Comi o cu da minha prima

A história que vou contar é absolutamente verdadeira, com lugares e datas exatamente como aconteceram. Por isso, vou mudar o nome da minha prima, a quem chamarei de Liz, por uma questão de prudência.

Isso remonta a quase trinta anos atrás, quando eu era um jovenzinho de 21 anos e Liz tinha 22.

Liz é filha de um irmão do meu pai, sempre morou em Buenos Aires, e eu morava naquela época em Córdoba.

Todo verão, a família dela vinha para Córdoba passar as férias, onde a gente se juntava com toda a família na casa dos meus avós, uma casa velha, mas confortável e espaçosa, na serra. Ao longo de muitos verões, Liz e eu fomos nos tornando íntimos, primeiro nas brincadeiras de criança e depois na adolescência.

A atração mútua que sentíamos era inegável, embora naquela época não passasse pela nossa cabeça ir além de uma paquera inocente e até uns beijinhos, bem escondidos. Éramos primos-irmãos e não tínhamos coragem de tentar outra coisa além de sair juntos para tomar um refrigerante ou ir ao rio e aproveitar para roçar nossos corpos na água.

Quando Liz tinha lá pelos 19 anos, já fazia um bom tempo que ela frequentava um conservatório, onde aprendia dança clássica. A dança tinha moldado o corpo dela, magro e miúdo, mas esbelto, de uma maneira incrível. O rosto já tinha as feições felinas que iriam marcá-la dali em diante. O cabelo bem curtinho, quase como um menino, pretinho no rosto branquíssimo, o nariz pequeno e empinado, os olhos amendoados e quase puxados, davam a ela um ar exótico; e a boca larga, com lábios levemente carnudos, concediam a Liz um aspecto sensual, enigmático, quase de menina má.

Apesar de ser magra, tinha uns peitos lindos, duros, empinados, que se destacavam na figura miúda. A cintura não podia ser mais fina e as pernas eram duas peças perfeitas de ginástica, torneadas e esbeltas. Mas o melhor de Liz, de longe... era a bunda dela. Uma bunda redonda, não muito Largo, empinado, duro, atlético, aquele que se destacava pelo jeito peculiar que minha prima tinha de se parar, sempre muito ereta e quase arqueando a cintura.

Todos os meus amigos eram loucos pela Liz e eu, de um jeito muito particular. Realmente a Liz me enlouquecia e ela sabia muito bem disso, brincava comigo, me provocando e depois me segurando.

Passávamos verões inteiros nesse jogo perverso de flertar e depois colocar limites... claro, os limites quem colocava era ela pra mim... se dependesse de mim, a história teria sido bem diferente.

Nunca consegui passar de dar um beijinho, tipo "selinho", quase como roubado, escondido, e depois ela se afastava, corada... pra depois voltar com mais flertes que me incendiavam... mas tudo ficava por isso mesmo.

Quando fiz 20 anos, por causa dos estudos, tive que me mudar pra Buenos Aires, morando na casa dos meus tios (os pais da Liz) por mais de três anos.

Nessa época, eu namorava em Córdoba e a Liz em Buenos Aires. O namorado da Liz eu odiei desde o primeiro instante, em grande parte por ciúmes, mas também por saber que ele maltratava bastante minha prima, já que as brigas deles eram constantes. Depois fiquei sabendo que as brigas entre os dois eram por dois motivos: um, porque o namorado da Liz queria transar com ela, e minha prima não deixava; e o outro... por ciúmes de mim, já que o namorado dela desconfiava que entre nós dois (Liz e eu) existia muito mais que o simples carinho de primos-irmãos.

Eu ocupava o quarto do meu primo, que na época estava servindo o exército, então quase sempre dormia sozinho. A Liz dormia no quarto ao lado e, mais adiante no corredor, ficavam o banheiro e o quarto dos meus tios.

A convivência tinha reavivado o fogo da adolescência entre minha prima e eu, então não parávamos de nos seduzir mutuamente... mas sempre terminava tudo naquilo... flerte.

