Recentemente, num feriado prolongado, viajamos com minha esposa e meus filhos pra Capital Federal pra visitar minha cunhada (que vou chamar de Yéssica) e resolver uns trampos do meu trabalho. Como minha mina tava triste de saudades da Yési, que já faz um tempo que estuda em Bs As, minha sogra bancou tudo pra elas se encontrarem e curtirem umas mini-férias.
A gente ficou no apê da minha cunhada, que é no centro de Buenos Aires, num bairro bem chique.
Durante a viagem (10 horas), tentei várias vezes que minha esposa me desse uns agrados. Dirigi a noite inteira enquanto os moleques dormiam e, entre conversa e mate, implorava pra minha mulher me fazer um boquete, ou pelo menos uma punheta!!! Mas só consegui umas carícias no meu pau por cima da roupa, com medo de acordar os meninos. Claro que entendi o receio dela, mas fiquei com um tesão do caralho e em cada parada pra abastecer, todo mundo notava minha excitação pelo volume que marcava na minha calça. Viajei de pau duro a viagem inteira, porra. Até pensei que ela fazia de propósito pra me manter acordado, mas não, no final ela acabou dormindo.
Quando chegamos em Buenos Aires e minha cunhada nos recebeu, levamos um susto com a mudança de visual da Yési: ela tinha pintado o cabelo de loiro errado (muito loiro, quase amarelo) e ficou com uma cara de puta. E olha que ela é bem puta mesmo haha... sempre foi... de curtir sexo ao máximo sem pensar nas consequências... de meter umas orgias no apê de estudante dela e a gente ficar sabendo pelos amigos em comum...
Como sempre, a Yési tava vestida bem provocante, com uma legging branca tipo pescador semi-transparente que deixava ver a tanga branca dela e um top tipo sutiã esportivo também branco, que colava nos peitinhos dela, durinhos, redondinhos e firmes. Uma delícia total.
Ela cumprimentou todo mundo com muito "carinho" e, pra saudar meus filhos, se abaixou na minha frente, encostando a bunda linda dela no meu pau. Já tô acostumado com a perreo, mas dessa vez foi bem na cara e com a tesão que eu tava da viagem, peguei ela pela cintura e apertei contra minha pélvis. Senti meu pau se encaixar entre as bundas dela e crescer, crescer pra cima. Quando minha esposa percebeu, deu uma bronca na gente dois pelo escândalo na rua e me olhou com raiva enquanto dizia "não se aproveita"...
Passamos uns dias incríveis os cinco, cheios de passeios e atividades com os guris.
De noite, minha mulher não queria transar com medo de que a irmã dela ou os guris ouvissem, então minha tesão só aumentava a cada dia.
De manhã, a Yesi andava pela casa como se a gente nem tivesse ali, só de pijama de camiseta e shortinho de algodão bem colado no corpinho gostoso dela.
Uma manhã, acordei bem cedo e encontrei a Yesi na cozinha enquanto todo mundo dormia. O "bom dia" virou um abraço quente... enquanto ela cruzava os braços nos meus ombros, beijava meu pescoço, encostando as tetinhas durinhas dela, com os bicos empinados, no meu peito. Instintivamente, peguei ela pela cintura pra esfregar nossos sexos. A gente se separou um pouco sem desgrudar as pélvis e ela disse "amanheceu bem tarado, cunhada". Sorri e confessei "tô há dias sem nada, não aguento mais". "Dá pra ver", ela falou sorrindo e mordendo o lábio de baixo enquanto olhava pra baixo, vendo minha cabecinha saindo do moletom.
