Como contei em outro relato, meu filho (que é maior de idade, deixo claro) joga rugby num clube modesto da cidade. Toda vez que precisam viajar pra jogar uma partida, organizam uma festa pra arrecadar grana. Numa dessas vezes, meu filho insistiu pra eu ir.
— Não, querido, você sabe que não curto essas festas, não conheço ninguém… prefiro ficar em casa.
— Vai, mãe, você nunca vem. Os pais dos meus colegas vão, e você nunca.
— Fala pro seu pai te acompanhar.
— Não, nem sei por onde ele anda, faz tempo que não tenho notícias dele.
Como quem leu os outros relatos sabe, o pai do meu filho e eu somos separados.
Ele insistiu tanto, implorou tanto, que acabei aceitando ir com ele. Com um aviso:
— Vou só um pouquinho, volto cedo.
A festa era no salão do clube, que tava todo arrumado pra ocasião. O clima era bem familiar, mas fiquei tensa quando percebi que o treinador do meu filho tava lá. Ele é amigo do meu ex-marido e um dos que participam das orgias que me obrigam a ir.
De longe, o cara me encarou de um jeito bem sugestivo, o que me deixou mais nervosa. Como vocês sabem, uma noite ele me forçou a transar com ele no carro dele.
Meu filho me apresentou pros colegas dele e pros pais de alguns. Minha timidez não deixou eu ter uma conversa decente. Me senti deslocada naquele lugar, e pra piorar, o treinador não tirava os olhos de mim, mesmo ficando meio longe.
Numa distração, meu filho sumiu do meu lado. Vi ele longe, conversando e rindo com os amigos. Olhei pra porta, pensei que já tinha cumprido minha parte e que era hora de vazar.
Nisso, apagaram todas as luzes, a música começou a tocar mais alto e um monte de casais foi pra pista dançar.
Eu ia sair quando senti alguém pegar meu braço.
— Vamos dançar?
Era o treinador do meu filho, me dando um sorriso perverso.
— Não, já vou embora.
— Dança um pouco antes.
— Falei que não. — Bom, então você vai me acompanhar a um lugar bem bonito.
— Eu já estava indo embora.
Com a maior cara de pau, ele apoiou a mão na minha entreperna por cima do vestido. Sem parar de sorrir, disse:
— Vem comigo ou eu começo a te masturbar aqui na frente de todo mundo.
Entre a cruz e a caldeirinha, deixei ele me arrastar pelos cantos do salão. Por sorte, estava bem escuro e ninguém parecia prestar atenção em nós.
O cara abriu uma porta, saímos pra um tipo de pátio que atravessamos rápido e entramos num salão pequeno, cheio de camisetas, bolas, cones e outras coisas parecidas.
— Me deixa ir — falei.
— Esse é o depósito do clube, aqui a gente pode ficar tranquilo.
Ele me abraçou e tentou me beijar.
— Me solta.
— Qual é, não se faz de difícil. Te dou uma boa foda e você vai embora.
— Nem louca.
— Haha, você sempre fala a mesma coisa, mas quando sente a pica dentro, adora.
— Me solta, grosso.
Ele tentou me beijar de novo. Ficou me abraçando e esfregou o volume entre minhas pernas.
— Olha, tá do jeito que você gosta. Vai me dizer que não sentiu nem um pouquinho de falta?
— Para com isso.
Sem parar de sorrir, ele começou a desabotoar a calça.
— Ai, que trabalho que você me dá… não importa, eu sei que quando você sentir, tudo muda.
Ele baixou a calça. Não usava cueca. O pau duro pulou pra frente como se estivesse puto por ficar preso.
— Olha pra ele… pelo menos reconhece que é bonito.
O cara era bem dotado, tinha a maior buceta que eu já vi, e senti, na vida.
— Me deixa ir, meu filho tá me procurando.
— Não se preocupa com seu filho.
