Minha história com minha irmã (Vale a pena)

Olá, pessoal.
Vou começar dizendo que meu nome é Fernando e o da minha irmã é Natalia. Eu tenho 24 anos atualmente e ela, 25. Moramos num bairro da cidade de Buenos Aires, na Argentina. Estamos aqui desde que nascemos.

A Natalia tem um corpo gostoso. Aos 16 anos já tinha uma bunda bonita e uns peitos promissores, duros, redondos e com potencial pra crescer ainda mais. Eu, com 15, começava a ter minhas curiosidades sexuais.

Na escola, a gente falava de sexo, e entre quem tinha irmã, rolava brincadeira sobre já ter visto elas peladas ou coisas do tipo. Eu nunca tinha pensado nisso.

Pensar em ver minha irmã nua começou a me excitar. Só a ideia de vê-la já me deixava duro. Uma tarde, quando esse pensamento tomou conta da minha cabeça, decidi bater uma pensando em vê-la. Aos 20 anos, o corpo dela já estava totalmente desenvolvido. As curvas eram bem redondinhas, os peitos e a bunda bem carnudos, e eu a via cada vez mais como uma mulher. Minhas punhetas se repetiram várias vezes com o tempo. Sempre imaginava ela se trocando, tomando banho ou até se masturbando, mas eu ficava numa posição passiva, só observando. Essas fantasias me renderam vários gozos.

Uma noite, estávamos nós dois sozinhos, e ela entrou no banheiro pra tomar banho. A situação por si só já me excitava: eu e minha irmã sozinhos em casa, e ela pelada se lavando a poucos metros de mim. Ia pro meu quarto bater uma, quando finalmente tive a ideia de espiar ela pra realizar minha fantasia de vê-la nua. Esperei ela ligar a água do chuveiro, sabia que ela gostava de encher a banheira com água quente pra relaxar. Quando imaginei que ela já estaria pelada, fui até a porta do banheiro e me abaixei na fechadura pra espiar. O que vi me excitou pra caralho. Eu já tinha 19 anos, e meu pau ficou duro pra dedéu. Vi ela completamente nua, brincando com o cabelo enquanto a banheira enchia. Parada na frente do espelho da pia, de costas pra porta do banheiro, eu via a bunda linda e redonda dela na minha frente, rebolando enquanto se penteava ritmado. Quando ela se mexia, porque além disso ela olhava o corpo inteiro no espelho, o reflexo me deixava ver os peitos dela, tão grandes e redondos. Eu tinha a vista toda das costas dela e, pelo espelho, via a frente toda. Comecei a me masturbar olhando como minha irmã rebolava na frente do espelho, ela se mexia sem parar e me dava visões lindas da bunda dela, dos peitões e da bocetinha peluda.

Quando ela entrou no chuveiro e já não dava mais pra observar, fui pro meu quarto e continuei me masturbando pensando no que tinha visto. Agora sim, pela primeira vez, pensava em chupar aqueles peitos lindos, massagear eles, beliscando os bicos redondos. Agora sim me masturbava pensando em comer ela toda, possuir ela por completo. Penetrar aquela bunda carnuda até encher ela de porra, gozar no corpo inteiro dela. Desde aquele momento, minhas fantasias incluíam minha participação ativa, imaginava comendo ela fazendo ela gozar que nem uma puta. Comer ela na própria cama dela, a qualquer hora, sempre que a gente tivesse sozinho, a casa seria nossa, a cama dela seria nossa, e eu comeria ela quanto quisesse e do jeito que quisesse. Sonhava com ela chupando meu pau freneticamente ou fazendo um puta espanhol com os peitões dela. Queria banhar o corpo inteiro dela com meu gozo quente. Desde aquele momento, eu espiava ela em toda situação que desse, espiava ela tomando banho e depois completava minha fantasia até ter uns orgasmos lindos na minha cama. Uma noite, repetindo essa rotina, algo deu errado. Eu tava na frente da porta espiando ela, quando, de repente, e sem conseguir prever, ela girou a maçaneta pra abrir a porta. Desesperado, corri dali num pulo pra sala que era do lado do banheiro. Ela, estranhando, perguntou o que tava rolando ali, tava desconfiada, mas nunca soube se ela chegou a me ver ou se, quando abriu a porta, se assustou ao ouvir algum passo. Eu preferia manter essa última opção, já que não me comprometia em nada. Como era casual eu passar por lá, não seria estranho ela me ouvir. Respondi: — Tô aqui, o que foi? — Nada, depois me traz uma toalha. Decidi esquecer esse episódio e me convencer de que ela não tinha percebido nada. Do mesmo jeito, ela nunca me deu a entender nada, então supus que estava tudo bem.

Minhas punhetas continuavam na mesma. Agora eu me contentava em olhar menos tempo e compensava o resto com minhas fantasias até gozar de boa.

A relação não tinha mudado nada depois daquele ocorrido, só que agora, como ela saía com as amigas ou os namorados com mais frequência, se preparava pra se vestir bem mais vezes.

