Pois agora trago pra vocês mais um relato que encontrei na web
A verdade é que tá muito bom, hein
Já li uns melhores, mas esse tá mmm!
É sobre uma coroa sendo fodida por 3 negões no hospital, na frente do filho dela na cama
Aproveitem
Nunca gostei de hospitais, mas nunca imaginei que num deles fosse acontecer uma das piores experiências da minha vida. Desde aquele dia, faço de tudo pra não ter que ficar internado em hospital nenhum.A verdade é que tá muito bom, hein
Já li uns melhores, mas esse tá mmm!
É sobre uma coroa sendo fodida por 3 negões no hospital, na frente do filho dela na cama
Aproveitem
Naquela época eu tinha 18 anos, me chamo Enrique e tava com uma dor muito forte na barriga. Descobriram que era apendicite e que precisavam operar. A cirurgia deu certo, meus pais e meu irmão estavam no meu quarto quando acordei. Falaram que eu ia ficar internado uns quatro dias e que iam pra casa pegar algumas coisas minhas pra esses dias.
Só que assim que fecharam a porta do quarto, ouvi uma voz:
“Caralho, tua mãe é uma gostosa do caralho, mano.”
Corri a cortina que tinha no quarto e vi que quem tinha falado era meu companheiro de quarto, um negão bem grandão, uns 20 anos ou mais. Nunca gostei de negros, sei lá, é uma par que não consigo controlar, não suporto ver eles e, claro, não curti nada saber que ia dividir quarto com um deles por quatro dias.
Não respondi nada, e o negão falou de novo:
“Não fica aí feito um idiota, mano. Só falei que tua mãe tem uma buceta gostosa, só isso. Tu tem muita sorte de ter uma mãe assim. A minha é uma gorda que tu não acredita, hahaha.”
Não sabia se me sentia lisonjeado com o comentário daquele cara ou ofendido. A verdade é que, como era minha mãe, nunca tinha olhado pra ela como se olha pra uma mulher. Mas dava pra dizer que minha mãe era uma mulher bem atraente, de pele muito branca, que contrastava bem com a longa cabeleira loira. Tinha um corpo bem torneado e, como sempre gostou de usar roupas de garotas mais novas, dava pra dizer que ela era bem gostosa até pra um cara jovem como aquele, que devia ter uns 20 anos a menos que ela.
Aí corri a cortina de novo sem falar nada. Não tava a fim de puxar conversa com ele. Aquele cara... então fiquei vendo TV de boa. Uns 25 minutos depois, entrou pela porta outro cara negro, e esse não veio sozinho, veio com mais um. Cumprimentaram ao entrar e começaram a conversar com meu companheiro de quarto. Pelo que deu pra ouvir, era o irmão e o primo dele. Pela aparência, deviam ter mais ou menos a minha idade. Ficaram umas hora mais ou menos e, quando estavam indo embora, trombaram com a minha mãe, que vinha trazer minhas coisas.
Não pude evitar de reparar como eles olharam pra minha mãe de cima a baixo, embora não tenham feito nenhum comentário. Só cumprimentaram e saíram do quarto. Minha mãe tinha trazido roupa limpa, umas mudas, o discman e umas revistas. Quando chegou a hora do jantar, minha mãe teve que ir pra casa e eu fiquei sozinho com meu companheiro de quarto, com quem minha mãe tinha conversado um pouco, porque quando entrei percebi que ela o chamava pelo nome, que parecia ser Said.
Acho que ele já estava no quarto antes de eu chegar, e por isso minha mãe o conhecia de quando esperavam me levar depois da operação.
Na manhã seguinte, quando acordei, os outros dois negros estavam no quarto conversando com o outro. Eu escutava atento, porque imagino que pensaram que eu estava dormindo.
"Pois a branquinha de ontem tem uma buceta do caralho"
"É a mãe do otário desse"
"Jojo, não fode, a mãe dele? Pois é, ela é bem gostosa, a putinha. Aposto que ia adorar provar nossas rolas"
"É provável, você sabe que as brancas quarentonas morrem por uma pica boa que chegue até o fundo"
"Bom, para de falar merda, ela é casada e tem filhos"
"E que porra importa isso? Desde quando você se importa se uma mina é casada? O único problema é que estou aqui sem poder me mexer, e quando eu me recuperar, esse otário e a mãe dele já não vão estar mais aqui"
"Porra, então a gente come ela antes, aqui mesmo"
"Você é louco ou o quê? E que porra a gente faz com o filho?"