— Como assim, não?
— Faz o que eu digo, não se preocupa.
— O que você quer dizer?
— Vem, vem aqui.
Ele me abraçou com mais firmeza e me deu um beijão na boca, com muita, muita língua.
— Que lábios lindos — disse, esfregando eles com os dedos.
Ele me beijou de novo intensamente, depois enfiou dois dedos na minha boca, fez eu chupar eles, e quando estavam bem babados, desceu pra minha entreperna. Enfiou a mão por baixo da minha saia, afastou minha calcinha e começou a me acariciar. Lado a tanga e começou a esfregar meu clitóris.
—Tá vendo que é uma putinha? Me viu a pica e já se molhou toda.
—Me larga —sussurrei.
—Por que não quer admitir que tá morrendo de vontade?
Puxou minha tanga com força, amassou ela e jogou longe, fora da minha vista.
Depois se ajoelhou, levantou um pouco minha saia e me deu uma chupada na buceta que fez minhas pernas tremerem.
O cara sabia usar a língua como poucos, me causou vibrações terrivelmente intensas que não aguentei e que soltei num orgasmo que sacudiu meu corpo inteiro.
O treinador se levantou, me deu um beijo de língua com a boca babada dos meus sucos e se abaixou de novo pra chupar mais minha buceta.
—Abre com os dedos —me ordenou— Vai, putinha, que você tá morrendo de gosto.
Minha vontade tava dominada pelo prazer. Abri meus lábios vaginais e ele chupou meu clitóris com mais força.
Quando me deixou à beira do delírio, me fez girar, abriu minhas nádegas com prepotência e enfiou a língua no meu cu. Tive que morder os nós dos dedos pra não gritar.
Ficou um tempão me molhando e dilatando. De vez em quando cuspia e enfiava a língua de novo.
—Que rabo gostoso… que buraco bom… elástico, bem comido, do jeito que eu gosto. Dá pra ver que já entrou muita pica aí. Você é a melhor mulher que já conheci…
Finalmente se levantou, me fez inclinar pra frente, me apoiar nuns cavaletes, e levantou minha saia.
Passando a mão na pica pra deixar ela mais dura ainda, perguntou:
—Pelo cu ou pela buceta?
Eu só conseguia ofegar, com a respiração pesada.
—Agora sim você tá morrendo de vontade de ser comida, hein? Te deixei no ponto… e você me deixou…
Esfregou várias vezes a glande na minha buceta. Pensei que ia meter ali, mas só tava lubrificando com meus sucos.
Bem quando eu tava quase tendo outro orgasmo, ele apoiou a cabeça no meu cu.
—Ai… devagar… —implorei olhando pra trás por sobre meu ombro.
—Sim, vou te dar devagar, mas você quer, não quer?
Ele empurrou um pouquinho e se retirou, mais um pouquinho e se retirou de novo, e assim várias vezes.
Meus gemidos aumentaram, eu tava ficando louca.
—Você quer ou não?
—Ai sim, mas devagar, por favor…
—Não tem medo, você tá com o cu bem dilatado.
—Mas é muito grande…
—Confia em mim que vai entrar tudo e você vai aproveitar.
Ele começou a penetração, devagar como tinha prometido. Senti cada centímetro daquele monstro se afundando nas minhas entranhas, abrindo meu esfíncter, sem ceder um momento apesar dos meus gemidos.
—Ai… ai meu deus como tá dura… ai que grande…
—Aguenta… aguenta que já tá quase toda…
Ele tirou completamente, soltou um “ahhh” de admiração, e enfiou de novo.
Por mais ridículo que pareça, naquele momento pensei nas fotos pornô que já vi de mulheres com o cu dilatado por causa da penetração de uma rola grossa. Sempre pensei que teria vergonha de ficar com o cu tão aberto. Tipo, pensei, era exatamente isso que esse cara tava fazendo comigo.
