Bom, aqui está a segunda parte... Pra quem não leu a primeira parte, é "Eu, Matías... Capítulo 1" — leiam, porque senão não vão entender essa.
- Maca: E agora você vai me dizer o que pretende fazer?
- Rama: Calma aí, Maca, parece até minha mãe, dá uma segurada! Não enche tanto o saco!
- Maca: NÃO! É que eu vou viajar, e agora com o que esse cara vai fazer, não tô mais a fim de ir, sabe! Vou embora pensando nas tretas que vou ter quando voltar, não dá, então quero que vocês me entendam, mas me fala a verdade, pelo tanto que a gente se gosta, você sabe como as coisas são, por favor.
- Matías: Você quem arrumou treta sozinha, Maca. Eu gosto da Suyai... falei pra Eli e ela disse que tava tudo bem. E se eu for, ia ser só sexo, mas agora percebo que você tem razão, e não quero ficar com ela, imagina se depois estraga tudo, me diz... o que você quer que eu faça, eu faço, dessa vez você merece, você falou que tinha uma gostosa pra mim, e era verdade!
- Maca: E ainda por cima você é um filho da puta, bom, no fim das contas a gente vai os três na casa da Eliana, ela vai ficar puta, mas lá a gente inventa uma desculpa. Que vocês precisam ir embora, e você deixa ela na mão, mas sei lá, não sei mais o que a gente pode fazer!
- Rama: A gente podia fumar um baseado! Você finge que dá sono e a gente vaza! Kkk, afinal ela vai perceber que você tá doidão, e com o que você fez, é certeza que vai te dar sono, é mais crível...
- Maca: Sabia que tava com você por algum motivo!... olha que plano foda! Kkk, além disso, tava com vontade de fumar um beck... kkk, dois coelhos com uma cajadada só! TE AMO, CORAÇÃO!!
A Maca se agasalhou um pouco, e a gente foi pro quintal, fumamos um baseadão, e começamos a andar até a casa da Eliana, chegamos em 5 minutos, eu tinha mandado uma mensagem pra ela, como ela tinha pedido, e ela não respondia, chegamos na casa dela, tocamos a campainha, e ela saiu, com um shortinho curto, que deixava ver todas as pernas dela, tava com uma regata verde, tinha acabado de tomar banho e tava com um cheiro gostoso! No caminho da casa dela... No portão, a gente discutia sobre ela:
- Rama: Olha a puta que tu pode comer, mano!
- Maca: Hee… o que cê vai fazer, Mati?
- Matías: A puta mãe, é sexo seguro, mas, sei lá, essa mina tá entregue! E ainda é toda gostosa! E você tá me pedindo pra não ficar com ela! Não sei o que fazer…
- Maca: Cê tem razão, mano, beleza, a gente vai embora, também não dá pra deixar ela na vontade, ela passou a noite toda te esperando.
- Matías: Beleza, Maca, te prometo que não vai ter amigas separadas, é só uma noite, só hoje, pra ela matar a vontade que tem de mim!
- Eliana: Oi, que surpresa! Vão entrar?...
- Maca: Não, a gente vai, viemos acompanhar ele porque ele não sabia onde você morava!
- Eliana: Como assim não sabia? Se eu te falei, mano!
- Matías: Sim, mas não lembrava! Mas entra um pouco! Não sejam tão cuzões!
- Maca: Nada, eu tenho que ir, sei lá, Rama, mas eu preciso ir arrumar a mala, porque não preparei nada, e a gente vai de manhã, então é melhor assim!
- Rama: Vou acompanhar ela até em casa, imagina se no caminho estupram ela! Kkkk
- Eliana: Huu… beleza… certeza?
- Maca: Sim, gordinha, desculpa, mas tenho que ir… A gente se vê, tchau!
- Matías: Beleza, ruiva gostosa, a gente se vê quando você voltar, vai dar tudo certo, não trai o Rama!
- Maca: Kkkk… Vou tentar, não sei se vou conseguir resistir! Mas vou tentar! Se cuida e por favor, cumpre o que me prometeu!
- Matías: Sim, gordinha, claro, beleza, amigo! A gente se vê amanhã!
- Rama: Valeu, se cuida, um abraço! Tchau, Eli… se diverte!
- Eliana: A gente se vê, Rama… Maca! Se diverte! Vai dar tudo certo em Mardel!
Bom, acabaram as despedidas, e ela me fez entrar em casa, tinha música tocando, a casa era bem espaçosa, na entrada tinha a sala, com 4 sofás, a TV, o som, o computador, depois a cozinha-sala de jantar, um corredor, os quartos, e o banheiro! Tô falando pra vocês imaginarem um pouco a casa! Hehe
- Eliana: Me fez esperar bastante, hein! - Matías: É que eu me distraí pra caralho. Mas vim, e não te deixei na mão, né? O que cê tá pensando em fazer?
- Eliana: Tô com vontade de tudo, mas vamos com calma que tempo sobra! Quer alguma coisa pra beber?
- Matías: O que cê tem pra me oferecer!
- Eliana: Cerveja, New Age, Vinho, Refri que acho que cê não vai querer, suco! Quer algo?
- Matías: Fecha! Uma cerveja, tô cansado de tomar drink.
- Eliana: Tô com uma fome! Quer que a gente faça alguma coisa pra comer?
- Matías: Caralho, sim, tô morrendo de fome, mas algo simples, cê não vai cozinhar às 5:30 da manhã!
- Eliana: O que cê gostaria de comer? Vem pra cá, aqui tá sua lata de cerveja, me ajuda a escolher o que a gente pode fazer pra comer! Tenho umas salsichas, vai?
- Matías: Fechou, dá pra fazer uns cachorros-quentes, tô com fome! Comia qualquer coisa!
Ela colocou as salsichas pra fazer, e se aproximou de mim, e começou a me beijar com muita desesperação, minha mão automaticamente foi pra buceta dela, mesmo com a calça, dava pra sentir bem molhada, já tava começando a esquentar. Ela começou a pegar no meu volume, e tirou minha camiseta.
- Matías: Para, vamos comer primeiro, depois a gente faz o que cê quiser, é que tô com fome mesmo.
- Eliana: Me dá um adianto, por favor, tô morrendo de vontade de ficar com você!
Ela acabou tirando minha camiseta, e eu tirei a dela, e na mesma hora tirei o sutiã dela, ela tem peitos pequenos e brancos, os bicos eram pontudos, eram um pouco mais rosados que a pele dela.
Ela começou a desabotoar minha calça, com uma cara que mostrava a vontade de transar, mordia o lábio e me olhava. Tirei os tênis, e fiquei só de cueca.
- Eliana: Hummm… que lindo que fica essa cueca em você!
- Matías: E você, o que tem por baixo?
- Eliana: Dá uma olhada, eu não resisto.
