Obsessão: perturbação do ânimo causada por uma ideia fixa.
Compulsão: inclinação, paixão veemente e contumaz por algo ou alguém.
Oi, me chamo Alejo, não sou escritor nem nada, só um cara que curte histórias de incesto, principalmente de mãe e filho.
Sinto a necessidade de contar minha experiência, meu trauma, minha obsessão-compulsão. Isso aconteceu de verdade, não é invenção.
Um dia, eu quase completando 18 anos e ela com 47, eu tava deitado atrás dela, com a bunda dela bem na frente da minha rola dura, que quando ficava muito tempo ereta doía um pouco. Na minha putaria, eu encostei com força nela, ela deu um pulo e não falou nada, mas na segunda vez ela disse:
— Que que cê tem? — meio brava.
— Mãe, tá doendo aqui embaixo, não sei o que é, tá toda dura e dói.
Aqui preciso explicar: a pele do pau não descia completamente pra mostrar a cabeça, só até a metade, eu tinha o que chamam de fimose. Então me descobri e, pela abertura da calça de pijama, mostrei a rola dura e ereta pela primeira vez pra minha mãe.
— Olha como tá, viu? A pele não desce toda, aí dói. — Minha mãe então falou:
— Tapa isso, hoje mesmo te levo no médico.
Ela me levou, o médico me examinou e disse que era pra tentar puxar a pele sem forçar, com um creme, por um tempo, e se não desse resultado, teria que operar, coisa que minha mãe não gostou nem um pouco. Quando voltamos, depois de comprar o creme, naquela mesma noite ela disse:
— Deixa eu ver.
Eu tirei a rola pela abertura da calça, aí ela falou com um meio sorriso:
— Vai, filho, não precisa ter vergonha, já te conheço desde pequeno.
E baixou minha calça, pegando o pau mole entre as mãos. Eu morria de vergonha. Ela começou a passar o creme e puxar a pele, custava porque o pau todo dobrava. Assim, toda noite.
Até que comecei a me acostumar com ela vendo, e meu pau começou a endurecer um pouco no começo. depois ela ficou dura que nem um cacete, naquele dia ela ficou meio sem graça, mas continuou, eu comecei a gostar, ela passava a mão suave na minha pele de cima pra baixo enquanto eu comecei a mexer os quadris pra cima e juntar as pernas, deixando elas duras igual quando eu me masturbava
— Hummm… — eu dizia —
— Tá doendo?
— Não, mãe, só que tô sentindo uma sensação estranha —
Nem terminei de falar aquilo e soltei um jato de porra, o primeiro foi no pescoço da minha mãe, o segundo no meio dos peitos, aí ela colocou a mão, lambuzou tudo, e outra parte escorreu entre minhas pernas
— Ai!! —
Ela disse dando uns gritinhos baixos conforme os jatos saíam
— Ai, ai — ela dizia —
— Bom, isso tinha que acontecer, acho que exagerei no tempo que te fiz a massagem — ela falou.
Limpando a mão, o pescoço e o decote com um pano que tinha do lado pra se limpar, depois me limpou sem me olhar, meio envergonhada, só comentou
— Mas tudo isso é pro teu bem, entende?
— Sim, mãe — eu dizia —
Notei que ela ficou nervosa e se deitou na cama do meu lado, meio agitada, era claro que o tratamento que ela tava me aplicando tava deixando ela com tesão.
Na noite seguinte ela vestiu a camisola de verão bem decotada, tava muito calor, eu via os peitos dela balançando, então quando ela baixou minha cueca eu já tava bem duro
— Parece que você tá gostando disso — ela me disse.