Uma noite, minha prima estava se despedindo do namorado na rua e eu já tinha ido metido na cama. Ouvi quando a Liz entrou em casa, foi pro banheiro e depois apareceu no meu quarto. Ela tava usando um baby doll curtíssimo, abriu devagar a porta do meu quarto e, sem acender a luz, perguntou se eu tava dormindo. Respondi que tava acordado, enquanto me sentava um pouco na cama, apoiando o travesseiro na cabeceira. Tava me preparando pra mais uma longa conversa com minha prima, daquelas que rolavam toda vez que ela brigava com o namorado e vinha buscar meu ombro pra chorar.

No escuro, a Liz se aproximou da minha cama, sentou na minha frente, na beirada, e sem mais nem menos me perguntou na lata: "Se a gente não fosse primo, você teria se apaixonado por mim?" Com toda sinceridade, respondi na hora que eu tava perdidamente apaixonado por ela desde a adolescência e que ser primos-irmãos me importava uma merda.

Nem terminei de falar, quando a Liz segurou meu rosto e me deu o beijo mais quente, doce e molhado que já ganhei na vida. A gente se beijou muito, várias vezes, minhas mãos procuravam o corpo dela, mas ela me segurava... naquela noite, foi só beijos longos e apaixonados, mas ela não deixou ir além.

Depois disso, toda noite que eu tava sozinho no quarto (na maioria das vezes), a cerimônia se repetia: ver a Liz aparecer no escuro, naquele baby doll minúsculo (enquanto meus tios dormiam pesado no quarto deles). Os beijos ficavam cada vez mais apaixonados, minhas carícias mais ousadas, eu já tinha chegado a chupar aqueles peitos lindos que, no escuro, pareciam ainda mais brancos, e várias vezes tentei meter a mão por baixo da calcinha fio dental dela, mas ela tirava minha mão na hora. A gente tava doido de tesão, mas eu não conseguia passar de longas sessões de amasso e um calor do caralho.

Acontece que a Liz foi criada com códigos morais extremamente severos, absurdamente rígidos e até fora de época. A mãe dela tinha incutido que devia chegar virgem ao casamento e Liz tinha decidido que assim seria. De jeito nenhum ela me permitiria acariciá-la além do que ela conseguia se excitar, mostrando um autocontrole enorme. Milhares de vezes pedi, insinuei, implorei pra gente transar, mas sempre recebia a mesma negativa... ela queria chegar com a buceta intacta ao casamento e, embora pra mim fosse uma idiotice, pra Liz era muito importante... coisas da maldita moral.

Vivia num tesão permanente, desejando ela de mil formas e ela, percebendo minha lascívia, seguia aquele jogo perverso pra me provocar e me deixar com fogo, andando literalmente pelas paredes.

Até quando Liz tomava banho, eu costumava espiar ela pelo buraco da fechadura. Acho que ela sabia muito bem que eu a espiava, porque fazia toda uma cerimônia parecida com uma dança erótica. Quando estava debaixo da água do chuveiro, passava a mão ensaboada na buceta, sempre bem depilada, e brincava um tempão com o dedo do meio entre os lábios vaginais. Depois ensaboava a mão de novo e, virando levemente o corpo pra ficar quase de costas pra porta do banheiro, passava a mão entre as nádegas, naquele rabo que me enlouquecia de tesão. Dava até pra ver perfeitamente como ela enfiava o dedo do meio, todo ensaboado, dentro daquele cuzinho gostoso, girando e mexendo devagar, pra fora e pra dentro.

Eu tava enlouquecendo de tesão, não lembro de ter batido tanta punheta na minha vida por uma mulher quanto bati naquela época por Liz... mas continuávamos sem transar... só amasso.

Numa dessas tantas noites de beijos apaixonados no meu quarto, no escuro, em vez de tentar em vão chegar na buceta dela, resolvi me dedicar àquele rabo que me deixava louco. Quando queria acariciar a buceta dela, em vezes anteriores, tinha chegado só a tocar nos pouquíssimos pelinhos sem depilar, mas quando tentava tocar o clitóris de meter entre os lábios da buceta dela, eu tirava a mão e o jogo acabava.

