Sonâmbula 2Final
Uma coisa que eu não esperava era que meus pais percebessem minha mudança repentina de atitude com minha irmã. E é que devo admitir que desde então comecei a olhar pra ela diferente, agir diferente e, com certeza, me sentir diferente.
Tive que dizer pros meus pais que Karen e eu fizemos um pacto pra tentar nos dar melhor. Que já estávamos cansados de brigar e discutir o tempo todo. Que não éramos mais crianças e queríamos começar a amadurecer.
Meus pais pareceram levar numa boa. Na verdade, nos parabenizaram pela conquista… (Se ao menos soubessem o quanto amadurecemos juntos, como minha irmã se tornou uma mulherzinha, tenho certeza de que não nos parabenizariam).
Sexta-feira chegou num piscar de olhos e Karen mencionou que Diana viria dormir.
— Você prometeu que ia afastar ela da sua vida… — falei, sentindo a necessidade de tirar Diana da vida da minha irmã, por causa do ciúme que começava a sentir só de imaginar quais eram as intenções de Diana e do pai dela.
— Preciso falar com ela… não posso romper uma relação de tanto tempo do nada, senão o pessoal vai começar a desconfiar que tem algo errado comigo e, investigando, com certeza vão descobrir a nossa coisa… — ela fez uma pausa e, olhando nos meus olhos, disse: — Fala com ela também, quero que você converse com a Diana, Raúl…
— O quê? Você é louca?
— Não, mas acho que seria melhor se a gente se apoiasse… afinal, foi você quem começou tudo naquela noite… ou já esqueceu como comeu ela?
— E a mamãe e o papai…? Se a Diana descobrir o que fizemos com ela sonâmbula, com certeza vai fazer um escândalo…
— Vamos esperar nossos pais dormirem… e, sobre a Diana, acho que o escândalo seria menos vantajoso pra ela. Afinal, é ela quem transa com o próprio pai, não é?
Assim, nosso plano já estava armado. Karen falaria com Diana e diria que o motivo de não ser mais amiga dela era porque tinha descoberto a parada do pai dela. que isso tudo começou porque ela tinha ido pedir rola no meu quarto inconscientemente, fazendo a gente descobrir tudo.
Enquanto esperava a noite chegar, não parava de pensar em como minha irmã e eu íamos cuidar do controle de natalidade dela pra ela não engravidar em uma das nossas várias vezes que planejávamos transar. Além disso, secretamente, eu torcia pra ter a chance de comer a Diana de novo naquela mesma noite, porque com essa história de romance da minha irmã, não sabia quando teria outra oportunidade de foder com uma garota diferente.
Mas uma coisa que não tinha me ocorrido até então era que, com a situação sexual que a Diana vivia com o pai dela atualmente e nosso último encontro, as chances de ela acabar grávida eram muito altas. Embora, talvez, se ela engravidasse, o pai dela pensasse que era dele e tivesse que lidar com o problema sozinho...
Perto da meia-noite, a Karen entrou no meu quarto acompanhada da Diana. — Meu quarto era o mais afastado do dos nossos pais, por isso escolhi ele como ponto de encontro. — Deixei a Karen começar a conversa, mas rapidamente entrei nela quando chegou na parte da Diana indo sonâmbula pro meu quarto e falando "pai, me fode"...
A Diana olhava pra gente incrédula enquanto descrevíamos os eventos daquela noite. Ela nem conseguia articular uma palavra. Só escutava e parecia querer chorar.
Minha irmã e eu sabíamos que precisávamos fazê-la falar, então, assim que terminamos de contar tudo, começamos a fazer perguntas tipo: Você sabia que seu pai te desvirginou? Você tava consciente disso?
A Diana sempre se manteve longe dos problemas que a confissão dela poderia trazer e garantiu que ainda era virgem.
Naquele momento, minha irmã e eu nos olhamos. Sabíamos que não seria fácil arrancar a verdade da amiga dela, mas se jogássemos bem as cartas, logo conseguiríamos.
— Você me Você fez alguma coisa?" — Diana perguntou diretamente, me olhando nos olhos.
"Você me pediu pra te foder... quando percebi que você tava aqui, já tava debaixo dos lençóis chupando meu pau (eu menti)... o que mais eu podia fazer?"
Naquele momento, Diana começou a chorar e minha irmã abraçou ela pra consolar, enquanto me olhava com cara de poucos amigos. Não foi a mentira que deixou ela tão puta, mas o jeito que eu falei as coisas pra amiga dela. Só aí eu parei pra refletir e me senti meio culpado.
Esperei a Diana se acalmar um pouco e decidi voltar a atenção pro pai dela pra me afastar do foco da culpa. Então perguntei de novo se ela suspeitava que o pai fazia coisas com ela durante a noite.
"Eu tive minhas suspeitas..." — ela respondeu, mais calma, mas sem olhar nos meus olhos. — "Mas isso não é algo que eu posso conversar abertamente com meu pai..."
"Por quê?" — perguntei.
"Porque fui eu que apareci pelada no quarto dele enquanto sonâmbula, fui eu que entrei na cama dele e me aninhei nos braços dele... você tem certeza de que não foi com você que eu perdi minha virgindade?" — ela perguntou, jogando a responsabilidade de volta pra mim.
"Completamente. Assim que você foi embora, eu chequei os lençóis e não tinha nenhuma mancha de sangue..."
Diana começou a chorar desconsolada de novo.
"Talvez seja melhor a gente voltar pro nosso quarto..." — disse minha irmã e, pegando a amiga pela mão, saíram do meu quarto.
Fiquei ali, sozinho, sentado na beira da cama, refletindo. Com zero expectativas de foder naquela noite. Decidi ir pra cama e esquecer tudo que tinha acontecido, mas não era nada fácil. Devo ter ficado rolando na cama por umas duas horas até conseguir pegar no sono.
Só acordei quando ouvi minha porta abrir e uns passos de alguém se aproximando da minha cama. Era a Diana, vinha completamente pelada e sonâmbula. Imediatamente meu pau reagiu, e bem quando ela ia entrar na minha cama, meu... A irmã dela chegou correndo atrás dela e segurou sua mão pra impedir.
Karen me olhou e percebeu a barraca enorme que se formava com os lençóis da minha cama por causa da ereção que eu tava. Ela soltou a amiga, resignada, e Diana se ajoelhou na beira da minha cama e pediu bem baixinho:
— Deixa eu chupar seu pau, papai?
