Dany depois do show

Bom, galera, esse é meu segundo post, continuando na linha dos relatos. Dessa vez, um segundo encontro com minha amiga Dany depois de um show no Luna Park.Corria a metade de maio de 2008. Eu deveria estar estudando, já que naquela época tinha uma prova importante na faculdade, mas fazia um tempinho que a gente tinha combinado com a galera, os de sempre, de ir ver o Kapanga tocando pela primeira vez no Luna. Estavam todos: Damián e a namorada dele, Maria, Andrés, Dany e eu. A tarde/noite foi normal, a gente tinha tomado umas brejas na varanda do Damián e por volta das 20h partimos pro Luna. Chegando lá, tudo normal, o show começou mais ou menos às 21h e entre um pogo e outro (típico dos shows do Kapanga) a Dany estava com uma saia de jeans que mostrava suas lindas pernas bronzeadas e uma camiseta branca que não disfarçava nada seus peitões. Eu, com a desculpa de protegê-la, aproveitava pra meter a mão. Algumas vezes a gente foi pras arquibancadas pra se beijar e acalmar nossa tesão. Quando acabou, por volta de 00h30, cada um foi pra sua casa, inclusive a Dany.

Uma hora depois, ela me liga no celular e diz: "Toma um banho e vem pra minha casa". Eu, como um cara com muita vontade, não hesitei nem um segundo. Tomei um banho e fui pra casa dela, em Flores. Chegando lá, imaginei que não teria ninguém, e quando ela veio abrir a porta, fiquei impactado: uma imagem difícil de apagar da retina e da mente de um homem. A Dany de salto agulha preto, que aumentavam sua altura para 1,80m e sua putaria em 200%. Morena radiante, olhar fixo bem de puta, lábios pintados de vermelho e com um camisolão de cetim preto que, sinceramente, me deixou de boca aberta e com outras mudanças físicas.

Entrando, nos sentamos na sala. Ela me trouxe algo pra beber, ficamos nos beijando um tempo e, em um momento, ela me diz: "Vou colocar uma música...". "Beleza, vai". Ela colocou a música "Pink" do Aerosmith, subiu na mesinha de centro de madeira e começou a dançar de um jeito muito sensual só pra mim. Eu, que já estava perdido no balanço das suas pernas longas e fortes (já que ela jogou vôlei por muitos anos), que com os sapatos de salto agulha a deixavam muito mais puta. Ela continuou se mexendo bem devagar e sensual e, de repente, tirou... O camisolão abriu e revelou um conjunto de lingerie super erótico que deixava seus peitos enormes como a estrela do corpo. Mesmo com o privilégio de admirar aquelas tetas lindas (devem ser tamanho 100, fácil), eu continuava hipnotizado com o movimento das pernas e dos quadris dela. Ela abria mais as pernas, descia, subia, empinava a bunda – era um espetáculo só pra mim, e nessa altura eu já estava louco e totalmente à disposição dela.

Quando desceu, me beijou com uma paixão absurda, deixou meu pau duríssimo – ela percebeu na hora e foi direto buscar meu pau, começando a chupar no sofá. Chupou um bom tempo, e quando eu já estava quase gozando, ela disse: "Vamos pra barra?" Fomos até a barra (aquele barcinho caseiro) e ela sentou, abriu as pernas e falou: "Não tira minha calcinha, só puxa pro lado". Nossa, como isso me deixou com tesão! Aquela voz suave e provocadora estava me convidando a chupar sua bucetinha depilada, igual da primeira vez. Me deu água na boca, e claro, chupei por uns 10 minutos. Eu estava nas nuvens, aproveitando cada lambida, enquanto ela se retorcia e soltava gemidos altos, agarrava o cabelo, apertava os peitos – totalmente perdida num mar de prazer.

Quando não aguentou mais o tesão, desceu e me jogou no sofá. Com a calcinha pro lado, começou a cavalgar em mim, mordendo os dedos. Eu apertava seus peitos, ela se contorcia, gemia, e eu só relaxei e deixei ela fazer tudo. Era um espetáculo vê-la cavalgando e se tocando toda – completamente descontrolada, e eu adorando, ficando com mais tesão a cada segundo.

Depois de um tempo, ela se levantou, me deu as costas e, olhando nos meus olhos por cima do ombro esquerdo, disse: "Vai, por favor, mete até o fundo – é assim que eu gosto. Mas não tira minha calcinha". Aproveitando que ela estava bem lubrificada e quente, enfiei de uma vez até o fundo na sua buceta. Ela respondeu com gritos de prazer, totalmente descontrolada, movendo os quadris de um jeito selvagem, gemendo. Eu acelerava cada vez mais e aproveitei a linda posição que ela me deu para me deliciar com... seu buraquinho, fiz ela lamber meu dedo indicador, como da outra vez, e esfreguei na sua bunda, coisa que ela adorou e curtiu muito. Consegui enfiar a ponta do dedo indicador, ela acelerou mais e empurrava o cu contra meu pau cada vez mais forte, e na hora gozamos e ficamos mortos jogados no sofá.

Depois de um tempo, fomos tomar alguma coisa. Ela parece que esquentou de novo e me disse no ouvido: "Quero que você faça uma masturbação em mim e goze nos meus peitos, pode ser?" Uau, isso me deixou mais excitado que antes. Peguei o pau pra fora e ela entendeu rápido, começou a chupar e não demorou nem segundos pra ficar no ponto. Aproveitei e movi ela pra fazer um 69 juntos, esquentamos muito e ela pediu pra eu meter de uma vez. Ela estava bem molhada, então entrei de vez. De quatro, ela recebeu minha investida por trás: mãos na sua cintura e empurrando cada um de forma violenta. Essa posição me acelera muito e quando estava pra gozar, tirei, ajoelhei ela no chão e enchi seus peitos de porra. O fato de ela ter pedido pra eu gozar nela me esquentou muito, por isso jorrei uma quantidade enorme e ela recebeu com aquela cara de putinha que as gostosas fazem quando querem mostrar que, quando querem, podem ser muuuuito safadas – o que, por sinal, deixa os homens loucos. Depois, fomos tomar banho e aceitei o convite pra dormir lá. No dia seguinte, fui cedo pra casa.Este é o resumo da minha segunda rodada com a Dany, espero que vocês curtam! Saudações!
sugestões, críticas e comentários: são bem-vindos, estou esperando, obrigado pela boa energia! abraços!

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