Como já contei nos posts anteriores, os relatos que venho postando já foram publicados antes no blog que comecei há uns anos e que, recentemente, sem justificativa nenhuma, a galera do blogger fechou. Naquele espaço, eu ia postando semanalmente várias experiências que tive, além de algumas do meu passado, que, como já devem ter lido, começou bem cedo.
Uma dessas experiências atuais era sobre um rolo casual que tive com o marido de uma amiga. Depois que publiquei aquele relato, recebi vários comentários, inclusive de uma mulher, uma tal de "anônima", que dizia que ela tinha transado com os maridos de quatro amigas. Aquilo mexeu com meu orgulho. A partir daí, surgiu meio que um desafio, onde eu me propus a aumentar aos poucos meu próprio recorde de maridos alheios. O seguinte é o primeiro desses relatos. Espero que curtam. Beijinhos.
Minha amiga já tinha me avisado, mas sem nunca imaginar que eu ia provar na pele. Que ele era um amante de primeira, um verdadeiro garanhão, e se for pra ser sincera, confesso que quando ela me apresentou ele, me senti atraída de um jeito irresistível. Vocês sabem, os viciados em sexo se cheiram a quilômetros de distância. Uruguaio, quase 1,90, corpo robusto e pele morena, virou, de repente, meu maior objeto de desejo. O homem que eu queria levar desesperadamente pra minha cama, ou pra dele, ou pra qualquer lugar.
Nunca tinha rolado algo assim, tipo, me sentir atraída pelo namorado de uma amiga, e de uma amiga muito próxima ainda por cima. Mas além da pinta do cara, que tinha e muita, o que mais pesava nessa atração era o que ela, sem papas na língua, me contava sobre as relações íntimas com esse tremendo macho.
— Ele tem ela assim de grande! — ela dizia, separando as palmas das mãos uns trinta centímetros, e fazendo com os dedos um anel bem avantajado, me mostrava que também era bem grossa. — Quando ele me fode, sinto que me parte no meio! Não sabe como me O cara arrebenta os gomo, tchê!" — ela me garantia, com a cara mostrando o prazer que sentia naqueles momentos.
Também me contava que, apesar do tamanho e grossura descomunal que ele tinha, ele metia até no cu dela e que, na mesma moeda, ela engolia toda a porra que o cara soltava em forma de uma cachoeira cremosa e quente. Isso deixava o cara louco.
— Nunca me senti tão bem comida — ela afirmava, e dava pra ver no olhar dela.
Claro que, com tudo que ela me contava, me deu uma vontade do caralho de experimentar aquela máquina de foder, do jeito que minha amiga descrevia.
Não que eu quisesse sacanear ela, mas... as vontades que ela mesma tinha despertado em mim ao contar as intimidades dela com aquele Adônis comedor já eram incontroláveis.
Então, uma tarde que eu tava à toa e quente igual uma fogueira, não me segurei mais e fui esperar ele na saída do trampo.
Uma vez minha amiga tinha me falado onde ele trabalhava, e não sei por que, mas aquela informação ficou gravada na minha cabeça, como se eu soubesse que um dia ia precisar dela.
Mas claro que não ia me fazer de fácil, por mais que eu quisesse me entregar pra ele de presente com laço e tudo, então fiquei na esquina esperando ele sair.
Aí, quando vi ele, cruzei com ele como se fosse um encontro casual e espontâneo.
— Mariela, que surpresa, o que cê tá fazendo por aqui?! — ele se surpreendeu ao me ver.
— Vim ver uma amiga que mora por aqui, e você? — a desculpa saiu como se eu tivesse pensado nela antes.
— Trabalho aqui, no meio da quadra — ele disse, apontando pro lugar de onde tinha acabado de sair.
— Olha que coincidência — respondi, também fazendo cara de surpresa.
— Já que a gente se encontrou, que tal a gente ir tomar alguma coisa? — ele propôs.
— Você não tem que encontrar a C...? — perguntei, me referindo à minha amiga, ou seja, a namorada dele.
— Não, hoje ela tem faculdade, então vai ficar ocupada até tarde — ele falou.
— Então, aceito — sorri pra ele.
Fomos. fomos até um bar perto e pedimos uma cerveja, batendo papo animado sobre vários assuntos, como dois grandes amigos.
Em certo momento, precisei ir ao banheiro pra secar a umidade densa que brotava de dentro da minha buceta e que ameaçava aparecer através da calça branca que eu tava usando.
