Festejada pela ex, depois com meu filho (2)

Duas semanas se passaram. Uma tarde, quando estava sozinha em casa, meu ex-marido apareceu de surpresa.
— O que você tá fazendo aqui? Sabe que não pode vir.
— Calma… calma, não vamos começar a brigar.
— O que você quer?
— Vim conversar, ver como minha mulher está.
— Não temos nada pra conversar.
Ele me abraçou e começou a acariciar meus peitos daquele jeito que ele sabe que me desmonta.
— Meus amigos ficaram fascinados com você.
Ele me beijou na boca, depois abriu meu decote e beijou meus mamilos.
— Querem repetir. Querem fazer de novo.
— Nem sonhe.
— Por quê? Você se divertiu.
Enquanto falava, levantou minha saia e puxou minha calcinha pra baixo.
— Chega — falei sem convicção.
— Você é a mulher ideal pra compartilhar entre vários. Sempre te falei.
— Você é um lixo. Tá se aproveitando de mim.
— Você adora. Não nega.
Ele enfiou um dedo no meu cu. Me fez gemer.
— Fui eu quem estreou. Lembra que você não queria? Olha como tá dilatado agora.
— Chega — falei entre gemidos.
— O dos meus amigos entrou sem problema. E olha que eles têm pica grande.
O dedo dele entrava e saía. Tava me enlouquecendo.
Com o outro braço, me segurava pela cintura. Me puxou mais pra perto dele pra eu sentir a ereção dele.
Enfiou um segundo dedo.
— Ai — reclamei.
— Que delícia… que arrombada que você tá…
— Ordinário.
— Meus amigos me invejam por ser casado com alguém como você — disse e voltou a chupar meus peitos.
— Não somos mais casados.
— Sim, os papéis do divórcio ainda não saíram.
Os dedos dele entravam e saíam com facilidade. Minha mente tava nublada.
— Vai embora — falei sem convicção.
— Vim te falar uma coisa.
— Fala e vai embora.
— Espera. É algo especial, tenho que te contar num momento especial.
Rapidamente, ele baixou a calça. Tava com uma ereção violenta. Sentou no sofá e disse:
— Vem. Senta aqui.
Com a vontade dobrada, abri as pernas, coloquei cada uma de um lado das pernas dele e comecei a descer pra sentar de frente pra ele.
— Não. No cu. Enfia no cu.
Obedeci mansamente. Peguei a pica dele, acomodei a cabeça na entrada do meu ânus e desci. Meus gemidos aumentaram.
—Assim… bem no cu… até o fundo.
Enfiei ele inteiro nos meus intestinos e caí, vencida, sobre ele.
—Assim… agora sim —ele disse, se movendo devagar— Que buceta boa que você tem. A melhor, sempre te falei.
Eu gemia. Era uma tortura. Me humilhava. Eu gostava.
Então ele falou no meu ouvido.
—Seu filho me contou tudo.
—O quê? —gemi.
—Tudo. Que você contou pra ele que ficou numa farra com três caras ao mesmo tempo. E que deixou ele bater uma na sua frente. E que gozou nos seus peitos.
—Ai meu deus —gemi enquanto o pau dele entrava e saía.
—Ele veio me ver. Me procurou. Quer que eu convide ele na próxima vez. O que você acha?
—Não, por favor. Não.
Ele sorriu com maldade.
—Por que não?
—Não, por favor —repeti entre ofegos.
—Você já sabe que ele te viu comigo e gostou. Deixa ele te ver quando meus amigos te atenderem…
—Isso não… —gemi.
Ele sorriu e disse:
—Você vai fazer uma coisa. Vai fazer por mim.
Fiquei em silêncio, esperando o pior.
—Quero que você dê um boquete bem gostoso no seu filho. E se ele pedir seu cu, quero que você dê, igual tá dando pra mim agora.
—Você é um monstro.
Ele sorriu de novo com aquele sorriso perverso.
—E você também, mas não quer admitir. Você tá com tesão no seu filho. Eu tô te falando pra se soltar. Dá vazão ao que você sente.
