outro relato dos que tenho guardados, não fui eu que escreviHá algumas semanas, minha esposa Elena e eu fomos a uma festa na casa de um amigo dela. Era algo informal, sem frescura, com muita bebida e comida. Tinha umas 14 ou 15 casais por lá, todos casados e na faixa dos trinta. Era um fim de semana festivo e todo mundo estava um pouco mais alegre que o normal, graças à bebida. O anfitrião tinha arrumado tudo pra quem morasse "longe pra caralho" pudesse dormir na casa dele. Isso fez o pessoal se soltar e beber um pouco mais do que de costume.
Minha esposa estava um pouco alterada. Dava pra ver que ela tava flertando e rindo com todos os caras. Elena usava uma saia curta plissada, mostrando dois terços das coxas bem torneadas dela. A parte de cima era uma blusa justa que, sem sutiã, marcava os bicos dos peitos e deixava as tetas dela soltas — grandes e duras, pulando a cada movimento brusco que ela fazia. Esse pequeno show não passava despercebido pra maioria dos homens na casa.
Elena é meio exibicionista e eu sou voyeur, então não só não me incomoda que ela mostre os encantos dela, como eu incentivo, porque nós dois ficamos excitados. Eu sabia que, com ela alterada, não demoraria muito pra dar um pequeno show — talvez com as tetas gostosas e os bicos duros, talvez com a bunda empinada dela. Porque, apesar da bebida, ela tava ligada na provocação e isso a excitava.
E foi exatamente isso: ela queria começar o show e me mostrou com um sorrisinho e uma piscadela que diziam "tô pronta pra me exibir pra você". Eu devolvi o sinal com um sorriso de aprovação, enquanto por dentro não conseguia deixar de me sentir orgulhoso de uma mulher daquelas.
A festa continuou. Elena continuava excitada e não parava de flertar com um e outro. Ela ficou o tempo todo rindo e se divertindo pra caralho. Com o passar do tempo, só ficaram na festa os casais que, por causa da distância de casa, iam dormir por lá. pernoitar lá. Em determinado momento da noite, todas as mulheres pareciam ter desaparecido da sala principal onde estávamos reunidos. Depois de um bom tempo, apareceu Susana, nossa anfitriã, e disse: "Fico feliz que todos vocês tenham decidido dormir aqui em casa, e quero convidá-los para participar de um joguinho. Eu conversei com suas esposas e elas estão de acordo se vocês também estiverem. Garanto que vai ser muito divertido para todos."
Em seguida, nossas esposas entraram e Elena veio direto até mim.
"Querido, você vai gostar", ela disse, me dando um sorriso meloso. "Susana quer que a gente jogue o jogo das cadeiras."
"Todo esse mistério para o jogo das cadeiras?" falei, surpreso.
"Bom, não é bem o jogo tradicional das cadeiras", ela respondeu, sorrindo de forma safada. "É o jogo da strip-cadeira. Todos os maridos ficam pelados e sentam nas cadeiras. As esposas desfilam ao redor das cadeiras enquanto a música toca. Quando a música para, elas têm que se sentar em um assento, no colo do homem que está naquela cadeira. Alguma esposa vai ficar sem se sentar, e essa perde uma peça de roupa que o marido que está sem par com a música vai tirar. Isso continua até que todas as esposas estejam peladas."
"Foda, agora sim a festa ficou interessante!" falei espontaneamente.
"Eu tô pronto pra jogar se você também estiver?" Elena confirmou, com um olhar sedutor nos olhos.
"Não tão rápido", minha esposa me avisou. "Susana disse que algum marido pode ficar tão excitado com outra esposa pelada no colo que tenta penetrar ela disfarçadamente. Lembra que isso é feito quase sem luz." "Você tem certeza que não se importaria se um desses caras, se sentindo excitado, tentasse enfiar a coisinha dele dentro de mim?"
"Você não ficaria com ciúmes se esse tipo de coisa acontecesse comigo?"
"Parece divertido!" exclamei. "Elena, querida, eu adoro quando você se exibe para outros homens, você é Tão gostosa que seria um pecado se só eu pudesse apreciar sua beleza. Acredite, tô tão excitado que mal vejo a hora do jogo começar."
"Então pra que você quer jogar? Pra me ver pelada me exibindo na frente de outros homens ou pra ter o direito de foder outra esposa?" ela perguntou.
"De jeito nenhum!", menti. "Eu topo jogar porque quero ver você se exibindo pra mim, só isso."
"Que ótimo!", disse Elena. "Porque eu me ofereci pra você ser o marido imparcial, aquele que cuida da música e tira as peças."
Merda! Pensei comigo. Eu que finalmente tinha uma chance de me divertir, e Elena me manda pra parte mais chata do jogo. Depois de um cálculo rápido sobre essa novidade, decidi aceitar. Afinal, eu ia tirar a roupa das esposas dos outros. Isso também podia ser divertido. Mas, além disso, eu estaria livre pra olhar minha esposa exuberante desfilar nua na frente de um bando de caras excitados, sem poder esconder nada. Já tava ficando de pau duro só de pensar.