Olhei pra minha irmã, e ela balançou a cabeça confirmando.
— Chupa o pau do papai, Diana... vai, filha... — falei entrando no jogo, e em questão de segundos Diana já tava com a boca grudada no meu pau, chupando gostoso pra caralho.
Minha irmã fechou a porta do quarto e, sem dizer nada, se deitou do meu lado e me beijou com paixão.
— É a última vez que eu deixo isso acontecer... — sussurrou no meu ouvido.
A cabeça de Diana subia e descia no meu pau enquanto eu não parava de beijar minha irmã. Não ia demorar muito, com a dupla estimulação, até eu encher a boca da Dianinha de porra, e ela engoliu até a última gota.
Foi nessa hora que a gente ouviu Diana dizer:
— Dá pra me foder, papai, ou a gente tem que esperar você se recuperar...?
Meu pau já tinha começado a murchar, mas quando ouvi aquilo, ele endureceu na hora, igual mola. Olhei pra Karen, e ela sussurrou no meu ouvido: "Fode ela, mas acorda ela bem na hora que você tiver metendo..."
Acho que minha irmã queria dar uma dose de verdade cruel pra amiga dela, e eu, nem um pouco lerdo, fiz minha parte.
Sentei na beira da cama e ordenei pra Diana:
— Sobe no colo do papai e monta de cavalinho...
Diana montou em mim e logo enfiou meu pau pra dentro.
Começou dando pulinhos, e depois as cadeiras dela subiam e desciam num ritmo feroz. Eu não conseguia entender como ela não acordava com aquilo...
Enquanto isso, eu amassava os peitos da minha irmã com uma mão por baixo da roupa de dormir dela. Era tipo um sonho se tornando realidade.
Quando Diana largou a cabeça no meu peito, soube que a hora tinha chegado e, dando um beliscão forte na bunda direita dela, fiz ela acordar. Nunca vou esquecer a cara de Diana. Era Confusão total.
Minha irmã e eu ficamos imóveis sem saber o que esperar.
Diana olhou para minha mão direita e percebeu onde ela estava: debaixo da blusa da minha irmã, pegando nas tetas dela! Depois olhou pra frente e lá estava eu, deixando ela me montar.
— Não acredito que isso realmente aconteceu… fui eu que vim no seu quarto atrás de…? Como da outra vez?? — perguntou apavorada.
— Sim, mas dessa vez você pediu pra eu deixar você chupar minha pika… depois foi que pediu pra eu te foder… minha irmã e eu te acordamos pra você perceber que estávamos falando a verdade.
— Tô tão envergonhada… — disse sem sair de cima da minha pika.
Passaram alguns segundos até eu sentir perfeitamente Diana começando a pegar ritmo de novo, sentando na minha pika.
— Vão continuar transando? — minha irmã perguntou pra amiga. — Você já não tá sonâmbula, por que continua fazendo isso?
— HMMMM… O pau dele é tão gostoso dentro de mim… — gemeu Diana, envergonhada, mas continuando o ritmo dos quadris que subiam e desciam devagar.
— Acho melhor a gente terminar nossa discussão em vez de continuar com isso… sai de cima do meu irmão… — ordenou minha irmã irritada… ou talvez com ciúme?
— Não dá pra gente discutir isso em 5 minutos? — perguntei, estragando meu relacionamento amoroso com minha irmã, mas a verdade é que Diana se mexia tão gostosa que tinha bloqueado minha mente pra pensar.
— Termina logo com isso… já não me importa mais nada… aliás, esvazia o leite dentro dela… eu vou voltar pro meu quarto… — disse minha irmã, puta da vida.
Sabia que se deixasse minha irmã ir embora, provavelmente me arrependeria pelo resto da vida, mas minha pika não me deixava pensar, então, pegando Diana pelas tetas, comecei a subir e descer ela com força até os dois gozarmos.
— AAAAHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMM… — Explodimos os dois de prazer até a última gota de leite ser depositada dentro da buceta dela.
Quando minha pika ficou mole, saí de dentro dela e abracei ela. Naquele momento foi que eu tive plena consciência do quanto minha irmã ficaria brava comigo.
- Você me comeu... - Diana dizia sem parar de beijar meu pescoço e ombros. - Você me comeu, Raúl... nunca imaginei esse momento...
- Com certeza minha irmã vai estar muito puta com nós dois... - foi a primeira coisa que falei.
- Você acha que eu devo ir falar com ela agora ou é melhor eu ficar aqui pelo resto da noite e conversar amanhã?
- Se você ficar, vai acabar sendo comida de novo e provavelmente não vai ser só mais uma vez...
Diana me beijou na boca e disse:
- Obrigada por facilitar minha escolha.
Assim que rolamos na cama prontos pra mais uma transa, ouvimos alguém falar:
- Já terminaram? - era minha irmã, que tinha voltado do quarto dela!
- Karen, senta, a gente precisa conversar. - falei nervoso, deixando Diana de lado...
Minha irmã olhou pra gente e disse:
- Tá bom, mas tô muito puta com vocês dois... - a expressão dela deixava claro que não era só raiva, era mágoa também. - Principalmente com você, Raúl... era pra gente conversar com minha amiga, não pra você acabar comendo ela e tendo uma noite de sexo selvagem e apaixonado... sério, não te entendo... e você, Diana, quem diabos você pensa que é? Eu quis te ajudar com seu problema e agora você termina dando pro meu irmão completamente consciente?
Na hora, tentei me desculpar com minha irmã, mas não adiantou. Depois sugeri uma solução pro problema da Diana, afinal aquele era o plano original...
- Vamos esconder uma câmera no quarto do pai da Diana... assim a gente descobre se ele tá se aproveitando da condição dela...
- Parece bom pra mim... - disse Diana. - Mas não vai ser muito complicado e caro?
- Deixa comigo... - falei pra elas. - Um amigo meu tem uma câmera especial que a gente consegue esconder no quarto do seu pai... (esse amigo não era ninguém menos que eu mesmo, que tinha comprado aquela câmera anos atrás pra espionar minha irmã no banho e, olha, funcionava pra caralho)
Naquele momento, estávamos a meras 2... Horas da madrugada, então decidimos que o melhor era dormir antes que nossos pais acordassem.
— Vem comigo ou vai dar pro meu irmão até o amanhecer? — perguntou Karen para Diana, que a seguiu na hora pra não deixá-la mais puta.
