Conheça a história desde o primeiro posthttp://www.poringa.net/posts/relatos/1552418/Soy-puta-1.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1553676/Soy-puta-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1559833/Soy-puta--parte-3--.htmlÀ tarde ela foi fazer compras e acabou jantando num restaurante. Lá, um casal de caras de terno e gravata repararam nela e começaram a dar em cima, se perguntando o que uma mulher tão gostosa como ela estava fazendo jantando sozinha naquele restaurante. Ela deu corda e acabaram saindo para tomar umas por aí.
Pelo visto os caras estavam em um congresso e buscavam um pouco de diversão e relax depois do pesado dia de conferências e reuniões. Ambos eram casados, embora nenhum estivesse usando aliança. Lucía conseguia sentir o cheiro deles do outro lado do lugar. A ânsia por aventura e emoções fortes os traía, eram como chaminés, quentes e fumegantes, procurando sexo sem complicações.
Ela entrou na brincadeira e no final da noite soltou que, se quisessem se divertir os dois ao mesmo tempo com ela, teriam que passar pelo caixa. Os caras se olharam estranhados no começo, mas depois do tesão dos roçados a que ela os tinha submetido, aquela fera sexual, suas mentes estavam nubladas e a única coisa que queriam era descarregar suas reservas de esperma em cima do corpo jovem e branco dela.
Ela prometeu dar para os dois ao mesmo tempo e saciá-los até não aguentarem mais... e assim foi. Levaram ela para o hotel deles, era só de quatro estrelas mas estava bem cuidado. Fuderam no quarto de um deles. Lucía esquentou eles com um de seus stripteases. Os caras, com as camisas desabotoadas e sentados nas camas de solteiro, uivaram de prazer enquanto suas pupilas ardentes já a haviam despido com o olhar.
Um dos caras era mais velho que o outro, e estava um pouco mais gordo, o outro era de compleição magra e fibrosa. Lucía cumpriu com ambos como havia prometido, primeiro chupou os dois ao mesmo tempo, isso sim com camisinha, hoje não queria arriscar nem um segundo chupando sem. Não gostava especialmente deles, mas tinha que trabalhar e em uma noite ganharia o dobro no mesmo tempo, o que mais se podia pedir.
Primeiro o mais velho a comeu. Decidiram enfiá-la de quatro enquanto ela chupava o outro ao mesmo tempo. Depois inverteram as posições, e o outro ocupou seu lugar.
O mais magro e jovem metia com mais ímpeto e vontade, Lucía aguentava as investidas como podia, mas por sorte tanta força acabou cobrando seu preço e ele gozou sem remissão em poucos minutos. O outro demorou mais, teve que chupá-la um pouco mais e finalmente subiu em cima dele e o esmagou com seu bumbum pulando sobre seus calcanhares agachado na cama, enfiando seu pau em sua boceta profunda e violentamente até arrancar o orgasmo dele e espremer seu sêmen enchendo a camisinha. Ambos acabaram com seus paus e bolsos vazios. Depois da foda quiserem economizar no pagamento, então Lucía ameaçou começar a gritar e berrar, que estavam estuprando ela.
Os caras imediatamente voltaram atrás em suas intenções e pagaram o combinado, pois, a última coisa que queriam era ver a polícia aparecer em seus quartos e terminar a noite declarando na delegacia.
Lucía pegou o dinheiro e foi embora imediatamente. Com a pressa, quando chegou na recepção, percebeu que não estava usando calcinha. Sem dúvida seus clientes brigariam por aquele troféu inesperado de seu encontro e o guardariam com zelo, o cheirariam nas noites solitárias, enquanto o escondiam dos olhos de suas esposas e lembrariam daquela noite de descontrole e prazeres proibidos para homens casados e "formais".
Enquanto atravessava o saguão viu como o rapaz jovem da recepção a olhava, notou o desejo em seus olhos e observou como ele umedeceu os lábios com a língua, depois prestou atenção em sua colega recepcionista que também tinha posto os olhos nela, mas seu olhar traía outra coisa, raiva, despeito, desprezo ou talvez fina inveja.
Com seu vestido de grife, salto alto e corpo garboso Lucía saiu pela porta do hotel, deixando para trás aquele saguão impecável de pisos cristalinos de mármol vermelho combinado com bege finamente polidos. 9 No dia seguinte, Lucía repetiu a rotina da manhã anterior: levantou tarde, tomou café da manhã e saiu para fazer exercício. Ela se sentia bem, seu corpo respondia e sua juventude era um insulto para as donas de casa que voltavam das compras enquanto ela as ultrapassava com sua forma grácil de correr, como uma gazela na estepe. Despertava todo tipo de olhares e gestos de desaprovação daquelas mulheres com vidas chatas e monótonas. Hoje decidiu não perturbar Fran; também não era plano ficar em cima do garoto todos os dias e o deixou descansar. Então saiu para almoçar fora e passou a tarde passeando nos arredores da cidade, num parque que haviam inaugurado recentemente. Levou seu ebook e sentou-se para ler num banco, enquanto observava as pessoas caminhando, ouvia o canto dos pássaros e pombas das árvores próximas e a água jorrando das pedras de um lago próximo, onde os patos montavam guarda em seu reino, o reino do lago. À noite, decidiu convidar sua vizinha para jantar, e como não era exatamente habilidosa na cozinha, decidiu levar a comida pronta de um restaurante de comida caseira que também fazia entregas. Apresentou-se na porta da vizinha, cumprimentou-a com beijos tanto nela quanto em Fran, que saiu correndo para recebê-la assim que a ouviu falar com sua mãe, mostrando o melhor de seus sorrisos. Ficaram no apartamento dela; Ángeles parabenizou-a pela decoração requintada em estilo moderno com detalhes orientais nas cortinas e quadros. Comeram e conversaram até que Fran mostrou os primeiros sinais de cansaço. Ángeles disse que iria descer para colocá-lo na cama, mas antes sussurrou no ouvido de Lucía perguntando se ela gostaria de continuar conversando a sós em seu apartamento depois que o menino dormisse. Lucía, claro, aceitou. De volta, Lucía ofereceu um licor, um Fray Angélico bem gelado, e Ángeles agradeceu. — Sabe, Lucía, é que eu gostaria de te contar uma coisa... — começou a dizer. — Então fala, Ángeles. - respondeu Lúcia convidando-a para seguir.
- Lembra da nossa conversa do outro dia? - perguntou.
- Do que você tá falando? - disfarçou Lúcia, embora já soubesse onde ela queria chegar.
- É que o Fran tá pior... outro dia eu tava passando roupa e vi ele chegar. Ele veio todo sorridente e carinhoso, até me deu um beijo. Eu também beijei ele, claro, no começo não desconfiei de nada - continuou.
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Eu não soube como reagir, então dei uma bronca e tentei me soltar do abraço, mas ele me segurou, até me beijou no pescoço e continuou se esfregando em mim. Fiquei com um pouco de medo, porque ele é tão grande que não conseguia tirar ele de cima de mim, então virei, empurrei com toda a força que pude e dei um tapa nele.
Aí ele levou a mão no rosto, pra falar a verdade bati forte mesmo, e acabou chorando, então me arrependi de ter feito aquilo e fiquei consolando ele. Na hora parece que a vontade dele passou e ele não tentou mais me tocar.>>
- Nossa, Ângeles, não sei o que te dizer - acrescentou Lúcia.
- É que eu já não sei mais o que fazer, ele tá tão agitado ultimamente. Não sei se levo ele no médico - afirmou desconsolada.
- Talvez com o tempo isso passe, né?
- Você acha? - perguntou mostrando seu desejo de que o problema sumisse sozinho.
- Pois é, talvez, tenha um pouco de paciência, mulher - continuou Lúcia animando-a.
- Olha, esse licor é bom, mas tá subindo à minha cabeça - sorriu Ângeles.
- Gostou? Eu só bebo esse mesmo.
Continuaram conversando à vontade, e Lúcia aproveitou para conhecê-la melhor.
- Bom, Ângeles, nunca te perguntei sobre sua vida antes de te conhecer e, pra falar a verdade, você também não falou muito sobre isso. Se não quiser falar, eu entendo, mas fico curiosa pra saber por que você tá sozinha - interrogou-a finalmente Lúcia, pois essa ausência de marido ou parentes a inquietava.
- Ah, filha, é verdade, não falo muito de mim! Enfim, não há muito o que contar, fui casada e depois tivemos Francisco, com a doença dele nós desabamos e meu marido, talvez por causa das preocupações com a doença, teve um acidente de trânsito e morreu.
- Que triste, agora entendo por que você não queria falar dessas coisas! - disse Lúcia mostrando seu arrependimento.
- Não se preocupe, isso já faz dez anos... sim, dez anos - assentiu Ângela. Já superei mais ou menos, depois minha mãe veio morar conosco, e há uns seis meses ela nos deixou também, a coitada quase não sofreu, uma manhã quando fui acordá-la ela já não respirava. Segundo os médicos, ela partiu enquanto dormia, já que o coração estava comprometido e parou de bater.
- Talvez essa seja uma boa forma de morrer, bem, não sei, era sua mãe, sinto muito - corrigiu-se Lúcia, percebendo que talvez ela não tivesse encarado de forma tão liberal.
- Não se preocupe, era inevitável e ela estava muito idosa, a coitada, foi o melhor que podia ter acontecido, passar para o outro lado sem sofrimentos finais.
- Enfim, não era essa minha intenção quando comecei a perguntar sobre seu passado. Eu me referia mais ao fato de achar estranho você viver sozinha com o Fran, não sei, parece complicado, mas você nunca pensou em recomeçar sua vida.
