Lola: uma cachoeira nos peitos (pau pra lola)

Já tô cansado de serem elas que decidem tudo.
Resolvi que a hora era agora. Lola tava sentada, tentando recuperar o fôlego.
A gente tinha corrido 3 quilômetros, e sempre que ela ia na frente, eu não conseguia parar de olhar pra aquele rabo lindo, formato de maçã, que comia a roupa igual uma louca.
A legging azul se enfiava toda naquela fenda. E o suor escorrendo pelas costas dela ia parar naquele lugar tão gostoso e desejado.
Não aguentava mais. Acho que se eu ficasse olhando fixo pras tetas dela apertadas no top esportivo, ia ter um orgasmo do caralho.
Chamei ela pra subir no carro, e a gente saiu do parque rumo à casa dela.
Quando dava, eu olhava o decote dela com muito tesão.
Ela me pegou várias vezes fazendo isso. — Olha pra frente, moleque — falou.
Quase dava pra sentir o cheiro do corpo feminino dela, suado, quente.
A gente passou reto e não entrou na casa dela. Ela me olhou e sorriu, como se adivinhasse minha intenção...
— Quero ir pra outro lugar — falei, andando umas quadras e parando bem na porta daquele hotel por horas que ela sempre teve tanta curiosidade...
O portão abriu e a gente entrou com o carro.
Descemos e não falamos nada. Só entramos. A porta fechou e a gente tirou o cartão, que servia de chave e de segurança.
— O que você quer fazer? — ela disse com uma voz de puta... que fez meu pau subir na hora.
Só segurei ela pela cintura, puxei pra perto de mim enquanto beijava o pescoço e o decote dela.
— Vou tomar um banho e aí a gente vai — falou Lola. Mas eu não queria isso...
Na real, tava louco pra saborear ela daquele jeito. Suada, com todos os cheiros e os sucos dela...
Segurei ela e, com a mão direita que tava livre, abri a legging dela e enfiei a mão com toda a habilidade, chegando na buceta dela, que tava bem molhada.
Enfiei dois dedos e senti os sucos dela.
Ela gemeu e, apoiando a cabeça no meu ombro, abriu as pernas pra deixar meus dedos entrarem melhor.
Tava tão molhada que, enquanto minha língua percorria a boca dela, eu não conseguia me concentrar. em outra coisa que não nessa buceta suculenta.
Joguei ela na cama e na hora tirei as calças dela.
Ela tava de calcinha pequena, que tava bem molhada, uma mistura de lubrificação e suor.
Beijei por cima e cheirei com vontade.
Tirei a calcinha e deixei cair na beira da cama.
Aí, com minha boca sedenta, entrei nessa pussy desejosa e chupei seus sucos.
Primeiro sorvi tudo, tentando não deixar nada.
Depois comecei a passar minha língua pela vulva dela e, quando vi ela tão quente, não aguentei e fui direto no botãozinho vermelho do clitóris dela.
Ela se arrepiou e gemeu igual uma menininha.
Com três dos meus dedos, penetrei naquela gruta mágica.
Senti o cheiro inebriante de sexo e suor.
Tava louco pra entrar nela.
Subir e penetrar todos os buracos dela. Meter com força, como se quisesse rasgar ela...
A porra tava na ponta do meu pau duro e eu tinha que me segurar pra não gozar tão rápido.
Com minha língua inquieta, também chupei o cu dela.
Mexi os dedos mais rápido, curvando eles pra cima.
A Lola semicerrava os olhos e, de vez em quando, me olhava e pedia pra eu chupar toda aquela pussy até fazer ela gozar.
Não queria parar de dar prazer pra ela, então, frenético, lambi com mais gosto o clitóris, que tava enorme, e com meus dedos trabalhei lá dentro.
Logo ela ficou mais molhada, tremeu, e o suco dela na minha boca, junto com os gemidos, explodiu num orgasmo intenso.
Ela me tirou com esforço da pussy dela, enquanto eu bebia todo o líquido, me fez virar e viu meu pau, que tava num tamanho considerável e cheio de vontade dela.
Ela subiu e começou um movimento de vai e vem até a roca encaixar todinha dentro dela.
Os peitos dela tavam na minha boca. Dava pra ver como a mulher gostosa se mexia.
O cheiro do suor dela e do sexo me enlouquecia e me fazia querer mais.
Ela cavalgava com maestria.
Separei as nádegas dela e, com o dedo maior da mão direita, penetrei o cu dela.
Ela gritou e gemeu, mas acelerou ainda mais os movimentos.
Logo a porra em mim era um mar. Disposto a invadir tudo,
Ela notou minha necessidade. Se soltou e saiu como pôde de cima de mim.
Pegou meu pau duro e quente e começou a mexer com a mão ágil dela.
Às vezes parava de me bater uma e me chupava com amor e doçura.
Não consegui mais me segurar, e a Lola sabia disso. Chupou com muita força e com a mão acelerou os movimentos enquanto me olhava com uma cara de puta terrível nos olhos.
Abriu a boca, parou de chupar e me bateu uma até eu explodir num mar de esperma grosso que caiu na língua dela, e ela engoliu com gosto.
Chupou, pegou mais. Depois tirou meu pau da boca dela e me bateu mais um pouco até conseguir um segundo jato que caiu nos peitos dela.
Não satisfeita, voltou pro meu pau ainda duro, meteu na boca e foi chupando até me fazer tremer e cair quase desmaiado.
Foi algo incrível. Espero repetir mais uma vez. Segunda-feira vamos correr de novo.

5 comentários - Lola: uma cachoeira nos peitos (pau pra lola)

¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿¿Puedo ir a correr con vos????????????

Qué caliente garrote!!! siempre un placer leerte... Ese dedo mayor en el culo mientras durante la calbagata enloquece...

Besos, puntos y recomendación!!
mu_a2
TREMENDO RELATO . GRACIAS 😉 😉
😬

Gracias divino!!! me encanto tu relato, como siempre!!!