Minha amiga de sempre

Fernando de novo, com mais uma história (quase exatamente) verdadeira...

Enquanto dirigia por uma das ruas que levam ao parque, vejo de costas uma mulher correndo na beira da estrada. De longe já dá pra notar um corpo bem cuidado. Ao me aproximar, percebo que é a Maria, ex-colega do colégio e amiga de toda a vida, e também vizinha, a poucas quadras da minha casa. Passo ao lado dela, buzino, e pelo retrovisor vejo que ela reconhece o carro e acena. Sempre gostei da Maria, e com quase 40 anos, casada com outro amigo e com um filho depois, ela mantém um corpo espetacular, na base de corrida e academia. Meus pensamentos voltam à realidade e paro onde precisava ir, perto dali.

Na volta, pela mesma rua, a vejo de novo, mas agora está mancando. Paro o carro ao lado dela.
— Oi, Mar, o que aconteceu?
— Acho que dei uma esticada — ela diz com uma careta de dor.
— Sobe, te levo em casa.
— Obrigada, Fer — e troca a dor por um sorriso.
Ela sobe e me dá um beijo no rosto. Seu rosto está suado, mas cheira muito bem... como sempre.
— Acho que fiz besteira — ela diz —, não aqueci direito...
— Sempre tem que fazer as coisas bem quentes — digo sorrindo.
— Óbvio, neném!
E rimos. Muitos anos de piadas de escola nos permitem dizer e rir de tudo... ou quase tudo.

Chegamos na casa dela, desço e abro a porta do carro.
— Apoia em mim.
Ela se pendura no meu ombro e sinto seu corpo colado no meu enquanto manca. Na minha mente surge a dúvida se é certo eu ficar um pouco excitado com a situação...

Entramos, e ela se joga no sofá reclamando da dor na perna.
— Vou te buscar algo fresco — digo.
Volto da cozinha com dois copos d'água.
— Sabe com o que você pode me ajudar? Procura no armário do banheiro, tem uma pomada para dores musculares.
Vou, encontro e entrego a ela.
— Assim não vou conseguir, é atrás na coxa... você passa pra mim? — e ela vira aquele rabo, mostrando a perna...
— Aí não sei se é a posição mais confortável.
— Tem razão, vem. E vai para o quarto.

Deita de bruços na cama. É uma imagem... Forte... ela me olha com um sorriso... - Vai lá, não vai ter vergonha de me dar uma massagem, né? - Não, claro que não - minto enquanto sinto que fiquei corado.
Me sento ao lado das pernas dela, coloco um pouco de pomada na mão e começo a massagear sua coxa... suavemente. Me distraio, olhando tão de perto aquele bumbum lindo, enfiado na legging de corrida... me distraio e vou devagar. Ela percebe - Ei, você tá me massageando ou tá olhando minha bunda? - As duas coisas, como você consegue manter esse rabo tão lindo? Digo entre mais e mais sorrisos cúmplices - Com esforço! Ou você acha que eu corro e faço academia só por gosto?
- Mar, não posso ir mais além, digo marcando com meus dedos onde a legging está. - Melhor tirar, é mais acima que dói. Ela se afasta do colchão e abaixa sem hesitar a legging... agora só tem um fio-dental pequeno... realçando ainda mais sua bunda. - Quer me dar um infarto? - Vamos, não acho que nada meu te impressione, a gente se conhece há muito tempo... Não respondo, subo um pouco mais com a pomada, chegando até onde sua perna já deixa de ser perna.
Ela já não fala, e eu também não, só se escuta o atrito da minha mão em suas nádegas. Ela separa um pouco as pernas e já não esfrego, e já não tem pomada, é só carícia. Escapa um suspiro bem baixinho dela. Acaricio com ambas as mãos, ela separa mais as pernas e quando meus dedos acariciam em direção ao centro, meus polegares chegam por trás bem embaixo, no tecido do fio-dental...
Olho, ela tem os olhos fechados e respira com a boca aberta. Mudo de rumo e acaricio suas costas... - Mmmm... vai... tá bom, ela me diz. Já estou acariciando suas costas e me aproximei mais, meu corpo quase está colado no dela e ela sente em cada movimento. Estou tendo uma ereção que não posso e não quero reprimir.
Baixo as mãos por seu lado até a cintura e beijo suas costas. - Mmmm... se eu soubesse como eram suas massagens...
Em um dos momentos ela faz um movimento decisivo, levanta sua cintura, e ali mesmo, passo as mãos entre seu corpo e o colchão. Ela abaixa e prende minhas mãos sob seu quadril. Há um... momento de quietude. Só se escuta nossa respiração ofegante. Dos dois.
Apoio meu peito na sua bunda e passo a língua pelas suas costas, salgadas de suor. Uma das minhas mãos ficou presa entre sua cintura e o colchão, faço ela deslizar dentro da sua calcinha, até que o dedo do meio chega nos seus lábios molhados... quando sente, instintivamente levanta o corpo mas eu impossibilito com meu peso, colando ela de novo no colchão... e na minha mão.
Começa um novo jogo: meu corpo empurrando pra baixo e o dela subindo quando toco. Enquanto isso, faço ela sentir minha respiração ofegante nas costas e meu pau duro contra sua perna.
Ela arqueia as costas e vejo que está chupando os dedos de uma mão, a outra já foi debaixo da camisinha e aperta seus mamilos. Rastejo mais pra cima até seu pescoço sem parar de masturbá-la, chego no seu ouvido – fica de quatro... e acelero a masturbação. Ela geme baixinho... – mmmmmm... sssim... sim... sim...
Ela se ajeita de quatro, tiro minha calça e cueca num movimento só, empurro a calcinha dela pro lado e deslizo meu pau já bem molhado na sua buceta mais que encharcada... escorrega pra dentro. Assim que começo a bombear, percebo que isso não vai durar muito, estamos os dois ardendo demais e ver aquela bunda se mexendo... é demais. – Mar... você vai me fazer gozar... Ela vira o rosto e mostra um sorriso diabólico e a boca entreaberta num gemido rouco. Se move mais e mais e se agarra na cama enquanto grita no orgasmo. Sinto que gozo e desabo nas costas dela...
Depois de um tempo nos olhamos, volta o riso cúmplice, não precisamos falar. Como sempre foi.

Outro relato:http://www.poringa.net/posts/relatos/1238051/Se-me-cruzo-mi-cuñada___y-ahora_.htmlObrigado por comentar!

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