Olá, tô aqui de novo, com tudo, hahaha. Tô empolgada com essa parada de Poringa, louca pra postar e postar, mas infelizmente ainda não peguei outra transa boa que valha a pena contar. Alguém se anima?... hahaha.
Bom, o que queria contar é que hoje rolou uma parada engraçada quando tava indo na casa de uma amiga. Conheço a Naty faz pouco tempo, então nunca tinha ido na casa dela, ela me deu o endereço um milhão de vezes, mas como sou muito desligada, perdia outro milhão de vezes. A questão é que hoje, depois do trampo, me deu na telha de ir visitar ela. Liguei pra ela e ela passou o endereço, mas como não tinha onde anotar, decorei.
— Umas sete horas tô por aí — falei pra ela.
Fui pegar o busão, e... já falei que sou bem desligada? Esqueci o endereço. Sem problema, pensei, ligo de novo e... quando peguei o celular, já tava descarregado, fiquei sem bateria, e o telefone dela tava salvo na memória! E agora?, me perguntei. Olhei pela janela do busão e não fazia ideia de onde tava. A Naty mora em algum lugar de Ramos, não sei bem onde porque, lógico, ainda não cheguei, mas como ela mesma me instruiu, peguei a linha 1 em Caballito. A parada é que depois de passar pela General Paz, já não sabia onde descer. Não conhecia a área, então resolvi descer. Comecei a andar e a perguntar onde pegar o 1 que vai pra Caballito ou Liniers, pelo menos. Os primeiros que perguntei não faziam ideia. Já tava me arrependendo de não ter perguntado pro motorista por onde voltava. Nisso, vejo um pedreiro rebocando uma parede no fundo de um terreno. Chamo ele, mas parece que não me ouve. Me aproximo e vejo mais três peões. Quando me viram, largaram o que tavam fazendo e me olharam de um jeito que... bom, me deixaram com tesão. Os caras tavam me comendo com os olhos.
— Ei... desculpa, onde posso pegar a linha 1 que vai pra Liniers? — perguntei.
Eles não sabiam, mas no tempo que demoraram pra responder, um deles, um moreno que parecia um Ropero de grande que era, ele se toca sem nenhum disfarce o pacote… já sabem a que pacote me refiro. Mesmo assim, agradeci e dei o fora na tangente. Finalmente descobri numa banca onde podia pegar a porra do ônibus, mas sabem o quê?... fiquei com tesão daqueles peões. Quando sentei, senti que a calcinha tinha ficado molhada, e intuía que se eu me mexesse um pouco no banco, ia acabar gozando no meio do trajeto. Pena que o ônibus tava vazio, pensei, porque senão podia aproveitar pra alguém me encostar, mas nem isso.
Cheguei em casa, cumprimentei minha mãe, minha avó e me tranquei no quarto com a desculpa de conversar com meu namorado, que praticamente não vejo durante a semana. Mas não, nem liguei o computador. Em vez disso, me despi e, de lingerie, me meti na cama, e não pra dormir, exatamente. Fechei os olhos e deixei uma das minhas mãos deslizar entre minhas pernas. Com os dedos, afastei a calcinha e apertei o clitóris, que estava inchado e duro. Imaginei então que, em vez de fugir daquela obra em construção, eu ficava. Os olhares daqueles pedreiros me atraíam irresistivelmente. Eu caminhava sobre os cacos com meus saltos, ansiosa pra entrar naquele inferno. Aquele moreno enorme, que parecia um armário, era quem me recebia. Com uma mão, ele continuava se esfregando no pacote, enquanto com a outra me agarrava com força e me levava pro fundo. Lá, entre a poeira, os sacos de cimento e as ferramentas, eles me cercavam todos, impedindo minha fuga, que eu também não queria. Entre os quatro, começaram a me apalpar, tocando especialmente meus peitos e minha bunda, embora também sentisse uma mão tremenda entre minhas pernas — na verdade, era a minha, que naquele momento começava a me estimular do jeito certo, embora na minha fantasia fosse a mão de um deles. Não sei de qual, a de qualquer um era bem-vinda. Dois tiraram minha blusa e arrancaram meu sutiã, deixando meus peitos à mostra. descoberto. De um lado e do outro começaram a chupar minhas tetas, com força e quase brutalidade, enquanto alguém mais se encarregava de abrir minha calça. Puxaram ela pra baixo de uma vez, por trás agarraram minha bunda, pela frente cheiravam minha buceta, as mãos continuavam me percorrendo, me beliscando, me fazendo sentir aquela aspereza tão típica de homens da laia