Olá, somos a Dulce e o Iron, deixamos aqui nosso primeiro conto, esperamos seus comentários:
Dulce acordou de manhã sabendo que estava a um passo de terminar o ensino médio sem ficar de recuperação em nenhuma matéria, meta que lhe renderia o prêmio prometido 5 anos atrás: uma viagem para percorrer a Europa.
Sua última matéria era Biologia e ela ia fazer a prova com o professor Iron, que não era um dos seus preferidos por causa da exigência extrema dele nas provas e por um episódio que uma amiga tinha contado: o professor tinha aprovado a irmã dela em troca de sexo, foi acusado, mas a escola o defendeu, nunca foi afastado do cargo nem a acusação veio a público.
Ela chegou vestida com o uniforme de sempre, saia azul, camisa e meias brancas. Pelo sobrenome, seria a última a fazer a prova. Uma por uma, as amigas foram passando, a maioria foi aprovada e comentou que ele não estava tão exigente, o que a tranquilizou um pouco.
Eram 11 da manhã quando ela entrou na sala, sentou na primeira carteira e recebeu a prova. Era extremamente difícil e muitos temas nunca tinham sido dados. Enquanto respondia, percebeu o professor olhando fixamente para as pernas dela. Tentou abaixar um pouco mais a saia, que ela costumava encurtar dobrando a cintura, mas isso ia ficar muito na cara, então continuou e entregou rápido. Teve que esperar sentada pela correção.
Quando o professor a chamou, ela viu o 3 vermelho na prova. As pernas tremeram e ela desabou em choro. O professor, vendo aquilo, deixou ela descansar um pouco e fazer outra prova à tarde. Se fosse positiva, passaria; senão, ficaria pra março. Ele se despediu e, piscando o olho, disse pra ela se arrumar um pouquinho mais quando voltasse, um comentário que Dulce não gostou nada.
Ao sair, foi consolada pela amiga, contou o comentário sem noção e ouviu a opinião dela:
"Com a minha irmã foi igual, ele é um tarado. Daquela vez, ela foi sem calcinha por recomendação de outra amiga fazer a prova e se mostrou. Levemente, foi o único jeito que ele aprovou, mas quando ela o acusou, culparam ela por tentar seduzi-lo.
Dulce ficou pensativa, foi pra casa, se deitou toda nervosa, não podia arriscar a reprovar na matéria, embora considerasse aquilo uma depravação, decidiu repetir o método da irmã da amiga, seria seu segredo. Levantou e, na frente do espelho, tirou a calcinha, sentou numa cadeira e testou posições que, sem serem tão óbvias, permitissem ao professor observar sua buceta virgem recém-depilada. Depois, tirou o sutiã e notou como os bicos dos peitos marcavam na camisa. Sem ter certeza do que estava fazendo, pegou suas coisas e voltou pra escola.
Eram 4 da tarde quando foi chamada pra fazer a prova. Antes de entrar, desabotoou o primeiro botão da camisa, deixando ver a parte de cima do peito. Tava sozinha na sala com o professor. Recebeu a folha, sentou na primeira carteira. A prova era mais difícil que a da manhã, seus nervos aumentavam e ela já tava se dando por vencida, então jogou sua última cartada. Se ajeitou na cadeira e abriu as pernas. Sem dúvida, da posição do professor, ele conseguia ver a buceta dela. Pra chamar a atenção, fez barulho com a carteira e notou que ele olhou pra ela, e os olhos dele foram direto pra sua entreperna. Foi um segundo, e o professor continuou mexendo no celular.
A primeira tentativa não tinha funcionado, ela achou. Decidiu tentar de outro jeito. Se aproximou dele com a folha pra perguntar sobre uma questão e se apoiou na mesa, deixando à vista os peitinhos dela. Depois, quando voltou pra carteira, derrubou o lápis no chão e se abaixou de um jeito que o professor pudesse ver a buceta e a bundinha dela por trás.
Achou que já tinha sido suficiente, então, depois de 5 minutos, entregou a prova. O professor corrigiu rapidinho com ela ali e falou que ela tinha reprovado. Dulce na hora começou a chorar ali mesmo, mas o professor continuou com uma... pergunta:
- Você está chorando por causa da prova ou porque vou ter que informar a direção e seus pais sobre sua atitude durante o exame? Não é comum uma aluna se apresentar deixando à mostra suas partes íntimas.