A Liz estava com o baby doll de sempre, então dessa vez resolvi me dedicar àquela raba que me fascinava. Naquela noite, pude apalpar a bunda dura, lisinha, a pele macia, passava o dedo por toda a beirada da calcinha fio dental, que se enfiava entre as nádegas, e cada vez mais eu me aproximava do cu dela, roçando o dedo bem perto e sentindo na pele o calor que saía daquele buraquinho.

Eu estava deitado na cama, de barriga pra cima, e a Liz por cima de mim, esfregando o corpo quase todo, me esquentando, me enlouquecendo. Num certo momento, criei coragem e puxei a calcinha dela pra baixo, só a parte de trás, pra deixar a bunda dela completamente pelada. Ela não falou nada, deixou eu fazer e continuou me beijando no pescoço e nas orelhas, enquanto gemia igual uma cadela no cio.

Devagar, desci a mão pela racha dela até chegar no cu. A Liz, no começo, fechou as pernas e apertou as nádegas, prendendo meu dedo do meio. Pedi pra ela relaxar e me deixar fazer, e, como num passe de mágica, ela abriu um pouco as pernas e soltou a pressão da bunda.

Pousei o dedo no cuzinho apertado dela, sentindo a lisura, a forma de funil perfeito e o calor. Nessa altura, já tendo tido várias namoradas com quem pratiquei sexo anal, embora ainda não me considerasse um expert, eu sabia como excitar uma mulher analmente.

Comecei a massagear o esfíncter por fora, fazendo círculos com o dedo enquanto sentia a Liz começar a ficar excitada de um jeito que eu nunca tinha visto antes. Ela gemia, soltava uns gemidos, mordia minha orelha e começou a se mexer ritmadamente, empurrando a bunda pra cima. Quando já tinha acariciado o suficiente aquele anel tão desejado, enfiei um pouco a ponta do dedo, que obviamente estava seco naquele momento.

A Liz literalmente pirou e empurrou a bunda pra cima pra fazer minha penetração mais funda, enquanto já começava a gemer de modo que pudesse ser ouvida pelos meus tios, que dormiam no quarto deles. Tudo parecia que ia acabar numa grande foda... mas não. Liz recuperou a compostura de repente, levantou, ajeitou a tanga, baixou o baby doll e, sem dizer uma palavra, foi pro quarto dela.

Eu fiquei mais doido do que nunca, sem acreditar no que tava rolando comigo; aquilo não podia continuar assim... mas uma ideia brilhante tava na minha cabeça. Eu tinha descoberto que minha prima tinha uma sensibilidade anal enorme e pensei em explorar essa característica.

Na manhã seguinte, procurei a Liz pra ter uma conversa a sós sobre o que tinha rolado na noite anterior e soltei a proposta de praxe, já sabendo de antemão a resposta que ia receber. Assim que sugeri sairmos naquela noite e ir pra um motel, ela respondeu meio irritada que, por mais que eu gostasse dela e ela tivesse tesão em mim, queria chegar virgem ao casamento. Então parti pro meu plano. Perguntei se, quando ela falava em chegar virgem, era por nunca ter tido nenhum encontro sexual de qualquer tipo ou por manter o hímen intacto.

Ela respondeu que queria manter a virgindade pra oferecer a quem casasse com ela, na noite de núpcias. Apesar da idiotice do argumento dela, fui na onda e falei textualmente: "Bom, você pode manter seu hímen intacto e ao mesmo tempo curtir o sexo". A pergunta óbvia não demorou... "De que jeito?", ela disse, e eu respondi... com sexo anal... no começo ela ficou vermelha e pensei comigo... fodeu, vai vir um tapa... mas, em vez disso, ela se mostrou super interessada em coisas óbvias, tipo se doía, se não tinha risco de engravidar por causa da proximidade com a buceta, questões de higiene, etc.

