Segue essa história antiga, valeu pra quem comentaUma mudança de vida 2
Ele se virou pro lado dela na cama e ficou chorando. Eu levantei e fui pro banheiro, com um sorriso cheio de felicidade, era assim que eu me sentia. Sentada no vaso, eu pensava: que dia. Descobri um prazer imenso em ser possuída pelo Jorge, e adorava que meu marido curtisse essa situação. Me veio à cabeça que ele chorava porque não conseguia aceitar que adorava ver outro me comendo à vontade, chegando até a me encher de porra. É como um viciado, pensei, agora tá satisfeito e se arrepende, mas quando sentir falta de novo, vai fazer de tudo pra repetir a situação. Me deitei na minha cama, junto do meu marido que ainda não dormia, e fiquei acariciando a cabeça dele, dizendo: Me jura que nunca mais vai me pedir pra fazer algo assim de novo; enquanto pensava em como era linda a pica do Jorge e na vontade que eu tinha de que ele me submetesse aos caprichos dele e, ao mesmo tempo, dominar cada vez mais meu marido e humilhá-lo, adorava que ele curtisse isso. Dormi já curtindo minha vitória.
De manhã, acordei, saí da cama, meu marido ainda dormia, fui pra sala e disquei o celular do Jorge. — Oi, Jorge... como cê tá?
— Franca, minha putinha, não consigo parar de pensar no que rolou ontem.
— Nem eu, mal vejo a hora de você me meter tudo com essa pica linda que você tem.
— E seu marido?
— É sobre isso que queria falar. Queria tirar uns dias no trampo pra resolver a situação, o que você acha?
— Sem problemas, putinha chefe de enfermeiras. Um beijinho e me liga logo. Tô esperando sua ligação.
Voltei pro quarto e olhei pro meu marido, que tava pelado. Sempre gostei da bunda dele, que agora eu via toda nua em cima da cama. Fui pro armário e escolhi uma peça íntima que deixa ele louco, uma calcinha preta que ele adora. Daí a pouco ele veio pra cozinha, eu continuei na pia como se não tivesse ouvindo. Ele me abraçou por trás, se apoiando em mim, e senti a pica dele já dura. Virei e beijei ele fundo.
— Oi, meu amor, falei.
— Como cê tá? — ele perguntou.
— Eu mais ou menos, e você? Agora acho que tá bom.
- Olha, amor, pensei muito sobre ontem à noite, tô realmente confusa. Liguei pro Jorge pra pedir uns dias e poder pensar com mais calma.
- Quer ficar sozinha ou prefere que eu fique?
- Vai, topa? Aí a gente sai pra brincar um pouco com aqueles jogos de antes, que eram bem mais inocentes.
Fechado. Coloquei uma minissaia bem curtinha, com bastante rodado, que o vento sempre levanta, e por cima uma camisola transparente que deixava os peitinhos à mostra. Meu marido se arrumou e a gente saiu. Pegamos o metrô, que vinha bem lotado. Meu marido subiu longe de mim, como se não me conhecesse. Daí a pouco, um adolescente já estava se encostando na minha bunda, e eu, aproveitando o movimento, comecei a empurrar pra trás. Logo senti uma mãozinha tímida me acariciando, meio envergonhada. Seguimos por mais umas estações e descemos. Abracei meu marido e nos beijamos. Passeamos pelo shopping e aproveitei pra dar uma amostra da minha calcinha pra uns caras que estavam nos olhando, subindo na escada rolante. Eles se posicionaram na distância certa pra ter uma visão melhor das minhas partes íntimas. Tava muito excitada, será que meu marido também tava?
Passeamos o resto da manhã, fomos almoçar num restaurante. Lá, abri os botões da camisola pra que o garçom visse meus peitos. Ele tava cada vez mais nervoso, parecia que ia derrubar tudo. Por baixo da mesa, tirei os sapatos e, com a ponta do pé, toquei na piroca do meu marido, que tava durona.
- Meu amor, sobre ontem à noite... - ele disse.
- Não vamos falar sobre ontem à noite.
- É que eu realmente gostei de te ver sendo comida pelo Jorge, e quando ele me mandou chupar sua buceta, eu vi a piroca grossa dele entrando na sua buceta enquanto eu chupava... então, é isso.
