Quando me casei, comprei uns terrenos no campo, por uma hipoteca, em 25 de Mayo, que é província de Buenos Aires, Argentina. A ideia era fazer eles produzirem e construí minha casa ali mesmo. Me chamo Juan Pablo, tenho 34 anos e casei aos 30. Tenho 1,78m, sou branco e cabelo cacheado, por causa do trabalho pesado no campo tenho um bom físico, musculoso e fibrado. Minha esposa se chama Marcela e tem 30 anos, é uma mulher branca, meio baixinha, cabelo liso comprido e moreno, uma mulher linda. Temos um filho pequeno de 3 anos, que se chama Joaquín. O campo ia bem, até que uma sequência de seca, depois uma praga e pra piorar granizo também fez tudo desmoronar. Logo começaram as dívidas, até que comecei a atrasar a hipoteca do campo. Um dia chega um envelope no qual nos avisavam que por falta de pagamento iam leiloar o campo e nos davam uma data pra pagar com prazo de só duas semanas. Era uma situação desesperadora, o valor era enorme. Não sabia o que fazer, nossas famílias não podiam ajudar, eram muito humildes. Tava destruído, falido total! Um dia, me vendo totalmente encurralado, peguei a espingarda, pensei em suicídio, estive a ponto de puxar o gatilho, mas veio na minha cabeça a imagem do meu pequeno Joaquín e não fiz. Em vez disso, fui a um bar da cidade e comecei a beber sem parar, tinha algumas pessoas que conhecia e pra todas contava minha situação, com muita pena e bêbado. Tava cada vez mais bêbado e quando o bar fechou, um homem, Ernesto, se ofereceu pra me levar. Ernesto era dono de uma quantidade grande de campos, tem uns 55 anos, é mais alto que eu, acho que mede uns 1,85m, é loiro, de olhos azuis e é robusto. É casado e tem 2 filhos adolescentes. Quando chegamos na porteira do meu campo, ele parou a caminhonete e ficamos em silêncio um tempo. Eu tava muito bêbado, mas aí Ernesto fez um comentário que me fez voltar a mim na hora. — Eu posso pagar sua hipoteca. — Ele me dizia enquanto Ele colocou a mão enorme no meu ombro.
— O quê? — eu fiquei perplexo. Meus olhos se iluminaram.
— Sim, eu pago pra você e aos poucos você vai me pagando.
— Não acredito!!! Valeu!!! — comecei a chorar e me joguei em cima dele. Abracei ele com toda minha força. Tava super feliz.
— E como você quer que eu te pague? — perguntei depois. — Vai ser difícil juntar o dinheiro.
— Bom — ele disse — Não tô interessado exatamente no seu dinheiro.
— Como assim? Explica direito! Já não tava entendendo nada e minha cara voltou a mostrar preocupação.
— Eu tava pensando em você pagar com sexo.
— O quê? — não conseguia acreditar.
— Isso! Quero transar com você. — Agora com um tom mais autoritário.
— É que... Eu não sei... Nunca pensei em homens. Não sei se vou conseguir fazer isso.
— Bom, filhão, pensa que acaba com todos os seus problemas de grana de uma vez, sem gastar um puto. — ele disse.
— E minha mulher? — falei — Como explico pra ela?
— Bom, cara, ela não precisa saber. Vai ficar só entre eu e você, ninguém mais.
— É que... — não sabia o que fazer, sou hétero, mas por outro lado, era só uma vez e acabavam todos os problemas. — Tá, aceito! — falei.
— Beleza. Finalmente você se ligou, cara. — ele disse — Agora vou explicar como vai ser.
— Tá bom.
— Segunda-feira de manhã, você vai no meu escritório na cidade e pega a grana. Depois você vai pra cidade grande, faz tudo que precisa no banco. Quando terminar, vai pra minha chácara, que eu vou te esperar lá.
— Mas sua família não tá lá?
— Não, mano! A gente mora numa casa no centro. Essa casa é só pra fim de semana.