Só de estar do lado dele, já tava ficando excitada pra caralho, e o que me preocupava era que ficasse muito na cara e ele percebesse meu desespero com isso.
Aí me veio na cabeça minha amiga e todos os anos de amizade que a gente tinha e a confiança que rolava entre nós, e decidi que, por mais tarada que eu estivesse, ele não merecia que eu fizesse uma sacanagem dessas com ele.
Então, quando voltei pra mesa, falei que tava ficando tarde, que na verdade precisava ir ver aquela amiga que eu tinha mencionado, a da desculpa.
Ele, claro, não reclamou. Pagou o que a gente tinha consumido e se ofereceu pra me acompanhar por umas duas quadras. A gente nem tinha andado uma, quando ele, bem soltinho, me diz:
— Sabe, Mariela? Eu adoraria te levar pra um motel. O que você acha?
Fiquei paralisada. Era óbvio que ele tinha percebido o quanto eu tava afim dele. Mas o que eu podia fazer? De um lado, tinha minha amiga e todos aqueles anos de amizade que iam pro saco se ela descobrisse alguma coisa; do outro, tinha eu e essa vontade doida de provar um gostoso daquele. A amizade ou a luxúria? Minha amiga ou minha tesão? Que decisão difícil, pelo amor de Deus! No fim, o bom senso venceu, ou melhor, minha buceta, que como vocês devem saber, pensa por conta própria.
— O que eu acho? — comecei a dizer, e sussurrando no ouvido dele completei: — Que eu adoraria transar com você.
Caminhando como dois conhecidos, sem nem dar as mãos, já que era só isso que a gente era, entramos no primeiro motel que encontramos. Um lugar comum, nada chique, só o suficiente pra aliviar a tesão.
Assim que entramos no quarto, a gente se enroscou num Abraço apaixonado, nos beijando com frenesi desenfreado, dando vazão àquela atração lasciva que parecia vir não só de mim, mas também dele.
Assim, entrelaçados, caímos na cama, rolando nela, ficando um tempo eu por cima, e no instante seguinte ele.
Quando era eu que ficava por cima, Wilmar me segurava com as mãos na bunda e me puxava ainda mais para perto do corpo ardente dele, fazendo eu sentir na altura da barriga a tal protuberância famosa que minha amiga tanto tinha me falado.
E devo dizer que ela não exagerava nada, porque o que o uruguaio carregava na cueca superava qualquer previsão que eu tivesse feito.
Sem parar de beijá-lo, eu pegava aquele tremendo volume e esfregava com todo meu entusiasmo modesto, apalpando deliciosamente e provocando. Era terrível, algo fora de proporção, e pude comprovar isso quando abaixei o zíper e tirei do refúgio quente dele aquela piroca soberana que já na minha mão se erguia majestosa e imponente. Gloriosa em toda sua magnitude envaidecida. Colossal em todos os sentidos.
Balançando ele ritmadamente, meti na boca e chupei com toda vontade, tentando engolir o máximo possível daquele volume brutal, mastigando e sugando cada pedaço, enchendo a boca com aquela glória em forma de pau que me desquiciava e enlouquecia.
Comi até as bolas dele, e chupei até o talo, degustando tudo que rodeava aquela beleza exquisita que me empanturrava sem controle.
Já nua, me joguei de costas na cama e me ofereci a ele toda aberta e expectante, me entregando sem reservas à virilidade enorme dele, me oferecendo por completo, sem guardar nada.
Querendo fazer uso e abuso da masculinidade garbosa dele, Wilmar pegou um dos preservativos que estavam na mesa e rasgou o pacote para colocar, mas antes que fizesse isso, eu o parei.
— Quero que me coma sem camisinha! — falei então.
— Tem certeza? — ele perguntou.
— Total, quero sentir você. Assim, de pau pelado! — garanti, deslizando sensualmente um dedinho ao longo da minha bucetinha molhada e quente.
Sem frescura, ele se jogou em cima de mim e meteu de uma só vez, assim, na carne viva, sem camisinha nenhuma, do jeito que eu queria sentir, enfiando até o fundo, apesar do volume exorbitante que ele tinha.
Já dentro de mim, começou a se mexer de um jeito virtuoso e implacável, metendo com tudo, bombando puro prazer pelas minhas fibras mais íntimas e sagradas.