Não aguentei mais a tesão, arriscando minha família acordar e tudo ir pro caralho, perguntei "quer ganhar 100 reais?" "O que eu tenho que fazer?" ela respondeu, me olhando feito menina inocente. "Faz o melhor boquete da sua vida"... nem terminei de falar e ela já tinha trancado a porta da cozinha e se ajoelhado pra me fazer um oral delicioso... enquanto chupava, ela se masturbava dentro do shortinho e me olhava... meu pau mal cabia na boquinha dela, e ela abafava os gemidos que a mão dela roubava... ela fez isso devagar mas bem apertado... a língua dela brincava dentro da boca dela com meu pau massageando ele... eu tirava meu pau da boca dela... olhava pra ela e beijava ela toda... colocava de volta na boquinha dela e ela engolia tudo... tirava e batia uma enquanto ela me perguntava "cê gosta, papai?"... isso me deixou louco e com um "siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" abafado eu agarrei ela pelo cabelo e meti com tudo... mexia a cabeça dela freneticamente pra ela me chupar e em segundos ela tava engolindo todo meu esperma enquanto parecia que ela também tava gozando (ou fingiu o dela como uma boa puta)...
Ela se levantou limpando o queixo com o antebraço e me perguntou "cadê meus cem?" cobrando o pagamento com cara de safada.
"Tá aqui, bebê. Aqui estão seus 100. Você mereceu" respondi enquanto pagava pela primeira vez na vida por sexo e pra minha cunhada. "Mas... quer ganhar mais 200?" Os olhos azuis dela brilharam e com voz de gatinha a Yesi falou "siiim papai, o que cê quer que eu faça?" enquanto batia uma suave com as mãos. "Quer que eu chupe de novo?" ela perguntou se ajoelhando de novo na frente do meu pau que tava duro igual pedra. "Quero sua bunda deliciosa" falei quase sonhando acordado com um sexo anal proibido com minha cunhada. A Yesi respondeu de baixo com meu pau na boca balançando a cabeça de um lado pro outro pra negar a chance de eu arrebentar o cu dela. "Vai, bebê, tô com uma fome danada, quero encher ele de carne, você vai adorar, te prometo" falei quase implorando.
A Yesi, com minha insistência, se levantou e me beijou intensamente colando a boca dela na minha e brincando com nossas línguas, sem soltar meu pau que continuava batendo uma suave. Agarrei a cabeça dela pelo cabelo com uma mão e puxei pra trás pra beijar o pescoço dela e os peitinhos. Soltei ela e, enquanto ela me beijava com a mesma intensidade de antes, apertei as nádegas dela com as mãos abrindo e fechando a bunda dela. Nossas respirações tavam no talo.
Depois de Uns minutos daquela siririca intensa (que nos deixou loucos) e, com minha insistência em fazer um anal ali mesmo na cozinha (que seria meu sonho realizado), ela disse: "Minha bunda é só do meu namorado", o que me deixou cheio de tesão e ciúmes. Eu masturbei ela com a mão direita dentro da calcinha enquanto chupava o peito esquerdo (que ela oferecia levantando a regatinha). Queria deixá-la louca de desejo e assim quebrar a resistência dela, mas só consegui uma gozada que inundou minha mão com os fluidos dela, sem poder acessar a bunda dela.
Ela tirou minha mão da buceta dela e levou até a boca, sem desviar o olhar fixo nos meus olhos. Lambeu os sucos dela, deixando meus dedos limpos. Virou-se de costas para mim e colou a bunda, deixando meu pau, que apontava pro teto, entre as nádegas dela. Eu estava apoiado na bancada da cozinha, sentindo a bunda dela que tanto desejo esfregar no meu pau, e pensei que ela ia me entregar o cuzinho. Ela mexia os quadris, fazendo uma punheta com as nádegas, e, colocando a mão entre as pernas, pegou meu pau e colocou através da calcinha do pijama para enfiar dentro da buceta molhada dela. Foi uma sensação incrível sentir o calor da vagina dela e o roçar no interior apertado. Parecia que meu pau abria caminho com o empurrão que a Yesi dava com os quadris, que se apoiava cada vez mais em mim, numa penetrada bem devagar e profunda que senti chegar até o fundo da barriga dela, roçando o útero. Foi espetacular. Não acreditava como minha cunhada puta estava me comendo.