— Ok, beleza. — e desci da caminhonete. Chego em casa, tomo um banho, acordo minha mulher e conto que a gente tinha conseguido um empréstimo pra pagar a longo prazo. Marcela ficou muito feliz, fazia tempo que ela não sorria. Depois peguei ela com Força e paixão, beijei ela e transamos. Eu tava um selvagem, metia nela como nunca! Ela gritava sem controle. - Siiiiiiii me faz tua! Siiiii. - Cê gosta, putinha? - eu tava doido. - Ai, meu amor!!! Como cê ficou hoje... esse pau gigante e durão... eu amo!!! - vale dizer que eu sou bem dotado, 19 de comprimento e 5 de grossura, além de ser bem cabeçudo. - Agora cê vai sentir bem - nisso, tiro ele de uma vez e viro a Marcela, cuspo no cu dela e enfio um dedo. - Não, amor, por trás não! - ela falou, mas não resistiu. Ela nunca tinha me dado o cu porque dizia que meu pau era grosso demais. Uma vez a gente tentou, mas foi frustrante, não consegui nem enfiar a cabeça. - Hoje eu vou te desvirgar, querida! Hoje cê não escapa. - falei, enquanto enfiava outro dedo e mais cuspe. - Ai! - ela gritava, mas era de prazer. - Beleza, agora vai! - encostei o pau no cu dela e comecei a empurrar meio na brutalidade. - Aiiiiiiii, não, não, não. - gritou - chega, por favor!!!! Juan, chega!!!!! - Não, querida, hoje cê aguenta! - falei. De uma vez só enfiei até o fundo. O grito que ela deu foi tremendo, dilacerante, e ela chorou. Mas eu não liguei, eu era uma máquina imparável e metia sem parar. Era incrível, muito melhor que o sexo vaginal. Enquanto metia na minha mulher, pensava no Ernesto, com certeza era isso que ele queria. Ele devia ter me visto como um garanhão macho, pensei. Imaginava que o cu da minha esposa era o dele e metia ainda mais forte, com certeza ele queria que eu arrombasse bem o cu dele, igual tava fazendo com a minha mulher. - Ai, vou gozar... - gritei. As metidas ficaram mais brutas e finalmente! Enchi o cu dela de porra, tirei o pau e a porra começou a escorrer pelo cu, mas tava rosado, de tanto que eu fodi, rasguei ele. Ela tava acabada, com muita dor e os olhos cheios de lágrimas. - Cê é um animal, me rasgou. Mal!!" — ela me disse. — É que… — eu não sabia o que dizer, ela tinha me desarmado. — Você é um bruto!!! Um animal!!! Gozei três vezes, besta bruta! — Quê? — nunca tinha gozado tanto de uma vez — você gostou? — Incrível! Espetacular! — ela disse e riu, depois se jogou nos meus braços e completou — foi a melhor transa da minha vida, amor, quero que você faça sempre assim! Te amo!! Te amo!! Começamos a nos beijar com muita paixão. Eu não conseguia tirar da cabeça que, na segunda-feira, estaria assim com ele. Nisso, olhei para a porta e lá estava Joaquim nos olhando com cara de assustado. — Vem, filho — eu disse. Ele veio correndo para a cama e se jogou entre nós dois. — Mamãe, tá bem? — ele perguntou. — Tô sim, bebê, por quê? — ela respondeu. — Porque você tava gritando muito. — É que o papai é muito forte, meu amor — ela disse. — Estamos comemorando, minha vida, só isso — completei eu. — Um dia vou ser tão forte quanto você, papai? — perguntou Joaquim. — Claro, meu amor, claro — eu disse. Depois, dormimos os três na cama. Aquele fim de semana foi espetacular, a gente se divertiu pra caramba em família, nós três. Além disso, eu já não estava tão preocupado com a segunda-feira. E a segunda-feira chegou. Fui buscar o dinheiro no escritório do Ernesto. Um funcionário me entregou, já que ele não estava. Também tinha um envelope. Abri e dizia: "não me falhe, te espero na chácara". Fiz todos os trâmites para quitar a dívida. Depois, peguei a estrada para a chácara do Ernesto. No caminho, ficava pensando em como ia comer ele, ia pagar tudo de uma vez, melhor ainda, daria tanto que ele ficaria devendo pra mim, pensava e ria. Quando cheguei na chácara, já eram umas três da tarde, não tinha ninguém, só a caminhonete do Ernesto do lado de fora da casa. Então ele apareceu na porta. — Ei… por aqui… se apressa — ele disse. — Ok — eu disse. Estacionei e desci da caminhonete. — Como você tá, gato? Não via a hora de você chegar. — Tudo bem, só um pouco ansioso — eu disse. - Quer algo pra beber? - ele disse.
- Não, obrigado - respondi.
- Ok. Quer ir fazer os trâmites de verdade? Vai ver que depois não vai querer mais ir embora - ele falou e soltou uma gargalhada.