Muitas vezes entrava no meu quarto com roupa muito, muito sexy e me perguntava como tava ficando. Eu, todo excitado, só olhava e aprovava a escolha. Ela não tinha um corpinho de modelo, mas os peitos estouravam nas roupas e a bunda pedia pra ser comida aos berros. Uma noite de sábado, entrou no meu quarto e, como sempre, perguntou: — Como é que tô? Tava com uma calça clara bem justinha que marcava a calcinha sumindo no meio da bunda, em cima uma regatinha tipo top que levantava ainda mais os peitos e marcava claramente os bicos meio durinhos, sem sutiã. — Tá boa, dá uma voltinha. É, tá legal, mas acho meio putaria. Eu tava a mil, via minha irmã como uma verdadeira gostosa na minha frente, se mostrando tão sexy, como se quisesse me comer. Tava com a pica a mil e já imaginava como ia bater uma quando ela fosse embora. Nisso ela pergunta: — Por que putaria? Se fazendo de sonsa. — Sei lá, tá aparecendo tudo. — O que é tudo? — Sei não, mina, tudo, o corpo, oras. — Ah, aqui cê diz. E aponta pro top. — É, aí. — Ah, cê diz que tão aparecendo os bicos? Eu não podia acreditar, devo ter ficado vermelho de vergonha, nunca tinha dito nada parecido, nem ela nem eu. — É mina, beleza, tá bom, vai nessa. Ela se virou e, meio que sorrindo, saiu. Ela saiu do meu quarto e depois da minha casa. Fiquei estupefato, não conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Embora não fosse nada demais, ela tinha dito pela primeira vez a palavra mamilo na minha frente, e não só isso, estava se referindo aos próprios mamilos, apontando para eles, sabia que eu estava olhando e os nomeava como se não ligasse que eu tivesse notado. Comecei a suspeitar que talvez ela gostasse quando eu a olhava para aconselhá-la, que talvez pedir meu conselho não passasse de uma desculpa para me fazer olhar para ela com atenção e ela se exibir sem culpa, o que poderia excitá-la. Tudo mudou esta noite. Eu não era o único pervertido que se excitava com o outro. Ela, embora não fosse me espionar, e talvez nem se masturbasse como eu, sentia uma certa excitação com a minha presença. Pelo menos, excitava-se em se exibir para mim, e isso já era o bastante. Embora eu fantasia que ela gostasse das minhas espiadas, agora tinha acabado de confirmar que, de certa forma, ela se excitava quando eu a via. Deduzi então que, se ela descobrisse que eu a espiava, não ficaria brava, mas sim ficaria ainda mais excitada, contanto que ela continuasse sendo a irmã inocente que era espionada sem perceber. A coisa começava a mudar. Apesar de tudo, minhas fantasias não iam além de espionar e, quem sabe, ser espionado. Só isso já me dava motivos de sobra para me masturbar tranquilamente. Ainda não sabia se naquela noite ela tinha percebido que eu a estava espionando e, a partir daí, surgiu o novo prazer dela, ou se ela não imaginava nada e só se exibia ao me mostrar as roupas. Já não me importava mais, estava disposto a continuar com meus hábitos e me sentia mais seguro de que nada de ruim aconteceria se fosse descoberto; pelo contrário, a ideia de ser descoberto já se somava às minhas fantasias com ela. Uma noite de semana, ela entra no banho, meus pais estavam dormindo, fui como de costume até a porta dela e comecei a espioná-la. Não só me excitava vê-la nua brincando na frente do espelho, agora me excitava pensar que talvez ela sabia que eu tava espiando e que isso excitava ela. Queria saber se ela sabia ou não. Se era uma pobre inocente ou uma exibicionista safada, tinha que fazer alguma coisa. Decidi deixar ela saber da minha presença de algum jeito, pra ver como reagia. Tirei o pau todo pra fora enquanto espiava, e me masturbei com força, soltando uns gemidinhos baixos. Colado na porta, gemia devagar, querendo que ela me ouvisse. Nada aconteceu, claro que o barulho do chuveiro enchendo a banheira podia abafar qualquer som de fora. Mas aí algo rolou. Ela fechou o chuveiro, mas ficou na frente do espelho, continuava brincando com o cabelo, não entrava na banheira, ficava ali na minha frente me provocando, feito uma mulher sedenta por sexo. Aí eu soube que ela tava ciente de que eu tava espiando, mesmo sem confirmar se tinha me ouvido. Com essa dúvida crucial, decidi garantir que ela me ouvisse. Comecei a fazer mais barulho com meus gemidos, queria ter certeza de que ela me escutava. Cheguei mais perto da porta, e colado na fechadura, gemia e me masturbava com mais violência, queria entrar e comer ela toda, possuir ela no chuveiro. Penetrar aquela bunda carnuda e redonda, me masturbar com os peitos dela e banhar ela com meu leite, que ela engolisse meu néctar e pedisse mais e mais e mais. Não podia fazer isso, já tava mais que satisfeito com o que tava rolando. Continuei fazendo barulho, enquanto ela ficava como se estivesse distraída se olhando no espelho, era impossível que não me ouvisse, e os barulhos eram claros o suficiente pra saber de onde vinham, e melhor ainda, de quem vinham. Não aguentei mais, já tava terminando, apertei a ponta do meu pau, e gozei, enchi meu prepúcio de porra, minha pele inchou parecendo que ia estourar, soltei um último gemido um pouco mais alto que os outros e fui pro meu quarto esvaziar meu pau em algum lugar. Cada vez eu avançava mais, conseguia ver ela pelada tomando banho, fazia umas punhetas do caralho, via ela de roupinha sexy posando pra mim, e agora descobria que era uma exibicionista safada, e pra melhorar, tava começando a gostar disso. ideia de me exibir para ela. Claro que não tinha nenhuma intenção de estragar tudo isso, nunca a desmascararia, nem me colocaria tão na cara pra forçar uma explicação ou uma reação que estragasse tudo. A gente tava no limite, fingindo que não via nada, os dois sabiam o que rolava, mas inventávamos desculpas pra não chegar numa situação extrema. Se um mencionasse algo pro outro sobre tudo que acontecia, o outro negaria tudo, pedindo provas ou explicações que, como eu disse, nós dois nos encarregávamos de apagar ou disfarçar. Pensei em adicionar a isso minha nova veia exibicionista. Nessa época, a gente já tinha 