Mi hijo (+18) me vio teniendo sexo

Como contei em outro relato, meu filho (que é maior de idade, deixo claro) joga rugby num clube modesto da cidade. Sempre que precisam viajar para jogar uma partida, organizam uma festa para arrecadar fundos. Numa dessas ocasiões, meu filho insistiu muito para que eu fosse.
- Não, querido, você sabe que não gosto dessas festas, não conheço ninguém… prefiro ficar em casa.
- Vai, mãe, você nunca aparece. Vão os pais dos meus colegas, e você nunca vai.
- Fala pro seu pai te acompanhar.
- Não, nem sei por onde ele anda, faz tempo que não tenho notícias dele.

Como sabem os que leram os outros relatos, o pai do meu filho e eu somos separados.

Ele insistiu tanto e implorou que acabei aceitando acompanhá-lo. Com um aviso:
- Vou ficar só um pouco, volto cedo.

A festa era no salão do clube, que estava preparado para a ocasião. O clima era bem familiar, mas fiquei tensa quando percebi que o treinador do meu filho estava lá, que é amigo do meu ex-marido e é um dos participantes das orgias nas quais me obrigam a participar.

De longe, o cara fixou o olhar em mim de um jeito bem sugestivo, o que me deixou mais nervosa. Como devem saber, uma noite ele me forçou a transar com ele no carro dele.

Meu filho me apresentou aos colegas dele e a alguns pais. Minha timidez me impediu de puxar uma conversa decente. Me sentia deslocada naquele lugar, e pra piorar o treinador não tirava os olhos de mim, mesmo mantendo certa distância.

Num momento de distração, meu filho sumiu do meu lado. Vi ele longe, conversando e rindo com os amigos. Olhei pra porta, pensei que já tinha cumprido meu papel e que era hora de ir embora.

Foi aí que as luzes baixaram, a música começou a tocar mais alta e vários casais se formaram pra dançar.

Eu já ia sair quando senti alguém me segurar pelo braço.
- Vamos dançar?

Era o treinador do meu filho, me sorrindo de um jeito perverso.
- Não, já tô indo embora.
- Vamos dançar um pouco antes.
- Disse que não. -Bom, então você vai me acompanhar a um lugar muito legal.
-Eu estava indo embora.
Com total descaramento, ele apoiou uma mão na minha virilha por cima do vestido. Sem parar de sorrir, me disse:
-Vem comigo ou eu começo a te apalpar aqui na frente de todo mundo.
Entre a cruz e a espada, deixei que ele me arrastasse pelas laterais do salão. Por sorte estava bem escuro e ninguém parecia prestar atenção na gente.
O cara abriu uma porta, saímos para uma espécie de pátio que atravessamos rapidamente e entramos em uma salinha, cheia de camisetas, bolas, cones e outros objetos similares.
-Me solta - eu disse.
-Este é o depósito do clube, aqui podemos ficar tranquilos.
Ele me abraçou e tentou me beijar.
-Me larga.
-Vamos, não faz essa difícil. Eu te como gostoso e você vai embora.
-Nem a pau.
-Haha, você sempre diz a mesma coisa, mas quando está com ele dentro, adora.
-Me solta, seu grosso.
Tentou me beijar de novo. Me mantinha abraçada e esfregou o volume dele entre minhas pernas.
-Olha, está do jeito que você gosta. Vai me dizer que não sentiu saudade nem um pouquinho?
-Para com isso.
Sem parar de sorrir, começou a desabotoar a calça.
-Ai, que trabalho você me dá... não importa, eu sei que quando você sente ele, tudo muda.
Ele abaixou as calças. Não usava cueca. Seu membro ereto saltou para frente como se estivesse bravo por ficar preso.
-Olha ela... pelo menos reconhece que está bonita.
O cara era muito bem dotado, tinha o pau maior que já vi, e senti, na minha vida.
-Me solta, meu filho está me procurando.
-Não se preocupe com seu filho.
-Como assim não?
-Confia em mim, não se preocupe.
-O que você quer dizer?
-Vem, vem aqui.
Me abraçou com mais decisão e me deu um beijo terrível na boca, com muita, muita língua.
-Que lábios lindos - disse esfregando-os com os dedos.
Voltou a me beijar intensamente, depois enfiou dois dedos na minha boca, fez com que eu os chupasse, e quando estavam bem ensalivados desceu para minha virilha. Enfiou a mão por baixo da minha saia, me fez a um lado a calcinha e começou a esfregar meu clitóris.
- Viu que você é uma putinha? Viu meu pau e já ficou toda molhada.
- Me solta - sussurrei.
- Por que não quer admitir que tá morrendo de vontade?

Com puxões, ele arrancou minha calcinha, fez uma bolinha e jogou longe, fora do meu campo de visão.
Depois se ajoelhou, levantou um pouco minha saia e me deu uma chupada na buceta que fez minhas pernas tremerem.
O cara sabia usar a língua como poucos, provocou vibrações terrivelmente intensas que não consegui aguentar e que liberei num orgasmo que sacudiu todo meu corpo.

