Confere só esse relato, espero que vocês gostem
comentem!!!
Minha esposa Laura tem uma irmã gêmea idêntica chamada Patrícia, que se passou por minha esposa durante uma viagem que ela teve. Agora entendo por que naquela tarde a gente transou tão gostoso, porque eu transei com minha cunhada sem saber.
Foi num sábado que a Laura viajou a trabalho, mas à tarde ela chegou em casa — claro, a Patrícia. Não sei como conseguiu uma roupa igual à da Laura, mas chegou dizendo que a viagem tinha sido adiada para o fim de semana seguinte. Chegou no meio de uma tempestade, falando que tinham cancelado o voo por causa do mau tempo.
"Que bom, assim a gente aproveita esse fim de semana", falei.
"Perfeito, e quero aproveitar desde agora!", respondeu.
Achei que ela fez um sinal me chamando pra segui-la, e me pareceu que queria fazer um daqueles jogos eróticos onde a gente troca de papéis e finge ser outras pessoas. Fui pro quarto e esperei ela sair do banho, deitado nos lençóis só de cueca. Quando ela saiu, não acreditei no que tava vestindo: uma roupa bem curta e transparente que deixava ver os bicos dos peitos, uma calcinha fio dental bem fininha e umas meias de renda pequenas.
"Laura, que roupa é essa que você vestiu??? Adorei, mas no jogo, quem você quer ser?", perguntei, com medo que ela quisesse ser uma puta de rua ou uma stripper, mas a resposta me surpreendeu ainda mais.
"Quero que você imagine que sou a Patrícia, minha irmã." Claro que ela era, mas eu não sabia.
"Quer que eu imagine que tô transando com sua irmã?"
"Qual o problema? Além do mais, somos gêmeas, e se eu te agrado, ela também. Não tem como negar o jeito que você olha pra ela toda vez que ela vem visitar. Então, quer me comer, cunhadinho..."
Gostei tanto da ideia que comecei a chamar ela pelo nome verdadeiro sem saber. Ela se aproximou da cama, tirou o lençol e subiu em cima de mim fazendo um 69, que eu não tava preparado, mas me acostumei na hora porque com a mão dela... Pego meu pau e comecei a bater na buceta dela com a cabeça, enquanto descia a xota depilada dela nos meus lábios. Aquilo foi um sinal de que, na real, eu tava comendo minha cunhada, porque a Laura não se depilava por completo.
Os lábios dela tavam me dando um boquete foda, porque eu só ouvia ela engolindo saliva e a respiração funda, alternando com lambidas dela nas minhas bolas. Senti que ia gozar, mas levantei a bunda dela e ela entendeu o que eu queria. Aí ela falou: "cunhado, enfia fundo em mim". Então peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, puxei a calcinha dela pro lado e comecei a passar a cabeça do meu pau na rachinha dela. Ela gemeu como nunca, o que já devia ter me acordado, mas achei que era parte do jogo. Parei de esfregar e enfiei devagar até bater minhas bolas nos lábios da buceta dela. Segurando os peitos dela, puxava ela pra perto pra não parar de meter. Ela só gemia e pedia mais. Num momento, ela se soltou, deitou na cama e virou as pernas, ficando de barriga pra cima. "Quando você aprendeu isso?", perguntei pra minha "esposa". "Não para de me comer, cunhado", era só o que ela dizia. Claro, eu tava tão excitado pensando em comer minha cunhada que quase gozei de novo, mas ela pegou meu pau com os dedos e apertou num ponto que só ela sabe, e eu me segurei. Com as mãos, ela mantinha as pernas levantadas, então dava pra ver perfeitamente como a buceta linda e depilada dela engolia todo o meu pau, enquanto eu massageava os bicos dos peitos dela com as mãos.
Depois de um tempo, cansei e pedi pra ela montar em mim, o que ela adorou. Deitei na beirada da cama e ela veio de costas, se abaixou, encaixou meu pau na rachinha dela e desceu devagar. Como uma máquina, começou a rebolsar, me enlouquecendo. Ela se virou, pegou meu pau de novo nas mãos e começou a se mexer contra mim. Eu não conseguia parar de... Beijar ela, chupar os peitos dela e puxar ela pra mim pelas nádegas, e todo excitado eu dizia: Patricia, você me encanta, você é uma delícia, queria meter em você há anos.