- Com a minha melhor voz de putinha, falei: Meu amor, já viu que não consigo lidar com a situação, tô à mercê dele. A próxima coisa que ele vai querer fazer é me comer de cu, e com aquela cabeçona que a porra do pau dele tem, vai me machucar. Tô com medo... Continuei esfregando o pau dele com meu pé.
- Vai lá, amor, se anima que a gente vai gostar.
- Ai, não sei, tenho medo... me desculpa, meu amor, falei e levantei pra ir no banheiro. Tava toda excitada e já pensando na foda que o Jorge ia me dar. Me olhei no espelho, que boa atriz que você é, sua puta, pensei. Saí do banheiro e sentei do lado do meu marido.
- Desculpa, meu amor, não quis te ofender, ele disse.
- É que se a gente fizer de novo, continuei com minha voz de puta, vão vir muito mais paus, com certeza.
- Me passa o celular do Jorge, ele falou. Ditei o número...
Jorge, Ricardo aqui, tudo bem? Você pode vir aqui em casa hoje à tarde? Não sei quando você pode, que tal daqui a meia hora? Tá ok.
Que simples que é a mente dos homens, pensei. Como são fáceis quando tão de pau duro. Saímos e pegamos um táxi pra casa. Me apoiei no peito dele e fingi chorar. Ele me abraçou e acariciou minha cabeça. Levantei o rosto pra ele e falei: te amo, meu amor, e beijei ele com ternura.
Chegamos em casa, pedi pro meu marido colocar uma música suave e puxei ele pra dançar. Dançamos bem juntinhos e, pela primeira vez no dia, senti medo.
- Meu amor, tô com medo, falei. Ele me apertou mais, como se quisesse me cobrir com o corpo, e disse:
- Assim que a campainha tocar, o medo vai embora na hora.
Nós dois rimos e continuamos dançando colados, bem juntinhos. O tempo pareceu parar, até que o som da campainha desfez nosso abraço. Vou abrir e já volto, meu marido disse. Jorge entrou e os dois trocaram um forte aperto de mãos. Ele veio até mim e me deu um beijo em cada bochecha. Trouxe uma garrafa de champanhe. Fui pra cozinha pegar umas taças. Os três, de pé, brindamos ao encontro. Jorge falou: vou sentar, continuem com o que estavam fazendo. Seguimos dançando com meu marido, rodando pela sala como se estivéssemos na nossa lua de mel. A voz do Jorge me tirou do devaneio: vira ela pro meu lado e apalpa ela, levantando a saia dela. Meu marido fez isso, enquanto Jorge exclamou ao ver minha roupa íntima. Essa bunda vai ser minha hoje. Ricardo, vem sentar aqui. Meu marido sentou do lado dele e eu senti o Jorge me envolvendo num abraço, na mesma posição que eu tava agora era ele quem apertava minha bunda e, abrindo minha camisa, chupava meus peitos como se tivesse faminto. Vamos pra cama, ele disse. A gente foi pro quarto, ele pegou uma cadeira, sentou e falou pro meu marido: tira a camisa dela. Ele foi tirando devagar, chupa os peitinhos dela. Agora tira a saia e vira ela, quero ver a bunda dela de novo, é um poema, dá até pra tirar uma foto. Tira tudo e leva ela no colo até a cama. Meu marido me pegou no colo e me levou pra cama. Abre as pernas dela e senta na cabeceira junto com ela. Jorge se levantou e foi se despindo devagar, eu não consegui evitar de olhar pro pau dele. Ele chegou perto da cabeceira da cama e deixou ele ao alcance da minha boca. Primeiro eu aspirei o cheiro, rodeei a glande com a língua e enfiei ele entre meus lábios. Jorge começou a meter os dedos em mim e meu marido também tava se despindo e sentou de novo. Depois eu enfiei aquela tranca o mais fundo que dava, amava o cheiro e o gosto dele, e naquele exato momento, eu esqueci completamente do meu marido. Jorge se afastou e se ajeitou entre minhas pernas, começando a passar a cabeçona dele pela minha pussy. Mete ela em mim... por favor, tá bom, mas só a cabecinha, e deixou ela ali e falou: não se mexe. Eu queria sentir ela até o fundo. Ele ficou naquela posição enquanto brincava com a língua nos meus peitos, se levantou um pouco e meteu tudo de uma vez, me arrancando o primeiro orgasmo. Ele falou pro meu marido me beijar e, enquanto começava a meter forte, disse que tava vendo uma imagem muito fofa. Ele ficou me bombando não sei