Quando sentiu que eu toquei o fundo, a Yesi olhou pra trás pra me ver gozando enquanto ela me comia e, quase ofegante, disse: "Essa não vou cobrar, papai, me dá, me dá com tudo, me parte no meio, amor". E, segurando a bunda dela com as duas mãos, eu a movi freneticamente pra penetrar com tudo. Eu estava nas nuvens. Minha excitação era bestial. Eu estava comendo forte uma garota muito puta que adora meu pau duro. Sentia a bunda firme dela quicar e bater no meu abdômen. De vez em quando eu soltava pra sentir como ela sozinha mexia a bunda dela pra engolir toda minha pica com a boceta dela e aproveitava minhas mãos livres pra acariciar os peitinhos dela, durinhos e empinados por baixo da blusinha, e beliscar os bicos pontudos. Quando ela tava quase gozando, a Yesi virou o rosto pra me beijar e abafar os gemidos (pra não acordar ninguém), arqueando o corpo, apoiando a bunda na minha pica, os ombros no meu peito e levantando os braços pra me abraçar pela nuca, colando minha boca na dela. Eu também tava prestes a gozar, então agarrei a cintura dela e enfiei mais rápido até explodir dentro da pussy dela. Gozei primeiro e quando ela sentiu, gozou também. Vibramos com o corpo inteiro. Minhas pernas tremiam. Foi tão intensa a nossa gozada que sentia escorrendo pelas nossas pernas.
Ficamos uns minutos assim, a Yesi agora com as costas todas apoiadas em mim e abraçando minha nuca pra me beijar sem parar. Eu apalpava ela toda, sentindo o corpo dela ainda vibrando em resposta às minhas carícias.
Sem falar nada, arrumamos a cozinha e fomos nos vestir na surdina, sem fazer barulho pra ninguém da família acordar.
Foi sensacional, mas eu ainda tava com vontade de foder aquela bunda. Só me restavam dois dias pra conseguir...
Continua...
A gente ficou no apê da minha cunhada, que é no centro de Buenos Aires, num bairro bem chique.
Durante a viagem (10 horas), tentei várias vezes que minha esposa me desse uns agrados. Dirigi a noite inteira enquanto os moleques dormiam e, entre conversa e mate, implorava pra minha mulher me fazer um boquete, ou pelo menos uma punheta!!! Mas só consegui umas carícias no meu pau por cima da roupa, com medo de acordar os meninos. Claro que entendi o receio dela, mas fiquei com um tesão do caralho e em cada parada pra abastecer, todo mundo notava minha excitação pelo volume que marcava na minha calça. Viajei de pau duro a viagem inteira, porra. Até pensei que ela fazia de propósito pra me manter acordado, mas não, no final ela acabou dormindo.
Quando chegamos em Buenos Aires e minha cunhada nos recebeu, levamos um susto com a mudança de visual da Yési: ela tinha pintado o cabelo de loiro errado (muito loiro, quase amarelo) e ficou com uma cara de puta. E olha que ela é bem puta mesmo haha... sempre foi... de curtir sexo ao máximo sem pensar nas consequências... de meter umas orgias no apê de estudante dela e a gente ficar sabendo pelos amigos em comum...
Como sempre, a Yési tava vestida bem provocante, com uma legging branca tipo pescador semi-transparente que deixava ver a tanga branca dela e um top tipo sutiã esportivo também branco, que colava nos peitinhos dela, durinhos, redondinhos e firmes. Uma delícia total.
Ela cumprimentou todo mundo com muito "carinho" e, pra saudar meus filhos, se abaixou na minha frente, encostando a bunda linda dela no meu pau. Já tô acostumado com a perreo, mas dessa vez foi bem na cara e com a tesão que eu tava da viagem, peguei ela pela cintura e apertei contra minha pélvis. Senti meu pau se encaixar entre as bundas dela e crescer, crescer pra cima. Quando minha esposa percebeu, deu uma bronca na gente dois pelo escândalo na rua e me olhou com raiva enquanto dizia "não se aproveita"...