deles. Então sinto que uma mão se apoia na minha cabeça e começa a empurrar pra baixo, não consigo resistir, caio de joelhos, fico assim de frente pra quatro... sim... quatro! impressionantes pirocas bem veiudas e pulsantes. Começo a chupar uma por uma, passando de pau em pau, comendo elas sem nenhuma resistência, mesmo sendo uns pedaços bem grandes. Chupo, chupo e continuo chupando, como os ovos deles, paro um momento pra tirar uns pelinhos que grudaram na minha língua, depois continuo, mamando com vontade, sem parar, mastigando um e outro, sentindo um caldinho grosso se formando no meu céu da boca, cuspo ele e sigo, não paro, o moreno me agarra a cabeça com as duas mãos e com um empurrão forte me faz engolir até os pelos. Sinto que tô me afogando com toda aquela carne atravessada no meu esôfago. Sinto que tô me afogando, que não consigo respirar, até tenho a sensação de estar ficando roxa, mas ele não tira, continua empurrando ainda mais pra dentro, como se quisesse meter as bolas também... chega no limite, quase até a asfixia, e tira, os outros fazem o mesmo, me fazem engasgar com as respectivas porradas deles, de vez em quando me afasto pra tossir e recuperar o fôlego, mas mal me dão uns segundos pra me recuperar, assim como tô, ainda sufocada, me deitam de costas sobre umas bolas de cimento vazias que montaram como cama, me abrem as pernas e cada um na sua vez começa a me foder, o moreno primeiro, enfiando com insistência, de forma agressiva, como se quisesse me massacrar e não deixar nada pros amigos. Depois seguem os Outros, também agressivos, irritadiços, me pegam com tudo, como se fosse um estupro, mesmo eu estando ali com eles por vontade própria.
Meus dedos afundam ainda mais na minha buceta. Me abro toda pra mim mesma, enquanto imagino que são os paus daqueles peões que me perfuram sem parar, incansavelmente. De quatro, me destroem. Sinto que minhas pernas não aguentam mais, e que meus joelhos estão se machucando por causa das pedras que atravessam os sacos de cimento. Eles me seguram firme, me bombando com uma energia impressionante, metendo pau e mais pau, sem parar, me enchendo toda, até o fundo. Sinto cada estocada como uma martelada, forte e estrondosa, que ecoa na minha cabeça. Me puxam pelos cabelos e me montam como se eu fosse uma puta gostosa, me fazem gozar até morrer, sem me dar um segundo de descanso. Minha bunda também sofre com os ataques dessa horda descontrolada de machos excitados. Me perfuram com força, decididos a arrebentar meu cu.
Enquanto com uma mão continuo explorando minha buceta, com a outra começo a enfiar no meu cu, meto um dedo e depois dois, tentando imaginar as sensações reais daquilo que estou fantasiando.
Na minha fantasia, estou toda arrebentada e destruída, perfurada por todos os meus buracos, a pele impregnada com um cheiro forte de sexo e luxúria.
Agora estou de joelhos de novo, cercada por aquele monte de paus bem duros e pulsantes, os quatro se masturbando enquanto eu espero ansiosa, de boca aberta, segurando meus peitos como se fossem uma bandeja. Posso ouvir seus gemidos, que são os meus próprios, e então... uma porrada de gozo atrás da outra é disparada em mim, enchem minha boca e molham meus peitos com uma deliciosa e salgada pegajosidade. Engulo tudo, não deixo escapar nem uma gota, nada, tudo vai parar no meu paladar, e o que molhou meus peitos, junto e engulo também, saboreando com gostosa avidez. O orgasmo deles é o meu orgasmo. Consigo aproveitar e relaxar, quando uma pancada Interrompe minha fantasia. É minha mãe, batendo na porta do meu quarto.
— Filha, a janta já está na mesa, você vai comer?
— Sim, mãe, vou me despedir do Quique e já vou — respondo, tentando soar o mais normal possível. Tiro os dedos molhados de dentro de mim, levo até a boca e chupo, saboreando como se fosse o esperma daqueles operários. O que aqueles caras perderam, penso. Mas logo me corrijo: O que eu perdi por não ter coragem!
Levanto da cama, me visto e vou pra sala de jantar.
— Filha, vocês não tão fazendo aquelas conversas nojentas, tão? — minha mãe se escandaliza.
— Mas mãe, como é que você pensa uma coisa dessas? — falo, negando a ideia.
Embora, por dentro, eu pense que isso seria o menor dos problemas dela.