quanto tempo, mas pareceu uma eternidade, e depois deixou ela cravada no fundo. Eu mexia as pernas, empalada, me sentindo no paraíso. Ele saiu de cima de mim e falou pro Ricardo: coloca um travesseirinho e vira ela. Todo mundo sabia o que ia rolar. Chega pra ver o buraquinho da sua mulherzinha porque vai ser a última vez que você vai ver ele tão fechadinho, ele disse. enquanto eu separava minhas nádegas, a pica do meu marido ficava pulando sem parar, pensei que a qualquer momento ele ia gozar mas não foi assim, aproveitei e apertei ela forte enquanto olhava meu cu aberto. Me traz um lubrificante, Ricardo parecia que ele tinha preparado porque tirou da mesa de cabeceira, nunca tinha visto aquele. Jorge soltou minhas nádegas e deixou cair um jato que escorreu pra dentro e pra baixo e parte caía na cabeça da pica dele que estava apoiada em mim. Meu marido olhava de perto, separa as nádegas dela que você vê melhor, disse Jorge. Naquele instante senti a cabeça dele pressionando pra entrar e quando entrou soltei um grito profundo, Jorge ficou parado e disse pro Ricardo tem que deixar ela se acostumar, quando senti que não doía mais tanto comecei a me mexer, e quando você sente que elas começam a se mexer é porque estão prontas ele disse e começou a serrar como um bruto, eu não aguentava mais de tanto prazer que sentia, me sentia estranha como tampada com algo que invadia todo meu interior, ele me pegou pelas cadeiras e se levantando me fez levantar com ele e ordenou pro meu marido comer minha pussy, continuou me bombando por um bom tempo, até que comecei a pedir por favor com minha melhor voz de puta que me desse o leite dele, sim... parte meu cu... enche ele com seu leite de macho quente... pra esse cuck aprender como se faz um cu... Senti a explosão do Jorge que me jogou de volta na cama caindo em cima do meu marido. Jorge deixou a ereção dele ir baixando devagar demorou muito mais pra perder ela do que quando tinha comido minha pussy da outra vez, se retirou lentamente ordenando pro Ricardo chegar perto pra ver. Quando ele tirou a cabeça ainda inchada, senti um vazio imenso, sentia meu cu muito aberto e não sei quantos orgasmos tive ao sentir o leite dele. Merece um beijinho pelo trabalho ele disse pro Ricardo e esse beijou a pica dele de novo. Jorge se levantou e disse vou me vestir e vou embora, que os casais precisam de intimidade. Não me mexi da minha posição meu Meu marido vestiu um roupão e acompanhou o Jorge até a porta. Quando voltou, eu disse: "Limpa minha buceta com a língua, corno, tira toda a porra que conseguir." Ele parecia um maluco comendo, e eu sentia uma sensação que não era um orgasmo, mas era muito gostosa. Depois de um tempo, mandei ele parar e me virei: "Coloca uma camisinha e me fode." Senti ele encostar a ponta devagar e entrar suavemente. "Não goza até eu mandar. Se tiver muito excitado, fica parado, mas não goza." Como da outra vez, ele começou a me foder devagar e escondeu a cabeça no meu ombro. Comecei a falar no ouvido dele: "Não quero choro depois, corno, hein... Minha buceta ficou bem aberta? Aprendeu como se faz...?" Sentia as batidas do pau dele, dava pra ver que tava perto. Ele ficou parado, e eu parei de falar. Quando senti que o pau não tava mais pulsando tanto, falei: "Adoro o pau do Jorge, vamos ter que arrumar um cantinho pra ele em casa, não?" Sabe a sensação quando a porra saiu? O filho da puta goza pra caralho. "Agora vou foder quem eu quiser e quando eu quiser... e você vai poder ver, corno, o quão puta é sua mulherzinha." Daí, com a voz mais de puta que consegui: "Quem sabe, né? Jorge tem um amiguinho e eles podem me enfiar uma suruba..." Mais uma vez, o pau dele pulsava igual louco, e dessa vez não ia parar. "Imagina duas picas me enchendo de porra quentinha, você olhando e depois juntando tudo com essa boquinha de chupetinha que você tem." Ele se contraiu e acho que jorrou litros e litros de porra. Eu tive um orgasmo prolongado que me deixou de cama. Dessa vez ele não chorou, só dormiu.