- Ah, bem! A verdade é que às vezes sim, a gente pensa, mas os anos vão passando e você se acostuma a viver sem um marido. De qualquer forma, quando vivia com minha mãe e com o Fran, eu estava acompanhada, não tinha necessidade de mais ninguém. Embora, por outro lado, uma não é de pedra, mas você me entende, toda mulher sabe passar um bom tempo sozinha quando precisa.
- Ah, sim, claro! Te entendo perfeitamente - assentiu Lúcia.
- Você nesse aspecto não deve ter problemas, né? Com esse corpão que você exibe, eu adoraria ter mantido minha figura na sua idade. É a melhor idade da vida, um corpo bonito, poucas preocupações e muita vontade de festa. - Pois é, é uma idade muito bonita, estou curtindo muito, pra falar a verdade - afirmou Lucía, satisfeita, realmente não precisava de avó. - Pode crer, menina, você curte enquanto pode e enquanto dá! - a incentivou Ángeles. - Bom, garota, vou descendo, porque amanhã tenho que acordar cedo pra ir trabalhar e levantar o Fran pra ele ir pro trabalho dele. - Beleza, Ángeles, adorei conversar com você. - Obrigada você, Lucía! Fazia tempo que eu precisava de uma amiga pra conversar, e você parece um presente do céu nesse sentido - confessou Ángeles enquanto se levantava e se aproximava de Lucía para dar-lhe um abraço fraternal. Lucía a acompanhou até a porta e se despediu com um boa noite. Depois voltou à sala e terminou o resto de sua taça. Pensativa, ficou ali, em silêncio, sob a luz fraca do abajur, atenuada pelo regulador no mínimo. Essa família ela gostava cada vez mais. Quem sabe, talvez estivesse buscando o irmão que nunca teve ou a mãe compreensiva com quem pudesse conversar e que sempre quis ter. Infelizmente, com a dela não se entendia bem, e ela estava quase sempre mais ocupada com a "carreira profissional" e o salão de beleza do que com a filha. Seu pai também era focado no trabalho, cirurgião de profissão e renome, a filha sempre esteve num lugar importante, mas talvez com presentes excessivos para aplacar sua má consciência por não dedicar a ela o tempo que merecia. 10 No dia seguinte, Lucía decidiu ir à universidade. Quase tinha esquecido que ainda era estudante e que estava matriculada em medicina, por indicação paterna, como se costuma dizer, para seguir a tradição familiar, embora na realidade mal tivesse passado em metade das matérias do primeiro ano. Assistiu a algumas aulas. A verdade é que o fato de ter acordado cedo cobrou seu preço, e a preguiça e, principalmente, o tédio fizeram efeito, fazendo com que às onze ela abandonasse as salas de aula e se dedicasse a passear pelos jardins do campus.
Ela ficou observando os estudantes, que vagabundeavam deitados na grama, e não pôde evitar de lembrar do seu Fran. Por que hoje ela não iria esperar ele no almoço e lhe dedicaria um bom boquete para relaxá-lo? Sem dúvida, a mãe dele agradeceria, se sentindo menos "importunada". Essa ideia a fez sorrir.
Ela estava nisso quando seu celular tocou. Era seu cliente fiel, Pedro, ligando para ver se podiam se encontrar naquela mesma noite. Parecia que o homem estava com muita saudade dela e queria vê-la, mesmo sendo dia de semana. Lucía o agradou, aceitando o encontro. Como da outra vez, seria na mansão dele. Ele ofereceu chamar um táxi para buscá-la onde ela quisesse, mas Lucía, por segurança, recusou, já que não queria dar pistas de onde realmente morava.
Isso bagunçou seus planos em relação ao Fran. Ela queria estar gostosa, então foi ao salão de beleza para fazer massagens e um circuito de spa. Aproveitou para se arrumar intimamente e depilar suas partes mais íntimas.
Era a primeira vez que estava naquele salão de beleza, mas se sentiu muito bem tratada o tempo todo. A garota que fez a massagem também foi a que depois a depilou intimamente. Elas conversaram sobre tudo um pouco e, quando chegaram na parte da depilação, a garota não pôde evitar de elogiar o quão bonita era sua buceta e até confessou que adoraria ter uma igual. Sem papas na língua, disse que seus lábios vaginais eram muito volumosos e salientes, e que não gostava deles. Já os de Lucía eram pequenos e rosados, e saliam na medida certa, sem chamar muita atenção no conjunto.
Lucía se sentiu um pouco desconfortável em alguns momentos da massagem e da depilação, mas no final ficou super relaxada e concluiu que também não foi grande coisa. Assim, com o pôr do sol, voltou para casa com tempo justo para se vestir e ir pegar o táxi.
Quando chegou na casa de Pedro, foi recepcionada pela empregada, que Ele gentilmente pegou seu casaco e pendurou no cabideiro da entrada. Em seguida, convidou-a a passar para a sala para esperar pelo "senhorzinho Pedro". Ofereceu-lhe algo para beber e Lúcia pediu um pouco de água, sentando-se então para esperá-lo no sofá de couro bege onde, da última vez, eles se divertiram depois do jantar.
As lembranças daquela noite vieram à sua mente e, enquanto esperava, ela as visualizou como se fosse um cinema interno, relembrou as posições e viu-se novamente ajoelhada no chão sobre o tapete, com Pedro montado em cima dela, enfiando seu pau no seu buraco secreto enquanto ela esfregava os lábios vaginais e o clitóris para dilatar melhor aquela cavidade tão apertada. Lembrou-se de como se masturbou depois no banheiro do final do corredor e como gozou. Às vezes ela gostava de fazer isso, de certa forma era muito narcisista.
Cinco minutos depois, desceu seu anfitrião, tão impecavelmente vestido como sempre, com terno escuro, camisa lisa de cor lilás e gravata combinando, sapatos de couro preto... Enfim, um figurão, assim com certeza dava prazer ter um encontro. Isso sem mencionar seu perfume masculino, sem ser muito forte e sem dúvida bastante caro.
— Olá, querida, estava doido para te ver! — disparou ele assim que apareceu na sala.
Lúcia levantou-se e dirigiu-se ao seu encontro, com seu copo de água na mão. Ele a recebeu com dois beijos nas bochechas e, ao ver seu copo, acrescentou:
— Você não vai pensar em beber água durante o jantar, vai? — e sorriu jocosamente.
— Ah, não, é que eu estava com sede! — esclareceu Lúcia imediatamente.
— Perfeito, então começaremos com uma garrafa reserva da minha adega, você vai ver, vai gostar.
A mesa já estava decorada e com os pratos e talheres em seus lugares, pronta para que se sentassem. Lucrecia apareceu pela porta naquele momento e perguntou se queriam jantar já, ao que o senhor respondeu que sim, que ela fosse se preparando e começasse quando desejasse.
— Ei, Lúcia, você não se importa... se a gente fizer um jantar enigmático, né?
- Enigmático, como assim? - perguntou ela em seguida.
Pedro esperava por essa pergunta, então ficou todo feliz e começou a explicar.
- É um jogo erótico, olha só: a gente usa umas máscaras, tipo venezianas, aqueles antifaces simples com renda, e faz de conta que somos desconhecidos. É só um jogo, depois a gente faz também com as máscaras, o que você acha? - explicou seu anfitrião.
- Um pouco estranho, pra ser sincera, mas não vejo problema, pode ser divertido variar um pouco.
- Por isso que eu sugeri, além do mais, você vai ter outra surpresa.
- Do que se trata? - perguntou imediatamente, morrendo de curiosidade.
- Você vai ver logo... - avisou Pedro, sem dar mais explicações. - Mas antes, vamos ambientar um pouco a sala pra ficar mais enigmático...
Dito isso, ele acendeu as velas que estavam sobre um candelabro de bronze de vários braços no centro da mesa e apagou as luzes. Quando os olhos se acostumaram à penumbra, junto com o jogo de luzes e sombras projetadas pelas velas nos rostos mascarados, a cena realmente começou a parecer com o filme "Relações Perigosas".
Poucos minutos depois, Lucrecia apareceu na porta da sala com o primeiro prato. Pedro já havia aberto a garrafa de Rioja reserva de 86 e serviu um pouco primeiro para sua convidada e depois para si mesmo.
Lucía logo percebeu que Lucrecia estava com outra máscara parecida com as deles, mas branca, e com seu avental do uniforme também branco, que sem dúvida se destacava na escuridão do quarto, com a única iluminação das velas acesas. Por isso, naquele momento, ela não percebeu, mas quando Lucrecia se aproximou para servir seu prato e se virou para o senhor... ela estava só de avental! Não dava pra acreditar. Ao se virar, suas costas, com toda aquela pele morena, sua bunda e coxas exibiam aquele lindo tom café típico das pessoas mulatas.
É claro, quando ela fixou melhor o olhar naquela bunda nua Ele percebeu que ela não usava nenhuma roupa íntima, ou seja, sua buceta estava nua por trás do branco e impecável avental. Escondida atrás dele.
- Já notou alguma coisa? - perguntou Pedro, com um ar malicioso.
- Bom, exceto que sua empregada ficou bem moderna, não é? Nada de especial... ah, sim, ela também estava usando uma máscara como as nossas! - alertou Lúcia, num tom irônico.
- Sério? Não pode ser, vou ter que conversar com ela para repreendê-la, que atrevimento da parte dela - acrescentou Pedro, no mesmo tom irônico de Lúcia.
Não dava para negar que Pedro tinha imaginação, pois só de colocar as máscaras, somado aos jogos de luzes e sombras projetados sobre elas e acrescentando uma empregada pornô, ele tinha ambientado perfeitamente o jantar "enigmático".