23 e 24 anos. Situações e parceiros à parte, tudo se repetia harmoniosamente. Meus pais não desconfiavam de nada, quase tudo acontecia quando eles não estavam, e ainda por cima nossa relação era das mais normais, até brigávamos com certa frequência, como irmãos totalmente normais. Quando ela ou eu saíamos com alguém, não existia ciúme, continuávamos com nossos hábitos escondidos como se nada fosse. Eu sabia que ela não me espiava, pelo menos enquanto eu tomava banho, porque nunca nada me fez pensar isso. Decidi então criar esse vício nela. Decidi me exibir pra ela e curtir a reação dela. Ao sair do chuveiro, ia pro quarto com a toalha amarrada na cintura e com uma ereção, que embora não quisesse tornar tão óbvia, era claramente visível, e passava várias vezes na frente do quarto dela, que fica de frente pro meu, pra que ela me visse. Ela disfarçava, mas dava uma olhada no volume. Às vezes me secava pelado com a porta aberta; embora ela não me espiasse, eu gostava que ela pensasse que eu tava nu e tão acessível aos olhos dela, se ela quisesse. Claro que eu não podia saber se ela me observava ou não, porque senão teria que me cobrir ou encará-la, mas isso não tava nos planos. Então, fingindo que não via nada, acho que ela deve ter me visto alguma vez pelado ou notado minha ereção na toalha que eu usava na cintura. Uma tarde de Novembro, com os primeiros calores do verão, eu tinha comprado uma sunga de natação para a piscina. Quando cheguei em casa, vesti ela e fui perguntar o que ela achava. Claro que a sunga só cobria o necessário, eu já estava de pau duro enquanto a vestia, pensando em como ia mostrar pra ela. Coloquei meu pau de lado, de um jeito que se acomodasse na dobra da virilha e se escondesse um pouco. A ereção era óbvia, o tronco estufava dentro da sunga e pedia pra sair a todo custo, mas assim, de lado, me fazia parecer mais inocente do que se estivesse de frente, na cara dura. Criei coragem, senti um calor que percorria meu corpo todo e parava no meu rosto, sem se mexer mais. Sabia que era a jogada mais arriscada que já tinha feito. Fui até o quarto dela, ela estava lendo ou fazendo alguma coisa na cama. Parei na frente dela e, como se nada fosse, perguntei: — Como é que ficou? Comprei agora há pouco. Ela ficou meio impactada me olhando, até corou por um instante. Eu já devia estar vermelho desde que entrei, claro. — Ah, tá bom, você nunca tinha usado um desses. — Não, mas queria experimentar, pra pegar um bronzeado melhor no verão. — Ficou bem em você, dá uma volta pra eu ver... Ela parecia ter se animado, aceitando o jogo. Tudo ia bem. Eu pretendia ficar um bom tempo me exibindo, com qualquer desculpa queria ver o quanto ela olhava pro meu pau e eu gozar com aquilo. — Não ficou pequeno? — Parece que não, né? — Por que você diz isso? — falei. — Sei lá, dá pra ver tudo. — Ah, isso aqui? — apontei pro meu pau, como ela já tinha feito uma vez. Apoiei a palma da mão no pau, como se estivesse tapando, e fui até o espelho grande que ela tem na parede, na frente da cama. Parei e me olhei, virava de um lado pro outro, como se estivesse vendo como a sunga caía. Ela tava de olho na minha bunda, eu tava de costas pra ela. De novo, tapei o pau, meio que acariciei ele, mexia por baixo da sunga. Ela não via isso, mas eu, no espelho, via o corpo dela na cama, atrás de mim. Só que o rosto dela ficava escondido pelo meu corpo, então ela só via minha de costas, mas imaginando o que ela fazia ao ver meus braços se movendo em direção ao meu pau. Claro que não podia fazer isso deliberadamente na frente dela, porque seria insustentável; o fato de estar de costas novamente me colocava numa situação de total inocência, de descuido, não estava fazendo nada de errado porque estava de costas, tudo era insinuação. Voltei a ficar de frente para ela, ela olhou pro meu pau mas rapidamente voltou o olhar pro meu rosto. —É, você tem razão, fica meio justo, e paciência, vou usar só pra ficar na piscina de casa. E fui embora. Sucesso total, tinha me exibido claramente, ela notou meu pau duro, olhou com muito pouco disfarce, eu gozei vendo ela e me vendo. Naquela noite me masturbei.
Outra manobra pra me exibir era andar pelado pelo meu quarto, um bom tempo depois de ter tomado banho, pra que se ela entrasse sem avisar, me pegasse nu e com o pau a mil. Sei que todas essas coisas fizeram com que agora ela me visse de outro jeito. Agora ela já tinha uma ideia clara de como era meu pau, e suponho que aquilo agradava ela. Uns dias depois, e aproveitando tudo como no primeiro dia, repeti algo que fazia desde minha primeira exibição, quando ia tomar banho. Abria o chuveiro, me afastava da visão da fechadura e olhava por baixo da porta pra fora, pra ver se ela vinha me espionar. Bingo. Vejo os pés dela de meia, sem calçado, se aproximando sorrateiramente da porta do banheiro. Me levantei e fiquei na frente do espelho, pelado, de costas pra ela, escovei os dentes (coisa que nunca fazia antes de tomar banho) pra dar um espetáculo longo. Me excitava sentir que estava sendo espionado. Me sentia tão inocente, coitado, sendo espionado pela irmã dela. Pensava no que fazer pra me exibir de forma mais crua. Pensei na minha segunda jogada arriscada. Sentei na pia, apoiando as costas no espelho, de frente pra fechadura da porta, e comecei a me masturbar. Eu não sabia se ela ainda estava me espionando, se estava excitada, se tinha ido embora, mas comecei a me masturbar. implorando que ela estivesse ali e que se excitasse até gozar. Eu gemia, não muito alto, mas sabendo que se ela estivesse ali, me ouviria gozar. Me masturbava violentamente, tão selvagem quanto podia, me disse: -Vou gozar, vou gozar,... Pra avisar ela e ver bem como explodia toda a minha porra. -Vou gozar, aahhh, ahh.... ohhh..mh....mhhh...aaahhh...Sairam jorrados pelo menos três jatos de porra e eu queria que minha irmã tivesse visto o espetáculo, tinha sido pra ela e só pra ela. Dediquei aquela gozada como nenhuma outra, toda essa porra é pra você, irmãzinha, pensava eu. Fui tomar banho.