Eu só balancei a cabeça que sim, e ela começou com os exercícios que, por sinal, estavam dando muito resultado, porque a pele do pau já retraía toda. Naquela noite a gente passou outra barreira, porque quando eu tava de olhos fechados curtindo as carícias dela, ela já pegava meu pau bem na base, apertando, e subia e descia a pele cobrindo e descobrindo a cabeça, era uma masturbação de verdade, mais que uma massagem terapêutica. Senti algo diferente e, quando abri os olhos, vi que minha mãe tava chupando meu pau, gemendo baixinho, não me olhava, eu só consegui acariciar o cabelo dela. De De repente note que gozei, mamãe não parou de chupar, só gemia mais forte recebendo todo o gozo na boca dela
—Mmmm… mamãe— eu dizia
Depois ela se afastou e cuspiu o gozo no pano que tinha pra se limpar, se deitou na cama toda gostosa, respirava ofegante, se cobriu com os lençóis e mexia as pernas.
Eu me enchendo de coragem comecei a acariciar ela com a mão direita na barriga dela, bem colado nela, levantei a camisola e comecei a acariciar os pelos da buceta dela, ela não dizia nada, me animei mais e fui tateando até sentir que tinha chegado nos lábios dela, eles estavam bem lubrificados, então comecei a acariciar subindo e descendo a mão, enfiando também o dedo maior na buceta dela.
Senti depois que ela pegou na minha mão e fez eu acariciar o clitóris dela, aí vi gozar minha mãe pela primeira vez, ela teve uns tremores no corpo, a cara dela com os olhos semicerrados apertando e mostrando os dentes
—Aí… Alejito… pelo amor de Deus, foi divino—
Assim passamos vários dias em que à noite repetíamos o ritual, ela me chupava e eu masturbava ela por baixo dos lençóis. Depois passamos pra outra fase, nessa altura eu tava como que febricitante, só pensava no sexo que a gente tinha, cada vez queria mais minha mãe, tava obcecado.
Uma noite, fazia umas semanas que já tinha me curado do meu problema, decidi dar um passo a mais, depois que gozei na boca dela falei
—Mamãe… quero ver… aí embaixo—
Ela me olhou meio na dúvida e depois se deitou na cama e abriu as pernas, na hora me coloquei entre elas, não sabia bem o que fazer, ela me olhou e fez um gesto que até hoje me deixa excitado. Passou a mão com força várias vezes na buceta enquanto separava os lábios maiores com os dedos e da boca dela escutei
—Ssss—
Eu comecei a acariciar ela e ela a gemer. Num momento, quando já tinha me recuperado e comecei a ficar duro de novo, falei
—Mamãe… quero meter a pica—
Ela me olhou uma vez, pegou na minha mão e fez eu deitar sobre ela Ela, senti a pica enroscada nos pelos, depois a mão dela pegando em mim, me guiando, e enfiei de uma vez. Ela começou a rebolar a cintura e eu a meter e tirar instintivamente, a gente não se olhava na cara, ela respirava ofegante debaixo de mim e me segurava pelos quadris. Percebi que ela começou a se mexer mais rápido, pressentindo que ia gozar, como eu tinha visto muitas vezes quando a masturbava, e foi o que aconteceu também, eu soltando todo o meu gozo na buceta da minha mãe pela primeira vez. Naquele momento não me dei muita conta do que tinha acabado de acontecer, mas curti, e até hoje me lembro, o dia em que comi minha mãe. A frase me excita, por isso escrevo, acho que justamente o fato de ser minha mãe é o que me deixava mais tesudo — Ah! Deus, que prazer. Assim, nem sei em que momento dormi. Na manhã seguinte, acordei com o choro angustiado da minha mãe, virei-me para ela perguntando o que tinha. — Me perdoa, filho… não sei o que aconteceu, mas o que a gente fez foi errado, melhor ninguém saber… ninguém, entendeu? Se seu pai descobrir, ele nos mata — E continuou com o discurso, realmente, estava muito mortificada. Eu, enquanto isso, olhava