Quando ele entrou até o fundo, quando o último centímetro esteve dentro de mim, ficou imóvel por uns instantes.
Depois começou a bombar, devagar no começo, e cada vez mais forte depois.
—Ah… ah… ah… ah…
—Aguenta… aguenta… já te arrombei o cu, agora deixa eu aproveitar.
Ele foi implacável, incansável. Já não doía mais. Me sentia terrivelmente aberta enquanto a vara dele entrava e saía.
—Tá sentindo minha carne? Tá sentindo tudo lá dentro?
—Ah… você é um filho da puta…
—Isso… me xinga que me excita… vai, puta do cu…
—Tô morrendo… tô morrendo… —falei quase sem fôlego.
Com as mãos enormes dele, ele abriu o decote do meu vestido, pegou meus peitos e apertou com força.
—Viu que você é uma puta? Sempre anda sem sutiã… ah… como me excitam seus peitos.
—Ai que filho da puta… ai que filho de uma puta que você é…
—Que cu gostoso… me fala se não é a melhor rola que você já comeu…
—Goza… goza, por favor… não aguento mais…
—Faz eu gozar você. Mexe o cu, vai.
Com as poucas forças que me restavam, comecei a me mover pra frente e pra trás, me enfiando sozinha no tronco dele.
—Mais… vai fundo…
Me mexi mais rápido, mais rápido, mais rápido, me empalando mais, mais, mais, até que ele me segurou pelos quadris, me imobilizou e se descarregou inteiro dentro de mim.
Ele continuou se mexendo por mais um tempinho e depois recuou. O pau dele não terminava nunca de sair.
Eu não aguentava mais nas pernas, desabei no chão. Fiquei sentada, com as pernas dobradas pra um lado.
—Você é a melhor. A melhor — ele disse.
Subiu a calça devagar, bolou um cigarro, acendeu e me passou.
—Fuma, relaxa um pouco, sei que você também gosta disso.
Dei uma tragada funda enquanto ele terminava de se arrumar.
—Quando você se recuperar um pouco, sai no pátio por onde a gente veio e, se for pra direita, chega na rua sem passar pelo salão.
—Vai me largar aqui?
—É, ou você quer que nos vejam juntos?
—Não, tá de boa — falei ofegante.
—Tá bem? Tá doendo a bunda?
—Tô bem.
Rindo de um jeito morbidão, ele disse:
—Você vai cagar porra uma semana seguida. Lá tem papel, se quiser se limpar.
—Você é um porco.
—E você é uma gostosa que gosta mais de pau do que de comida.
Ele se abaixou, me obrigou a levantar a cabeça e me deu um beijo.
—Até a próxima.
Foi embora me deixando sozinha. Fiquei sentada mais um tempo, com um rebuliço no estômago. Tinha as tripas cheias de porra.
Quando me senti melhor, levantei. Achei que ouvi um barulho. Baixei a saia rapidinho e perguntei, morrendo de medo:
—Quem tá aí?
E então, de trás de umas caixas, saiu meu filho.
Fiquei de boca aberta, não conseguia falar uma palavra, o coração pulava pra fora do peito.
Meu filho também não falava. Na mão dele, amassada, estava minha calcinha. E por baixo da calça, um volume considerável.
Depois de me olhar um tempão sem falar, ele disse:
—O papel pra se limpar tá ali.
—Filho… eu…
Ele parecia sonâmbulo, ou em choque.
—Filho… que vergonha que eu tô sentindo…
—E eu tô sentindo vergonha porque gozei sem me tocar.
Então olhei melhor pra ele. Na virilha da calça, além do volume do pau duro, dava pra ver uma mancha grande.
— Quanto tempo você tá aqui? Você sabia? Foi uma armadilha?
— Nada disso importa, mãe.
Baixei o olhar.
— Quero ir pra casa — falei.
