÀS VEZES É MELHOR UMA PESSOA MORRER DO QUE 10 MIL OU 100 MILHÕES!" responde Gaby. "MAS TINHA QUE SER A ANNA?, NÃO PODIA SER OUTRA PESSOA?, HÃ?" diz Andrea. "FILHA, ME ENTENDE!!; você acha que eu queria que a Anna morresse? Eu usei tudo que estava ao meu alcance, elas usaram vocês duas! Enquanto te matavam de cócegas, a Anna estava trancada num cubo se enchendo de água, e eles matando ela de cócegas também! E EU FUI TORTURADA PIOR!; até falei pro Gian que ia trabalhar com eles, mas quando eu falei, já era tarde, ele não aceitou!. Filha, Me Perdoa! Não entendo como não percebi que esse homem era espião!" disse Gaby. Andrea não disse nada, mas a dor de saber que sua melhor amiga estava morta, estava destruindo ela por dentro. Gian, estava em contato com seus superiores em Roma, que deram instruções estritas de que se ele não conseguisse que Gabriella trabalhasse para a DISS, então, seria considerado homem morto. Depois disso, Gian vai até onde estão Gaby e Andrea, e quando se aproxima, Andrea diz: "POR QUÊ? POR QUE MATOU A ANNA? POR QUE NOS MANTÉM AQUI AMARRADAS E NOS TORTURANDO? EU NÃO VOU TRABALHAR COM VOCÊS, PRIMEIRO VÃO TER QUE ME MATAR!". Ao que Gian responde de forma muito séria: "Olha, primeiro, sua mãe te deu uma explicação que nem eu mesmo poderia dar, mas devo te dizer que a senhorita Panitti quem matou foi ela (aponta para Gaby), se ela tivesse cooperado desde o início, nada teria acontecido, mas..., Gaby já mudou de ideia. Vamos ver o que posso fazer com você...". Gian se dirige até onde está Gaby, e diz: "vou te perguntar numa boa, como se nada disso tivesse acontecido e voltando ao início: Você vai trabalhar com a gente?". Gaby, que virou para onde estava Andrea, que balançava a cabeça dizendo não, falou: "E o que vai acontecer com a Andrea?", ao que que replica Gian: "Te conheço, Gabriela, você tá pensando... mas a Andrea também vai ter que cooperar, senão...". "SENÃO O QUÊ? FALA!!!" disse Andrea. "Calma, recomendo que você veja como sua mãe leva as coisas, senão pode ter situações desagradáveis pra você" responde Gian.

Capítulo 7: Eu sim, e você?

