Hoje trago mais uma das minhas aventuras, espero não entediar vocês, mas adoro compartilhar um pouco da minha vida com vocês.
Minha história começa num domingo cinza, chuvoso, daqueles típicos de Buenos Aires. A chuva e aquele cheirinho de terra molhada despertaram em mim uma vontade de me divertir muito, mas eu estava sozinha. O que fazer? Brincar com meus dedos não ia acalmar minha vontade de sentir uma rola dentro de mim, e repetir a mesma rola de um "amigo" meu me dava preguiça, então fiquei pensando em quem chamar...
Aí lembrei do vizinho do lado, um morenaço de 23 anos, alto, com um corpo realmente digno de ser comido e com certeza uma rola que eu adoraria saborear. Mas tinha um problema: ele sempre me olhava com aquele desejo de me foder no olhar, mas nunca se aproximou além de um "oi" ou "tchau" de vizinhos. Então tive que inventar algo para quebrar esse gelo e para que ele me quebrasse bem a buceta, hahaha.
Justo meus pais saíram para visitar uns parentes e iam demorar horas. Era minha chance de comer ele. Assim que fiquei sozinha em casa, tomei um banho, vesti uma minissaia jeans e uma camisetinha bem decotada para marcar bem os peitos, e chamei ele.
Inventei que precisava da ajuda dele, que estava sozinha em casa e ouvi barulhos no quintal (algo assim, acho que ele entrou na brincadeira porque também tava afim de me penetrar). Ele disse que viria até aqui e que eu não fizesse nada sem ele.
Em um minuto ele já estava tocando a campainha, meio molhado pela chuva que não parava. Cumprimentei e convidei ele pra entrar.
Meu vizinho deu uma olhada no quintal e, além de uma buceta cantando na chuva, não encontrou nada. Então usei minha astúcia, me fazendo de pobrezinha medrosa, e agradeci pela visita, convidando ele pra um café.
Ele sentou na sala enquanto eu preparava o café. Da cozinha, eu via ele de relance olhando minha bunda e, hummm, como me excitava me abaixar pra pegar as xícaras, as colherinhas e outras coisas. Sei muito bem que ele ficava louco ao ver minha calcinha fio dental vermelha entrando na minha buceta. Pequenininha que eu era, mas continuava conversando sobre insegurança e o clima, isso me deixava mais quente ainda ela seguir como se nada.
Servi o café e comecei a avançar (não sou do tipo de fofa que vai ficar com a tesão guardada, né?). Comecei dizendo que ela tinha uns lábios lindos, enquanto acariciava o peito dela, cada vez mais perto da rola, mas sem chegar nela. Meu vizinho, nem lerdo nem preguiçoso, me beijou de boca aberta e começou a apalpar meus peitos, mal roçava até deixar meus bicos durinhos, não parou. Enquanto isso, eu, sem nenhum pudor, meti a mão na calça dele, sentindo o pau já duro. Fiquei louca passando o dedo bem na pontinha e sentindo ele pegajoso nas minhas pontas dos dedos.
Perguntei por que ele tava tão durinho assim?? E ele respondeu que era por causa daquela *pussy* que ele viu há minutos na cozinha, enquanto beliscava de leve meus mamilos. Aí não aguentei e guiei ele até meu quarto.
No caminho, já tiramos toda a roupa, e sim, ele é um cara com a força e a determinação dos 23 recém-completados. O pau dele tava explodindo de tesão e minha *pussy* completamente molhada. Joguei ele na cama de uma vez, e me coloquei de quatro, de costas pra ele, chupando como se fosse um sorvetinho. Lambi tanto enquanto apertava os ovos dele que ele só conseguia falar: COMO VOCÊ ME CHUPA, FILHA DA *slut*!! Enquanto enfiava o dedo na minha *pussy*, sentindo ela toda molhada, com o meu próprio fluido ele começava a dilatar minha bunda. Mmmmm, aquela sensação de dor e ao mesmo tempo ardor de tesão de comer o pau dele era fantástica. Se somar a chuva de fundo, acho que gozei mais de três vezes ali mesmo.