Na manhã seguinte, peguei minha câmera digital especial, que tinha um microfone pequeno, e entreguei pra Diana junto com as instruções de como instalar no quarto do pai dela.
Durante a semana, minha relação com minha irmã mudou completamente de novo. Ela ainda tava puta comigo, me evitava e nem me olhava na cara. Tive que invadir o quarto dela várias noites, mas a única coisa que consegui foi uns beijos roubados e um abraço.
No sábado seguinte, meus pais iam sair pra um casamento, então Diana avisou em casa que ia dormir com a Karen, e minha irmã fez o mesmo com nossos pais.
Assim que meus pais foram embora, faltando uma hora pra Diana chegar, abracei minha irmã de surpresa e beijei ela na boca com toda a paixão. Foi um puta alívio sentir de novo o gosto dos lábios doces dela, e logo minha irmã se deixou levar, enfiando e tirando a língua dentro da minha boca. Mas quando minhas mãos foram pros peitos dela, ela me parou e eu perguntei:
— Cê vai ficar puta comigo a vida inteira, é? Tentei te pedir perdão toda noite e você me rejeitou…
— Tá falando das noites que você foi no meu quarto atrás de sexo?
— Só quero que a gente volte a ser como antes… me perdoa, por favor, Karen…
— Sei não… o tempo vai dizer, Raul… você me decepcionou…
De saco cheio de implorar, o sangue subiu e eu explodi de raiva:
— Sabe de uma? Foda-se… a gente volta a ser os dois irmãos idiotas que brigavam o tempo todo…
Fui pro meu quarto e me tranquei, puto da vida. Que porra minha irmã queria que eu fizesse? Fiquei no meu notebook por uma hora e, quando ouvi a campainha, imaginei que a Diana tinha chegado. Pensei em sair, mas a última coisa que queria naquele momento era ver minha irmã. Além disso, nem minha irmã nem a Diana tinham problema em operar um DVR ou em como conectar, então não precisariam da minha ajuda pra nada.
Depois de umas 2 horas, minha irmã chamou no meu quarto e disse:
— Desculpa mesmo pelo que aconteceu mais cedo… A Diana me convenceu a vir pedir sua ajuda pra instalar o DVR…
Olhei fixamente pra minha irmã, ela realmente parecia arrependida. Abracei ela e na hora coloquei minhas mãos nos peitos dela pra ver qual seria a reação. Instantaneamente, minha irmã, em vez de me empurrar, me beijou na boca com paixão e deixou eu acariciar o corpo todo. As coisas estavam voltando ao normal. Dava pra ter certeza com minhas mãos apertando com força a bunda e os peitos dela.
Depois de nos beijar e acariciar, fomos pro quarto dela. As meninas estavam num estado de suspense total. Fiz todas as conexões necessárias e logo sentamos pra "aproveitar" o espetáculo.
A parte inicial foi muito chata, só mostrava o quarto do pai dela vazio ou ele se despindo ou lendo, o que era tão entediante quanto ver o quarto sozinho.
Depois de várias horas, quando o pai dela tava dormindo, a porta do quarto se abriu e ele acordou na hora pra acender a luz, como se soubesse o que ia acontecer.
A Diana entrou no quarto vestindo só o robe de dormir e foi se deitar ao lado do pai, que na hora começou a chamar pelo nome dela:
— Diana, Diana… — nunca teve resposta. Percebendo a situação, o pai dela, sem mais demora, tirou a pica pra fora e começou a se masturbar enquanto repetia: — Diana, vem, gostosa, chupa a pica do seu papai… eu sei que você quer…
A Diana virou de lado e, abrindo a boca, começou a chupar a pica do pai.
O pai dela bufou de prazer até acabar derramando o leite na boca da filha.
— Tem um gostinho tão gostoso, papai… Podemos transar agora?" – perguntou Diana inconscientemente.
"Fica de quatro na cama e levanta a bunda, filha..."
Naquele momento, vi Diana chorando e pausei o vídeo:
"Não pode ser..." – disse Diana entre lágrimas. – "Achei que era eu que excitava ele sempre, mas agora vejo que ele é quem se aproveita de mim sempre que pode... Custava me levar de volta pra minha cama? Não!! Claro!! Em vez disso, me deixa na cama dele pra me foder à vontade e fazer eu chupar ele inconscientemente..."
"Provavelmente a primeira vez não foi assim, Diana... Talvez você tenha feito com ele o mesmo que fez com meu irmão na outra noite..." – disse minha irmã pra amiga. – "Talvez seu pai, como homem solteiro, já não consiga parar de transar desde que você o tentou e ele relaxa com você toda noite..."
"Vamos continuar vendo o vídeo..." – sugeri.
"Não, adianta pro final, Raul... por favor... não quero ver essa atrocidade..." – me disse Diana, e adiantei o vídeo uns 10 minutos. Comecei a tocar e a imagem seguinte foi ver o pai dela fodendo ela selvagemente de quatro na cama.
"AAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMM Que buceta gostosa que você tem, filha!!! Gostosa e apertada!! HMMM..." – bufava o pai dela em êxtase.
"AAAHHH SIIII Me come, papai... HMMM..." – respondia Diana inconscientemente.
Quando a sessão de sexo intenso entre pai e filha terminou, o pai da Diana sussurrou no ouvido dela:
"Você precisa parar de ir tanto na casa da sua amiga Karen e é melhor convidar ela pra vir dormir com a gente... Talvez sua amiga também se deixe foder igual você, filha... Afinal, ela tem uns peitos e uma bunda ideais pra um bom menage..."
"Talvez eu convide ela logo, papai..." – respondeu Diana, e naquele momento minha irmã protestou de verdade:
"Não acredito que você quer que seu pai me foda, Diana!!!"
"Lembra que eu tô falando dormindo, Karen..."
Senti que um baita problema tava nascendo entre as duas e parei o vídeo. Na hora, Diana se levantou e disse que ia pra casa dela, virou as costas e saiu. quarto.
— Você não vai atrás dela? — perguntei pra minha irmã.
— Não, é uma puta traidora. Imagina querer me jogar nos braços do pai dela… Que nojo que me dá…!
— Mas ela tava dormindo, não tenho certeza se falou com intenção de te machucar…
— Mesmo assim, não falaria se não quisesse. No inconsciente, ela deve desejar isso… além disso, tenho minhas dúvidas se ela tá sempre dormindo mesmo… e se for tudo um truque pra esconder o quão puta ela é…
— Então o que a gente faz agora? — perguntei.