O treinador se levantou, me deu um beijo de língua com a boca babando meus fluidos e se abaixou de novo para chupar mais minha buceta.
- Abre com os dedos - ele ordenou - Vai, putinha, você tá morrendo de prazer.

Minha vontade estava dominada pelo prazer. Abri meus lábios vaginais e ele chupou meu clitóris com mais força.
Quando me tinha à beira do delírio, me virou de costas, abriu minhas nádegas com prepotência e enfiou a língua no meu cu. Tive que morder meus nós dos dedos para não gritar.
Ele passou um bom tempo me molhando e me dilatando. De vez em quando cuspia e enfiava a língua de novo.

- Que cu gostoso você tem... que buraquinho bom... elástico, bem usado, do jeito que eu gosto. Dá pra ver que já entrou muito pau aí. Você é a melhor mulher que conheci...

Finalmente ele se levantou, me fez inclinar pra frente, me apoiar num cavalete, e levantou minha saia.
Esfregando o pau pra ficar ainda mais duro, ele perguntou:
- Pelo cu ou pela buceta?

Eu só conseguia ofegar, com a respiração acelerada.
- Agora sim você tá morrendo de vontade de eu te comer, né? Te deixei no ponto... e você a mim...

Ele esfregou a cabeça do pau várias vezes na minha buceta. Pensei que ele ia enfiar por ali, mas só estava lubrificando com meus fluidos.
Justo quando eu estava prestes a ter outro orgasmo, ele apoiou a cabeça no meu cu.
- Ai... devagar... - supliquei olhando pra trás por por cima do meu ombro.
- Sim, vou te dar devagar, mas você quer, né?
Ele empurrou um pouquinho e tirou, outro pouquinho e tirou de novo, e assim várias vezes.
Meus gemidos aumentaram, estava me enlouquecendo.
- Você quer ou não?
- Ai sim, mas devagar por favor…
- Não tenha medo, seu cu tá bem dilatado.
- Mas é muito grande…
- Confia em mim que vai entrar todinha e você vai curtir.
Começou a penetração, lentamente como havia prometido. Senti cada centímetro daquele monstro afundando nas minhas entranhas, abrindo meu esfíncter, sem ceder um momento apesar dos meus gemidos.
- Ai… ai por deus que dura tá… ai que grande…
- Aguenta… aguenta que já tá quase toda…
Ele tirou por completo, soltou um “ahhh” de admiração, e enfiou de novo.
Ainda que pareça ridículo, naquele momento pensei nas fotos pornô que já vi de mulheres com o cu dilatado de tanto levarem rola grossa. Sempre achei que teria vergonha de ficar com a bunda tão aberta. E, pensei, justamente esse cara tava me deixando assim.
Quando entrou até o fundo, quando o último centímetro estava dentro de mim, ele ficou imóvel por uns instantes.
Depois começou a bombar, devagar no começo, e cada vez mais forte depois.
- Ah… ah… ah… ah…
- Segura… segura… já arrombei seu cu, agora deixa eu aproveitar.
Ele foi implacável, incansável. Já não doía mais. Me sentia terrivelmente aberta enquanto o pau dele entrava e saía.
- Tá sentindo minha rola? Tá sentindo todinha aí dentro?
- Ah… seu filho da puta…
- Isso… xinga que me dá tesão… vai, puta do cu…
- Você me mata… me mata… - falei quase sem fôlego.
Com as mãozarras, ele abriu o decote do meu vestido, agarrou meus peitos e apertou com força.
- Viu que você é uma puta? Sempre anda sem sutiã… ah… como me dão tesão esses peitos.
- Ai que filho da puta… ai que filho da mãe que você é…
- Que cu gostoso… fala se não é a melhor pica que você já levou…
- Goza… goza por favor… não aguento mais…
- Me faz gozar você. Mexe essa bunda, vai.
Com as poucas forças que me Fiquei em cima e comecei a me mover pra frente e pra trás, me enfiando sozinha no tronco dele.
— Mais… vai mais…
Me mexi mais rápido, mais rápido, mais rápido, me empalando mais, mais, mais, até que ele me segurou pelos quadris, me imobilizou e descarregou tudo dentro de mim.

Ele continuou se mexendo mais um pouquinho e depois recuou. O pau dele parecia que nunca ia sair de uma vez.
Minhas pernas não me aguentavam mais, desabei no chão. Fiquei sentada, com as pernas dobradas pro lado.
— Você é a melhor. A melhor — ele disse.

Puxou a calma com calma, bolou um cigarro, acendeu e me passou.
— Fuma, se acalma um pouco, eu sei que você também gosta disso.
Dei uma tragada profunda enquanto ele terminava de se arrumar.
— Quando você se recuperar um pouco, sai pro pátio por onde a gente veio e se for pra direita chega na rua sem passar pelo salão.
— Você me deixa aqui?
— Sim, ou quer que nos vejam juntos?
— Não, tudo bem — falei ofegante.
— Você tá bem? Tá doendo a bunda?
— Tô bem.
Rindo de um jeito mórbido, ele disse:
— Você vai cagar porra uma semana seguida. Ali tem papel, se quiser se limpar.
— Você é um porco.
— E você é uma mina que gosta mais de pau do que de comida.