Ele enfiava tudo, até os pelos e além, batendo nos meus lábios com aqueles bolões pretos e peludos que ferviam e vibravam conforme a força e a energia das penetrações aceleravam sistematicamente.
Enlaçando minhas pernas em volta do corpo agitado dele, eu o segurava dentro de mim o máximo que podia, sentindo ele pulsar lá dentro, cada vez mais fundo, cada vez mais no fundo das minhas entranhas.
Ali, em cima de mim, o namorado da minha amiga me comeu até arrancar uma enxurrada de gozadas seguidas, uma atrás da outra, sem pausa nem intervalo. Depois disso, ele besuntou a porra do pau com bastante creme lubrificante e furou meu cu, que, mesmo já estando bem arrombado e rasgado, ele rompeu de novo sem piedade nem compaixão alguma.
Ele me partiu no meio com uma só sentada, empurrando meus intestinos muito mais para dentro com aquele volume irracional que ele manobrava com uma desenvoltura e habilidade fascinantes.
Eu estava de quatro, com a bunda bem levantada, me oferecendo sem nenhuma hesitação àquele prodígio imenso que lacerava e estremecia meu corpo inteiro.
Ele me deu no cu até estourar, até derreter de tanta enfiada e pica desmedida que aplicava, me enchendo de satisfação por cada poro da pele.
E como corolário dessas gozadas que acabamos de dar, me desprendi do pau magnífico dele e, enfiando na boca, engoli toda a essência íntima dele, cada gota, me lambendo mais que gostosa. enquanto sentia a semente dele escorrendo grossa pela minha garganta e esôfago.
Engasguei com o esperma dele, bebendo até o último gole daquele manjar caramelado e nutritivo, me empanturrando sem nenhuma hesitação, e depois desci com a língua por todo aquele volume descomunal e lambi com avidez e parcimônia, lambendo também as bolas dele, degustando até a última gota das torrentes brutais de gozo dele. Fiquei toda quebrada, como minha amiga dizia, e preciso testemunhar que ela não exagerou nem um pouco. Quebrada e feliz, porque é uma verdadeira delícia ser comida assim, com aquele ímpeto e vigor, como se não houvesse amanhã depois da foda que vão te dar.
Foi assim minha experiência com o namorado da minha amiga, e embora depois tenha batido um pouco de culpa por ter enganado ela daquele jeito, a verdade é que não me arrependo nem um pouco.
O que vivi com o Wilmar foi alucinante e, quando o assunto é transar, amiga nenhuma vale, ainda mais quando tem um namorado superdotado.
Uma dessas experiências atuais era sobre um rolo casual que tive com o marido de uma amiga. Depois que publiquei aquele relato, recebi vários comentários, inclusive de uma mulher, uma tal de "anônima", que dizia que ela tinha transado com os maridos de quatro amigas. Aquilo mexeu com meu orgulho. A partir daí, surgiu meio que um desafio, onde eu me propus a aumentar aos poucos meu próprio recorde de maridos alheios. O seguinte é o primeiro desses relatos. Espero que curtam. Beijinhos.
O NAMORADO DA MINHA AMIGA
Antes de mais nada, quero deixar claro que nunca fui uma "ladra de namorado", como geralmente se fala das minas que se metem com os caras das amigas, e olha que mais de uma vez algum tentou me pegar. Mas dessa vez fui eu que avancei, e também não é como se eu tivesse roubado ele, só dei uma trepada com o cara, ou melhor, várias, porque o que o Wilmar, que é o nome dele, me fez viver naquela tarde no hotel foi algo apoteótico e ES-PE-TA-CU-LAR. Fiquei praticamente seca de tanto me molhar, sem orgasmo pra soltar mais. Não exagero se falar que esse mano aí nunca perdia a ereção. Gozava uma vez e, como se nada, sem nem pausa, já tava duro e pronto de novo, preparado pra uma segunda rodada, e uma terceira, e uma quarta, e uma quinta…Minha amiga já tinha me avisado, mas sem nunca imaginar que eu ia provar na pele. Que ele era um amante de primeira, um verdadeiro garanhão, e se for pra ser sincera, confesso que quando ela me apresentou ele, me senti atraída de um jeito irresistível. Vocês sabem, os viciados em sexo se cheiram a quilômetros de distância. Uruguaio, quase 1,90, corpo robusto e pele morena, virou, de repente, meu maior objeto de desejo. O homem que eu queria levar desesperadamente pra minha cama, ou pra dele, ou pra qualquer lugar.
