Na ACADEMIA



Terminei minha sessão de treino na academia e fui pro vestiário. Nesse horário (tipo 14h) também terminava a aula de aeróbica, bem concorrida, por sinal. Entre os participantes, vários afeminados, identificados pelos gestos e roupas esportivas. Um deles, não mais que vinte e poucos anos, eu já tinha de olho há um tempo: magro, cabelo produzido (tipo flogger), rosto lindo (quase feminino), bundinha pequena de menina e pernas longuíssimas de bailarina, braços finos, cintura regular, meio marcada mas não muito, abdômen super reto e uma regata colada no corpo, ou seja, coluna do meio total. Várias vezes trocamos olhares no salão, diretamente ou pelos espelhos. Em algumas oportunidades, insinuei a minha rola e a bunda; me pareceu que ele também fez o mesmo. Nunca consegui chegar nele porque sempre estava acompanhado, ou ele ou eu. A única vez que quis encará-lo, um amigo dele deu sinais de ciúme doentio, motivo pelo qual eu recuei e esperei outra oportunidade, quando aquele putinho raivoso não estivesse por perto.
Naquele dia, voltei a fixar meu olhar nele e, como quem o convidava, me dirigi aos vestiários. Entrei, estava quase vazio, só o vigia, que estava largado numa cadeira e olhava entediado pra TV. Acho que nem percebeu minha presença. Ele era um cara foda e jovem, mas sempre cansado, porque à noite trabalhava como barman numa balada. Me acomodei num dos bancos, enquanto ficava completamente pelado, bebia uma Red Bull e um Gatorade bem gelado. Me recostei no banco, encostado num dos armários, e fechei os olhos, num estado de relax total. De repente, uma voz suave disse: "Me convida pra sua bebida?" Abri os olhos e quase morri quando vi o gato divino na minha frente, sorrindo. A pele dele brilhava de suor, e tanto a legging quanto a camiseta estavam encharcadas de suor. Exalava um aroma misturado de cremes e suor com um cheiro de colônia adocicada. Sem dizer nada, ofereci o que tinha. Como falei, estava completamente pelado, nem tentei me cobrir. Pelo contrário, fiz de tudo pra deixar meu corpo mais tentador. Despreocupadamente, acariciei meus peitos e ajustei minhas bolas. O volume dele estava na altura do meu rosto. Essa situação me deixou com tesão, e minha ereção não demorou a aparecer.



Ao perceber, sem dizer nada, sentou-se ao meu lado, aproximou a boca do meu pescoço perto da orelha e soltou uma respiração prolongada acompanhada de uma lambida tímida. Me acomodei melhor e meu pau ficou na posição de 12 horas. Ele se despiu ao meu lado e começou a passar a mão em mim. Seus gestos ficaram ainda mais afetados do que já eram. Ajoelhou-se e me chupou como ninguém nunca tinha feito, engoliu tudo por completo. Depois fez o mesmo com minhas bolas, esticando-as e mordendo-as com uma suavidade que só ele sabia fazer. Passou os dedos no meu cu e, depois de um tempo, os introduziu. Ao perceber minha reação e expressão de prazer, levantou-se e nos fundimos num beijo ardente, com línguas que alcançavam a própria garganta. Ele desfez as duas calcinhas que eu estava usando (uma pra segurar o pacote pra trás, igual as travestis, e a outra pra destacar a bunda). Fiquei maravilhado com o pau dele: era fino, mas muito comprido, esbelto, sem veias saltadas, brilhante e impactante. Apalpei e, naquela altura, já estava todo melado de líquido pré-seminal. Não me segurei e saboreei sem parar, bebi até a última gota daquele líquido delicioso e enfiei a língua inteira no cu suado, pulsante e gostoso. Nos beijamos de novo, com ansiedade, enquanto nossas mãos percorriam recantos secretos.




De repente ela virou de costas e começou a se esfregar no meu corpo, eu fazia o mesmo e a envolvia com meus braços pra não deixar ela escapar, a gente deslizava no meio do nosso suor e do óleo corporal que ela tinha generosamente espalhado entre nós, não sei em que momento eu coloquei a camisinha, mas quando percebi já estávamos no meio da foda, a gente se beijava com frenesi e eu batia uma punheta com raiva, ela não se segurou por muito tempo e gozou nas minhas mãos, pegou minhas mãos meladas de porra e levou até a boca dela, saboreou e depois, no meio dos beijos, passou pra mim pra eu também curtir o gosto, no meio dessa putaria, eu gozei pra caralho, ficamos grudados por um tempo e devagar fomos nos desgrudando sem parar os beijos, tirei a camisinha e esvaziei o conteúdo na cara e no peito dela, ela esfregou tudo o mais que pôde, quando os batimentos voltaram a um estado menos insano, de mãos dadas fomos pro chuveiro e nos lavamos um ao outro sem nos importar se alguém nos via, éramos um casal feliz, satisfeito, e queríamos que todo mundo percebesse isso, depois notamos que o segurança tinha assistido a foda toda da primeira fila, na saída do chuveiro, abraçados, ele piscou o olho com um sorriso cúmplice.











3 comentários - Crônicas da Cidade III
Nos deja también con la incognita de lo que pasará con el celador, porque es obvio que aquello no terminó en un simple guiño cómplice.
Habría que limar algunos pequeños detallitos para que quedara perfecto.
Dejo premio y recomiendo.
Gracias Tesoro, seguiré limando los detalles. Escucho sugerencias, mejor si las mismas vienen por MP y con dedicatoria (ja, ja, ja)