"Ué, ele que olhe, haha, quem sabe aprende alguma coisa algo"
"haha, que filho da puta, com dois colhões"
Naquele momento, a enfermeira entrou, eu estava de muito mau humor, tinha ouvido tudo, como eles planejavam foder minha mãe, mas que pussy eles pensavam que eram, que uma mulher decente como minha mãe, uma mulher casada, ia dar pra 3 negros sujos desconhecidos no quarto do próprio filho com ele na frente, que otários.
Não disse nada, decidi ignorá-los, eram uns pobres ignorantes e quando fosse pra casa já trataria de dar umas boas palavras pro meu companheiro de quarto.
O dia passou normal até que no meio da tarde tive uma briga com meu companheiro sobre o que ver na TV, a treta foi pesada e chegamos a nos insultar, a enfermeira entrou e disse pra nos acalmarmos ou teria que chamar o médico, o caso é que paramos e o negro me disse umas últimas palavras.
"Você vai pirar, branquelo, já vai ver, vai sair daqui chorando que nem uma menininha, haha"
Não dei muita importância e adormeci, quando acordei minha mãe estava no quarto, mas do lado do Said, estava conversando com ele e sem saber bem por que decidi fingir que ainda dormia, tinha os fones do diseman ligados mas desligados e podia ouvir tudo que diziam.
Pude ver que minha mãe estava bem vestida, usava um vestido preto, de uma peça só.
A parte de cima era tão justa que mais parecia uma segunda pele, marcando sua cinturinha de pilão e realçando seus peitos, já que deixava quase toda a costa de fora, ninguém podia duvidar da autenticidade do que ela exibia na frente.
A parte de baixo não era longa nem curta, ela estava sentada e conversava com Said.
Falavam de coisas normais até que Said disse pra minha mãe:
"Já viu uma pica preta alguma vez?"
Minha mãe riu, chamou ele de sem-vergonha mas levou na brincadeira e Said disse:
"Não ri, tô falando sério, aposto que nunca viu uma, ia se surpreender"
Minha mãe não ficou atrás e respondeu: — Menos fumaça, Said. Já tenho idade e vi muita coisa na vida, conheço as histórias sobre os negros, mas não passam de mitos, haha."
Minha mãe era uma mulher forte e decidida, e tinha mostrado pro Said que não ia ficar envergonhada de falar sobre paus.
Said atacou de novo: "Então são histórias, é? Pois vai se ligar."
Eu vi como, sem cerimônia nenhuma, Said baixou a calça do pijama que tava usando e tirou a rola pra fora na frente da minha mãe.
"Agora me diz o que acha da minha rola, é grande ou não?"
Fiquei surpreso com a atitude da minha mãe, que em vez de encerrar a conversa, deu uma risada gostosa e falou pro Said que não era ruim. Olhando com cuidado, dava pra ver que a rola do Said, mesmo mole, tinha um tamanho bom. Não sei dizer quanto, mas pra estar flácida, tinha um tamanho legal. A verdade é que vendo aquilo, a gente pensa que as histórias sobre os negros têm um fundo de verdade.
Minha mãe, mesmo disfarçando, parecia surpresa, e eu fiquei mais ainda quando vi que, depois de olhar pra mim e achar que eu ainda tava dormindo, ela perguntou pro Said:
"Posso tocar?"
Mas que putaria era aquela? Como assim minha mãe queria tocar na rola daquele moleque? Pensei em acordar pra parar tudo aquilo, mas alguma coisa me fez continuar fingindo que dormia. Queria ver até onde a coisa ia. Não sabia naquele momento como eu tava enganado.