- Haha, vamos ver - respondi num tom de metido. Naquele momento, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Tentei me soltar, mas era inútil, ele estava muito decidido e era forte demais. Me senti indefeso, aí percebi que os braços dele eram o dobro dos meus e ele tinha uma costa enorme. A força dele era inacreditável, me prendeu e ficou me beijando na boca e no pescoço.
- Fica tranquilo, bebê - ele disse - que você vai aproveitar muito. Cai na real de que aqui quem manda sou eu e vou te fazer passar o melhor dia da sua vida. Relaxa mais um pouco e curte. Dito isso, ele me apertou mais forte e fez eu sentir a virilha dele, senti uma coisa enorme. Mas entendi e relaxei até que depois eu também comecei a beijá-lo. A gente se acariciava apaixonadamente, tava gostando, me excitava aquele homem tão grande e machão. Ele tirou a camisa e depois tirou a minha, não acreditava no físico daquele cara, me dobrava de tamanho, não tinha notado antes, e ele era muito musculoso por causa do trabalho no campo. Me sentia um menino perto dele, era muito mais homem que eu. Do jeito que ele me beijava e me tocava, já não conseguia resistir, tava gostando e muito. Tava me entregando a ele. Foi naquele momento que percebi, eu não ia comer outra bunda naquele dia, como fazia com minha mulher, hoje eu seria a mulher dele. Ele desabotoou minha calça, tirou minha cueca e pegou meu pau com a mão, que já tava durasso.
- Mas que pedaço de pau que você tem, bebê - ele disse.
- Tá gostando?
- Adorei! - ele falou. Colocou na boca dele, era inacreditável como ele chupava. Nunca tinham chupado assim. Minha mulher não sabia fazer comparado. Passaram uns dois minutos...
- Ai... vou gozar - gritei. Que quantidade de porra que saiu, tudo na boca dele. Era uma Excitação tremenda e ele continuava chupando, até o fundo! Nunca tinha sentido aquilo. Quando gozei, a excitação era tanta que meu pau continuava durasso, como se nada tivesse acontecido, tive um orgasmo violento e queria continuar como se nada, nunca tinha me acontecido isso. Depois ele se levantou e começou a me beijar, tinha o gosto do meu pau e esperma na boca, eu adorava, me excitava mais. — Pra você ir se acostumando com o sabor, filhinho. — ele disse. Depois pegou minha cabeça com as mãos e me fez abaixar. Fiquei de frente pra aquele volume enorme que estava debaixo da calça. Acariciei um pouco, senti o tamanho, assustava um pouco, mas continuei e desabotoei a calça. Uau! Pra minha surpresa ele não tava de cueca e pulou de uma vez na minha direção. Era descomunal, muito mais comprido e grosso que o meu. Não conseguia parar de olhar, comecei a tocar, não dava pra segurar com uma mão só. Passei a língua, gostei do sabor. De repente, Ernesto pegou o pau dele e colocou na minha boca, era enorme. Eu tava cego de prazer, aquele membro enorme na minha boca me enlouquecia, não conseguia parar de chupar, fiquei um tempão fazendo aquilo. De repente, ele segurou minha cabeça e começou a meter o pau na minha boca, fazia chegar até a garganta, eu engasgava e tinha ânsia, mas ele não parava, até que o leite jorrou. Eu era igual um bezerro, mamava e engolia porra, que quantidade de porra, engoli tudo até a última gota. Sem perder tempo, me levantou e me colocou numa mesa de bruços com os pés pendurados. Senti algo molhado no cu, era a língua dele. Eu tava totalmente entregue. Que prazer!!! — Tá preparado, meu amor. — ele disse. — Tô, pai, me faz teu. — respondi. Sem mais palavras, ele encostou o membro enorme no meu cu. — Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. — gritei. — Bom, neném, com esse pedaço de pau vai doer um pouco. — ele disse. — Não importa o que eu faça ou diga, faz o que quiser comigo, sou teu pra sempre. — falei. — Nossa, bebê, como você se entrega. — ele disse — ainda nem coloquei a cabeça direito e você já... Sou seu, quer pau??? – gritei. A dor foi descomunal, mas não tava nem aí, eu já era do Ernesto. Ele enterrou de uma vez só no meu cu, depois bombava sem parar com uma força incrível. Depois me acostumei com aquele pedaço de carne e só sentia prazer. Ele me virou e colocou meus pés nos ombros dele, parecia uma britadeira! As estocadas aumentaram pra mil e então senti algo quente dentro de mim. Na mesma hora, meu pau explodiu, dando a gozada da minha vida. Ele me beijou, me acariciou e eu vi de novo o rosto do meu salvador, tava com um sorriso e um olhar de pai vendo o filho, enquanto passava a mão na minha cara. – Tá bem? – perguntou. – Tô – respondi. Dormi nos braços dele. – Acorda, dorminhoco!! – ele me acorda. – Parece que um trem te pegou – completa rindo. – Você é a coisa mais linda que já me aconteceu na vida – falei – quero ficar com você pra sempre. – Viu? Eu te falei quando você chegou que não ia querer ir embora – ele diz – e a dívida tá paga. – Mas eu quero ficar com você. Fiquei a semana inteira transando com o Ernesto naquela chácara. Tempo suficiente pra gente se apaixonar. Quando voltei pra casa, pedi o divórcio pra minha mulher e falei pra ela não se preocupar mais com as dívidas, que já tavam pagas. Agora moro na chácara do Ernesto e trabalho pra ele. Mesmo ele não tendo largado a mulher dele, a gente é amante. Sou o tesouro dele e ele me dá tudo que eu preciso. fonte:marqueze
— O quê? — eu fiquei perplexo. Meus olhos se iluminaram.