—Você quer me transformar num monstro.
Ele me puxou violentamente pelo cabelo e, me olhando com ódio, disse:
—Você é uma puta que não tem problema em engolir a pica de três caras. E que deixa o filho gozar nos seus peitos. E morre de vontade de chupar a pica dele. Então não vem me chamar de monstro.
De repente, ele saiu de dentro de mim, me jogou no sofá e enfiou a pica na minha boca. Gozou um jato de porra.
Engoli, me engasguei, cuspi.
Fiquei encolhida enquanto ele vestia a calça.
Antes de ir, ele disse:
—É melhor você fazer. Vou ficar sabendo se não fizer, e vai ser pior.

Passaram dois ou três dias. Fiquei pensando no que minha ex me disse. Será que eu também era um monstro?
Uma tarde fui ao shopping e comprei um tênis pro meu filho. Entreguei quando cheguei em casa, ele tava estudando com um amigo.
Ele me agradeceu com um beijo e calçou na hora.
— Ficou bom? Não tá apertado? Acho que seu pé cresceu! — sorri.
Me abaixei e apertei a ponta pra ver se os dedos dele estavam confortáveis.
— Parece que tá apertado — falei.
— Deixa eu ver, aperta de novo — ele pediu.
Fiz o teste outra vez.
Levantei a vista pra perguntar de novo, e vi que ele e o amigo estavam olhando pra minha buceta, que quase aparecia pelo decote da minha blusa naquela posição.
Coisas de garoto, pensei comigo.
Me levantei como se nada tivesse acontecido.
— Se precisar trocar, é só avisar.
Fui pro meu quarto. Naquela hora tava passando um programa que sempre vejo, então deitei na cama pra assistir.
Passou quase uma hora. Meu filho entrou no quarto e deitou do meu lado.
— E seu amigo?
— Já foi.
Ele tava com um sorriso safado no rosto.
— O que foi? — perguntei.
— Meu amigo ficou louco com sua buceta.
Eu também sorri.
— Vocês dois são uns safados.
— É que é verdade. Você tem uma buceta linda, mãe.
Fiquei em dúvida sobre como reagir. No fim, falei:
— Bom, obrigada. Mas não são comentários que um filho devia fazer pra mãe.
Ele ficou em silêncio. Pelo canto do olho, vi que ele tava admirando meus peitos.
Depois ele disse:
— Preciso… me aliviar.
Continuei olhando fixo pra TV, sem responder.
— Me ouviu, mãe?
Achei que era hora de tocar no assunto.
— Sei que você falou com seu pai — falei.
— Quando você viu o pai?
— Ele veio aqui… faz uns dois ou três dias.
— Ele veio aqui?
— Sim. É um louco. Sabe que não pode entrar nessa casa, mas veio mesmo assim.
— Vocês discutiram?
— Não.
— Ele te bateu?
— Não, também não.
Na minha mente, revivi aquele momento, aquela sensação de ter ele todo dentro de mim, e a gozada brutal dele.
— Por que você contou tudo pra ele? — perguntei pro meu filho.
— Você sabe como ele é… parece que adivinha as coisas. Foi me tirando, foi me tirando, com perguntas…
— Você não devia ter contado.
— Me perdoa, mãe.
— O que aconteceu… o que eu deixei acontecer… tem que ser segredo entre nós duas. Ninguém pode saber.
— Juro que ninguém sabe.
— E você realmente pediu pra ele… você sabe o que pediu, sabe do que eu tô falando.
Ele baixou o olhar, meio envergonhado.
— Você sabe que isso não pode rolar, eu te avisei.
— Não fica brava, mãe.
— Eu te avisei, e aí você foi buscar apoio nele.
— Só olhar, mãe. Só olhar. Igual quando eu via você com ele.
Os olhos dele se encheram de lágrimas. Fiquei com pena. Peguei as mãos dele nas minhas.
— Tem limites, meu amor. Tem coisas que mãe e filho não devem fazer.