Eles aproveitaram o jantar tranquilamente e finalmente chegou o momento mais gostoso da sobremesa. Onde Lucrecia serviu duas taças de tiramisú com bastante chantilly aplicado com um saco de confeiteiro sobre elas, formando uma espiral torcida em forma de cone. Lúcia pareceu observar que, enquanto ela servia a taça ao dono da casa, ele colocou a mão na sua bunda, embora não pudesse ter certeza se foi um movimento involuntário do ombro dela para se afastar ou se ele realmente levantou a mão e tocou aquela parte da anatomia da empregada.
Algo que chamou a atenção de Lúcia é que Lucrecia não saiu da sala desta vez, mas permaneceu perto da porta, na escuridão, com a roupa especial que estava usando hoje. Lúcia estranhou um pouco, mas continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.
- Bom, Lúcia, hoje eu gostaria de propor algo picante para a sobremesa do jantar.
- Você manda, Pedro - respondeu Lúcia, solícita.
- Eu gostaria que Lucrecia se juntasse a nós e continuasse "nos servindo" também durante as sobremesas amorosas depois do jantar.
- Mas o que exatamente você está pensando? - perguntou Lúcia, que já começava a se preocupar com onde esse joguinho estava indo.
- Nada que você não queira, é claro, e também não é pra tanto, só quero que ela nos acompanhe, que esteja presente e se possível que participe do sexo. Você vai ver, Lucrecia se tornou, desde meu divórcio, minha mão direita dentro de casa e também, de certa forma, cuidou tanto das crianças quanto de mim, não é Lucrecia? — disse o senhor virando-se para a penumbra onde a empregada permanecia.
— É verdade, senhor, estou à sua inteira disposição para o que desejar — respondeu solícita em seu posto, com as mãos cruzadas nas costas.
— Isso me parece muito bem — concordou Lúcia, mas que papel eu faço entre vocês?
— Você é nossa convidada, Lucrecia e você poderiam me agradar com jogos eróticos entre vocês, vem Lucrecia, anda — disse chamando a empregada.
Lucrecia se aproximou pausadamente até se colocar à altura do senhor, à sua direita. Ele pegou sua cintura e levantou seu avental, mostrando a buceta nua de Lucrecia para sua convidada.
— Olha que linda é a Lucrecia, sua buceta é macia como o chocolate a que se parece e doce com aquele toque amargo que eu gosto tanto. Ela é muito submissa e obedecerá todas as nossas ordens, se quiser até pode te chupar um pouco pra te colocar no clima. Vai lá Lucrecia, ajuda nossa convidada a se despir... — indicou.
Lucrecia se aproximou de Lúcia e a convidou a se levantar pegando-a pela mão.
— Pedro, tô percebendo que cada vez te conheço menos, não esperava essas brincadeirinhas de você. Eu não gosto de mulheres, então não tô disposta a transar com sua empregada — espetou Lúcia. — Se não me propor outra alternativa, eu vou embora!
— Mas senhorita, não se preocupe, você não vai ter que fazer nada comigo, eu faço tudo em você. Por favor não vá, o senhor gosta muito e quer nos ver brincar, fique por favor! — suplicou Lucrecia segurando-a pelo braço.
Lúcia parou e ponderou sua situação, sabia o que não estava disposta a fazer e a verdade é que já tinham pedido coisas estranhas pra ela antes, então decidiu dar um voto de confiança.
- Tá bom, eu fico, mas se algo não me agradar em algum momento, eu visto minhas roupas e vou embora, e claro que vou querer receber meus honorários - advertiu com severidade.
- Olha, Lucía, se eu ficar satisfeito, te dou o dobro do combinado - ofereceu seu cliente.
- E ela, o que ganha com tudo isso? - replicou Lucía.
- Ela recebe meus favores em troca e sabe que sou muito generoso com ela.
- Sim, o senhor é muito bom comigo, por isso sou muito grata.
- Então metade do combinado você dá pra ela, tá bom?
- Mas senhorita, isso não é necessário, eu...
- Você cala a boca e não seja boba! - replicou Lucía.
- Muito generoso da sua parte, trato feito!
- Muito bem, então tirem a roupa e brinquem com minha querida Lucrecia, me ofereçam um bom espetáculo e tornem-se amigas.
Lucía tirou o vestido com a ajuda de Lucrecia e mostrou seus belos seios nus, já que não usava sutiã. Só restava seu calcinha fio dental preta, que mal cobria sua bucetinha recém-depilada naquela tarde. Então ela a desceu pelas coxas e Lucrecia a pegou e deslizou até tirá-la pelos pés, colocando-a perto do sofá onde havia deixado o vestido preto de lantejoulas.
Ambas as mulheres ainda usavam suas máscaras, o que lhes dava um aspecto muito sensual, como se fossem duas desconhecidas que iriam compartilhar seu amante comum e, de quebra, conhecer-se intimamente.
Lucrecia se aproximou de Lucía, que não sabia por onde começar, mas não foi preciso fazer nada, pois Lucrecia tomou a iniciativa e se abraçou a ela, colocando seus corpos quentes em contato, peito contra peito, coxa contra coxa.
Começaram uma dança sensual, na qual Lucrecia mandava, acariciando as costas de sua parceira desde o pescoço até as nádegas.
- Você é tão linda! Sabia? - disse ela, para surpresa de Lucía.
- Você também tem uma pele muito bonita, tão morena - respondeu Lucía, que também começou a acariciar seus cabelos cacheados e cabelo negro preso num coque na nuca.
Lucrecia era um pouco mais baixa que Lúcia, sua cabeça chegava ao queixo dela, de modo que tinha seu pescoço ao alcance dos lábios, quando suavemente o chupou começando uma rajada de beijos por todo ele. Enquanto a beijava, foi descendo pelo seu decote até chegar aos seios nus e continuou beijando-os até localizar os mamilos pequenos e rosados nos quais terminavam seus peitos de limão. Chupou-os suavemente e conseguiu arrepiá-los, eles cresceram exponencialmente até ficarem longos e pontiagudos, em comparação com seus peitos pequenos, destacavam-se visivelmente.
Lúcia não pôde conter uma exalação de prazer ao sentir as suaves chupadas que Lucrecia lhe dava, enquanto estava agarrada com as mãos à sua cintura. Sem perceber que uma delas já havia deslizado sob suas coxas e começava a acariciar sua bucetinha nua.
— Oh, senhorita Lúcia, que boceta tão macia você tem! Sem dúvida fizeram um bom trabalho de depilação — afirmou enquanto apalpava seus lábios vaginais.
— Você gosta? Efetivamente estou recém-depilada.
Lucrecia pegou sua mão e a acompanhou até o sofá junto à mesa onde havia jantado. Ali a fez sentar e se ajoelhou diante dela, disposta a comer o que fosse necessário.
— Oh não, Lucrecia, você não precisa fazer isso! Suas carícias me agradaram, mas com isso basta, não é mesmo, Pedro? — perguntou, olhando para a cadeira de onde ele as observava, saboreando a última taça de vinho do jantar.
— Como quiser, querida, Lucrecia é muito prestativa e está à sua inteira disposição, já te disse.
— Não me importo, senhorita, sua boceta sem dúvida é muito mimada por você, e será uma delícia satisfazê-la e degustar seus sucos.
E sem mais palavras, enterrou seu rosto entre as coxas de Lúcia, beijando, lambendo e chupando seus lábios macios e suculentos. Lúcia fechou os olhos e se dedicou a desfrutar da excelente refeição de buceta que outra mulher lhe estava proporcionando, sua primeira vez. cunnilingus feito por uma mulher.
Ficaram assim um bom tempinho, quando abriu os olhos foi para avisar que parasse, pois estava quase gozando e não queria fazer isso sem ter satisfeito antes seu cliente. Ao olhar para Pedro, viu-o se masturbando passivamente na cadeira de calças e cueca abaixadas.
- Bom, Lucrecia, já é hora de a gente cuidar do senhor, não acha? Muito obrigada por todas as suas atenções comigo - disse enquanto se levantava.
- Tudo bem, senhorita Lúcia, foi um prazer desfrutar da sua flor, que macia e delicada você a tem! - exclamou Lucrecia se levantando ao mesmo tempo que enxugava suavemente os lábios com um dos pulsos.
- Excelente, queridas, uma cena excelente! O que acham se ambas cuidarem do meu solitário?
- Tudo bem, desde que Lucrecia não tenha inconveniente - disse Lúcia.
- Ah, não, o pau do senhor já entrou na minha boca em alguma ocasião! Não é, senhor?
- Ah, sim, Lucrecia, sua boca é muito gostosa!
Pedro ocupou a cadeira que até então era de Lúcia e ambas as mulheres, branca e mulata, se ajoelharam diante do pau empinado do senhor. Este apenas havia tirado a calça e a cueca, e ainda vestia a camisa desabotoada na parte de baixo e a gravata; tampouco havia tirado sua máscara.
Ambas as gostosas ocuparam seu lugar e colaboraram com suas línguas e lábios para chupar e lamber o pau do amo e senhor da casa. Enquanto faziam isso, não podiam evitar que seus lábios se roçassem e suas salivas se misturassem sobre a pele do pau, até que em um dado momento Lucrecia deslizou até sua boca, introduzindo a língua até a campainha e chupando ao mesmo tempo seus lábios entreabertos.
Lúcia se entregou ao beijo de língua que sua amiga chupadora ofereceu e desfrutou dele como se fosse a coisa mais natural do mundo, apesar de também ser a primeira vez que beijava uma gostosa. Naquele momento, desejou saber como estava a buceta de sua amiga e decidiu estender a mão, descendo-a por sua bunda... Negro e apertado, ele acariciou os pelinhos da sua buceta por trás. Em seguida, afundou os dedos na sua fenda e descobriu com satisfação que ela estava tão úmida e excitada quanto, sem dúvida, ela estava depois da refeição que Lucrecia lhe havia oferecido.