Susana, a anfitriã, consultou rapidamente quem participaria, e só um casal decidiu sair. O resto tava doido pra jogar. Nos acomodamos na sala de jantar, com oito cadeiras num círculo grande no centro do cômodo. No meio, tinha uma mesinha de madeira. Todos os maridos ficaram pelados enquanto Susana me dava instruções de como usar o CD player e escolhemos uma música.
Elena parecia já estar no fogo antes de começar. Ela ficou atrás de mim e me beijou no pescoço.
Sussurrou uma pergunta no meu ouvido: "Quer que eu seja a primeira? A primeira a perder alguma peça? Posso perder de propósito, se você quiser."
"Você faria isso por mim?", sussurrei de volta. "Quero que você perca a blusa e mostre seus peitos pra mim."
Elena me deu um sorriso safado e se juntou às outras mulheres no centro da sala, enquanto os maridos ocupavam seus lugares no círculo. de cadeiras. As luzes foram apagadas, mas mesmo assim dava pra ver que alguns caras já estavam de pau duro antes mesmo do jogo começar.
A gente tinha escolhido um salsa como primeira música e as esposas começaram a dançar em volta das cadeiras por uns dois minutos. Susan, a anfitriã, tinha me falado pra segurar a música por pelo menos 2 ou 3 minutos antes de parar de repente. Eu mantive meu dedo tremendo no botão o tempo todo enquanto curtia, junto com os outros maridos, ver nossas esposas dançando pelo quarto.
De repente, parei a música. Teve uma louca disputa pelos colos dos maridos. Minha esposa tentou, mas sem muita convicção.
"Você perdeu, Elena", Susan gritou do outro lado do quarto. "Agora você tem que tirar uma peça de roupa e dizer pro DJ qual é, pra ele poder tirar de você."
Minha esposa veio até mim e me deu um beijão. Ela tava com um sorriso diabólico.
"Vou tirar a blusa", Elena anunciou com um sorrisão.
Elena levantou as mãos pra cima da cabeça. Eu, num movimento rápido, tirei a blusa por cima da cabeça dela.
O quarto explodiu em aplausos, entre nervosos e excitados, e lá estava Elena, de pé no centro, com os peitões grandes e os bicos rosados inchados, à mostra pra todo mundo. Ela parecia orgulhosa como uma deusa. As marcas do biquíni destacavam o contorno branco das tetas dela e deixavam elas ainda mais apetitosas, se é que isso era possível. Ela sacudiu o cabelo de um jeito sensual, e começou de novo o desfile das esposas.
Eu comecei a música de novo. Meus olhos estavam fixos na minha esposa linda enquanto ela dava voltas. As tetas dela balançavam dançando a cada passo. Toda vez que ela passava por mim, me dava um sorriso. Ela tava adorando, era o centro das atenções de todos os maridos, que não tiravam os olhos dela e já começavam a mostrar o quanto estavam excitados, com os paus duros subindo na escuridão. Quando parei a música de novo, foi a Sonia que ficou sem colo. onde sentar.
Elena acabou sentando no colo do Javier, um colega de trabalho que ela conhecia, mas não gostava muito. Na correria, minha esposa tinha sentado bem em cima das coxas dele. Javier sussurrou algo no ouvido dela, e minha esposa começou a rir e se remexeu pra trás, no colo dele. Da minha posição, por causa da pouca luz, não dava pra ver direito a cena, mas ele tava fazendo alguma coisa debaixo da saia dela, porque minha esposa abriu a boca devagar e parou de rir.
Sonia, a moça que tinha ficado sem lugar, veio até mim e pediu pra eu tirar os sapatos dela. Eu caprichei, tirei devagar e ainda dei uma massagem nos pés dela. Quando olhei pra minha esposa, percebi que o Javier tava apalpando os peitos dela sem nenhum pudor. Ela parecia estar gostando. Tava se apoiando nele pra trás, sem oferecer resistência nenhuma. Os olhos dela estavam fechados, e a cara dela tinha uma expressão clara de prazer. O Javier também tava com um sorrisão de satisfação enquanto continuava apertando os peitos dela e brincando com os biquinhos rosados e durinhos.
A brincadeira continuou por um tempo, e várias esposas perderam os sapatos. Duas esposas tinham perdido as blusas e estavam dançando só de sutiã. Toda vez que eu parava a música e olhava pra Elena, ela tava no colo de um cara diferente. Muitas vezes eles faziam ela quicar no colo pra ver os peitos dela subindo e descendo, até fazendo eles balançarem. Isso parecia agradar cada homem no quarto, que tinha a chance de ter minha esposa sentada no colo enquanto passavam a mão nela e puxavam os biquinhos dela, já bem inchados naquela altura. Ela parecia estar realmente curtindo o momento. Às vezes olhava pra mim e me dava um sorriso e uma piscadinha.
