Minha colega de colégio gostosa

Olá, pessoal, de volta aqui, esta é minha segunda postagem.
Hoje trago pra vocês outro conto 100% meu.
Espero que curtam.


Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

Assim que acordei, me senti estranho. Queria alguma coisa, mas não sabia o quê. Minha irmã tinha feito um bolo horrível na noite anterior, mas não tive vontade de comer nem um pedaço. Então fome não era o que eu tava sentindo.

Fui ao banheiro, e me senti normal. Tomei banho, e ficava pensando que merda era aquilo que eu tava procurando. O que eu curtia era sentir a água fria escorrendo pelas minhas costas. Só isso. Fui pro quarto me trocar. Chega uma mensagem da minha melhor amiga. Ela tava me lembrando que a gente tinha que ir de camisa e gravata do uniforme pra tirar a foto do grupo.

Me troquei como tinha que ir. Já eram os últimos dias de escola, e eu não queria mais ir.

Sentado como sempre no último banco com meu parceiro de aventuras e piratarias, ficava desenhando na margem da folha quadriculada. Minha melhor amiga, sentada na nossa frente e na diagonal de mim, não parava de contar pra outra o que ia fazer no fim de semana.

Já tinha dado todos os detalhes do rolê que faria o sábado inteiro, começando pelo salão de cabelo, depois a manicure, e por último tava falando baixinho que ia se depilar. Pra que eu quero saber disso? Não podia escrever? Tava atrapalhando meu desenho geométrico. Olhei pra ela e falei: "Nancy, cê não acha melhor eu não ficar imaginando quando tão te depilando, né?" e ela, sem graça, responde: "óbvio que não". Respondi: "então fala mais baixo, linda". Ela fez um barulho de raiva e uma cara de brava.

Continua falando no mesmo tom de voz. Começou a dizer que ia depilar a perna inteira. E eu imaginei as pernas da Nan impecáveis.

E ela calou a boca. Olhei pra ela, e por uns segundos não prestei atenção no que ela tava falando, mas nela mesma. Senti uma ansiedade misturada com uma calma do caralho. Via como ela mexia os lábios, as mãos enquanto falava. Tenho que admitir que a Nancy era muito gostosa. Mas como ela era minha maior confidente, nunca tinha reparado nisso, sem contar que ela trocava de namorado todo mês e não ia deixar ninguém machucar ela de novo como o anterior. O cabelo liso castanho dela... Claro, ela chegava na cintura. Uma tiarinha azul e celeste ficava divina nela. A franja caía de lado, cobrindo metade da testa. Tinha olhos castanhos e um sorriso de dar inveja. Mas nunca tinha reparado nesses detalhes. Me imaginei ela por cima de mim, com aquelas pernas impecáveis que eu já tinha pensado antes, e com o cabelo dela envolvendo os peitos. Mas tudo arrumado, claro, como ela era: elegante e caprichosa 24 horas por dia. Essa imagem me encheu ainda mais de ansiedade, e meu pau começou a subir. E aí entendi o que tava rolando: eu tava afim de ficar com a Nancy. Mas como é que eu falo isso pra ela? Era minha amiga há anos, e naquele dia eu tinha sentido isso!

Pra piorar, a colega de carteira dela, a Tamara, tava a fim de mim. Mas eu sentia nojo dela de tanta maldade que ela tinha. Era uma gostosa, com todas as letras, mas não era nada desejável. Precisava me livrar dessa sensação de não saber o que queria.

Já sabia o que queria, mas agora tinha que conseguir.

