A filha gostosa do chefe

Já faz um tempo que parei de trabalhar naquela empresa. A verdade é que nunca contei essa experiência tão pesada porque moro num lugar pequeno, e tudo isso sempre acaba se sabendo. Posso te garantir que isso é real, e aproveito o anonimato que esse relato me dá pra contar meu pequeno triunfo. Era uma empresa meio grande e eu trabalhava como administrativo no departamento de contabilidade. Já tava lá uns dois anos quando mandaram a filha do chefe pro nosso departamento. Ninguém sabia ao certo do que ela cuidava, e embora fosse supostamente uma funcionária qualquer, por ser filha de quem era, a mina tinha um escritório próprio enquanto a gente dividia um cubículo pra várias pessoas. Vou te contar como era a garota. Devia ter uns 28 anos, baixinha, com o cabelo levemente tingido de loiro, uns peitões bem bons, e uma bunda que, sem ser nada demais, eu gostava muito por ser redondinha. Tipo, certeza que você já viu daquelas que parecem duas pedras quando olha de perfil. Os lábios dela também não eram nada ruins, e sempre que falava comigo, me fazia sentir que era uma comedora de pica de primeira. A verdade é que até aqui você pode achar que não era nada do outro mundo, mas a real é que despertava um tesão em mim e sensações muito fortes. Os motivos eram claros: era a filha do maior filho da puta que já conheci, e além disso era a típica patricinha metida a besta, que se acha a última bolacha do pacote. Sempre pensei em dar um jeito de tirar a puta que essa filhinha de papai tinha dentro dela. Dessa vez, uma das minhas fantasias ia se realizar quando eu menos esperava.

A gente tinha uma relação meio superficial e a verdade é que nunca teria me insinuado. Mas eu tinha reparado que muitas vezes, quando eu me virava ao passar por ela, ela tava me olhando enquanto rebolava aquela bunda. Algo me dizia que eu não passava despercebido pra ela. Um dia, o pai dela veio e me pediu pra fazer um trabalho no arquivo que ficava no No andar de cima, um lugar empoeirado e cheio de tralha. Eu tinha que passar uns documentos velhos na trituradora de papel e liberar espaço pra colocar mais coisas. Nada, um trabalho de merda que ia me ocupar vários dias, sendo que era maio e o calor já ia tornar o serviço ainda mais insuportável. Comecei no dia marcado e já estava metade da manhã trabalhando, todo cagado de poeira, do jeito que você nem imagina, quando parei pra tomar uma Coca e fumar um cigarro, e desabotoei a camisa pra me refrescar um pouco. Lá em cima não ia subir ninguém, porque era o cu do escritório, e eu podia dar uma escapada. Quando tava lá há uns minutos, vi ela aparecer pela porta e levei um susto do caralho, principalmente porque sabia que aquela puta ia me encher o saco. Já tava fazendo cara de cordeiro indefeso, pronto pra levar a bronca, quando ela começou a me pedir uns documentos. Fiquei muito surpreso com a reação dela e notei que ela tava bem mais provocativa que o normal. Lembro que ela tava com uma saia bem curtinha e um top de lycra que mal segurava aqueles dois peitões, e aquelas plataformas que faziam a bunda dela ficar bem empinada. Falei onde ela podia encontrar o que procurava e que eu mesmo pegava, porque tava no alto de uma estante. Surpreendentemente, ela disse que pegava sozinha, mesmo eu me oferecendo pra ajudar a subir. Quando vi ela em cima da escada, a muito promíscua me deixou ver a calcinha minúscula que ela tava usando, que deixava as bandas daquela bunda de fora. A pica subiu na hora, e marcava descaradamente na calça fina. A mina demorou um tempão lá em cima de propósito, pra garantir que eu não perdia nada, e olha, não decepcionei. Quando desceu, chegou perto demais e sentiu o pauzão que