Depois da minha experiência com aquela mulata chamada Noelia, onde acabei me dando mal, já que ela finalmente terminou o relacionamento comigo (e com o marido) pra ficar com o chefe desse último. Fiquei bem desolado (mas essa situação ia mudar bem rápido).
Nessa situação, comecei a visitar com mais frequência a tia da Noelia (que era uma gostosa do caralho... e viúva!!!), mas na verdade eu fazia isso pra buscar informações sobre o que tava rolando com a sobrinha dela (claro que as histórias que eu ouvia sobre as aventuras da minha ex-amante não eram nada agradáveis), mas fazer o quê, tinha que dar tempo ao tempo.
A mulher em questão vou chamar de "Lúcia". Essa viúva novinha era uns anos mais nova que minha mãe, e mesmo me dobrando a idade, ela vai aparecer nas páginas da minha história como uma das gozadas mais gostosas da minha vida. Era mulata igual à sobrinha, mas com a pele bem mais escura, cabelo preto na altura dos ombros, muito bem cuidado, assim como a pele extremamente brilhante e lisa. Essa negra tinha um corpo de dar inveja: peitos grandes e firmes, mamilos pequenos e escuros, e uma bunda fenomenal... Esses atributos eram os menos importantes nessa mulher. A maior arma dela na hora de ficar com um homem era a experiência pra transar do jeito certo. Era enfermeira e no passado tinha trabalhado como massagista, imaginem só!!!
Um belo dia, Lúcia me liga pra ajudar a consertar a privada (vaso sanitário, como chamam) que tava vazando no banheiro dela. Aceitei ir na esperança de encontrar a Noelia, a sobrinha, que, mesmo não indo mais com tanta frequência na casa da tia, ainda fazia umas visitas de vez em quando. Eram pouco mais de 3 da tarde e eu me apressei pra ajudar.
Quando cheguei e ela abriu a porta, tava vestida com uma saia jeans bem justa e curtinha, e uma blusinha de lycra sem alças nos ombros, que no meu país chamam vulgarmente de "abaixa e mama" (nome bem apropriado, se me perguntam), sem sutiã. que fazia com que seus bicos pontudos ficassem bem marcados. Ela me convidou pra tomar um café antes de começar o trabalho, sentamos numa mesinha pequena na cozinha dela, enquanto eu comentava como tinha me sentido com o término com a sobrinha dela. Ela segurou meu joelho e com um leve aperto disse: "você vai superar... não se preocupa". Terminei meu café e fui colocar a mão na massa, fui pro banheiro com minhas ferramentas, seguido pela Lucia, enquanto continuávamos a conversa... me ajoelhei de costas pra ela, por causa da posição do vaso, e depois de um tempo conversando, ela me disse que eu era um bom rapaz, e que se a sobrinha dela era tão estúpida pra não perceber isso, o problema era dela... e completou: "você não faz ideia das mulheres que suspiram por você". Nesse exato instante, percebi uma sombra atrás de mim enquanto me virava pra perguntar quem eram essas outras "mulheres" que ela falava, e pra minha surpresa, essa sombra era a Lucia, que tinha colocado o pé em cima da caixa de descarga do vaso, a saia levantada até a cintura, sem calcinha, me mostrando a maior buceta que já vi até hoje, e abrindo ela com os dedos da mão direita, enquanto com a outra mão pegava uma das suas tetas gostosas, mexendo no bico como se estivesse procurando uma estação no rádio. Soltei a ferramenta que tinha na mão, quase como um robô hipnotizado por aquela buceta enorme, que parecia que ia me morder, e sem dizer nada, enfiei a língua com paixão. Ela tinha um clitóris enorme (bem, proporcional àquela racha enorme) e com dois dedos ela enfiava e puxava a ponta dele como se fosse um pinto pequeno. Lambi ele e até mordi de leve, enquanto ela gemia como uma loba no cio, abrindo as pernas pra minha língua ir onde nenhuma outra tinha ido. Depois de um bom tempo chupando aquela pussy, me levantei e comecei a chupar os peitos dela, grandes, firmes e naturais, enquanto elas disse: "vou te comer como nunca fizeram com você, gurizinho", enquanto me afastava dela pra assumir o controle. Baixei minha calça e cueca enquanto tirava minha camiseta, ela se ajoelhou e me deu um boquete incrível. Essa mulher era capaz de enfiar meu pau inteiro na boca dela (não sou um dotado enorme, mas vamos lá, tenho um bom pedaço, e bem grosso também), e ela não só enfiava tudo, mas quando chegava na base do tronco, esticava a língua e lambia minhas bolas (até hoje... nunca conheci outra mulher capaz de fazer essa façanha). Eu