Não dava pra pedir pro meu colega trocar de lugar comigo pra falar com ela. Arranquei uma folha do caderno e escrevi simplesmente "cê me gusta". Dobrei o papel e estiquei a mão por baixo da mesa até encostar na perna dela com a mão e o papel. Ela olhou pra baixo, viu o papel, me olhou e pegou. Senti pouco, mas acho que ela não precisava depilar no sábado. Olhei a reação dela: ela franziu a testa. Sem escrever nada, meio irritada, colocou o papel dobrado em cima da mesa. Abri e escrevi "de verdade", e passei de novo. Dessa vez ela não franziu a testa, pegou uma caneta e respondeu "tanto que cê gosta de mim?". Fiquei surpreso. Não achei que ela fosse me apressar. Não sei se era desconfiança dela sobre a validade do que escrevi ou se era realmente a reação dela. E fui sincero. "Pra caralho, a ponto de te despir". Me arrisquei. Os dois minutos que ela ficou com o papel aberto lendo e pensando no que escrever foram uma eternidade. Podia vir qualquer coisa! Um tapa, um "não", um "vamo nessa". Ela me passou o papel por baixo da mesa. e aproveitei pra acariciar a mão dela. Ela sorriu! Conseguiu sorrir naquele clima que já tava esquentando. Abri o bilhete e li: "Mas o quê? Vai me fazer esperar até sábado?".

No sábado, ela ia fazer aquele tour de estética, porque à noite tinha nossa festa de formatura, aquela onde se faz de tudo pra se despedir do ensino médio, despedir da virgindade, despedir da timidez, despedir dos inimigos, despedir dos estados sóbrios, da solteirice, etc. Na real, não era uma ideia ruim. Já tava imaginando a gente escapando pro parque do salão lindo que a gente tinha contratado pra festa, levantar o vestido dela e comer ela enquanto ela sujava minha camisa com o batom. Mas era verdade o que ela dizia. Tinha que esperar.

E como eu queria acabar com essa sede que, no começo da manhã, era confusa e indefinida, propus que fosse naquele momento. E ela me respondeu: "Como assim????!!!!". Nisso, a Tamara já tava olhando feio quando a gente passava o papel, e pior ainda quando a Nancy não segurava o sorrisinho. Escrevi: "no banheiro!". Levantei a mão e pedi pra professora ir ao banheiro.

Levantei e fui andando devagar até o banheiro. No corredor, tinha três professores, que cumprimentei meio sem jeito. E eles falavam "em voz baixa".

Quando fiquei de costas pra eles, diziam: "Esse aí é um aluno muito vagabundo, não tem limites. Nunca vai conseguir nada de bom. Ainda bem que já tá terminando, porque foi um aluno muito problemático, não aguentaria mais um ano com as brigas e respostas dele".

Ouvi tudo aquilo no banheiro, o feminino por sinal. Fechei a porta de um dos vasos. Ouvi eles voltarem a conversar. "Ela sim é um anjo de aluna, tão responsável, tão boa." Achei que tavam falando da Nancy. Ouvi uns passos e espiei pra ver se era ela.

