Meu marido não me satisfaz... mas meu filho sim

Ela tinha quarenta anos, já não era mais uma jovem, mas seu corpo ainda mantinha uma bela silhueta com curvas que incendiavam a imaginação dos homens safados que a viam na rua. Tinha um filho, Luís, de dezenove anos, que estava na faculdade e passava quase todo o fim de semana curtindo pela cidade, mas sem descuidar dos estudos. Mas o verdadeiro problema era o marido, Jorge. Um homem de boa aparência, alto e atraente, cujo problema era o pau. Nunca foi muito grande... não do jeito que Marta gostava, mas fazia dez anos que ele não conseguia ter uma ereção. Ele a amava loucamente, e ela também, nunca duvidaram disso, mas ele não conseguia satisfazer as necessidades sexuais da mulher.

E Marta tinha muitas necessidades... A fraqueza dela sempre foram as pirocas grandes, desde muito jovem, embora o coração sempre vencesse o desejo carnal. Foi assim que se casou com o marido, mesmo o tamanho não sendo o que ela queria, e depois tiveram o filho.

Ela tinha gozado muito com Jorge naquelas noites em que faziam amor, adorava sentir ele dentro dela. Mas sempre teve a sensação de que faltava algo, ainda mais desde que nem conseguia mais se sentir preenchida por ele.

Tentaram de tudo para ele recuperar a força perdida, mas não teve jeito. Ela até chegou a fazer laqueadura para não engravidar e poder transar com outros homens para satisfazer suas necessidades. Mas na primeira noite que tentou ficar com outro cara, não conseguiu e nunca mais tentou.

Então a única solução que encontrou foi se satisfazer sozinha com masturbação, às vezes com a ajuda do marido, que trabalhava a buceta dela com a língua e os dedos até enfiar um dos consolos que ele comprava para ela não sofrer. Mas depois de vários anos, ela começou a se cansar daquilo. Na maioria das vezes, se satisfazia sozinha, porque o marido viajava muito a negócios. Nas noites em que ficava sozinha, esperava que... O filho dela dormiu e ela viu um filme pornô no silêncio. Nos fins de semana, o filho também saía e podia se masturbar à vontade.

Essa história começa num sábado à tarde. Marta tinha saído pra fazer compras com a amiga Irene, uma mulher madura separada do marido há anos e que adorava sexo em quase todas as formas. Ela gostava de sair à noite e caçar homens, jovens ou maduros, pra transar e, como ela dizia, aliviar as tensões da semana de trabalho. Nas noites em que não conseguia levar ninguém pra cama, acabava chamando um serviço de garotos de programa que davam o que ela precisava.

Elas se conheciam desde pequenas e Marta tinha contado o problema dela. Mais de uma vez, Irene tinha convidado Marta pra acompanhá-la e arranjar um homem pra meter entre as pernas. Até sugeriu fazer um menage pra Marta se iniciar naquele mundo do sexo. Mas Marta não queria. Uma coisa era precisar transar, outra era ficar o fim de semana inteiro ligada no 220.

— Bom, Irene! — Disse Marta. — Vou indo pra você poder ficar com o pobre coitado que vai te satisfazer hoje à noite.

— Espera! — Ela segurou Marta pelo braço pra evitar que fosse embora. — Espera um pouco pra você ver ele. Marquei com ele aqui e, depois que você conhecer, pode ir. — Marta queria ir embora, mas ficou pra agradar a amiga. — Pensa naquela rola de vinte e poucos centímetros! Do jeito que você gosta! — Irene olhou pra amiga com malícia, esperando que a ideia fizesse Marta ficar com ela.

— Tô nem aí pro que ele esconde na calça! — Marta mostrou indiferença, mas ficou excitada com a ideia. Precisava ir logo pros seus fiéis consolos.

— Problema seu, a gente podia ter uma noite louca! — Irene se virou, fingindo estar brava. — Olha, aquele ali é…! Ei, Paul!

Aquele homem gato chegou até elas e Irene apresentou pra Marta. Ela teve um impulso inicial de ficar, e a amiga insistiu de novo, mas aquele mundo não era pra ela. promíscuo e, após alguns minutos de conversa, foi embora em busca do carro.

