Desde sempre o sexo esteve presente na minha vida, desde muito cedo. Não vou dizer quantos anos eu tinha na minha estreia pra não me censurarem, mas foi quando eu ainda era uma adolescente, uma colegial inocente do quarto ano, e não de uma forma, digamos, convencional, pra chamar de algum jeito, já que muitas das minhas amigas tinham estreado com seus namoradinhos, o normal pra maioria. O meu foi diferente, muito diferente. Meu primeiro homem seria exatamente isso: um homem. Um homem de verdade, de 44 anos, meu tio, nem mais nem menos. O marido de uma das irmãs da minha mãe. Ele soube enxergar antes de todo mundo a puta que pulsava em mim. Esse relato eu publiquei originalmente no meu blog, e foi bem difícil escrever, porque foi um momento muito especial pra mim, uma verdadeira experiência religiosa, algo sublime e maravilhoso, já que além de me tornar mulher e finalmente consumar algo que mais cedo ou mais tarde ia acontecer, eu fiz isso com quem seria, daí em diante, o verdadeiro amor da minha vida.
Mesmo já tendo feito … anos na época, eu ainda não mostrava aquela rebeldia típica de toda garota dessa idade. Ainda era meio ingênua e inocente em alguns aspectos, principalmente no que envolvia sexo, e, embora já tivesse começado a coçar nessa área, me considerava uma completa novata no assunto.
Pra piorar, minha mãe, que era bem antiquada, não fazia nenhum esforço pra me esclarecer as coisas. Ainda lembro dos rodeios dela quando teve que me explicar sobre menstruação na época da minha primeira vez.
Então o que eu sabia, ou o pouco que sabia, era através de algumas amigas que, muito mais sortudas que eu, já tinham sentido na pele o "chicote viril" de um homem. Aquilo que elas mesmas chamavam de felicidade de ser mulher.
Eu, por enquanto, tava muito longe, longe pra caralho disso tudo, já que nem namorado eu tinha. E a menos que eu fosse com um estranho pra algum canto, não sentia que tinha chance alguma de experimentar aquilo que minhas amigas definiam como a melhor coisa que existe na vida.
Então, sem nada pra fazer, e mesmo morrendo de tédio, nos sábados eu acompanhava minha mãe na casa dos tios, no Caballito. Lá eu via TV, lia umas revistas, e todo mundo tomava mate com bolinho de chuva, que eram feitos pelo meu tio, um verdadeiro expert no assunto.
Certa tarde, minha tia e minha mãe saíram pra fazer umas compras. O inverno tava chegando e elas não queriam ficar desatualizadas. Por algum motivo, não quis acompanhá-las, fiquei pra preparar com meu tio uma boa quantidade de bolinho de chuva pra quando elas voltassem.
Assim que elas saíram, a gente preparou na cozinha todos os ingredientes necessários, mas antes de fazer a massa, meu tio me disse que, dessa vez, queria dar um toque exótico. Pra isso, me pediu pra buscar, no quarto dele, pedaço, um livro de receitas.
“Na segunda gaveta do criado-mudo”, ele me indicou. Fui até lá, mas quando abri a tal gaveta me deparei com uma surpresa inesperada, já que, em vez do livro de receitas, o que encontrei foi uma revista pornô.
Nunca tinha visto uma, sabia que existiam, claro, mas nunca tinha caído uma nas minhas mãos.
Com a curiosidade lógica que um material desses me despertava, sentei na beirada da cama e comecei a folhear. Era tipo uma fotonovela. Um casal de recém-casados, vestidos de smoking e vestido de noiva, entram numa suíte nupcial, e, bem, lá fazem tudo o que se supõe que deva ser feito numa noite de núpcias. E tudo com uns closes superprecisos e detalhados. Obviamente, toda a minha atenção era roubada pelo instrumento viril exímio do suposto noivo, que ostentava um tamanho que, desde já, permitia minhas mais densas e sombrias maquinações.
Vendo ele assim, em foto, entendia tudo o que minhas amigas diziam a respeito. Nada mais me parecia exagerado ou fora de proporção. Até os gestos evidentes de prazer que a noiva esboçava ao receber tamanha desmedida me corroboravam isso. Um pedaço desses devia ser mesmo um sonho. E o que mais me surpreendia era que a noiva não só dava abrigo entre as pernas dele, onde pelo menos eu achava que era seu destino lógico e natural, mas também o recebia na boca, e, o mais surpreendente, pelo cu. Aquilo já por si me parecia impraticável. Eu via e não acreditava. Que um volume tão impressionante pudesse caber num espaço tão reduzido era algo que me parecia inconcebível.