Ele se virou pro lado dela na cama e ficou chorando. Eu levantei e fui pro banheiro, com um sorriso cheio de felicidade, era assim que eu me sentia. Sentada no vaso, eu pensava: que dia. Descobri um prazer imenso em ser possuída pelo Jorge, e adorava que meu marido curtisse essa situação. Me veio à cabeça que ele chorava porque não conseguia aceitar que adorava ver outro me comendo à vontade, chegando até a me encher de porra. É como um viciado, pensei, agora tá satisfeito e se arrepende, mas quando sentir falta de novo, vai fazer de tudo pra repetir a situação. Me deitei na minha cama, junto do meu marido que ainda não dormia, e fiquei acariciando a cabeça dele, dizendo: Me jura que nunca mais vai me pedir pra fazer algo assim de novo; enquanto pensava em como era linda a pica do Jorge e na vontade que eu tinha de que ele me submetesse aos caprichos dele e, ao mesmo tempo, dominar cada vez mais meu marido e humilhá-lo, adorava que ele curtisse isso. Dormi já curtindo minha vitória.
De manhã, acordei, saí da cama, meu marido ainda dormia, fui pra sala e disquei o celular do Jorge. — Oi, Jorge... como cê tá?
— Franca, minha putinha, não consigo parar de pensar no que rolou ontem.
— Nem eu, mal vejo a hora de você me meter tudo com essa pica linda que você tem.
— E seu marido?
— É sobre isso que queria falar. Queria tirar uns dias no trampo pra resolver a situação, o que você acha?
— Sem problemas, putinha chefe de enfermeiras. Um beijinho e me liga logo. Tô esperando sua ligação.
Voltei pro quarto e olhei pro meu marido, que tava pelado. Sempre gostei da bunda dele, que agora eu via toda nua em cima da cama. Fui pro armário e escolhi uma peça íntima que deixa ele louco, uma calcinha preta que ele adora. Daí a pouco ele veio pra cozinha, eu continuei na pia como se não tivesse ouvindo. Ele me abraçou por trás, se apoiando em mim, e senti a pica dele já dura. Virei e beijei ele fundo.
— Oi, meu amor, falei.
— Como cê tá? — ele perguntou.
— Eu mais ou menos, e você? Agora acho que tá bom.
- Olha, amor, pensei muito sobre ontem à noite, tô realmente confusa. Liguei pro Jorge pra pedir uns dias e poder pensar com mais calma.
- Quer ficar sozinha ou prefere que eu fique?
- Vai, topa? Aí a gente sai pra brincar um pouco com aqueles jogos de antes, que eram bem mais inocentes.
Fechado. Coloquei uma minissaia bem curtinha, com bastante rodado, que o vento sempre levanta, e por cima uma camisola transparente que deixava os peitinhos à mostra. Meu marido se arrumou e a gente saiu. Pegamos o metrô, que vinha bem lotado. Meu marido subiu longe de mim, como se não me conhecesse. Daí a pouco, um adolescente já estava se encostando na minha bunda, e eu, aproveitando o movimento, comecei a empurrar pra trás. Logo senti uma mãozinha tímida me acariciando, meio envergonhada. Seguimos por mais umas estações e descemos. Abracei meu marido e nos beijamos. Passeamos pelo shopping e aproveitei pra dar uma amostra da minha calcinha pra uns caras que estavam nos olhando, subindo na escada rolante. Eles se posicionaram na distância certa pra ter uma visão melhor das minhas partes íntimas. Tava muito excitada, será que meu marido também tava?
Passeamos o resto da manhã, fomos almoçar num restaurante. Lá, abri os botões da camisola pra que o garçom visse meus peitos. Ele tava cada vez mais nervoso, parecia que ia derrubar tudo. Por baixo da mesa, tirei os sapatos e, com a ponta do pé, toquei na piroca do meu marido, que tava durona.
- Meu amor, sobre ontem à noite... - ele disse.
- Não vamos falar sobre ontem à noite.
- É que eu realmente gostei de te ver sendo comida pelo Jorge, e quando ele me mandou chupar sua buceta, eu vi a piroca grossa dele entrando na sua buceta enquanto eu chupava... então, é isso.
- Com a minha melhor voz de putinha, falei: Meu amor, já viu que não consigo lidar com a situação, tô à mercê dele. A próxima coisa que ele vai querer fazer é me comer de cu, e com aquela cabeçona que a porra do pau dele tem, vai me machucar. Tô com medo... Continuei esfregando o pau dele com meu pé.