tava tão desesperado por aquele boquete que procurava um lugar pra me apoiar, porque achei que minhas pernas iam falhar. Por sorte ela parou, porque eu tava quase gozando. Na mesma hora, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela pra continuar a festa. Me jogou na cama, me virou de costas e, enquanto beijava minhas costas, massageava e roçava com as unhas zonas erógenas do meu corpo que nem eu sabia que tinha, até chegar na parte baixa das minhas costas e enfiar a língua experiente dela — primeiro no meu cu, depois naquele ponto entre as pernas que não é nem cu nem bolas. Aquilo foi sublime. Me senti docemente violado por aquela mulher... feliz como um garotinho levado pra terra da "Putaria". Ela era habilidosa, parava de vez em quando pra me beijar, enfiando a língua docemente na minha boca. Ela não queria apressar minha gozada, queria me aproveitar ao máximo... e eu... simplesmente achava que ia morrer de puro prazer. Ela parou por um instante e terminou de tirar a roupa dela. Naquele momento, pude observá-la com calma. Fiquei como enfeitiçado, imóvel olhando pra ela, até que a voz doce dela me trouxe de volta à realidade, dizendo: "agora é sua vez, me fazer muito feliz". Dizendo isso, ela se deitou na cama de pernas bem abertas, esfregando a buceta depiladinha, brilhante e musculosa. Coloquei todo meu esforço e dedicação pra devolver os carinhos que ela tinha me posicionado, coloquei minhas mãos debaixo da bunda dela enquanto apoiava meus cotovelos na cama, ela ajudou a levantar os quadris se apoiando nos pés enquanto eu começava mais uma mamada maratona, que terminou com a primeira gozada dela. nessa altura já tínhamos perdido a sanidade e os dois gemíamos e falávamos coisas sem nos importar de sermos ouvidos. ela olhou nos meus olhos e disse: "sempre desejei essa pica, desde que te via na quadra de basquete, quero que você meta com força agora". enquanto dizia isso, pegava meu sabre na mão e o introduzia na sua buceta molhada (juro, dava pra ver a bunda da buceta dela se dilatando como se estivesse ofegante). eu estava desesperado demais pra ir com calma, comecei com movimentos rápidos e fortes de entrada, ela ajudava mexendo os quadris no mesmo ritmo que o meu, em uníssono, era perfeito. Lúcia tinha a capacidade de contrair os músculos vaginais internos de um jeito que apertava toda a base da minha pica, era quase como uma masturbação, ou como se eu estivesse comendo ela pelo cu. aquilo foi mais do que eu conseguia aguentar, tirei minha pica da buceta dela e o jato foi tão forte que o leite foi parar no rosto e nos peitos dela. ela limpou um pouco com os dedos e levou à boca, dizendo: "que delícia, espero que você tenha mais pra me dar" (desde muito novo sempre fui a favor, em matéria de gozadas, de que qualidade é melhor que quantidade, mas naquele momento eu estava tão excitado que honestamente não custou nenhum esforço pular de novo nessa mulher gostosa). então virei ela e coloquei de quatro (minha posição favorita), investindo de novo contra aquela buceta que deixava escapar seus sucos lubrificantes. meti com força e sem pedir ajuda, ela gemeu de prazer enquanto mexia o corpo seguindo meu ritmo, gozando de um jeito que os sucos escorriam pelas coxas dela, enquanto ela gritava: "!!! me Vim, sua buceta, que transa gostosa!!! Nesse exato momento, e para surpresa de ambos, ela estava parada na porta do quarto, nada mais, nada menos que a putinha da Noelia, a sobrinha dela, que com cara de incredulidade dizia... não acredito... vocês dois, enquanto saía correndo do quarto. Naquele instante tão sublime, minha euforia era tanta que nada mais podia parar minha segunda gozada, que caiu nas costas da Lucia, que se levantou rapidinho, colocou uma toalha em volta do corpo pra tentar alcançar a sobrinha. Eu fui me vestindo de novo e alcancei a Lucia, que não conseguiu parar nem explicar nada pra sobrinha (embora tivesse pouco o que explicar, vendo a tia montada como agulha no meu pau). Depois fiquei sabendo que as duas retomaram a relação (o sangue pesa muito), mas nunca mais foi a mesma coisa. Lucia e eu continuamos nossos encontros sexuais por um tempo, que ficaram mais discretos, mas também mais extravagantes e excitantes. Se algum de vocês, no futuro, tiver interesse em ouvir, escrevo outro post com prazer... embora eu ache mais emocionante falar de novas aventuras.