Dulce ficou ainda pior, não entendia por que o professor não tinha aceitado a demonstração dela. Não soube como se explicar, e o professor rapidamente aproximou o celular, mostrando um vídeo que tinha gravado minutos antes, onde cada um dos seus movimentos de sedução aparecia claramente.
Ele se levantou da cadeira, foi até a porta, trancou e, andando pela sala, disse que ela tinha dois problemas: um era a reprovação, o outro era a atitude dela. Por isso, expressou o desejo de buscar uma solução:
- Já que vi que você não tem vergonha de mostrar sua intimidade por uma prova, gostaria que também não tivesse para evitar que esse ato de indisciplina chegue às autoridades. Vou ser direto: para que isso não aconteça, você vai ter que me mostrar muito mais, e agora mesmo. Pode começar se posicionando sobre minha mesa, mostrando como se masturba para mim. Quero que você se penetre com qualquer objeto da sala, faça o mesmo com sua bunda e me avise quando estiver prestes a gozar. Se preferir não fazer, pode ir embora; o vídeo será prova suficiente da sua atitude.
Dulce sabia que o professor tinha tudo a favor dele. Ela mesma tinha se metido nessa enrascada. Sentou-se primeiro sobre a mesa e desabotoou toda a camisa sem tirá-la. Depois, se deitou e levantou a saia até a cintura. Sua buceta estava macia e precisaria de lubrificação. Levou a mão à boca e espalhou a própria saliva sobre suas partes, começou a se acariciar enquanto com a outra mão tocava os peitos. Ao virar a cabeça, percebeu que o professor estava sentado num banco, com o pau totalmente duro, se masturbando. Ele indicou que ela continuasse com o que tinha sido combinado.
Ela passou mais saliva na entreperna e começou a se penetrar com o dedo. Mesmo sem querer, percebeu que começava a ficar excitada e se determinou a terminar logo. O mais rápido possível, ela se masturbava muito mais forte e o professor lembrou ela de se penetrar com outra coisa e o mesmo com a bunda. Ela hesitou e olhou o que tinha à mão, se aproximou da carteira e pegou uma das canetas. Voltou para a escrivaninha e começou a enfiar na buceta dela, rapidamente. Depois, virou e se apoiou, empinando a bunda para fora. Ao tentar enfiar o dedo, sentiu uma dor — nunca tinha se penetrado analmente. Passou saliva e continuou, então decidiu tentar com a caneta. Apesar da dor, conseguiu. Olhou para o professor e perguntou, pedindo a aprovação dele para terminar. O professor se aproximou, ela se assustou ao ver o pau dele tão perto, mas ele tirou a caneta devagar e beijou a bunda dela primeiro, depois a buceta. Ela aguentou, sabendo que já era tarde demais para recusar, só sabia que não deixaria ser penetrada.
Continuou beijando ela por um tempo, até sentir as mãos do professor pegando o cabelo dela e virando-a. Ele a fez ajoelhar e direcionou a cabeça dela para o pau dele. As lágrimas começaram a escorrer pela bochecha dela enquanto ele enfiava o pau na boca dela. Foram 3 ou 4 minutos eternos em que ela sentiu o pau dele entrando e saindo da boca dela, até finalmente sentir ele derramando o leite na boca dela. Ela não conseguiu segurar e derramou no peito dela. Depois, ele subiu a calça e, como se nada tivesse acontecido, disse:
— Não houve ato de sedução, está esquecido. Se veste, pode ir embora e vir fazer a prova em março, ou senta e vamos conversar sobre uma alternativa pra você terminar o ano da melhor forma.
Dulce pensou por um minuto enquanto arrumava a roupa. Já tinha chegado a um limite que nunca imaginou, nada podia ser pior e ela queria passar naquela prova. Olhou pra ele, decidiu sentar na carteira e ali ouviu a proposta dele:
— Muitas garotas só conseguiram passar na matéria com uma prova muito especial, que consiste em testes sexuais. Pra conseguir passar, você tem que ganhar pelo menos 7 pontos. Se fizer menos, não vai passar nessa matéria. Enquanto eu for professor, essa prova vai ser feita nesta mesma sala no sábado à tarde pra garantir que não tenha ninguém por perto. Se você aceitar a proposta, te vejo no sábado com o uniforme. Se não, a gente se vê em outra chamada pra prova.
O professor se levantou e foi embora. Ela terminou de limpar a camisa como pôde e foi pra casa.
No sábado à tarde, mesmo não estando nada convencida, Dulce acordou sabendo que iria pro encontro. Vestiu um conjunto de lingerie, colocou o uniforme e partiu pra escola.
Continua...