Mas lá estava a noiva sortuda, de quatro na cama nupcial, com todo aquele ferro inteiramente enfiado no cu.
Esquecendo completamente do meu tio e das malditas tortas fritas, continuei folheando e folheando, me maravilhando com imagens tão excitantes, quando, de repente, a porta se abre e meu tio Carlos entra feito um furacão. A toda pressa. Escondi a revista sentando em cima dela, tentando disfarçar o melhor que podia o efeito inegável que aquelas fotos tinham causado em mim.
—O que houve que você demorou tanto? — perguntou, fechando a porta atrás de si e se aproximando com passo firme e apressado.
—Ehhhhhh… não… nada — não soube o que responder.
—Acho que sei o que é — afirmou, sentando ao meu lado, e sem que eu pudesse fazer nada para evitar, enfiou a mão por baixo da minha bunda e descobriu a revista.
—Eu… tipo… não quis — tentei me defender.
—Não se preocupa, não tô te acusando de nada — me tranquilizou — até porque acho que essas coisas você já deve conhecer, né? — acrescentou com intenção óbvia.
Sem conseguir evitar ficar vermelha, neguei com a cabeça. Não, não conhecia.
—Não me diga que nunca ficou com um cara — quis saber.
Neguei de novo. Não, nunca tinha ficado com um.
—Puxa, isso sim é uma surpresa! — exclamou surpreso, e começou a folhear a revista com interesse renovado — e me diz, gostou do que viu? — perguntou enquanto me mostrava, sem nenhum pudor, as fotos safadas.
Incapaz de dizer uma palavra, assenti timidamente, só com um gesto. Claro que gostava. Me fascinava.
—Se quiser, posso te ensinar umas coisas, um tio sempre tem que ser bonzinho com a sobrinha favorita — propôs então, deixando a maldita revista de lado e deslizando a mão por baixo da minha saia, acariciando bem suavemente minha perna.
Embora fosse meu tio, naquele momento ele era simplesmente um homem pra mim. Aquele que podia me dar o que me tirava o sono à noite.
—Quer que eu te ensine? — perguntou de novo, avançando decidido pro centro nervoso do meu corpo.
—Sim… sim, quero — assenti no meio de um suspiro excitante.
Então nada foi mais igual. Se transformando numa fera solta, me deitou de costas na cama, levantou as dobras da saia até a cintura, tirou minha calcinha e, se enfiando entre minhas pernas, ele me atacou com a língua, deslizando primeiro pelos meus lábios já molhados e inchados, para depois sim, entrar entre minhas carnes em chamas, me saboreando toda por dentro, me explorando tão profundamente que parecia estar lambendo as paredes do meu útero.
De repente, comecei a sentir um monte de sensações que nunca tinha sentido antes. Eu estava meio febril, suada, com os mamilos inchando desmedidamente e aquela umidade grossa jorrando de dentro de mim.
A gente tinha pouco tempo, então ele logo baixou a calça, a cueca e, mostrando uma ereção de proporções supremas, se acomodou em cima de mim, enfiando pedaço por pedaço, certeiro, me rasgando aos poucos, me transformando, com apenas um empurrão, em toda uma mulher.
Agora sim eu entendia, em toda a sua dimensão, o que minhas amigas diziam. O sexo era o máximo. Eu já sentia. Experimentava na própria pele.
— Você gosta, putinha, você gosta?! — meu tio perguntava, me comendo com tudo, me dando a sabedoria e o conforto da sua hombridade experiente.
— Sim, tio… eu gosto… gosto muito… muitíssimo! — eu concordava placidamente, me entregando sem nenhuma relutância a um prazer tão impactante.
Embora doesse um pouco (o preço inevitável que eu tinha que pagar por ser de primeira viagem), eu não queria que ele parasse de enfiar nem por um instante. Queria tudo dentro e o tempo todo. Eu adorava sentir ele pulsando nas minhas entranhas, me preenchendo com aquele volume que parecia transbordante, impressionante. Amava que ele me fizesse dele, vigorosamente, me mostrando aquilo que, agora, se tornaria uma prática fundamental e indispensável, a atividade que, eu tinha certeza, ocuparia todos os meus sentidos.