— Sim, eu pago pra você e aos poucos você vai me pagando.
— Não acredito!!! Valeu!!! — comecei a chorar e me joguei em cima dele. Abracei ele com toda minha força. Tava super feliz.
— E como você quer que eu te pague? — perguntei depois. — Vai ser difícil juntar o dinheiro.
— Bom — ele disse — Não tô interessado exatamente no seu dinheiro.
— Como assim? Explica direito! Já não tava entendendo nada e minha cara voltou a mostrar preocupação.
— Eu tava pensando em você pagar com sexo.
— O quê? — não conseguia acreditar.
— Isso! Quero transar com você. — Agora com um tom mais autoritário.
— É que... Eu não sei... Nunca pensei em homens. Não sei se vou conseguir fazer isso.
— Bom, filhão, pensa que acaba com todos os seus problemas de grana de uma vez, sem gastar um puto. — ele disse.
— E minha mulher? — falei — Como explico pra ela?
— Bom, cara, ela não precisa saber. Vai ficar só entre eu e você, ninguém mais.
— É que... — não sabia o que fazer, sou hétero, mas por outro lado, era só uma vez e acabavam todos os problemas. — Tá, aceito! — falei.
— Beleza. Finalmente você se ligou, cara. — ele disse — Agora vou explicar como vai ser.
— Tá bom.
— Segunda-feira de manhã, você vai no meu escritório na cidade e pega a grana. Depois você vai pra cidade grande, faz tudo que precisa no banco. Quando terminar, vai pra minha chácara, que eu vou te esperar lá.
— Mas sua família não tá lá?
— Não, mano! A gente mora numa casa no centro. Essa casa é só pra fim de semana.
— Ok, beleza. — e desci da caminhonete. Chego em casa, tomo um banho, acordo minha mulher e conto que a gente tinha conseguido um empréstimo pra pagar a longo prazo. Marcela ficou muito feliz, fazia tempo que ela não sorria. Depois peguei ela com Força e paixão, beijei ela e transamos. Eu tava um selvagem, metia nela como nunca! Ela gritava sem controle. - Siiiiiiii me faz tua! Siiiii. - Cê gosta, putinha? - eu tava doido. - Ai, meu amor!!! Como cê ficou hoje... esse pau gigante e durão... eu amo!!! - vale dizer que eu sou bem dotado, 19 de comprimento e 5 de grossura, além de ser bem cabeçudo. - Agora cê vai sentir bem - nisso, tiro ele de uma vez e viro a Marcela, cuspo no cu dela e enfio um dedo. - Não, amor, por trás não! - ela falou, mas não resistiu. Ela nunca tinha me dado o cu porque dizia que meu pau era grosso demais. Uma vez a gente tentou, mas foi frustrante, não consegui nem enfiar a cabeça. - Hoje eu vou te desvirgar, querida! Hoje cê não escapa. - falei, enquanto enfiava outro dedo e mais cuspe. - Ai! - ela gritava, mas era de prazer. - Beleza, agora vai! - encostei o pau no cu dela e comecei a empurrar meio na brutalidade. - Aiiiiiiii, não, não, não. - gritou - chega, por favor!!!! Juan, chega!!!!! - Não, querida, hoje cê aguenta! - falei. De uma vez só enfiei até o fundo. O grito que ela deu foi tremendo, dilacerante, e ela chorou. Mas eu não liguei, eu era uma máquina imparável e metia sem parar. Era incrível, muito melhor que o sexo vaginal. Enquanto metia na minha mulher, pensava no Ernesto, com certeza era isso que ele queria. Ele devia ter me visto como um garanhão macho, pensei. Imaginava que o cu da minha esposa era o dele e metia ainda mais forte, com certeza ele queria que eu arrombasse bem o cu dele, igual tava fazendo com a minha mulher. - Ai, vou gozar... - gritei. As metidas ficaram mais brutas e finalmente! Enchi o cu dela de porra, tirei o pau e a porra começou a escorrer pelo cu, mas tava rosado, de tanto que eu fodi, rasguei ele. Ela tava acabada, com muita dor e os olhos cheios de lágrimas. - Cê é um animal, me rasgou. Mal!!" — ela me