Ela estava tão quente que quase esqueceu do seu cliente enquanto desfrutava dos toques que praticava em Lucrecia; nunca antes também havia tocado uma buceta, nem penetrado com seus dedos úmidos e escorregadios pelos fluidos que emanavam daquela buceta de cor.
Lucrecia, por sua vez, também a imitou e apalpou sua buceta, mas ela introduziu a mão por baixo de sua barriguinha, com a palma para cima, entrou em contato com sua vagina dobrando os dedos para frente, enquanto se ocupava do pau do senhor com sua boca incansável.
Lúcia decidiu provar os néctares que aquela joia negra de sua companheira oferecia e abandonou o pau do Pedro para se colocar debaixo do corpo mulato de Lucrecia, com a cabeça na direção dos seus pés e, deitando-se de costas, levantou o rosto entre as coxas de Lucrecia, que, ajoelhada, recebeu sua língua entre as pernas enquanto Lúcia se agarrava à sua cintura, pendurada com a cabeça colada à sua buceta. Seus fluidos inundaram sua boca e seus lábios; nunca antes havia provado uma buceta e nunca antes havia pensado que tal coisa a atrairia, mas ali estava, com seu sabor na boca e seu cheiro impregnando suas narinas.
Pedro, que até aquele momento havia permanecido inativo, decidiu agir. Levantou-se e foi para a bunda da jovem donzela. Ali, Lúcia, de sua perspectiva, o viu encaixar-se nas nádegas da moça e buscar com seu pau a suculenta abertura de sua fenda; o espetáculo era magnífico.
Tão extasiada estava que mal percebeu o que Lucrecia tramava, que, ao se ver liberada de suas obrigações bucais para com seu amo, reparou nas pernas nacaradas de sua amiga e sua fendinha rosada no fundo do vale formado por elas. Enterrou o rosto entre as coxas brancas e cravou sua língua em aquela bucetinha rosada, dando primeiro umas leves passadas sobre seus lábios e clitóris, até abri-los completamente com o hábil instrumento.
Lucía apertou os dentes e se agarrou com força àquela bunda da qual pendia como um macaco num galho, presa dos prazeres divinos que a hábil criada lhe proporcionava em suas partes íntimas, nunca antes manchadas por mulher alguma. Em sua posição atual, estava eclipsada pelo corpo de Pedro, que já investia com paixão a bunda de sua servente, batendo com suas bolas nos lábios maiores de sua buceta quando sua pélvis colidia com estrépito contra as carnudas nádegas morenas. Enquanto isso não sabia o que fazer, queria colaborar naquele trio apaixonado, mas o ímpeto de Pedro a impedia de excitar o clitóris de Lucrecia e também não podia se aproximar do pau de Pedro, que não parava de ir e vir em ritmadas palmadas provocadas pelas batidas contra suas nádegas.
De modo que se dedicou a acariciar as costas de seu parceiro e também pegou a bunda de Pedro, beliscando-a com suas unhas recém-pintadas. Mas para sua surpresa, Pedro reparou nela e decidiu tirar seu pau da buceta de sua criada e entregá-lo à boca, até então passiva, de Lucía, que o recebeu como um presente lascivo do homem que se lembrou de que ela estava ali embaixo.
Foram algumas chupadas daquele membro embebido nos sucos daquela xota morena, que para Lucía souberam a glória naqueles instantes de paixão. Depois, o pau voltou à buceta negra e desapareceu novamente em seu interior. Enquanto os sucos escorriam por seu queixo, Lucía descobriu que não havia guardado suas habituais reservas com os clientes ao chupar o pau nu de Pedro – coisas da paixão desenfreada em que se encontravam. Mas o que podia fazer agora? Já estava feito.
Pedro se separou de repente, ofegante pegou seu pau e o apertou, ficando imóvel como uma estátua diante daquelas duas fêmeas desenfreadas. Elas o olharam sem compreender no começo, mas ele estava concentrado no que estava fazendo. Finalmente admitiu.
- Ah, que bom, quase gozei! Lucía, agora quero te foder, se você não se importar.
- Ah, querido, claro que não - Lucía concordou, divertida, procurando uma maneira de sair de debaixo de Lucrecia.
Ao se levantar, Pedro indicou que ela ficasse de quatro e oferecesse a bunda e a buceta por trás. Ela viu o pau dele sem camisinha e um olhar para Pedro foi o suficiente para comunicar suas reticências.
- Vamos, Lucía, não seja boba. Eu estou saudável, não fodi com ninguém além de você e da Lucrecia nos últimos seis meses, e antes eu já te disse que só fazia com minha esposa. Vamos, quero te foder no pelo, te dou uma gorjeta extra.
Lucía, não muito convencida, pareceu se resignar ao ouvir a proposta de pagamento em dobro de Pedro e se inclinou, submissa, para receber a ardente investida dele. Seu pau entrou sem dificuldade em sua buceta, desaparecendo em seu interior subitamente. Ela suspirou levemente ao senti-lo; estava tão excitada que sua buceta não reclamou da brusquidão, aliás, ela gostou que ele a metesse tão de repente.
Pedro a fodeu com todas as suas forças, fazendo pausas seguidas de investidas rítmicas que batiam contra suas nádegas, ecoando pela sala. Enquanto isso, sua amiga havia se sentado ao seu lado e, ao se aproximar, presenteou-a com seus lábios, unindo-os em beijos úmidos e quentes, com língua e tudo. Além disso, Lucrecia massageava suavemente seus seios jovens e firmes, excitando seus mamilos com as pontas dos dedos.
Tanto prazer não era possível, pensava Lucía, sendo mimada por seus dois companheiros no trio. Por isso, não se surpreendeu quando o orgasmo explodiu em seu interior e percorreu cada centímetro de sua pele com descargas elétricas que nasciam em seu estômago e se propagavam até sua cabeça e pés. Sua buceta se contraiu com tanta força que Pedro não pude se conter por mais tempo e inundou seu grelinho com esperma quente. Pedro gemeu e gemeu, aproveitando as últimas... Arremetidas até esvaziar completamente seu pau naquela bucetinha tão jovem e apertada.
Exaustos, os integrantes do trio de paixão buscaram um lugar para sentar, Pedro no sofá e Lúcia e Lucrécia sobre o mesmo tapete a seus pés. Lucrécia continuava beijando docemente Lúcia, que lentamente se recuperava do brutal orgasmo que seus dois parceiros no trio lhe haviam proporcionado.
A empregada se acomodou entre as pernas de Lúcia e sentou-se diante dela, apoiando as costas contra o corpo e os peitos de Lúcia. Mais alta que ela, a abraçou com seus longos braços e a beijou no pescoço e no lóbulo da orelha. Lucrécia pegou sua mão e a conduziu até sua flor, apertando-a contra si, suplicando que cuidasse de sua flor que ainda estava muito excitada, sem ter recebido sua recompensa pelas atenções prestadas anteriormente. Lúcia compreendeu imediatamente e seus longos dedos mergulharam na vagina negra, molhando-se com seus abundantes fluidos. Certamente a empregada estava muito excitada e imediatamente começou a responder às carícias de Lúcia.
Por ser mais baixa que ela, pôde dobrar a cabeça e girar sua boca para trás, encontrando os doces lábios de Lúcia, que chuparam os seus enquanto, com seu abraço sensual, lhe proporcionava todo tipo de carícias e suaves penetrações em sua boceta, ao mesmo tempo que com a outra mão beliscava seus mamilos duros e redondos, de seus seios arredondados e macios. Ambas, com suas pernas e coxas abertas, se encaixavam perfeitamente enquanto os dedos de Lúcia excitavam cada vez mais aquela garota de aparência doce e recatada, que agora se entregava aos prazeres lésbicos como se fosse algo habitual para ela.
Não demorou para chegarem as contrações e, enquanto suas línguas se devoravam, a garota se precipitou no abismo do orgasmo, convulsionando-se sob o abraço de sua irmã mais velha.
O senhor contemplou toda a cena sentado acima delas, a um lado no sofá, e, a julgar pelo seu silêncio, sem dúvida desfrutou de um bom espetáculo como voyeur. privilegiado. Ao terminar, ambas mulheres, nuas como meninas num parque, desapareceram pela porta a caminho do banho, de mãos dadas pelo caminho.
Uma vez lá dentro, ambas passaram pela privada e fizeram o mijo de rigor depois do bom sexo desfrutado. Olhavam-se com satisfação e gratidão, ao terminar se fundiram em mais um abraço e se beijaram novamente.
- Gostei muito, Lucrecia – confessou-lhe Lúcia.
- Eu também, senhorita Lúcia - você acaricia a buceta muito bem.
- Pode me tratar por "você", sabe?
- Me deixa mais excitada chamá-la de senhorita, eu sou sua empregada.
- Você é do senhor, não minha.
- Tanto faz, me sinto sua empregada - replicou a jovem mulata.
Passaram para o chuveiro e esfregaram uma na outra com bastante sabão e espuma. Quase voltaram a se envolver em carícias, mas era tarde e Lúcia queria ir dormir, pois estava realmente cansada. Então terminaram e se secaram juntas, assim como tinham tomado banho juntas.
Voltaram à sala. Estava deserta, aparentemente o senhor preferiu se retirar para seu quarto, não sem antes deixar em cima de uma mesinha dois cheques ao portador por uma suculenta soma. Vestiram-se e Lucrecia acompanhou Lúcia até a saída. Antes de se despedirem, Lúcia entregou um cartão a Lucrecia, pedindo que a chamasse para jantarem juntas na noite em que tivesse folga. A empregada sorriu e guardou-o num bolso do avental.
http://www.poringa.net/posts/relatos/1553676/Soy-puta-Parte-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/1559833/Soy-puta--parte-3--.htmlÀ tarde ela foi fazer compras e acabou jantando num restaurante. Lá, um casal de caras de terno e gravata repararam nela e começaram a dar em cima, se perguntando o que uma mulher tão gostosa como ela estava fazendo jantando sozinha naquele restaurante. Ela deu corda e acabaram saindo para tomar umas por aí.