A visão era muito excitante pra mim. Meu pau tava duro feito pedra. Enquanto eu conseguia uma ou outra recompensa tirando a roupa das outras esposas aqui e ali, eram os outros maridos nas cadeiras que estavam se divertindo de verdade.
Eles estavam apalpando com as mãos os peitos, sutiãs e tetas das esposas enquanto esfregavam os paus contra as virilhas das mulheres. A apalpação era liberada pra todo mundo e ninguém parecia se importar que seu parceiro estivesse se esfregando com uns e outros.
Meu foco estava na minha própria esposa e no show que ela estava fazendo ao vivo pra mim. Ela estava imponente e realmente desinibida e excitada. Em uma das rodadas, ela caiu no colo do chefe dela, Francisco. Quando olhei, pude ver Elena quicando no colo dele. Francisco tinha as mãos debaixo da saia da minha esposa e parecia que ele estava massageando a bunda dela. Quando Elena quicava pra cima e pra baixo, notei que ela fechava os olhos e apertava a boca, alguma coisa estava acontecendo com ela. Também reparei que não sei o que se mexia mais: as tetas da minha esposa ou a barriga do chefe dela.
Na rodada seguinte, Elena perdeu de novo e pediu que eu tirasse a calcinha dela. Me abaixei, fiquei de joelhos na frente dela e coloquei minhas mãos debaixo da saia dela. Minha esposa ergueu a saia bruscamente e me deu uma surpresa. A calcinha estava de lado, mostrando totalmente a racha molhada dela e os lábios grandes e rosados. Eu alcancei pra tocar, excitado, a buceta dela, e estava molhada, encharcada, quase pingando.
"Parece que alguém te deu uma foda", sussurrei.
"Foi o Javier quem fez isso comigo", ela confessou. "Quando eu sentei nele, afastei minha calcinha. Então ele colocou o pau grande dele no caminho certo e, com a ajuda das mãos, afastou meus lábios, deixando o pau dele entrar na minha buceta. Depois, começou a se balançar devagar. No começo, não soube o que fazer, mas decidi deixar até a música começar de novo."
"Javier? Não é o cara que você acha que é uma cobra pervertida?", perguntei.
"Sim, é ele. Eu não soube o que fazer. Sei que você queria que eu me exibisse como uma rabuda pra você, então pensei que não importava se eu deixasse ele me foder só um pouquinho. Você não está bravo, né?"
"Eu não Tô puto" — sussurrei no ouvido dela — "Só espero que ninguém tenha notado."
"Sinto te dizer, mas acho que todo mundo notou" — Elena comentou com cara de menina má — "Foi por isso que depois todos começaram a fazer a mesma coisa quando eu sentava no colo deles, enfiavam as picas na minha bucetinha aproveitando os pulos, até o Ricardo gozou a jatos ali mesmo, e meu chefe ainda aproveitou pra enfiar um dedo no meu cu enquanto eu pulava no pau dele. Eu pensei que era isso que você queria que fizessem comigo, então deixei eles fazerem de tudo enquanto eu sentava no colo deles.
Você queria que todo mundo aproveitasse os peitões maravilhosos da sua esposa e eu dei a chance deles me comerem um pouco. Fiz algo errado?" — ela disse com cara de arrependida.
"Não, você fez certo. Só não esperava que fosse tão rápido" — eu a tranquilizei — "Não importa o que aconteça, eu ainda te amo."
Continuamos o jogo e na rodada seguinte Elena perdeu de novo. Minha esposa pediu pra eu tirar os sapatos dela e enquanto eu fazia isso, ela sussurrou: "Amor, eu quero ser a primeira a ficar totalmente nua e poder me exibir pra você." "Quero que veja as picas duras e vermelhas se enfiando na minha buceta." "Quero que veja eles me comendo no colo deles." Você quer isso, amor? Quer que todo mundo me veja pelada e tenha o direito de me foder?
"Sim, Elena, quero que o show comece pra mim." — eu incentivei.
Algumas rodadas depois, ela perdeu de novo e eu tive que tirar a saia dela. Agora minha esposa desfilava descaradamente pelo quarto completamente nua. Elena estava linda. Ela tem pernas longas e uma bunda redonda e pronta pra ser amassada. Os peitões dela se destacavam com os bicos rosados e durinhos. Minha esposa tem um bronzeado só cortado pela linha do fio do biquíni, o tom moreno da pele dela fez os triângulos brancos realçarem a brancura dos lugares proibidos, mostrando-os voluptuosos, expostos aos Olhares ansiosos daqueles que estavam prestes a provar o mel da sua luxúria.
Quando a música começou, Elena estava uma gostosa dançando em volta do círculo de homens, embora nessa altura eles já fossem uns selvagens esperando para enfiar aquela mulher nas suas lanças.
Os peitos dela balançavam e pulavam a cada passo. Quando a música parou, vi que ela sentou no colo do Enrique.