Quando a cabecinha dele já tava completamente vermelha e eu sentia dentro de mim as veias dessa porra prestes a estourar, ele me virou de barriga pra cima e começou a me lamber. Disse: "É minha vez, mamãe", e vocês não sabem como ele me comia com a língua, me penetrava com a pontinha me fazendo gozar só de roçar. Ele me secava com a língua, mas na hora me molhava mais. Eu só conseguia gritar de prazer dos 23 Multiorgasmos tão comuns em mim, mas únicos ao mesmo tempo. Ele não acreditava que chupando eu gozasse sem parar. Ele abria mais minha buceta com os dedos, meus lábios ardiam, e ele sentiu a glória, eu vi no olhar dele quando descobriu meu ponto G com a língua. Acho que graças à chuva os vizinhos não ouviram meus gritos de mulher no cio, mas só de lembrar já fico toda molhada.
Depois de um tempão brincando assim com a linguinha dele e ele estar completamente duro, me penetrou bem devagar, me fazendo gozar só sentindo a ponta... Não curto muito a posição papai-e-mamãe, mas com ele abri uma exceção. Ele chupou tão bem, merecia. Meteu tudo, entrou como se minha buceta e o pau dele se conhecessem desde sempre, e foi muito quente. Começou a meter sem parar, bem forte, nada devagar. Era me foder até não aguentar mais, meter até as bolas na buceta, enquanto agarrava meus peitos e chupava, me comia sem parar, acompanhando meus gemidos e gritos com a respiração dele.
Mas como eu disse, essa posição não me desce muito, então invertemos. Eu montei nele, o pau dele estava no ponto, não imaginam como ficava duro e quente ao me sentir assim em cima, devorando o pau dele enquanto meus peitos balançavam sem parar de um lado pro outro. Aí ele não aguentou mais, tirou rápido, aproximou da minha boca pra eu chupar de novo e disse: "AÍ VEM, MAMÃE, DÁ UMA CHUPADA". Óbvio que eu fiz, e assim que apertei com meus dentinhos a pontinha dele, mmmmmmmmmmm, encheu minha boca de leite. Quer dizer, meu leite, porque eu mereci 🙂 Ainda lembro da cara de prazer dele ao me ver tomar tudo e me lamber toda igual uma gatinha no cio que eu sou...SE EU GOSTEI, DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS, CÊS SABEM QUE EU ADORO BEM SAFADINHOS
----------> Mariana <----------
Minha história começa num domingo cinza, chuvoso, daqueles típicos de Buenos Aires. A chuva e aquele cheirinho de terra molhada despertaram em mim uma vontade de me divertir muito, mas eu estava sozinha. O que fazer? Brincar com meus dedos não ia acalmar minha vontade de sentir uma rola dentro de mim, e repetir a mesma rola de um "amigo" meu me dava preguiça, então fiquei pensando em quem chamar...
Aí lembrei do vizinho do lado, um morenaço de 23 anos, alto, com um corpo realmente digno de ser comido e com certeza uma rola que eu adoraria saborear. Mas tinha um problema: ele sempre me olhava com aquele desejo de me foder no olhar, mas nunca se aproximou além de um "oi" ou "tchau" de vizinhos. Então tive que inventar algo para quebrar esse gelo e para que ele me quebrasse bem a buceta, hahaha.
Justo meus pais saíram para visitar uns parentes e iam demorar horas. Era minha chance de comer ele. Assim que fiquei sozinha em casa, tomei um banho, vesti uma minissaia jeans e uma camisetinha bem decotada para marcar bem os peitos, e chamei ele.
Inventei que precisava da ajuda dele, que estava sozinha em casa e ouvi barulhos no quintal (algo assim, acho que ele entrou na brincadeira porque também tava afim de me penetrar). Ele disse que viria até aqui e que eu não fizesse nada sem ele.
Em um minuto ele já estava tocando a campainha, meio molhado pela chuva que não parava. Cumprimentei e convidei ele pra entrar.
Meu vizinho deu uma olhada no quintal e, além de uma buceta cantando na chuva, não encontrou nada. Então usei minha astúcia, me fazendo de pobrezinha medrosa, e agradeci pela visita, convidando ele pra um café.
Ele sentou na sala enquanto eu preparava o café. Da cozinha, eu via ele de relance olhando minha bunda e, hummm, como me excitava me abaixar pra pegar as xícaras, as colherinhas e outras coisas. Sei muito bem que ele ficava louco ao ver minha calcinha fio dental vermelha entrando na minha buceta. Pequenininha que eu era, mas continuava conversando sobre insegurança e o clima, isso me deixava mais quente ainda ela seguir como se nada.