eu tava. Me olhou com cara de puta no cio e perguntou o que tava rolando, e eu respondi que tinha ficado muito excitado. Ela não me deixou terminar a frase, porque se jogou em cima de mim, me agarrou pela bunda e se apertou contra o meu corpo. corpo pra sentir minha vara de fogo. Comecei a beijar ela no pescoço e ela começou a suspirar igual um fole quando eu passei a mão nos peitos dela. A piranha me afastou e foi pra umas caixas que estavam uns metros atrás. Subiu em cima e me olhou com olhos de loba e as pernas abertas. Não aguentei mais e me joguei nela, arranquei a calcinha dela de uma vez e baixei minha calça. Ela já tava toda pilhada porque parecia que curtia a parada violenta. A real é que eu não curto esse rolê, mas dada a situação e por ser ela o objeto do "carinho" que eu sentia pelo pai dela, e com vontade de domar uma novinha, me comportei como um verdadeiro bruto. Comecei pelo que mais gosto numa mulher: a bucetinha dela. No começo não consegui ver direito porque comecei a chupar como se minha vida dependesse disso, sentindo tudo na boca com um gosto e um cheiro que me deixava louco. Fiquei um tempão fazendo esse trabalho nela e ela suspirava e se contorcia, mas eu me dediquei a fazer minha chupada melhor e abri as pernas dela ao máximo, apoiando nas caixas. Aquela mulher agora me oferecia a boceta dela em todo seu esplendor e eu podia ver os lábios entreabertos e bem rosados de tesão. Me dediquei a percorrer as dobras daquela xota aromática com minha língua de cima pra baixo, uma e outra vez. Parava no clitóris e ela gemia de um jeito meio exagerado e fechava um pouco as pernas pra eu não me desgrudar dali. Tava me acabando e tinha que fazer força pra minha pica no tamanho máximo não encostar em nada, senão eu gozava de tesão. O melhor ia chegar então, porque quando eu menos esperava, desci minha língua cheia do fluido dela até o buraquinho do cu dela. Ela não esperava por aquela carícia e gozou quando eu enfiei minha língua dura no cu dela e pressionei minha cara toda na boceta dela. Foi uma gozada boa porque ela se agarrou na minha cabeça como se estivesse à beira de um precipício. Agora era minha vez e me levantei pra deixar ela bem. A real é que nessa hora a pica Doía de tesão, mas quando vi ela de pernas abertas, toda suada, a saia levantada, e com aquela buceta toda dilatada na minha frente, minhas pernas chegaram a tremer. A cara de puta safada dela, mordendo o lábio, suada e descabelada, me deu vontade de meter fundo. Enfiei de uma vez com maior facilidade porque ela tava molhadíssima, e fui eu que soltei um gemido agora, porque aquela buceta era uma delícia. Apertadinha e muito molhada, e o que mais me excitava era que parecia que eu tinha enfiado o pau no próprio inferno. Você não imagina o quanto quente aquela buceta tava. Comecei a empurrar e ela se mexia igual uma marionete, porque as caixas balançavam pra caralho com minhas estocadas. Levantei as pernas dela o máximo que pude pra sentir ainda mais a buceta, olhei pra baixo e vi meu pau brilhando, molhado com o fluxo dela, e gozei só de ver. Ela percebeu e me apertou contra ela pra não escapar nem uma gota do meu leite. Foi uma gozada violenta e ficamos um tempão parados recuperando o fôlego, mas em poucos minutos ela ainda queria mais. Tirei o pau e da buceta dela jorrou um monte do meu sêmen. Ela se levantou, tirou a saia e foi até a bolsa. Pegou um pacote de lenços e mais alguma coisa que não vi o que era. Limpou a buceta do meu leite e veio até mim, se abaixou e também deixou meu pau limpo. Aí ela me mostrou que ainda tava com mais vontade de guerra, porque começou a beijar meu pau. Fez do jeito que eu gostava: chupadas lentas e molhadas na ponta