Ele se abaixou, me obrigou a levantar a cabeça e me deu um beijo.
— Até a próxima.
Ele foi embora me deixando sozinha. Fiquei sentada mais um tempo, com uma revolução no estômago. Minhas tripas estavam cheias de porra.

Quando me senti melhor, levantei. Pareceu que ouvi um barulho. Baixei minha saia rapidamente e perguntei, apavorada:
— Quem tá aí?
E então, de trás de umas caixas, saiu meu filho.

Fiquei de boca aberta, não conseguia falar uma palavra, meu coração parecia que ia sair do peito.
Meu filho também não falava. Na mão dele, amassada, estava minha calcinha. E por baixo da calça, um volume considerável.

Depois de me olhar um longo tempo sem falar, ele disse:
— O papel pra se limpar tá ali.
— Filho… eu…
Ele parecia sonâmbulo, ou em choque.
— Filho… que vergonha eu sinto…
— E eu sinto vergonha porque gozei sem me tocar.
Então olhei melhor para ele. Na virilha da calça, além do volume do seu membro ereto, dava para ver uma mancha grande.
- Faz quanto tempo que você tá aqui? Você sabia? Foi uma armadilha?
- Isso tudo não importa, mãe.

Baixei o olhar.
- Quero ir pra casa - falei.

Dei dois ou três passos em direção à saída e percebi que estava pingando. Procurei o papel no lugar onde meu filho tinha me indicado.
- Vira de costas - pedi.

Ele não obedeceu. Não queria que ele me visse enquanto me limpava.
- Filho, vira de costas.

Ele fez de má vontade, e pela metade, ficando de perfil.

Fios de porra escorriam da minha bunda até a parte de dentro das coxas. Me sequei o melhor que pude, sei que ele estava me espiando.
- Não acredito que você ficou olhando. Não acredito - disse enquanto me secava.
- Foi a melhor coisa que já vi na minha vida.
- Isso é uma loucura. Você percebe que é uma loucura, que não é normal?
- Não é anormal. Eu não fiz nada com você.
- Vamos… você sabe do que eu tô falando.
- Eu não fiz nada com você, mas eu sonho com…
- Nem pensa. Nem pensa. Em casa a gente conversa. Me dá minha calcinha.
- Pra quê?
- Como assim pra quê? Me dá.
- Tá suja, você não vai conseguir usar.

Nem quis saber como tinha ficado suja.
- Filho, é melhor você não mostrar isso por aí.
- Não, mãe, nem pensei nisso. É pra mim.

Fiquei olhando pra ele sem saber o que mais dizer. Ele deu uns passos na minha direção e me abraçou bem forte.
- Te amo - sussurrou.
- Eu também te amo, filho, mas…
- Shhh… não vamos falar agora.

Ficamos abraçados assim por um bom tempo. Tinha um cheiro forte de sexo no ar.

Quando senti que ele estava acariciando minhas costas de um jeito sugestivo, parei ele.
- Não, filho.

Ele aceitou.
- É, melhor - disse - porque eu tô quase gozando de novo sem nem me tocar.
- Não me fala essas coisas…
- Não consigo evitar, mãe…

Acariciei o rosto dele.
- A gente precisa conversar sobre isso. Em casa.

Ele balançou a cabeça concordando.

Depois saí do salão, atravessei o pátio e procurei a saída.

Continua.

28 comentários - Mi hijo (+18) me vio teniendo sexo

que buen relato!, espero la continuacion....
+5 😉
ahhh que terrible podriasponer fotitos de coomo te quedo el ojete 🤤 🤤 🤤 🤤
van puntitos diosa del sexo 😀
Mi hijo (+18) me vio teniendo sexo
seeee la continuacion
la espero con ansias bebe 🤤 🤤 🤤
saludetes del PERCHA3
añamembuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!
jobatona morbosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa 🤤
Buen relato, aunque este me pareció más fantasioso.
muy bueno esperando la continuacion 😉 :buenpost:
te parto la cabecita perra!...te dejo mas viciosa de lo que sos... 🙎‍♂️
Ojala que rompa toda tu hijo,espero la continuacion y te dejo 10 😉
Bubisimo!!!!!!!!!!! cuando sigue???? +5 🙎‍♂️
Sos lo q se dice toda una trola !!! Felicitaciones !!!
muy buen relato van puntos y seguir a full espero la continucion
Terrible y morboso a tope.^^ quedo con muuchas ganas de más. 😀
Muy buen relato te felicito, como yo no tengo hijos, tengo sobrina ....y la disfrutamos, espero la continuación, besos Karina. Te dí puntos