Levantei ela e levei pro sofá, me ajoelhei no chão, e tirei o short dela, e a putinha tava com uma calcinha fio-dental rosinha que se enfiava na bunda redonda que ela tinha, era branca, redonda e muito chamativa, não era Melhor que o da Suyai… mas ainda era bem tentador. Comecei a beijar a bunda pequenininha dela com a tanga ainda no lugar, ela deitada no sofá me deixava dar prazer do jeito que eu quisesse. Quando ela virou, comecei a chupar os peitos dela, os mamilos estavam durinhos, ela segurava minha cara e bagunçava meu cabelo. As lambidas foram descendo pelo corpo dela, ela já tava começando a curtir, minha cara já tava na frente da buceta dela, que exalava aquele cheiro de mulher que me excita e me deixa louco. Puxei a tanga pra baixo, a buceta dela era gordinha, tinha poucos pelos, ela deitada no sofá se excitava apalpando os peitos. Comecei a beijar a parte interna das coxas dela, ela tava entregue na minha língua. Passei minha linguinha pelos lábios dela, e a loira começou a soltar uns gemidos muito excitantes. Comecei a chupar a buceta dela de um jeito que eu também tava excitado, gemendo, ela se contorcia de prazer, chegou a arquear as costas pra cima e não parava de gritar. Como não esperava ninguém, não tava nem aí. Ela pegou minha mão e começou a chupar meu dedo, isso me esquentou pra caralho. Desci minha mão e comecei a enfiar o dedo no cu dela enquanto beijava a buceta dela, mesmo apertado, não era tanto, não oferecia muita resistência. Me levantei e ela, ainda no sofá, ficou na posição certa pra me fazer um boquete. Não curti nada, ela não sabia fazer, os dentes raspavam no meu pau e tirava toda a excitação. Ela tocava minha bunda e tava me masturbando, quando de repente toca o telefone fixo da casa dela.
- Eliana: Ah, não! Para, idiota, para!
- Matías: Vai lá, atende.
Ela saiu correndo pelada pra cozinha, porque o telefone era lá. Falou uns 10 minutos no telefone, e era a mãe, ligando pra ver o que ela tava fazendo, pra não fazer bagunça, pra cuidar da casa, e blá blá blá. Por incrível que pareça, a mãe ligou às 6 da manhã pra ver o que ela tava fazendo! A velha também devia ser uma puta farrista!…
Eu tava na cozinha, olhando as salsichas, já tavam prontas pra comer. Ela Ela apareceu, e tava puta, porque tinham chamado ela e começou a me abraçar, tava atrás de mim, passava a mão na minha bunda e apertava, beijava minhas costas, e dava pequenas mordidas nas minhas orelhas.
-Me toca- ela dizia, -quero que você me toque- "tô com fome!" falei, mas mesmo assim não parava de me tocar, até que percebeu que, até eu comer alguma coisa, não ia dar bola pra ela.
Comemos e depois começamos a conversar, e ela perguntou o que a gente tinha feito, eu tava rindo, porque a gente tava pelado, comendo salsicha, fui no banheiro e enxaguei a boca, porque é um costume depois de comer, não gosto de ficar com comida na boca, quando voltei ela tava lavando a louça, e só de olhar pra ela meu pau já subiu.
Peguei ela por trás, e comecei a apertar os peitos dela, com as duas mãos, ela ficou surpresa, eu beijava as costas dela, entre as omoplatas, meu pau se enfiava na fenda da bunda dela, e roçava o cu dela, ela empurrava a bunda pra trás pra eu encostar mais, esticou a mão e pegou no meu pau, apontou pra buceta dela, mas eu queria dar pelo cu, fiz ela apoiar a cabeça na pia, deixando toda a bunda dela na minha cara, ela queria que eu comesse ela e era isso que ia fazer. Comecei a meter na buceta dela, e enfiei um dedo no cu dela, começando a dilatação, ela com a cabeça na pia, gemia que nem uma louca, tava gritando, que nem uma guerreira, não eram gemidinhos, eram gritos, "Mete!! Vai!! Mete tudo!!" eu continuava metendo cada vez com mais violência, a bunda dela batia na minha fazendo aquele som gostoso que se sente quando você come por trás, "vamos pro sofá! Pro sofá!" eu não queria ir pro sofá, tava metendo violentamente, do jeito que ela queria. Não cansava, tava na minha posição favorita, quando tirei, ela tava vermelha, a cabeça do meu pau tava um inferno, as veias apareciam três vezes mais do que o normal.
"Deixa eu fazer o seu cuzinho? Seria algo que eu nunca esqueceria!" falei, mas ela não deixou. respondi. Como já tinha começado a dilatar o cu dela, levei ela no colo até o sofá, ela se ajoelhou nos almofadões, olhando pra parede, e as mãos dela se seguravam no encosto. Comecei a beijar a bunda dela, a molhar um pouco, ela de costas fazia a masturbação pra mim, e se tocava sozinha, enfiei o dedo de novo, e perguntei se ela tava pronta, ela não respondeu nada, e eu considerei como um sim.
Aproximei a ponta na porta do céu, e escuto: "por favor, devagar, que quem vai sentir dor sou eu, não você" – "fica tranquila, aproveita, você vai gostar muito, e se a gente fizer direito, você vai ficar viciada e vai me pedir pra fazer todo dia" – "sim, mas na primeira vez doeu pra caralho, por isso vai devagar"
Apoiei minha cabeça no sofá e comecei a fazer outro oral nela, eu tava sentado no chão com a cabeça no sofá olhando pro teto, e essa posição foi muito parecida com a que fiz com a Suyai, porque ela apoiou os dois joelhos dos lados da minha cabeça, e foi abrindo as pernas até que a buceta dela ficasse bem na minha frente pra beijar. Ela gemia muito, gritava, não tava nem aí. "Aaaai sim, hmm... Que gostoso!! Siiiim, vai, continua!" Eu não ia parar, porque queria que ela gozasse. "Aaaai sim, continua, não para, vai, sim, hmm... Que linguinha gostosa, moreno, como você é bom, aaaai! Tô gozando, sim, não para, hmm... não para, aaaai, ai, ai... aaaai... hmm..." Ela se tocava nos peitos e bagunçava meu cabelo. "Aaaai!! Adoreiiii haaa haaa sim, assim, vai!" Quando ela gozou, soltou líquidos, foi muito estranho, eu nunca tinha estado com uma mulher que ejaculasse, não é comum isso, pouquíssimas mulheres fazem isso, o líquido dela tinha um gosto bom, era mais líquido do que viscoso, ela lavou minha cara com os sucos dela, mas não era nada desagradável. "Hmm... Meu moreno!! Que gostoso o que você fez comigo, olha, vem aqui que eu vou te limpar." Pegou a camiseta dela do chão, e começou a me limpar enquanto me beijava. Começou a tocar no meu pau, e eu fiquei duro de novo.