Isso deixou ela louca a ponto de, gemendo e rebolando em cima de mim, enquanto mexia o cabelão, ela dizia: cunhado, eu também queria que você metesse em mim e não ligo pra consequências…
Não dei importância pra isso, a única coisa que eu queria era jorrar meu gozo o mais fundo e forte que pudesse, e ela queria a mesma coisa, porque não parava de rebolar a bunda. Assim, com só um olhar, nós dois entendemos que era a hora e comecei a sentir o calor no meu pau e depois os sucos dela e os meus escorrendo pelas minhas bolas. Ela gemeu quase gritando, era tanto prazer que nem senti as unhas dela nas minhas costas.
Deitados na cama, cansados e extasiados, ela me disse:
Valeu por ter me comido, cunhado.
Laura, para com esse jogo…
Não, não é jogo nenhum. Eu sou a Patricia e minha irmã tá no aeroporto.
Como assim? Não brinca comigo.
Tô repetindo que não é brincadeira. Não aguentava mais de vontade de te ter dentro de mim, então liguei pra minha irmã e ela disse que ainda tava no aeroporto, que precisava esperar confirmarem o voo, e se cancelassem, voltava pra casa de surpresa ainda hoje.
Então acabei de transar com minha cunhada e, como se não bastasse, você veio se passando pela Laura e, pra piorar, ela, a Laura verdadeira, pode chegar a qualquer momento.
E ela tirou uma das meias de renda e eu vi que tinha uma mancha no tornozelo dela, e ela mostrou a mão, não tinha a aliança de casamento, o que me deu uma puta vontade de foder ela de novo sabendo que era a Patricia. Mas ela me deu um beijo e ligou no celular pra Laura.
Oi, irmãzinha, como você tá? Ah, que pena. Então a gente se vê amanhã.
Ela desligou a chamada e a Patricia me disse: sua esposa tá vindo, o voo foi cancelado e daqui a pouco ela chega, então se quiser aproveitar…
Não pensei duas vezes, montei em cima dela e a gente transou. De novo, mas dessa vez gozei na boca dela, tenho que dizer que foi muito mais gostoso ver meu leite escorrendo na língua dela. A gente se arrumou na hora e ela foi embora.
Talvez o mais excitante disso é que ninguém, além da minha esposa, notaria algo diferente, porque sendo gêmeas, a Patrícia pode passar pela minha esposa se um dia a gente sair de novo.
comentem!!!
Minha esposa Laura tem uma irmã gêmea idêntica chamada Patrícia, que se passou por minha esposa durante uma viagem que ela teve. Agora entendo por que naquela tarde a gente transou tão gostoso, porque eu transei com minha cunhada sem saber.
Foi num sábado que a Laura viajou a trabalho, mas à tarde ela chegou em casa — claro, a Patrícia. Não sei como conseguiu uma roupa igual à da Laura, mas chegou dizendo que a viagem tinha sido adiada para o fim de semana seguinte. Chegou no meio de uma tempestade, falando que tinham cancelado o voo por causa do mau tempo.
"Que bom, assim a gente aproveita esse fim de semana", falei.
"Perfeito, e quero aproveitar desde agora!", respondeu.
Achei que ela fez um sinal me chamando pra segui-la, e me pareceu que queria fazer um daqueles jogos eróticos onde a gente troca de papéis e finge ser outras pessoas. Fui pro quarto e esperei ela sair do banho, deitado nos lençóis só de cueca. Quando ela saiu, não acreditei no que tava vestindo: uma roupa bem curta e transparente que deixava ver os bicos dos peitos, uma calcinha fio dental bem fininha e umas meias de renda pequenas.
"Laura, que roupa é essa que você vestiu??? Adorei, mas no jogo, quem você quer ser?", perguntei, com medo que ela quisesse ser uma puta de rua ou uma stripper, mas a resposta me surpreendeu ainda mais.
"Quero que você imagine que sou a Patrícia, minha irmã." Claro que ela era, mas eu não sabia.
"Quer que eu imagine que tô transando com sua irmã?"
"Qual o problema? Além do mais, somos gêmeas, e se eu te agrado, ela também. Não tem como negar o jeito que você olha pra ela toda vez que ela vem visitar. Então, quer me comer, cunhadinho..."
Gostei tanto da ideia que comecei a chamar ela pelo nome verdadeiro sem saber. Ela se aproximou da cama, tirou o lençol e subiu em cima de mim fazendo um 69, que eu não tava preparado, mas me acostumei na hora porque com a mão dela... Pego meu pau e comecei a bater na buceta dela com a cabeça, enquanto descia a xota depilada dela nos meus lábios. Aquilo foi um sinal de que, na real, eu tava comendo minha cunhada, porque a Laura não se depilava por completo.