o decote dela com um peito meio pra fora, o rosto choroso, o cabelo bagunçado, e comecei a ficar de pau duro. — Entendeu, filho? — Quero meter de novo em você — respondi. Descobri ela, comecei a levantar a camisola, enfiei a mão na buceta dela, que a essa altura já estava bem molhada. — Não entendeu nada, filho… para, por favor, a gente não pode fazer isso — Abri as pernas dela e me posicionei entre elas, imediatamente fui invadido pelo cheiro da buceta dela. Pude vê-la em todo o seu esplendor, já que era dia e a claridade entrava pela janela, com muito pelo preto encaracolado que passava da virilha, dava pra ver a racha rosada entreaberta no meio do pelo. Enfiei a cara na buceta dela, lambi os pelos, a racha, senti um gosto salgado, chupei o clitóris dela, o lugar onde eu fazia ela tocar quando a masturbava, ela Choramingava
—Não… não… por favor, filho, não faz isso—
Ela se revirava com as pernas bem abertas, os joelhos dobrados na cama, segurando minha cabeça como se fosse me afastar, coisa que eu fiz, me deitando sobre ela e enfiando de novo, dessa vez sem ajuda até o fundo, metia e tirava a pica naquela buceta deliciosa. Ela chorava, ficava passiva, só uma leve resistência com as mãos no meu peito, repetia
—Alejitinho… Deus, você não entendeu nada do que eu te falei… para, por favor—mmmhhh, mmmhh, haaa… filho, por favor—
Eu enfiava até o fundo e tirava, a gente não se olhava, ela com o rosto virado de lado, eu lambia o pescoço dela, que era o que tava ao alcance,
—Mamãe… mamãe…— eu repetia, de repente ela me diz,
—Me olha, me olha… me olha, eu tô falando—
Eu olhei nos olhos dela, como ela pediu
—Quero que você veja o que tá fazendo, você tá comendo sua mãe, sabia…—
Enquanto começou a mexer os quadris em círculo, gemendo, colocou uma mão no meu peito me afastando um pouco
—Olha… como você enfia, como você come sua mãe—
Eu via minha pica mergulhando na buceta, os pelos dela e os meus molhados. O cheiro da buceta dela, o barulho da pica entrando e saindo, que quadro, ela com as pernas e as coxas abertas, os pés apoiados na cama
—Continua, filhinho… come a mamãe, como eu gosto, que Deus me perdoe—
Depois ela dobrou as coxas, apoiando os calcanhares nos meus rins, de repente tirou a camisola como pôde, aí eu vi ela completamente nua, ao ver os peitos dela comecei a chupar com força, primeiro um, depois o outro, que prazer, pelo amor de Deus, senti que ela tava chegando no orgasmo, naquela hora beijei ela na boca, coisa que nunca tinha feito, um beijo de língua, um no outro, metíamos a língua, sentia que a gente tava comendo a saliva um do outro
—Continua… filhinho, como você me come, por Deus, que prazer… mmmmmhhh, come a sua mamãe, enche a buceta de leite—
—Siim… mamãe, enfio tudo… assim… assim—
Ela ondulava os quadris e eu metia e tirava, parava um só pra não gozar rápido e depois recomeçava de novo, enfiava até o fundo, ela se abria toda pra me receber, me olhava com os olhos semicerrados, a boca entreaberta, sentia o hálito dela no meu rosto
—Assim… assim, filhinho—
De repente, soltei a porra lá no fundo da buceta, continuei me mexendo até ela gozar também, gemendo e tremendo, balançando a bunda pra cima e pra baixo, fiquei abraçado nela, dava beijinhos na boca dela e me afastei, olhando pra baixo vi que escorria porra entre os lábios e descia pelo meio do cu, ela pegou o pano e limpou a buceta.
Depois disso, minha mãe começou a me tratar com frieza, sem dar abertura pra nada relacionado ao que a gente tinha vivido. De quebra, meu pai voltou pra casa e ficou um tempão, e eu, enquanto aliviava o tesão na punheta, pegava as calcinhas dela e deixava cheias de porra na parte da virilha pra ela perceber, mas ela não dava bola.