Chegou o verão daquele mesmo ano, ano passado, a piscina do jardim tava bombando. Usava o tempo todo o sungão, quando conseguia uma ereção, mal tentava disfarçar, brincava na água com minha irmã, entrava e saía da água, desfilávamos nossos corpos um pro outro. Meu pau por vezes parecia que ia escapar, ela exibia o microbiquíni enfiado na bunda dela, os bicos dos peitos às vezes escapavam do sutiã e ficava um tempão mostrando eles, tenho certeza que ela percebia o deslize mas curtia como sempre. Os bicos dos peitos dela eram meio grandes, rosados, bem no meio das tetas redondas dela. O triângulo do sutiã tampava os bicos mas deixava escapar as tetas exuberantes dela por todos os lados. Via a dobra inferior das tetas dela onde se juntam com o peito, transbordavam do sutiã. Às vezes juntava as tetas com os braços, me mostrando quão exuberantes eram juntas. Dia após dia era uma provocação atrás da outra, dela e minha. Continuava espiando ela no chuveiro, me masturbando com ela, e quando podia me exibir também fazia. Era o verão mais quente de todos, eram os dias mais quentes que a gente tinha passado.

Um domingo de manhã, depois do café da manhã, estando de férias dos estudos e sozinhos em casa, fomos pra água e ficamos tomando sol um bom tempo. Num momento ela me diz: -Fer, te importa se eu ficar de topless? Fiquei surpreso, era uma jogada que beirava o óbvio, não esperava Isso nem de longe. Cara, não sei se falei alguma coisa ou não, de qualquer forma acho que não deu pra me entender. —Tipo, porque assim não fica a marca da malha. Eu tava me recuperando, entrei no jogo novo, já tava ficando excitado. —Não, não me incomoda, se não te incomoda também. —Não, vou ficar aqui atrás mesmo. A gente tava em posições opostas, se fôssemos ponteiros de relógio, estaríamos marcando 6 horas em ponto, cabeças juntas, com o campo de visão que excluía completamente o outro. Eu queria atacar: —Mas, pelo que a malha cobre, é como se não fosse nada. —Haha, por que você diz? Era minha vez de falar o óbvio, ela tinha dado o passo mais arriscado, nada que eu dissesse ficaria fora de lugar. —Tô dizendo, a malha mal cobre seus biquinhos. Só de falar a palavra biquinhos, mesmo me referindo aos dela, me deu um tesão do caralho. —É, pois é, você tem razão, acho que não iria assim pra praia. Disse enquanto se ajeitava na cadeirinha dela. Eu tava excitadíssimo, ela tinha proposto um joguinho mais picante. Me sentia tranquilo por ela ter começado, eu pensava em acompanhar, mas sempre mantendo aquele mínimo de cuidado que nos deixava entre inocentes e distraídos. Contra-ataque: —Por que você diz que não usaria na praia? —Ah, sei lá. —Na praia ninguém liga muito pra isso. —É, mas mesmo assim, eu teria vergonha, não, não, não usaria. —Tá, mas nas mulheres, é quase natural provocar um pouco, todas vocês usam coisas ou justas, ou transparentes, ou sei lá. —Ah, que legal, então você fala assim da sua irmã? Você gostaria que ela andasse por aí provocando, depois te chamariam de: lá vai o otário do irmão da puta. Ela riu, eu ri junto, tava tranquilo, como quem se dá tempo pra saborear uma delícia, e aguça todos os sentidos, e quer que dure pra sempre. Tinha que continuar a conversa, evitar que cortasse, mas sem estragar tudo. Sentia que ela também pensava a mesma coisa, queria bater papo, já tinha dado o primeiro passo, agora me dava corda pra eu continua.
—É, cê tem razão, melhor fazer tudo isso aqui, ninguém te vê.
—É, bom, tem você, mas não tem nenhum estranho.
—Claro, além disso eu sou seu irmão mais novo, o que vou fazer?
—Eu, falando em fazer, o que houve com a Julieta.