Dulce acordou de manhã sabendo que estava a um passo de terminar o ensino médio sem ficar de recuperação em nenhuma matéria, meta que lhe renderia o prêmio prometido 5 anos atrás: uma viagem para percorrer a Europa.
Sua última matéria era Biologia e ela ia fazer a prova com o professor Iron, que não era um dos seus preferidos por causa da exigência extrema dele nas provas e por um episódio que uma amiga tinha contado: o professor tinha aprovado a irmã dela em troca de sexo, foi acusado, mas a escola o defendeu, nunca foi afastado do cargo nem a acusação veio a público.
Ela chegou vestida com o uniforme de sempre, saia azul, camisa e meias brancas. Pelo sobrenome, seria a última a fazer a prova. Uma por uma, as amigas foram passando, a maioria foi aprovada e comentou que ele não estava tão exigente, o que a tranquilizou um pouco.
Eram 11 da manhã quando ela entrou na sala, sentou na primeira carteira e recebeu a prova. Era extremamente difícil e muitos temas nunca tinham sido dados. Enquanto respondia, percebeu o professor olhando fixamente para as pernas dela. Tentou abaixar um pouco mais a saia, que ela costumava encurtar dobrando a cintura, mas isso ia ficar muito na cara, então continuou e entregou rápido. Teve que esperar sentada pela correção.
Quando o professor a chamou, ela viu o 3 vermelho na prova. As pernas tremeram e ela desabou em choro. O professor, vendo aquilo, deixou ela descansar um pouco e fazer outra prova à tarde. Se fosse positiva, passaria; senão, ficaria pra março. Ele se despediu e, piscando o olho, disse pra ela se arrumar um pouquinho mais quando voltasse, um comentário que Dulce não gostou nada.
Ao sair, foi consolada pela amiga, contou o comentário sem noção e ouviu a opinião dela:
"Com a minha irmã foi igual, ele é um tarado. Daquela vez, ela foi sem calcinha por recomendação de outra amiga fazer a prova e se mostrou. Levemente, foi o único jeito que ele aprovou, mas quando ela o acusou, culparam ela por tentar seduzi-lo.
Dulce ficou pensativa, foi pra casa, se deitou toda nervosa, não podia arriscar a reprovar na matéria, embora considerasse aquilo uma depravação, decidiu repetir o método da irmã da amiga, seria seu segredo. Levantou e, na frente do espelho, tirou a calcinha, sentou numa cadeira e testou posições que, sem serem tão óbvias, permitissem ao professor observar sua buceta virgem recém-depilada. Depois, tirou o sutiã e notou como os bicos dos peitos marcavam na camisa. Sem ter certeza do que estava fazendo, pegou suas coisas e voltou pra escola.
Eram 4 da tarde quando foi chamada pra fazer a prova. Antes de entrar, desabotoou o primeiro botão da camisa, deixando ver a parte de cima do peito. Tava sozinha na sala com o professor. Recebeu a folha, sentou na primeira carteira. A prova era mais difícil que a da manhã, seus nervos aumentavam e ela já tava se dando por vencida, então jogou sua última cartada. Se ajeitou na cadeira e abriu as pernas. Sem dúvida, da posição do professor, ele conseguia ver a buceta dela. Pra chamar a atenção, fez barulho com a carteira e notou que ele olhou pra ela, e os olhos dele foram direto pra sua entreperna. Foi um segundo, e o professor continuou mexendo no celular.
A primeira tentativa não tinha funcionado, ela achou. Decidiu tentar de outro jeito. Se aproximou dele com a folha pra perguntar sobre uma questão e se apoiou na mesa, deixando à vista os peitinhos dela. Depois, quando voltou pra carteira, derrubou o lápis no chão e se abaixou de um jeito que o professor pudesse ver a buceta e a bundinha dela por trás.
Achou que já tinha sido suficiente, então, depois de 5 minutos, entregou a prova. O professor corrigiu rapidinho com ela ali e falou que ela tinha reprovado. Dulce na hora começou a chorar ali mesmo, mas o professor continuou com uma... pergunta:
- Você está chorando por causa da prova ou porque vou ter que informar a direção e seus pais sobre sua atitude durante o exame? Não é comum uma aluna se apresentar deixando à mostra suas partes íntimas.
Dulce ficou ainda pior, não entendia por que o professor não tinha aceitado a demonstração dela. Não soube como se explicar, e o professor rapidamente aproximou o celular, mostrando um vídeo que tinha gravado minutos antes, onde cada um dos seus movimentos de sedução aparecia claramente.