Enrique é nosso vizinho de porta. Ele tinha sentado ela colada na barriga dele e me pareceu que ele enfiou rapidamente o pau na buceta da minha esposa. Elena estava se balançando ritmadamente enquanto Enrique massageava os peitos dela. Pela expressão no rosto dela, ela também estava adorando o momento. Eu aproveitei pra tirar o sutiã da esposa que perdeu e de quebra massageei um pouco os peitos dela.
Mais uma vez, a música começou e eu olhei com muito prazer enquanto minha esposa dançava pelada pelo quarto. Cada vez mais esposas estavam ficando sem roupa, provocando a alegria natural dos maridos. Na próxima vez que a música parou, minha esposa sentou no colo do chefe dela de novo. Percebi como ele se mexeu rápido pra enfiar o pinto nela enquanto acariciava os peitos dela, puxando forte os mamilos inchados. A outra mão dele estava de novo no cu dela e eu tinha certeza que ele estava enfiando algum dedo por lá. Elena tinha um olhar de pura safadeza no rosto. Enquanto me dedicava um sorriso, passando a língua nos lábios, ela colocou a mão entre as pernas pra massagear as bolas do chefe.
A música começou e parou várias vezes. Eu, enquanto isso, tentava ter algum tipo de recompensa tirando a roupa das esposas. Todas elas pareciam estar conseguindo sua dose de sexo com todos os caras.
O fato de minha esposa Elena deixar todos os maridos penetrarem ela e brincarem com os peitos dela me deixava hipnotizado. Ela parecia estar realmente curtindo o roteiro e, por tabela, eu também. Também. Esse foi o show mais excitante que eu podia imaginar.
Depois de um bom tempo brincando, todas as esposas estavam finalmente peladas. Dava pra perceber que, enquanto eu tirava as roupas das garotas, algumas delas tinham sido penetradas recentemente, igual minha esposa. Quando todo mundo estava nu, a anfitriã sugeriu que a gente desse mais umas voltas, "só pra se divertir", ela disse, dando um sorriso safado. A maioria das esposas tinha sido penetrada um pouco, como a Elena no começo. Algumas delas resistiam, mas outras deixavam os caras meterem e gozavam várias vezes.
A Elena estava deixando os caras fazerem o que quisessem com ela. Depois de duas horas de jogo, a gente decidiu parar.
Eu e a Elena aceitamos um convite pra dormir lá em cima, no andar de cima. Eu não via a hora de ficar sozinho com minha esposa no quarto.
"Te amo", falei pra ela. "Você foi magnífica essa noite."
"Você não tá bravo?", ela perguntou.
"Por que eu ia ficar bravo?", eu perguntei.
A Elena pegou minha mão e colocou na buceta molhada dela, inchada e quente.
"Acho que exagerei um pouco", a Elena confessou. "Cada homem que tava no quarto meteu o pau em mim pelo menos duas vezes, talvez mais. Acho que todo mundo me viu fazendo isso! As esposas perceberam que os maridos delas estavam massageando meus peitos e me fodendo. Você não tá bravo? Você disse que eu devia ser uma esposa complacente, e foi isso que eu senti ao deixar eles apalparem meus peitos e enfiarem os paus em mim por um tempinho. Então fiz isso por você, pra te dar um show.
Deixei meu chefe fazer o que quis comigo. E alguns dos caras até jorraram um pouco de esperma em mim!"
"O leite deles tava quente, escorrendo pelas minhas pernas enquanto eu dançava pelo quarto. Eu tava esperando que isso acontecesse pra você ver. Vi você olhando enquanto eles me penetravam com aqueles paus grandes. Deixei todos me penetrarem e enfiarem em mim. Os dedos deles no meu cu o tempo todo que quiseram. Mas fiz tudo porque te amo, todo o espetáculo era pra você.
"Não tô bravo", eu disse. "Tô empolgado."
"Então me chupa", ela quase ordenou. "Me mostra que não tá bravo chupando minha buceta quente, toda molhada e cheia de suco pra você."
Eu abaixei a cabeça na hora e comecei a lamber como nunca tinha feito antes. A ideia de lamber o clitóris rosado e dolorido da minha esposa, ainda quente depois de ter sido fodida por vários caras, me excitava como nunca. Minha esposa estava cheia dos fluidos de todos, o que aumentava ainda mais o tesão. Ela gozou duas vezes quase que na hora.
Eu queria foder ela. Tava louco de desejo. Coloquei minha esposa de papo pra cima e comecei a bombar, mas a buceta dela tava tão lubrificada e larga que não dava pra criar nenhuma fricção. Tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma. Ao mesmo tempo, comecei a massagear os peitos dela, mas ela reclamou, dizendo que estavam muito doloridos. Não importou, os pensamentos e imagens da festa voavam na minha mente e, antes que eu percebesse, já tinha gozado na minha própria mão.
Elena se abaixou e sussurrou no meu ouvido: "Te amo, amor."