- Vai lá, amor, se anima que a gente vai gostar.
- Ai, não sei, tenho medo... me desculpa, meu amor, falei e levantei pra ir no banheiro. Tava toda excitada e já pensando na foda que o Jorge ia me dar. Me olhei no espelho, que boa atriz que você é, sua puta, pensei. Saí do banheiro e sentei do lado do meu marido.
- Desculpa, meu amor, não quis te ofender, ele disse.
- É que se a gente fizer de novo, continuei com minha voz de puta, vão vir muito mais paus, com certeza.
- Me passa o celular do Jorge, ele falou. Ditei o número...
Jorge, Ricardo aqui, tudo bem? Você pode vir aqui em casa hoje à tarde? Não sei quando você pode, que tal daqui a meia hora? Tá ok.
Que simples que é a mente dos homens, pensei. Como são fáceis quando tão de pau duro. Saímos e pegamos um táxi pra casa. Me apoiei no peito dele e fingi chorar. Ele me abraçou e acariciou minha cabeça. Levantei o rosto pra ele e falei: te amo, meu amor, e beijei ele com ternura.
Chegamos em casa, pedi pro meu marido colocar uma música suave e puxei ele pra dançar. Dançamos bem juntinhos e, pela primeira vez no dia, senti medo.
- Meu amor, tô com medo, falei. Ele me apertou mais, como se quisesse me cobrir com o corpo, e disse:
- Assim que a campainha tocar, o medo vai embora na hora.
Nós dois rimos e continuamos dançando colados, bem juntinhos. O tempo pareceu parar, até que o som da campainha desfez nosso abraço. Vou abrir e já volto, meu marido disse. Jorge entrou e os dois trocaram um forte aperto de mãos. Ele veio até mim e me deu um beijo em cada bochecha. Trouxe uma garrafa de champanhe. Fui pra cozinha pegar umas taças. Os três, de pé, brindamos ao encontro. Jorge falou: vou sentar, continuem com o que estavam fazendo. Seguimos dançando com meu marido, rodando pela sala como se estivéssemos na nossa lua de mel. A voz do Jorge me tirou do devaneio: vira ela pro meu lado e apalpa ela, levantando a saia dela. Meu marido fez isso, enquanto Jorge exclamou ao ver minha roupa íntima. Essa bunda vai ser minha hoje. Ricardo, vem sentar aqui. Meu marido sentou do lado dele e eu senti o Jorge me envolvendo num abraço, na mesma posição que eu tava agora era ele quem apertava minha bunda e, abrindo minha camisa, chupava meus peitos como se tivesse faminto. Vamos pra cama, ele disse. A gente foi pro quarto, ele pegou uma cadeira, sentou e falou pro meu marido: tira a camisa dela. Ele foi tirando devagar, chupa os peitinhos dela. Agora tira a saia e vira ela, quero ver a bunda dela de novo, é um poema, dá até pra tirar uma foto. Tira tudo e leva ela no colo até a cama. Meu marido me pegou no colo e me levou pra cama. Abre as pernas dela e senta na cabeceira junto com ela. Jorge se levantou e foi se despindo devagar, eu não consegui evitar de olhar pro pau dele. Ele chegou perto da cabeceira da cama e deixou ele ao alcance da minha boca. Primeiro eu aspirei o cheiro, rodeei a glande com a língua e enfiei ele entre meus lábios. Jorge começou a meter os dedos em mim e meu marido também tava se despindo e sentou de novo. Depois eu enfiei aquela tranca o mais fundo que dava, amava o cheiro e o gosto dele, e naquele exato momento, eu esqueci completamente do meu marido. Jorge se afastou e se ajeitou entre minhas pernas, começando a passar a cabeçona dele pela minha pussy. Mete ela em mim... por favor, tá bom, mas só a cabecinha, e deixou ela ali e falou: não se mexe. Eu queria sentir ela até o fundo. Ele ficou naquela posição enquanto brincava com a língua nos meus peitos, se levantou um pouco e meteu tudo de uma vez, me arrancando o primeiro orgasmo. Ele falou pro meu marido me beijar e, enquanto começava a meter forte, disse que tava vendo uma imagem muito fofa. Ele ficou me bombando não sei quanto tempo, mas pareceu uma eternidade, e depois deixou ela cravada no fundo. Eu mexia as pernas, empalada, me sentindo no paraíso. Ele saiu de cima de mim e falou pro Ricardo: coloca um travesseirinho e vira ela. Todo mundo sabia o que ia rolar. Chega pra