Olá, se quiserem ler o que veio antes deste, o link éhttp://www.poringa.net/posts/relatos/1668421/Relato-Solo-Una-Primera-Vez.htmlEntra e lê se quiser XD.
Bom, depois daquele dia, comecei a ver ele de um jeito mais... sei lá, sensual. Eu sentia atração, queria que ele me comesse, queria que ele fosse o primeiro a se aventurar e me abrir toda. A ideia me excitava, mas... será que ele faria? Passaram-se cinco dias, e durante esse tempo eu me sentia cada vez mais atraída por ele. Toda vez que pensava nele, minha boca enchia d'água, babava, e minha buceta ficava molhada. No sexto dia, meu chuveiro quebrou e meu pai ia consertar, mas eu precisava tomar banho. Ia receber a visita de uma amiga e queria estar limpinha pra ela. Ela tinha me prometido algo especial, não sabia o que, mas me deixava animada. Quando entrei no quarto do João pra perguntar se podia tomar banho no banheiro dele, ele aceitou, mas disse que era pra esperar até ele sair, porque ele ia entrar naquele momento. — Ou quer tomar banho comigo? — Não! — exclamei.
Esperei no meu quarto e, quando achei que já tinha esperado o suficiente, fui até o quarto do João. Entrei e o quarto estava vazio. Pensei que ele já tinha saído, então entrei no banheiro. Mas minha surpresa foi que ele estava terminando de se secar, com o pau duro. Senti minha buceta melar, fiquei vermelha e saí do banheiro. Dessa vez, fiquei na cama. De qualquer forma, ele estava se trocando lá dentro. Quando saiu: — Nossa, agora você fica vermelha? Da outra vez não ficou, mas... sabe, gostei da sua expressão. Acho que sinto algo por você. — Sério? — Não, haha. Você é minha irmãzinha, não acho que vá rolar. Quando ele disse isso, não sabia se era brincadeira ou sério, mas eu tava muito tesuda. Entrei no banho, mas quando estava me ensaboando, não consegui evitar de me masturbar. Meu clitóris tava bem duro, assim como meus bicos. Aquele banho foi muito excitante e relaxante. Quando saí, ainda sentia o tesão, mas não sabia como aliviar.
Quando minha amiga chegou (vamos chamar ela de Ceci), eu ainda não tinha me trocado. Ela foi pro meu quarto. Entre eu e ela, era normal nos trocarmos uma na frente da outra, sem malícia. Mas dessa vez foi diferente. Ela ficou me olhando, depois fechou a porta e... Enquanto eu caminhava até minha cama, ela desabotoava a blusa. Eu fiquei olhando pra ela sem dizer nada. Quando chegou na minha frente, já tinha tirado a blusa e também o sutiã. Ela parou na minha frente e me jogou na cama, se aproximou do meu ouvido: — Te amo, mas não sei o que você pensa de mim. Eu fiquei gelada ao ouvir isso, mas abracei ela. — Eu também gosto de mulheres, mas agora acho que estou me apaixonando pelo meu meio-irmão. Quando falei isso, ela me beijou, e minha excitação subiu cada vez mais. Eu sentia a língua dela se movendo na minha boca, a mão macia acariciando minha barriga, subindo devagar até meu peito, acariciando e depois apertando meu mamilo. Eu me arrepiei toda. Depois, a mão dela desceu de novo pra minha barriga, até minha buceta. Eu sentia ela acariciando meu clitóris, me sentia morrendo, era algo muito gostoso. Os beijos dela desceram pro meu pescoço, enquanto a mão não parava no meu clitóris, movendo de um lado pro outro. Ela parou, tirou a minissaia. Quando fez isso, notei que a calcinha dela estava meio molhada. Eu me preparei pra lamber a buceta dela, mas ela continuava em cima de mim me beijando. Minhas mãos alcançaram as nádegas dela, acariciei, eram muito firmes, me fascinavam. Comecei a tocar o peito dela, ela também se arrepiou toda quando comecei a beijar o pescoço dela. Notei que ela gostava. Enquanto eu beijava, os movimentos dela ficaram mais lentos, ela curtia o que eu fazia. Depois, virei ela e fiquei por cima, comecei a tocar o clitóris dela, movia tão rápido quanto ela fazia. A buceta dela estava muito