Voltamos pra posição. Que a gente tava, e de volta encarei a bunda dela, eu tava com as mãos na cintura dela, no começo fui devagar, ela tinha uma bunda linda, fechadinha, e apertadinha, foi difícil, mas consegui, ela não se mexia, mas percebi que tava doendo porque quando eu entrava um pouco mais, escapava um gemido de dor. Já tinha entrado tudo, ela apertava o sofá com força, comecei o vai e vem, mas foi bem difícil, porque saía, mas custava a voltar a meter, “você tem óleo ou algum lubrificante??” –“tenho sim, tira, vai, tira!!” tirei e vi o cu dela, tava vermelho, tinha dilatado bastante, ela na ponta dos pés foi pro banheiro pegar, quando voltou, me olhou e levantou as sobrancelhas, tipo dizendo: “agora sim, me arromba toda”. Trouxe óleo de bebê, esse óleo é bom, mas tem um defeito, que quando aumenta a velocidade do vai e vem, aumenta a temperatura, eu não falei, mas sabia que ela ia perceber.
Enchi a bunda dela de óleo, ela voltou pra aquela posição, mas dessa vez as mãos dela mostravam a raba, me excitou muito mais, porque agora tava com a bunda toda brilhante e lubrificada, com as duas mãos na raba esperando, pra eu poder penetrar melhor, primeiro meti um dedo, e ela de costas pra mim me agarrava o pescoço e me beijava com paixão, “Mete em mim, moreno gostoso” Peguei meu pau que tava a mil, com a cabeça vermelha, tava na entrada, fazia um pouco de pressão e tirava de novo, ela tava de olhos fechados, esperando aquele momento, em que eu pudesse penetrar, voltei a meter a pontinha e agora entrou a glande toda como se nada, fui enfiando o tronco devagar, ela começou a rebolar, tentando enfiar tudo, uma vez dentro foi muito melhor, eu tava a mil, que delícia que é sentir a raba de uma mulher, aquela pressão que você sente no pau, aquela vontade de começar a sentir prazer e poder gozar dentro. Comecei meus movimentos pélvicos, por sorte já não custava tirar e meter de novo, agarrei a cintura dela, e comecei a bombar ela bem forte, "ha ha ha ha ha!! HAA! Para, idiota, para!! Tá doendo" eu continuei metendo, tinha minhas mãos nos ombros dela, e as estocadas continuavam tão fortes quanto antes, ela estava apertando os dentes, e ficou quieta, até que eu senti ela gemer, já tava gostando, com minha mão comecei a tocar a buceta dela, e com a outra os peitos, tinha perdido a velocidade das estocadas, mas agora ela gostava mais e eu também, era algo mais suave, e começou o gemido típico, o "ai sim, vai assim que eu gosto, não para" eu continuei masturbando ela, e os mamilos dela começaram a ficar duros, o peito dela tava avermelhando, não parava de gemer, e pedia mais, meu pau tava cheio de porra, estávamos prestes a gozar os dois, continuei com a masturbação, meu pau entrava e saía da bunda dela bem devagar, ela tinha jogado a cabeça pra trás, continuava apalpando os peitos dela, meu pau tava prestes a explodir, sentia prazer máximo e constante, não conseguia parar, meu pau pedia mais e mais, o prazer era infinito, comecei a meter mais rápido e a excitação começou a fazer efeito, sentia como meu sêmen queria sair, como aquele líquido que anuncia uma gozada monumental percorria todo meu corpo, continuei metendo curto, as nádegas dela começaram a bater no meu corpo, ela não parava de gritar, "tô quase gozando" falei, "eu também, moreno, não para, continua, vai moreno lindo!", "Haaa... pelo amor de Deus!!!" tinha a gozada na cabeça e já não queria mais esperar pra sair, gozei dentro da bunda dela, não tinha parado as estocadas, ao tirar, meu pau tava brilhando e gotas de sêmen saindo do cu dela, "Nãooo para moreno, por favor, já tô quase gozando, por favor" continuei masturbando ela, até que ela gozou uns segundos depois, caímos exaustos no sofá, quando ela se levantou, a bunda branca linda dela, com o cuzinho rosado, tava vermelha e aberta, as nádegas estavam coradas, tava doendo, ela confessou, mas tinha gostado muito, me convidou pra tomar banho com ela, eu aceitei, no tempo Do banheiro, ficou bem claro que era só sexo, porque a gente mal se falava, não se tocava, só se olhava. Depois fui embora, sem enrolação, sem beijo de despedida, sem nada. Só um "Até mais". Ela me chamou pra dormir, mas eu não aceitei, porque isso ia dar problema e eu prometi não causar…
"Que lindo era vê-los caminhando,
uma alma só, dividida em dois,
a beira daquele mar os encantava,
ficava tudo quieto ao redor,
Linda foi a vida que levaram,
a sorte não quis dar um sol pra eles,
Curioso é que a risada deles iluminava
até o dia em que esse mal a levou,
Ele fica com a foto dela num canto,
e sonha em encontrá-la lá em cima,
escuta um disco velho sussurrar,
que a Clara um dia deu pra ele,
Ele segue com a vida cortada,
sem Clara foi uma vida sem cor,
a imagem dos momentos mais felizes
até hoje ainda é o motor dele"
"NTVG – Clara"
Eu sonhava com essa música, mas na verdade não era sonho, tava dormindo em casa e ouvia meu celular tocar. Como eu tenho ela como tom de mensagem, tava tocando.
Foi isso que me acordou, o celular digamos, mas já era umas 4 da tarde, era a Suyai.
Mensagem Nova
De: Nº Desconhecido
"Oi moreno, o que cê tá fazendo?... Vamo tomar um mate, quero sair pra caminhar, tô entediada pra caralho! Responde. Suyi!"
Não sei, quando li a mensagem, senti uma mistura de felicidade com surpresa, gostava dela, mas não sei o que tava rolando comigo. Mesmo assim respondi que tava de boa, que tinha acabado de acordar, pra ela vir pra minha casa e quando chegasse na porta me mandasse uma mensagem.
Acabei dormindo de novo, até ouvir o celular tocar outra vez.
1 chamada perdida
De: Suyai Gostosa
Huu, o que será que aconteceu... (Tocou de novo)
Mensagem Nova
De: Suyai Gostosa
"Atende, tô aqui fora, cê tá dormindo?"