Claro que Said deixou. Foi ele mesmo quem levou a mão da minha mãe até a rola dele. Mamãe agarrou como quem pega um pedaço de pau e segurou por alguns segundos, apalpando bem, sentindo o pau na mão dela. Said falou pra minha mãe que se ela batesse uma, ele cresceria muito mais. Mamãe não hesitou, viu? Começou a bater uma pra rola do Said, pra cima e pra baixo. Que puta, tava fazendo uma punheta praquele negro. Minha mãe tava masturbando aquele porco até que Said reagiu e a rola dele foi crescendo na mão dela. Mamãe ficou alucinada. A rola do Said virou um negrão. trabuco de uns 22 cm e enquanto ele sorria, minha mãe não conseguia largar nem desviar o olhar dela.
Said disse:
"Se quiser, pode experimentar também"
Isso já era demais e mamãe se opôs:
"Você é louco, isso já foi longe demais, não é mais brincadeira, sou uma mulher casada, isso é idiotice e acabou"
Mas Said insistiu:
"Vai, senhora, você está morrendo de vontade e não pode me negar, coma meu pau, sinta ele na sua boca, vai adorar e não se preocupe com seu filho, ele está dormindo e ninguém vai contar nada ao seu marido, seja livre e chupe, vai ver como você curte."
Eu estava prestes a parar tudo, mas antes disso, mamãe se inclinou sobre o pau do Said e enfiou na boca, começando a chupar, como se fosse sua sobremesa favorita. Mamãe chupou o pau do Said com gula, sorria e olhava nos olhos dele enquanto chupava o pau, sem deixar de dar umas olhadas em mim pra ver se eu continuava parado na cama.
Começou pelas bolas, até engolir metade e sugar rápido, não conseguia engolir mais porque a boca dela não dava conta. Ela estava chupando o pau do Said quando os outros dois negros entraram no quarto.
"Olha só a branquela, vê como ela gosta de sorvete de chocolate"
"Hehe, parece que é fã de banana preta"
Mamãe tirou o pau da boca e ficou muito nervosa, mas tanto o irmão do Said quanto o primo dele baixaram as calças e mostraram dois paus enormes bem duros, do tamanho do do Said e até maiores.
"Não se preocupe, senhora, aqui tem paus pra você curtir até bem tarde"
Pensei que mamãe ia vazar dali, mas eu estava enganado. Mamãe estava com tesão, molhada, solta e com certeza não ia embora sem foder com o Said. Se pra isso tivesse que comer outros dois paus, ela ia fazer, e claro que fez.
Mamãe se ajoelhou na frente deles e começou a masturbá-los e lamber as cabeças, alternando um pau e outro, chupava da base até a base como se fossem sorvetes, outras vezes colocava a pica no rosto dela e com a língua brincava com os colhões daqueles caras, que com certeza eram proporcionais à pica deles, porque mamãe enfiou um ovo daqueles caras na boca e quando os dois colhões entravam na boquinha dela ela quase se engasgava.
Começou devagar até que os membros foram endurecendo, depois deu um boquete pra eles gozarem rápido, mas não conseguiu o objetivo.
Intensificou as chupadas cada vez mais, combinando com lambidas ao longo daqueles troncos compridos, olhando como os caras curtiam aquilo. Um deles pegou ela pela nuca e começou a mexer a cabeça dela no ritmo que quis, mamãe estava empalada pela pica daquele preto.
Ia chupando, passando de um pau pra outro, de joelhos, agarrada nas duas pirocas como se tivesse medo de deixá-las escapar. Se o pobre do meu pai ou meu irmão tivessem entrado no quarto, teriam encontrado um cenário desolador e humilhante pra eles.
Minha própria mãe, uma mulher branca e decente, submetida aos caprichos daqueles pretos sujos diante dos quais minha mãe estava ajoelhada engolindo as picas deles uma atrás da outra. Como Said não podia sair da cama, ficava se masturbando e incentivando minha mãe enquanto curtia o espetáculo.
"Muito bem, senhora, assim, assim, engole até o talo, chupa bem pra entrar melhor"
Esse comentário me atingiu o coração, não tinha levado em conta até aquele momento, mas estava claro que iam foder minha mãe.
Terminaram de se despir e ajudaram minha mãe a fazer o mesmo, trancaram a porta pra ninguém incomodar e tiraram o sutiã e a calcinha da minha mãe, que jogaram na minha cama. Nunca tinha reparado, mas minha mãe ganhava nua, era francamente gostosa, com uns peitos ainda firmes, uma bunda empinada e uma buceta bem cuidada.