Julieta era uma amiga, com quem saí por uns meses, não passou disso, não durou nada esse relacionamento. Expliquei um pouco e encerrei o assunto Julieta.
—Além disso, já tava achando mil defeitos nela, nem gostava mais.
—Mas ela é mó gostosa.
—É, sei lá, enjoei, foi.

Pensei: opa, é minha vez, vamos falar de corpos, mas no minuto me toquei.
—Além disso, era muito menininha, muito miudinha.
—Ahh, muito delicada, cê diz.
—É, sei lá, gostava que ela fosse delicada, mas era meio sem graça, em outras palavras, não tinha peito.
—Olha só, o exigente.

Eu já tinha jogado a bomba, queria ver se explodia.
—Cê gosta de peituda então?
—Sim, prefiro as mais bem carnudas.

Ouvi ela se levantando.
—Ai, o menino prefere as carnudas.

Não acreditei no que via, ela tinha se levantado e tava andando como se tirando sarro de mim, tipo desfilando na minha frente. Ela tapava os peitos com as mãos e passou duas ou três vezes na minha frente. Tava só de peitos de fora, mesmo tapados com as mãos, e com aquela fio dental tão enfiada naquela bunda linda desfilando na minha frente. Ficou assim uns segundos e entrou em casa. Fiquei alucinado, a conversa tinha tido um toque erótico e pra melhorar tinha terminado com uma espécie de strip tease. Naquela manhã confirmei que tudo era um jogo de exibição, tanto da parte dela quanto da minha. A questão era que um de nós desse o passo provocativo e o outro continuasse a batalha.

Uns dez dias depois daquela manhã, acho que era quinta-feira, eu tava de folga e ela de férias, a gente entrou na água. Tava só nós dois, ela tava de micro biquíni, não era o de sempre, esse era um pouco mais recatado, mas mesmo assim o que não mostrava insinuava, eu continuei com meu sono erótico. Naquela manhã acordei a todo vapor, desde a noite anterior já sabia que íamos ficar sozinhos, e eu passei a noite inteira fantasiando sobre como aproveitar e curtir o dia inteiro que me esperava. Tinha chegado à conclusão de que ela era a rainha das provocações, que ela dava os passos mais ousados, que ela sempre iniciava tudo, supus que ela estaria disposta a arcar com as consequências dos seus ataques. Pensei a noite toda até onde eu iria me atrever com meus contra-ataques. Concluí que, se a intenção dela fosse óbvia, eu responderia com todo o meu arsenal. Estabeleci meu próprio limite, e confesso que era bem ousado. A manhã estava ensolarada e quente, felizmente, e estávamos lá tomando sol. Ela comentou:

— Acho que vou repetir a do topless, se você não se importa.
— De jeito nenhum.

Estávamos deitados um ao lado do outro, paralelos, então supus que ela mudaria para a posição 6 horas e tiraria o sutiã. Em vez disso, o que ela fez foi, sem se levantar, tirar o sutiã. Se eu não virasse a cabeça, não conseguia vê-la, mas a putinha estava ali me tentando a olhar, se mostrava confiante de que eu não faria isso. Passaram alguns segundos, acho que não me surpreendeu o que ela fez, só confirmei que ela sempre dava mais um passo na provocação. Um minuto depois, contra-ataque:

— Acho que vou ficar de bolas de fora.
Ela riu.
— Como?
— É, vou tirar a sunga pra me bronzear bem também, ou te incomoda?
— Não, tudo bem, pode tirar.

Eu abaixei a sunga até os tornozelos sem olhar para onde ela estava, tinha uma ereção enorme, queria que ela notasse. Estávamos a menos de dois metros um do outro, deitados no chão olhando para o céu, se um não virasse a cabeça, só conseguia ver o outro como uma figura geral, de relance, mas sem detalhes. Isso era o máximo que já tinha acontecido, ou seja, sendo óbvios um com o outro. Eu sabia qual seria meu limite, mas estava ainda mais longe do que estava acontecendo até ali. Passaram uns 30 minutos em que falávamos besteiras, parecia que estávamos nos medindo. dando tempo pro outro fazer algo ou reagir. A conversa voltou pra minha relação com a Julieta, a gente falou um pouco sobre isso, e num momento aconteceu a melhor parte.
- Faz quase um mês que você terminou com a Juli.
- É, uns vinte e poucos dias.
- Como você deve estar.
- Triste, cê diz?
- Não, de triste, como você deve estar sem uma cutie.