Aquele dia era domingo, e na minha casa só moramos eu e minha irmã, porque meus pais foram trabalhar em outro lugar, mas ela não tava, não tinha deixado bilhete nem nada. Quando atendi, tava de cueca, abri a porta... Na porta, vejo a mina mais gostosa, os olhos dela brilhavam, o corpo dela exalava um cheiro delicioso, ela sorria pra mim e eu ficava louco, tava olhando pra ela, não conseguia parar de olhar. Ela tava com uma regata azul, e uma calça de tecido fino branca, que ficava meio larga nela, e havaianas, tava linda demais.
- Suyai: Posso entrar?
- Matías: he... Sim! Desculpa, viajei.
Ela me beijou na boca e me deu um abraço.
- Suyai: haha, vocês ficaram até tarde ontem?
- Matías: hmm... não, você foi embora e eu também fui...
- Suyai: nem sabe como dormi ontem, encostei a cabeça na cama e apaguei na hora! Haha
- Matías: pois é... eu também, me espera que vou tomar um banho e a gente vai!
- Suyai: beleza, sem problema...
Como eu tava de cueca quando tava indo pro banho, virei de costas. Ela assoviou aquele som que a gente faz pra mulher quando é gostosa... Eu não conseguia parar de pensar nela... E não conseguia segurar nenhum pensamento sobre ela.
Tava tomando banho e sinto abrirem a porta. Vi ela entrar, não tava pelada nem nada!
- Matías: O que cê tá fazendo aqui?...
- Suyai: nada, tava entediada, quero bater um papo com você.
- Matías: haha, que doidera, então fala comigo...
- Suyai: onde você quer ir?
- Matías: na praça você falou, pra tomar mate...
- Suyai: sim, bobinho, mas qual praça...
- Matías: A que você quiser, tanto faz.
- Suyai: qual você vai?
- Matías: sei lá, qualquer uma, vamos na que você mais gosta. Me passa a toalha...
- Suyai: Qual delas?
- Matías: Sim, sim, é pra me secar...
- Suyai: Tá, vou sair...
- Matías: Você não vai ver nada que já não tenha visto, me faz um favor? Na terceira gaveta tem minha roupa íntima, me passa uma cueca, por favor.
Ela foi pro quarto e voltou.
- Suyai: Toma essa!
- Matías: olha a que você trouxe, a mais feia... que doidera...
- Suyai: eu gostei! Parece fofa
- Matías: mas tá toda rasgada, não vê os buracos!
- Suyai: quem vai te ver lá embaixo!
- Matías: as cachorras da praça!
- Suyai: ah, que atrevido, não passa do ponto, hein... - Matías: hahaha… mentira, bom, vou vestir isso
Ela me ajudou a escolher a roupa, na verdade, eu escolhi, ela só dizia: “essa fica genial em você”. Tava usando uma bermuda verde com preto e uma camisa branca da Kevingston, com chinelos brancos. Ficamos nos beijando um tempão, enquanto a água esquentava pro mate, e depois fomos pra praça. Cada vez que ela me beijava, eu me apaixonava um pouco mais. Ela tinha os braços no meu pescoço, o queixo apoiado no meu peito e me olhava. Não sei como descrever, tava me apaixonando, era isso, não tem outra palavra. No caminho pra praça, eu tava com a bolsa do mate, e ela ia mexendo no celular, me olhava e ria…
- Matías: e aonde a gente vai?
- Suyai: pra praça do alto, lá tem uns amigos e amigas, quer ir?
- Matías: Sim, tudo bem, mas são gente boa?
- Suyai: Sim, sim, não se preocupa.
Chegamos na praça, e tinha bastante gente, eram 7, quatro minas e três caras. Todos me cumprimentaram numa boa, ela me apresentou como amigo. Tinham um violão e uma gaita, curti, foi de boa.
- Suyai: Ei Mati, tá caladão, estranho isso em você!
- Matías: Jeje
- Ayelen (amiga): Então Mati, conta algo, de onde você é?
- Matías: Conhece onde ficava o ------?
- Lorena: Sim, claro.
- Matías: Então, lá…
Ayelen era uma mina morena, cabelo preto, não era tão gostosa, mas era gente boa. Era alta, tinha uns peitos bonitos, mas não me chamava a atenção.
- Juanca: Você é o irmão da Agustina?
- Matías: Sim, o mais novo… Achei estranho ninguém ter perguntado pelos meus irmãos! Kkk
- Juanca: Sou amigo da sua irmã… faz tempo que não vejo ela, é…
- Matías: Sério? Que doideira
O cara tinha sacado que eu não gosto que falem dos meus irmãos…
- Suyai: Alguém tem um baseado?
- Grupo de amigos: Não! Nem tem, se tivesse a gente tava fumando!
- Matías: Eu tenho um pouco. Alguém tem seda?
Me passaram seda, e eu bolei um baseado, dei a honra pra Suyai, já que foi ela quem pediu, e todo mundo fumou.
Passou Tipo, umas 3 horas, e 2 baseados naquela praça, e começaram a me mandar mensagem, um mano, outros amigos, eles me mandaram umas 4, depois umas amigas, pra gente dar um rolê.
- Matías: Ei Suyai, o que cê tá fazendo? Vai ficar?
- Suyai: Por quê? O que cê tá pensando em fazer…
- Matías: Não, é que me chamaram pro rio, e eu falei que tava aqui e vão me buscar de carro, e já tão vindo… por isso tô te perguntando agora!
- Suyai: Ah… bora, eu vou, galera, vou com o Mati… a gente se vê depois!
- Ayelen: Beleza, se cuida, diverte-se!
- Braian (“amigo”): Vai na fé, tudo certo, mas não volta depois, hein! Cê nos deixa na mão, não esquece…
- Ayelen: Booooh!! Qual é, seu doente, tá com ciúme?
- Braian: Ciúme de quem? Desse daí? Hahaha nem fodendo… olha o que ele é.
- Lorena: Na real, ele é mais gostoso que você…
Eu só observava, quieto…
- Juanca: Hahaha, cê é feio, mano, assume, e ainda pobre…
- Matías: Já tão aí, vamos ou a gente se vê amanhã?
- Braian: O quê? São namorados pra se ver todo dia?
- Matías: Qual é o teu!! O que cê tem a ver com isso…
- Braian: Cê aguenta?
- Matías: Quem cê pensa que é?… Otário.
- Suyai: Chega, Mati, vamos, não vale a pena…
Já tava de saco cheio desse tal Braian, não sei o que rolou com a Suyai, mas alguma coisa eles tiveram. Mas me dava raiva ele encher o meu saco.
- Matías: Beleza, vamos, porque realmente não vale a pena. Falou, galera, foi um prazer conhecer vocês.
- Grupo (menos o tal Braian): Beleza, a gente se vê, se cuida!
- Braian: Vou te pegar sozinho um dia.
Falou baixo, mas alto o bastante pra eu ouvir. Me virei e comecei a andar na direção dele…
Bom, agora começa a melhor parte da história. Comentem aí o que acharam, valeu por ler… Matias…
- Maca: E agora você vai me dizer o que pretende fazer?