molhada. Deitei ela e me virei pra poder lamber e ser lambida ao mesmo tempo. O suco dela tinha um gosto muito gostoso, um sabor delicioso. Enquanto saboreava os fluidos dela, lembrava do Juan. De repente, senti algo fluindo de mim, era meu primeiro orgasmo dado por uma mulher. A língua dela tocava exatamente o ponto certo. Eu me contorcia de prazer, sentia meu corpo todo tremendo. Mas Cecy segurou minhas pernas e continuou lambendo, eu sentia que não aguentava mais. Me acomodei pra ficar sentada na cara dela e ela lamber mais. Ela adorou. Adorei aquilo, ela se mexia de um jeito tão especial, eu babava de tanto prazer. Quando senti que não aguentava mais, parei e me deitei na cama. Ela subiu em cima de mim pra eu lamber ela, comecei a chupar bem rápido, minha respiração tava ofegante, mas continuei fazendo até ela ter um orgasmo também. Ela gozou, e o mel escorreu pelo meu rosto, era o gosto dela. Agora eu já tinha provado dois dos sucos da humanidade. Minha boca encheu de saliva e eu fui obrigada a engolir. Cecy se levantou e lambeu meu rosto onde ainda não tinha limpado, depois continuou me beijando. Dessa vez, meu corpo inteiro tava mais sensível, os mamilos dela roçavam nos meus, ela brincava com meu piercing. Eu tinha adorado. Nos vestimos, e quando ela foi embora, meu irmão postiço me chamou pro quarto dele. Fui sem pensar. Quando entrei: — Te vi lambendo a Cecy, me excitou muito, mas achei que você gostasse de homens, não de mulheres. Depois de alguns segundos: — Na real, sou bissexual, não se preocupa, curti o que rolou outro dia. Ele ficou vermelho e me pediu pra sair do quarto dele com educação, mas no dia seguinte parecia envergonhado, e parecia gostar de mim cada dia mais. Eu também tava me apaixonando mais por ele a cada dia, mas parecia que ele nunca ia ter coragem de me comer...
Bom, amiguinhos, vou ficando por aqui, espero que tenham gostado, beijos. Alguém me ajuda a subir fotos pelo meu PC, por favor.
Por favor, comentários e pontos, amo vocês, tchau.
Bom, depois daquele dia, comecei a ver ele de um jeito mais... sei lá, sensual. Eu sentia atração, queria que ele me comesse, queria que ele fosse o primeiro a se aventurar e me abrir toda. A ideia me excitava, mas... será que ele faria? Passaram-se cinco dias, e durante esse tempo eu me sentia cada vez mais atraída por ele. Toda vez que pensava nele, minha boca enchia d'água, babava, e minha buceta ficava molhada. No sexto dia, meu chuveiro quebrou e meu pai ia consertar, mas eu precisava tomar banho. Ia receber a visita de uma amiga e queria estar limpinha pra ela. Ela tinha me prometido algo especial, não sabia o que, mas me deixava animada. Quando entrei no quarto do João pra perguntar se podia tomar banho no banheiro dele, ele aceitou, mas disse que era pra esperar até ele sair, porque ele ia entrar naquele momento. — Ou quer tomar banho comigo? — Não! — exclamei.
Esperei no meu quarto e, quando achei que já tinha esperado o suficiente, fui até o quarto do João. Entrei e o quarto estava vazio. Pensei que ele já tinha saído, então entrei no banheiro. Mas minha surpresa foi que ele estava terminando de se secar, com o pau duro. Senti minha buceta melar, fiquei vermelha e saí do banheiro. Dessa vez, fiquei na cama. De qualquer forma, ele estava se trocando lá dentro. Quando saiu: — Nossa, agora você fica vermelha? Da outra vez não ficou, mas... sabe, gostei da sua expressão. Acho que sinto algo por você. — Sério? — Não, haha. Você é minha irmãzinha, não acho que vá rolar. Quando ele disse isso, não sabia se era brincadeira ou sério, mas eu tava muito tesuda. Entrei no banho, mas quando estava me ensaboando, não consegui evitar de me masturbar. Meu clitóris tava bem duro, assim como meus bicos. Aquele banho foi muito excitante e relaxante. Quando saí, ainda sentia o tesão, mas não sabia como aliviar.