— Quero ver o resto do vídeo antes de decidir…
Teve mais uns 10 minutos de silêncio no vídeo até que Diana começou a chupar o pai de novo. E dessa vez o pai dela começou a murmurar alguma coisa que fez a gente aumentar o volume pra ouvir melhor:
— AAAAHHHH Isso, Karen… chupa minha pica igual minha filha faz… HMMMM…
— Maldito tarado… — disse minha irmã ao ouvir. — Mas se a Diana não reage quando ele me chama pelo nome… então com certeza ela não tá consciente de nada… vou atrás dela…!
Minha irmã saiu correndo de casa atrás da amiga enquanto eu continuava vendo o vídeo. A cena mostrava o pai de Diana metendo nela com força enquanto dizia que queria engravidar ela pra ter outra filha pra levar pra cama. Achei doentio e nojento, mas ao mesmo tempo me excitou tanto que, sem conseguir evitar, acabei me masturbando até ouvi-las voltar pra casa.
Pelo visto já tinham resolvido os problemas e não tinham mais interesse em ver o vídeo.
— Quer pensar no que fazer ou esquecer o problema por agora, Diana? — perguntou minha irmã.
— Queria poder esquecer tudo… — disse Diana, e minha irmã abraçou ela pra consolar.
Mais tarde, enquanto eu pensava em como armar uma armadilha pro pai da Diana pra prender ele na cadeia, me perguntaram:
— O que você tá fazendo?
— Pensando num plano pra vingar a Diana…
— O que quer dizer com me vingar? — perguntou Diana. —Teu pai merece estar na cadeia. Ele praticamente te estuprou todo esse tempo sendo teu progenitor… Além disso, queria que você visse, ou melhor, ouvisse uma coisa que eu ouvi no vídeo…
—Não quero ver aquele vídeo nunca mais, Raúl…
—Mas você precisa ouvir… com isso vai entender o que eu tô falando…
Depois de aceitar minha proposta, coloquei o vídeo na parte onde o pai dela dizia que queria engravidá-la e esperei a reação da Diana.
—Diz qual é o teu plano, a gente precisa meter aquele filho da puta na cadeia… — disse minha irmã, e a amiga dela apoiou.
—Você tem razão, Karen, não vou mais conseguir chamar de pai aquele monstro…
—Olha, a qualidade do vídeo e do som não vão servir como prova definitiva num tribunal… a gente precisa conseguir um equipamento melhor que mostre os rostos e deixe claro quem são… senão, teu pai vai negar tudo e dizer que são pessoas parecidas com vocês. Obviamente, a instalação vai ter que ser feita quando teu pai não estiver em casa… leva menos de duas horas, então você tem que escolher o melhor momento, Diana…
—Meu pai me prometeu me levar ao cinema outro dia… talvez eu consiga entreter ele por mais de duas horas.
—Perfeito… depois de passar o vídeo pra DVD, a gente vai ter a prova concreta pra ganhar o caso… é melhor você procurar um médico que diagnostique teu caso num papel pra polícia não achar que você tá fingindo ou algo assim…
—E como a gente vai fazer pra conseguir o equipamento de alta tecnologia?
—Tenho uma ideia, mas se não funcionar, a gente leva teu pai pro tribunal com o vídeo que já temos…
—Tá bom, vou ver o médico na segunda… e no mesmo dia vou pedir pro meu pai me levar ao cinema…
Nesse momento, minha irmã interveio pra dizer:
—No caminho de volta pra casa, a Diana e eu chegamos a um acordo sobre nosso relacionamento…
—Você contou pra ela sobre a gente? — perguntei pra minha irmã.
—Ela mesma te viu acariciando meus peitos quando acordou, Raúl… mas já que a gente se tornou tão Bons amigos os três, decidimos deixar os ciúmes de lado e compartilhar…
- Compartilhar?
- Sim… - responderam as duas ao mesmo tempo, rindo ao ver como meu pau reagia debaixo da minha calça - pelo visto você já deu a resposta, irmãozinho… - disse minha irmã, toda provocante, e logo se jogou pra me beijar enquanto Diana se ajeitava entre minhas pernas pra baixar minha calça e começar a me chupar.
- AAAAHHHH… - Eu gemia de prazer intenso e pedi pra minha irmã fazermos um 69 pra que ela se juntasse à amiga no meu pau.
Foi assim que, enquanto eu chupava a buceta da minha irmã, Diana e ela me mamavam, me fazendo perder o chão.
As duas amigas brigavam pra enfiar o pau na boca, e quando uma conseguia, a outra ia atrás das minhas bolas.
- HMMMMMMMMMMMMMMM… - Gemíamos os três enquanto as chupadas daquelas criaturas gostosas ecoavam enormes no quarto.
Com minha língua, acabei levando minha irmã ao orgasmo enquanto Diana chupava meu saco e minha irmã, o pau. Depois trocamos de posição e, enquanto eu comia Diana de quatro, ela chupava a buceta da minha irmã, que estava deitada de costas na cama.
- AAAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMM… - Nossos gemidos eram implacáveis. Se nossos pais tivessem chegado naquele momento…
- AAAAHHHH, vou gozar… - anunciei minha gozada com um gemido enorme e na hora minha irmã disse:
- Espera!! Vamos trocar de posição… - e assim, Diana se deitou de barriga pra cima na cama pra minha irmã chupar a buceta dela enquanto eu metia o pau nela de quatro. - Essa é outra das nossas regras entre Diana e eu… seu sêmen sempre tem que ir dentro de mim… então nem pense em tirar, irmãozinho… - disse Karen e me beijou.
Não demorei nem um segundo pra começar a molhar a buceta fértil dela.
- AAAAHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMMM
- Me dá meia hora pra me recuperar e vou te dar o pau que você merece, irmãzinha… - falei pra ela. como desculpa por ter gozado tão rápido dentro dela.
—Sem problema, maninho… quanto mais gozo, melhor… —ela disse, piscando o olho pra mim.
Meia hora depois, exatamente como tinha prometido, voltei a foder as duas, com um cuidado especial na minha irmã Karen.
Nós três caímos de exaustão e dormimos no mesmo quarto, torcendo pra não sermos pegos pelos nossos pais.
Naquele momento, o sentimento de vingança contra o pai da Diana nem passava pela nossa cabeça; o plano parecia ter sido esquecido pelo nosso tesão enorme. Levá-lo adiante era uma possibilidade, mas deixar as coisas como estavam começava a ser outra.