- Rama: Calma aí, Maca, parece até minha mãe, dá uma segurada! Não enche tanto o saco!
- Maca: NÃO! É que eu vou viajar, e agora com o que esse cara vai fazer, não tô mais a fim de ir, sabe! Vou embora pensando nas tretas que vou ter quando voltar, não dá, então quero que vocês me entendam, mas me fala a verdade, pelo tanto que a gente se gosta, você sabe como as coisas são, por favor.
- Matías: Você quem arrumou treta sozinha, Maca. Eu gosto da Suyai... falei pra Eli e ela disse que tava tudo bem. E se eu for, ia ser só sexo, mas agora percebo que você tem razão, e não quero ficar com ela, imagina se depois estraga tudo, me diz... o que você quer que eu faça, eu faço, dessa vez você merece, você falou que tinha uma gostosa pra mim, e era verdade!
- Maca: E ainda por cima você é um filho da puta, bom, no fim das contas a gente vai os três na casa da Eliana, ela vai ficar puta, mas lá a gente inventa uma desculpa. Que vocês precisam ir embora, e você deixa ela na mão, mas sei lá, não sei mais o que a gente pode fazer!
- Rama: A gente podia fumar um baseado! Você finge que dá sono e a gente vaza! Kkk, afinal ela vai perceber que você tá doidão, e com o que você fez, é certeza que vai te dar sono, é mais crível...
- Maca: Sabia que tava com você por algum motivo!... olha que plano foda! Kkk, além disso, tava com vontade de fumar um beck... kkk, dois coelhos com uma cajadada só! TE AMO, CORAÇÃO!!
A Maca se agasalhou um pouco, e a gente foi pro quintal, fumamos um baseadão, e começamos a andar até a casa da Eliana, chegamos em 5 minutos, eu tinha mandado uma mensagem pra ela, como ela tinha pedido, e ela não respondia, chegamos na casa dela, tocamos a campainha, e ela saiu, com um shortinho curto, que deixava ver todas as pernas dela, tava com uma regata verde, tinha acabado de tomar banho e tava com um cheiro gostoso! No caminho da casa dela... No portão, a gente discutia sobre ela:
- Rama: Olha a puta que tu pode comer, mano!
- Maca: Hee… o que cê vai fazer, Mati?
- Matías: A puta mãe, é sexo seguro, mas, sei lá, essa mina tá entregue! E ainda é toda gostosa! E você tá me pedindo pra não ficar com ela! Não sei o que fazer…
- Maca: Cê tem razão, mano, beleza, a gente vai embora, também não dá pra deixar ela na vontade, ela passou a noite toda te esperando.
- Matías: Beleza, Maca, te prometo que não vai ter amigas separadas, é só uma noite, só hoje, pra ela matar a vontade que tem de mim!
- Eliana: Oi, que surpresa! Vão entrar?...
- Maca: Não, a gente vai, viemos acompanhar ele porque ele não sabia onde você morava!
- Eliana: Como assim não sabia? Se eu te falei, mano!
- Matías: Sim, mas não lembrava! Mas entra um pouco! Não sejam tão cuzões!
- Maca: Nada, eu tenho que ir, sei lá, Rama, mas eu preciso ir arrumar a mala, porque não preparei nada, e a gente vai de manhã, então é melhor assim!
- Rama: Vou acompanhar ela até em casa, imagina se no caminho estupram ela! Kkkk
- Eliana: Huu… beleza… certeza?
- Maca: Sim, gordinha, desculpa, mas tenho que ir… A gente se vê, tchau!
- Matías: Beleza, ruiva gostosa, a gente se vê quando você voltar, vai dar tudo certo, não trai o Rama!
- Maca: Kkkk… Vou tentar, não sei se vou conseguir resistir! Mas vou tentar! Se cuida e por favor, cumpre o que me prometeu!
- Matías: Sim, gordinha, claro, beleza, amigo! A gente se vê amanhã!
- Rama: Valeu, se cuida, um abraço! Tchau, Eli… se diverte!
- Eliana: A gente se vê, Rama… Maca! Se diverte! Vai dar tudo certo em Mardel!
Bom, acabaram as despedidas, e ela me fez entrar em casa, tinha música tocando, a casa era bem espaçosa, na entrada tinha a sala, com 4 sofás, a TV, o som, o computador, depois a cozinha-sala de jantar, um corredor, os quartos, e o banheiro! Tô falando pra vocês imaginarem um pouco a casa! Hehe
- Eliana: Me fez esperar bastante, hein! - Matías: É que eu me distraí pra caralho. Mas vim, e não te deixei na mão, né? O que cê tá pensando em fazer?
- Eliana: Tô com vontade de tudo, mas vamos com calma que tempo sobra! Quer alguma coisa pra beber?
- Matías: O que cê tem pra me oferecer!
- Eliana: Cerveja, New Age, Vinho, Refri que acho que cê não vai querer, suco! Quer algo?
- Matías: Fecha! Uma cerveja, tô cansado de tomar drink.
- Eliana: Tô com uma fome! Quer que a gente faça alguma coisa pra comer?
- Matías: Caralho, sim, tô morrendo de fome, mas algo simples, cê não vai cozinhar às 5:30 da manhã!
- Eliana: O que cê gostaria de comer? Vem pra cá, aqui tá sua lata de cerveja, me ajuda a escolher o que a gente pode fazer pra comer! Tenho umas salsichas, vai?
- Matías: Fechou, dá pra fazer uns cachorros-quentes, tô com fome! Comia qualquer coisa!
Ela colocou as salsichas pra fazer, e se aproximou de mim, e começou a me beijar com muita desesperação, minha mão automaticamente foi pra buceta dela, mesmo com a calça, dava pra sentir bem molhada, já tava começando a esquentar. Ela começou a pegar no meu volume, e tirou minha camiseta.
- Matías: Para, vamos comer primeiro, depois a gente faz o que cê quiser, é que tô com fome mesmo.
- Eliana: Me dá um adianto, por favor, tô morrendo de vontade de ficar com você!
Ela acabou tirando minha camiseta, e eu tirei a dela, e na mesma hora tirei o sutiã dela, ela tem peitos pequenos e brancos, os bicos eram pontudos, eram um pouco mais rosados que a pele dela.
Ela começou a desabotoar minha calça, com uma cara que mostrava a vontade de transar, mordia o lábio e me olhava. Tirei os tênis, e fiquei só de cueca.
- Eliana: Hummm… que lindo que fica essa cueca em você!
- Matías: E você, o que tem por baixo?
- Eliana: Dá uma olhada, eu não resisto.
