A Veterana - Parte 6: O Provador (Epílogo)

Depois do show particular que a Ana me deu no provador, fiquei mais duro que pica de bêbado. Faltava uma hora pra fechar e eu tinha, segundo ela mesma, mais uma hora pra preparar o colchão inflável no depósito e me preparar pra sessão.

Como não tava concentrado pra nada, fiquei dando voltas pelo salão, fazendo o otário pra não atender ninguém, meu cérebro tava a 400 quilômetros por hora, pensando ou melhor, imaginando o que ia fazer com aquela gostosa, depois da putaria que ela tinha me causado. Mesmo assim, como quase sempre acontecia com a Ana, acabou rolando algo que eu não imaginava que podia acontecer naquele dia.

Me engancharam um par de mães que queriam chuteiras pro moleque, e umas minas que eram mais gostosas que uma pizza de mussarela e uma cerveja gelada, que compraram uns tacos de hóquei, mas como eu disse, tava em outra, então despachei elas rápido e continuei dando voltas, esperando os minutos passarem.

Finalmente, chegou a hora de fechar, a loja tava uma zona. Uns colegas fingiram que iam ficar pra arrumar, mas mandei todo mundo pastar, falei que eu cuidava de tudo. Eles não fizeram muita força e vazaram na hora.

Tranquei a porta e fui pro depósito preparar o "quarto" improvisado, enchi o colchão, enchi uma garrafa com água, deixei ela ali perto por precaução e enfiei umas camisinhas no bolso da calça. Quando tava tudo pronto, voltei pro salão. Aproveitei pra dar uma arrumada, como tinha prometido, enquanto esperava a Anita.

Já tava quase tudo terminado, quando vejo ela, como sempre se fazendo de que tava olhando a vitrine, me aproximei pra abrir a porta.

Ela tinha se trocado, e a safada tava vestida pro crime. Com roupa esportiva, uma regata justa tipo lycra, que marcava criminalmente aquele par de peitos lindos, bem durinhos e empinados que ela tinha, os bicos duros, parecia que a qualquer momento iam estourar a fibra do tecido. O conjunto completava com um shorttinho bem justinho que marcava perfeitamente a bunda linda dela, que já tava comendo pano pra caralho, dá pra ver que é resultado da caminhada dela.
Abri a porta e ela passou correndo pro fundo da loja, igual da outra vez.
Eu fechei, olhando pra ver se tinha alguém por perto que tivesse visto ela entrar, e fui direto pro depósito.

Entrei já pronto pra pular em cima dela, mas pra minha surpresa ela não tava lá. Ana, chamei desconcertado. –Tô aqui, ouvi ela me responder.

Fui na direção da voz, que vinha, por acaso, do mesmo provador da manhã.
–Tô aqui, cara, no nosso provador. Abri a porta e quase caí de bunda quando vi ela.
Ana já tava sem o short, tinha deixado a regata, de calcinha fio dental vermelha com um coraçãozinho, de costas pra mim, com as mãos apoiadas na parede, como se um tira fosse revistar ela, e a raba bem empinada, como se oferecendo ela toda no esplendor dela.

Me aproximei e encostei minha pica, que já tava dura que nem um vergalhão, na fresta da bunda dela. Enfiei as duas mãos por baixo da regata pra pegar aqueles peitos que me deixavam louco. Minha putaria aumentou pra caralho quando percebi que ela não tava de sutiã, a putinha tinha vindo assim na rua, com aquela regata justa e aquele par de bicos maravilhosos que ela tinha, marcando tudo. Imaginei a quantidade de caras que deviam ter visto ela assim na rua e que tavam batendo uma pensando nela, e eu, tinha ela ali mesmo, toda minha.

Fiquei mordiscando a orelha dela, coisa que ela adora, ela virou a cabeça e me beijou de boca aberta, ficamos assim um tempão, nossas línguas lutando dentro da boca um do outro, enquanto eu passava a mão nos peitos dela e beliscava os bicos, isso deixava ela louca e ela queria arrancar minha língua, enquanto ela, toda excitada, jogava a raba pra trás, pra se esfregar mais forte na minha pica, que já tava no ponto.

Assim mesmo, fui descendo e me agachando, comecei a chupar a buceta dela, ela com um dedo puxou a fio dental pro lado facilitar meu trabalho.
Passei a língua bem devagar, beijava ela, de vez em quando dava umas lambidas fortes que deixavam ela a mil. Brincava com o clitóris dela, dava mordiscadas, beijava, chupava como se fosse a bomba do chimarrão. Ana começou a gemer, e me agarrou pela nuca, enfiando minha língua na buceta molhada dela, lambi com muita força e ela gozou num orgasmo tremendo que encharcou minha cara.

Levantei, me despi e coloquei a camisinha. Ana se ajoelhou na cadeira que tinha no provador, com a raba bem empinada, e começou a enfiar os dedos na buceta, que transbordava da gozada dela de instantes atrás. Quando tinha os dedos bem ensopados com os próprios suquinhos e bem lubrificados, virou a cabeça e, enquanto me olhava nos olhos, enfiou o dedo indicador no cu lindo dela.

Devo confessar que ainda não entendo como não gozei com aquela imagem.
Ana continuou com o trabalho de dilatação, adicionando aos poucos outro dedo e depois um terceiro.
Eu não conseguia parar de olhar aquela mulher em transe, com três dedos dentro daquele cu dos sonhos, entrando e saindo, enquanto antecipava o que já era iminente.

Depois de uns minutos de trabalho paciente, ela tirou os dedos e disse: — Agora é todo seu, meu amor.
Apoiei a cabeça da pica na entrada da raba e fiz uma pressão suave. Ela, numa demonstração de experiência, foi contraindo e dilatando o cu, que vorazmente foi engolindo minha porra centímetro por centímetro.
Assim que teve ela toda dentro, disse: — Fica assim quietinho, bebê, quero sentir ela inteira.
Ficamos assim um minuto. Minha pica pulsava dentro do cu da Ana, parecia que ia explodir a qualquer momento.
Comecei devagar a tirar e meter, ela acompanhava a penetração com um movimento suave de quadril que me fazia sentir no paraíso.

Nos encaixamos perfeitamente no ritmo e começamos aos poucos a dar velocidade na penetração. Nós dois gemíamos como burros, ela gritava putarias, Ela pedia pra eu partir ela no meio. Eu apertava os peitos dela, puxava o cabelo, batia na bunda dela. Ficamos assim uns minutos, até que nossos gemidos avisaram que estávamos prestes a gozar os dois. Segurei ela firme pela cintura e enfiei até o fundo, gozando num orgasmo violento. A cada jato de porra, ela se contorcia num espasmo que a fazia tremer igual uma folha.

Ficamos um tempão assim, empalados, apoiados na cadeira, depois da melhor foda da minha vida.
Ali estava eu, finalmente, cansado e feliz, depois de ter tido pra mim aquela bunda tão desejada.

6 comentários - A Veterana - Parte 6: O Provador (Epílogo)

ME ENCANTO!!! IMPRESIONANTE APORTE !!!!

SEGUI ASI !!! FELICITACIONES !!!!

EXCELENTE POST !!! GRACIAS POR COMPARTIR !!

I wouldn't walk naked on the streetloira
y sigue la historia? terrible puta la anita jaja
A Veterana - Parte 6: O Provador (Epílogo)