Eu me desdobrei em explicações sérias e aparentemente experientes, e quando repeti que tentássemos ter sexo anal, pra saciar nossa paixão mas ao mesmo tempo respeitar a decisão dela pra manter o himen dela saudável... ela me disse............"vou pensar e te respondo à tarde"

As horas que se passaram até que finalmente consegui o sim, à tarde, foram eternas. Sugeri que ela fizesse um pequeno enema, pra ficar mais limpa e também relaxada. Adoraria ter feito eu mesmo, mas só de pensar que ao sugerir podia ser rejeitado e estragar tudo o que viria, me segurei.

Saí correndo pra uma farmácia e comprei um pote bem grande de vaselina. Não existiam na época esses géis que têm hoje, e o único lubrificante era vaselina ou creme. Optei pela vaselina porque sabia que, por não ter perfume como os cremes, era mais segura.

Já tinha praticado bastante sexo anal com algumas namoradas que tive antes e me tornei um verdadeiro viciado em booties femininos. A questão da lubrificação tinha uma importância dupla naquela noite; por ser a primeira vez que Liz teria essa experiência, então não podia machucar ela, senão ela nunca mais ia querer tentar de novo, e por uma característica da minha anatomia.............tenho uma cock enorme. Não quero me gabar nem me achar o super macho, mas tenho. Uma das namoradas que tive antes, que tinha uma vasta experiência sexual (foi ela quem me ensinou a arte do sexo anal), mediu com uma fita métrica, daquelas de costureira. 22 cm de comprimento por 6,5 de largura....uma cock que, se não for bem usada, ao invés de prazer, só causa dano. Eu tinha que ser especialmente cuidadoso e aprendi, na marra, a ser.

Naquela noite com Liz, nem jantamos e fomos direto pra um hotel que ficava a uns dez minutos da casa dos meus tios. Não teve bebida nem café nem nada; direto pro hotel, a putaria tava urgente.

Nem lembro o que minha prima tava vestindo naquela noite. Assim que entramos no quarto do hotel, fomos tirando a roupa um do outro, apressados, até ficarmos ambos só de roupa Dentro, deitados na cama.

Dos beijos e carícias, passamos, de forma talvez um pouco apressada, a tirar o que ainda tínhamos vestido. Éramos muito jovens, pouca experiência e muito desejo reprimido.

Como não tinha muita fé em conseguir penetrá-la analmente, tinha comprado uma caixa de camisinhas e, logo, muito impaciente, quis colocar uma. Liz me olhou estranhada e perguntou pra que eu tava colocando aquilo... e eu respondi que era pra não engravidar ela. Sem dizer nada a princípio, ela se virou na cama, ficando de bruços e respondeu.... "combinamos que era por trás, não vamos mudar as coisas".

Me senti o cara mais idiota do mundo naquele momento. Liz tinha aceitado me dar aquele rabo de deusa que me deixava louco e eu nem ia tentar? Tava tão nervoso, tinha tanta ansiedade, que não conseguia me segurar.

Deitei em cima dela e enquanto acariciava e beijava a nuca dela, o pescoço e amassava os peitos (ela de bruços), meu pau foi se acomodando entre as nádegas dela. Liz ofegava e gemia, mas dava pra ver que tava meio tensa. Num determinado momento, pelos movimentos dos corpos, meu pau ficou bem em cima do cuzinho dela, aquele buraco que já tinha me feito bater tanta punheta. Não tive ideia melhor do que empurrar um pouquinho, só o suficiente pra entrar metade da minha cabeçona grossa.

Liz deu um gritinho suave e se remexeu na cama, me tirando de cima. Percebi que ela tava lacrimejando, embora, depois eu soube, mais de susto e nervosismo do que de dor.

Falei pra mim mesmo que tinha feito duas burrices seguidas e que, se continuasse assim, ia acabar estragando aquela oportunidade linda e tão desejada de comer minha prima.... e pelo cu!!!!!!

Me acalmei, coloquei música, que até então nem tinha feito, abaixei as luzes e me deitei ao lado de Liz, que, toda nua, continuava de bruços, com aquele rabo dos sonhos apontando pro teto, meio nervosa.

Só aí tomei real consciência da beleza da minha prima, ao observá-la totalmente nua, deitada na cama e poder parar em cada cantinho do corpo perfeito dela.