ver o buraquinho da sua mulherzinha porque vai ser a última vez que você vai ver ele tão fechadinho, ele disse. enquanto eu separava minhas nádegas, a pica do meu marido ficava pulando sem parar, pensei que a qualquer momento ele ia gozar mas não foi assim, aproveitei e apertei ela forte enquanto olhava meu cu aberto. Me traz um lubrificante, Ricardo parecia que ele tinha preparado porque tirou da mesa de cabeceira, nunca tinha visto aquele. Jorge soltou minhas nádegas e deixou cair um jato que escorreu pra dentro e pra baixo e parte caía na cabeça da pica dele que estava apoiada em mim. Meu marido olhava de perto, separa as nádegas dela que você vê melhor, disse Jorge. Naquele instante senti a cabeça dele pressionando pra entrar e quando entrou soltei um grito profundo, Jorge ficou parado e disse pro Ricardo tem que deixar ela se acostumar, quando senti que não doía mais tanto comecei a me mexer, e quando você sente que elas começam a se mexer é porque estão prontas ele disse e começou a serrar como um bruto, eu não aguentava mais de tanto prazer que sentia, me sentia estranha como tampada com algo que invadia todo meu interior, ele me pegou pelas cadeiras e se levantando me fez levantar com ele e ordenou pro meu marido comer minha pussy, continuou me bombando por um bom tempo, até que comecei a pedir por favor com minha melhor voz de puta que me desse o leite dele, sim... parte meu cu... enche ele com seu leite de macho quente... pra esse cuck aprender como se faz um cu... Senti a explosão do Jorge que me jogou de volta na cama caindo em cima do meu marido. Jorge deixou a ereção dele ir baixando devagar demorou muito mais pra perder ela do que quando tinha comido minha pussy da outra vez, se retirou lentamente ordenando pro Ricardo chegar perto pra ver. Quando ele tirou a cabeça ainda inchada, senti um vazio imenso, sentia meu cu muito aberto e não sei quantos orgasmos tive ao sentir o leite dele. Merece um beijinho pelo trabalho ele disse pro Ricardo e esse beijou a pica dele de novo. Jorge se levantou e disse vou me vestir e vou embora, que os casais precisam de intimidade. Não me mexi da minha posição meu Meu marido vestiu um roupão e acompanhou o Jorge até a porta. Quando voltou, eu disse: "Limpa minha buceta com a língua, corno, tira toda a porra que conseguir." Ele parecia um maluco comendo, e eu sentia uma sensação que não era um orgasmo, mas era muito gostosa. Depois de um tempo, mandei ele parar e me virei: "Coloca uma camisinha e me fode." Senti ele encostar a ponta devagar e entrar suavemente. "Não goza até eu mandar. Se tiver muito excitado, fica parado, mas não goza." Como da outra vez, ele começou a me foder devagar e escondeu a cabeça no meu ombro. Comecei a falar no ouvido dele: "Não quero choro depois, corno, hein... Minha buceta ficou bem aberta? Aprendeu como se faz...?" Sentia as batidas do pau dele, dava pra ver que tava perto. Ele ficou parado, e eu parei de falar. Quando senti que o pau não tava mais pulsando tanto, falei: "Adoro o pau do Jorge, vamos ter que arrumar um cantinho pra ele em casa, não?" Sabe a sensação quando a porra saiu? O filho da puta goza pra caralho. "Agora vou foder quem eu quiser e quando eu quiser... e você vai poder ver, corno, o quão puta é sua mulherzinha." Daí, com a voz mais de puta que consegui: "Quem sabe, né? Jorge tem um amiguinho e eles podem me enfiar uma suruba..." Mais uma vez, o pau dele pulsava igual louco, e dessa vez não ia parar. "Imagina duas picas me enchendo de porra quentinha, você olhando e depois juntando tudo com essa boquinha de chupetinha que você tem." Ele se contraiu e acho que jorrou litros e litros de porra. Eu tive um orgasmo prolongado que me deixou de cama. Dessa vez ele não chorou, só dormiu.
5 comentários - Mudança de Vida 2
me encanto y qe bueno que ya no hubo llantos!!
la verdad que me saco de onda!!!
felicidades +5
como siempre cada vez mejor !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
mis 10