Foi em 1994, quando eu tava no quinto ano do ensino médio. A gente tava no aniversário de um dos nossos colegas, e uma das minas se chamava Alejandra. Mesmo não sendo muito amigos, naquele dia sentamos pra tomar umas cervejas juntos e bater um papo. Ela tava usando uma calça preta bem justa, mina muito gostosa, bunda boa e pele bem branca. Era a figurinha difícil da turma, todo mundo queria pegar ela, mas ninguém nunca tinha conseguido nada.
Conforme a noite passava, a cerveja ia batendo, mas nela mais do que em mim, então resolvi partir pra ação. Vendo que ela não resistia quando eu abraçava ela de brincadeira, dei um beijo meio roubado, mas ela não me rejeitou — pelo contrário, retribuiu a gentileza com um beijo mais profundo. Entre beijos e risadas, continuamos bebendo cerveja, e ela já tava completamente bêbada quando, sem nenhum disfarce, perguntei pro meu colega, o aniversariante, se podia levar ela pro quarto dele. Meu amigo falou que não tinha problema, já que os pais dele não estavam.
Nisso, a Alejandra tava bêbada e nem ligava mais pra disfarçar. Levei ela apoiada no meu ombro até o quarto do meu amigo, deitei ela na cama enquanto ela não parava de rir. Fazendo o truque do bêbado, me deixei cair em cima dela, sentindo o perfume dela — o plano tava indo de maravilha. Eu tava com um tesão estranho; ela não tava no controle dos próprios atos, mais dormindo do que acordada. Meu impulso mais imediato foi cheirar a virilha dela. Tinha cheiro de protetor íntimo perfumado, o que eu curti. Não vou enrolar muito na história: puxei a calça dela pra baixo, e a calcinha era preta. Vendo que ela não fazia nada pra impedir, deixei ela nua da cintura pra baixo. Pude ver a buceta peluda dela, linda demais. Literalmente, comi ela enquanto ela reagia com um gemido de prazer. Não demorei muito pra me ajeitar e meter meu pau até o fundo. Ela me abraçou e disse que a gente não tinha falado sobre aquilo, mas não pareceu se importar. Começamos a foder como se já tivéssemos feito aquilo antes. Feito desde sempre, num momento ela me disse pra não gozar dentro dela, mas eu não liguei pra isso. A gente trocou de posição e ela ficou por cima de mim, se mexendo igual uma dançarina árabe, e gozou com um gemido rouco enquanto continuava se movendo.
Eu voltei a ficar por cima dela, levantei as pernas dela e meti fundo de novo, me movendo com fúria.
Lembrei que ela tinha dito pra não gozar dentro, mas foda-se, empurrando com muita força comecei a encher ela com meu cum quente até não sobrar uma gota. Ela não falou nada, mas quando eu saí, disse que nunca mais íamos transar porque eu não respeitei o pedido dela... não importou, aquele foi um puta polvo e pelo visto não deu consequência, mas nunca mais dormi com ela.
Fonte www.relatos7.comCOMENTEM POR FAVOR
Conforme a noite passava, a cerveja ia batendo, mas nela mais do que em mim, então resolvi partir pra ação. Vendo que ela não resistia quando eu abraçava ela de brincadeira, dei um beijo meio roubado, mas ela não me rejeitou — pelo contrário, retribuiu a gentileza com um beijo mais profundo. Entre beijos e risadas, continuamos bebendo cerveja, e ela já tava completamente bêbada quando, sem nenhum disfarce, perguntei pro meu colega, o aniversariante, se podia levar ela pro quarto dele. Meu amigo falou que não tinha problema, já que os pais dele não estavam.
Nisso, a Alejandra tava bêbada e nem ligava mais pra disfarçar. Levei ela apoiada no meu ombro até o quarto do meu amigo, deitei ela na cama enquanto ela não parava de rir. Fazendo o truque do bêbado, me deixei cair em cima dela, sentindo o perfume dela — o plano tava indo de maravilha. Eu tava com um tesão estranho; ela não tava no controle dos próprios atos, mais dormindo do que acordada. Meu impulso mais imediato foi cheirar a virilha dela. Tinha cheiro de protetor íntimo perfumado, o que eu curti. Não vou enrolar muito na história: puxei a calça dela pra baixo, e a calcinha era preta. Vendo que ela não fazia nada pra impedir, deixei ela nua da cintura pra baixo. Pude ver a buceta peluda dela, linda demais. Literalmente, comi ela enquanto ela reagia com um gemido de prazer. Não demorei muito pra me ajeitar e meter meu pau até o fundo. Ela me abraçou e disse que a gente não tinha falado sobre aquilo, mas não pareceu se importar. Começamos a foder como se já tivéssemos feito aquilo antes. Feito desde sempre, num momento ela me disse pra não gozar dentro dela, mas eu não liguei pra isso. A gente trocou de posição e ela ficou por cima de mim, se mexendo igual uma dançarina árabe, e gozou com um gemido rouco enquanto continuava se movendo.
Eu voltei a ficar por cima dela, levantei as pernas dela e meti fundo de novo, me movendo com fúria.
Lembrei que ela tinha dito pra não gozar dentro, mas foda-se, empurrando com muita força comecei a encher ela com meu cum quente até não sobrar uma gota. Ela não falou nada, mas quando eu saí, disse que nunca mais íamos transar porque eu não respeitei o pedido dela... não importou, aquele foi um puta polvo e pelo visto não deu consequência, mas nunca mais dormi com ela.
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4 comentários - Amiguinha bêbada :) ótimo conto