Dei dois ou três passos em direção à saída e percebi que tava escorrendo. Procurei o papel no lugar que meu filho tinha me indicado.
— Vira de costas — falei pra ele.
Ele não obedeceu. Não queria que me visse me limpando.
— Filho, vira de costas.
Ele virou de má vontade, e pela metade, ficando de perfil.
Fios de porra escorriam da minha bunda até o meio das coxas. Me sequei o melhor que pude, sei que ele tava me espiando.
— Não acredito que você ficou olhando. Não acredito — falei enquanto me secava.
— Foi a melhor coisa que já vi na vida.
— Isso é loucura. Você percebe que é loucura, que não é normal?
— Não é anormal. Eu não fiz nada com você.
— Vamos… você sabe do que tô falando.
— Eu não fiz nada com você, mas sonho em…
— Nem pensa nisso. Nem pensa. Em casa a gente vai conversar. Me dá minha calcinha.
— Pra quê?
— Como assim pra quê? Me dá.
— Tá suja, você não vai conseguir vestir.
Não quis nem saber como tinha sujado.
— Filho, é melhor você não mostrar isso por aí.
— Não, mãe, nem passaria pela minha cabeça. É minha.
Fiquei olhando pra ele sem saber o que mais dizer. Ele deu uns passos na minha direção e me abraçou bem forte.
— Te amo — sussurrou.
— Também te amo, filho, mas…
— Shhh… não vamos falar agora.
Ficamos assim abraçados por um bom tempo. Tinha um cheiro forte de sexo no ar.
Quando senti ele acariciar minhas costas de um jeito sugestivo, parei.
— Não, filho.
Ele aceitou.
— É, melhor — disse — porque tô prestes a gozar de novo sem me tocar.
— Não me fala essas coisas…
— Não consigo evitar, mãe…
Passei a mão no rosto dele.
— A gente precisa conversar sobre isso. Em casa.
Ele concordou com a cabeça.
Depois saí do salão, atravessei o pátio e procurei a saída.
Continua.
— Não, querido, você sabe que não curto essas festas, não conheço ninguém… prefiro ficar em casa.
— Vai, mãe, você nunca vem. Os pais dos meus colegas vão, e você nunca.
— Fala pro seu pai te acompanhar.
— Não, nem sei por onde ele anda, faz tempo que não tenho notícias dele.
Como quem leu os outros relatos sabe, o pai do meu filho e eu somos separados.
Ele insistiu tanto, implorou tanto, que acabei aceitando ir com ele. Com um aviso:
— Vou só um pouquinho, volto cedo.
A festa era no salão do clube, que tava todo arrumado pra ocasião. O clima era bem familiar, mas fiquei tensa quando percebi que o treinador do meu filho tava lá. Ele é amigo do meu ex-marido e um dos que participam das orgias que me obrigam a ir.
De longe, o cara me encarou de um jeito bem sugestivo, o que me deixou mais nervosa. Como vocês sabem, uma noite ele me forçou a transar com ele no carro dele.
Meu filho me apresentou pros colegas dele e pros pais de alguns. Minha timidez não deixou eu ter uma conversa decente. Me senti deslocada naquele lugar, e pra piorar, o treinador não tirava os olhos de mim, mesmo ficando meio longe.
Numa distração, meu filho sumiu do meu lado. Vi ele longe, conversando e rindo com os amigos. Olhei pra porta, pensei que já tinha cumprido minha parte e que era hora de vazar.
Nisso, apagaram todas as luzes, a música começou a tocar mais alto e um monte de casais foi pra pista dançar.
Eu ia sair quando senti alguém pegar meu braço.
— Vamos dançar?
Era o treinador do meu filho, me dando um sorriso perverso.
— Não, já vou embora.
— Dança um pouco antes.
— Falei que não. — Bom, então você vai me acompanhar a um lugar bem bonito.
— Eu já estava indo embora.