Gian se dirige a um painel de botões, aperta um vermelho e um verde. Na mesma hora, a madeira da Andrea passa de vertical pra diagonal. A madeira da Gaby gira num ângulo de 90 graus pra esquerda, ficando bem de frente onde a Andrea estava. Depois disso, Gian vai até onde a Gaby está, pega as meias da Andrea que estavam no chão, faz uma bola com elas e coloca na boca da Gaby, prendendo com fita adesiva pra não sair. Aí, Gian diz: "Sua filha cuida dos pés, né? Então, essas são as meias dela (e aponta pra boca). Vou te deixar aqui por um tempo..." e coloca uns fones de ouvido nela com rock pesado no volume máximo, de um jeito que ela não consegue ouvir nada. Gaby tentou gritar, mas não conseguia por causa das meias. Gian vai até a Andrea e fala: "Andrea, Andrea, não fica resistindo! Vamos fazer um trato, você trabalha com a gente, e eu... te prometo que você vai viver uma vida mais gostosa, fora desse mundo tão sem graça. Mas te aviso pra pensar bem no que vai dizer, não tô a fim de continuar aturando sua insolência sem te dar o que você merece, e te prometo que seu coraçãozinho não vai aguentar o que você tá prestes a sentir. Tá de acordo?". Andrea olhava pro Gian com raiva de impotência, e disse: "É a minha mãe que vocês querem, pra que precisa de mim? Ela disse que sim, MAS EU DIGO QUE NÃO!" e cuspiu nele. "Beleza, como quiser, te avisei. Agora você vai sentir coisas que ninguém nunca fez, e sabe o que? Você vai gostar, ou melhor, a gente vai gostar!" disse Gian, indo pros pés da Andrea pra começar a tortura: "Conhecemos você palmo a palmo e sabemos sua grande fraqueza pelos pés. cócegas, especialmente depois dessa "pequena" preparação que você sofreu, mas também sabemos que você é virgem, então vai ter o gosto e o prazer de ser eu quem, pela primeira vez, te dá sensações que você nunca teve. Mais uma vez, Andrea, evite problemas: você vai seguir as ideias velhas da sua mãe ou quer um mundo novo trabalhando para nós? "Você pode me estuprar, seu sádico maldito, mas mesmo que eu morra, vou resistir a tudo. EU TE FALEI QUE NÃO!" gritou a aprendiz de espiã com uma tentativa corajosa, mas não sabia o que a esperava. Dando um sinal e sem mais palavras, Gian ordena começar o tormento, iniciando com um ajudante pegando uma tesoura e rasgando e cortando completamente a calça, deixando novamente nua a filha de Gaby, outro passo para fazer cócegas com os dedos nas axilas e em cada um dos seus mamilos, e Gian arranhando as lindas e macias plantas de cada pé descalço, que se contorciam e enrugavam como loucas. Andrea tremia de cima a baixo, rindo e gritando desesperada, enquanto o suor começava a invadir o corpo muito bem cuidado, enquanto o ajudante que cortou a calça estava excitado, começa a se despir e começa a foder a mulher virgem, que via como pela primeira vez tinha a sensação do coito, embora não como ela talvez quisesse. "JJJAAAAAJEEJAANOOOOOJAJAJA filhos da puta chega, JUAAAJUAAAAJAAAJEEEE nnoooooooJEEEJAJEJE" bramava a bela mulher. Depois de dez minutos intermináveis de cócegas e sexo, os ajudantes, a uma ordem de Gian, pararam, permitindo que Andrea respirasse fundo e deixasse as lágrimas, tanto de dor quanto de riso, que percorriam seu rosto descerem até chegarem aos seios e mamilos, que estavam afogados em suor, assim como o sangue que saía da sua buceta por ser a primeira vez que transava. Enquanto isso, Gaby via com total impotência tudo o que sua filha sofria, porque sabiam que era a forma de quebrar a famosa espiã. Depois de mais meia hora de sexo com cócegas e sem chegar a nada: “SUA PUTA MALDITA, FALA! TRABALHA PRA GENTE!” gritou o italiano, dando um tapa nela, já com um tom de desespero ao ver que a atormentada resistia até o limite das emoções. “Snifff... NUNCA, SEUS MALDITOS!” gritou a coitada atormentada entre lágrimas de dor e riso. “CONTINUEM!, mas agora trabalhem a buceta e o cu dela, vamos ver se a putinha não quebra” ordenou Gian.

Novamente começou uma sessão ainda mais selvagem, já que agora, depois de ser comida e com o lubrificante que começava a escorrer da buceta da jovem, a vagina de Andrea era atacada com um movimento selvagem dos dedos de um dos ajudantes, o que causava ainda mais cócegas na mulher. Enquanto isso, o outro ajudante se enfiou por baixo das tábuas e, pelo buraco onde o cu de Andrea estava exposto, ele enfiou a língua, passando-a com delicadeza por toda a volta do cu, não sem antes separar as duas nádegas para deixar tudo mais visível. Andrea agora estava totalmente enlouquecida com uma mistura estranha de risadas insuportáveis e tesão que não davam trégua, já que ela chorava de rir e ainda começava com gemidos de prazer imensurável, todas sensações novas, já que nunca tinha chegado naquilo. Enquanto isso, a poucos metros, a mãe dela via tudo o que estavam fazendo com a filha e fazia movimentos quase sobre-humanos tentando se soltar das algemas, mas estavam bem presas, e isso causava tanta dor quanto o que ela estava vendo.