Levantei ela e levei pro sofá, me ajoelhei no chão, e tirei o short dela, e a putinha tava com uma calcinha fio-dental rosinha que se enfiava na bunda redonda que ela tinha, era branca, redonda e muito chamativa, não era Melhor que o da Suyai… mas ainda era bem tentador. Comecei a beijar a bunda pequenininha dela com a tanga ainda no lugar, ela deitada no sofá me deixava dar prazer do jeito que eu quisesse. Quando ela virou, comecei a chupar os peitos dela, os mamilos estavam durinhos, ela segurava minha cara e bagunçava meu cabelo. As lambidas foram descendo pelo corpo dela, ela já tava começando a curtir, minha cara já tava na frente da buceta dela, que exalava aquele cheiro de mulher que me excita e me deixa louco. Puxei a tanga pra baixo, a buceta dela era gordinha, tinha poucos pelos, ela deitada no sofá se excitava apalpando os peitos. Comecei a beijar a parte interna das coxas dela, ela tava entregue na minha língua. Passei minha linguinha pelos lábios dela, e a loira começou a soltar uns gemidos muito excitantes. Comecei a chupar a buceta dela de um jeito que eu também tava excitado, gemendo, ela se contorcia de prazer, chegou a arquear as costas pra cima e não parava de gritar. Como não esperava ninguém, não tava nem aí. Ela pegou minha mão e começou a chupar meu dedo, isso me esquentou pra caralho. Desci minha mão e comecei a enfiar o dedo no cu dela enquanto beijava a buceta dela, mesmo apertado, não era tanto, não oferecia muita resistência. Me levantei e ela, ainda no sofá, ficou na posição certa pra me fazer um boquete. Não curti nada, ela não sabia fazer, os dentes raspavam no meu pau e tirava toda a excitação. Ela tocava minha bunda e tava me masturbando, quando de repente toca o telefone fixo da casa dela.
- Eliana: Ah, não! Para, idiota, para!
- Matías: Vai lá, atende.
Ela saiu correndo pelada pra cozinha, porque o telefone era lá. Falou uns 10 minutos no telefone, e era a mãe, ligando pra ver o que ela tava fazendo, pra não fazer bagunça, pra cuidar da casa, e blá blá blá. Por incrível que pareça, a mãe ligou às 6 da manhã pra ver o que ela tava fazendo! A velha também devia ser uma puta farrista!…
Eu tava na cozinha, olhando as salsichas, já tavam prontas pra comer. Ela Ela apareceu, e tava puta, porque tinham chamado ela e começou a me abraçar, tava atrás de mim, passava a mão na minha bunda e apertava, beijava minhas costas, e dava pequenas mordidas nas minhas orelhas.
-Me toca- ela dizia, -quero que você me toque- "tô com fome!" falei, mas mesmo assim não parava de me tocar, até que percebeu que, até eu comer alguma coisa, não ia dar bola pra ela.
Comemos e depois começamos a conversar, e ela perguntou o que a gente tinha feito, eu tava rindo, porque a gente tava pelado, comendo salsicha, fui no banheiro e enxaguei a boca, porque é um costume depois de comer, não gosto de ficar com comida na boca, quando voltei ela tava lavando a louça, e só de olhar pra ela meu pau já subiu.
Peguei ela por trás, e comecei a apertar os peitos dela, com as duas mãos, ela ficou surpresa, eu beijava as costas dela, entre as omoplatas, meu pau se enfiava na fenda da bunda dela, e roçava o cu dela, ela empurrava a bunda pra trás pra eu encostar mais, esticou a mão e pegou no meu pau, apontou pra buceta dela, mas eu queria dar pelo cu, fiz ela apoiar a cabeça na pia, deixando toda a bunda dela na minha cara, ela queria que eu comesse ela e era isso que ia fazer. Comecei a meter na buceta dela, e enfiei um dedo no cu dela, começando a dilatação, ela com a cabeça na pia, gemia que nem uma louca, tava gritando, que nem uma guerreira, não eram gemidinhos, eram gritos, "Mete!! Vai!! Mete tudo!!" eu continuava metendo cada vez com mais violência, a bunda dela batia na minha fazendo aquele som gostoso que se sente quando você come por trás, "vamos pro sofá! Pro sofá!" eu não queria ir pro sofá, tava metendo violentamente, do jeito que ela queria. Não cansava, tava na minha posição favorita, quando tirei, ela tava vermelha, a cabeça do meu pau tava um inferno, as veias apareciam três vezes mais do que o normal.
"Deixa eu fazer o seu cuzinho? Seria algo que eu nunca esqueceria!" falei, mas ela não deixou. respondi. Como já tinha começado a dilatar o cu dela, levei ela no colo até o sofá, ela se ajoelhou nos almofadões, olhando pra parede, e as mãos dela se seguravam no encosto. Comecei a beijar a bunda dela, a molhar um pouco, ela de costas fazia a masturbação pra mim, e se tocava sozinha, enfiei o dedo de novo, e perguntei se ela tava pronta, ela não respondeu nada, e eu considerei como um sim.
Aproximei a ponta na porta do céu, e escuto: "por favor, devagar, que quem vai sentir dor sou eu, não você" – "fica tranquila, aproveita, você vai gostar muito, e se a gente fizer direito, você vai ficar viciada e vai me pedir pra fazer todo dia" – "sim, mas na primeira vez doeu pra caralho, por isso vai devagar"
Apoiei minha cabeça no sofá e comecei a fazer outro oral nela, eu tava sentado no chão com a cabeça no sofá olhando pro teto, e essa posição foi muito parecida com a que fiz com a Suyai, porque ela apoiou os dois joelhos dos lados da minha cabeça, e foi abrindo as pernas até que a buceta dela ficasse bem na minha frente pra beijar. Ela gemia muito, gritava, não tava nem aí. "Aaaai sim, hmm... Que gostoso!! Siiiim, vai, continua!" Eu não ia parar, porque queria que ela gozasse. "Aaaai sim, continua, não para, vai, sim, hmm... Que linguinha gostosa, moreno, como você é bom, aaaai! Tô gozando, sim, não para, hmm... não para, aaaai, ai, ai... aaaai... hmm..." Ela se tocava nos peitos e bagunçava meu cabelo. "Aaaai!! Adoreiiii haaa haaa sim, assim, vai!" Quando ela gozou, soltou líquidos, foi muito estranho, eu nunca tinha estado com uma mulher que ejaculasse, não é comum isso, pouquíssimas mulheres fazem isso, o líquido dela tinha um gosto bom, era mais líquido do que viscoso, ela lavou minha cara com os sucos dela, mas não era nada desagradável. "Hmm... Meu moreno!! Que gostoso o que você fez comigo, olha, vem aqui que eu vou te limpar." Pegou a camiseta dela do chão, e começou a me limpar enquanto me beijava. Começou a tocar no meu pau, e eu fiquei duro de novo.