Nunca tinha rolado algo assim, tipo, me sentir atraída pelo namorado de uma amiga, e de uma amiga muito próxima ainda por cima. Mas além da pinta do cara, que tinha e muita, o que mais pesava nessa atração era o que ela, sem papas na língua, me contava sobre as relações íntimas com esse tremendo macho.
— Ele tem ela assim de grande! — ela dizia, separando as palmas das mãos uns trinta centímetros, e fazendo com os dedos um anel bem avantajado, me mostrava que também era bem grossa. — Quando ele me fode, sinto que me parte no meio! Não sabe como me O cara arrebenta os gomo, tchê!" — ela me garantia, com a cara mostrando o prazer que sentia naqueles momentos.
Também me contava que, apesar do tamanho e grossura descomunal que ele tinha, ele metia até no cu dela e que, na mesma moeda, ela engolia toda a porra que o cara soltava em forma de uma cachoeira cremosa e quente. Isso deixava o cara louco.
— Nunca me senti tão bem comida — ela afirmava, e dava pra ver no olhar dela.
Claro que, com tudo que ela me contava, me deu uma vontade do caralho de experimentar aquela máquina de foder, do jeito que minha amiga descrevia.
Não que eu quisesse sacanear ela, mas... as vontades que ela mesma tinha despertado em mim ao contar as intimidades dela com aquele Adônis comedor já eram incontroláveis.
Então, uma tarde que eu tava à toa e quente igual uma fogueira, não me segurei mais e fui esperar ele na saída do trampo.
Uma vez minha amiga tinha me falado onde ele trabalhava, e não sei por que, mas aquela informação ficou gravada na minha cabeça, como se eu soubesse que um dia ia precisar dela.
Mas claro que não ia me fazer de fácil, por mais que eu quisesse me entregar pra ele de presente com laço e tudo, então fiquei na esquina esperando ele sair.
Aí, quando vi ele, cruzei com ele como se fosse um encontro casual e espontâneo.
— Mariela, que surpresa, o que cê tá fazendo por aqui?! — ele se surpreendeu ao me ver.
— Vim ver uma amiga que mora por aqui, e você? — a desculpa saiu como se eu tivesse pensado nela antes.
— Trabalho aqui, no meio da quadra — ele disse, apontando pro lugar de onde tinha acabado de sair.
— Olha que coincidência — respondi, também fazendo cara de surpresa.
— Já que a gente se encontrou, que tal a gente ir tomar alguma coisa? — ele propôs.
— Você não tem que encontrar a C...? — perguntei, me referindo à minha amiga, ou seja, a namorada dele.
— Não, hoje ela tem faculdade, então vai ficar ocupada até tarde — ele falou.
— Então, aceito — sorri pra ele.
Fomos. fomos até um bar perto e pedimos uma cerveja, batendo papo animado sobre vários assuntos, como dois grandes amigos.
Em certo momento, precisei ir ao banheiro pra secar a umidade densa que brotava de dentro da minha buceta e que ameaçava aparecer através da calça branca que eu tava usando.
Só de estar do lado dele, já tava ficando excitada pra caralho, e o que me preocupava era que ficasse muito na cara e ele percebesse meu desespero com isso.
Aí me veio na cabeça minha amiga e todos os anos de amizade que a gente tinha e a confiança que rolava entre nós, e decidi que, por mais tarada que eu estivesse, ele não merecia que eu fizesse uma sacanagem dessas com ele.
Então, quando voltei pra mesa, falei que tava ficando tarde, que na verdade precisava ir ver aquela amiga que eu tinha mencionado, a da desculpa.
Ele, claro, não reclamou. Pagou o que a gente tinha consumido e se ofereceu pra me acompanhar por umas duas quadras. A gente nem tinha andado uma, quando ele, bem soltinho, me diz:
— Sabe, Mariela? Eu adoraria te levar pra um motel. O que você acha?
Fiquei paralisada. Era óbvio que ele tinha percebido o quanto eu tava afim dele. Mas o que eu podia fazer? De um lado, tinha minha amiga e todos aqueles anos de amizade que iam pro saco se ela descobrisse alguma coisa; do outro, tinha eu e essa vontade doida de provar um gostoso daquele. A amizade ou a luxúria? Minha amiga ou minha tesão? Que decisão difícil, pelo amor de Deus! No fim, o bom senso venceu, ou melhor, minha buceta, que como vocês devem saber, pensa por conta própria.