Pelo visto os caras estavam em um congresso e buscavam um pouco de diversão e relax depois do pesado dia de conferências e reuniões. Ambos eram casados, embora nenhum estivesse usando aliança. Lucía conseguia sentir o cheiro deles do outro lado do lugar. A ânsia por aventura e emoções fortes os traía, eram como chaminés, quentes e fumegantes, procurando sexo sem complicações.
Ela entrou na brincadeira e no final da noite soltou que, se quisessem se divertir os dois ao mesmo tempo com ela, teriam que passar pelo caixa. Os caras se olharam estranhados no começo, mas depois do tesão dos roçados a que ela os tinha submetido, aquela fera sexual, suas mentes estavam nubladas e a única coisa que queriam era descarregar suas reservas de esperma em cima do corpo jovem e branco dela.
Ela prometeu dar para os dois ao mesmo tempo e saciá-los até não aguentarem mais... e assim foi. Levaram ela para o hotel deles, era só de quatro estrelas mas estava bem cuidado. Fuderam no quarto de um deles. Lucía esquentou eles com um de seus stripteases. Os caras, com as camisas desabotoadas e sentados nas camas de solteiro, uivaram de prazer enquanto suas pupilas ardentes já a haviam despido com o olhar.
Um dos caras era mais velho que o outro, e estava um pouco mais gordo, o outro era de compleição magra e fibrosa. Lucía cumpriu com ambos como havia prometido, primeiro chupou os dois ao mesmo tempo, isso sim com camisinha, hoje não queria arriscar nem um segundo chupando sem. Não gostava especialmente deles, mas tinha que trabalhar e em uma noite ganharia o dobro no mesmo tempo, o que mais se podia pedir.
Primeiro o mais velho a comeu. Decidiram enfiá-la de quatro enquanto ela chupava o outro ao mesmo tempo. Depois inverteram as posições, e o outro ocupou seu lugar.
O mais magro e jovem metia com mais ímpeto e vontade, Lucía aguentava as investidas como podia, mas por sorte tanta força acabou cobrando seu preço e ele gozou sem remissão em poucos minutos. O outro demorou mais, teve que chupá-la um pouco mais e finalmente subiu em cima dele e o esmagou com seu bumbum pulando sobre seus calcanhares agachado na cama, enfiando seu pau em sua boceta profunda e violentamente até arrancar o orgasmo dele e espremer seu sêmen enchendo a camisinha. Ambos acabaram com seus paus e bolsos vazios. Depois da foda quiserem economizar no pagamento, então Lucía ameaçou começar a gritar e berrar, que estavam estuprando ela.
Os caras imediatamente voltaram atrás em suas intenções e pagaram o combinado, pois, a última coisa que queriam era ver a polícia aparecer em seus quartos e terminar a noite declarando na delegacia.
Lucía pegou o dinheiro e foi embora imediatamente. Com a pressa, quando chegou na recepção, percebeu que não estava usando calcinha. Sem dúvida seus clientes brigariam por aquele troféu inesperado de seu encontro e o guardariam com zelo, o cheirariam nas noites solitárias, enquanto o escondiam dos olhos de suas esposas e lembrariam daquela noite de descontrole e prazeres proibidos para homens casados e "formais".
Enquanto atravessava o saguão viu como o rapaz jovem da recepção a olhava, notou o desejo em seus olhos e observou como ele umedeceu os lábios com a língua, depois prestou atenção em sua colega recepcionista que também tinha posto os olhos nela, mas seu olhar traía outra coisa, raiva, despeito, desprezo ou talvez fina inveja.
Com seu vestido de grife, salto alto e corpo garboso Lucía saiu pela porta do hotel, deixando para trás aquele saguão impecável de pisos cristalinos de mármol vermelho combinado com bege finamente polidos. 9 No dia seguinte, Lucía repetiu a rotina da manhã anterior: levantou tarde, tomou café da manhã e saiu para fazer exercício. Ela se sentia bem, seu corpo respondia e sua juventude era um insulto para as donas de casa que voltavam das compras enquanto ela as ultrapassava com sua forma grácil de correr, como uma gazela na estepe. Despertava todo tipo de olhares e gestos de desaprovação daquelas mulheres com vidas chatas e monótonas. Hoje decidiu não perturbar Fran; também não era plano ficar em cima do garoto todos os dias e o deixou descansar. Então saiu para almoçar fora e passou a tarde passeando nos arredores da cidade, num parque que haviam inaugurado recentemente. Levou seu ebook e sentou-se para ler num banco, enquanto observava as pessoas caminhando, ouvia o canto dos pássaros e pombas das árvores próximas e a água jorrando das pedras de um lago próximo, onde os patos montavam guarda em seu reino, o reino do lago. À noite, decidiu convidar sua vizinha para jantar, e como não era exatamente habilidosa na cozinha, decidiu levar a comida pronta de um restaurante de comida caseira que também fazia entregas. Apresentou-se na porta da vizinha, cumprimentou-a com beijos tanto nela quanto em Fran, que saiu correndo para recebê-la assim que a ouviu falar com sua mãe, mostrando o melhor de seus sorrisos. Ficaram no apartamento dela; Ángeles parabenizou-a pela decoração requintada em estilo moderno com detalhes orientais nas cortinas e quadros. Comeram e conversaram até que Fran mostrou os primeiros sinais de cansaço. Ángeles disse que iria descer para colocá-lo na cama, mas antes sussurrou no ouvido de Lucía perguntando se ela gostaria de continuar conversando a sós em seu apartamento depois que o menino dormisse. Lucía, claro, aceitou. De volta, Lucía ofereceu um licor, um Fray Angélico bem gelado, e Ángeles agradeceu. — Sabe, Lucía, é que eu gostaria de te contar uma coisa... — começou a dizer. — Então fala, Ángeles. - respondeu Lúcia convidando-a para seguir.
- Lembra da nossa conversa do outro dia? - perguntou.
- Do que você tá falando? - disfarçou Lúcia, embora já soubesse onde ela queria chegar.
- É que o Fran tá pior... outro dia eu tava passando roupa e vi ele chegar. Ele veio todo sorridente e carinhoso, até me deu um beijo. Eu também beijei ele, claro, no começo não desconfiei de nada - continuou.
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Eu não soube como reagir, então dei uma bronca e tentei me soltar do abraço, mas ele me segurou, até me beijou no pescoço e continuou se esfregando em mim. Fiquei com um pouco de medo, porque ele é tão grande que não conseguia tirar ele de cima de mim, então virei, empurrei com toda a força que pude e dei um tapa nele.
Aí ele levou a mão no rosto, pra falar a verdade bati forte mesmo, e acabou chorando, então me arrependi de ter feito aquilo e fiquei consolando ele. Na hora parece que a vontade dele passou e ele não tentou mais me tocar.>>
- Nossa, Ângeles, não sei o que te dizer - acrescentou Lúcia.
- É que eu já não sei mais o que fazer, ele tá tão agitado ultimamente. Não sei se levo ele no médico - afirmou desconsolada.
- Talvez com o tempo isso passe, né?
- Você acha? - perguntou mostrando seu desejo de que o problema sumisse sozinho.
- Pois é, talvez, tenha um pouco de paciência, mulher - continuou Lúcia animando-a.
- Olha, esse licor é bom, mas tá subindo à minha cabeça - sorriu Ângeles.
- Gostou? Eu só bebo esse mesmo.
Continuaram conversando à vontade, e Lúcia aproveitou para conhecê-la melhor.
- Bom, Ângeles, nunca te perguntei sobre sua vida antes de te conhecer e, pra falar a verdade, você também não falou muito sobre isso. Se não quiser falar, eu entendo, mas fico curiosa pra saber por que você tá sozinha - interrogou-a finalmente Lúcia, pois essa ausência de marido ou parentes a inquietava.
- Ah, filha, é verdade, não falo muito de mim! Enfim, não há muito o que contar, fui casada e depois tivemos Francisco, com a doença dele nós desabamos e meu marido, talvez por causa das preocupações com a doença, teve um acidente de trânsito e morreu.
- Que triste, agora entendo por que você não queria falar dessas coisas! - disse Lúcia mostrando seu arrependimento.
- Não se preocupe, isso já faz dez anos... sim, dez anos - assentiu Ângela. Já superei mais ou menos, depois minha mãe veio morar conosco, e há uns seis meses ela nos deixou também, a coitada quase não sofreu, uma manhã quando fui acordá-la ela já não respirava. Segundo os médicos, ela partiu enquanto dormia, já que o coração estava comprometido e parou de bater.
- Talvez essa seja uma boa forma de morrer, bem, não sei, era sua mãe, sinto muito - corrigiu-se Lúcia, percebendo que talvez ela não tivesse encarado de forma tão liberal.
- Não se preocupe, era inevitável e ela estava muito idosa, a coitada, foi o melhor que podia ter acontecido, passar para o outro lado sem sofrimentos finais.
- Enfim, não era essa minha intenção quando comecei a perguntar sobre seu passado. Eu me referia mais ao fato de achar estranho você viver sozinha com o Fran, não sei, parece complicado, mas você nunca pensou em recomeçar sua vida.