Um dia, meu pai saiu de manhã e minha mãe me encontrou na cama, falava comigo e eu não respondia, ela sentou na beirada e disse:
—O que foi com você…— eu não respondia, ela insistia e eu nada, até que falei:
—Você não me ama mais—
—O quê? Ela disse—
—Isso, você não me ama—
—Mas filho, como não vou te amar…—
Interrompi e falei na lata:
—Então por que não quer mais foder comigo?—
Ela ficou chocada, nunca tinha falado assim com ela
—É que… não podemos, somos mãe e filho, isso é pecado mortal, se alguém descobre…
—Sim, mas você gostou pra caralho—falei com raiva.
Ela hesitou, com lágrimas nos olhos, até que disse: —Tá bom, se apressa que seu pai já vem—, levantou, arregaçou a saia na cintura, tirou a calcinha pelos tornozelos, ficou só de meias e cinta-liga, e se deitou na cama do lado, abriu as pernas e começou a passar a mão na buceta, separando os lábios pra eu ver lá dentro, adivinhou que aquele gesto me recalentava
- Ssss… - ela dizia
Pulei desesperado, tirei a cueca já com o pau bem duro, mergulhei a cara na buceta e comecei a chupar ela, lambia os lábios, depois o clitóris, senti o cheiro dela, meio ácido, de frutos do mar frescos. Ela começou a se contorcer e gemer
- Anda logo que seu pai já vem - ela dizia
Deitei sobre ela, entre as pernas dela, e meti até o fundo, ela gemeu de gosto
- Siim… filho, mete em mim, come a mamãe -
- Mamãe, mamãe… como eu meto o pau na sua buceta -
Eu dizia, começando o vai e vem, ela levantou as pernas, abrindo bem as coxas pra eu poder meter até o fundo.
- Dá o pau pra mamãe, como eu gosto… me dá todo o leite, meu amor -
Ela soltou a blusa e tirou os peitos por cima do sutiã, me oferecia pra eu chupar, eu esfregava o rosto e mergulhava naqueles peitos que um dia me alimentaram e agora me davam outro prazer, o sexual, e era minha própria mãe que me dava isso, enquanto eu continuava metendo e tirando o pau da buceta molhada da minha mãe, ouvia o barulho da carne batendo na dela
- Mamãe, mamãe, como eu gosto de meter em você… assim na sua buceta -
- Eu também gosto -
Ela dizia, agora deixa que eu te como, ela falou e me empurrou pra nos separar, me empurrou na minha cama e montou em cima de mim, enfiando meu pau de novo na buceta, cavalgava em cima de mim, eu agarrava os peitos dela, balançando, e chupava primeiro o direito, depois o esquerdo, minhas mãos na bunda dela levantavam e metiam de novo, de repente senti o leite vindo pra ponta do pau e comecei a soltar tudo que tinha, minha mãe quando sentiu que eu gozava começou um vai e vem frenético pra gozar comigo, mas não conseguiu de todo
Senti que ela tinha ficado no meio do caminho, então virei ela, joguei de costas na cama e comecei a chupar ela, focando no clitóris
- Siim… assim, filhinho… assim me faz gozar com seu língua... siiiim... ai, to gozando, Mm... sim... sim... Deus, que prazer você me dá... que Deus me perdoe por invocar o nome dele nessa hora-
Aí ela se levantou, pegou a roupa, enfiou a calcinha amassada entre as pernas pra não sujar o chão de porra e saiu correndo pro banheiro enquanto eu via a bunda dela tremendo a cada passo e pensei: essa buceta tem que ser minha.
Continua...
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 😀 🙎♂️ 🙎♂️
Compulsão: inclinação, paixão veemente e contumaz por algo ou alguém.