Uma coisa que eu não esperava era que meus pais percebessem minha mudança repentina de atitude com minha irmã. E é que devo admitir que desde então comecei a olhar pra ela diferente, agir diferente e, com certeza, me sentir diferente.
Tive que dizer pros meus pais que Karen e eu fizemos um pacto pra tentar nos dar melhor. Que já estávamos cansados de brigar e discutir o tempo todo. Que não éramos mais crianças e queríamos começar a amadurecer.
Meus pais pareceram levar numa boa. Na verdade, nos parabenizaram pela conquista… (Se ao menos soubessem o quanto amadurecemos juntos, como minha irmã se tornou uma mulherzinha, tenho certeza de que não nos parabenizariam).
Sexta-feira chegou num piscar de olhos e Karen mencionou que Diana viria dormir.
— Você prometeu que ia afastar ela da sua vida… — falei, sentindo a necessidade de tirar Diana da vida da minha irmã, por causa do ciúme que começava a sentir só de imaginar quais eram as intenções de Diana e do pai dela.
— Preciso falar com ela… não posso romper uma relação de tanto tempo do nada, senão o pessoal vai começar a desconfiar que tem algo errado comigo e, investigando, com certeza vão descobrir a nossa coisa… — ela fez uma pausa e, olhando nos meus olhos, disse: — Fala com ela também, quero que você converse com a Diana, Raúl…
— O quê? Você é louca?
— Não, mas acho que seria melhor se a gente se apoiasse… afinal, foi você quem começou tudo naquela noite… ou já esqueceu como comeu ela?
— E a mamãe e o papai…? Se a Diana descobrir o que fizemos com ela sonâmbula, com certeza vai fazer um escândalo…
— Vamos esperar nossos pais dormirem… e, sobre a Diana, acho que o escândalo seria menos vantajoso pra ela. Afinal, é ela quem transa com o próprio pai, não é?
Assim, nosso plano já estava armado. Karen falaria com Diana e diria que o motivo de não ser mais amiga dela era porque tinha descoberto a parada do pai dela. que isso tudo começou porque ela tinha ido pedir rola no meu quarto inconscientemente, fazendo a gente descobrir tudo.
Enquanto esperava a noite chegar, não parava de pensar em como minha irmã e eu íamos cuidar do controle de natalidade dela pra ela não engravidar em uma das nossas várias vezes que planejávamos transar. Além disso, secretamente, eu torcia pra ter a chance de comer a Diana de novo naquela mesma noite, porque com essa história de romance da minha irmã, não sabia quando teria outra oportunidade de foder com uma garota diferente.
Mas uma coisa que não tinha me ocorrido até então era que, com a situação sexual que a Diana vivia com o pai dela atualmente e nosso último encontro, as chances de ela acabar grávida eram muito altas. Embora, talvez, se ela engravidasse, o pai dela pensasse que era dele e tivesse que lidar com o problema sozinho...
Perto da meia-noite, a Karen entrou no meu quarto acompanhada da Diana. — Meu quarto era o mais afastado do dos nossos pais, por isso escolhi ele como ponto de encontro. — Deixei a Karen começar a conversa, mas rapidamente entrei nela quando chegou na parte da Diana indo sonâmbula pro meu quarto e falando "pai, me fode"...
A Diana olhava pra gente incrédula enquanto descrevíamos os eventos daquela noite. Ela nem conseguia articular uma palavra. Só escutava e parecia querer chorar.
Minha irmã e eu sabíamos que precisávamos fazê-la falar, então, assim que terminamos de contar tudo, começamos a fazer perguntas tipo: Você sabia que seu pai te desvirginou? Você tava consciente disso?
A Diana sempre se manteve longe dos problemas que a confissão dela poderia trazer e garantiu que ainda era virgem.
Naquele momento, minha irmã e eu nos olhamos. Sabíamos que não seria fácil arrancar a verdade da amiga dela, mas se jogássemos bem as cartas, logo conseguiríamos.
— Você me Você fez alguma coisa?" — Diana perguntou diretamente, me olhando nos olhos.
"Você me pediu pra te foder... quando percebi que você tava aqui, já tava debaixo dos lençóis chupando meu pau (eu menti)... o que mais eu podia fazer?"
Naquele momento, Diana começou a chorar e minha irmã abraçou ela pra consolar, enquanto me olhava com cara de poucos amigos. Não foi a mentira que deixou ela tão puta, mas o jeito que eu falei as coisas pra amiga dela. Só aí eu parei pra refletir e me senti meio culpado.
Esperei a Diana se acalmar um pouco e decidi voltar a atenção pro pai dela pra me afastar do foco da culpa. Então perguntei de novo se ela suspeitava que o pai fazia coisas com ela durante a noite.
"Eu tive minhas suspeitas..." — ela respondeu, mais calma, mas sem olhar nos meus olhos. — "Mas isso não é algo que eu posso conversar abertamente com meu pai..."
"Por quê?" — perguntei.
"Porque fui eu que apareci pelada no quarto dele enquanto sonâmbula, fui eu que entrei na cama dele e me aninhei nos braços dele... você tem certeza de que não foi com você que eu perdi minha virgindade?" — ela perguntou, jogando a responsabilidade de volta pra mim.
"Completamente. Assim que você foi embora, eu chequei os lençóis e não tinha nenhuma mancha de sangue..."
Diana começou a chorar desconsolada de novo.
"Talvez seja melhor a gente voltar pro nosso quarto..." — disse minha irmã e, pegando a amiga pela mão, saíram do meu quarto.
Fiquei ali, sozinho, sentado na beira da cama, refletindo. Com zero expectativas de foder naquela noite. Decidi ir pra cama e esquecer tudo que tinha acontecido, mas não era nada fácil. Devo ter ficado rolando na cama por umas duas horas até conseguir pegar no sono.
Só acordei quando ouvi minha porta abrir e uns passos de alguém se aproximando da minha cama. Era a Diana, vinha completamente pelada e sonâmbula. Imediatamente meu pau reagiu, e bem quando ela ia entrar na minha cama, meu... A irmã dela chegou correndo atrás dela e segurou sua mão pra impedir.
Karen me olhou e percebeu a barraca enorme que se formava com os lençóis da minha cama por causa da ereção que eu tava. Ela soltou a amiga, resignada, e Diana se ajoelhou na beira da minha cama e pediu bem baixinho:
— Deixa eu chupar seu pau, papai?
Olhei pra minha irmã, e ela balançou a cabeça confirmando.