Com a maior cara de pau, ele apoiou a mão na minha entreperna por cima do vestido. Sem parar de sorrir, disse:
— Vem comigo ou eu começo a te masturbar aqui na frente de todo mundo.
Entre a cruz e a caldeirinha, deixei ele me arrastar pelos cantos do salão. Por sorte, estava bem escuro e ninguém parecia prestar atenção em nós.
O cara abriu uma porta, saímos pra um tipo de pátio que atravessamos rápido e entramos num salão pequeno, cheio de camisetas, bolas, cones e outras coisas parecidas.
— Me deixa ir — falei.
— Esse é o depósito do clube, aqui a gente pode ficar tranquilo.
Ele me abraçou e tentou me beijar.
— Me solta.
— Qual é, não se faz de difícil. Te dou uma boa foda e você vai embora.
— Nem louca.
— Haha, você sempre fala a mesma coisa, mas quando sente a pica dentro, adora.
— Me solta, grosso.
Ele tentou me beijar de novo. Ficou me abraçando e esfregou o volume entre minhas pernas.
— Olha, tá do jeito que você gosta. Vai me dizer que não sentiu nem um pouquinho de falta?
— Para com isso.
Sem parar de sorrir, ele começou a desabotoar a calça.
— Ai, que trabalho que você me dá… não importa, eu sei que quando você sentir, tudo muda.
Ele baixou a calça. Não usava cueca. O pau duro pulou pra frente como se estivesse puto por ficar preso.
— Olha pra ele… pelo menos reconhece que é bonito.
O cara era bem dotado, tinha a maior buceta que eu já vi, e senti, na vida.
— Me deixa ir, meu filho tá me procurando.
— Não se preocupa com seu filho.
— Como assim, não?
— Faz o que eu digo, não se preocupa.
— O que você quer dizer?
— Vem, vem aqui.
Ele me abraçou com mais firmeza e me deu um beijão na boca, com muita, muita língua.
— Que lábios lindos — disse, esfregando eles com os dedos.
Ele me beijou de novo intensamente, depois enfiou dois dedos na minha boca, fez eu chupar eles, e quando estavam bem babados, desceu pra minha entreperna. Enfiou a mão por baixo da minha saia, afastou minha calcinha e começou a me acariciar. Lado a tanga e começou a esfregar meu clitóris.
—Tá vendo que é uma putinha? Me viu a pica e já se molhou toda.
—Me larga —sussurrei.
—Por que não quer admitir que tá morrendo de vontade?
Puxou minha tanga com força, amassou ela e jogou longe, fora da minha vista.
Depois se ajoelhou, levantou um pouco minha saia e me deu uma chupada na buceta que fez minhas pernas tremerem.
O cara sabia usar a língua como poucos, me causou vibrações terrivelmente intensas que não aguentei e que soltei num orgasmo que sacudiu meu corpo inteiro.
O treinador se levantou, me deu um beijo de língua com a boca babada dos meus sucos e se abaixou de novo pra chupar mais minha buceta.
—Abre com os dedos —me ordenou— Vai, putinha, que você tá morrendo de gosto.
Minha vontade tava dominada pelo prazer. Abri meus lábios vaginais e ele chupou meu clitóris com mais força.
Quando me deixou à beira do delírio, me fez girar, abriu minhas nádegas com prepotência e enfiou a língua no meu cu. Tive que morder os nós dos dedos pra não gritar.
Ficou um tempão me molhando e dilatando. De vez em quando cuspia e enfiava a língua de novo.
—Que rabo gostoso… que buraco bom… elástico, bem comido, do jeito que eu gosto. Dá pra ver que já entrou muita pica aí. Você é a melhor mulher que já conheci…
Finalmente se levantou, me fez inclinar pra frente, me apoiar nuns cavaletes, e levantou minha saia.
Passando a mão na pica pra deixar ela mais dura ainda, perguntou:
—Pelo cu ou pela buceta?