Bom, o que queria contar é que hoje rolou uma parada engraçada quando tava indo na casa de uma amiga. Conheço a Naty faz pouco tempo, então nunca tinha ido na casa dela, ela me deu o endereço um milhão de vezes, mas como sou muito desligada, perdia outro milhão de vezes. A questão é que hoje, depois do trampo, me deu na telha de ir visitar ela. Liguei pra ela e ela passou o endereço, mas como não tinha onde anotar, decorei.
— Umas sete horas tô por aí — falei pra ela.
Fui pegar o busão, e... já falei que sou bem desligada? Esqueci o endereço. Sem problema, pensei, ligo de novo e... quando peguei o celular, já tava descarregado, fiquei sem bateria, e o telefone dela tava salvo na memória! E agora?, me perguntei. Olhei pela janela do busão e não fazia ideia de onde tava. A Naty mora em algum lugar de Ramos, não sei bem onde porque, lógico, ainda não cheguei, mas como ela mesma me instruiu, peguei a linha 1 em Caballito. A parada é que depois de passar pela General Paz, já não sabia onde descer. Não conhecia a área, então resolvi descer. Comecei a andar e a perguntar onde pegar o 1 que vai pra Caballito ou Liniers, pelo menos. Os primeiros que perguntei não faziam ideia. Já tava me arrependendo de não ter perguntado pro motorista por onde voltava. Nisso, vejo um pedreiro rebocando uma parede no fundo de um terreno. Chamo ele, mas parece que não me ouve. Me aproximo e vejo mais três peões. Quando me viram, largaram o que tavam fazendo e me olharam de um jeito que... bom, me deixaram com tesão. Os caras tavam me comendo com os olhos.
— Ei... desculpa, onde posso pegar a linha 1 que vai pra Liniers? — perguntei.
Eles não sabiam, mas no tempo que demoraram pra responder, um deles, um moreno que parecia um Ropero de grande que era, ele se toca sem nenhum disfarce o pacote… já sabem a que pacote me refiro. Mesmo assim, agradeci e dei o fora na tangente. Finalmente descobri numa banca onde podia pegar a porra do ônibus, mas sabem o quê?... fiquei com tesão daqueles peões. Quando sentei, senti que a calcinha tinha ficado molhada, e intuía que se eu me mexesse um pouco no banco, ia acabar gozando no meio do trajeto. Pena que o ônibus tava vazio, pensei, porque senão podia aproveitar pra alguém me encostar, mas nem isso.
Cheguei em casa, cumprimentei minha mãe, minha avó e me tranquei no quarto com a desculpa de conversar com meu namorado, que praticamente não vejo durante a semana. Mas não, nem liguei o computador. Em vez disso, me despi e, de lingerie, me meti na cama, e não pra dormir, exatamente. Fechei os olhos e deixei uma das minhas mãos deslizar entre minhas pernas. Com os dedos, afastei a calcinha e apertei o clitóris, que estava inchado e duro. Imaginei então que, em vez de fugir daquela obra em construção, eu ficava. Os olhares daqueles pedreiros me atraíam irresistivelmente. Eu caminhava sobre os cacos com meus saltos, ansiosa pra entrar naquele inferno. Aquele moreno enorme, que parecia um armário, era quem me recebia. Com uma mão, ele continuava se esfregando no pacote, enquanto com a outra me agarrava com força e me levava pro fundo. Lá, entre a poeira, os sacos de cimento e as ferramentas, eles me cercavam todos, impedindo minha fuga, que eu também não queria. Entre os quatro, começaram a me apalpar, tocando especialmente meus peitos e minha bunda, embora também sentisse uma mão tremenda entre minhas pernas — na verdade, era a minha, que naquele momento começava a me estimular do jeito certo, embora na minha fantasia fosse a mão de um deles. Não sei de qual, a de qualquer um era bem-vinda. Dois tiraram minha blusa e arrancaram meu sutiã, deixando meus peitos à mostra. descoberto. De um lado e do outro começaram a chupar minhas tetas, com força e quase brutalidade, enquanto alguém mais se encarregava de abrir minha calça. Puxaram ela pra baixo de uma vez, por trás agarraram minha bunda, pela frente cheiravam minha buceta, as mãos continuavam me percorrendo, me beliscando, me fazendo sentir aquela aspereza tão típica de homens da laia deles. Então sinto que uma mão se apoia na minha cabeça e começa a empurrar pra baixo, não consigo resistir, caio de joelhos, fico assim de frente pra quatro... sim... quatro! impressionantes pirocas bem