“AAAHHHHHHHHJAJAJJAAAAAJIIJOOOAHHHHHH CHEGA, NÃO CONSIGO RESPIRAR, PAAAARAAAJAJAJAJAJAJAJA” berrava a pobre mulher, enquanto Gian agora lambia as solas dos pés de Gaby, passando a língua entre cada um dos dedos, que se mexiam freneticamente, abrindo e fechando. Enquanto isso, o ajudante que trabalhava com os dedos na buceta já estava enfiando a língua bem fundo, o que agora sim produziu a secreção de um líquido cremoso saindo da buceta de Andrea, que indicava que estava muito perto do seu possível primeiro orgasmo. Enquanto isso, o ajudante que estava embaixo da mesa já começava a brincar com os dedos no cu da mulher, enfiando e tirando rápido, causando ainda mais dor porque o cu dela não estava acostumado a ser comido. O corpo da jovem aprendiz tremia e suava como nunca antes enquanto os pobres pés tentavam escapar do martírio da língua do perverso e antigo amigo que os fazia cócegas com luxúria e brutalidade. O ajudante da buceta continuava penetrando tanto com os dedos quanto com a língua na virgem de vinte anos para saciar seus instintos, e Andrea parecia gostar cada vez mais (era a primeira vez dela e por momentos parecia esquecer da situação em que se encontrava), já que com a risada se produzia uma mistura deliciosa de prazer, dor e tormento. "JAAAAAAAAHHAHHHAHHHJOOJOJEEEJJEEE BAAAASTAAAJAJAJE PELO AMOR DE DEUS!!! NÃO NÃO NÃO... VAI VAI VAI... AHHHHHHHHH" urrou Andrea, provocando um primeiro orgasmo tão brutal que os esfíncteres anais relaxaram tanto que jorrou pelo cu um jato de merda que banhou deliciosamente o italiano que estava brincando com os dedos naquela área da bela jovem. As cócegas nos pés por parte do Gian continuaram sem piedade enquanto o outro italiano que atacava a torturada pela buceta se masturbou e quando gozou, jorrou o sêmen nos peitos da torturada para depois continuar mexendo os dedos pelo estômago, sovacos e mamilos da mulher, agora ainda mais macios pelo líquido seminal e pelo suor. Andrea estava num ponto que ia explodir tudo, não aguentava mais, tinha realmente chegado ao limite físico e seu coração já passando dos limites de resistência, mas mesmo assim nenhum dos 3 italianos parava e faziam Andrea continuar se contorcendo de riso, dor e prazer num suplício que já durava mais de 2 horas. "PELO AMOR DE DEUS BASTA HAHAHAHAHAHA NÃO AGUENTO MAIS!!! GIAN TE PEÇO PELO AMOR DE DEUS PARAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" produzindo um novo orgasmo que deixou Andrea quase desmaiada, já que nem as cócegas nem o trabalho sexual dos outros dois paravam.

Os pés eram lambidos e faziam cócegas sem parar, com Gian olhando com prazer para a mãe dele, que continuava fazendo o impossível para sair de onde estava, mas era claramente impossível. Gian realmente tinha dado a Gabriella Irene Barzana Salas um golpe físico e emocional pesado, pra ela nunca esquecer o poder da DISS e do que ela é capaz. O corpo todo suado da linda chileno-venezuelana se contorcia brutalmente, e a urina já jorrava a rodo da buceta sofrida dela. Gian, depois de 3 horas, já quase desistia quando um dos ajudantes se aproxima e diz que Gaby fez sinal pra falar com ele. O torturador, com um toque de satisfação, aceita, dizendo no ouvido de Andrea: "Bem, minha querida amiga, parece que vamos ser bons amigos de novo". Ele vai até onde Gaby está, tira a mordaça e os fones, e pergunta: "Beleza, o que você quer?". "Olha, te proponho um trato. A Andrea nunca vai trabalhar contigo, eu tive que ralar pra ela trabalhar comigo. Não tortura ela mais, por favor! Vocês querem que eu entregue toda a informação da bomba, né? Então, eu posso fazer o serviço. A Andrea fica aqui como garantia de que vou trazer tudo. Fechado?" disse Gaby. "Hum... beleza, vou consultar sua oferta com meus superiores e te aviso" responde Gian. "Por favor, para com tudo isso que tá fazendo com a Andrea" responde Gaby. Ele vai até onde Andrea está com um copo e dá água pra ela; Andrea toma um gole, tentando recuperar as forças. Ele vai até o painel de botões, pisa em outro par enquanto vai tirando a roupa, e as madeiras das mulheres viram pras posições inversas do começo (Andrea agora vê o que vão fazer com a mãe dela). Dessa vez, ele pega as meias da Andrea, faz uma bola de novo e coloca como mordaça nela. A jovem; antes de colocar os fones de ouvido na Andrea, o Gian fala pra ela: "Você vai ver um pouco do maravilhoso que acabou de passar" e coloca os fones. Ele vai até onde a Gaby está, com uma tesoura na mão, pelado e excitado, e diz: "Sua filha era virgem, vacilo seu, então eu tomei a liberdade e demos o melhor orgasmo que ela poderia ter pela primeira vez, porque os orgasmos extremos são os mais gostosos, e vou te dar um também, mas sou eu quem vou te foder, sempre quis te comer desde que te vi pela primeira vez, você me deixava muito louco", enquanto um ajudante ia pros peitos pra fazer cócegas naquela área, outro ia pros pés, e enquanto Gian vai cortando a calça da Gaby, ele ouve: "NÃO PELO AMOR DE DEUS CHEGA!! PARA ISSOOOOOOOAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA" um dos ajudantes começou a fazer cócegas nos peitos, enquanto Gian monta em cima e começa a foder a Gaby, que continuava dizendo: "PARA, NÃO NA FRENTE DELAAAAAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA ASSIM CONTINUA CONTINUAHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHEHE" e o outro ajudante ia pros pés da Gaby pra lamber entre os dedos, sensações novas pra famosa espiã que, assim como a filha, tava adorando o que estavam fazendo com o corpo dela naquele momento. Depois de uns 45 minutos, pararam, Andrea e Gabriela já estavam exaustas dessa puta rotina e Gian se veste pra falar com os superiores dele.