- Ah, bem! A verdade é que às vezes sim, a gente pensa, mas os anos vão passando e você se acostuma a viver sem um marido. De qualquer forma, quando vivia com minha mãe e com o Fran, eu estava acompanhada, não tinha necessidade de mais ninguém. Embora, por outro lado, uma não é de pedra, mas você me entende, toda mulher sabe passar um bom tempo sozinha quando precisa.
- Ah, sim, claro! Te entendo perfeitamente - assentiu Lúcia.
- Você nesse aspecto não deve ter problemas, né? Com esse corpão que você exibe, eu adoraria ter mantido minha figura na sua idade. É a melhor idade da vida, um corpo bonito, poucas preocupações e muita vontade de festa. - Pois é, é uma idade muito bonita, estou curtindo muito, pra falar a verdade - afirmou Lucía, satisfeita, realmente não precisava de avó. - Pode crer, menina, você curte enquanto pode e enquanto dá! - a incentivou Ángeles. - Bom, garota, vou descendo, porque amanhã tenho que acordar cedo pra ir trabalhar e levantar o Fran pra ele ir pro trabalho dele. - Beleza, Ángeles, adorei conversar com você. - Obrigada você, Lucía! Fazia tempo que eu precisava de uma amiga pra conversar, e você parece um presente do céu nesse sentido - confessou Ángeles enquanto se levantava e se aproximava de Lucía para dar-lhe um abraço fraternal. Lucía a acompanhou até a porta e se despediu com um boa noite. Depois voltou à sala e terminou o resto de sua taça. Pensativa, ficou ali, em silêncio, sob a luz fraca do abajur, atenuada pelo regulador no mínimo. Essa família ela gostava cada vez mais. Quem sabe, talvez estivesse buscando o irmão que nunca teve ou a mãe compreensiva com quem pudesse conversar e que sempre quis ter. Infelizmente, com a dela não se entendia bem, e ela estava quase sempre mais ocupada com a "carreira profissional" e o salão de beleza do que com a filha. Seu pai também era focado no trabalho, cirurgião de profissão e renome, a filha sempre esteve num lugar importante, mas talvez com presentes excessivos para aplacar sua má consciência por não dedicar a ela o tempo que merecia. 10 No dia seguinte, Lucía decidiu ir à universidade. Quase tinha esquecido que ainda era estudante e que estava matriculada em medicina, por indicação paterna, como se costuma dizer, para seguir a tradição familiar, embora na realidade mal tivesse passado em metade das matérias do primeiro ano. Assistiu a algumas aulas. A verdade é que o fato de ter acordado cedo cobrou seu preço, e a preguiça e, principalmente, o tédio fizeram efeito, fazendo com que às onze ela abandonasse as salas de aula e se dedicasse a passear pelos jardins do campus.
Ela ficou observando os estudantes, que vagabundeavam deitados na grama, e não pôde evitar de lembrar do seu Fran. Por que hoje ela não iria esperar ele no almoço e lhe dedicaria um bom boquete para relaxá-lo? Sem dúvida, a mãe dele agradeceria, se sentindo menos "importunada". Essa ideia a fez sorrir.
Ela estava nisso quando seu celular tocou. Era seu cliente fiel, Pedro, ligando para ver se podiam se encontrar naquela mesma noite. Parecia que o homem estava com muita saudade dela e queria vê-la, mesmo sendo dia de semana. Lucía o agradou, aceitando o encontro. Como da outra vez, seria na mansão dele. Ele ofereceu chamar um táxi para buscá-la onde ela quisesse, mas Lucía, por segurança, recusou, já que não queria dar pistas de onde realmente morava.
Isso bagunçou seus planos em relação ao Fran. Ela queria estar gostosa, então foi ao salão de beleza para fazer massagens e um circuito de spa. Aproveitou para se arrumar intimamente e depilar suas partes mais íntimas.
Era a primeira vez que estava naquele salão de beleza, mas se sentiu muito bem tratada o tempo todo. A garota que fez a massagem também foi a que depois a depilou intimamente. Elas conversaram sobre tudo um pouco e, quando chegaram na parte da depilação, a garota não pôde evitar de elogiar o quão bonita era sua buceta e até confessou que adoraria ter uma igual. Sem papas na língua, disse que seus lábios vaginais eram muito volumosos e salientes, e que não gostava deles. Já os de Lucía eram pequenos e rosados, e saliam na medida certa, sem chamar muita atenção no conjunto.
Lucía se sentiu um pouco desconfortável em alguns momentos da massagem e da depilação, mas no final ficou super relaxada e concluiu que também não foi grande coisa. Assim, com o pôr do sol, voltou para casa com tempo justo para se vestir e ir pegar o táxi.
Quando chegou na casa de Pedro, foi recepcionada pela empregada, que Ele gentilmente pegou seu casaco e pendurou no cabideiro da entrada. Em seguida, convidou-a a passar para a sala para esperar pelo "senhorzinho Pedro". Ofereceu-lhe algo para beber e Lúcia pediu um pouco de água, sentando-se então para esperá-lo no sofá de couro bege onde, da última vez, eles se divertiram depois do jantar.
As lembranças daquela noite vieram à sua mente e, enquanto esperava, ela as visualizou como se fosse um cinema interno, relembrou as posições e viu-se novamente ajoelhada no chão sobre o tapete, com Pedro montado em cima dela, enfiando seu pau no seu buraco secreto enquanto ela esfregava os lábios vaginais e o clitóris para dilatar melhor aquela cavidade tão apertada. Lembrou-se de como se masturbou depois no banheiro do final do corredor e como gozou. Às vezes ela gostava de fazer isso, de certa forma era muito narcisista.
Cinco minutos depois, desceu seu anfitrião, tão impecavelmente vestido como sempre, com terno escuro, camisa lisa de cor lilás e gravata combinando, sapatos de couro preto... Enfim, um figurão, assim com certeza dava prazer ter um encontro. Isso sem mencionar seu perfume masculino, sem ser muito forte e sem dúvida bastante caro.
— Olá, querida, estava doido para te ver! — disparou ele assim que apareceu na sala.
Lúcia levantou-se e dirigiu-se ao seu encontro, com seu copo de água na mão. Ele a recebeu com dois beijos nas bochechas e, ao ver seu copo, acrescentou:
— Você não vai pensar em beber água durante o jantar, vai? — e sorriu jocosamente.
— Ah, não, é que eu estava com sede! — esclareceu Lúcia imediatamente.
— Perfeito, então começaremos com uma garrafa reserva da minha adega, você vai ver, vai gostar.
A mesa já estava decorada e com os pratos e talheres em seus lugares, pronta para que se sentassem. Lucrecia apareceu pela porta naquele momento e perguntou se queriam jantar já, ao que o senhor respondeu que sim, que ela fosse se preparando e começasse quando desejasse.
— Ei, Lúcia, você não se importa... se a gente fizer um jantar enigmático, né?
- Enigmático, como assim? - perguntou ela em seguida.
Pedro esperava por essa pergunta, então ficou todo feliz e começou a explicar.
- É um jogo erótico, olha só: a gente usa umas máscaras, tipo venezianas, aqueles antifaces simples com renda, e faz de conta que somos desconhecidos. É só um jogo, depois a gente faz também com as máscaras, o que você acha? - explicou seu anfitrião.
- Um pouco estranho, pra ser sincera, mas não vejo problema, pode ser divertido variar um pouco.
- Por isso que eu sugeri, além do mais, você vai ter outra surpresa.
- Do que se trata? - perguntou imediatamente, morrendo de curiosidade.
- Você vai ver logo... - avisou Pedro, sem dar mais explicações. - Mas antes, vamos ambientar um pouco a sala pra ficar mais enigmático...
Dito isso, ele acendeu as velas que estavam sobre um candelabro de bronze de vários braços no centro da mesa e apagou as luzes. Quando os olhos se acostumaram à penumbra, junto com o jogo de luzes e sombras projetadas pelas velas nos rostos mascarados, a cena realmente começou a parecer com o filme "Relações Perigosas".
Poucos minutos depois, Lucrecia apareceu na porta da sala com o primeiro prato. Pedro já havia aberto a garrafa de Rioja reserva de 86 e serviu um pouco primeiro para sua convidada e depois para si mesmo.
Lucía logo percebeu que Lucrecia estava com outra máscara parecida com as deles, mas branca, e com seu avental do uniforme também branco, que sem dúvida se destacava na escuridão do quarto, com a única iluminação das velas acesas. Por isso, naquele momento, ela não percebeu, mas quando Lucrecia se aproximou para servir seu prato e se virou para o senhor... ela estava só de avental! Não dava pra acreditar. Ao se virar, suas costas, com toda aquela pele morena, sua bunda e coxas exibiam aquele lindo tom café típico das pessoas mulatas.
É claro, quando ela fixou melhor o olhar naquela bunda nua Ele percebeu que ela não usava nenhuma roupa íntima, ou seja, sua buceta estava nua por trás do branco e impecável avental. Escondida atrás dele.
- Já notou alguma coisa? - perguntou Pedro, com um ar malicioso.
- Bom, exceto que sua empregada ficou bem moderna, não é? Nada de especial... ah, sim, ela também estava usando uma máscara como as nossas! - alertou Lúcia, num tom irônico.
- Sério? Não pode ser, vou ter que conversar com ela para repreendê-la, que atrevimento da parte dela - acrescentou Pedro, no mesmo tom irônico de Lúcia.
Não dava para negar que Pedro tinha imaginação, pois só de colocar as máscaras, somado aos jogos de luzes e sombras projetados sobre elas e acrescentando uma empregada pornô, ele tinha ambientado perfeitamente o jantar "enigmático".