As curvas dela eram marcadas, sem perder a delicadeza, pareciam ainda mais lindas por causa da palidez da pele; ela me olhava com um sorriso, espiando de lado, vendo como eu me deliciava ao percorrer com o olhar primeiro e com as mãos depois, cada centímetro do corpo dela. A cintura se arqueava pra cima, dando início àquela bunda que me tirou o sono por tantos anos e que hoje se entregava mansa pra mim.

Comecei a beijar ela de novo, sem que ela saísse da posição de bruços; fiz ela virar a cabeça pro lado e pra trás, enquanto eu montava em cima dela novamente.

Beijei o pescoço dela, a nuca, com uma mão acariciava os peitos dela, enquanto com a outra massageava a bunda dela. Tinha decidido colocar em prática tudo o que sabia, pra fazer daquele momento algo inesquecível.

Fui descendo pelas costas dela, beijando as curvas, até chegar na bunda dela. No começo, ela apertou um pouco a bunda, mas depois relaxou, abriu e até afastou um pouco as pernas. Enfiei o rosto ali e comecei a beijar aquela bunda dos sonhos, perfeita, durinha. Desci pela bunda até o buraquinho anal e comecei a beijar ele. De leve no começo e com a ponta da língua depois, enchendo ele de toda a saliva que eu conseguia. Senti o calor que minha prima tinha naquele buraquinho, uma coisa que até hoje me chama a atenção.

Liz tinha começado a gemer e a levantar, aos poucos, a bunda dela, pra facilitar meu trabalho.

Depois de um bom tempo de língua e muita saliva, comecei a enfiar um dedinho, bem devagar, bem lentamente e tomando cuidado pra não machucar ela de jeito nenhum. O esfíncter dela apertava meu dedo, como uma luva de látex, me prendia e eu sentia como ele pulsava, ao mesmo tempo que sentia um calor naquele lugar, fora do normal. Com a outra mão, eu acariciava o clitóris dela e já não tinha mais nenhuma proibição pra fazer isso, tudo seria na bunda dela, exceto aqueles carinhos.

Quando Liz começou a Gemendo e arrebitando mais a bunda, com sinais evidentes de muito tesão, enfiei dois dedos cheios de vaselina, já que o pote estava do meu lado e aberto.

Devagar, passei vaselina em todo o anel dela, por fora primeiro e, com um dedo depois, por dentro. Dessa vez, meu dedo deslizou suave e fundo, enquanto Liz soltava um gemido incrível. Fiquei mais um tempão assim, meu dedo já quase dançando na bunda dela, então, bem devagar, comecei a trabalhar o esfíncter com o segundo dedo, sem largar o clitóris dela com a outra mão.

Passei mais vaselina (minha prima estava com a bunda toda brilhando, toda oleosa, um espetáculo lascivo, especial) e enfiei lentamente dois dedos, que foram aceitos na hora. Enquanto isso, passava vaselina na pica, deixando ela toda escorregadia, pronta pra entrar.

Num momento, pensei em meter um terceiro dedo, mas tive medo de machucar com os nós dos dedos e estragar todo o trabalho paciente que vinha fazendo. A dilatação final, teria que ser com a pica, com muita suavidade, pra não estragar tudo naquela altura do campeonato.

Devagar, montei em cima da Liz e encaixei a pica entre as nádegas dela. Ela automaticamente se contraiu e fechou as pernas. Pedi com toda a doçura que abrisse e levantasse a bunda; ela fez isso e minha pica ficou bem na porta daquele cuzinho precioso, que já se mostrava como um buraco avermelhado e meio aberto, depois de quase meia hora de dedos.

Sem parar de acariciar o clitóris dela com a mão direita, lenta e suavemente fui apertando a cabeça da pica contra o cu dela. Num momento, abriu caminho, a cabeça inteira entrou e ela gemeu. Fiquei imóvel, quase segurando a respiração. Tinha que ser delicado, estava com a pica dura como madeira, as veias inchadas, os colhões doendo de tanto tesão e a pior parte nem tinha começado. Minha pica é mais grossa bem no meio, então tinha que continuar devagar pra seguir com a dilatação.