Os lábios dela tavam me dando um boquete foda, porque eu só ouvia ela engolindo saliva e a respiração funda, alternando com lambidas dela nas minhas bolas. Senti que ia gozar, mas levantei a bunda dela e ela entendeu o que eu queria. Aí ela falou: "cunhado, enfia fundo em mim". Então peguei ela pela cintura, coloquei de quatro, puxei a calcinha dela pro lado e comecei a passar a cabeça do meu pau na rachinha dela. Ela gemeu como nunca, o que já devia ter me acordado, mas achei que era parte do jogo. Parei de esfregar e enfiei devagar até bater minhas bolas nos lábios da buceta dela. Segurando os peitos dela, puxava ela pra perto pra não parar de meter. Ela só gemia e pedia mais. Num momento, ela se soltou, deitou na cama e virou as pernas, ficando de barriga pra cima. "Quando você aprendeu isso?", perguntei pra minha "esposa". "Não para de me comer, cunhado", era só o que ela dizia. Claro, eu tava tão excitado pensando em comer minha cunhada que quase gozei de novo, mas ela pegou meu pau com os dedos e apertou num ponto que só ela sabe, e eu me segurei. Com as mãos, ela mantinha as pernas levantadas, então dava pra ver perfeitamente como a buceta linda e depilada dela engolia todo o meu pau, enquanto eu massageava os bicos dos peitos dela com as mãos.
Depois de um tempo, cansei e pedi pra ela montar em mim, o que ela adorou. Deitei na beirada da cama e ela veio de costas, se abaixou, encaixou meu pau na rachinha dela e desceu devagar. Como uma máquina, começou a rebolsar, me enlouquecendo. Ela se virou, pegou meu pau de novo nas mãos e começou a se mexer contra mim. Eu não conseguia parar de... Beijar ela, chupar os peitos dela e puxar ela pra mim pelas nádegas, e todo excitado eu dizia: Patricia, você me encanta, você é uma delícia, queria meter em você há anos.
Isso deixou ela louca a ponto de, gemendo e rebolando em cima de mim, enquanto mexia o cabelão, ela dizia: cunhado, eu também queria que você metesse em mim e não ligo pra consequências…
Não dei importância pra isso, a única coisa que eu queria era jorrar meu gozo o mais fundo e forte que pudesse, e ela queria a mesma coisa, porque não parava de rebolar a bunda. Assim, com só um olhar, nós dois entendemos que era a hora e comecei a sentir o calor no meu pau e depois os sucos dela e os meus escorrendo pelas minhas bolas. Ela gemeu quase gritando, era tanto prazer que nem senti as unhas dela nas minhas costas.
Deitados na cama, cansados e extasiados, ela me disse:
Valeu por ter me comido, cunhado.
Laura, para com esse jogo…
Não, não é jogo nenhum. Eu sou a Patricia e minha irmã tá no aeroporto.
Como assim? Não brinca comigo.
Tô repetindo que não é brincadeira. Não aguentava mais de vontade de te ter dentro de mim, então liguei pra minha irmã e ela disse que ainda tava no aeroporto, que precisava esperar confirmarem o voo, e se cancelassem, voltava pra casa de surpresa ainda hoje.
Então acabei de transar com minha cunhada e, como se não bastasse, você veio se passando pela Laura e, pra piorar, ela, a Laura verdadeira, pode chegar a qualquer momento.
E ela tirou uma das meias de renda e eu vi que tinha uma mancha no tornozelo dela, e ela mostrou a mão, não tinha a aliança de casamento, o que me deu uma puta vontade de foder ela de novo sabendo que era a Patricia. Mas ela me deu um beijo e ligou no celular pra Laura.
Oi, irmãzinha, como você tá? Ah, que pena. Então a gente se vê amanhã.
Ela desligou a chamada e a Patricia me disse: sua esposa tá vindo, o voo foi cancelado e daqui a pouco ela chega, então se quiser aproveitar…
Não pensei duas vezes, montei em cima dela e a gente transou. De novo, mas dessa vez gozei na boca dela, tenho que dizer que foi muito mais gostoso ver meu leite escorrendo na língua dela. A gente se arrumou na hora e ela foi embora.
Talvez o mais excitante disso é que ninguém, além da minha esposa, notaria algo diferente, porque sendo gêmeas, a Patrícia pode passar pela minha esposa se um dia a gente sair de novo.
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