Quando minha amiga chegou (vamos chamar ela de Ceci), eu ainda não tinha me trocado. Ela foi pro meu quarto. Entre eu e ela, era normal nos trocarmos uma na frente da outra, sem malícia. Mas dessa vez foi diferente. Ela ficou me olhando, depois fechou a porta e... Enquanto eu caminhava até minha cama, ela desabotoava a blusa. Eu fiquei olhando pra ela sem dizer nada. Quando chegou na minha frente, já tinha tirado a blusa e também o sutiã. Ela parou na minha frente e me jogou na cama, se aproximou do meu ouvido: — Te amo, mas não sei o que você pensa de mim. Eu fiquei gelada ao ouvir isso, mas abracei ela. — Eu também gosto de mulheres, mas agora acho que estou me apaixonando pelo meu meio-irmão. Quando falei isso, ela me beijou, e minha excitação subiu cada vez mais. Eu sentia a língua dela se movendo na minha boca, a mão macia acariciando minha barriga, subindo devagar até meu peito, acariciando e depois apertando meu mamilo. Eu me arrepiei toda. Depois, a mão dela desceu de novo pra minha barriga, até minha buceta. Eu sentia ela acariciando meu clitóris, me sentia morrendo, era algo muito gostoso. Os beijos dela desceram pro meu pescoço, enquanto a mão não parava no meu clitóris, movendo de um lado pro outro. Ela parou, tirou a minissaia. Quando fez isso, notei que a calcinha dela estava meio molhada. Eu me preparei pra lamber a buceta dela, mas ela continuava em cima de mim me beijando. Minhas mãos alcançaram as nádegas dela, acariciei, eram muito firmes, me fascinavam. Comecei a tocar o peito dela, ela também se arrepiou toda quando comecei a beijar o pescoço dela. Notei que ela gostava. Enquanto eu beijava, os movimentos dela ficaram mais lentos, ela curtia o que eu fazia. Depois, virei ela e fiquei por cima, comecei a tocar o clitóris dela, movia tão rápido quanto ela fazia. A buceta dela estava muito molhada. Deitei ela e me virei pra poder lamber e ser lambida ao mesmo tempo. O suco dela tinha um gosto muito gostoso, um sabor delicioso. Enquanto saboreava os fluidos dela, lembrava do Juan. De repente, senti algo fluindo de mim, era meu primeiro orgasmo dado por uma mulher. A língua dela tocava exatamente o ponto certo. Eu me contorcia de prazer, sentia meu corpo todo tremendo. Mas Cecy segurou minhas pernas e continuou lambendo, eu sentia que não aguentava mais. Me acomodei pra ficar sentada na cara dela e ela lamber mais. Ela adorou. Adorei aquilo, ela se mexia de um jeito tão especial, eu babava de tanto prazer. Quando senti que não aguentava mais, parei e me deitei na cama. Ela subiu em cima de mim pra eu lamber ela, comecei a chupar bem rápido, minha respiração tava ofegante, mas continuei fazendo até ela ter um orgasmo também. Ela gozou, e o mel escorreu pelo meu rosto, era o gosto dela. Agora eu já tinha provado dois dos sucos da humanidade. Minha boca encheu de saliva e eu fui obrigada a engolir. Cecy se levantou e lambeu meu rosto onde ainda não tinha limpado, depois continuou me beijando. Dessa vez, meu corpo inteiro tava mais sensível, os mamilos dela roçavam nos meus, ela brincava com meu piercing. Eu tinha adorado. Nos vestimos, e quando ela foi embora, meu irmão postiço me chamou pro quarto dele. Fui sem pensar. Quando entrei: — Te vi lambendo a Cecy, me excitou muito, mas achei que você gostasse de homens, não de mulheres. Depois de alguns segundos: — Na real, sou bissexual, não se preocupa, curti o que rolou outro dia. Ele ficou vermelho e me pediu pra sair do quarto dele com educação, mas no dia seguinte parecia envergonhado, e parecia gostar de mim cada dia mais. Eu também tava me apaixonando mais por ele a cada dia, mas parecia que ele nunca ia ter coragem de me comer...
Bom, amiguinhos, vou ficando por aqui, espero que tenham gostado, beijos. Alguém me ajuda a subir fotos pelo meu PC, por favor.
Por favor, comentários e pontos, amo vocês, tchau.
4 comentários - Me apaixonando não só pela pica dele
solo con leerla me exite..!!
chido, gracias jeje cuidate
muy buenos relatos.... felicitaciones y esperamos que sigas compartiendo con nosotros....
picna