Ela entrou sorrindo. Tinha na minha frente uma colegial perfeita. "Como fica linda nessa saia, nessa camisa e nessa gravata", falei, nervoso, que porra eu ia dizer? Nunca tinha passado por isso. "Obrigada", respondeu sorrindo, "é verdade o que você disse, né?" "Não ia brincar com uma coisa dessas. Coisa assim, acontece de verdade comigo", falei, um pouco mais relaxado.
Me aproximei e peguei ela pela cintura. Ela agarrou minha gravata e ficou brincando. Segurei seu queixo e beijei ela. Beijei bem devagar.
Ela me envolveu com os braços no pescoço. Passava a mão nos meus ombros, enquanto eu acariciava o cabelo longo dela. Começou a desfazer o nó da minha gravata e deixou ela pendurada. Começou a desabotoar minha camisa, olhando pra eles e sorrindo. Meu coração tava batendo a mil. E a pica, tenho que dizer, tava no mesmo ritmo. Ela tirou minha gravata e enfiou as mãos por dentro da camisa, na altura do peito, e tirou ela também. Bem devagar, mal encostando a ponta dos dedos. Tenho que admitir que o jeito dela de beijar e acariciar era muito suave. Manteve o sorriso o tempo todo, como se controlasse completamente a situação, me dando a entender que não tinha limites nem medo. Beijou meu peito e minha barriga. Enquanto brincava com a língua no meu abdômen, a mão dela começou a acariciar minha pica. Olhei pra baixo e vi como o cabelo dela rodeava os ombros, como os olhos dela estavam fechados, como a boca dela abria e fechava arrastando os lábios pela minha pele. A mão dela massageava minha pica bem devagar e intensamente. Percebi que ela sabia o que tava fazendo, talvez tanta experiência com namorados de um mês tenha servido pra alguma coisa: saber o que não quer na vida e saber dominar o sexo.
Ela se cansou de ficar com a boca vazia e desabotoou minha calça, tirando minha pica de dentro da cueca. Deus! Não vou mentir, fiquei meio envergonhado! Ela, minha amiga! Sorriu, como sempre, mordeu os lábios e soltou uma risadinha pequena, safada. Deve ter imaginado que era um pirulito, pegou com uma mão só e passou a língua pra tirar o açúcar. E eu vi que ela tava curtindo. Isso me fez relaxar completamente. Continuou passando a língua em volta da cabeça, em círculos, bem devagar. Sem hesitar, levou ela até o fundo da boca, apoiando as mãos nas minhas coxas e apertando. Não consegui segurar... mas a respiração. A cabeça dela se movia pra frente e pra trás com firmeza. Das coxas, as mãos passaram pra minha barriga, onde ela acariciava no ritmo da chupada.
Tava me fazendo flutuar. Meus nervos tavam em chamas. Peguei ela pelas axilas e fiz ela parar. Levei ela contra a parede, beijei com muita decisão, e acariciei a raba por cima da saia. Ela gemia bem baixinho. Meti as mãos por baixo da saia, e custei a achar o pano que cobria a buceta e a raba dela. Desabotoei a camisa dela e enfiei minha boca no peito dela. Empurrei o sutiã com uma mão e beijei um dos peitos dela. Com a outra mão, envolvi o quadril dela e fiquei acariciando a raba. Minha língua percorreu o peito inteiro dela. Ela tinha um sutiã lindo cinza, mas o peito descoberto ficava melhor nela. Desci de uma vez, e minha cara ficou na altura da buceta dela. Levantei a saia dela e notei que o pano que cobria a buceta era uma calcinha fio dental preta de matar. Dava pra ver uma manchinha úmida mesmo sendo preta, e me deu vontade de provar aquela umidade.
A saia tava sobre minha cabeça, como se eu fosse um fotógrafo antigo. Puxei a calcinha pra baixo, e ali estava, a buceta e eu, só nós dois, nem a Nancy conseguia olhar. Era uma intimidade muito sugestiva. Que fez com que, com os dedos, eu separasse os lábios dela e afundasse minha língua nela. Consegui saborear uma buceta muito molhada, de alta temperatura, macia, com um clitóris bem chamativo. Eu passava a língua e levava pra cima. Meu cabelo já tava todo bagunçado. Era como se eu tivesse sede, e minha boca se enchia de buceta e me acalmava. Tinha vezes que de tanto ela apertar meu cabelo, doía, mas eu preferia que ela arrancasse meu cabelo do que ela gritasse e desse merda pra gente. De repente, começo a ouvir um barulho de embalagem. Tirei minha cabeça da buceta e olhei pra ela.
Ela tava segurando uma camisinha na mão, do lado daquele sorriso tão diabólico.
"Você não achou que eu ia Agüenta com oral, né?" disse ela, desafiadora.
Não respondi nada. Quer dizer, não considero que meu sexo oral seja uma habilidade que deixe qualquer mulher completamente satisfeita, mas
não costumava acordar com vontade de foder e levar camisinha pra escola...
Me surpreendeu a atitude avassaladora dela, aliás, ela mostrou isso desde o início. Eu encarei, olhando nos olhos dela.
O fogo que saía pelos olhos dela, aquela vontade que ela carregava, estava florescendo na pele. O sorriso dela era cada vez
mais envolvente, mais seguro. Tudo era um jogo divertido pra ela. Depois de colocar, senti fogo dentro de mim, senti
que queimava, e por isso não fui muito delicado. Peguei ela pela parte de trás das coxas, levantei no colo, e quando ela descia
da levantada, a buceta dela caiu em cima do meu pau. E entrou, como se estivesse esperando por isso há anos. Naquele momento,
o sorriso dela sumiu, e no lugar apareceu um grito abafado, a boca dela se abriu como se quisesse pegar ar, e os olhos
se fecharam bruscamente. As costas dela estavam apoiadas na parede, mas a cintura não, estava inclinada. Ela se mexia, e se mexia.
Esfregava o clitóris contra meu quadril, adorava se esfregar nos pelos. Peguei as mãos dela e levei os braços dela para cima,
ficando esticados contra a parede, ao lado das orelhas. Beijei ela. A língua dela não parava de se mexer, a respiração dela era curta e profunda.
De repente, ouvimos um som de horror. Era a campainha do recreio... do ensino fundamental. Sentei imediatamente no vaso, com ela em cima de mim, o risco aumentava nossa vontade e isso me fez não soltar ela. Tranquei a porta com os pés, e o sorriso voltou nela, tão quente, malvada, gostosa que ela é. Ela curtia o sexo livremente. Dava pra ouvir as vozes das meninas entrando no banheiro, e isso nos estimulava ainda mais. O recreio acabou, e em poucos minutos gozamos. Abotoamos bem a camisa, eu penteie o cabelo, ela não precisava, estava arrumada como se estivesse acostumada a transar desenfreadamente e manter a estética impecável. Perfeito. Entramos na sala e, graças a Deus, a professora não chamou nossa atenção.
Meu colega de carteira me contou que a Tamara disse "que estranho eles não voltarem..." como se já desconfiasse do que estava rolando. Também me contou que ela interrompeu a professora, que contava uma história, mandando a gente pra frente, dizendo que a gente tinha sumido fazia tempo, e a professora mandou ela calar a boca. E ele riu.