Voltamos pra posição. Que a gente tava, e de volta encarei a bunda dela, eu tava com as mãos na cintura dela, no começo fui devagar, ela tinha uma bunda linda, fechadinha, e apertadinha, foi difícil, mas consegui, ela não se mexia, mas percebi que tava doendo porque quando eu entrava um pouco mais, escapava um gemido de dor. Já tinha entrado tudo, ela apertava o sofá com força, comecei o vai e vem, mas foi bem difícil, porque saía, mas custava a voltar a meter, “você tem óleo ou algum lubrificante??” –“tenho sim, tira, vai, tira!!” tirei e vi o cu dela, tava vermelho, tinha dilatado bastante, ela na ponta dos pés foi pro banheiro pegar, quando voltou, me olhou e levantou as sobrancelhas, tipo dizendo: “agora sim, me arromba toda”. Trouxe óleo de bebê, esse óleo é bom, mas tem um defeito, que quando aumenta a velocidade do vai e vem, aumenta a temperatura, eu não falei, mas sabia que ela ia perceber.
Enchi a bunda dela de óleo, ela voltou pra aquela posição, mas dessa vez as mãos dela mostravam a raba, me excitou muito mais, porque agora tava com a bunda toda brilhante e lubrificada, com as duas mãos na raba esperando, pra eu poder penetrar melhor, primeiro meti um dedo, e ela de costas pra mim me agarrava o pescoço e me beijava com paixão, “Mete em mim, moreno gostoso” Peguei meu pau que tava a mil, com a cabeça vermelha, tava na entrada, fazia um pouco de pressão e tirava de novo, ela tava de olhos fechados, esperando aquele momento, em que eu pudesse penetrar, voltei a meter a pontinha e agora entrou a glande toda como se nada, fui enfiando o tronco devagar, ela começou a rebolar, tentando enfiar tudo, uma vez dentro foi muito melhor, eu tava a mil, que delícia que é sentir a raba de uma mulher, aquela pressão que você sente no pau, aquela vontade de começar a sentir prazer e poder gozar dentro. Comecei meus movimentos pélvicos, por sorte já não custava tirar e meter de novo, agarrei a cintura dela, e comecei a bombar ela bem forte, "ha ha ha ha ha!! HAA! Para, idiota, para!! Tá doendo" eu continuei metendo, tinha minhas mãos nos ombros dela, e as estocadas continuavam tão fortes quanto antes, ela estava apertando os dentes, e ficou quieta, até que eu senti ela gemer, já tava gostando, com minha mão comecei a tocar a buceta dela, e com a outra os peitos, tinha perdido a velocidade das estocadas, mas agora ela gostava mais e eu também, era algo mais suave, e começou o gemido típico, o "ai sim, vai assim que eu gosto, não para" eu continuei masturbando ela, e os mamilos dela começaram a ficar duros, o peito dela tava avermelhando, não parava de gemer, e pedia mais, meu pau tava cheio de porra, estávamos prestes a gozar os dois, continuei com a masturbação, meu pau entrava e saía da bunda dela bem devagar, ela tinha jogado a cabeça pra trás, continuava apalpando os peitos dela, meu pau tava prestes a explodir, sentia prazer máximo e constante, não conseguia parar, meu pau pedia mais e mais, o prazer era infinito, comecei a meter mais rápido e a excitação começou a fazer efeito, sentia como meu sêmen queria sair, como aquele líquido que anuncia uma gozada monumental percorria todo meu corpo, continuei metendo curto, as nádegas dela começaram a bater no meu corpo, ela não parava de gritar, "tô quase gozando" falei, "eu também, moreno, não para, continua, vai moreno lindo!", "Haaa... pelo amor de Deus!!!" tinha a gozada na cabeça e já não queria mais esperar pra sair, gozei dentro da bunda dela, não tinha parado as estocadas, ao tirar, meu pau tava brilhando e gotas de sêmen saindo do cu dela, "Nãooo para moreno, por favor, já tô quase gozando, por favor" continuei masturbando ela, até que ela gozou uns segundos depois, caímos exaustos no sofá, quando ela se levantou, a bunda branca linda dela, com o cuzinho rosado, tava vermelha e aberta, as nádegas estavam coradas, tava doendo, ela confessou, mas tinha gostado muito, me convidou pra tomar banho com ela, eu aceitei, no tempo Do banheiro, ficou bem claro que era só sexo, porque a gente mal se falava, não se tocava, só se olhava. Depois fui embora, sem enrolação, sem beijo de despedida, sem nada. Só um "Até mais". Ela me chamou pra dormir, mas eu não aceitei, porque isso ia dar problema e eu prometi não causar…
"Que lindo era vê-los caminhando,
uma alma só, dividida em dois,
a beira daquele mar os encantava,
ficava tudo quieto ao redor,
Linda foi a vida que levaram,
a sorte não quis dar um sol pra eles,
Curioso é que a risada deles iluminava
até o dia em que esse mal a levou,
Ele fica com a foto dela num canto,
e sonha em encontrá-la lá em cima,
escuta um disco velho sussurrar,
que a Clara um dia deu pra ele,
Ele segue com a vida cortada,
sem Clara foi uma vida sem cor,
a imagem dos momentos mais felizes
até hoje ainda é o motor dele"
"NTVG – Clara"
Eu sonhava com essa música, mas na verdade não era sonho, tava dormindo em casa e ouvia meu celular tocar. Como eu tenho ela como tom de mensagem, tava tocando.
Foi isso que me acordou, o celular digamos, mas já era umas 4 da tarde, era a Suyai.
Mensagem Nova
De: Nº Desconhecido
"Oi moreno, o que cê tá fazendo?... Vamo tomar um mate, quero sair pra caminhar, tô entediada pra caralho! Responde. Suyi!"
Não sei, quando li a mensagem, senti uma mistura de felicidade com surpresa, gostava dela, mas não sei o que tava rolando comigo. Mesmo assim respondi que tava de boa, que tinha acabado de acordar, pra ela vir pra minha casa e quando chegasse na porta me mandasse uma mensagem.
Acabei dormindo de novo, até ouvir o celular tocar outra vez.
1 chamada perdida
De: Suyai Gostosa
Huu, o que será que aconteceu... (Tocou de novo)
Mensagem Nova
De: Suyai Gostosa
"Atende, tô aqui fora, cê tá dormindo?"
Aquele dia era domingo, e na minha casa só moramos eu e minha irmã, porque meus pais foram trabalhar em outro lugar, mas ela não tava, não tinha deixado bilhete nem nada. Quando atendi, tava de cueca, abri a porta... Na porta, vejo a mina mais gostosa, os olhos dela brilhavam, o corpo dela exalava um cheiro delicioso, ela sorria pra mim e eu ficava louco, tava olhando pra ela, não conseguia parar de olhar. Ela tava com uma regata azul, e uma calça de tecido fino branca, que ficava meio larga nela, e havaianas, tava linda demais.