Depois de um tempo dirigindo, chegou em casa. Apertou o controle do portão da garagem e estacionou o carro na frente do do filho. Nos fins de semana, Luís não levava o carro para evitar problemas se bebesse uns copos. Entrou em casa e, enquanto largava as chaves e suas coisas na entrada, ouviu uns barulhos no andar de cima. Pareciam gemidos.

Apagou a luz que tinha acendido e subiu com cuidado, sem fazer barulho, pelas escadas. Agora conseguia ouvir perfeitamente que eram gemidos de mulher transando e gozando intensamente. Imaginou que talvez o filho tivesse pegado alguma garota e estivesse se divertindo, mas a luz vinha do quarto dela. Será que o marido tinha voltado mais cedo e estava vendo algum filme? Será que estava de pau duro? Será que o milagre tinha acontecido?

Continuou se aproximando devagar até ficar a menos de um metro da porta, que estava aberta. Espiou com cuidado e a visão a deixou paralisada. Ali, no meio da cama, estava o filho dela, Luís, olhando fixamente para um dos filmes pornô que ela tinha por perto. Dava pra ver que ele estava prestes a explodir. A mão dele apertava o pau, um pau enorme e grosso que hipnotizou completamente Marta. Sentiu a buceta ficar toda molhada. O filho era o completo oposto do pai; o pau dele era grande e duro, muito duro. Ela teria se jogado naquela hora em cima daquele pau que mostrava uma cabeça enorme, vermelha e tensa pela pressão dentro daquele sexo jovem.

Estava de pé na frente da porta, na penumbra, olhando absorta o pau excitado do filho. A calcinha dela ficava cada vez mais molhada. Precisava se tocar naquela buceta safada. Uma das mãos agarrou a saia e começou a levantar para que a outra mão a acariciasse. Os dedos pousaram sobre a calcinha e ela sentiu a umidade que brotava de dentro.

O celular de Marta tocou. Estava num dos bolsos daquela saia para deixar na mesinha de cabeceira. Marta largou e deixou cair a saia. Luís tremeu de susto e olhou rápido pra porta pra ver a mãe, de pé, deixando a saia cair.

— Meu Deus, mãe! — Ele tentava arrumar a calça que tinha abaixado um pouco pra poder se masturbar sem problemas. — Desculpa… desculpa! — Saiu correndo do quarto pra entrar no dele.

— Sim, me fala, amor! — Respondeu à ligação do marido. — Como você tá?

— Bem. No fim, vamos ter que ficar aqui o fim de semana inteiro pra terminar o projeto, mas com sorte segunda eu volto e fico três dias de folga.

— Que bom! Tô com saudade!

— Eu também de você… Que barulheira é essa aí?

— Agora eu tinha colocado um filme pornô pra ter minha sessão de sexo sozinha.

— Nossa, se eu pudesse estar aí agora contigo, eu te ajudava até arrancar um orgasmo!

— Também queria que você estivesse aqui.

— Bom, amor, preciso ir… Segunda se prepara que te devo uma punheta até você ficar totalmente satisfeita… mesmo que não seja com a minha.

— Contanto que você esteja comigo, não importa. — Marta mentiu pra ele não se preocupar, e a imagem da pica do filho acendeu na mente dela. — Até segunda!

— Até segunda! — Jorge desligou o telefone.

Marta desligou a TV e não sabia bem o que fazer com o filho. Tinha pegado ele se masturbando na cama dela, coisa que não incomodava, mas a imagem da pica dele tinha deixado ela obcecada… aquilo era tudo que ela sempre sonhou… Precisava falar com ele pra dizer que não tinha problema o que aconteceu, e foi pro quarto do Luís.

— Luís! Posso entrar? — Bateu na porta e esperou resposta.

— Pode, mãe, entra, entra…

Marta entrou e encontrou o filho deitado de barriga pra cima na cama. Ela deu um sorrisão pra ele não ficar preocupado com o que tinha rolado. Andou e sentou na beirada da cama, perto dele.