Depois de uma pausa, ela continuou: "A Susana me disse que eles tão pensando em fazer outra festa mês que vem. Parece que esse é o tempo que eles precisam pra um novo jogo chamado ENROLALÍNGUA."
"Você topa ir?", Elena perguntou.
"Eu não perderia por nada nesse mundo."
Até a próxima festa.
Minha esposa estava um pouco alterada. Dava pra ver que ela tava flertando e rindo com todos os caras. Elena usava uma saia curta plissada, mostrando dois terços das coxas bem torneadas dela. A parte de cima era uma blusa justa que, sem sutiã, marcava os bicos dos peitos e deixava as tetas dela soltas — grandes e duras, pulando a cada movimento brusco que ela fazia. Esse pequeno show não passava despercebido pra maioria dos homens na casa.
Elena é meio exibicionista e eu sou voyeur, então não só não me incomoda que ela mostre os encantos dela, como eu incentivo, porque nós dois ficamos excitados. Eu sabia que, com ela alterada, não demoraria muito pra dar um pequeno show — talvez com as tetas gostosas e os bicos duros, talvez com a bunda empinada dela. Porque, apesar da bebida, ela tava ligada na provocação e isso a excitava.
E foi exatamente isso: ela queria começar o show e me mostrou com um sorrisinho e uma piscadela que diziam "tô pronta pra me exibir pra você". Eu devolvi o sinal com um sorriso de aprovação, enquanto por dentro não conseguia deixar de me sentir orgulhoso de uma mulher daquelas.
A festa continuou. Elena continuava excitada e não parava de flertar com um e outro. Ela ficou o tempo todo rindo e se divertindo pra caralho. Com o passar do tempo, só ficaram na festa os casais que, por causa da distância de casa, iam dormir por lá. pernoitar lá. Em determinado momento da noite, todas as mulheres pareciam ter desaparecido da sala principal onde estávamos reunidos. Depois de um bom tempo, apareceu Susana, nossa anfitriã, e disse: "Fico feliz que todos vocês tenham decidido dormir aqui em casa, e quero convidá-los para participar de um joguinho. Eu conversei com suas esposas e elas estão de acordo se vocês também estiverem. Garanto que vai ser muito divertido para todos."
Em seguida, nossas esposas entraram e Elena veio direto até mim.
"Querido, você vai gostar", ela disse, me dando um sorriso meloso. "Susana quer que a gente jogue o jogo das cadeiras."
"Todo esse mistério para o jogo das cadeiras?" falei, surpreso.
"Bom, não é bem o jogo tradicional das cadeiras", ela respondeu, sorrindo de forma safada. "É o jogo da strip-cadeira. Todos os maridos ficam pelados e sentam nas cadeiras. As esposas desfilam ao redor das cadeiras enquanto a música toca. Quando a música para, elas têm que se sentar em um assento, no colo do homem que está naquela cadeira. Alguma esposa vai ficar sem se sentar, e essa perde uma peça de roupa que o marido que está sem par com a música vai tirar. Isso continua até que todas as esposas estejam peladas."
"Foda, agora sim a festa ficou interessante!" falei espontaneamente.
"Eu tô pronto pra jogar se você também estiver?" Elena confirmou, com um olhar sedutor nos olhos.
"Não tão rápido", minha esposa me avisou. "Susana disse que algum marido pode ficar tão excitado com outra esposa pelada no colo que tenta penetrar ela disfarçadamente. Lembra que isso é feito quase sem luz." "Você tem certeza que não se importaria se um desses caras, se sentindo excitado, tentasse enfiar a coisinha dele dentro de mim?"
"Você não ficaria com ciúmes se esse tipo de coisa acontecesse comigo?"
"Parece divertido!" exclamei. "Elena, querida, eu adoro quando você se exibe para outros homens, você é Tão gostosa que seria um pecado se só eu pudesse apreciar sua beleza. Acredite, tô tão excitado que mal vejo a hora do jogo começar."
"Então pra que você quer jogar? Pra me ver pelada me exibindo na frente de outros homens ou pra ter o direito de foder outra esposa?" ela perguntou.
"De jeito nenhum!", menti. "Eu topo jogar porque quero ver você se exibindo pra mim, só isso."
"Que ótimo!", disse Elena. "Porque eu me ofereci pra você ser o marido imparcial, aquele que cuida da música e tira as peças."
Merda! Pensei comigo. Eu que finalmente tinha uma chance de me divertir, e Elena me manda pra parte mais chata do jogo. Depois de um cálculo rápido sobre essa novidade, decidi aceitar. Afinal, eu ia tirar a roupa das esposas dos outros. Isso também podia ser divertido. Mas, além disso, eu estaria livre pra olhar minha esposa exuberante desfilar nua na frente de um bando de caras excitados, sem poder esconder nada. Já tava ficando de pau duro só de pensar.
Susana, a anfitriã, consultou rapidamente quem participaria, e só um casal decidiu sair. O resto tava doido pra jogar. Nos acomodamos na sala de jantar, com oito cadeiras num círculo grande no centro do cômodo. No meio, tinha uma mesinha de madeira. Todos os maridos ficaram pelados enquanto Susana me dava instruções de como usar o CD player e escolhemos uma música.