Eles aproveitaram o jantar tranquilamente e finalmente chegou o momento mais gostoso da sobremesa. Onde Lucrecia serviu duas taças de tiramisú com bastante chantilly aplicado com um saco de confeiteiro sobre elas, formando uma espiral torcida em forma de cone. Lúcia pareceu observar que, enquanto ela servia a taça ao dono da casa, ele colocou a mão na sua bunda, embora não pudesse ter certeza se foi um movimento involuntário do ombro dela para se afastar ou se ele realmente levantou a mão e tocou aquela parte da anatomia da empregada.
Algo que chamou a atenção de Lúcia é que Lucrecia não saiu da sala desta vez, mas permaneceu perto da porta, na escuridão, com a roupa especial que estava usando hoje. Lúcia estranhou um pouco, mas continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.
- Bom, Lúcia, hoje eu gostaria de propor algo picante para a sobremesa do jantar.
- Você manda, Pedro - respondeu Lúcia, solícita.
- Eu gostaria que Lucrecia se juntasse a nós e continuasse "nos servindo" também durante as sobremesas amorosas depois do jantar.
- Mas o que exatamente você está pensando? - perguntou Lúcia, que já começava a se preocupar com onde esse joguinho estava indo.
- Nada que você não queira, é claro, e também não é pra tanto, só quero que ela nos acompanhe, que esteja presente e se possível que participe do sexo. Você vai ver, Lucrecia se tornou, desde meu divórcio, minha mão direita dentro de casa e também, de certa forma, cuidou tanto das crianças quanto de mim, não é Lucrecia? — disse o senhor virando-se para a penumbra onde a empregada permanecia.
— É verdade, senhor, estou à sua inteira disposição para o que desejar — respondeu solícita em seu posto, com as mãos cruzadas nas costas.
— Isso me parece muito bem — concordou Lúcia, mas que papel eu faço entre vocês?
— Você é nossa convidada, Lucrecia e você poderiam me agradar com jogos eróticos entre vocês, vem Lucrecia, anda — disse chamando a empregada.
Lucrecia se aproximou pausadamente até se colocar à altura do senhor, à sua direita. Ele pegou sua cintura e levantou seu avental, mostrando a buceta nua de Lucrecia para sua convidada.
— Olha que linda é a Lucrecia, sua buceta é macia como o chocolate a que se parece e doce com aquele toque amargo que eu gosto tanto. Ela é muito submissa e obedecerá todas as nossas ordens, se quiser até pode te chupar um pouco pra te colocar no clima. Vai lá Lucrecia, ajuda nossa convidada a se despir... — indicou.
Lucrecia se aproximou de Lúcia e a convidou a se levantar pegando-a pela mão.
— Pedro, tô percebendo que cada vez te conheço menos, não esperava essas brincadeirinhas de você. Eu não gosto de mulheres, então não tô disposta a transar com sua empregada — espetou Lúcia. — Se não me propor outra alternativa, eu vou embora!
— Mas senhorita, não se preocupe, você não vai ter que fazer nada comigo, eu faço tudo em você. Por favor não vá, o senhor gosta muito e quer nos ver brincar, fique por favor! — suplicou Lucrecia segurando-a pelo braço.
Lúcia parou e ponderou sua situação, sabia o que não estava disposta a fazer e a verdade é que já tinham pedido coisas estranhas pra ela antes, então decidiu dar um voto de confiança.
- Tá bom, eu fico, mas se algo não me agradar em algum momento, eu visto minhas roupas e vou embora, e claro que vou querer receber meus honorários - advertiu com severidade.
- Olha, Lucía, se eu ficar satisfeito, te dou o dobro do combinado - ofereceu seu cliente.
- E ela, o que ganha com tudo isso? - replicou Lucía.
- Ela recebe meus favores em troca e sabe que sou muito generoso com ela.
- Sim, o senhor é muito bom comigo, por isso sou muito grata.
- Então metade do combinado você dá pra ela, tá bom?
- Mas senhorita, isso não é necessário, eu...
- Você cala a boca e não seja boba! - replicou Lucía.
- Muito generoso da sua parte, trato feito!
- Muito bem, então tirem a roupa e brinquem com minha querida Lucrecia, me ofereçam um bom espetáculo e tornem-se amigas.
Lucía tirou o vestido com a ajuda de Lucrecia e mostrou seus belos seios nus, já que não usava sutiã. Só restava seu calcinha fio dental preta, que mal cobria sua bucetinha recém-depilada naquela tarde. Então ela a desceu pelas coxas e Lucrecia a pegou e deslizou até tirá-la pelos pés, colocando-a perto do sofá onde havia deixado o vestido preto de lantejoulas.
Ambas as mulheres ainda usavam suas máscaras, o que lhes dava um aspecto muito sensual, como se fossem duas desconhecidas que iriam compartilhar seu amante comum e, de quebra, conhecer-se intimamente.
Lucrecia se aproximou de Lucía, que não sabia por onde começar, mas não foi preciso fazer nada, pois Lucrecia tomou a iniciativa e se abraçou a ela, colocando seus corpos quentes em contato, peito contra peito, coxa contra coxa.
Começaram uma dança sensual, na qual Lucrecia mandava, acariciando as costas de sua parceira desde o pescoço até as nádegas.
- Você é tão linda! Sabia? - disse ela, para surpresa de Lucía.
- Você também tem uma pele muito bonita, tão morena - respondeu Lucía, que também começou a acariciar seus cabelos cacheados e cabelo negro preso num coque na nuca.
Lucrecia era um pouco mais baixa que Lúcia, sua cabeça chegava ao queixo dela, de modo que tinha seu pescoço ao alcance dos lábios, quando suavemente o chupou começando uma rajada de beijos por todo ele. Enquanto a beijava, foi descendo pelo seu decote até chegar aos seios nus e continuou beijando-os até localizar os mamilos pequenos e rosados nos quais terminavam seus peitos de limão. Chupou-os suavemente e conseguiu arrepiá-los, eles cresceram exponencialmente até ficarem longos e pontiagudos, em comparação com seus peitos pequenos, destacavam-se visivelmente.
Lúcia não pôde conter uma exalação de prazer ao sentir as suaves chupadas que Lucrecia lhe dava, enquanto estava agarrada com as mãos à sua cintura. Sem perceber que uma delas já havia deslizado sob suas coxas e começava a acariciar sua bucetinha nua.
— Oh, senhorita Lúcia, que boceta tão macia você tem! Sem dúvida fizeram um bom trabalho de depilação — afirmou enquanto apalpava seus lábios vaginais.
— Você gosta? Efetivamente estou recém-depilada.
Lucrecia pegou sua mão e a acompanhou até o sofá junto à mesa onde havia jantado. Ali a fez sentar e se ajoelhou diante dela, disposta a comer o que fosse necessário.
— Oh não, Lucrecia, você não precisa fazer isso! Suas carícias me agradaram, mas com isso basta, não é mesmo, Pedro? — perguntou, olhando para a cadeira de onde ele as observava, saboreando a última taça de vinho do jantar.
— Como quiser, querida, Lucrecia é muito prestativa e está à sua inteira disposição, já te disse.
— Não me importo, senhorita, sua boceta sem dúvida é muito mimada por você, e será uma delícia satisfazê-la e degustar seus sucos.
E sem mais palavras, enterrou seu rosto entre as coxas de Lúcia, beijando, lambendo e chupando seus lábios macios e suculentos. Lúcia fechou os olhos e se dedicou a desfrutar da excelente refeição de buceta que outra mulher lhe estava proporcionando, sua primeira vez. cunnilingus feito por uma mulher.
Ficaram assim um bom tempinho, quando abriu os olhos foi para avisar que parasse, pois estava quase gozando e não queria fazer isso sem ter satisfeito antes seu cliente. Ao olhar para Pedro, viu-o se masturbando passivamente na cadeira de calças e cueca abaixadas.
- Bom, Lucrecia, já é hora de a gente cuidar do senhor, não acha? Muito obrigada por todas as suas atenções comigo - disse enquanto se levantava.
- Tudo bem, senhorita Lúcia, foi um prazer desfrutar da sua flor, que macia e delicada você a tem! - exclamou Lucrecia se levantando ao mesmo tempo que enxugava suavemente os lábios com um dos pulsos.
- Excelente, queridas, uma cena excelente! O que acham se ambas cuidarem do meu solitário?
- Tudo bem, desde que Lucrecia não tenha inconveniente - disse Lúcia.
- Ah, não, o pau do senhor já entrou na minha boca em alguma ocasião! Não é, senhor?
- Ah, sim, Lucrecia, sua boca é muito gostosa!
Pedro ocupou a cadeira que até então era de Lúcia e ambas as mulheres, branca e mulata, se ajoelharam diante do pau empinado do senhor. Este apenas havia tirado a calça e a cueca, e ainda vestia a camisa desabotoada na parte de baixo e a gravata; tampouco havia tirado sua máscara.
Ambas as gostosas ocuparam seu lugar e colaboraram com suas línguas e lábios para chupar e lamber o pau do amo e senhor da casa. Enquanto faziam isso, não podiam evitar que seus lábios se roçassem e suas salivas se misturassem sobre a pele do pau, até que em um dado momento Lucrecia deslizou até sua boca, introduzindo a língua até a campainha e chupando ao mesmo tempo seus lábios entreabertos.
Lúcia se entregou ao beijo de língua que sua amiga chupadora ofereceu e desfrutou dele como se fosse a coisa mais natural do mundo, apesar de também ser a primeira vez que beijava uma gostosa. Naquele momento, desejou saber como estava a buceta de sua amiga e decidiu estender a mão, descendo-a por sua bunda... Negro e apertado, ele acariciou os pelinhos da sua buceta por trás. Em seguida, afundou os dedos na sua fenda e descobriu com satisfação que ela estava tão úmida e excitada quanto, sem dúvida, ela estava depois da refeição que Lucrecia lhe havia oferecido.