disse. — É que… — eu não sabia o que dizer, ela tinha me desarmado. — Você é um bruto!!! Um animal!!! Gozei três vezes, besta bruta! — Quê? — nunca tinha gozado tanto de uma vez — você gostou? — Incrível! Espetacular! — ela disse e riu, depois se jogou nos meus braços e completou — foi a melhor transa da minha vida, amor, quero que você faça sempre assim! Te amo!! Te amo!! Começamos a nos beijar com muita paixão. Eu não conseguia tirar da cabeça que, na segunda-feira, estaria assim com ele. Nisso, olhei para a porta e lá estava Joaquim nos olhando com cara de assustado. — Vem, filho — eu disse. Ele veio correndo para a cama e se jogou entre nós dois. — Mamãe, tá bem? — ele perguntou. — Tô sim, bebê, por quê? — ela respondeu. — Porque você tava gritando muito. — É que o papai é muito forte, meu amor — ela disse. — Estamos comemorando, minha vida, só isso — completei eu. — Um dia vou ser tão forte quanto você, papai? — perguntou Joaquim. — Claro, meu amor, claro — eu disse. Depois, dormimos os três na cama. Aquele fim de semana foi espetacular, a gente se divertiu pra caramba em família, nós três. Além disso, eu já não estava tão preocupado com a segunda-feira. E a segunda-feira chegou. Fui buscar o dinheiro no escritório do Ernesto. Um funcionário me entregou, já que ele não estava. Também tinha um envelope. Abri e dizia: "não me falhe, te espero na chácara". Fiz todos os trâmites para quitar a dívida. Depois, peguei a estrada para a chácara do Ernesto. No caminho, ficava pensando em como ia comer ele, ia pagar tudo de uma vez, melhor ainda, daria tanto que ele ficaria devendo pra mim, pensava e ria. Quando cheguei na chácara, já eram umas três da tarde, não tinha ninguém, só a caminhonete do Ernesto do lado de fora da casa. Então ele apareceu na porta. — Ei… por aqui… se apressa — ele disse. — Ok — eu disse. Estacionei e desci da caminhonete. — Como você tá, gato? Não via a hora de você chegar. — Tudo bem, só um pouco ansioso — eu disse. - Quer algo pra beber? - ele disse.
- Não, obrigado - respondi.
- Ok. Quer ir fazer os trâmites de verdade? Vai ver que depois não vai querer mais ir embora - ele falou e soltou uma gargalhada.
- Haha, vamos ver - respondi num tom de metido. Naquele momento, ele se jogou em cima de mim e começou a me beijar. Tentei me soltar, mas era inútil, ele estava muito decidido e era forte demais. Me senti indefeso, aí percebi que os braços dele eram o dobro dos meus e ele tinha uma costa enorme. A força dele era inacreditável, me prendeu e ficou me beijando na boca e no pescoço.
- Fica tranquilo, bebê - ele disse - que você vai aproveitar muito. Cai na real de que aqui quem manda sou eu e vou te fazer passar o melhor dia da sua vida. Relaxa mais um pouco e curte. Dito isso, ele me apertou mais forte e fez eu sentir a virilha dele, senti uma coisa enorme. Mas entendi e relaxei até que depois eu também comecei a beijá-lo. A gente se acariciava apaixonadamente, tava gostando, me excitava aquele homem tão grande e machão. Ele tirou a camisa e depois tirou a minha, não acreditava no físico daquele cara, me dobrava de tamanho, não tinha notado antes, e ele era muito musculoso por causa do trabalho no campo. Me sentia um menino perto dele, era muito mais homem que eu. Do jeito que ele me beijava e me tocava, já não conseguia resistir, tava gostando e muito. Tava me entregando a ele. Foi naquele momento que percebi, eu não ia comer outra bunda naquele dia, como fazia com minha mulher, hoje eu seria a mulher dele. Ele desabotoou minha calça, tirou minha cueca e pegou meu pau com a mão, que já tava durasso.