— Filho, — começou a falar — desculpa ter te atrapalhado enquanto você… masturbava.
—Não, mãe, desculpa ter feito isso no teu quarto. Não devia, mas descobri teus filmes e não resisti a ver eles… Depois de um tempo, tava totalmente excitado e acabei como você me pegou… Não vou fazer mais.
—Não se preocupa, não me importo. Pra ser sincera, eu pratico bastante… — Ela se sentiu um pouco envergonhada de falar assim com o filho, mas continuou. — Te incomoda que sua mãe fale com tanta intimidade?
—Não… Se você precisar ou quiser falar comigo, tô aqui pra te ouvir… — Ele ajeitou o travesseiro e se posicionou pra ouvir as confissões da mãe.
—Você se masturba muito? — Perguntou pro Luís pra ver se ele tava disposto a ser sincero.
—A verdade, mãe, é que não preciso muito. — Ele se sentiu estranho falando assim com ela, mas continuou. — Nos fins de semana, quando saio, nem todos claro, eu tenho uns "rolos" com minas.
—Ha ha ha! Rolo! — Marta relaxou com o jeito do filho se expressar. — E aí, você acaba matando o oponente?
—Mãe…! — Ele fez uma cara de que ela devia se orgulhar do garanhão que tinha como filho. — Cê tá falando com um Garcia!
—Já sei, já sei…! — Disse ela com um tom baixo, orgulhosa do pau do filho, mas triste com o do marido.
—O que foi, mãe?
—Olha, filho… — Ela começou a falar olhando nos olhos dele. — Vou te contar uma coisa, mas isso nunca pode sair de você, na vida.
—Vai ser nosso segredo! — Disse o filho.
—Então, olha…
Por uns minutos, Marta ficou contando o problema que o pai dele tinha. Não entrou em detalhes em algumas coisas, mas contou coisas que não tinha contado nem pra amiga Irene.
—Sinto muito, mãe!
Marta tava deitada ao lado do filho, com os pés na altura da cintura dele. Ele colocou uma mão num dos pés dela e acariciou pra dar ânimo.
—Então vê como as coisas tão. A gente se ama loucamente, mas ele tem uma bem pequena e não sobe… — Ela soltou um suspiro. — —E eu gosto deles grandes e duros…! — Ela tremeu ao perceber que estava exatamente olhando para o sexo do filho enquanto dizia isso. Olhou para ele e ele tinha um sorriso adorável.

—Mamãe… — Luís olhou nos olhos dela por alguns segundos, imóvel. — Você quer… quer… se masturbar vendo eu fazer isso?

—O quê…?! — Ela se estremeceu ao ouvir as palavras do filho e sentiu uma excitação estranha ao lembrar da imagem do pau dele.

—Esta noite fizemos muitas confissões… Deixa eu te ajudar de um jeito meio safado a se divertir… — Ele colocou uma das mãos por dentro da calça do pijama e agarrou o pau para começar a bater uma devagar, e na hora ele começou a crescer por baixo do tecido. — Você não vai mais precisar ver aqueles filmes pornô chatos e irreais… Estou te oferecendo um show ao vivo… uma daquelas que você gosta, ao vivo.

Marta sentiu tontura com a situação, se sentiu numa estranha irrealidade. O filho dela estava pedindo para ela se masturbar enquanto ele mostrava o grande pênis dele, enquanto ele batia uma na frente dela. A buceta dela começou a soltar fluxo de tanta excitação que aquela situação, que nem nas fantasias mais perversas e luxuriosas dela ela teria imaginado, lhe causava. O filho dela se ajoelhou na frente dela.

—Olha, mamãe!

Ele abaixou a calça até que todo o sexo dele ficasse livre. Aquele pau lindo ficou solto e pulou na frente dos olhos de Marta. Da vagina dela descia um rio de fluxo que molhou a calcinha dela na hora. De perto, era maior e mais grosso do que tinha parecido na escuridão do quarto dele. Estava a menos de um metro dela e ela conseguia ver perfeitamente.

—Levanta a saia e me mostra a sua para eu poder bater uma… — Ele não queria tocar nela para não assustá-la e fazer ela ir embora, porque a verdade é que ele já tinha imaginado aquela situação, bem na hora que ela o pegou alguns minutos antes.

Marta, timidamente, começou a levantar a saia sem parar de olhar para o pau que apontava para ela. Com os movimentos da mão do filho, o a glande aparecia um pouco pela pele que o cobria. Não havia mais saia para levantar e seus quadris, sua barriga e seu sexo coberto por uma calcinha de renda branca ficaram expostos à vista do filho.