- Suyai: Posso entrar?
- Matías: he... Sim! Desculpa, viajei.
Ela me beijou na boca e me deu um abraço.
- Suyai: haha, vocês ficaram até tarde ontem?
- Matías: hmm... não, você foi embora e eu também fui...
- Suyai: nem sabe como dormi ontem, encostei a cabeça na cama e apaguei na hora! Haha
- Matías: pois é... eu também, me espera que vou tomar um banho e a gente vai!
- Suyai: beleza, sem problema...
Como eu tava de cueca quando tava indo pro banho, virei de costas. Ela assoviou aquele som que a gente faz pra mulher quando é gostosa... Eu não conseguia parar de pensar nela... E não conseguia segurar nenhum pensamento sobre ela.
Tava tomando banho e sinto abrirem a porta. Vi ela entrar, não tava pelada nem nada!
- Matías: O que cê tá fazendo aqui?...
- Suyai: nada, tava entediada, quero bater um papo com você.
- Matías: haha, que doidera, então fala comigo...
- Suyai: onde você quer ir?
- Matías: na praça você falou, pra tomar mate...
- Suyai: sim, bobinho, mas qual praça...
- Matías: A que você quiser, tanto faz.
- Suyai: qual você vai?
- Matías: sei lá, qualquer uma, vamos na que você mais gosta. Me passa a toalha...
- Suyai: Qual delas?
- Matías: Sim, sim, é pra me secar...
- Suyai: Tá, vou sair...
- Matías: Você não vai ver nada que já não tenha visto, me faz um favor? Na terceira gaveta tem minha roupa íntima, me passa uma cueca, por favor.
Ela foi pro quarto e voltou.
- Suyai: Toma essa!
- Matías: olha a que você trouxe, a mais feia... que doidera...
- Suyai: eu gostei! Parece fofa
- Matías: mas tá toda rasgada, não vê os buracos!
- Suyai: quem vai te ver lá embaixo!
- Matías: as cachorras da praça!
- Suyai: ah, que atrevido, não passa do ponto, hein... - Matías: hahaha… mentira, bom, vou vestir isso
Ela me ajudou a escolher a roupa, na verdade, eu escolhi, ela só dizia: “essa fica genial em você”. Tava usando uma bermuda verde com preto e uma camisa branca da Kevingston, com chinelos brancos. Ficamos nos beijando um tempão, enquanto a água esquentava pro mate, e depois fomos pra praça. Cada vez que ela me beijava, eu me apaixonava um pouco mais. Ela tinha os braços no meu pescoço, o queixo apoiado no meu peito e me olhava. Não sei como descrever, tava me apaixonando, era isso, não tem outra palavra. No caminho pra praça, eu tava com a bolsa do mate, e ela ia mexendo no celular, me olhava e ria…
- Matías: e aonde a gente vai?
- Suyai: pra praça do alto, lá tem uns amigos e amigas, quer ir?
- Matías: Sim, tudo bem, mas são gente boa?
- Suyai: Sim, sim, não se preocupa.
Chegamos na praça, e tinha bastante gente, eram 7, quatro minas e três caras. Todos me cumprimentaram numa boa, ela me apresentou como amigo. Tinham um violão e uma gaita, curti, foi de boa.
- Suyai: Ei Mati, tá caladão, estranho isso em você!
- Matías: Jeje
- Ayelen (amiga): Então Mati, conta algo, de onde você é?
- Matías: Conhece onde ficava o ------?
- Lorena: Sim, claro.
- Matías: Então, lá…
Ayelen era uma mina morena, cabelo preto, não era tão gostosa, mas era gente boa. Era alta, tinha uns peitos bonitos, mas não me chamava a atenção.
- Juanca: Você é o irmão da Agustina?
- Matías: Sim, o mais novo… Achei estranho ninguém ter perguntado pelos meus irmãos! Kkk
- Juanca: Sou amigo da sua irmã… faz tempo que não vejo ela, é…
- Matías: Sério? Que doideira
O cara tinha sacado que eu não gosto que falem dos meus irmãos…
- Suyai: Alguém tem um baseado?
- Grupo de amigos: Não! Nem tem, se tivesse a gente tava fumando!
- Matías: Eu tenho um pouco. Alguém tem seda?
Me passaram seda, e eu bolei um baseado, dei a honra pra Suyai, já que foi ela quem pediu, e todo mundo fumou.
Passou Tipo, umas 3 horas, e 2 baseados naquela praça, e começaram a me mandar mensagem, um mano, outros amigos, eles me mandaram umas 4, depois umas amigas, pra gente dar um rolê.
- Matías: Ei Suyai, o que cê tá fazendo? Vai ficar?
- Suyai: Por quê? O que cê tá pensando em fazer…
- Matías: Não, é que me chamaram pro rio, e eu falei que tava aqui e vão me buscar de carro, e já tão vindo… por isso tô te perguntando agora!
- Suyai: Ah… bora, eu vou, galera, vou com o Mati… a gente se vê depois!
- Ayelen: Beleza, se cuida, diverte-se!
- Braian (“amigo”): Vai na fé, tudo certo, mas não volta depois, hein! Cê nos deixa na mão, não esquece…
- Ayelen: Booooh!! Qual é, seu doente, tá com ciúme?
- Braian: Ciúme de quem? Desse daí? Hahaha nem fodendo… olha o que ele é.
- Lorena: Na real, ele é mais gostoso que você…
Eu só observava, quieto…
- Juanca: Hahaha, cê é feio, mano, assume, e ainda pobre…
- Matías: Já tão aí, vamos ou a gente se vê amanhã?
- Braian: O quê? São namorados pra se ver todo dia?
- Matías: Qual é o teu!! O que cê tem a ver com isso…
- Braian: Cê aguenta?
- Matías: Quem cê pensa que é?… Otário.
- Suyai: Chega, Mati, vamos, não vale a pena…
Já tava de saco cheio desse tal Braian, não sei o que rolou com a Suyai, mas alguma coisa eles tiveram. Mas me dava raiva ele encher o meu saco.
- Matías: Beleza, vamos, porque realmente não vale a pena. Falou, galera, foi um prazer conhecer vocês.
- Grupo (menos o tal Braian): Beleza, a gente se vê, se cuida!
- Braian: Vou te pegar sozinho um dia.
Falou baixo, mas alto o bastante pra eu ouvir. Me virei e comecei a andar na direção dele…
Bom, agora começa a melhor parte da história. Comentem aí o que acharam, valeu por ler… Matias…
12 comentários - Ei, Matias... Capítulo 2
Matias...
bastante bien!!!! es como una novela y me encanta la onda 😉
un beso
un saludo