A amiga de uma amiga
Já faz um tempo desde meu último relato, lembram da Andrea? Claro que sim… lembram da amiga com quem fizemos o ménage, meu primeiro ménage? Essa amiga era a Marisa, com ela tivemos sessões de sexo inesquecíveis, uma das mais marcantes foi aquela noite no carro em frente ao rio…
Ficamos até tarde no pub, bebemos muito e comemos também. — Que tal a gente dar uma volta? — eu disse, e sem hesitar ela topou. Saímos do lugar rindo de sei lá o quê, óbvio que estávamos meio bêbados. — Vamos pro rio! — ela falou, e fomos pra lá. Chegamos inteiros no carro e, antes de terminar de frear em frente ao rio, ela se joga em cima de mim, abre a braguilha, fuça um pouco e tira meu pau pra levar à boca. — Achei uma chupeta, pussy! — ela diz rindo… e passa a língua por todo o comprimento dele, e quando chega na cabeça, rodeia com a língua como se fosse um sorvete que não pode escorrer, e isso me enlouquece. Me contorço no banco, pego a cabeça dela e empurro pra que a pica chegue até o fundo da garganta… ela se afasta um pouco e diz: — Vai me afogar! — e continua. Já a calça está nos meus tornozelos, as bolas, nas mãos dela, são acariciadas com tanto carinho como se fossem muito frágeis, ela beija, puxa a pele de leve com os dentes e sobe de novo até a cabeça, abre a boca e mete pressionando os lábios, criando um efeito de sucção que eu adoro. Procuro os peitos dela e acaricio, aperto e torço, belisco a ponta dos mamilos e ela grita… puxa o banco pra trás… e me pede pra chupar a pussy dela. Sem pensar duas vezes, me atiro quase pra dentro, sinto um gosto meio salgado, até apimentado, diria, mas entre a tesão e o álcool, a tesão vence. Abro os lábios daquela buceta sem um único pelo, e isso eu gosto porque é macio, e nesse espaço meto a língua que percorre toda a entrada daquela caverninha molhada e chego até aquele buraco escuro, que tem gosto de… Metálico, não penso muito e pressiono com a ponta da língua até dar pra sentir o gosto de merda, não me afeta, volto com a língua pra buceta, e um dedo perco no cu, entrando e saindo com força, e como ela não reclama, meto outro e mexo, entrando e saindo completamente—!!!!
Mete em mim usa a palavra: buceta!!!!— mete a pica em mim usa a palavra: buceta!!!!— fala de novo... me ajeito e de uma vez meto até o fundo uuuffffffffffffff!!!!!!!
!!!Doeu!!!!— ela diz e eu bombeio igual um bicho, ouço ela gemer aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh!!!!!!! E isso me excita, tiro a pica até a ponta e com força meto de novo aaaayyyyyyy!!!!! Aaaaaaaaaaayyyyy!!!! Assim que eu gosto, me dá tudo, com vontade!!!!
Quase violentamente, viro ela de bruços, levanto a bunda dela e vejo aquele ponto escuro, miro, encosto a cabeça da minha pica e com força empurro pra dentro do cu, onde ela se perde, e ela grita: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyaaaaaaaaa!!!!! Tá doendo, por favor para, tá doendo!!!! E isso parece que me deixa mais louco, empurro com mais força, entro e saio do cu cada vez com mais violência, e ela diz: sinto que vou cagar, cagar!!! Por favor, dá uma segurada!!!! E eu tiro e com mais força empurro a pica toda bem pra dentro, minhas bolas batendo naquelas nádegas lindas aaaaaaaayyyyy!!! Por favor!!!! Aaaaaayyyy!!! E na loucura de foder o cu dela, começo a sentir cheiro de merda... tiro, passo a mão na pica e cheiro, é merda, e falo: você cagou, sua filha da puta, cagou.. Te avisei, você arrebentou meu cu e eu te avisei pra parar. Ela ainda continua de bunda pra cima e, entre a tontura e a tesão que tô, meto a pica no cu de novo, bombeio umas vezes e gozo dentro, ela geme um pouco aaaaaaaaaa!!!!! Aaaaaaa!!!!! Sim, isso eu gosto!!!! Ela diz. Tiro a pica e vejo um líquido meio marrom escorrendo do buraco do cu pelas pernas dela. Pego uns lenços de papel, coloco na mão dela e mando ela limpar minha pica. pau... ela pegou umas duas e começou a limpar, mas não parou por aí, começou a chupar e a pau ficou dura de novo, e ela chupou, beijou, acariciou e eu gozei na boca dela, enchi a boca dela e não vi uma gota sequer escapar, obviamente ela engoliu tudo. A gente se ajeitou. Ficamos abraçados um pouco e ela pediu pra eu levar ela em casa. Antes disso, ela vomitou no carro. Na verdade, ela devolveu tudo o que eu tinha colocado na boca dela um tempo antes. Aquela noite foi a última vez que transamos. Continuamos nos vendo quase como amigos. O interior do carro até hoje parece que tem cheiro de merda e vômito, mas dizem por aí: caveira não chia. Sarna com gosto não coça. E não posso reclamar, todas as vezes que quis, eu comi e realizei algumas fantasias, faltam algumas, mas também não dá pra pedir tudo e tem que deixar as coisas virem e nada de ficar se privando.. Mais pra frente vou contar umas histórias com umas colegas de trabalho.