Enfiavam os dedos na ppk dela que estava escorrendo e entre pica e pica, mamãe Cachorra como nunca imaginei, ela disse: "Quem vai ser o primeiro a me foder?"
Said disse que ele tinha que ser o primeiro, já que era ele quem estava doente e deviam ajudar ele a foder minha mãe. Então pegaram mamãe e a levantaram sobre a cama. Mamãe montou e foi se sentando devagar no pau do Said. No começo foi difícil, mas quando encontrou o caminho, deslizou fácil, de tão cachorra que estava.
Aí eu me mexi, fiz menção de chamar a enfermeira, mas o primo e o irmão do Said me seguraram e tiraram o controle. Naquela situação, eu tava indefeso, não podia me mexer por causa da dor e não podia pedir ajuda. Mas aquilo tava me matando, tinha ido longe demais. Taparam minha boca e, quando minha mãe percebeu que eu tinha acordado, quase chorou, mas mesmo assim não parava de pular como uma louca no pau do Said. Os peitos dela balançavam no ritmo das estocadas, e nem ver que o filho tava vendo tudo foi suficiente pra parar aquela putaria.
"Desculpa, querido, não olha, por favor. Não consegui evitar."
Said riu.
"Já te avisei, otário. Olha como eu como sua mãe. Olha bem como ela curte um pau preto gostoso."
Eu choramingava impotente enquanto Said fodia minha mãe selvagemente. Ela tava se comportando como uma verdadeira puta, sem se importar se eu tava sofrendo.
Os lábios da buceta da mamãe começaram a inchar com o pau do Said, e cada vez que roçava no clitóris, ela sentia novos espasmos.
Said começou a empurrar cada vez mais forte. O pau do Said tava todo dentro da mamãe. Ele ficou parado por uns momentos, exclamando gostoso: "Que bucetinha branca gostosa, bem apertadinha e quentinha."
Os movimentos viraram estocadas furiosas até Said começar a gritar: "Vou gozar, vou gozar, vou gozaaaar". Vi ele apertar os dentes e virar a cabeça pra cima, fechando os olhos.
Por dentro, mamãe deve ter sentido um jato de líquido quente que... inundava ela de pressão.
Depois, tiraram a mamãe da cama e a colocaram de quatro no chão do quarto. Quando o irmão do Said ficou pronto, ele penetrou minha mãe por trás. Mamãe gemia enquanto os outros olhavam. O irmão do Said continuava penetrando e, ao mesmo tempo, brincava com as pernas dela, abrindo e fechando, levantando e abaixando, segurando firme pelos tornozelos. Em uma dessas, a pica do primo do Said entrou na boca da mamãe.
"Desculpa, senhora, mas eu fico por último e enquanto isso tenho que me virar com alguma coisa."
"Mmmhhh, mmmh" foi tudo que mamãe conseguiu responder. O primo do Said se movia como se estivesse fodendo a boca dela. Ela não precisava fazer nada, a pica entrava e saía da boca dela sem esforço.
Ficaram assim por uns 10 minutos até que o primão do Said saiu da boca da minha mãe e sentou na cama do primo. Depois, chamou minha mãe, que ainda estava fodendo com o irmão do Said. Agora era a vez dele.
Ele segurou firme sua lança ereta, apontando para cima. Então, mamãe ficou de pé na frente dele, de costas, e ele aproveitou para massagear os quadris dela e os glúteos grandes e empinados.
"Agora comece a sentar, senhora."
Mamãe tentou obedecer e se inclinou para trás para sentar. O negão a envolveu com um braço na cintura e no abdômen liso, puxando-a gradualmente para perto dele. Chegou o momento em que mamãe sentiu a cabeça quente roçando a vulva dela. Ela parou um pouco enquanto sentia ele ajustar o membro direitinho.
Mamãe se abaixou um pouquinho mais e sentiu a pressão do órgão dentro dela. A ponta da glande tentava entrar. O próprio peso da minha mãe fazia aquele instrumento deslizar para dentro até que ele estava todo lá dentro. Seguindo as instruções dele, mamãe começou a subir e descer devagar. O amante da vez fez o mesmo, movendo os quadris para cima e para baixo também.