Eu só conseguia ofegar, com a respiração pesada.
—Agora sim você tá morrendo de vontade de ser comida, hein? Te deixei no ponto… e você me deixou…
Esfregou várias vezes a glande na minha buceta. Pensei que ia meter ali, mas só tava lubrificando com meus sucos.
Bem quando eu tava quase tendo outro orgasmo, ele apoiou a cabeça no meu cu.
—Ai… devagar… —implorei olhando pra trás por sobre meu ombro.
—Sim, vou te dar devagar, mas você quer, não quer?
Ele empurrou um pouquinho e se retirou, mais um pouquinho e se retirou de novo, e assim várias vezes.
Meus gemidos aumentaram, eu tava ficando louca.
—Você quer ou não?
—Ai sim, mas devagar, por favor…
—Não tem medo, você tá com o cu bem dilatado.
—Mas é muito grande…
—Confia em mim que vai entrar tudo e você vai aproveitar.
Ele começou a penetração, devagar como tinha prometido. Senti cada centímetro daquele monstro se afundando nas minhas entranhas, abrindo meu esfíncter, sem ceder um momento apesar dos meus gemidos.
—Ai… ai meu deus como tá dura… ai que grande…
—Aguenta… aguenta que já tá quase toda…
Ele tirou completamente, soltou um “ahhh” de admiração, e enfiou de novo.
Por mais ridículo que pareça, naquele momento pensei nas fotos pornô que já vi de mulheres com o cu dilatado por causa da penetração de uma rola grossa. Sempre pensei que teria vergonha de ficar com o cu tão aberto. Tipo, pensei, era exatamente isso que esse cara tava fazendo comigo.
Quando ele entrou até o fundo, quando o último centímetro esteve dentro de mim, ficou imóvel por uns instantes.
Depois começou a bombar, devagar no começo, e cada vez mais forte depois.
—Ah… ah… ah… ah…
—Aguenta… aguenta… já te arrombei o cu, agora deixa eu aproveitar.
Ele foi implacável, incansável. Já não doía mais. Me sentia terrivelmente aberta enquanto a vara dele entrava e saía.
—Tá sentindo minha carne? Tá sentindo tudo lá dentro?
—Ah… você é um filho da puta…
—Isso… me xinga que me excita… vai, puta do cu…
—Tô morrendo… tô morrendo… —falei quase sem fôlego.
Com as mãos enormes dele, ele abriu o decote do meu vestido, pegou meus peitos e apertou com força.
—Viu que você é uma puta? Sempre anda sem sutiã… ah… como me excitam seus peitos.
—Ai que filho da puta… ai que filho de uma puta que você é…
—Que cu gostoso… me fala se não é a melhor rola que você já comeu…
—Goza… goza, por favor… não aguento mais…
—Faz eu gozar você. Mexe o cu, vai.
Com as poucas forças que me restavam, comecei a me mover pra frente e pra trás, me enfiando sozinha no tronco dele.
—Mais… vai fundo…
Me mexi mais rápido, mais rápido, mais rápido, me empalando mais, mais, mais, até que ele me segurou pelos quadris, me imobilizou e se descarregou inteiro dentro de mim.
Ele continuou se mexendo por mais um tempinho e depois recuou. O pau dele não terminava nunca de sair.
Eu não aguentava mais nas pernas, desabei no chão. Fiquei sentada, com as pernas dobradas pra um lado.
—Você é a melhor. A melhor — ele disse.
Subiu a calça devagar, bolou um cigarro, acendeu e me passou.
—Fuma, relaxa um pouco, sei que você também gosta disso.
Dei uma tragada funda enquanto ele terminava de se arrumar.
—Quando você se recuperar um pouco, sai no pátio por onde a gente veio e, se for pra direita, chega na rua sem passar pelo salão.
—Vai me largar aqui?
—É, ou você quer que nos vejam juntos?