- Mas que pedaço de pau que você tem, bebê - ele disse.
- Tá gostando?
- Adorei! - ele falou. Colocou na boca dele, era inacreditável como ele chupava. Nunca tinham chupado assim. Minha mulher não sabia fazer comparado. Passaram uns dois minutos...
- Ai... vou gozar - gritei. Que quantidade de porra que saiu, tudo na boca dele. Era uma Excitação tremenda e ele continuava chupando, até o fundo! Nunca tinha sentido aquilo. Quando gozei, a excitação era tanta que meu pau continuava durasso, como se nada tivesse acontecido, tive um orgasmo violento e queria continuar como se nada, nunca tinha me acontecido isso. Depois ele se levantou e começou a me beijar, tinha o gosto do meu pau e esperma na boca, eu adorava, me excitava mais. — Pra você ir se acostumando com o sabor, filhinho. — ele disse. Depois pegou minha cabeça com as mãos e me fez abaixar. Fiquei de frente pra aquele volume enorme que estava debaixo da calça. Acariciei um pouco, senti o tamanho, assustava um pouco, mas continuei e desabotoei a calça. Uau! Pra minha surpresa ele não tava de cueca e pulou de uma vez na minha direção. Era descomunal, muito mais comprido e grosso que o meu. Não conseguia parar de olhar, comecei a tocar, não dava pra segurar com uma mão só. Passei a língua, gostei do sabor. De repente, Ernesto pegou o pau dele e colocou na minha boca, era enorme. Eu tava cego de prazer, aquele membro enorme na minha boca me enlouquecia, não conseguia parar de chupar, fiquei um tempão fazendo aquilo. De repente, ele segurou minha cabeça e começou a meter o pau na minha boca, fazia chegar até a garganta, eu engasgava e tinha ânsia, mas ele não parava, até que o leite jorrou. Eu era igual um bezerro, mamava e engolia porra, que quantidade de porra, engoli tudo até a última gota. Sem perder tempo, me levantou e me colocou numa mesa de bruços com os pés pendurados. Senti algo molhado no cu, era a língua dele. Eu tava totalmente entregue. Que prazer!!! — Tá preparado, meu amor. — ele disse. — Tô, pai, me faz teu. — respondi. Sem mais palavras, ele encostou o membro enorme no meu cu. — Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. — gritei. — Bom, neném, com esse pedaço de pau vai doer um pouco. — ele disse. — Não importa o que eu faça ou diga, faz o que quiser comigo, sou teu pra sempre. — falei. — Nossa, bebê, como você se entrega. — ele disse — ainda nem coloquei a cabeça direito e você já... Sou seu, quer pau??? – gritei. A dor foi descomunal, mas não tava nem aí, eu já era do Ernesto. Ele enterrou de uma vez só no meu cu, depois bombava sem parar com uma força incrível. Depois me acostumei com aquele pedaço de carne e só sentia prazer. Ele me virou e colocou meus pés nos ombros dele, parecia uma britadeira! As estocadas aumentaram pra mil e então senti algo quente dentro de mim. Na mesma hora, meu pau explodiu, dando a gozada da minha vida. Ele me beijou, me acariciou e eu vi de novo o rosto do meu salvador, tava com um sorriso e um olhar de pai vendo o filho, enquanto passava a mão na minha cara. – Tá bem? – perguntou. – Tô – respondi. Dormi nos braços dele. – Acorda, dorminhoco!! – ele me acorda. – Parece que um trem te pegou – completa rindo. – Você é a coisa mais linda que já me aconteceu na vida – falei – quero ficar com você pra sempre. – Viu? Eu te falei quando você chegou que não ia querer ir embora – ele diz – e a dívida tá paga. – Mas eu quero ficar com você. Fiquei a semana inteira transando com o Ernesto naquela chácara. Tempo suficiente pra gente se apaixonar. Quando voltei pra casa, pedi o divórcio pra minha mulher e falei pra ela não se preocupar mais com as dívidas, que já tavam pagas. Agora moro na chácara do Ernesto e trabalho pra ele. Mesmo ele não tendo largado a mulher dele, a gente é amante. Sou o tesouro dele e ele me dá tudo que eu preciso. fonte:marqueze
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