Vendetta Histórias II: O Conto que Você Esperava

Continuação das perversas histórias de sexo com a minha ex-namorada


Alguns de vocês comentaram que essa história é meio doida, outros duvidaram da segunda parte;
Pois bem, aqui está ela. Quanto ao termo "farlopera", não entendo o significado, a menos que tenha relação com cocaína. Se for o caso, desculpem, tento narrar a história exatamente como aconteceu e vou evitar mencionar outras coisas nocivas nas próximas histórias.
Sem mais delongas

Como eu tinha dito, agora a Anna estava encharcada de suor, nervosa e morrendo de vontade de se livrar daquele fogo que percorria o corpo dela.
Nua na minha frente, ela me beijou na boca e passou a língua pelos meus lábios, minhas mãos começaram a deslizar pelas costas dela até chegar na bunda dela, que eu apertei com força:
- Ah... Uuusschh
- Tô te machucando? - Sempre fui muito gentil com ela e tratei ela com todo carinho.
- Não, tá de boa

Continuei com uma mão no peito dela enquanto beijava ela loucamente, ela, porém, foi desabotoando cada botão da minha calça e afrouxando o cinto, de modo que ele caiu rapidinho. Assim que a calça chegou nos meus joelhos, a Anna se virou e começou a esfregar a bunda dela na minha cueca, isso me fez tremer e esquentar pra caralho.
Não pensei duas vezes, então empurrei ela contra a cama de um jeito meio forte, mas ao mesmo tempo com carinho, enquanto me livrava dos meus tênis DC, da minha calça e da minha cueca, minha língua brincava com as nádegas e as virilhas dela.
Minha língua começou a brincar com a nádega esquerda dela, misturando lambidas com beijos, quando chegava perto do cu, trocava de nádega, fazendo a Anna esperar impaciente por um esperado beijo grego; mas a surpresa veio quando, ao terminar com a nádega direita, beijei o períneo dela, aquela parte entre a bunda e a buceta de toda mulher, que é vulgarmente chamado de "frontão". Um beijo com lambida fez ela soltar um gemido de prazer:
- Hmnnggg.....

Meu pau começou a endurecer, então decidi esquentar mais ainda. Enfiei primeiro o dedo indicador da minha mão direita na buceta dela, tava bem molhada, mais do que eu conhecia, isso me deixou mais excitado; o dedo polegar da mesma mão enfiei no cu dela, tava apertado mas entrava fenomenal, podia ser uma boa oportunidade pra fazer pelo cu:
- Ah....hmnnng....HHmmnnnsss

A Anna não parava de gemer, então levantei ela com todo cuidado Cuidado e de repente penetrei minha língua o mais fundo que pude no cu dela, na hora Anna respondeu de forma selvagem:
- AAAAAhhhhhhhmmmmnnnggggg... - era óbvio que os convidados da festa tinham percebido
- Já, minha vida?
- Não, ainda não

Com essas palavras, aproximei meu pau agora duro na buceta dela e penetrei de forma suave, bem suave, primeiro entrou a ponta dilatando um pouco e depois a mistura de suor e fluido vaginal fez com que a buceta dela aceitasse meu membro quase inteiro, ela tava acostumada a entrar pela metade mais ou menos, então agora não sentia nada novo, mas não sei se foi malícia, desejo ou oportunidade, mas decidi aos poucos penetrar ela por completo, molhar meu pau com os fluidos gostosos da buceta dela:
- Não, não, não, ah.......ahhhhmmnn - foi uma mistura de gemido e prazer.

Meu movimento era lento e suave, mas ao mesmo tempo forte, eu penetrava a buceta dela inteira, como se quisesse tocar o útero dela. De repente Anna acelerou o movimento deixando entrar só a metade do meu pau, então rapidamente tirei ele de uma vez, isso causou outro gemido de prazer nela. De novo comecei a masturbar ela pelo cu, queria provar o cu virgem dela e sabia que ia fazer isso, então depois disso direcionei meu membro pro buraco dela, no começo não entrava, mas aí Anna segurou as próprias nádegas e separou elas, me dando a entender que queria que eu desvirginasse aquele cu. Meu pau entrou devagar, a glande quase explodiu, mas depois que a glande entrou, o resto entrou quase sem querer.

Os gemidos de Anna eram uma mistura de prazer e dor. Eu bombava bem devagar pra ela se acostumar e ao mesmo tempo esfregava a bucetinha dela e tocava o clitóris dela com a ponta dos meus dedos, então quando vi o quanto ela tava molhada, decidi aumentar o ritmo. As nádegas dela batiam na minha cintura, meu pau arrebentava as paredes anais dela, apertava muito mas eu adorava, tava entrando e saindo a maior parte do meu pau no cu dela, que delícia, decidi mexer a cintura pra pra que aquele momento não virasse só um mete e sai. Eu desenhava oitos dentro da bunda dela com meu pau, até que numa dessas a Anna empurrou a bunda contra meu pau com tanta força que enfiou tudo de novo. Agora era ela quem ditava o ritmo, não parava, mexia a bunda sozinha, me fazendo gozar de prazer.
Bombeei mais umas duas vezes até meu pau derramar todo o leite na bunda dela, mas ela continuava bombando, seguiu mais um pouco. Meu pau já tava quase irritado, não aguentava mais, até que ela desmaiou e se deixou cair na cama.
Foi uma imagem linda ver ela dormindo enquanto a bunda escorria porra e a buceta dela soltava o fluido como se fosse uma cachoeira.
FIM


Vou continuar postando histórias minhas e da Anna se vocês se interessarem e gostarem, isso foi só um teste pra ver como o Poringa! aceitava essas histórias, as histórias contadas são fatos reais, então se quiserem perguntar algum detalhe, vou adorar responder.

No meu próximo post, vou tentar colocar umas fotos pro P!, mas pra isso preciso de alguns pontos.

1 comentários - Vendetta Histórias II: O Conto que Você Esperava

no soy de sexo hetero, pero me encantan las historias como esta
muy buen post