Passaram uns cinco segundos que na minha cabeça pareceram minutos, refleti sobre tudo que tinha planejado, meus limites, tudo. Percebi que talvez não teria outra chance como essa. Meu coração batia a mil, quase o corpo todo tremia, fiquei vermelho, criei coragem e me levantei.
- É, mas olha como eu me viro.

E fiquei de pé com as pernas abertas sobre ela, na altura da cintura dela. Comecei a me masturbar em cima dela. Um calor tomava meu corpo inteiro. O calor do proibido e do pecado. Ela, assim que me levantei sobre ela, só ficou me olhando. Não disse uma palavra, só levantou levemente a cabeça e fixou o olhar na minha piroca dura. Minha própria irmã olhava enquanto eu me masturbava pelado sobre ela. Eu olhava o rosto dela, os olhos dela iam dos meus pra minha piroca, paravam um tempão na minha piroca. Olhava os peitos dela de cima. Deviam ter passado uns 1 ou 2 minutos, e eu tava prestes a gozar.
- Ahh, vou gozar, vou gozar.
- Vem, vem aqui.

Ela disse quase gemendo. Me abaixei, quase sentando na barriga dela, e continuei me masturbando.
- Ahh, vou gozar, ahhhh siiiim, mmmmhhhh.

Ela juntou um pouco os peitos com os braços. Continuei por uns segundos, apontei minha piroca pros peitos dela, acho que até rocei neles. Segui violentamente, e descarreguei toda minha porra nela. Os primeiros jatos foram nos peitos dela e se espalharam até o pescoço. Nenhum acertou a cara dela, que tava quase na frente da minha piroca. O resto da porra caiu devagar na barriga dela e um pouco nos peitos. Não podia acreditar. Fiquei uns segundos parado, ela também. Olhei, me recuperando, pra minha irmã, era inacreditável, ela tava só de peitos de fora, debaixo de mim, toda banhada na minha porra, tinha cara de excitação, mas não fez absolutamente nada, continuou me olhando nos olhos e no meu pau que eu ainda segurava na mão, descarregando o último resto que tinha. Ela continuava apertando os peitos, formando uma montanha linda com os picos nevados. Uns segundos depois, me levantei, ela se levantou na hora e entrou em casa. Fiquei estupefato, não sabia o que ia rolar naquele momento. Por um segundo, me senti um idiota, como se ela tivesse ido embora ofendida, mas era impossível, ela tinha consentido tudo. Quando comecei a me masturbar sobre ela, ela não disse nada, nem ficou irritada, além disso, ela mesma me pediu pra chegar perto quando eu já estava prestes a gozar. Era óbvio que não podia estar ofendida de jeito nenhum. Passaram uns minutos e ela não voltava, entrei em casa e a ouvi tomando banho. Entendi que a manhã tinha acabado ali, talvez à tarde pudesse rolar algo mais, mas eu estava tão extasiado com o que tinha acontecido, que até eu preferia que passasse um tempinho pra refletir bem e planejar uma nova jogada, o mais glorioso era que tínhamos dado um passo mais que importante. Tínhamos deixado de lado o medo da obviedade, as cartas na mesa propunham um jogo mais interessante, era preciso saber jogar e tirar o maior proveito. O resto do dia foi como se nada tivesse acontecido, embora nos olhássemos poucas vezes nos olhos. Parecia que pela primeira vez havia um pouco de vergonha, mas não me preocupei, sabia que estava no caminho certo.

No sábado seguinte, ficaríamos sozinhos, mas só pela manhã até o meio-dia. Eu já sabia e tinha passado a noite toda bolando algo. A manhã não estava muito ensolarada, mas mesmo assim ficamos na piscina e tomando sol. Ela estava usando a microbiquíni mais minúscula que tinha. Tomávamos sol, ela repetiu a do topless, ficava do meu lado. Começou uma conversa:
- Eu... que loucura o outro dia.
- Ah, sim.
Respondi, não tentava disfarçar nada nem me fazer de desentendido, tinha pensado sobre isso na noite anterior. Perguntei:
- O que você achou? — Foi bom, foi muito estranho, mas eu gostei.
— Eu também.
— É, deu pra ver que você gostou.

Ela sorriu, fazendo clara alusão à minha gozada violenta. Eu já estava praticamente entregue, já tínhamos ultrapassado o óbvio, o tesão era descomunal, a noite anterior tinha terminado comigo percebendo que não tinha mais limites, tudo estava na mesa. Sabia dos riscos que corria, pensava nas consequências, mas nada me importava, era um ponto de virada. Continuei:

— Não vai te surpreender saber que punhetas como a do outro dia eu faço direto pensando em você.

O silêncio durou uns 5 a 10 segundos, eu não tava nem aí, e imaginava que ela também já estava meio entregue. Continuei:

— Ahã? E eu imaginei que fosse assim. Pra falar a verdade, sempre soube o quanto meu corpo te deixava com tesão, e eu me aproveitava disso pra também ter um certo prazer, e confesso que mais de uma vez me masturbei pensando na minha provocação.