Nessa situação, comecei a visitar com mais frequência a tia da Noelia (que era uma gostosa do caralho... e viúva!!!), mas na verdade eu fazia isso pra buscar informações sobre o que tava rolando com a sobrinha dela (claro que as histórias que eu ouvia sobre as aventuras da minha ex-amante não eram nada agradáveis), mas fazer o quê, tinha que dar tempo ao tempo.
A mulher em questão vou chamar de "Lúcia". Essa viúva novinha era uns anos mais nova que minha mãe, e mesmo me dobrando a idade, ela vai aparecer nas páginas da minha história como uma das gozadas mais gostosas da minha vida. Era mulata igual à sobrinha, mas com a pele bem mais escura, cabelo preto na altura dos ombros, muito bem cuidado, assim como a pele extremamente brilhante e lisa. Essa negra tinha um corpo de dar inveja: peitos grandes e firmes, mamilos pequenos e escuros, e uma bunda fenomenal... Esses atributos eram os menos importantes nessa mulher. A maior arma dela na hora de ficar com um homem era a experiência pra transar do jeito certo. Era enfermeira e no passado tinha trabalhado como massagista, imaginem só!!!
Um belo dia, Lúcia me liga pra ajudar a consertar a privada (vaso sanitário, como chamam) que tava vazando no banheiro dela. Aceitei ir na esperança de encontrar a Noelia, a sobrinha, que, mesmo não indo mais com tanta frequência na casa da tia, ainda fazia umas visitas de vez em quando. Eram pouco mais de 3 da tarde e eu me apressei pra ajudar.
Quando cheguei e ela abriu a porta, tava vestida com uma saia jeans bem justa e curtinha, e uma blusinha de lycra sem alças nos ombros, que no meu país chamam vulgarmente de "abaixa e mama" (nome bem apropriado, se me perguntam), sem sutiã. que fazia com que seus bicos pontudos ficassem bem marcados. Ela me convidou pra tomar um café antes de começar o trabalho, sentamos numa mesinha pequena na cozinha dela, enquanto eu comentava como tinha me sentido com o término com a sobrinha dela. Ela segurou meu joelho e com um leve aperto disse: "você vai superar... não se preocupa". Terminei meu café e fui colocar a mão na massa, fui pro banheiro com minhas ferramentas, seguido pela Lucia, enquanto continuávamos a conversa... me ajoelhei de costas pra ela, por causa da posição do vaso, e depois de um tempo conversando, ela me disse que eu era um bom rapaz, e que se a sobrinha dela era tão estúpida pra não perceber isso, o problema era dela... e completou: "você não faz ideia das mulheres que suspiram por você". Nesse exato instante, percebi uma sombra atrás de mim enquanto me virava pra perguntar quem eram essas outras "mulheres" que ela falava, e pra minha surpresa, essa sombra era a Lucia, que tinha colocado o pé em cima da caixa de descarga do vaso, a saia levantada até a cintura, sem calcinha, me mostrando a maior buceta que já vi até hoje, e abrindo ela com os dedos da mão direita, enquanto com a outra mão pegava uma das suas tetas gostosas, mexendo no bico como se estivesse procurando uma estação no rádio. Soltei a ferramenta que tinha na mão, quase como um robô hipnotizado por aquela buceta enorme, que parecia que ia me morder, e sem dizer nada, enfiei a língua com paixão. Ela tinha um clitóris enorme (bem, proporcional àquela racha enorme) e com dois dedos ela enfiava e puxava a ponta dele como se fosse um pinto pequeno. Lambi ele e até mordi de leve, enquanto ela gemia como uma loba no cio, abrindo as pernas pra minha língua ir onde nenhuma outra tinha ido. Depois de um bom tempo chupando aquela pussy, me levantei e comecei a chupar os peitos dela, grandes, firmes e naturais, enquanto elas disse: "vou te comer como nunca fizeram com você, gurizinho", enquanto me afastava dela pra assumir o controle. Baixei minha calça e cueca enquanto tirava minha camiseta, ela se ajoelhou e me deu um boquete incrível. Essa mulher era capaz de enfiar meu pau inteiro na boca dela (não sou um dotado enorme, mas vamos lá, tenho um bom pedaço, e bem grosso também), e ela não só enfiava tudo, mas quando chegava na base do tronco, esticava a língua e lambia minhas bolas (até hoje... nunca conheci outra mulher capaz de fazer essa façanha). Eu tava tão desesperado por aquele boquete que procurava um lugar pra me apoiar, porque achei que minhas pernas iam falhar. Por sorte ela parou, porque