Elena parecia já estar no fogo antes de começar. Ela ficou atrás de mim e me beijou no pescoço.
Sussurrou uma pergunta no meu ouvido: "Quer que eu seja a primeira? A primeira a perder alguma peça? Posso perder de propósito, se você quiser."
"Você faria isso por mim?", sussurrei de volta. "Quero que você perca a blusa e mostre seus peitos pra mim."
Elena me deu um sorriso safado e se juntou às outras mulheres no centro da sala, enquanto os maridos ocupavam seus lugares no círculo. de cadeiras. As luzes foram apagadas, mas mesmo assim dava pra ver que alguns caras já estavam de pau duro antes mesmo do jogo começar.
A gente tinha escolhido um salsa como primeira música e as esposas começaram a dançar em volta das cadeiras por uns dois minutos. Susan, a anfitriã, tinha me falado pra segurar a música por pelo menos 2 ou 3 minutos antes de parar de repente. Eu mantive meu dedo tremendo no botão o tempo todo enquanto curtia, junto com os outros maridos, ver nossas esposas dançando pelo quarto.
De repente, parei a música. Teve uma louca disputa pelos colos dos maridos. Minha esposa tentou, mas sem muita convicção.
"Você perdeu, Elena", Susan gritou do outro lado do quarto. "Agora você tem que tirar uma peça de roupa e dizer pro DJ qual é, pra ele poder tirar de você."
Minha esposa veio até mim e me deu um beijão. Ela tava com um sorriso diabólico.
"Vou tirar a blusa", Elena anunciou com um sorrisão.
Elena levantou as mãos pra cima da cabeça. Eu, num movimento rápido, tirei a blusa por cima da cabeça dela.
O quarto explodiu em aplausos, entre nervosos e excitados, e lá estava Elena, de pé no centro, com os peitões grandes e os bicos rosados inchados, à mostra pra todo mundo. Ela parecia orgulhosa como uma deusa. As marcas do biquíni destacavam o contorno branco das tetas dela e deixavam elas ainda mais apetitosas, se é que isso era possível. Ela sacudiu o cabelo de um jeito sensual, e começou de novo o desfile das esposas.
Eu comecei a música de novo. Meus olhos estavam fixos na minha esposa linda enquanto ela dava voltas. As tetas dela balançavam dançando a cada passo. Toda vez que ela passava por mim, me dava um sorriso. Ela tava adorando, era o centro das atenções de todos os maridos, que não tiravam os olhos dela e já começavam a mostrar o quanto estavam excitados, com os paus duros subindo na escuridão. Quando parei a música de novo, foi a Sonia que ficou sem colo. onde sentar.
Elena acabou sentando no colo do Javier, um colega de trabalho que ela conhecia, mas não gostava muito. Na correria, minha esposa tinha sentado bem em cima das coxas dele. Javier sussurrou algo no ouvido dela, e minha esposa começou a rir e se remexeu pra trás, no colo dele. Da minha posição, por causa da pouca luz, não dava pra ver direito a cena, mas ele tava fazendo alguma coisa debaixo da saia dela, porque minha esposa abriu a boca devagar e parou de rir.
Sonia, a moça que tinha ficado sem lugar, veio até mim e pediu pra eu tirar os sapatos dela. Eu caprichei, tirei devagar e ainda dei uma massagem nos pés dela. Quando olhei pra minha esposa, percebi que o Javier tava apalpando os peitos dela sem nenhum pudor. Ela parecia estar gostando. Tava se apoiando nele pra trás, sem oferecer resistência nenhuma. Os olhos dela estavam fechados, e a cara dela tinha uma expressão clara de prazer. O Javier também tava com um sorrisão de satisfação enquanto continuava apertando os peitos dela e brincando com os biquinhos rosados e durinhos.
A brincadeira continuou por um tempo, e várias esposas perderam os sapatos. Duas esposas tinham perdido as blusas e estavam dançando só de sutiã. Toda vez que eu parava a música e olhava pra Elena, ela tava no colo de um cara diferente. Muitas vezes eles faziam ela quicar no colo pra ver os peitos dela subindo e descendo, até fazendo eles balançarem. Isso parecia agradar cada homem no quarto, que tinha a chance de ter minha esposa sentada no colo enquanto passavam a mão nela e puxavam os biquinhos dela, já bem inchados naquela altura. Ela parecia estar realmente curtindo o momento. Às vezes olhava pra mim e me dava um sorriso e uma piscadinha.
A visão era muito excitante pra mim. Meu pau tava duro feito pedra. Enquanto eu conseguia uma ou outra recompensa tirando a roupa das outras esposas aqui e ali, eram os outros maridos nas cadeiras que estavam se divertindo de verdade.