Já estava tudo jogado, era hora das confissões, a gente tinha virado de lado, deitados na grama, de frente um pro outro, eu via os peitos dela nus, ela já não se cobria nem nada.

— Sempre viajei nos seus peitos, te espiei umas cem vezes enquanto você tomava banho e minhas punhetas sempre eram dedicadas a você.
— Sempre desconfiei que você me espiava, ahhh que lindooo, irmãozinho, me conta umas dessas.

Contei muitas das coisas que fazia pensando nela, ela contou outras tantas. Ficamos uns 5 minutos confessando abertamente o quanto um esquentava o outro, como se fosse a coisa mais normal. Falávamos do assunto como se estivéssemos falando do tempo, com total naturalidade, e até com uma boa dose de tesão, já que eu olhava fixamente pros peitos dela e ela não perdia nenhum detalhe da minha ereção. Num momento, ela interrompeu a conversa e disse:

— A gente faz de novo?

Eu sabia do que ela tava falando.

— Beleza, então vamos.

Levantei, tirei completamente minha sunga, minha ereção monstruosa ficou exposta, abri as pernas e fiquei em pé sobre ela como da outra vez, comecei a me masturbar quando ela interrompeu:

— Espera, chega mais pra cá, vem. mas aqui.
E com as mãos ela fazia gestos pra eu me aproximar dela, eu tava delirando de tesão. Sentei quase em cima da barriga dela, segurando meu pau com pressão. Ela me pegou pela cintura e me empurrou, fazendo com que eu ficasse sentado nela, me encostei mais nos peitos dela, soltei meu pau e adivinhei a intenção dela.
— Vem, maninho, que quero te ajudar um pouquinho.
Ela pegou meu pau com as mãos e mergulhou entre os peitos carnudos dela, a gente tava tendo o primeiro contato real, meu coração batia a mil, meu corpo todo suava, ela, embora parecesse decidida e segura, a voz falhava, como sintomas de nervosismo e/ou tesão. Ela pegou os peitos com as mãos e começou a me masturbar com eles.
— Vamos ver como o maninho tá, mhhh, cê gosta que sua irmã te bate uma punheta com os peitos? mmmhhh, que pau grande mhhhh, aasssiiiiii, ohhhh, mmmhh, que delícia, cê gosta de foder meus peitos?
— Siiiim, mmmhhh, não para, mmmhhhh, aahhh, cachorraaaaaa, ssssiiii.
A gente se olhava nos olhos, via o tesão estampado nos rostos. Peguei os peitos dela por cima das mãos dela e acompanhava o movimento. Logo ela tirou as mãos, levou pra minha cintura e marcava o ritmo do vai e vem. Eu fiquei com as mãos nos peitos dela, movendo eles pra me masturbar. Apertava, esticava, brincava com os bicos cada vez mais duros, continuava batendo punheta.
— Isso, Fer, aasssiiiiii, esfrega tudo, goza gostoso, mmhhhh, ahhhahhhhahhhahh.
Me afastei um pouco, me arquei o máximo que pude pra beijar os peitos dela. Finalmente alcancei, fiquei uns segundos chupando aqueles peitões enormes, passei a língua nos bicos, brinquei com eles, mordi.
— Mhhh, siiiim, aasssiiii, me chupa toda mmhhhhh.
Eu sentia que ia explodir, tava perto de gozar, me levantei de novo sobre os peitos dela, ela continuou me masturbando por uns segundos, aumentou o ritmo da punheta, esfregava os peitos com violência no meu pau, ele tava brilhante e roxo, ia explodir.
— Feeerrr, goza em mim, mmmmhhhh, sim, me dá seu gozo, por favor, mmhhhhh, siiiim, vai, vai, sim. T Meu pau com minha mão, me masturbei mais violentamente enquanto olhava nos olhos dela. Ela levantou a cabeça, encarando meu pau na frente dela e abriu bem grande a boca.
— Dá tudo pra mim, Fer, eu aceito, quero ele dentro da minha boca.
Apontei e gozei violentamente, os jatos de porra foram direto no rosto dela, vários entraram direto na boca dela. Ela fechou os olhos, mas deixou claramente a boca aberta pra continuar engolindo minha porra. Foi o que fiz, fiquei uns segundos descarregando minha porra na boca dela. Ela abriu os olhos, olhou pro meu rosto e com a língua mostrava toda a porra que tinha na boca. Grande parte da minha porra tava na boca dela, e ela exibia como troféu. Já não éramos mais irmãos, ela era uma mulher terrível, fodedora, puta e safada, e eu tava ali gozando dela como ninguém. Ela brincava com a porra na boca, meu pau começava a murchar, mas mentalmente eu tava super excitado. Me aproximei mais do rosto dela, peguei a cabeça dela pela nuca e meti meu pau na boca dela. Ela engoliu até a base, fechou a boca hermeticamente e começou a fazer massagens com a língua. E eu sentia ela chupando meu pau com maestria, mantinha a boca fechada, como se fizesse um bochecho com meu pau. Ela ainda não tinha engolido minha porra, sentia ela brincando com a porra e meu pau, uns segundos e ela engoliu tudo, sugou meu pau tirando o último resto de porra que tinha, e engoliu toda a porra que já tinha dado. Lambeu e beijou ternamente meu pau, como reparando ele da bagunça anterior. Sorriu, olhou pra mim e disse:
— E aí? Gostou?
Eu não terminava de gozar.
— Ahhh, adorei, como você foi boa, mhhh.
Meu orgasmo só agora se extinguia. Levantei como pude, coloquei o shorts e me joguei ao lado dela. Ela colocou o sutiã e sorria o tempo todo. Ficamos assim, prevenidos porque em pouco tempo meus pais chegariam. Mesmo assim, ficamos conversando sobre o que acabávamos de fazer. Foi excitante continuar falando com o tesão que a gente fazia. Conversamos quase meia hora de sexo jogados no jardim. Chegamos à conclusão de que não tínhamos coragem de transar, concordamos no prazer que gerávamos um no outro, nos exibindo, etc., etc., mas não ousaríamos transar. Esclarecemos várias coisas sobre o que esperávamos um do outro. Os dias passaram, essa cena se repetiu mais duas vezes, quase da mesma forma. Várias noites tomamos banho juntos, nus no chuveiro nos ensaboamos, nos beijamos e nos masturbamos mutuamente. Eu esfrego meu pau por todo o corpo dela, mas nunca a penetro. Ela chupa meu pau como ninguém, não tem problemas em engolir minha porra, e isso me enlouquece. Dedico um bom tempo aos peitos dela com massagens, esfregadas, beliscões, chupadas e tudo que ela curte pra caralho. Várias vezes a masturbei com meus próprios dedos e minha língua. Gozamos pra caralho nos exibindo, quando a situação permite, ficamos pelados pela casa como se nada, fazendo piadas ou carinhos um no outro. Transamos 2 ou 3 vezes por mês, mas com mais frequência fazemos esse tipo de jogo que chamamos de Shot Sex. Um diz pro outro: — Quer um Shot Sex? E na hora a gente se rola igual criança, se apalpa, se despe, se beija. Desde o último verão em que tudo começou, até hoje gozamos pra caralho, são 10 meses gloriosos, viramos amantes ativos debaixo do mesmo teto, irmão e irmã, amantes fogosos.