eu tava quase gozando. Na mesma hora, ela me pegou pela mão e me levou pro quarto dela pra continuar a festa. Me jogou na cama, me virou de costas e, enquanto beijava minhas costas, massageava e roçava com as unhas zonas erógenas do meu corpo que nem eu sabia que tinha, até chegar na parte baixa das minhas costas e enfiar a língua experiente dela — primeiro no meu cu, depois naquele ponto entre as pernas que não é nem cu nem bolas. Aquilo foi sublime. Me senti docemente violado por aquela mulher... feliz como um garotinho levado pra terra da "Putaria". Ela era habilidosa, parava de vez em quando pra me beijar, enfiando a língua docemente na minha boca. Ela não queria apressar minha gozada, queria me aproveitar ao máximo... e eu... simplesmente achava que ia morrer de puro prazer. Ela parou por um instante e terminou de tirar a roupa dela. Naquele momento, pude observá-la com calma. Fiquei como enfeitiçado, imóvel olhando pra ela, até que a voz doce dela me trouxe de volta à realidade, dizendo: "agora é sua vez, me fazer muito feliz". Dizendo isso, ela se deitou na cama de pernas bem abertas, esfregando a buceta depiladinha, brilhante e musculosa. Coloquei todo meu esforço e dedicação pra devolver os carinhos que ela tinha me posicionado, coloquei minhas mãos debaixo da bunda dela enquanto apoiava meus cotovelos na cama, ela ajudou a levantar os quadris se apoiando nos pés enquanto eu começava mais uma mamada maratona, que terminou com a primeira gozada dela. nessa altura já tínhamos perdido a sanidade e os dois gemíamos e falávamos coisas sem nos importar de sermos ouvidos. ela olhou nos meus olhos e disse: "sempre desejei essa pica, desde que te via na quadra de basquete, quero que você meta com força agora". enquanto dizia isso, pegava meu sabre na mão e o introduzia na sua buceta molhada (juro, dava pra ver a bunda da buceta dela se dilatando como se estivesse ofegante). eu estava desesperado demais pra ir com calma, comecei com movimentos rápidos e fortes de entrada, ela ajudava mexendo os quadris no mesmo ritmo que o meu, em uníssono, era perfeito. Lúcia tinha a capacidade de contrair os músculos vaginais internos de um jeito que apertava toda a base da minha pica, era quase como uma masturbação, ou como se eu estivesse comendo ela pelo cu. aquilo foi mais do que eu conseguia aguentar, tirei minha pica da buceta dela e o jato foi tão forte que o leite foi parar no rosto e nos peitos dela. ela limpou um pouco com os dedos e levou à boca, dizendo: "que delícia, espero que você tenha mais pra me dar" (desde muito novo sempre fui a favor, em matéria de gozadas, de que qualidade é melhor que quantidade, mas naquele momento eu estava tão excitado que honestamente não custou nenhum esforço pular de novo nessa mulher gostosa). então virei ela e coloquei de quatro (minha posição favorita), investindo de novo contra aquela buceta que deixava escapar seus sucos lubrificantes. meti com força e sem pedir ajuda, ela gemeu de prazer enquanto mexia o corpo seguindo meu ritmo, gozando de um jeito que os sucos escorriam pelas coxas dela, enquanto ela gritava: "!!! me Vim, sua buceta, que transa gostosa!!! Nesse exato momento, e para surpresa de ambos, ela estava parada na porta do quarto, nada mais, nada menos que a putinha da Noelia, a sobrinha dela, que com cara de incredulidade dizia... não acredito... vocês dois, enquanto saía correndo do quarto. Naquele instante tão sublime, minha euforia era tanta que nada mais podia parar minha segunda gozada, que caiu nas costas da Lucia, que se levantou rapidinho, colocou uma toalha em volta do corpo pra tentar alcançar a sobrinha. Eu fui me vestindo de novo e alcancei a Lucia, que não conseguiu parar nem explicar nada pra sobrinha (embora tivesse pouco o que explicar, vendo a tia montada como agulha no meu pau). Depois fiquei sabendo que as duas retomaram a relação (o sangue pesa muito), mas nunca mais foi a mesma coisa. Lucia e eu continuamos nossos encontros sexuais por um tempo, que ficaram mais discretos, mas também mais extravagantes e excitantes. Se algum de vocês, no futuro, tiver interesse em ouvir, escrevo outro post com prazer... embora eu ache mais emocionante falar de novas aventuras.
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