— Chupa o pau do papai, Diana... vai, filha... — falei entrando no jogo, e em questão de segundos Diana já tava com a boca grudada no meu pau, chupando gostoso pra caralho.
Minha irmã fechou a porta do quarto e, sem dizer nada, se deitou do meu lado e me beijou com paixão.
— É a última vez que eu deixo isso acontecer... — sussurrou no meu ouvido.
A cabeça de Diana subia e descia no meu pau enquanto eu não parava de beijar minha irmã. Não ia demorar muito, com a dupla estimulação, até eu encher a boca da Dianinha de porra, e ela engoliu até a última gota.
Foi nessa hora que a gente ouviu Diana dizer:
— Dá pra me foder, papai, ou a gente tem que esperar você se recuperar...?
Meu pau já tinha começado a murchar, mas quando ouvi aquilo, ele endureceu na hora, igual mola. Olhei pra Karen, e ela sussurrou no meu ouvido: "Fode ela, mas acorda ela bem na hora que você tiver metendo..."
Acho que minha irmã queria dar uma dose de verdade cruel pra amiga dela, e eu, nem um pouco lerdo, fiz minha parte.
Sentei na beira da cama e ordenei pra Diana:
— Sobe no colo do papai e monta de cavalinho...
Diana montou em mim e logo enfiou meu pau pra dentro.
Começou dando pulinhos, e depois as cadeiras dela subiam e desciam num ritmo feroz. Eu não conseguia entender como ela não acordava com aquilo...
Enquanto isso, eu amassava os peitos da minha irmã com uma mão por baixo da roupa de dormir dela. Era tipo um sonho se tornando realidade.
Quando Diana largou a cabeça no meu peito, soube que a hora tinha chegado e, dando um beliscão forte na bunda direita dela, fiz ela acordar. Nunca vou esquecer a cara de Diana. Era Confusão total.
Minha irmã e eu ficamos imóveis sem saber o que esperar.
Diana olhou para minha mão direita e percebeu onde ela estava: debaixo da blusa da minha irmã, pegando nas tetas dela! Depois olhou pra frente e lá estava eu, deixando ela me montar.
— Não acredito que isso realmente aconteceu… fui eu que vim no seu quarto atrás de…? Como da outra vez?? — perguntou apavorada.
— Sim, mas dessa vez você pediu pra eu deixar você chupar minha pika… depois foi que pediu pra eu te foder… minha irmã e eu te acordamos pra você perceber que estávamos falando a verdade.
— Tô tão envergonhada… — disse sem sair de cima da minha pika.
Passaram alguns segundos até eu sentir perfeitamente Diana começando a pegar ritmo de novo, sentando na minha pika.
— Vão continuar transando? — minha irmã perguntou pra amiga. — Você já não tá sonâmbula, por que continua fazendo isso?
— HMMMM… O pau dele é tão gostoso dentro de mim… — gemeu Diana, envergonhada, mas continuando o ritmo dos quadris que subiam e desciam devagar.
— Acho melhor a gente terminar nossa discussão em vez de continuar com isso… sai de cima do meu irmão… — ordenou minha irmã irritada… ou talvez com ciúme?
— Não dá pra gente discutir isso em 5 minutos? — perguntei, estragando meu relacionamento amoroso com minha irmã, mas a verdade é que Diana se mexia tão gostosa que tinha bloqueado minha mente pra pensar.
— Termina logo com isso… já não me importa mais nada… aliás, esvazia o leite dentro dela… eu vou voltar pro meu quarto… — disse minha irmã, puta da vida.
Sabia que se deixasse minha irmã ir embora, provavelmente me arrependeria pelo resto da vida, mas minha pika não me deixava pensar, então, pegando Diana pelas tetas, comecei a subir e descer ela com força até os dois gozarmos.
— AAAAHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMM… — Explodimos os dois de prazer até a última gota de leite ser depositada dentro da buceta dela.
Quando minha pika ficou mole, saí de dentro dela e abracei ela. Naquele momento foi que eu tive plena consciência do quanto minha irmã ficaria brava comigo.
- Você me comeu... - Diana dizia sem parar de beijar meu pescoço e ombros. - Você me comeu, Raúl... nunca imaginei esse momento...
- Com certeza minha irmã vai estar muito puta com nós dois... - foi a primeira coisa que falei.
- Você acha que eu devo ir falar com ela agora ou é melhor eu ficar aqui pelo resto da noite e conversar amanhã?
- Se você ficar, vai acabar sendo comida de novo e provavelmente não vai ser só mais uma vez...
Diana me beijou na boca e disse:
- Obrigada por facilitar minha escolha.
Assim que rolamos na cama prontos pra mais uma transa, ouvimos alguém falar:
- Já terminaram? - era minha irmã, que tinha voltado do quarto dela!
- Karen, senta, a gente precisa conversar. - falei nervoso, deixando Diana de lado...
Minha irmã olhou pra gente e disse:
- Tá bom, mas tô muito puta com vocês dois... - a expressão dela deixava claro que não era só raiva, era mágoa também. - Principalmente com você, Raúl... era pra gente conversar com minha amiga, não pra você acabar comendo ela e tendo uma noite de sexo selvagem e apaixonado... sério, não te entendo... e você, Diana, quem diabos você pensa que é? Eu quis te ajudar com seu problema e agora você termina dando pro meu irmão completamente consciente?
Na hora, tentei me desculpar com minha irmã, mas não adiantou. Depois sugeri uma solução pro problema da Diana, afinal aquele era o plano original...
- Vamos esconder uma câmera no quarto do pai da Diana... assim a gente descobre se ele tá se aproveitando da condição dela...
- Parece bom pra mim... - disse Diana. - Mas não vai ser muito complicado e caro?
- Deixa comigo... - falei pra elas. - Um amigo meu tem uma câmera especial que a gente consegue esconder no quarto do seu pai... (esse amigo não era ninguém menos que eu mesmo, que tinha comprado aquela câmera anos atrás pra espionar minha irmã no banho e, olha, funcionava pra caralho)
Naquele momento, estávamos a meras 2... Horas da madrugada, então decidimos que o melhor era dormir antes que nossos pais acordassem.
— Vem comigo ou vai dar pro meu irmão até o amanhecer? — perguntou Karen para Diana, que a seguiu na hora pra não deixá-la mais puta.
Na manhã seguinte, peguei minha câmera digital especial, que tinha um microfone pequeno, e entreguei pra Diana junto com as instruções de como instalar no quarto do pai dela.