Ele se levantou da cadeira, foi até a porta, trancou e, andando pela sala, disse que ela tinha dois problemas: um era a reprovação, o outro era a atitude dela. Por isso, expressou o desejo de buscar uma solução:
- Já que vi que você não tem vergonha de mostrar sua intimidade por uma prova, gostaria que também não tivesse para evitar que esse ato de indisciplina chegue às autoridades. Vou ser direto: para que isso não aconteça, você vai ter que me mostrar muito mais, e agora mesmo. Pode começar se posicionando sobre minha mesa, mostrando como se masturba para mim. Quero que você se penetre com qualquer objeto da sala, faça o mesmo com sua bunda e me avise quando estiver prestes a gozar. Se preferir não fazer, pode ir embora; o vídeo será prova suficiente da sua atitude.
Dulce sabia que o professor tinha tudo a favor dele. Ela mesma tinha se metido nessa enrascada. Sentou-se primeiro sobre a mesa e desabotoou toda a camisa sem tirá-la. Depois, se deitou e levantou a saia até a cintura. Sua buceta estava macia e precisaria de lubrificação. Levou a mão à boca e espalhou a própria saliva sobre suas partes, começou a se acariciar enquanto com a outra mão tocava os peitos. Ao virar a cabeça, percebeu que o professor estava sentado num banco, com o pau totalmente duro, se masturbando. Ele indicou que ela continuasse com o que tinha sido combinado.
Ela passou mais saliva na entreperna e começou a se penetrar com o dedo. Mesmo sem querer, percebeu que começava a ficar excitada e se determinou a terminar logo. O mais rápido possível, ela se masturbava muito mais forte e o professor lembrou ela de se penetrar com outra coisa e o mesmo com a bunda. Ela hesitou e olhou o que tinha à mão, se aproximou da carteira e pegou uma das canetas. Voltou para a escrivaninha e começou a enfiar na buceta dela, rapidamente. Depois, virou e se apoiou, empinando a bunda para fora. Ao tentar enfiar o dedo, sentiu uma dor — nunca tinha se penetrado analmente. Passou saliva e continuou, então decidiu tentar com a caneta. Apesar da dor, conseguiu. Olhou para o professor e perguntou, pedindo a aprovação dele para terminar. O professor se aproximou, ela se assustou ao ver o pau dele tão perto, mas ele tirou a caneta devagar e beijou a bunda dela primeiro, depois a buceta. Ela aguentou, sabendo que já era tarde demais para recusar, só sabia que não deixaria ser penetrada.
Continuou beijando ela por um tempo, até sentir as mãos do professor pegando o cabelo dela e virando-a. Ele a fez ajoelhar e direcionou a cabeça dela para o pau dele. As lágrimas começaram a escorrer pela bochecha dela enquanto ele enfiava o pau na boca dela. Foram 3 ou 4 minutos eternos em que ela sentiu o pau dele entrando e saindo da boca dela, até finalmente sentir ele derramando o leite na boca dela. Ela não conseguiu segurar e derramou no peito dela. Depois, ele subiu a calça e, como se nada tivesse acontecido, disse:
— Não houve ato de sedução, está esquecido. Se veste, pode ir embora e vir fazer a prova em março, ou senta e vamos conversar sobre uma alternativa pra você terminar o ano da melhor forma.
Dulce pensou por um minuto enquanto arrumava a roupa. Já tinha chegado a um limite que nunca imaginou, nada podia ser pior e ela queria passar naquela prova. Olhou pra ele, decidiu sentar na carteira e ali ouviu a proposta dele:
— Muitas garotas só conseguiram passar na matéria com uma prova muito especial, que consiste em testes sexuais. Pra conseguir passar, você tem que ganhar pelo menos 7 pontos. Se fizer menos, não vai passar nessa matéria. Enquanto eu for professor, essa prova vai ser feita nesta mesma sala no sábado à tarde pra garantir que não tenha ninguém por perto. Se você aceitar a proposta, te vejo no sábado com o uniforme. Se não, a gente se vê em outra chamada pra prova.
O professor se levantou e foi embora. Ela terminou de limpar a camisa como pôde e foi pra casa.
No sábado à tarde, mesmo não estando nada convencida, Dulce acordou sabendo que iria pro encontro. Vestiu um conjunto de lingerie, colocou o uniforme e partiu pra escola.
Continua...
8 comentários - Última prova do ensino médio
Las clases de moral, van el otra categoria pibe...
Buenisimo la fantasia de relato...