—Não, tá de boa — falei ofegante.
—Tá bem? Tá doendo a bunda?
—Tô bem.
Rindo de um jeito morbidão, ele disse:
—Você vai cagar porra uma semana seguida. Lá tem papel, se quiser se limpar.
—Você é um porco.
—E você é uma gostosa que gosta mais de pau do que de comida.
Ele se abaixou, me obrigou a levantar a cabeça e me deu um beijo.
—Até a próxima.
Foi embora me deixando sozinha. Fiquei sentada mais um tempo, com um rebuliço no estômago. Tinha as tripas cheias de porra.
Quando me senti melhor, levantei. Achei que ouvi um barulho. Baixei a saia rapidinho e perguntei, morrendo de medo:
—Quem tá aí?
E então, de trás de umas caixas, saiu meu filho.
Fiquei de boca aberta, não conseguia falar uma palavra, o coração pulava pra fora do peito.
Meu filho também não falava. Na mão dele, amassada, estava minha calcinha. E por baixo da calça, um volume considerável.
Depois de me olhar um tempão sem falar, ele disse:
—O papel pra se limpar tá ali.
—Filho… eu…
Ele parecia sonâmbulo, ou em choque.
—Filho… que vergonha que eu tô sentindo…
—E eu tô sentindo vergonha porque gozei sem me tocar.
Então olhei melhor pra ele. Na virilha da calça, além do volume do pau duro, dava pra ver uma mancha grande.
— Quanto tempo você tá aqui? Você sabia? Foi uma armadilha?
— Nada disso importa, mãe.
Baixei o olhar.
— Quero ir pra casa — falei.
Dei dois ou três passos em direção à saída e percebi que tava escorrendo. Procurei o papel no lugar que meu filho tinha me indicado.
— Vira de costas — falei pra ele.
Ele não obedeceu. Não queria que me visse me limpando.
— Filho, vira de costas.
Ele virou de má vontade, e pela metade, ficando de perfil.
Fios de porra escorriam da minha bunda até o meio das coxas. Me sequei o melhor que pude, sei que ele tava me espiando.
— Não acredito que você ficou olhando. Não acredito — falei enquanto me secava.
— Foi a melhor coisa que já vi na vida.
— Isso é loucura. Você percebe que é loucura, que não é normal?
— Não é anormal. Eu não fiz nada com você.
— Vamos… você sabe do que tô falando.
— Eu não fiz nada com você, mas sonho em…
— Nem pensa nisso. Nem pensa. Em casa a gente vai conversar. Me dá minha calcinha.
— Pra quê?
— Como assim pra quê? Me dá.
— Tá suja, você não vai conseguir vestir.
Não quis nem saber como tinha sujado.
— Filho, é melhor você não mostrar isso por aí.
— Não, mãe, nem passaria pela minha cabeça. É minha.
Fiquei olhando pra ele sem saber o que mais dizer. Ele deu uns passos na minha direção e me abraçou bem forte.
— Te amo — sussurrou.
— Também te amo, filho, mas…
— Shhh… não vamos falar agora.
Ficamos assim abraçados por um bom tempo. Tinha um cheiro forte de sexo no ar.
Quando senti ele acariciar minhas costas de um jeito sugestivo, parei.
— Não, filho.
Ele aceitou.
— É, melhor — disse — porque tô prestes a gozar de novo sem me tocar.
— Não me fala essas coisas…
— Não consigo evitar, mãe…
Passei a mão no rosto dele.
— A gente precisa conversar sobre isso. Em casa.
Ele concordou com a cabeça.
Depois saí do salão, atravessei o pátio e procurei a saída.
Continua.
28 comentários - Mi hijo (+18) me vio teniendo sexo
+5 😉
van puntitos diosa del sexo 😀
la espero con ansias bebe 🤤 🤤 🤤
saludetes del PERCHA3
jobatona morbosaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa 🤤
+10! 😃