— Eu… tô muito confuso.
— Eu também tô confusa, filho. Mas a gente precisa botar um limite.
— Tá bom, tá bom.
A gente se abraçou forte, ficamos assim um tempão.
A gente se separou um pouco, e ele apoiou uma mão nos meus peitos.
— Eu… sinto um monte de coisas…
— Eu sei. Acredita em mim, eu te entendo.
Agora ele tava acariciando meus peitos. Meus bicos reagiram na hora e marcaram no tecido da blusa.
— Adoro que você seja minha mãe… que você seja assim… que a gente possa compartilhar essas coisas…
— É importante a gente conversar. Conversar sobre tudo — falei sem parar a mão dele.
Ele me acariciava por cima da blusa e olhava pelo meu decote.
— Eu… preciso me aliviar. De verdade.
— Ai, filho…
— A gente já fez da outra vez… por que não agora?
— Da outra vez foi… foi uma coisa excepcional.
— Só isso, mãe.
Com a mão livre, ele baixou a calça. Não impedi ele de tirar o pau pra fora. Mais grosso que o do pai dele.
— Filho…
— Você não sabe o quanto eu gostei da outra vez…
— Eu sei, mas…
— Deixa, mãe…
Ele começou a se masturbar. Com a outra mão, abriu o decote da minha blusa, deixou um peito de fora.
— Filho… sou sua mãe…
— Não consigo evitar… penso o dia inteiro… você não sabe as coisas que eu penso…
Ele tava se masturbando na minha cara sem que eu conseguisse impedir.
Ele se mexeu um pouco e aproximou o pau na minha boca.
—Não, filho…
—Vai mãe… igual você faz com os outros…
Ele roçou os lábios da minha boca com o pau.
—Quero saber o que eles sentem…
Pensei no meu ex-marido. Ele tinha razão, eu também sou um monstro, porque naquele momento me senti capaz de fazer o que meu filho pedia.
—Filho… onde isso vai parar…
—Mãe… fico louco só de pensar que você faz isso com outros…
O pau dele roçava meus lábios entreabertos. Ele esfregou mais na minha boca. Tava duro. A ponta molhada. O cheiro dele me invadiu. Cheirava igual ao do pai dele. Igual ao dos amigos dele.
—Faz em mim… igual neles…
—Não… a gente não pode fazer isso — sussurrei de olhos fechados.
—Quero saber como você faz… te amo mais que tudo nesse mundo.
—Não me veja só como uma mulher que fez essas coisas… sou sua mãe…
—Te amo como minha mãe… e amo a mulher que é minha mãe…
E finalmente aconteceu. Ele deu uma estocada pra frente e enfiou o pau na minha boca. Na força. Do mesmo jeito que o pai dele tinha feito tantas vezes.
—Ahhh… sim… como você é boa nisso…
Sim, aconteceu. Eu tava chupando o pau do meu próprio filho. Tava sentindo o gosto dele, a dureza. Tava com ele na boca.
Não sei fazer pela metade, então chupei com vontade, com força, com paixão.
—Ahhh… é inacreditável… como você é boa… é maravilhoso…
Ele me empurrou pela nuca e enfiou até a garganta. Me obrigou a fazer um garganta profunda, igual ao pai dele.
—Ai meu deus assim… você é igual às putinhas dos filmes…
Me engasguei, tossi, cuspi. Enchi o pau dele de saliva, escorreu pelo meu queixo até os peitos.
—Mãe, você é incrível… isso é um sonho… nunca pensei que iam chupar meu pau assim…
—Você me engasga — falei, ofegante, babando toda.
—Desculpa, desculpa — ele disse.
Mas na mesma hora completou:
—Só mais um pouco… só mais um pouco…
Eu coloquei ele de novo na boca. Ele me obrigou a engolir mais. Mais. Mais. E quando eu tava fazendo outro garganta profunda, ele deu um grito e gozou.
Foi direto pra minha garganta. Não tive escolha a não ser engolir todo o leite dele. Bastante, grosso, morno.