— Mamãe, quero que você me dê sua opinião. — Ele disse e ela olhou para ele. — Muitas mulheres me dizem que o que mais gostam é da enorme cabeçona da minha pica. Você também gosta? Olha pra baixo!

Marta olhou para a pica e Luís puxou a pele que a cobria devagar. Aos poucos começou a aparecer, redondo, liso, vermelho de tesão. Era mais largo que o resto da pica dele e parecia um cogumelo.

— Seus olhos me responderam! — Disse Luís e continuou se masturbando.

Marta se sentiu mais molhada do que nunca ao ver aquela glande aparecer e sua mão pousou sobre a calcinha para acariciar sua fenda.

— Tira a calcinha pra não se machucar na sua buceta. — Sugeriu o filho ao ver a força com que ela se tocava.

Ela se deitou totalmente de barriga pra cima e apoiou os pés para levantar a bunda e tirar a calcinha. Virou de lado para olhar bem para o filho, com as pernas bem abertas e seus dedos começaram a trabalhar na sua fenda. Luís se inclinou um pouco para olhar.

— Você tem a buceta depilada!

— Sim, só deixo um pouco de pelo em cima da fenda pra seu pai não ter dificuldade quando trabalha com a língua.

— Mamãe, ouvir você falar assim me excita…

— Então se quiser eu conto o que ele faz comigo muitas vezes.

— Antes preciso confessar uma coisa importante, na maioria das vezes que me masturbo, você é minha inspiração. — Marta sentiu seu sexo vibrar com as palavras do filho. — Você tem um corpo maravilhoso! Vem cá!

Ele indicou que ela se sentasse na altura do travesseiro, apoiando as costas na cabeceira, levantasse a saia e abrisse bem as pernas para se masturbar. E assim ela fez, mas a saia tirou por completo, dando a bela visão de sua bunda redonda para o filho sem querer.

— Muitas vezes sonhei com essa bunda! — Ele desceu da cama e tirou a toda a roupa pra ficar completamente pelado.
Marta tava na posição que ele tinha pedido, esperando o show prometido pelo filho dela. Ele subiu em pé na cama. O pau dele balançava com os movimentos e apontava pra cima, desafiador. Se colocou na frente dela, abriu as pernas um pouco e flexionou até deixar na altura dos olhos dela, a menos de meio metro da cara dela. A mão dele agitava o pau em homenagem a ela.

Ele olhava pra ela, toda excitada, da buceta dela escorriam os fluidos e faziam barulho ao se misturar com os dedos que entravam e saíam da vagina dela. As pernas flexionadas do filho dela a envolviam, uma de cada lado da cabeça, tensas pela postura, mostrando os músculos lindos dele. As bolas também balançavam com o movimento frenético da mão. Os grunhidos do jovem chegavam nos ouvidos de Marta e embriagavam de prazer a mente lasciva dela. Marta, você é uma Promíscua! Ela repetia na cabeça e ficava ainda mais excitada com aquilo.

Desesperada, ela se agarrou na coxa do filho com a mão livre. Fechou os olhos e sentiu o primeiro orgasmo. Sentiu as pernas dele se mexerem e abriu os olhos. A cabeça desejada do pau do filho tava a apenas cinco centímetros da boca dela, o aroma daquele pau endiabrado entrava pelo nariz dela e o clitóris dela endurecia mais, ela não parava de esfregar ele pra alcançar o segundo orgasmo. Ela gemia, se contorcia vendo o filho que grunhia ainda mais excitado que ela. Não podia ser, já tava sendo presa do prazer de novo e as pernas dela tremiam com as sensações que a envolviam naquela masturbação incestuosa.

Luís via a mãe dele se contorcer com os orgasmos que ela tinha. Desejava que a boca dela engolisse a cabeça do pau dele e pudesse descarregar todo o sêmen dele. E ela fez, começou a chupar o pau dele e tocar nas bolas dele... até que Luís JORROU jatos de sêmen na boca dela... ela bebeu todo o leite dele... a partir daquele dia, mãe e filho vivem noites quentes de paixão juntos.

10 comentários - Meu marido não me satisfaz... mas meu filho sim

la verdad me calento mucho tu historia viejo 🤤 🤤 🤤
buen relato, voy a mirar mas..a ver si sigue la historia. gracias
excelente relato me gusto mucho 🤘 😉 este es mi whatsapp 04269892945 quiero fotos de chichis grandes