De repente, o que era um vai e vem preciso e contínuo, acelerou de forma vertiginosa e desenfreada, numa aceleração prodigiosa, num feitiço vibrante de metidas e tiradas. Assim que se fode, eu pensava comigo mesma. E eu gostava. E como! Tanto que, quase sem perceber, comecei balançando meus quadris em volta daquela ferramenta plenipotenciária dele. Eu sentia ela inchando e tremendo, até que ele tirou e, todo eriçado, deu uns passos e enfiou na minha boca.
—Engole tudo! — ordenou, imperativo.
Mal pude fazer outra coisa, aguentar mais cinco ou seis investidas, fechar os lábios em volta da carne pegajosa, sentir o gosto, e engolir aquela espécie de bálsamo viscoso e quente, doce e azedo ao mesmo tempo, engolir e segurar a vontade de tossir enquanto aquele líquido grosso e delicioso descia pela minha garganta, ao qual eu acabaria me viciando.
Depois ele tirou, todo escorrendo, amortecido, satisfeito por ver minha boca cheia de porra. Da própria porra dele.
—Vai, se lava e se arruma um pouco que sua mãe e sua tia já devem estar voltando — apressou, enquanto guardava o pau, já murcho e enrugado.
Depois, como se nada tivesse acontecido, fomos pra cozinha e fizemos as bolinhas de chuva.
Essa foi a primeira vez que meu tio e eu ficamos juntos. E não seria a última.
O começo de uma relação proibida que iria transcender, até mesmo, nossos respectivos casamentos.
MEU TIO CARLOS
Um dos meus lembranças mais gostosas da adolescência são as visitas que a gente fazia pros meus tios Carlos e Edith nos sábados à tarde. Mesmo já tendo feito … anos na época, eu ainda não mostrava aquela rebeldia típica de toda garota dessa idade. Ainda era meio ingênua e inocente em alguns aspectos, principalmente no que envolvia sexo, e, embora já tivesse começado a coçar nessa área, me considerava uma completa novata no assunto.
Pra piorar, minha mãe, que era bem antiquada, não fazia nenhum esforço pra me esclarecer as coisas. Ainda lembro dos rodeios dela quando teve que me explicar sobre menstruação na época da minha primeira vez.
Então o que eu sabia, ou o pouco que sabia, era através de algumas amigas que, muito mais sortudas que eu, já tinham sentido na pele o "chicote viril" de um homem. Aquilo que elas mesmas chamavam de felicidade de ser mulher.
Eu, por enquanto, tava muito longe, longe pra caralho disso tudo, já que nem namorado eu tinha. E a menos que eu fosse com um estranho pra algum canto, não sentia que tinha chance alguma de experimentar aquilo que minhas amigas definiam como a melhor coisa que existe na vida.
Então, sem nada pra fazer, e mesmo morrendo de tédio, nos sábados eu acompanhava minha mãe na casa dos tios, no Caballito. Lá eu via TV, lia umas revistas, e todo mundo tomava mate com bolinho de chuva, que eram feitos pelo meu tio, um verdadeiro expert no assunto.
Certa tarde, minha tia e minha mãe saíram pra fazer umas compras. O inverno tava chegando e elas não queriam ficar desatualizadas. Por algum motivo, não quis acompanhá-las, fiquei pra preparar com meu tio uma boa quantidade de bolinho de chuva pra quando elas voltassem.
Assim que elas saíram, a gente preparou na cozinha todos os ingredientes necessários, mas antes de fazer a massa, meu tio me disse que, dessa vez, queria dar um toque exótico. Pra isso, me pediu pra buscar, no quarto dele, pedaço, um livro de receitas.
“Na segunda gaveta do criado-mudo”, ele me indicou. Fui até lá, mas quando abri a tal gaveta me deparei com uma surpresa inesperada, já que, em vez do livro de receitas, o que encontrei foi uma revista pornô.
Nunca tinha visto uma, sabia que existiam, claro, mas nunca tinha caído uma nas minhas mãos.