Oi, me chamo Alejo, não sou escritor nem nada, só um cara que curte histórias de incesto, principalmente de mãe e filho.
Sinto a necessidade de contar minha experiência, meu trauma, minha obsessão-compulsão. Isso aconteceu de verdade, não é invenção.
Um dia, eu quase completando 18 anos e ela com 47, eu tava deitado atrás dela, com a bunda dela bem na frente da minha rola dura, que quando ficava muito tempo ereta doía um pouco. Na minha putaria, eu encostei com força nela, ela deu um pulo e não falou nada, mas na segunda vez ela disse:
— Que que cê tem? — meio brava.
— Mãe, tá doendo aqui embaixo, não sei o que é, tá toda dura e dói.
Aqui preciso explicar: a pele do pau não descia completamente pra mostrar a cabeça, só até a metade, eu tinha o que chamam de fimose. Então me descobri e, pela abertura da calça de pijama, mostrei a rola dura e ereta pela primeira vez pra minha mãe.
— Olha como tá, viu? A pele não desce toda, aí dói. — Minha mãe então falou:
— Tapa isso, hoje mesmo te levo no médico.
Ela me levou, o médico me examinou e disse que era pra tentar puxar a pele sem forçar, com um creme, por um tempo, e se não desse resultado, teria que operar, coisa que minha mãe não gostou nem um pouco. Quando voltamos, depois de comprar o creme, naquela mesma noite ela disse:
— Deixa eu ver.
Eu tirei a rola pela abertura da calça, aí ela falou com um meio sorriso:
— Vai, filho, não precisa ter vergonha, já te conheço desde pequeno.
E baixou minha calça, pegando o pau mole entre as mãos. Eu morria de vergonha. Ela começou a passar o creme e puxar a pele, custava porque o pau todo dobrava. Assim, toda noite.
Até que comecei a me acostumar com ela vendo, e meu pau começou a endurecer um pouco no começo. depois ela ficou dura que nem um cacete, naquele dia ela ficou meio sem graça, mas continuou, eu comecei a gostar, ela passava a mão suave na minha pele de cima pra baixo enquanto eu comecei a mexer os quadris pra cima e juntar as pernas, deixando elas duras igual quando eu me masturbava
— Hummm… — eu dizia —
— Tá doendo?
— Não, mãe, só que tô sentindo uma sensação estranha —
Nem terminei de falar aquilo e soltei um jato de porra, o primeiro foi no pescoço da minha mãe, o segundo no meio dos peitos, aí ela colocou a mão, lambuzou tudo, e outra parte escorreu entre minhas pernas
— Ai!! —
Ela disse dando uns gritinhos baixos conforme os jatos saíam
— Ai, ai — ela dizia —
— Bom, isso tinha que acontecer, acho que exagerei no tempo que te fiz a massagem — ela falou.
Limpando a mão, o pescoço e o decote com um pano que tinha do lado pra se limpar, depois me limpou sem me olhar, meio envergonhada, só comentou
— Mas tudo isso é pro teu bem, entende?
— Sim, mãe — eu dizia —
Notei que ela ficou nervosa e se deitou na cama do meu lado, meio agitada, era claro que o tratamento que ela tava me aplicando tava deixando ela com tesão.
Na noite seguinte ela vestiu a camisola de verão bem decotada, tava muito calor, eu via os peitos dela balançando, então quando ela baixou minha cueca eu já tava bem duro
— Parece que você tá gostando disso — ela me disse.
Eu só balancei a cabeça que sim, e ela começou com os exercícios que, por sinal, estavam dando muito resultado, porque a pele do pau já retraía toda. Naquela noite a gente passou outra barreira, porque quando eu tava de olhos fechados curtindo as carícias dela, ela já pegava meu pau bem na base, apertando, e subia e descia a pele cobrindo e descobrindo a cabeça, era uma masturbação de verdade, mais que uma massagem terapêutica. Senti algo diferente e, quando abri os olhos, vi que minha mãe tava chupando meu pau, gemendo baixinho, não me olhava, eu só consegui acariciar o cabelo dela. De De repente note que gozei, mamãe não parou de chupar, só gemia mais forte recebendo todo o gozo na boca dela
—Mmmm… mamãe— eu dizia
Depois ela se afastou e cuspiu o gozo no pano que tinha pra se limpar, se deitou na cama toda gostosa, respirava ofegante, se cobriu com os lençóis e mexia as pernas.