Passamos uns dias incríveis os cinco, cheios de passeios e atividades com os guris.
De noite, minha mulher não queria transar com medo de que a irmã dela ou os guris ouvissem, então minha tesão só aumentava a cada dia.
De manhã, a Yesi andava pela casa como se a gente nem tivesse ali, só de pijama de camiseta e shortinho de algodão bem colado no corpinho gostoso dela.
Uma manhã, acordei bem cedo e encontrei a Yesi na cozinha enquanto todo mundo dormia. O "bom dia" virou um abraço quente... enquanto ela cruzava os braços nos meus ombros, beijava meu pescoço, encostando as tetinhas durinhas dela, com os bicos empinados, no meu peito. Instintivamente, peguei ela pela cintura pra esfregar nossos sexos. A gente se separou um pouco sem desgrudar as pélvis e ela disse "amanheceu bem tarado, cunhada". Sorri e confessei "tô há dias sem nada, não aguento mais". "Dá pra ver", ela falou sorrindo e mordendo o lábio de baixo enquanto olhava pra baixo, vendo minha cabecinha saindo do moletom.
Não aguentei mais a tesão, arriscando minha família acordar e tudo ir pro caralho, perguntei "quer ganhar 100 reais?" "O que eu tenho que fazer?" ela respondeu, me olhando feito menina inocente. "Faz o melhor boquete da sua vida"... nem terminei de falar e ela já tinha trancado a porta da cozinha e se ajoelhado pra me fazer um oral delicioso... enquanto chupava, ela se masturbava dentro do shortinho e me olhava... meu pau mal cabia na boquinha dela, e ela abafava os gemidos que a mão dela roubava... ela fez isso devagar mas bem apertado... a língua dela brincava dentro da boca dela com meu pau massageando ele... eu tirava meu pau da boca dela... olhava pra ela e beijava ela toda... colocava de volta na boquinha dela e ela engolia tudo... tirava e batia uma enquanto ela me perguntava "cê gosta, papai?"... isso me deixou louco e com um "siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii" abafado eu agarrei ela pelo cabelo e meti com tudo... mexia a cabeça dela freneticamente pra ela me chupar e em segundos ela tava engolindo todo meu esperma enquanto parecia que ela também tava gozando (ou fingiu o dela como uma boa puta)...
Ela se levantou limpando o queixo com o antebraço e me perguntou "cadê meus cem?" cobrando o pagamento com cara de safada.
"Tá aqui, bebê. Aqui estão seus 100. Você mereceu" respondi enquanto pagava pela primeira vez na vida por sexo e pra minha cunhada. "Mas... quer ganhar mais 200?" Os olhos azuis dela brilharam e com voz de gatinha a Yesi falou "siiim papai, o que cê quer que eu faça?" enquanto batia uma suave com as mãos. "Quer que eu chupe de novo?" ela perguntou se ajoelhando de novo na frente do meu pau que tava duro igual pedra. "Quero sua bunda deliciosa" falei quase sonhando acordado com um sexo anal proibido com minha cunhada. A Yesi respondeu de baixo com meu pau na boca balançando a cabeça de um lado pro outro pra negar a chance de eu arrebentar o cu dela. "Vai, bebê, tô com uma fome danada, quero encher ele de carne, você vai adorar, te prometo" falei quase implorando.
A Yesi, com minha insistência, se levantou e me beijou intensamente colando a boca dela na minha e brincando com nossas línguas, sem soltar meu pau que continuava batendo uma suave. Agarrei a cabeça dela pelo cabelo com uma mão e puxei pra trás pra beijar o pescoço dela e os peitinhos. Soltei ela e, enquanto ela me beijava com a mesma intensidade de antes, apertei as nádegas dela com as mãos abrindo e fechando a bunda dela. Nossas respirações tavam no talo.