Ela estava tão quente que quase esqueceu do seu cliente enquanto desfrutava dos toques que praticava em Lucrecia; nunca antes também havia tocado uma buceta, nem penetrado com seus dedos úmidos e escorregadios pelos fluidos que emanavam daquela buceta de cor.
Lucrecia, por sua vez, também a imitou e apalpou sua buceta, mas ela introduziu a mão por baixo de sua barriguinha, com a palma para cima, entrou em contato com sua vagina dobrando os dedos para frente, enquanto se ocupava do pau do senhor com sua boca incansável.
Lúcia decidiu provar os néctares que aquela joia negra de sua companheira oferecia e abandonou o pau do Pedro para se colocar debaixo do corpo mulato de Lucrecia, com a cabeça na direção dos seus pés e, deitando-se de costas, levantou o rosto entre as coxas de Lucrecia, que, ajoelhada, recebeu sua língua entre as pernas enquanto Lúcia se agarrava à sua cintura, pendurada com a cabeça colada à sua buceta. Seus fluidos inundaram sua boca e seus lábios; nunca antes havia provado uma buceta e nunca antes havia pensado que tal coisa a atrairia, mas ali estava, com seu sabor na boca e seu cheiro impregnando suas narinas.
Pedro, que até aquele momento havia permanecido inativo, decidiu agir. Levantou-se e foi para a bunda da jovem donzela. Ali, Lúcia, de sua perspectiva, o viu encaixar-se nas nádegas da moça e buscar com seu pau a suculenta abertura de sua fenda; o espetáculo era magnífico.
Tão extasiada estava que mal percebeu o que Lucrecia tramava, que, ao se ver liberada de suas obrigações bucais para com seu amo, reparou nas pernas nacaradas de sua amiga e sua fendinha rosada no fundo do vale formado por elas. Enterrou o rosto entre as coxas brancas e cravou sua língua em aquela bucetinha rosada, dando primeiro umas leves passadas sobre seus lábios e clitóris, até abri-los completamente com o hábil instrumento.
Lucía apertou os dentes e se agarrou com força àquela bunda da qual pendia como um macaco num galho, presa dos prazeres divinos que a hábil criada lhe proporcionava em suas partes íntimas, nunca antes manchadas por mulher alguma. Em sua posição atual, estava eclipsada pelo corpo de Pedro, que já investia com paixão a bunda de sua servente, batendo com suas bolas nos lábios maiores de sua buceta quando sua pélvis colidia com estrépito contra as carnudas nádegas morenas. Enquanto isso não sabia o que fazer, queria colaborar naquele trio apaixonado, mas o ímpeto de Pedro a impedia de excitar o clitóris de Lucrecia e também não podia se aproximar do pau de Pedro, que não parava de ir e vir em ritmadas palmadas provocadas pelas batidas contra suas nádegas.
De modo que se dedicou a acariciar as costas de seu parceiro e também pegou a bunda de Pedro, beliscando-a com suas unhas recém-pintadas. Mas para sua surpresa, Pedro reparou nela e decidiu tirar seu pau da buceta de sua criada e entregá-lo à boca, até então passiva, de Lucía, que o recebeu como um presente lascivo do homem que se lembrou de que ela estava ali embaixo.
Foram algumas chupadas daquele membro embebido nos sucos daquela xota morena, que para Lucía souberam a glória naqueles instantes de paixão. Depois, o pau voltou à buceta negra e desapareceu novamente em seu interior. Enquanto os sucos escorriam por seu queixo, Lucía descobriu que não havia guardado suas habituais reservas com os clientes ao chupar o pau nu de Pedro – coisas da paixão desenfreada em que se encontravam. Mas o que podia fazer agora? Já estava feito.
Pedro se separou de repente, ofegante pegou seu pau e o apertou, ficando imóvel como uma estátua diante daquelas duas fêmeas desenfreadas. Elas o olharam sem compreender no começo, mas ele estava concentrado no que estava fazendo. Finalmente admitiu.
- Ah, que bom, quase gozei! Lucía, agora quero te foder, se você não se importar.
- Ah, querido, claro que não - Lucía concordou, divertida, procurando uma maneira de sair de debaixo de Lucrecia.
Ao se levantar, Pedro indicou que ela ficasse de quatro e oferecesse a bunda e a buceta por trás. Ela viu o pau dele sem camisinha e um olhar para Pedro foi o suficiente para comunicar suas reticências.
- Vamos, Lucía, não seja boba. Eu estou saudável, não fodi com ninguém além de você e da Lucrecia nos últimos seis meses, e antes eu já te disse que só fazia com minha esposa. Vamos, quero te foder no pelo, te dou uma gorjeta extra.
Lucía, não muito convencida, pareceu se resignar ao ouvir a proposta de pagamento em dobro de Pedro e se inclinou, submissa, para receber a ardente investida dele. Seu pau entrou sem dificuldade em sua buceta, desaparecendo em seu interior subitamente. Ela suspirou levemente ao senti-lo; estava tão excitada que sua buceta não reclamou da brusquidão, aliás, ela gostou que ele a metesse tão de repente.
Pedro a fodeu com todas as suas forças, fazendo pausas seguidas de investidas rítmicas que batiam contra suas nádegas, ecoando pela sala. Enquanto isso, sua amiga havia se sentado ao seu lado e, ao se aproximar, presenteou-a com seus lábios, unindo-os em beijos úmidos e quentes, com língua e tudo. Além disso, Lucrecia massageava suavemente seus seios jovens e firmes, excitando seus mamilos com as pontas dos dedos.
Tanto prazer não era possível, pensava Lucía, sendo mimada por seus dois companheiros no trio. Por isso, não se surpreendeu quando o orgasmo explodiu em seu interior e percorreu cada centímetro de sua pele com descargas elétricas que nasciam em seu estômago e se propagavam até sua cabeça e pés. Sua buceta se contraiu com tanta força que Pedro não pude se conter por mais tempo e inundou seu grelinho com esperma quente. Pedro gemeu e gemeu, aproveitando as últimas... Arremetidas até esvaziar completamente seu pau naquela bucetinha tão jovem e apertada.
Exaustos, os integrantes do trio de paixão buscaram um lugar para sentar, Pedro no sofá e Lúcia e Lucrécia sobre o mesmo tapete a seus pés. Lucrécia continuava beijando docemente Lúcia, que lentamente se recuperava do brutal orgasmo que seus dois parceiros no trio lhe haviam proporcionado.
A empregada se acomodou entre as pernas de Lúcia e sentou-se diante dela, apoiando as costas contra o corpo e os peitos de Lúcia. Mais alta que ela, a abraçou com seus longos braços e a beijou no pescoço e no lóbulo da orelha. Lucrécia pegou sua mão e a conduziu até sua flor, apertando-a contra si, suplicando que cuidasse de sua flor que ainda estava muito excitada, sem ter recebido sua recompensa pelas atenções prestadas anteriormente. Lúcia compreendeu imediatamente e seus longos dedos mergulharam na vagina negra, molhando-se com seus abundantes fluidos. Certamente a empregada estava muito excitada e imediatamente começou a responder às carícias de Lúcia.
Por ser mais baixa que ela, pôde dobrar a cabeça e girar sua boca para trás, encontrando os doces lábios de Lúcia, que chuparam os seus enquanto, com seu abraço sensual, lhe proporcionava todo tipo de carícias e suaves penetrações em sua boceta, ao mesmo tempo que com a outra mão beliscava seus mamilos duros e redondos, de seus seios arredondados e macios. Ambas, com suas pernas e coxas abertas, se encaixavam perfeitamente enquanto os dedos de Lúcia excitavam cada vez mais aquela garota de aparência doce e recatada, que agora se entregava aos prazeres lésbicos como se fosse algo habitual para ela.
Não demorou para chegarem as contrações e, enquanto suas línguas se devoravam, a garota se precipitou no abismo do orgasmo, convulsionando-se sob o abraço de sua irmã mais velha.
O senhor contemplou toda a cena sentado acima delas, a um lado no sofá, e, a julgar pelo seu silêncio, sem dúvida desfrutou de um bom espetáculo como voyeur. privilegiado. Ao terminar, ambas mulheres, nuas como meninas num parque, desapareceram pela porta a caminho do banho, de mãos dadas pelo caminho.
Uma vez lá dentro, ambas passaram pela privada e fizeram o mijo de rigor depois do bom sexo desfrutado. Olhavam-se com satisfação e gratidão, ao terminar se fundiram em mais um abraço e se beijaram novamente.
- Gostei muito, Lucrecia – confessou-lhe Lúcia.
- Eu também, senhorita Lúcia - você acaricia a buceta muito bem.
- Pode me tratar por "você", sabe?
- Me deixa mais excitada chamá-la de senhorita, eu sou sua empregada.
- Você é do senhor, não minha.
- Tanto faz, me sinto sua empregada - replicou a jovem mulata.
Passaram para o chuveiro e esfregaram uma na outra com bastante sabão e espuma. Quase voltaram a se envolver em carícias, mas era tarde e Lúcia queria ir dormir, pois estava realmente cansada. Então terminaram e se secaram juntas, assim como tinham tomado banho juntas.
Voltaram à sala. Estava deserta, aparentemente o senhor preferiu se retirar para seu quarto, não sem antes deixar em cima de uma mesinha dois cheques ao portador por uma suculenta soma. Vestiram-se e Lucrecia acompanhou Lúcia até a saída. Antes de se despedirem, Lúcia entregou um cartão a Lucrecia, pedindo que a chamasse para jantarem juntas na noite em que tivesse folga. A empregada sorriu e guardou-o num bolso do avental.
2 comentários - Sou uma puta parte 4
SEGUI ASI !!! FELICITACIONES !!!
GRACIAS POR COMPARTIR !!!