Eu me enchendo de coragem comecei a acariciar ela com a mão direita na barriga dela, bem colado nela, levantei a camisola e comecei a acariciar os pelos da buceta dela, ela não dizia nada, me animei mais e fui tateando até sentir que tinha chegado nos lábios dela, eles estavam bem lubrificados, então comecei a acariciar subindo e descendo a mão, enfiando também o dedo maior na buceta dela.
Senti depois que ela pegou na minha mão e fez eu acariciar o clitóris dela, aí vi gozar minha mãe pela primeira vez, ela teve uns tremores no corpo, a cara dela com os olhos semicerrados apertando e mostrando os dentes
—Aí… Alejito… pelo amor de Deus, foi divino—
Assim passamos vários dias em que à noite repetíamos o ritual, ela me chupava e eu masturbava ela por baixo dos lençóis. Depois passamos pra outra fase, nessa altura eu tava como que febricitante, só pensava no sexo que a gente tinha, cada vez queria mais minha mãe, tava obcecado.
Uma noite, fazia umas semanas que já tinha me curado do meu problema, decidi dar um passo a mais, depois que gozei na boca dela falei
—Mamãe… quero ver… aí embaixo—
Ela me olhou meio na dúvida e depois se deitou na cama e abriu as pernas, na hora me coloquei entre elas, não sabia bem o que fazer, ela me olhou e fez um gesto que até hoje me deixa excitado. Passou a mão com força várias vezes na buceta enquanto separava os lábios maiores com os dedos e da boca dela escutei
—Ssss—
Eu comecei a acariciar ela e ela a gemer. Num momento, quando já tinha me recuperado e comecei a ficar duro de novo, falei
—Mamãe… quero meter a pica—
Ela me olhou uma vez, pegou na minha mão e fez eu deitar sobre ela Ela, senti a pica enroscada nos pelos, depois a mão dela pegando em mim, me guiando, e enfiei de uma vez. Ela começou a rebolar a cintura e eu a meter e tirar instintivamente, a gente não se olhava na cara, ela respirava ofegante debaixo de mim e me segurava pelos quadris. Percebi que ela começou a se mexer mais rápido, pressentindo que ia gozar, como eu tinha visto muitas vezes quando a masturbava, e foi o que aconteceu também, eu soltando todo o meu gozo na buceta da minha mãe pela primeira vez. Naquele momento não me dei muita conta do que tinha acabado de acontecer, mas curti, e até hoje me lembro, o dia em que comi minha mãe. A frase me excita, por isso escrevo, acho que justamente o fato de ser minha mãe é o que me deixava mais tesudo — Ah! Deus, que prazer. Assim, nem sei em que momento dormi. Na manhã seguinte, acordei com o choro angustiado da minha mãe, virei-me para ela perguntando o que tinha. — Me perdoa, filho… não sei o que aconteceu, mas o que a gente fez foi errado, melhor ninguém saber… ninguém, entendeu? Se seu pai descobrir, ele nos mata — E continuou com o discurso, realmente, estava muito mortificada. Eu, enquanto isso, olhava o decote dela com um peito meio pra fora, o rosto choroso, o cabelo bagunçado, e comecei a ficar de pau duro. — Entendeu, filho? — Quero meter de novo em você — respondi. Descobri ela, comecei a levantar a camisola, enfiei a mão na buceta dela, que a essa altura já estava bem molhada. — Não entendeu nada, filho… para, por favor, a gente não pode fazer isso — Abri as pernas dela e me posicionei entre elas, imediatamente fui invadido pelo cheiro da buceta dela. Pude vê-la em todo o seu esplendor, já que era dia e a claridade entrava pela janela, com muito pelo preto encaracolado que passava da virilha, dava pra ver a racha rosada entreaberta no meio do pelo. Enfiei a cara na buceta dela, lambi os pelos, a racha, senti um gosto salgado, chupei o clitóris dela, o lugar onde eu fazia ela tocar quando a masturbava, ela Choramingava