Depois de Uns minutos daquela siririca intensa (que nos deixou loucos) e, com minha insistência em fazer um anal ali mesmo na cozinha (que seria meu sonho realizado), ela disse: "Minha bunda é só do meu namorado", o que me deixou cheio de tesão e ciúmes. Eu masturbei ela com a mão direita dentro da calcinha enquanto chupava o peito esquerdo (que ela oferecia levantando a regatinha). Queria deixá-la louca de desejo e assim quebrar a resistência dela, mas só consegui uma gozada que inundou minha mão com os fluidos dela, sem poder acessar a bunda dela.
Ela tirou minha mão da buceta dela e levou até a boca, sem desviar o olhar fixo nos meus olhos. Lambeu os sucos dela, deixando meus dedos limpos. Virou-se de costas para mim e colou a bunda, deixando meu pau, que apontava pro teto, entre as nádegas dela. Eu estava apoiado na bancada da cozinha, sentindo a bunda dela que tanto desejo esfregar no meu pau, e pensei que ela ia me entregar o cuzinho. Ela mexia os quadris, fazendo uma punheta com as nádegas, e, colocando a mão entre as pernas, pegou meu pau e colocou através da calcinha do pijama para enfiar dentro da buceta molhada dela. Foi uma sensação incrível sentir o calor da vagina dela e o roçar no interior apertado. Parecia que meu pau abria caminho com o empurrão que a Yesi dava com os quadris, que se apoiava cada vez mais em mim, numa penetrada bem devagar e profunda que senti chegar até o fundo da barriga dela, roçando o útero. Foi espetacular. Não acreditava como minha cunhada puta estava me comendo.
Quando sentiu que eu toquei o fundo, a Yesi olhou pra trás pra me ver gozando enquanto ela me comia e, quase ofegante, disse: "Essa não vou cobrar, papai, me dá, me dá com tudo, me parte no meio, amor". E, segurando a bunda dela com as duas mãos, eu a movi freneticamente pra penetrar com tudo. Eu estava nas nuvens. Minha excitação era bestial. Eu estava comendo forte uma garota muito puta que adora meu pau duro. Sentia a bunda firme dela quicar e bater no meu abdômen. De vez em quando eu soltava pra sentir como ela sozinha mexia a bunda dela pra engolir toda minha pica com a boceta dela e aproveitava minhas mãos livres pra acariciar os peitinhos dela, durinhos e empinados por baixo da blusinha, e beliscar os bicos pontudos. Quando ela tava quase gozando, a Yesi virou o rosto pra me beijar e abafar os gemidos (pra não acordar ninguém), arqueando o corpo, apoiando a bunda na minha pica, os ombros no meu peito e levantando os braços pra me abraçar pela nuca, colando minha boca na dela. Eu também tava prestes a gozar, então agarrei a cintura dela e enfiei mais rápido até explodir dentro da pussy dela. Gozei primeiro e quando ela sentiu, gozou também. Vibramos com o corpo inteiro. Minhas pernas tremiam. Foi tão intensa a nossa gozada que sentia escorrendo pelas nossas pernas.
Ficamos uns minutos assim, a Yesi agora com as costas todas apoiadas em mim e abraçando minha nuca pra me beijar sem parar. Eu apalpava ela toda, sentindo o corpo dela ainda vibrando em resposta às minhas carícias.
Sem falar nada, arrumamos a cozinha e fomos nos vestir na surdina, sem fazer barulho pra ninguém da família acordar.
Foi sensacional, mas eu ainda tava com vontade de foder aquela bunda. Só me restavam dois dias pra conseguir...
Continua...
8 comentários - Mi cuñadita es una putita
cuando termine la próxima parte la comparto con mis amig@s P!