— O que eu acho? — comecei a dizer, e sussurrando no ouvido dele completei: — Que eu adoraria transar com você.
Caminhando como dois conhecidos, sem nem dar as mãos, já que era só isso que a gente era, entramos no primeiro motel que encontramos. Um lugar comum, nada chique, só o suficiente pra aliviar a tesão.
Assim que entramos no quarto, a gente se enroscou num Abraço apaixonado, nos beijando com frenesi desenfreado, dando vazão àquela atração lasciva que parecia vir não só de mim, mas também dele.
Assim, entrelaçados, caímos na cama, rolando nela, ficando um tempo eu por cima, e no instante seguinte ele.
Quando era eu que ficava por cima, Wilmar me segurava com as mãos na bunda e me puxava ainda mais para perto do corpo ardente dele, fazendo eu sentir na altura da barriga a tal protuberância famosa que minha amiga tanto tinha me falado.
E devo dizer que ela não exagerava nada, porque o que o uruguaio carregava na cueca superava qualquer previsão que eu tivesse feito.
Sem parar de beijá-lo, eu pegava aquele tremendo volume e esfregava com todo meu entusiasmo modesto, apalpando deliciosamente e provocando. Era terrível, algo fora de proporção, e pude comprovar isso quando abaixei o zíper e tirei do refúgio quente dele aquela piroca soberana que já na minha mão se erguia majestosa e imponente. Gloriosa em toda sua magnitude envaidecida. Colossal em todos os sentidos.
Balançando ele ritmadamente, meti na boca e chupei com toda vontade, tentando engolir o máximo possível daquele volume brutal, mastigando e sugando cada pedaço, enchendo a boca com aquela glória em forma de pau que me desquiciava e enlouquecia.
Comi até as bolas dele, e chupei até o talo, degustando tudo que rodeava aquela beleza exquisita que me empanturrava sem controle.
Já nua, me joguei de costas na cama e me ofereci a ele toda aberta e expectante, me entregando sem reservas à virilidade enorme dele, me oferecendo por completo, sem guardar nada.
Querendo fazer uso e abuso da masculinidade garbosa dele, Wilmar pegou um dos preservativos que estavam na mesa e rasgou o pacote para colocar, mas antes que fizesse isso, eu o parei.
— Quero que me coma sem camisinha! — falei então.
— Tem certeza? — ele perguntou.
— Total, quero sentir você. Assim, de pau pelado! — garanti, deslizando sensualmente um dedinho ao longo da minha bucetinha molhada e quente.
Sem frescura, ele se jogou em cima de mim e meteu de uma só vez, assim, na carne viva, sem camisinha nenhuma, do jeito que eu queria sentir, enfiando até o fundo, apesar do volume exorbitante que ele tinha.
Já dentro de mim, começou a se mexer de um jeito virtuoso e implacável, metendo com tudo, bombando puro prazer pelas minhas fibras mais íntimas e sagradas.
Ele enfiava tudo, até os pelos e além, batendo nos meus lábios com aqueles bolões pretos e peludos que ferviam e vibravam conforme a força e a energia das penetrações aceleravam sistematicamente.
Enlaçando minhas pernas em volta do corpo agitado dele, eu o segurava dentro de mim o máximo que podia, sentindo ele pulsar lá dentro, cada vez mais fundo, cada vez mais no fundo das minhas entranhas.
Ali, em cima de mim, o namorado da minha amiga me comeu até arrancar uma enxurrada de gozadas seguidas, uma atrás da outra, sem pausa nem intervalo. Depois disso, ele besuntou a porra do pau com bastante creme lubrificante e furou meu cu, que, mesmo já estando bem arrombado e rasgado, ele rompeu de novo sem piedade nem compaixão alguma.
Ele me partiu no meio com uma só sentada, empurrando meus intestinos muito mais para dentro com aquele volume irracional que ele manobrava com uma desenvoltura e habilidade fascinantes.
Eu estava de quatro, com a bunda bem levantada, me oferecendo sem nenhuma hesitação àquele prodígio imenso que lacerava e estremecia meu corpo inteiro.
Ele me deu no cu até estourar, até derreter de tanta enfiada e pica desmedida que aplicava, me enchendo de satisfação por cada poro da pele.