De vez em quando, ele pedia para ela parar e rebolá em círculos. A posição foi aproveitada pelo cara pra passar a mão nos peitos e nas coxas da minha mãe, chegando até a enfiar um dedo enquanto continuava metendo.
Ele tirou a pica da buceta por um instante, ficou de pé sobre o corpo dela com um pé de cada lado do quadril, um pouco afastado, o pau vibrando na espera de sensações fortes. Segundos depois, começou a se sentar de pernas abertas, enfiando de novo.
Aí o Said, que era o único que tinha gozado dentro da minha mãe, falou já recuperado:
“Vem cá, prima, senta em cima de mim e você enfia por trás, pra esse cuzão ver como a gente come a mamãe dele.”
Quando ouvi aquilo, arregalei os olhos, chocado pra caralho. Iam sodomizar minha mãe na minha frente, e ela não fazia nada pra evitar. Ela mesma sentou de novo na pica do Said e, com o pau bem dentro, esperou o primo chegar por trás.
Mamãe deve ter sentido a cabeçona do pau do primo do Said tentando entrar desesperadamente no cu dela. O cu dela, com as estocadas, se contraía e empurrava ele pra fora. Foram mais de vinte tentativas, até que a pressão começou a abrir o cu da minha mãe.
Sem conseguir evitar, mamãe começou a gritar enquanto aquele órgão grosso e comprido deslizava pra dentro dela. Depois de um bom tempo de gritos e suor, o negão parou. Tinha enfiado metade e sabia que seria perigoso tentar mais, então começou a tirar devagar o que já tinha enfiado. O vai e vem se repetiu várias vezes, devagar, até que a lubrificação deixou ele meter mais rápido. Mamãe parecia desmaiar ao sentir aquelas duas picas enormes entrando e saindo dela.
“Olha aqui, branquelo, olha como eu como o cu da sua mãe.”
“Tamos fodendo ela gostoso pra caralho, vamo ver se ela engravida e tem um filho de verdade.”
“Você vai ter um irmão negão.”
“Vamos fechar com chave de ouro, irmão, entra junto.” – gritou o Said.
Vi o irmão do Said se ajoelhar na frente da cabeça da mamãe e esfregou a pica enorme na cara dela até finalmente enfiar na boca da mamãe. As investidas dos três aumentaram pra um nível frenético até que nós quatro chegamos ao prazer máximo, e por um bom tempo ficaram trocando de posição até que os três tinham passado pelo cu da minha mãe, que tava bem dilatado.
Quando terminaram, colocaram a mamãe no chão, o Said se virou como pôde pra se masturbar na frente da cara dela, e os parentes dele fizeram em pé, gozaram em cima da minha mãe, na cara dela, e alguns jatos de porra entraram na boca dela.
"Engole tudo, mamãe, vai ver como é gostoso"
O corpo da mamãe tava coberto de suor e porra, que eles passaram safadamente pra dar uma última apalpada, depois a mamãe tomou banho com os dois parentes do Said no quarto, não consegui ver nada, mas ouvia gemidos, então imaginei que a mamãe tinha engolido as picas deles de novo pelos três buracos, e depois saíram do quarto juntos.
Eu chorava que nem uma criança quando a enfermeira entrou no quarto um tempo depois, me perguntou se tava doendo alguma coisa, e o Said respondeu:
"Esse moleque é um chorão, parece que viu algo que não gostou nada, que mocinha, hahaha"
A enfermeira repreendeu ele pela atitude, mas não precisei aguentar mais ele, ela veio me dar alta. Se tivesse chegado duas horas antes, não teria passado pela humilhação de ver minha mãe sendo fodida e enrabada por aqueles três negros sujos, mas já era tarde. Meu pai e meu irmão chegaram no quarto, me disseram que a mamãe não tinha conseguido ir me ver, que tava me esperando em casa.
Quando saímos do quarto, vi o Said com um sorriso debochado que quase virou careta quando ele falou pro meu pai, muito educadamente:
"Senhor, desculpa, eu me aproximei da sua esposa esses dias e tô bem sozinho, fala pra ela se pode vir me visitar um dia, por favor"
Meu pobre pai, sem desconfiar de nada, respondeu:
"Fica tranquilo, parceiro, com certeza minha mulher vai passar um dia pra te ver
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