Com a curiosidade lógica que um material desses me despertava, sentei na beirada da cama e comecei a folhear. Era tipo uma fotonovela. Um casal de recém-casados, vestidos de smoking e vestido de noiva, entram numa suíte nupcial, e, bem, lá fazem tudo o que se supõe que deva ser feito numa noite de núpcias. E tudo com uns closes superprecisos e detalhados. Obviamente, toda a minha atenção era roubada pelo instrumento viril exímio do suposto noivo, que ostentava um tamanho que, desde já, permitia minhas mais densas e sombrias maquinações.
Vendo ele assim, em foto, entendia tudo o que minhas amigas diziam a respeito. Nada mais me parecia exagerado ou fora de proporção. Até os gestos evidentes de prazer que a noiva esboçava ao receber tamanha desmedida me corroboravam isso. Um pedaço desses devia ser mesmo um sonho. E o que mais me surpreendia era que a noiva não só dava abrigo entre as pernas dele, onde pelo menos eu achava que era seu destino lógico e natural, mas também o recebia na boca, e, o mais surpreendente, pelo cu. Aquilo já por si me parecia impraticável. Eu via e não acreditava. Que um volume tão impressionante pudesse caber num espaço tão reduzido era algo que me parecia inconcebível.
Mas lá estava a noiva sortuda, de quatro na cama nupcial, com todo aquele ferro inteiramente enfiado no cu.
Esquecendo completamente do meu tio e das malditas tortas fritas, continuei folheando e folheando, me maravilhando com imagens tão excitantes, quando, de repente, a porta se abre e meu tio Carlos entra feito um furacão. A toda pressa. Escondi a revista sentando em cima dela, tentando disfarçar o melhor que podia o efeito inegável que aquelas fotos tinham causado em mim.
—O que houve que você demorou tanto? — perguntou, fechando a porta atrás de si e se aproximando com passo firme e apressado.
—Ehhhhhh… não… nada — não soube o que responder.
—Acho que sei o que é — afirmou, sentando ao meu lado, e sem que eu pudesse fazer nada para evitar, enfiou a mão por baixo da minha bunda e descobriu a revista.
—Eu… tipo… não quis — tentei me defender.
—Não se preocupa, não tô te acusando de nada — me tranquilizou — até porque acho que essas coisas você já deve conhecer, né? — acrescentou com intenção óbvia.
Sem conseguir evitar ficar vermelha, neguei com a cabeça. Não, não conhecia.
—Não me diga que nunca ficou com um cara — quis saber.
Neguei de novo. Não, nunca tinha ficado com um.
—Puxa, isso sim é uma surpresa! — exclamou surpreso, e começou a folhear a revista com interesse renovado — e me diz, gostou do que viu? — perguntou enquanto me mostrava, sem nenhum pudor, as fotos safadas.
Incapaz de dizer uma palavra, assenti timidamente, só com um gesto. Claro que gostava. Me fascinava.
—Se quiser, posso te ensinar umas coisas, um tio sempre tem que ser bonzinho com a sobrinha favorita — propôs então, deixando a maldita revista de lado e deslizando a mão por baixo da minha saia, acariciando bem suavemente minha perna.
Embora fosse meu tio, naquele momento ele era simplesmente um homem pra mim. Aquele que podia me dar o que me tirava o sono à noite.
—Quer que eu te ensine? — perguntou de novo, avançando decidido pro centro nervoso do meu corpo.
—Sim… sim, quero — assenti no meio de um suspiro excitante.
Então nada foi mais igual. Se transformando numa fera solta, me deitou de costas na cama, levantou as dobras da saia até a cintura, tirou minha calcinha e, se enfiando entre minhas pernas, ele me atacou com a língua, deslizando primeiro pelos meus lábios já molhados e inchados, para depois sim, entrar entre minhas carnes em chamas, me saboreando toda por dentro, me explorando tão profundamente que parecia estar lambendo as paredes do meu útero.
De repente, comecei a sentir um monte de sensações que nunca tinha sentido antes. Eu estava meio febril, suada, com os mamilos inchando desmedidamente e aquela umidade grossa jorrando de dentro de mim.
A gente tinha pouco tempo, então ele logo baixou a calça, a cueca e, mostrando uma ereção de proporções supremas, se acomodou em cima de mim, enfiando pedaço por pedaço, certeiro, me rasgando aos poucos, me transformando, com apenas um empurrão, em toda uma mulher.