—Não… não… por favor, filho, não faz isso—
Ela se revirava com as pernas bem abertas, os joelhos dobrados na cama, segurando minha cabeça como se fosse me afastar, coisa que eu fiz, me deitando sobre ela e enfiando de novo, dessa vez sem ajuda até o fundo, metia e tirava a pica naquela buceta deliciosa. Ela chorava, ficava passiva, só uma leve resistência com as mãos no meu peito, repetia
—Alejitinho… Deus, você não entendeu nada do que eu te falei… para, por favor—mmmhhh, mmmhh, haaa… filho, por favor—
Eu enfiava até o fundo e tirava, a gente não se olhava, ela com o rosto virado de lado, eu lambia o pescoço dela, que era o que tava ao alcance,
—Mamãe… mamãe…— eu repetia, de repente ela me diz,
—Me olha, me olha… me olha, eu tô falando—
Eu olhei nos olhos dela, como ela pediu
—Quero que você veja o que tá fazendo, você tá comendo sua mãe, sabia…—
Enquanto começou a mexer os quadris em círculo, gemendo, colocou uma mão no meu peito me afastando um pouco
—Olha… como você enfia, como você come sua mãe—
Eu via minha pica mergulhando na buceta, os pelos dela e os meus molhados. O cheiro da buceta dela, o barulho da pica entrando e saindo, que quadro, ela com as pernas e as coxas abertas, os pés apoiados na cama
—Continua, filhinho… come a mamãe, como eu gosto, que Deus me perdoe—
Depois ela dobrou as coxas, apoiando os calcanhares nos meus rins, de repente tirou a camisola como pôde, aí eu vi ela completamente nua, ao ver os peitos dela comecei a chupar com força, primeiro um, depois o outro, que prazer, pelo amor de Deus, senti que ela tava chegando no orgasmo, naquela hora beijei ela na boca, coisa que nunca tinha feito, um beijo de língua, um no outro, metíamos a língua, sentia que a gente tava comendo a saliva um do outro
—Continua… filhinho, como você me come, por Deus, que prazer… mmmmmhhh, come a sua mamãe, enche a buceta de leite—
—Siim… mamãe, enfio tudo… assim… assim—
Ela ondulava os quadris e eu metia e tirava, parava um só pra não gozar rápido e depois recomeçava de novo, enfiava até o fundo, ela se abria toda pra me receber, me olhava com os olhos semicerrados, a boca entreaberta, sentia o hálito dela no meu rosto
—Assim… assim, filhinho—
De repente, soltei a porra lá no fundo da buceta, continuei me mexendo até ela gozar também, gemendo e tremendo, balançando a bunda pra cima e pra baixo, fiquei abraçado nela, dava beijinhos na boca dela e me afastei, olhando pra baixo vi que escorria porra entre os lábios e descia pelo meio do cu, ela pegou o pano e limpou a buceta.
Depois disso, minha mãe começou a me tratar com frieza, sem dar abertura pra nada relacionado ao que a gente tinha vivido. De quebra, meu pai voltou pra casa e ficou um tempão, e eu, enquanto aliviava o tesão na punheta, pegava as calcinhas dela e deixava cheias de porra na parte da virilha pra ela perceber, mas ela não dava bola.