Durante a semana, minha relação com minha irmã mudou completamente de novo. Ela ainda tava puta comigo, me evitava e nem me olhava na cara. Tive que invadir o quarto dela várias noites, mas a única coisa que consegui foi uns beijos roubados e um abraço.
No sábado seguinte, meus pais iam sair pra um casamento, então Diana avisou em casa que ia dormir com a Karen, e minha irmã fez o mesmo com nossos pais.
Assim que meus pais foram embora, faltando uma hora pra Diana chegar, abracei minha irmã de surpresa e beijei ela na boca com toda a paixão. Foi um puta alívio sentir de novo o gosto dos lábios doces dela, e logo minha irmã se deixou levar, enfiando e tirando a língua dentro da minha boca. Mas quando minhas mãos foram pros peitos dela, ela me parou e eu perguntei:
— Cê vai ficar puta comigo a vida inteira, é? Tentei te pedir perdão toda noite e você me rejeitou…
— Tá falando das noites que você foi no meu quarto atrás de sexo?
— Só quero que a gente volte a ser como antes… me perdoa, por favor, Karen…
— Sei não… o tempo vai dizer, Raul… você me decepcionou…
De saco cheio de implorar, o sangue subiu e eu explodi de raiva:
— Sabe de uma? Foda-se… a gente volta a ser os dois irmãos idiotas que brigavam o tempo todo…
Fui pro meu quarto e me tranquei, puto da vida. Que porra minha irmã queria que eu fizesse? Fiquei no meu notebook por uma hora e, quando ouvi a campainha, imaginei que a Diana tinha chegado. Pensei em sair, mas a última coisa que queria naquele momento era ver minha irmã. Além disso, nem minha irmã nem a Diana tinham problema em operar um DVR ou em como conectar, então não precisariam da minha ajuda pra nada.
Depois de umas 2 horas, minha irmã chamou no meu quarto e disse:
— Desculpa mesmo pelo que aconteceu mais cedo… A Diana me convenceu a vir pedir sua ajuda pra instalar o DVR…
Olhei fixamente pra minha irmã, ela realmente parecia arrependida. Abracei ela e na hora coloquei minhas mãos nos peitos dela pra ver qual seria a reação. Instantaneamente, minha irmã, em vez de me empurrar, me beijou na boca com paixão e deixou eu acariciar o corpo todo. As coisas estavam voltando ao normal. Dava pra ter certeza com minhas mãos apertando com força a bunda e os peitos dela.
Depois de nos beijar e acariciar, fomos pro quarto dela. As meninas estavam num estado de suspense total. Fiz todas as conexões necessárias e logo sentamos pra "aproveitar" o espetáculo.
A parte inicial foi muito chata, só mostrava o quarto do pai dela vazio ou ele se despindo ou lendo, o que era tão entediante quanto ver o quarto sozinho.
Depois de várias horas, quando o pai dela tava dormindo, a porta do quarto se abriu e ele acordou na hora pra acender a luz, como se soubesse o que ia acontecer.
A Diana entrou no quarto vestindo só o robe de dormir e foi se deitar ao lado do pai, que na hora começou a chamar pelo nome dela:
— Diana, Diana… — nunca teve resposta. Percebendo a situação, o pai dela, sem mais demora, tirou a pica pra fora e começou a se masturbar enquanto repetia: — Diana, vem, gostosa, chupa a pica do seu papai… eu sei que você quer…
A Diana virou de lado e, abrindo a boca, começou a chupar a pica do pai.
O pai dela bufou de prazer até acabar derramando o leite na boca da filha.
— Tem um gostinho tão gostoso, papai… Podemos transar agora?" – perguntou Diana inconscientemente.
"Fica de quatro na cama e levanta a bunda, filha..."
Naquele momento, vi Diana chorando e pausei o vídeo:
"Não pode ser..." – disse Diana entre lágrimas. – "Achei que era eu que excitava ele sempre, mas agora vejo que ele é quem se aproveita de mim sempre que pode... Custava me levar de volta pra minha cama? Não!! Claro!! Em vez disso, me deixa na cama dele pra me foder à vontade e fazer eu chupar ele inconscientemente..."
"Provavelmente a primeira vez não foi assim, Diana... Talvez você tenha feito com ele o mesmo que fez com meu irmão na outra noite..." – disse minha irmã pra amiga. – "Talvez seu pai, como homem solteiro, já não consiga parar de transar desde que você o tentou e ele relaxa com você toda noite..."
"Vamos continuar vendo o vídeo..." – sugeri.
"Não, adianta pro final, Raul... por favor... não quero ver essa atrocidade..." – me disse Diana, e adiantei o vídeo uns 10 minutos. Comecei a tocar e a imagem seguinte foi ver o pai dela fodendo ela selvagemente de quatro na cama.
"AAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMM Que buceta gostosa que você tem, filha!!! Gostosa e apertada!! HMMM..." – bufava o pai dela em êxtase.
"AAAHHH SIIII Me come, papai... HMMM..." – respondia Diana inconscientemente.
Quando a sessão de sexo intenso entre pai e filha terminou, o pai da Diana sussurrou no ouvido dela:
"Você precisa parar de ir tanto na casa da sua amiga Karen e é melhor convidar ela pra vir dormir com a gente... Talvez sua amiga também se deixe foder igual você, filha... Afinal, ela tem uns peitos e uma bunda ideais pra um bom menage..."
"Talvez eu convide ela logo, papai..." – respondeu Diana, e naquele momento minha irmã protestou de verdade:
"Não acredito que você quer que seu pai me foda, Diana!!!"
"Lembra que eu tô falando dormindo, Karen..."
Senti que um baita problema tava nascendo entre as duas e parei o vídeo. Na hora, Diana se levantou e disse que ia pra casa dela, virou as costas e saiu. quarto.
— Você não vai atrás dela? — perguntei pra minha irmã.
— Não, é uma puta traidora. Imagina querer me jogar nos braços do pai dela… Que nojo que me dá…!
— Mas ela tava dormindo, não tenho certeza se falou com intenção de te machucar…
— Mesmo assim, não falaria se não quisesse. No inconsciente, ela deve desejar isso… além disso, tenho minhas dúvidas se ela tá sempre dormindo mesmo… e se for tudo um truque pra esconder o quão puta ela é…
— Então o que a gente faz agora? — perguntei.