Agora sim eu entendia, em toda a sua dimensão, o que minhas amigas diziam. O sexo era o máximo. Eu já sentia. Experimentava na própria pele.
— Você gosta, putinha, você gosta?! — meu tio perguntava, me comendo com tudo, me dando a sabedoria e o conforto da sua hombridade experiente.
— Sim, tio… eu gosto… gosto muito… muitíssimo! — eu concordava placidamente, me entregando sem nenhuma relutância a um prazer tão impactante.
Embora doesse um pouco (o preço inevitável que eu tinha que pagar por ser de primeira viagem), eu não queria que ele parasse de enfiar nem por um instante. Queria tudo dentro e o tempo todo. Eu adorava sentir ele pulsando nas minhas entranhas, me preenchendo com aquele volume que parecia transbordante, impressionante. Amava que ele me fizesse dele, vigorosamente, me mostrando aquilo que, agora, se tornaria uma prática fundamental e indispensável, a atividade que, eu tinha certeza, ocuparia todos os meus sentidos.
De repente, o que era um vai e vem preciso e contínuo, acelerou de forma vertiginosa e desenfreada, numa aceleração prodigiosa, num feitiço vibrante de metidas e tiradas. Assim que se fode, eu pensava comigo mesma. E eu gostava. E como! Tanto que, quase sem perceber, comecei balançando meus quadris em volta daquela ferramenta plenipotenciária dele. Eu sentia ela inchando e tremendo, até que ele tirou e, todo eriçado, deu uns passos e enfiou na minha boca.
—Engole tudo! — ordenou, imperativo.
Mal pude fazer outra coisa, aguentar mais cinco ou seis investidas, fechar os lábios em volta da carne pegajosa, sentir o gosto, e engolir aquela espécie de bálsamo viscoso e quente, doce e azedo ao mesmo tempo, engolir e segurar a vontade de tossir enquanto aquele líquido grosso e delicioso descia pela minha garganta, ao qual eu acabaria me viciando.
Depois ele tirou, todo escorrendo, amortecido, satisfeito por ver minha boca cheia de porra. Da própria porra dele.
—Vai, se lava e se arruma um pouco que sua mãe e sua tia já devem estar voltando — apressou, enquanto guardava o pau, já murcho e enrugado.
Depois, como se nada tivesse acontecido, fomos pra cozinha e fizemos as bolinhas de chuva.
Essa foi a primeira vez que meu tio e eu ficamos juntos. E não seria a última.
O começo de uma relação proibida que iria transcender, até mesmo, nossos respectivos casamentos.
37 comentários - Primeira vez (marido infiel)
hola...
hubo mas encuentros con el tio?
jajajaja... hubo... ya habra tiempo de contarlos. Besitos.
Gracias... Besis.
Muchas gracias... Bechos.
Gracias... Besitos.
Un beso para vos tambien cristian, y gracias por el elogio, y por supuesto que habra más.
Gracias morocho, te espero en los proximos posts entonces. Besitos.
Que se repita...
Gracias, los espero en los proximos... besitos.
Gracias por pasar, te dejo un corazoncito y muchos besos. Te espero en los otros relatos. ❤️
Aclaro que me encantaria que nos demos una linda y buena cojida!!!
jeje
Besos
🆒
Me encanto lo de putita... jajajaja... besos y gracias por pasar y comenar. ❤️
Felicitaciones y besos,
Lau.
Gracias Laurita, por fin una mujer que me escribe. Agradezco tus comentarios y respecto a lo de tragar... cuando se le agarra el gusto... jajajajaja... Besitos. ❤️
Asi es decano, no se porque pero me lo cerraron, y lo peor es que ni siquiera pude avisar ya que al cerrar el blog tampoco pude entrar al correo de gmail que era el que usaba para comunicarme con los que visitaban el blog, pero bueno, que suerte que me hayas encontrado. Besos para vos tambien y mucho ❤️
en este no te habia dejado puntos
mis 10 de hoy son para vos
no me escribiste mas perra,
no eramos amigas??
besitos
me dieron ganas de ser yo tu tia y descocerte todaaa
imaginemos un embarazo.por eso me lo voy a tomar como algo de ficcion
la verdad muy lindo relato.
como me gustaria cogerte 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
mmmm.....sale mp