veiudas e pulsantes. Começo a chupar uma por uma, passando de pau em pau, comendo elas sem nenhuma resistência, mesmo sendo uns pedaços bem grandes. Chupo, chupo e continuo chupando, como os ovos deles, paro um momento pra tirar uns pelinhos que grudaram na minha língua, depois continuo, mamando com vontade, sem parar, mastigando um e outro, sentindo um caldinho grosso se formando no meu céu da boca, cuspo ele e sigo, não paro, o moreno me agarra a cabeça com as duas mãos e com um empurrão forte me faz engolir até os pelos. Sinto que tô me afogando com toda aquela carne atravessada no meu esôfago. Sinto que tô me afogando, que não consigo respirar, até tenho a sensação de estar ficando roxa, mas ele não tira, continua empurrando ainda mais pra dentro, como se quisesse meter as bolas também... chega no limite, quase até a asfixia, e tira, os outros fazem o mesmo, me fazem engasgar com as respectivas porradas deles, de vez em quando me afasto pra tossir e recuperar o fôlego, mas mal me dão uns segundos pra me recuperar, assim como tô, ainda sufocada, me deitam de costas sobre umas bolas de cimento vazias que montaram como cama, me abrem as pernas e cada um na sua vez começa a me foder, o moreno primeiro, enfiando com insistência, de forma agressiva, como se quisesse me massacrar e não deixar nada pros amigos. Depois seguem os Outros, também agressivos, irritadiços, me pegam com tudo, como se fosse um estupro, mesmo eu estando ali com eles por vontade própria.
Meus dedos afundam ainda mais na minha buceta. Me abro toda pra mim mesma, enquanto imagino que são os paus daqueles peões que me perfuram sem parar, incansavelmente. De quatro, me destroem. Sinto que minhas pernas não aguentam mais, e que meus joelhos estão se machucando por causa das pedras que atravessam os sacos de cimento. Eles me seguram firme, me bombando com uma energia impressionante, metendo pau e mais pau, sem parar, me enchendo toda, até o fundo. Sinto cada estocada como uma martelada, forte e estrondosa, que ecoa na minha cabeça. Me puxam pelos cabelos e me montam como se eu fosse uma puta gostosa, me fazem gozar até morrer, sem me dar um segundo de descanso. Minha bunda também sofre com os ataques dessa horda descontrolada de machos excitados. Me perfuram com força, decididos a arrebentar meu cu.
Enquanto com uma mão continuo explorando minha buceta, com a outra começo a enfiar no meu cu, meto um dedo e depois dois, tentando imaginar as sensações reais daquilo que estou fantasiando.
Na minha fantasia, estou toda arrebentada e destruída, perfurada por todos os meus buracos, a pele impregnada com um cheiro forte de sexo e luxúria.
Agora estou de joelhos de novo, cercada por aquele monte de paus bem duros e pulsantes, os quatro se masturbando enquanto eu espero ansiosa, de boca aberta, segurando meus peitos como se fossem uma bandeja. Posso ouvir seus gemidos, que são os meus próprios, e então... uma porrada de gozo atrás da outra é disparada em mim, enchem minha boca e molham meus peitos com uma deliciosa e salgada pegajosidade. Engulo tudo, não deixo escapar nem uma gota, nada, tudo vai parar no meu paladar, e o que molhou meus peitos, junto e engulo também, saboreando com gostosa avidez. O orgasmo deles é o meu orgasmo. Consigo aproveitar e relaxar, quando uma pancada Interrompe minha fantasia. É minha mãe, batendo na porta do meu quarto.
— Filha, a janta já está na mesa, você vai comer?
— Sim, mãe, vou me despedir do Quique e já vou — respondo, tentando soar o mais normal possível. Tiro os dedos molhados de dentro de mim, levo até a boca e chupo, saboreando como se fosse o esperma daqueles operários. O que aqueles caras perderam, penso. Mas logo me corrijo: O que eu perdi por não ter coragem!
Levanto da cama, me visto e vou pra sala de jantar.
— Filha, vocês não tão fazendo aquelas conversas nojentas, tão? — minha mãe se escandaliza.
— Mas mãe, como é que você pensa uma coisa dessas? — falo, negando a ideia.
Embora, por dentro, eu pense que isso seria o menor dos problemas dela.
14 comentários - Fantasia quente
Buen relato sigue asi 🙂
mis puntines de hoy te los dejo...
Te sigo porque quiero más de vos ❤️
Te dejo +10 por todos tus relatos,y te sigo por que me encantas!