Servi o café e comecei a avançar (não sou do tipo de fofa que vai ficar com a tesão guardada, né?). Comecei dizendo que ela tinha uns lábios lindos, enquanto acariciava o peito dela, cada vez mais perto da rola, mas sem chegar nela. Meu vizinho, nem lerdo nem preguiçoso, me beijou de boca aberta e começou a apalpar meus peitos, mal roçava até deixar meus bicos durinhos, não parou. Enquanto isso, eu, sem nenhum pudor, meti a mão na calça dele, sentindo o pau já duro. Fiquei louca passando o dedo bem na pontinha e sentindo ele pegajoso nas minhas pontas dos dedos.
Perguntei por que ele tava tão durinho assim?? E ele respondeu que era por causa daquela *pussy* que ele viu há minutos na cozinha, enquanto beliscava de leve meus mamilos. Aí não aguentei e guiei ele até meu quarto.
No caminho, já tiramos toda a roupa, e sim, ele é um cara com a força e a determinação dos 23 recém-completados. O pau dele tava explodindo de tesão e minha *pussy* completamente molhada. Joguei ele na cama de uma vez, e me coloquei de quatro, de costas pra ele, chupando como se fosse um sorvetinho. Lambi tanto enquanto apertava os ovos dele que ele só conseguia falar: COMO VOCÊ ME CHUPA, FILHA DA *slut*!! Enquanto enfiava o dedo na minha *pussy*, sentindo ela toda molhada, com o meu próprio fluido ele começava a dilatar minha bunda. Mmmmm, aquela sensação de dor e ao mesmo tempo ardor de tesão de comer o pau dele era fantástica. Se somar a chuva de fundo, acho que gozei mais de três vezes ali mesmo.
Quando a cabecinha dele já tava completamente vermelha e eu sentia dentro de mim as veias dessa porra prestes a estourar, ele me virou de barriga pra cima e começou a me lamber. Disse: "É minha vez, mamãe", e vocês não sabem como ele me comia com a língua, me penetrava com a pontinha me fazendo gozar só de roçar. Ele me secava com a língua, mas na hora me molhava mais. Eu só conseguia gritar de prazer dos 23 Multiorgasmos tão comuns em mim, mas únicos ao mesmo tempo. Ele não acreditava que chupando eu gozasse sem parar. Ele abria mais minha buceta com os dedos, meus lábios ardiam, e ele sentiu a glória, eu vi no olhar dele quando descobriu meu ponto G com a língua. Acho que graças à chuva os vizinhos não ouviram meus gritos de mulher no cio, mas só de lembrar já fico toda molhada.
Depois de um tempão brincando assim com a linguinha dele e ele estar completamente duro, me penetrou bem devagar, me fazendo gozar só sentindo a ponta... Não curto muito a posição papai-e-mamãe, mas com ele abri uma exceção. Ele chupou tão bem, merecia. Meteu tudo, entrou como se minha buceta e o pau dele se conhecessem desde sempre, e foi muito quente. Começou a meter sem parar, bem forte, nada devagar. Era me foder até não aguentar mais, meter até as bolas na buceta, enquanto agarrava meus peitos e chupava, me comia sem parar, acompanhando meus gemidos e gritos com a respiração dele.
Mas como eu disse, essa posição não me desce muito, então invertemos. Eu montei nele, o pau dele estava no ponto, não imaginam como ficava duro e quente ao me sentir assim em cima, devorando o pau dele enquanto meus peitos balançavam sem parar de um lado pro outro. Aí ele não aguentou mais, tirou rápido, aproximou da minha boca pra eu chupar de novo e disse: "AÍ VEM, MAMÃE, DÁ UMA CHUPADA". Óbvio que eu fiz, e assim que apertei com meus dentinhos a pontinha dele, mmmmmmmmmmm, encheu minha boca de leite. Quer dizer, meu leite, porque eu mereci 🙂 Ainda lembro da cara de prazer dele ao me ver tomar tudo e me lamber toda igual uma gatinha no cio que eu sou...SE EU GOSTEI, DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS, CÊS SABEM QUE EU ADORO BEM SAFADINHOS
----------> Mariana <----------
17 comentários - Meu vizinho brincalhão