Lembro que naquela época eu tinha no máximo 21 anos, e pra ser sincero, sempre tive muita sorte pra pegar mina (mesmo não sendo um cara bonito) — sou muito papo reto. Conheci aquela mulher divorciada através da minha irmã mais velha, que era colega de trabalho dela. Na época, eu tava desempregado e minha irmã me recomendou pra pintar o interior da casa dela. A mulher em questão era uma loira gostosa pra caralho, com seus 38 anos, um par de peitos grandes e firmes, uma bunda redonda e um corpo todo malhado na academia. Naquele dia, ela tava usando um shortinho curto que deixava ver as pernas lindas e bem torneadas. A gente sentou, e a primeira impressão que tive dela... era que ela tava morrendo de vontade de dar (tive essa impressão porque ela soltou umas piadas bem pesadas pra alguém que acabou de conhecer). Enfim, botei a mão na massa, e ela, que tava de férias naquela época, ficou em casa supervisionando o andamento do serviço. Era uma casa enorme de dois andares, e fui lá por cinco dias. Durante esse tempo, ela vivia usando roupas bem curtas e provocantes, e continuava com as piadas de duplo sentido. Até que um desses dias, eu não me segurei e falei na cara que tava afim dela e propus diretamente a gente ir pra cama (sempre fui muito cara de pau). A reação dela foi inesperada pra caralho: ela perguntou, toda irritada, se de alguma forma ela tinha dado abertura pra eu pensar que ela precisava de um homem. Saí rápido da surpresa e falei, num tom bem suave, que "não", que ela era só uma mulher solteira e incrivelmente gostosa, e que minha intenção não era ofender ela de jeito nenhum. A conversa morreu ali, e me limitei a terminar o serviço e receber meu dinheiro. Muitos dias depois de terminar o trampo, numa tarde de chuva forte, passei na casa da Luísa (é assim que essa mulher gostosa se chama) e, depois de tocar a campainha, ela abriu a porta com um sorriso lindo. me convidando pra entrar.
Acabava de chegar da praia, me disse, com todo aquele corpo lindo e bronzeado e os famosos shortinhos que deixavam ver a parte de baixo das bundas gostosas dela. Tive uma ereção quase automática que tentei disfarçar o melhor que pude. Ela me convidou pra sentar no bar que dava acesso à cozinha enquanto preparava algo pra comer, me serviu uma bebida, e enquanto a gente falava besteira, a conversa subiu um pouco de tom quando ela me disse que no térreo da casa dela não dava pra fazer nada sem ser visto pela janela da entrada principal. Falei que ia sair um momento pra verificar; levantei e fui até a janela, aproveitando pra trancar a porta. Voltei pra cozinha, peguei ela pela cintura enquanto beijava o pescoço dela, e ela ficava bem tranquila, dizendo: "Moleque, não brinca com fogo que você pode se queimar". Nessa altura, meu pau já tava praticamente saindo da calça. Virei ela e começamos a nos beijar desesperadamente, ela enfiava a língua na minha boca com paixão enquanto eu ia tirando a pouca roupa que ela tinha. Afastei ela do corpo por um momento pra contemplar, meu Deus, que visão! O contorno dos peitos e da racha dela destacava no resto do corpo bronzeado. Quando deslizei a mão pela buceta dela, pude sentir os lábios vaginais raspados e molhados, em contraste com os pelos pubianos mais cheios na parte de cima. Ela abafava os gemidos pra não ser ouvida, então peguei ela nua nos braços e levei até o quarto dela no andar de cima. Foi lá que a ação começou. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela como se minha vida dependesse disso, e ela já se soltava toda na paixão, gemendo de prazer. Desci com a língua até a racha dela, que já escorria os sucos afrodisíacos, e enquanto chupava e sugava o clitóris com gosto, ela sussurrava: "Assim, assim, assim, meu menino, como você chupa bem, quem te ensinou tanta coisa?" Ouvir ela dizer isso só me deixava mais excitado. Aumentando e sem mais delongas, meti logo meu pau que quase estourava de puro prazer. Comecei com movimentos suaves no início, pra poder curtir cada penetrada, mas fui perdendo o controle do corpo e os movimentos ficaram mais fortes, e mais gostosos pra ela. Sem tirar minha vara, pedi que ela me segurasse pelo pescoço enquanto eu me apoiava nos joelhos e a colocava por cima de mim, pra que a buceta quente dela engolisse toda a minha pica. Entre reclamações dela, tirei pra colocar ela de quatro, enquanto metia por trás. Meu desespero era tanto que meu