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34 comentários - Minha história com minha irmã (Vale a pena)

kiwy365 +3
Genial!!! es buenísimo! gran relato 😉
!!!!!!!!!!!!!!!!!! guau que perra es tu hermanita loco te felicito ¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡ y una pregunta ¿ ya te la cojiste? para la proxima pone fotos de ella asi la veo toda en bolas mostrando sus tetotas y su capullito peludo y su culo tremendo relato te dejo mis puntitos y besos a tu hermana !!!!!!!!!! que envidia loco ¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡ 🙂 😉 😛 😃 🙎‍♂️ 🆒 😀 😳 🤤 🙂
me dejaste la pija a punto de explotar 🙎‍♂️
mis +10 son tuyos
no se pueden leer estas cosas en el trabajo, y mas cuando trabajas en una concecionaria 🙄
ikkki +2
Leitoooz dijo:buenisimo, pone fotos de tu hna papaaa

😮
buen relatooo, buena idea lo de las fotos 😃
el mejor relato q he leido aqi, excelente... es poco... (comento ahora antes q seas nfu, xq despues ya no podre...)
espero segundas y terceras partes 😉
Soy heterosexual y no tengo hermana, pero después de esto me volteo a mi hermano.
bastante groso
m gustaria conocer a tu hermana y disfrutar un poco de lo que tu disfrutas

gran post amigo sigue asi!!!
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Por dios, excelente, soy novato y no puedo dar puntos pero te los mereces! 😉
Cuando di un vistazo a la pagina dije naaaaaaa ni en pedo leo todo esto... y empece y no pude parar! Escribis muy bien che felicidades. Da mucha excitacion y adrenalina, nos haces sentir en el lugar con tu relato. Saquense fotos los dos que no se vean las caras... eso les va a dar mas morbo!! jaja
Buenisimo! 🤤
pone fotos de tu hermana en bolas que esta re buena por lño visto
pd:aca hay una que atiende el ciber que tiene una burra imprecionante y tiene una boca re chiquita me mira y me tira onda pero yo nada 😃
me voi a matar a pajas
nos vemos depues jajaj
PD:pone fotos de tu hermanita 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 :F
Excelente historia brother podrias enviarme una foto de tu hermana aunque sea vestida pa ver como es
que buen relato tengo la pija re dura no aguanto mas ahora una buena paja me hago y vuelvo
meee exploto la pijaaaaa 2 puntos porque no puedo dar masss me exploto deee lecheeeee
🤤
muy bueno!!!! que atrapante que es!!!! jaja te deja duro!!!
Capo muy muy buen relato excelente, dejo puntos y espero mas como este
Como vos mismo, lo decís...."vale la pena..", y cómo.... Pero hay algo de lo que te tengo que decir, y nó podes zafar..... mandale saludos a tu hna....de parte mia... seguro está para partirla.....jaaaa.. van puntos. obvio.
Muy bueno man. Me dejo al palo y con ganas de mucho.mas.
Como me calentó este relato!!! Ojalá vivir algo así con mi hermana 😍