— Quero ver o resto do vídeo antes de decidir…
Teve mais uns 10 minutos de silêncio no vídeo até que Diana começou a chupar o pai de novo. E dessa vez o pai dela começou a murmurar alguma coisa que fez a gente aumentar o volume pra ouvir melhor:
— AAAAHHHH Isso, Karen… chupa minha pica igual minha filha faz… HMMMM…
— Maldito tarado… — disse minha irmã ao ouvir. — Mas se a Diana não reage quando ele me chama pelo nome… então com certeza ela não tá consciente de nada… vou atrás dela…!
Minha irmã saiu correndo de casa atrás da amiga enquanto eu continuava vendo o vídeo. A cena mostrava o pai de Diana metendo nela com força enquanto dizia que queria engravidar ela pra ter outra filha pra levar pra cama. Achei doentio e nojento, mas ao mesmo tempo me excitou tanto que, sem conseguir evitar, acabei me masturbando até ouvi-las voltar pra casa.
Pelo visto já tinham resolvido os problemas e não tinham mais interesse em ver o vídeo.
— Quer pensar no que fazer ou esquecer o problema por agora, Diana? — perguntou minha irmã.
— Queria poder esquecer tudo… — disse Diana, e minha irmã abraçou ela pra consolar.
Mais tarde, enquanto eu pensava em como armar uma armadilha pro pai da Diana pra prender ele na cadeia, me perguntaram:
— O que você tá fazendo?
— Pensando num plano pra vingar a Diana…
— O que quer dizer com me vingar? — perguntou Diana. —Teu pai merece estar na cadeia. Ele praticamente te estuprou todo esse tempo sendo teu progenitor… Além disso, queria que você visse, ou melhor, ouvisse uma coisa que eu ouvi no vídeo…
—Não quero ver aquele vídeo nunca mais, Raúl…
—Mas você precisa ouvir… com isso vai entender o que eu tô falando…
Depois de aceitar minha proposta, coloquei o vídeo na parte onde o pai dela dizia que queria engravidá-la e esperei a reação da Diana.
—Diz qual é o teu plano, a gente precisa meter aquele filho da puta na cadeia… — disse minha irmã, e a amiga dela apoiou.
—Você tem razão, Karen, não vou mais conseguir chamar de pai aquele monstro…
—Olha, a qualidade do vídeo e do som não vão servir como prova definitiva num tribunal… a gente precisa conseguir um equipamento melhor que mostre os rostos e deixe claro quem são… senão, teu pai vai negar tudo e dizer que são pessoas parecidas com vocês. Obviamente, a instalação vai ter que ser feita quando teu pai não estiver em casa… leva menos de duas horas, então você tem que escolher o melhor momento, Diana…
—Meu pai me prometeu me levar ao cinema outro dia… talvez eu consiga entreter ele por mais de duas horas.
—Perfeito… depois de passar o vídeo pra DVD, a gente vai ter a prova concreta pra ganhar o caso… é melhor você procurar um médico que diagnostique teu caso num papel pra polícia não achar que você tá fingindo ou algo assim…
—E como a gente vai fazer pra conseguir o equipamento de alta tecnologia?
—Tenho uma ideia, mas se não funcionar, a gente leva teu pai pro tribunal com o vídeo que já temos…
—Tá bom, vou ver o médico na segunda… e no mesmo dia vou pedir pro meu pai me levar ao cinema…
Nesse momento, minha irmã interveio pra dizer:
—No caminho de volta pra casa, a Diana e eu chegamos a um acordo sobre nosso relacionamento…
—Você contou pra ela sobre a gente? — perguntei pra minha irmã.
—Ela mesma te viu acariciando meus peitos quando acordou, Raúl… mas já que a gente se tornou tão Bons amigos os três, decidimos deixar os ciúmes de lado e compartilhar…
- Compartilhar?
- Sim… - responderam as duas ao mesmo tempo, rindo ao ver como meu pau reagia debaixo da minha calça - pelo visto você já deu a resposta, irmãozinho… - disse minha irmã, toda provocante, e logo se jogou pra me beijar enquanto Diana se ajeitava entre minhas pernas pra baixar minha calça e começar a me chupar.
- AAAAHHHH… - Eu gemia de prazer intenso e pedi pra minha irmã fazermos um 69 pra que ela se juntasse à amiga no meu pau.
Foi assim que, enquanto eu chupava a buceta da minha irmã, Diana e ela me mamavam, me fazendo perder o chão.
As duas amigas brigavam pra enfiar o pau na boca, e quando uma conseguia, a outra ia atrás das minhas bolas.
- HMMMMMMMMMMMMMMM… - Gemíamos os três enquanto as chupadas daquelas criaturas gostosas ecoavam enormes no quarto.
Com minha língua, acabei levando minha irmã ao orgasmo enquanto Diana chupava meu saco e minha irmã, o pau. Depois trocamos de posição e, enquanto eu comia Diana de quatro, ela chupava a buceta da minha irmã, que estava deitada de costas na cama.
- AAAAAHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMM… - Nossos gemidos eram implacáveis. Se nossos pais tivessem chegado naquele momento…
- AAAAHHHH, vou gozar… - anunciei minha gozada com um gemido enorme e na hora minha irmã disse:
- Espera!! Vamos trocar de posição… - e assim, Diana se deitou de barriga pra cima na cama pra minha irmã chupar a buceta dela enquanto eu metia o pau nela de quatro. - Essa é outra das nossas regras entre Diana e eu… seu sêmen sempre tem que ir dentro de mim… então nem pense em tirar, irmãozinho… - disse Karen e me beijou.
Não demorei nem um segundo pra começar a molhar a buceta fértil dela.
- AAAAHHHH HMMMMMMMMMMMMMMMMMM
- Me dá meia hora pra me recuperar e vou te dar o pau que você merece, irmãzinha… - falei pra ela. como desculpa por ter gozado tão rápido dentro dela.
—Sem problema, maninho… quanto mais gozo, melhor… —ela disse, piscando o olho pra mim.
Meia hora depois, exatamente como tinha prometido, voltei a foder as duas, com um cuidado especial na minha irmã Karen.
Nós três caímos de exaustão e dormimos no mesmo quarto, torcendo pra não sermos pegos pelos nossos pais.
Naquele momento, o sentimento de vingança contra o pai da Diana nem passava pela nossa cabeça; o plano parecia ter sido esquecido pelo nosso tesão enorme. Levá-lo adiante era uma possibilidade, mas deixar as coisas como estavam começava a ser outra.
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