A gente ficou abraçado, com a Respiração ofegante.
—Obrigada, mãe — sussurrou.
—Você me jurou que ninguém vai saber. Ninguém, nunca.
—Eu juro. Ninguém, nunca.
Ela passou os dedos pelos meus lábios.
—Engoliu tudo? Já tinha feito isso antes?
Sorri e disse:
—Desculpa… olha que pergunta idiota a minha…
Continuou acariciando meus lábios e perguntou:
—Você gosta de engolir?
Não respondi.
—Eu… só tinha visto em filme.
—Não me pergunta essas coisas.
—Você engolia a do papai?
—Falei pra não perguntar.
Suspirou de satisfação.
—Achei que era truque. Vi nos filmes, mas nunca acreditei. Tô vivendo um sonho! Sou tão grato, mãe, te amo tanto…
Acariciei o rosto dele. Meus olhos estavam brilhando.
—Você é tão parecido com seu pai.
—Mas não sou violento.
—Mas sempre consegue o que quer.
—Como você se envolveu com o papai? Não acho que ele sempre foi ruim.
—Não, não era ruim. Ou não sei, a gente nunca conhece ninguém por completo.
—Ele te enganou?
—Não é isso… quando o conheci, você sabe, eu era uma garota do interior, de 17 anos… ele tinha 30, sabia de tudo, eu não sabia nada. Mas nada mesmo. Me encantou, me apaixonei perdidamente.
—Você ainda está apaixonada.
Baixei o olhar.
—Sim. Ele ainda tem uma grande influência sobre mim.
—Imagino, pra ter aceitado as coisas que aceitou…
—Eu era muito ingênua, não sabia de nada. Ele me ensinou tudo.
—Você não tinha tido outro namorado?
—Não. Foi o primeiro e o único. No começo era só amor. Depois foi mudando, foi fazendo coisas que… eu não sabia se era certo ou errado. Achava que era esposa dele e tinha que aceitar tudo.
—Tipo o quê?
—Coisas que ele fazia comigo… que eu nem imaginava que se faziam entre um homem e uma mulher… posições… e eu me entregava por amor, e tudo foi parecendo natural. Mas nada bastava pra ele… e ele saía com outras mulheres… sempre foi mulherengo.
—Você deixava?
—Ficava brava mas… não adiantava. Ele até chegou a trazer uma amante pra dentro de casa!
—Sério? — ele se surpreendeu — E você, o que — O que você fez?
— E eu… nada, sempre fui de personalidade fraca.
— Mas… ele te obrigou a participar?
— Prefiro não falar sobre isso, filhinho.
— Nossa, mãe… isso parece novela… nunca imaginaria. Ele te fez dividir a cama com outra mulher?
Passei a mão no rosto dele de novo.
— Nisso você me lembra eu mesma… eu também era assim na sua idade, ingênua.
— Que vida você teve, mãe… sério, achava que essas coisas só aconteciam em filme…
— Enfim…
— Eu só tenho pra contar que num dia só bati umas sete punhetas.
— Filho!
— E daí… — ele disse sorrindo.
— E as sete vezes…?
— Sim, nas sete eu gozei.
— Você é um superdotado.
— Qual é seu recorde com o pai?
— Não pergunta essas coisas.
— Bom, mesmo assim acho que no outro dia você superou. Mesmo que tenha sido com três…
— Não pergunta.
Ajeitei minha blusa.
— Tenho que preparar o jantar.
— Vai nessa, tô morrendo de fome.

11 comentários - Festejada pela ex, depois com meu filho (2)

Jm.
Esta bueno el relato. Lo lei en pedazos .. esta interesante 😀 aun asi es una perra 🙎‍♂️
no sabs como me calientan las 2 partes de este relato
Tremendo, es acaso real el relato?? si es así, que ganas de darle una mano a tu hijo!!
si putiera puntos los destinaria aqui buen relato
muy buen relato me encanto. podrias escribir un libro erotico
rex889
hablando de record de pajas yo 8 a los 16 jaja