Já faz um tempo desde meu último relato, lembram da Andrea? Claro que sim… lembram da amiga com quem fizemos o ménage, meu primeiro ménage? Essa amiga era a Marisa, com ela tivemos sessões de sexo inesquecíveis, uma das mais marcantes foi aquela noite no carro em frente ao rio…
Ficamos até tarde no pub, bebemos muito e comemos também. — Que tal a gente dar uma volta? — eu disse, e sem hesitar ela topou. Saímos do lugar rindo de sei lá o quê, óbvio que estávamos meio bêbados. — Vamos pro rio! — ela falou, e fomos pra lá. Chegamos inteiros no carro e, antes de terminar de frear em frente ao rio, ela se joga em cima de mim, abre a braguilha, fuça um pouco e tira meu pau pra levar à boca. — Achei uma chupeta, pussy! — ela diz rindo… e passa a língua por todo o comprimento dele, e quando chega na cabeça, rodeia com a língua como se fosse um sorvete que não pode escorrer, e isso me enlouquece. Me contorço no banco, pego a cabeça dela e empurro pra que a pica chegue até o fundo da garganta… ela se afasta um pouco e diz: — Vai me afogar! — e continua. Já a calça está nos meus tornozelos, as bolas, nas mãos dela, são acariciadas com tanto carinho como se fossem muito frágeis, ela beija, puxa a pele de leve com os dentes e sobe de novo até a cabeça, abre a boca e mete pressionando os lábios, criando um efeito de sucção que eu adoro. Procuro os peitos dela e acaricio, aperto e torço, belisco a ponta dos mamilos e ela grita… puxa o banco pra trás… e me pede pra chupar a pussy dela. Sem pensar duas vezes, me atiro quase pra dentro, sinto um gosto meio salgado, até apimentado, diria, mas entre a tesão e o álcool, a tesão vence. Abro os lábios daquela buceta sem um único pelo, e isso eu gosto porque é macio, e nesse espaço meto a língua que percorre toda a entrada daquela caverninha molhada e chego até aquele buraco escuro, que tem gosto de… Metálico, não penso muito e pressiono com a ponta da língua até dar pra sentir o gosto de merda, não me afeta, volto com a língua pra buceta, e um dedo perco no cu, entrando e saindo com força, e como ela não reclama, meto outro e mexo, entrando e saindo completamente—!!!!
Mete em mim usa a palavra: buceta!!!!— mete a pica em mim usa a palavra: buceta!!!!— fala de novo... me ajeito e de uma vez meto até o fundo uuuffffffffffffff!!!!!!!
!!!Doeu!!!!— ela diz e eu bombeio igual um bicho, ouço ela gemer aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh!!!!!!! E isso me excita, tiro a pica até a ponta e com força meto de novo aaaayyyyyyy!!!!! Aaaaaaaaaaayyyyy!!!! Assim que eu gosto, me dá tudo, com vontade!!!!
Quase violentamente, viro ela de bruços, levanto a bunda dela e vejo aquele ponto escuro, miro, encosto a cabeça da minha pica e com força empurro pra dentro do cu, onde ela se perde, e ela grita: aaaaaaaaaaaaaaaaaaaayyyyyyyyyyaaaaaaaaa!!!!! Tá doendo, por favor para, tá doendo!!!! E isso parece que me deixa mais louco, empurro com mais força, entro e saio do cu cada vez com mais violência, e ela diz: sinto que vou cagar, cagar!!! Por favor, dá uma segurada!!!! E eu tiro e com mais força empurro a pica toda bem pra dentro, minhas bolas batendo naquelas nádegas lindas aaaaaaaayyyyy!!! Por favor!!!! Aaaaaayyyy!!! E na loucura de foder o cu dela, começo a sentir cheiro de merda... tiro, passo a mão na pica e cheiro, é merda, e falo: você cagou, sua filha da puta, cagou.. Te avisei, você arrebentou meu cu e eu te avisei pra parar. Ela ainda continua de bunda pra cima e, entre a tontura e a tesão que tô, meto a pica no cu de novo, bombeio umas vezes e gozo dentro, ela geme um pouco aaaaaaaaaa!!!!! Aaaaaaa!!!!! Sim, isso eu gosto!!!! Ela diz. Tiro a pica e vejo um líquido meio marrom escorrendo do buraco do cu pelas pernas dela. Pego uns lenços de papel, coloco na mão dela e mando ela limpar minha pica. pau... ela pegou umas duas e começou a limpar, mas não parou por aí, começou a chupar e a pau ficou dura de novo, e ela chupou, beijou, acariciou e eu gozei na boca dela, enchi a boca dela e não vi uma gota sequer escapar, obviamente ela engoliu tudo. A gente se ajeitou. Ficamos abraçados um pouco e ela pediu pra eu levar ela em casa. Antes disso, ela vomitou no carro. Na verdade, ela devolveu tudo o que eu tinha colocado na boca dela um tempo antes. Aquela noite foi a última vez que transamos. Continuamos nos vendo quase como amigos. O interior do carro até hoje parece que tem cheiro de merda e vômito, mas dizem por aí: caveira não chia. Sarna com gosto não coça. E não posso reclamar, todas as vezes que quis, eu comi e realizei algumas fantasias, faltam algumas, mas também não dá pra pedir tudo e tem que deixar as coisas virem e nada de ficar se privando.. Mais pra frente vou contar umas histórias com umas colegas de trabalho.
1 comentários - calentura y alcohol
Ja ja ja... muy bueno! 😀