E como corolário dessas gozadas que acabamos de dar, me desprendi do pau magnífico dele e, enfiando na boca, engoli toda a essência íntima dele, cada gota, me lambendo mais que gostosa. enquanto sentia a semente dele escorrendo grossa pela minha garganta e esôfago.
Engasguei com o esperma dele, bebendo até o último gole daquele manjar caramelado e nutritivo, me empanturrando sem nenhuma hesitação, e depois desci com a língua por todo aquele volume descomunal e lambi com avidez e parcimônia, lambendo também as bolas dele, degustando até a última gota das torrentes brutais de gozo dele. Fiquei toda quebrada, como minha amiga dizia, e preciso testemunhar que ela não exagerou nem um pouco. Quebrada e feliz, porque é uma verdadeira delícia ser comida assim, com aquele ímpeto e vigor, como se não houvesse amanhã depois da foda que vão te dar.
Foi assim minha experiência com o namorado da minha amiga, e embora depois tenha batido um pouco de culpa por ter enganado ela daquele jeito, a verdade é que não me arrependo nem um pouco.
O que vivi com o Wilmar foi alucinante e, quando o assunto é transar, amiga nenhuma vale, ainda mais quando tem um namorado superdotado.
42 comentários - A amiga gostosa do meu amigo
Muy buen relato!
Tambien se esperan fotos! 🤤
Gracias por compartir! 😀
gracias por el aporte me voy al baño jajaja 😀 😀 😀 😀 😀 😀 😀
Gracias a vos Satanas... las fotos por motivos más que obvios por privado, te mando besitos.
sera? que me estoy haciendo adicto a tus relatos
😬
uf..
ni te imaginas la calentura que me pegaste este dia, con esos 3 relatos..
🤤
Y ciertamente, estamos esperando a ver tus fotos, preferiría calentarme con vos que con la novia de mi amigo!! jeje
yo tambien quiero fotos fui el segundo me las meresco.... 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄 🙄
jajajaja... espero entonces que vuelvas del baño y te agradezco el comentario... besitos.
Gracias y mas gracias por partida doble, son muy gentiles en comentar, asi que los espero en los proximos posts. Besitos
Gracias y las fotos van en camino. Besitos.
Gracias por los puntos, son muy amables, les estoy mandando fotos. Ya me enseñaron a hacerlo por mensaje privado jajajaja... Besos.
van todos mis 10 puntitos de hoy ya sos NFU felicitaciones nuevamente 🆒 🆒 🆒 🆒
espero pronto tus fotos besitos bb 😉 😉 😉 😉
Gracias... muchas gracias... trate de poner algunas fotitos en mi perfil pero hasta ahora no pude, sigo tratando, sino prometo mandarlas por privado. Un besote. Dos en este caso. ❤️ ❤️
Gracias por los puntos, sos un genio... en compensacion te mando 10 corazoncitos.
❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️
Y muchos, muchos besitos.
jajaja O mejor Te deseo!!!!
Mejor no se hable mas...
Besos 🤤 🤤
🆒
Gracias... de perrita es mejor... nos estamos viendo, y te mando las fotis... ❤️
sos un amor... te van 10 corazoncitos como agradecimiento.
❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️ ❤️
Me empapaste!!!
Van mis diez puntos.
Besitos, Lau.
AH...TE DEJE MIS DIEZ JAJA
Jajajajaja... cuatro al hilo es una maravilla. Besitos. ❤️
Gracias 🙎♂️ ❤️
Esa es la idea... gracias por pasar y comentar. ❤️
NEW FULL USER... ¡¡¡NO LO PUEDO CREER!!! ahora voy a poder comentar y dar puntos, es genial. Gracias a todos por permitirme serlo, ahora a mantener la calidad y sobre todo la intensidad. Prometo seguir poniendo duro a los hombres y mojaditas a las mujeres. Besitos. ❤️
Gracias... me pone contenta que te guste... ❤️
Y yo que entre por que mi mejor amiga se llama marita y dije " Esta perra me esta haciendo el novio" jajaja
Besos excelente relato, muy hot!
Gracias... ❤️
Gracias por lo de hermosa... y por lo de puta tambien. Besis. ❤️
me tenes que ensañar muchas cosas
yo me creo perra pero vos.....
uuuffffff!!!!!!!
sos peor que yo jaja
te dejo los 10
vamos que ya llegas a los 1000
jaja
besitos
Gracias divina... y si, para llegar a los 1000 voy a tener que segir sudando... jajaja. Besitos. ❤️