Um dia, meu pai saiu de manhã e minha mãe me encontrou na cama, falava comigo e eu não respondia, ela sentou na beirada e disse:
—O que foi com você…— eu não respondia, ela insistia e eu nada, até que falei:
—Você não me ama mais—
—O quê? Ela disse—
—Isso, você não me ama—
—Mas filho, como não vou te amar…—
Interrompi e falei na lata:
—Então por que não quer mais foder comigo?—
Ela ficou chocada, nunca tinha falado assim com ela
—É que… não podemos, somos mãe e filho, isso é pecado mortal, se alguém descobre…
—Sim, mas você gostou pra caralho—falei com raiva.
Ela hesitou, com lágrimas nos olhos, até que disse: —Tá bom, se apressa que seu pai já vem—, levantou, arregaçou a saia na cintura, tirou a calcinha pelos tornozelos, ficou só de meias e cinta-liga, e se deitou na cama do lado, abriu as pernas e começou a passar a mão na buceta, separando os lábios pra eu ver lá dentro, adivinhou que aquele gesto me recalentava
- Ssss… - ela dizia
Pulei desesperado, tirei a cueca já com o pau bem duro, mergulhei a cara na buceta e comecei a chupar ela, lambia os lábios, depois o clitóris, senti o cheiro dela, meio ácido, de frutos do mar frescos. Ela começou a se contorcer e gemer
- Anda logo que seu pai já vem - ela dizia
Deitei sobre ela, entre as pernas dela, e meti até o fundo, ela gemeu de gosto
- Siim… filho, mete em mim, come a mamãe -
- Mamãe, mamãe… como eu meto o pau na sua buceta -
Eu dizia, começando o vai e vem, ela levantou as pernas, abrindo bem as coxas pra eu poder meter até o fundo.
- Dá o pau pra mamãe, como eu gosto… me dá todo o leite, meu amor -
Ela soltou a blusa e tirou os peitos por cima do sutiã, me oferecia pra eu chupar, eu esfregava o rosto e mergulhava naqueles peitos que um dia me alimentaram e agora me davam outro prazer, o sexual, e era minha própria mãe que me dava isso, enquanto eu continuava metendo e tirando o pau da buceta molhada da minha mãe, ouvia o barulho da carne batendo na dela
- Mamãe, mamãe, como eu gosto de meter em você… assim na sua buceta -
- Eu também gosto -
Ela dizia, agora deixa que eu te como, ela falou e me empurrou pra nos separar, me empurrou na minha cama e montou em cima de mim, enfiando meu pau de novo na buceta, cavalgava em cima de mim, eu agarrava os peitos dela, balançando, e chupava primeiro o direito, depois o esquerdo, minhas mãos na bunda dela levantavam e metiam de novo, de repente senti o leite vindo pra ponta do pau e comecei a soltar tudo que tinha, minha mãe quando sentiu que eu gozava começou um vai e vem frenético pra gozar comigo, mas não conseguiu de todo
Senti que ela tinha ficado no meio do caminho, então virei ela, joguei de costas na cama e comecei a chupar ela, focando no clitóris
- Siim… assim, filhinho… assim me faz gozar com seu língua... siiiim... ai, to gozando, Mm... sim... sim... Deus, que prazer você me dá... que Deus me perdoe por invocar o nome dele nessa hora-
Aí ela se levantou, pegou a roupa, enfiou a calcinha amassada entre as pernas pra não sujar o chão de porra e saiu correndo pro banheiro enquanto eu via a bunda dela tremendo a cada passo e pensei: essa buceta tem que ser minha.
Continua...
🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 😀 🙎♂️ 🙎♂️
15 comentários - Mi madre mi obsesión,compulsión
te felicito 😳 😉
http://relatos.marqueze.net/mi-madre-mi-obsesioncompulsion/
abeer ke dia mas
WTF???!!
bien dicho
Soy facundo18argentina@hotmail.com casado 45 años muy morboso y caliente alguien así? Abrazos los espero...
... Skype