Eles estavam apalpando com as mãos os peitos, sutiãs e tetas das esposas enquanto esfregavam os paus contra as virilhas das mulheres. A apalpação era liberada pra todo mundo e ninguém parecia se importar que seu parceiro estivesse se esfregando com uns e outros.
Meu foco estava na minha própria esposa e no show que ela estava fazendo ao vivo pra mim. Ela estava imponente e realmente desinibida e excitada. Em uma das rodadas, ela caiu no colo do chefe dela, Francisco. Quando olhei, pude ver Elena quicando no colo dele. Francisco tinha as mãos debaixo da saia da minha esposa e parecia que ele estava massageando a bunda dela. Quando Elena quicava pra cima e pra baixo, notei que ela fechava os olhos e apertava a boca, alguma coisa estava acontecendo com ela. Também reparei que não sei o que se mexia mais: as tetas da minha esposa ou a barriga do chefe dela.
Na rodada seguinte, Elena perdeu de novo e pediu que eu tirasse a calcinha dela. Me abaixei, fiquei de joelhos na frente dela e coloquei minhas mãos debaixo da saia dela. Minha esposa ergueu a saia bruscamente e me deu uma surpresa. A calcinha estava de lado, mostrando totalmente a racha molhada dela e os lábios grandes e rosados. Eu alcancei pra tocar, excitado, a buceta dela, e estava molhada, encharcada, quase pingando.
"Parece que alguém te deu uma foda", sussurrei.
"Foi o Javier quem fez isso comigo", ela confessou. "Quando eu sentei nele, afastei minha calcinha. Então ele colocou o pau grande dele no caminho certo e, com a ajuda das mãos, afastou meus lábios, deixando o pau dele entrar na minha buceta. Depois, começou a se balançar devagar. No começo, não soube o que fazer, mas decidi deixar até a música começar de novo."
"Javier? Não é o cara que você acha que é uma cobra pervertida?", perguntei.
"Sim, é ele. Eu não soube o que fazer. Sei que você queria que eu me exibisse como uma rabuda pra você, então pensei que não importava se eu deixasse ele me foder só um pouquinho. Você não está bravo, né?"
"Eu não Tô puto" — sussurrei no ouvido dela — "Só espero que ninguém tenha notado."
"Sinto te dizer, mas acho que todo mundo notou" — Elena comentou com cara de menina má — "Foi por isso que depois todos começaram a fazer a mesma coisa quando eu sentava no colo deles, enfiavam as picas na minha bucetinha aproveitando os pulos, até o Ricardo gozou a jatos ali mesmo, e meu chefe ainda aproveitou pra enfiar um dedo no meu cu enquanto eu pulava no pau dele. Eu pensei que era isso que você queria que fizessem comigo, então deixei eles fazerem de tudo enquanto eu sentava no colo deles.
Você queria que todo mundo aproveitasse os peitões maravilhosos da sua esposa e eu dei a chance deles me comerem um pouco. Fiz algo errado?" — ela disse com cara de arrependida.
"Não, você fez certo. Só não esperava que fosse tão rápido" — eu a tranquilizei — "Não importa o que aconteça, eu ainda te amo."
Continuamos o jogo e na rodada seguinte Elena perdeu de novo. Minha esposa pediu pra eu tirar os sapatos dela e enquanto eu fazia isso, ela sussurrou: "Amor, eu quero ser a primeira a ficar totalmente nua e poder me exibir pra você." "Quero que veja as picas duras e vermelhas se enfiando na minha buceta." "Quero que veja eles me comendo no colo deles." Você quer isso, amor? Quer que todo mundo me veja pelada e tenha o direito de me foder?
"Sim, Elena, quero que o show comece pra mim." — eu incentivei.
Algumas rodadas depois, ela perdeu de novo e eu tive que tirar a saia dela. Agora minha esposa desfilava descaradamente pelo quarto completamente nua. Elena estava linda. Ela tem pernas longas e uma bunda redonda e pronta pra ser amassada. Os peitões dela se destacavam com os bicos rosados e durinhos. Minha esposa tem um bronzeado só cortado pela linha do fio do biquíni, o tom moreno da pele dela fez os triângulos brancos realçarem a brancura dos lugares proibidos, mostrando-os voluptuosos, expostos aos Olhares ansiosos daqueles que estavam prestes a provar o mel da sua luxúria.
Quando a música começou, Elena estava uma gostosa dançando em volta do círculo de homens, embora nessa altura eles já fossem uns selvagens esperando para enfiar aquela mulher nas suas lanças.
Os peitos dela balançavam e pulavam a cada passo. Quando a música parou, vi que ela sentou no colo do Enrique.
Enrique é nosso vizinho de porta. Ele tinha sentado ela colada na barriga dele e me pareceu que ele enfiou rapidamente o pau na buceta da minha esposa. Elena estava se balançando ritmadamente enquanto Enrique massageava os peitos dela. Pela expressão no rosto dela, ela também estava adorando o momento. Eu aproveitei pra tirar o sutiã da esposa que perdeu e de quebra massageei um pouco os peitos dela.