do meu pênis. Demorou um pouco pra ficar duro de novo, porque a excitação anterior tinha sido muito forte e longa. Mesmo assim, ver aqueles lábios que eu tanto gostava trabalhando com tanta vontade me deixou a mil. Levantei ela pra colocar em cima das caixas de novo pra furar, quando ela pediu pra brincar de algo. Disse que tinha gostado porque eu tava com uma cara de safado total e que queria que eu fizesse uma coisinha especial. A putinha me pediu no ouvido pra usar a Brinquedinho e me dando uma lambida na orelha eliminou qualquer chance de eu dizer não. Aí ela me mostrou o que tinha tirado da bolsa e escondido, um vibrador de látex estreito e pequeno. Me preparei pra não decepcionar aquela foxy de primeira e fiquei admirando aquele rabo redondo quando ela ficou de quatro. Me aproximei e comecei a chupar o olho do cu dela, enquanto ela agradecia com suspiros enormes. Passava minha língua pelos arredores do buraco, onde a área é tão sensível, e depois lentamente enfiava minha língua o máximo que podia naquela caverna. Quando fazia isso, a danada fazia força pra me ajudar e dizia entre sussurros umas putarias que eu não entendia direito. Chupei um dedo, passei na buceta molhada dela e enfiei no cu dela. Porra, nunca vi uma mina tão tesuda, e ela mordia a mão pra não gritar. Falei pra ela que se quisesse que eu usasse o vibrador, ela tinha que chupar muito bem. Coloquei na boca dela, e ela chupou feito uma criança chupando picolé, enquanto meu dedo fazia movimentos pra dilatar aquele buraco. Quando já vi ela bem excitada, fiquei atrás, liguei o vibrador e enfiei com cuidado. Machuquei um pouco porque a lubrificação não era perfeita, mas depois que encaixou no esfíncter, consegui meter e tirar com mais facilidade. Aquele rabo se mexia de um jeito muito provocante, e mudei de posição pra pegar ela por trás. Dessa vez meti mais devagar pra aproveitar ainda mais o calor daquela caverna. Queria sentir cada centímetro da buceta dela e meu pau enchendo ela por completo. Ela começou a mexer o rabo em movimentos circulares lentos, e eu peguei o ritmo dela, acompanhando os movimentos. Não fiz o típico mete e sai porque me excitava sentir ela minha ao encher ela toda com meu pau. Claro, minha mão direita não parava com aquele consolo no cu dela, mas agora eu movia ele de forma circular pra que as paredes do cu dela sentissem as vibrações do brinquedo. Ela Ela ficou muito tesuda com aquela sensação no cu e acelerou a respiração. Quando percebi que ela estava prestes a gozar, enfiei o vibrador inteiro nela e comecei a meter e tirar meu pau da buceta dela com muita fúria. Ela gozou entre espasmos e gemidos. Eu, vendo o orgasmo dela, fiquei excitado demais e, depois de penetrá-la por alguns minutos, gozei apertando com força meu pau dentro da buceta dela para encher ela de porra até o útero. Ela se limpou de novo e vestiu a roupa que estava espalhada por vários cantos. Prendeu o cabelo num rabo de cavalo, disse que tinha sido muito bom e foi embora sem falar mais nada. Eu também já tinha me vestido, e a verdade é que a situação era meio estranha, e eu não sabia para onde olhar. Entendi que aquilo não ia se repetir e que ela tinha um pouco de vergonha de se mostrar tão puta. Passaram três dias, e, embora eu ficasse obcecado com a ideia daquela foda e não conseguisse parar de lembrar dela a todo momento, ela me evitava completamente. Quando falava comigo, era com total indiferença e de muito mau humor. Até os colegas perceberam e me perguntavam o que eu tinha feito para ela me tratar daquele jeito. Eu captei o recado e tentei tirar ela da minha cabeça, pensando que tinha me vingado no corpo dela do pai dela. Como eu estava errado, porque era aí que