pau saiu do cuzinho dela e foi parar na buceta, e um gemidinho misturado de dor e prazer escapou da boca dela. Tirei rapidinho meu pênis, e ela respondeu: "Não se preocupa, me dá pelo cu também". Sem perder tempo, cuspi no meu pau e ataquei o cuzinho oferecido, enquanto ela esfregava o clitóris com os dedos e gozava pela segunda vez. Eu não aguentava mais segurar o jato de porra e falei com a voz trêmula: "Vou... gozar". Ela respondeu com um movimento rápido, virando-se pra pegar com a boca meu leite quentinho. O jato não demorou, e foi tão forte que a porra escorria da boca dela até cair nos peitos. Fiquei de pé, todo orgulhoso, meu pau todo lambuzado de porra escorrendo nas minhas bolas e nos peitos dela. Já exaustos, deitamos na cama, fumamos um cigarro e conversamos por meia hora pra recuperar as energias... A noite ainda era muito jovem, e a segunda rodada estava prestes a começar, mas esses meus amigos... isso é outra história. 🙎♂️
Acabava de chegar da praia, me disse, com todo aquele corpo lindo e bronzeado e os famosos shortinhos que deixavam ver a parte de baixo das bundas gostosas dela. Tive uma ereção quase automática que tentei disfarçar o melhor que pude. Ela me convidou pra sentar no bar que dava acesso à cozinha enquanto preparava algo pra comer, me serviu uma bebida, e enquanto a gente falava besteira, a conversa subiu um pouco de tom quando ela me disse que no térreo da casa dela não dava pra fazer nada sem ser visto pela janela da entrada principal. Falei que ia sair um momento pra verificar; levantei e fui até a janela, aproveitando pra trancar a porta. Voltei pra cozinha, peguei ela pela cintura enquanto beijava o pescoço dela, e ela ficava bem tranquila, dizendo: "Moleque, não brinca com fogo que você pode se queimar". Nessa altura, meu pau já tava praticamente saindo da calça. Virei ela e começamos a nos beijar desesperadamente, ela enfiava a língua na minha boca com paixão enquanto eu ia tirando a pouca roupa que ela tinha. Afastei ela do corpo por um momento pra contemplar, meu Deus, que visão! O contorno dos peitos e da racha dela destacava no resto do corpo bronzeado. Quando deslizei a mão pela buceta dela, pude sentir os lábios vaginais raspados e molhados, em contraste com os pelos pubianos mais cheios na parte de cima. Ela abafava os gemidos pra não ser ouvida, então peguei ela nua nos braços e levei até o quarto dela no andar de cima. Foi lá que a ação começou. Comecei a chupar os bicos dos peitos dela como se minha vida dependesse disso, e ela já se soltava toda na paixão, gemendo de prazer. Desci com a língua até a racha dela, que já escorria os sucos afrodisíacos, e enquanto chupava e sugava o clitóris com gosto, ela sussurrava: "Assim, assim, assim, meu menino, como você chupa bem, quem te ensinou tanta coisa?" Ouvir ela dizer isso só me deixava mais excitado. Aumentando e sem mais delongas, meti logo meu pau que quase estourava de puro prazer. Comecei com movimentos suaves no início, pra poder curtir cada penetrada, mas fui perdendo o controle do corpo e os movimentos ficaram mais fortes, e mais gostosos pra ela. Sem tirar minha vara, pedi que ela me segurasse pelo pescoço enquanto eu me apoiava nos joelhos e a colocava por cima de mim, pra que a buceta quente dela engolisse toda a minha pica. Entre reclamações dela, tirei pra colocar ela de quatro, enquanto metia por trás. Meu desespero era tanto que meu pau saiu do cuzinho dela e foi parar na buceta, e um gemidinho misturado de dor e prazer escapou da boca dela. Tirei rapidinho meu pênis, e ela respondeu: "Não se preocupa, me dá pelo cu também". Sem perder tempo, cuspi no meu pau e ataquei o cuzinho oferecido, enquanto ela esfregava o clitóris com os dedos e gozava pela segunda vez. Eu não aguentava mais segurar o jato de porra e falei com a voz trêmula: "Vou... gozar". Ela respondeu com um movimento rápido, virando-se pra pegar com a boca meu leite quentinho. O jato não demorou, e foi tão forte que a porra escorria da boca dela até cair nos peitos. Fiquei de pé, todo orgulhoso, meu pau todo lambuzado de porra escorrendo nas minhas bolas e nos peitos dela. Já exaustos, deitamos na cama, fumamos um cigarro e conversamos por meia hora pra recuperar as energias... A noite ainda era muito jovem, e a segunda rodada estava prestes a começar, mas esses meus amigos... isso é outra história. 🙎♂️
1 comentários - Às vezes um "não" é "sim