Mais uma vez, a música começou e eu olhei com muito prazer enquanto minha esposa dançava pelada pelo quarto. Cada vez mais esposas estavam ficando sem roupa, provocando a alegria natural dos maridos. Na próxima vez que a música parou, minha esposa sentou no colo do chefe dela de novo. Percebi como ele se mexeu rápido pra enfiar o pinto nela enquanto acariciava os peitos dela, puxando forte os mamilos inchados. A outra mão dele estava de novo no cu dela e eu tinha certeza que ele estava enfiando algum dedo por lá. Elena tinha um olhar de pura safadeza no rosto. Enquanto me dedicava um sorriso, passando a língua nos lábios, ela colocou a mão entre as pernas pra massagear as bolas do chefe.
A música começou e parou várias vezes. Eu, enquanto isso, tentava ter algum tipo de recompensa tirando a roupa das esposas. Todas elas pareciam estar conseguindo sua dose de sexo com todos os caras.
O fato de minha esposa Elena deixar todos os maridos penetrarem ela e brincarem com os peitos dela me deixava hipnotizado. Ela parecia estar realmente curtindo o roteiro e, por tabela, eu também. Também. Esse foi o show mais excitante que eu podia imaginar.
Depois de um bom tempo brincando, todas as esposas estavam finalmente peladas. Dava pra perceber que, enquanto eu tirava as roupas das garotas, algumas delas tinham sido penetradas recentemente, igual minha esposa. Quando todo mundo estava nu, a anfitriã sugeriu que a gente desse mais umas voltas, "só pra se divertir", ela disse, dando um sorriso safado. A maioria das esposas tinha sido penetrada um pouco, como a Elena no começo. Algumas delas resistiam, mas outras deixavam os caras meterem e gozavam várias vezes.
A Elena estava deixando os caras fazerem o que quisessem com ela. Depois de duas horas de jogo, a gente decidiu parar.
Eu e a Elena aceitamos um convite pra dormir lá em cima, no andar de cima. Eu não via a hora de ficar sozinho com minha esposa no quarto.
"Te amo", falei pra ela. "Você foi magnífica essa noite."
"Você não tá bravo?", ela perguntou.
"Por que eu ia ficar bravo?", eu perguntei.
A Elena pegou minha mão e colocou na buceta molhada dela, inchada e quente.
"Acho que exagerei um pouco", a Elena confessou. "Cada homem que tava no quarto meteu o pau em mim pelo menos duas vezes, talvez mais. Acho que todo mundo me viu fazendo isso! As esposas perceberam que os maridos delas estavam massageando meus peitos e me fodendo. Você não tá bravo? Você disse que eu devia ser uma esposa complacente, e foi isso que eu senti ao deixar eles apalparem meus peitos e enfiarem os paus em mim por um tempinho. Então fiz isso por você, pra te dar um show.
Deixei meu chefe fazer o que quis comigo. E alguns dos caras até jorraram um pouco de esperma em mim!"
"O leite deles tava quente, escorrendo pelas minhas pernas enquanto eu dançava pelo quarto. Eu tava esperando que isso acontecesse pra você ver. Vi você olhando enquanto eles me penetravam com aqueles paus grandes. Deixei todos me penetrarem e enfiarem em mim. Os dedos deles no meu cu o tempo todo que quiseram. Mas fiz tudo porque te amo, todo o espetáculo era pra você.
"Não tô bravo", eu disse. "Tô empolgado."
"Então me chupa", ela quase ordenou. "Me mostra que não tá bravo chupando minha buceta quente, toda molhada e cheia de suco pra você."
Eu abaixei a cabeça na hora e comecei a lamber como nunca tinha feito antes. A ideia de lamber o clitóris rosado e dolorido da minha esposa, ainda quente depois de ter sido fodida por vários caras, me excitava como nunca. Minha esposa estava cheia dos fluidos de todos, o que aumentava ainda mais o tesão. Ela gozou duas vezes quase que na hora.
Eu queria foder ela. Tava louco de desejo. Coloquei minha esposa de papo pra cima e comecei a bombar, mas a buceta dela tava tão lubrificada e larga que não dava pra criar nenhuma fricção. Tirei meu pau pra fora e comecei a bater uma. Ao mesmo tempo, comecei a massagear os peitos dela, mas ela reclamou, dizendo que estavam muito doloridos. Não importou, os pensamentos e imagens da festa voavam na minha mente e, antes que eu percebesse, já tinha gozado na minha própria mão.
Elena se abaixou e sussurrou no meu ouvido: "Te amo, amor."
Depois de uma pausa, ela continuou: "A Susana me disse que eles tão pensando em fazer outra festa mês que vem. Parece que esse é o tempo que eles precisam pra um novo jogo chamado ENROLALÍNGUA."
"Você topa ir?", Elena perguntou.
"Eu não perderia por nada nesse mundo."
Até a próxima festa.
12 comentários - esposa muito puta