Depois de meia hora, Gian volta onde a Gaby está e fala: "Me escuta com muita atenção, porque não vou repetir. Meus chefes aceitaram sua oferta, mas com modificações. Você tem 3 dias pra trazer toda a informação da bomba e do contêiner que tem a cura. Agora vamos te dopar, tirar o chip que você tem, e te deixar na sua casa com todas as instruções, o equipamento necessário, passaporte e passagem. Os três dias começam a contar quando você chegar no Iraque. Se não se reportar em três dias, não importa, a informação também serve pra gente, mas nesse caso, a Andrea e você sofrerão um castigo exemplar do qual não poderão escapar. Ah, e sem enganação, não vai ter jeito de nos enganar, sempre vai ter um espião nosso te seguindo que vai nos manter informados de tudo que você faz" responde Gaby.

Capítulo 8: Final no Passado

Gaby, depois de 4 dias, consegue sua missão; quando chega na Itália, Gaby pede pra falar com Gian. Gaby tinha pedido pra Gian que por favor não fizessem nada com a Andrea, ela assumia toda a culpa. Ele, educadamente, diz onde a Andrea está, manda ela ir buscar, lá ela encontraria o pagamento e depois podia se retirar. Andrea está num quarto, jogada no chão, dormindo e amarrada. Quando Gaby chega e começa a desamarrar a Andrea, a porta do quarto se fecha, e começa a sair gás insone por umas frestas; esse gás faz a Gaby dormir, e Gian, com uma máscara antigás, entra no quarto e diz: "te falei Gaby que se não cumprisse em 3 dias vocês iam sofrer um castigo exemplar. Levem elas!!"; entram uns ajudantes também de máscara, levam a Gaby e a Andrea, e deixam elas na Câmara do Tempo, junto com Gian, que chega depois (Uma sala que permite que as pessoas que estão ali dentro sejam transportadas pra qualquer ponto da linha do tempo, mas pro passado). Gaby, Andrea e Gian são transportados pra Idade Média. Lá, eles chegam numa fazenda, na Itália Monárquica. Gian (com roupas da época, que parecia ser de alto poder na corte) vai preparar a Andrea e a Gaby (tira as roupas delas, coloca um vestido preto comprido e um chapéu preto comprido em cada uma, venda os olhos delas, deixa elas descalças, tira a pintura que tinham nas unhas das mãos e dos pés das duas mulheres, pinta elas de preto, monta as duas num cavalo que estava lá, e amarra as mãos delas com uma corda que tá presa na sela) e monta no cavalo dele, segurando as cordas do cavalo da Andrea e da Gaby. Saem e vão da fazenda até o centro da a cidade da Sicília (onde ficava o castelo do Rei Fernando II, lá no século XVI). Quando chegam, havia umas cadeiras de tortura, em cada cadeira tinha um cepo para os pés e umas algemas para as mãos. Gian coloca Andrea e Gaby em uma cadeira cada uma e junta as duas cadeiras. Quando Gian termina, Andrea e Gaby estavam de olhos vendados, as mãos acima da cabeça, presas pelas algemas que tinham nos pulsos, e os tornozelos estavam no cepo que estava ali, deixando os pés nus para serem cosquilhados. Além disso, Gian coloca um grande cartaz em italiano, acima da cabeça do par de mulheres amarradas, e se retira para a fazenda, no ponto onde foi transportado, para voltar à sua época atual. O cartaz que Gian deixou diz: "Minha filha e eu somos Bruxas e Blasfemas. Gian, o Conquistador, com poder concedido por Sua Majestade, ordenou que devêssemos morrer para pagar nosso pecado, e teríamos que fazer isso em público. Então, nós decidimos que nos façam cócegas nos pés. Queremos que con

12 comentários - As espiãs chilenas

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fome aparte esa wea amsc refome oie ai una wea ke se llaman anclas 2 o a2 son de inteligencia esa wonas o weones mandamos al peru a espiar y la mayoria de los espias chileno se forman en la dirinta tamben existen los a4 eso wones son oficiales mas capacitados saludos.........
si la hija tenia 22 años para el 2011, no coincide la edad para haber derrocado al gobierno militar nada calza pollo XD
muy buenas historia, esperemos que haya mas relatos pronto 🙂
esta depinga pero la idea de la maquina del tiempo... owo bueno me entretubo un rato
no puedo creer que hay gente que se masturba con las boludeces que escriben otros jajaj enfermitos