vinha o melhor, algo que eu nunca esperaria naquelas circunstâncias. Já tinham passado cinco dias daquele encontro no arquivo quando ela saiu do escritório como uma fúria, gritando meu nome. Começou a me dar uma bronca enorme, e percebi como meus colegas baixavam a cabeça, mas não perdiam nada do que ela estava dizendo. Ela falava não sei o quê sobre uns trâmites que não tinham sido feitos e que iam custar uma fortuna para a empresa. Eu me senti extremamente humilhado por ser repreendido daquele jeito na frente de todo mundo. colegas e eu teria me levantado para dar um soco naquela lady. Me segurei e fui com ela para o escritório dela quando ela mandou. Ela entrou primeiro e eu segui, fechando a porta assim que passei. Qual foi minha surpresa quando me virei para sentar e ela se jogou em cima de mim me dando um abraço. Me deu um beijão com a língua molhada e pediu pra eu foder ela. Fiquei bem excitado porque com a raiva que eu tinha pego depois da confusão na frente de todo mundo, queria agir como um animal com ela. Mas o pouco de bom senso que ainda me restava naquela hora dizia que não devia, porque o escritório dela era colado no escritório e lá fora estavam meus colegas que podiam ouvir perfeitamente tudo que rolasse lá dentro. A porta não trancava por dentro e era muito fácil alguém entrar sem bater. Além disso, naquele escritório tinha uma janela que dava pro escritório e só estava coberta por uma cortina. Eu disse que não dava, e que a gente fizesse algo pra ir pro banheiro e fazer putaria lá. Ela tava no fogo, a todo vapor, e disse que não, que queria ali e naquela hora. Se afastou de mim, foi até a janela e fechou a cortina, se sentou em cima da mesa, levantou a saia e abriu completamente as pernas. Não tava de calcinha, a muito promíscua, e pude ver a mesma imagem excitante daquela bucetinha tenra e carnuda de tesão. De onde eu estava, dava pra ver a umidade dela e me deixei levar quando ela sussurrou pra eu ir. A gente se deu uns beijos ardentes e ela baixou minha cabeça até aquela bucetinha. Aspirei aquele cheiro de mulher de verdade que tanto tinha me agradado da outra vez e me preparei pra fazer outra refeição de primeira nela. Abri as pernas dela completamente pra ver aqueles lábios e o clitóris em toda a beleza e levei um baita susto. Da vulva dela saía um cordão e do cu outro, eu, idiota, perguntei se ela tava menstruada e tinha colocado um absorvente. Ela, com aquele olhar de puta no cio, me disse que Descobri por mim mesmo. Comecei a puxar o cordão da buceta dela e notei como os lábios iam se abrindo, e pela vagina dela aparecia uma coisa branca. Quando puxei tudo, saiu uma bola do tamanho de uma bolinha de pingue-pongue. Ela deu um suspiro fundo quando fiz isso, e aí entendi: ela tava há um tempão com umas bolas chinesas na buceta, daquelas que estimulam demais uma mulher. Tirei a segunda bola, e ela deu um gritinho de novo. Levantei aquele brinquedo na altura da minha cabeça pra ela ver também. Chupei ele sem pensar duas vezes, deixando bem limpinho, porque devia ter passado a manhã inteira lá e tava todo melado de fluido, e guardei comigo. Ela adorou esse gesto, que aumentou ainda mais a excitação dela. Agora ia ver que surpresa se escondia no cu dela. Quando puxei o cordãozinho, também saiu uma bola, mas bem menor. Era uma fileira de bolinhas do tamanho de bolinha de gude, que se colocam no ânus. Vendo aquilo, fiz um trabalho do qual me orgulho. Passei minha língua na buceta dela com todo cuidado pra não tocar no clitóris, e quando ela menos esperava, pressionei minha língua naquele botãozinho com muita força, enquanto minha mão puxava o cordão e tirava bruscamente uma bola do cu dela. Ela acompanhava cada