A semana passou normal... pra ela normal! Eu tava surpreso com o quanto ela era puta no sexo, com a liberdade
que ela teve o tempo todo, com a mulher gostosa que ela tava se tornando. Na nossa festa de formatura, na hora
do brinde, eu falei safado: "Pelo nosso encontro de quinta." Ela sorriu e disse "era muito previsível" enquanto pegava a taça.
"Tão previsível assim?" respondi, do jeito dela de perguntar as coisas com inocência.
"Demais. Somos amigos há um tempão, estamos prestes a formar nossas vidas de forma madura, temos que terminar o colégio..
tudo levava a crer que um dia a gente ia acabar se pegando. Vai me dizer que sempre me viu como sua amiga, sem nunca ter me imaginado pelada?"
"Na real, até quinta não." respondi seguro.
"Tá bom. Era algo que tinha que acontecer, a gente precisava fechar nossa amizade de colégio assim como fizemos."
"Isso significa que não vamos mais nos ver?" falei, totalmente confuso.
"É... entre o trabalho e a faculdade dos dois, vai ficar difícil, não acha? Além disso, se a gente se ver depois de ter transado,
toda vez que a gente se encontrar e tiver vontade, a gente vai acabar se pegando... mas não me arrependo de nada! Adorei ter ficado com você no banheiro!" ela disse.

Eu sorri falso pra ela e fui embora. Não entendi nada. O pouco que consegui entender é que ela tinha tudo calculado: ao terminar o colégio, acabava com qualquer amizade que tivesse tido, inclusive eu, que considerava minha melhor amiga, e que o fato de ter transado era algo natural e esperado pela fase que a gente tava vivendo. Bem yankee.

Eu vi ela algumas vezes. mas depois da escola. E não era verdade, não tava afim de comer ela quando vi. Será que fiquei com nojinho depois da atitude que ela teve. Sei que ela se mudou pra perto da minha casa, e que nas próximas semanas vai passar por aqui. Talvez ela queira continuar a amizade que a gente tinha anos atrás, e não sabe como me dar a entender. Ver ela um pouco até que sim, mas também não tô muito a fim de voltar a ficar junto como antes. Tenho que admitir, não precisava depilar porque nunca encontrei a monstruosidade que ela falava com a Tamara. Mas sei que nunca vou esquecer o sorriso sem julgamento e naturalmente divino dela, e o cabelo tão brilhante quanto ouro, arrumado, elegante e lindo.



Minha colega de colégio gostosa

5 comentários - Minha colega de colégio gostosa

me encanto este relato me recordo mis ayeres en la secundaria
Wow! Increible como este relato nos regresa a los tiempos de secundaria, no tuve la dicha de darme una en el baño pero en fiestas si. gracias por compartir