um desses movimentos com um grito e mordia o dorso da mão pra ninguém ouvir lá fora. A excitação dela era total, porque lembro que minha cara tava toda molhada do fluido dela. Quando terminei essa brincadeira, me levantei com as pernas tremendo de tesão e com meu pau pronto pra arrebentar aquela gostosa. Desabotoei a calça e ali mesmo, com ela montada de frente pra mim em cima da mesa, penetrei ela sem nem usar as mãos de tão molhada que tava. De novo, meter meu pau bruscamente naquela vagina que era um forno, e sentir as paredes da buceta dela me apertando, me fez soltar um gemido profundo de prazer. Ela tapou minha boca pra evitar que nos ouvissem lá fora, e comecei a bombar com fúria. Não dá pra imaginar Imagina o auge que se atinge ao meter na rabuda do filho da puta do teu chefe, num lugar onde podem te ver de fora ou qualquer um pode entrar no momento mais inesperado. Uma força diabólica tomou conta de mim e, em pouquíssimo tempo, minha visão ficou turva e apertei aquele corpo, descarregando meu gozo até no último cantinho da buceta dela. Levei um minuto pra recuperar o fôlego, fiquei como morto em cima dela, mas ela logo me empurrou porque não tinha gozado e queria a parte dela. Falei que não dava pra meter de novo tão rápido. Ela não se fez de rogada, me fez sentar numa poltrona, ficou semi-nua na minha frente, levantou uma perna e colocou entre as minhas. Aí pegou as bolinhas pequenas e enfiou com tudo no cu dela. Quando estavam todas lá dentro, montou de pernas abertas na minha coxa e começou a esfregar e apertar a buceta no meu músculo. Enquanto ela fazia esse movimento de masturbação, eu levantei a blusa dela e chupei os mamilos, enquanto meus dedos pegavam na bunda dela e acariciavam o cu. Isso ela adorava, porque aquela área devia ser muito sensível pra ela. Procurei a ponta do cordão e puxei com força, ela segurava minha cabeça pra fazer mais força no movimento e suspirava que nem uma louca no meu ouvido. Quando pela respiração percebi que ela ia gozar, puxei o cordão com tudo e tirei as bolas do cu dela. Ela teve um orgasmo com uma raiva do caralho e fincou as unhas nos meus ombros semi-nus. Recuperamos o fôlego e arrumamos a roupa, embora tenha se repetido a mesma coisa da vez anterior. Ela gostava de como eu comia ela, mas era claro que entre nós tinha um abismo e eu não era o cara que servia pra ela. Saí de lá sem falar nada, mas feliz porque tinha descontado minha raiva nela. Aí veio o pior: sair pra fora sem que meus colegas percebessem o rolo que eu tinha tido naquela sala. Fiz a melhor cara de paisagem que consegui, dando a entender que tava derrubado pela suposta bucha que tinha levado. Por sorte, ninguém pareceu notar nada e, assim que pude, escapei pro banheiro pra me limpar e ver se meu visual não entregava minha gloriosa foda. Aqueles encontros nunca mais se repetiram, mas guardo lembranças muito boas deles. Uns meses depois, por vários motivos, saí daquela empresa e fui pra outra. Ainda guardo as bolas que roubei daquela foxy e, às vezes, cheirando elas, fico excitado de novo lembrando daquilo e bato uma. Não pretendo lavar nunca, porque ainda guardam o cheiro. Na empresa onde trabalho agora, também tem uma mina que é filha do chefe. Ele é muito gente boa e agradável, mas a filha é uma puta de primeira, com um orgulho do caralho. Essa mina tem um corpo de infarto e é muito gostosa, e tô bolando algo pra domar ela igual dominei a outra. Espero em breve poder te contar outra experiência como essa.

4 comentários - A filha gostosa do chefe

Excelente!! 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
Muchas gracias por el aporte, segui asi!!!!



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