Aos poucos, ela... O esfínter foi relaxando e comecei um lento mete-saca só com a cabeça e um pouquinho mais. Liz gemia, ofegava e cada vez levantava mais a bunda, sinal de que tava gostando.

Fiquei uns minutos brincando "com a pontinha" até que minha prima parecia ter enlouquecido. Levantou violentamente a bunda e se empalou até a metade da minha pica. Começou a gritar desesperada e eu fiquei imóvel. Perguntei se ela gritava de dor e ela disse que não, que gritava de prazer, que continuasse assim, devagar agora e que não tirasse a mão do clitóris dela.

Aos poucos fui empurrando, recuando de vez em quando, até que num dado momento senti que a bunda da Liz relaxava totalmente e engolia até o tronco, enquanto ela já não gemia, mas gritava como uma louca. Não podia acreditar, tinha metido toda a minha pica naquela bunda de Deusa da minha prima, o que sonhei por tantos anos. Agora minhas bolas batiam contra a buceta dela e ela se revirava e se contorcia de prazer, fazendo a penetração mais profunda.

Comecei a comê-la como se fosse um expert. Tirava quase toda a pica da bunda dela, olhava pra baixo pra não perder aquele espetáculo, e metia de novo até o tronco, com movimentos lentos mas muito profundos, arrancando dela gritos cada vez mais fortes. Era óbvio que aquela gostosa tava gozando como uma puta e adorava que o primo arrebentasse a bunda dela como um animal selvagem. Me deliciava duplamente, já que tava comendo aquela bunda que tanto desejei por anos e, por outro lado, mistura de amor, desejos reprimidos e um pouco de perversão, tava arrebentando a bunda daquela deusa que tinha brincado comigo e se regozijado de me ver louco de tesão.

Felizmente sempre fui lento pra gozar, e isso me ajudou a esperar até que ela alcançasse o orgasmo. Liz começou a gritar, ofegar, gemer e depois gritar de novo, mais forte, sentia na minha mão direita, a que acariciava o clitóris dela, que tava toda molhada e eu mordia a nuca dela. enquanto eu perguntava se ela tava gostando, só recebia gemidos e mais gritos de resposta.

Num determinado momento, minha prima soltou um gemido longo e profundo, que acabou abafando no travesseiro, enquanto arqueava o corpo pra engolir até o último centímetro daquela rola longa e grossa. Depois apertou forte as nádegas, me prendendo ali e sem deixar eu me mexer, enquanto o corpo todo dela começava a tremer em espasmos violentos. A cara dela afundada no travesseiro e os gritos abafados me mostravam que ela tava tendo um orgasmo violentíssimo.

Não aguentei mais e gozei numa porra que achei que ia morrer. Os jatos de sêmen saíam sem parar e um arrepio percorreu meu corpo inteiro. Enfiei o mais fundo que pude nela e fiquei ali, preso entre as nádegas dela, sentindo as contrações no esfíncter, até os dois ficarem imóveis, ofegando, suados, em êxtase. Liz começou a soluçar baixinho; com o tempo eu aprendi que esse era o jeito dela de expressar os orgasmos mais fortes.

Aquela iniciação anal linda, gostosa e no começo difícil com minha prima me marcou pra vida toda. Depois daquela vez, fomos amantes "anais" por anos. Fizemos de tudo que se possa imaginar numa cama, menos sexo vaginal. Eu, que já era um viciado, fã declarado de anal, nunca insisti em outra coisa e tive provavelmente a relação mais profunda e inesquecível da minha vida inteira.

As voltas do destino me levaram pra longe dela, depois Liz casou, segundo ela me confessou, com o hímen intacto e, também foi confissão dela, nunca mais teve os orgasmos que teve comigo e toda noite sonha comigo, assim como eu com ela.Espero que vocês gostem... não é meu, só achei gostoso e quis compartilhar.

21 comentários - Comi o cu da minha prima

Muy buen relato, me dejo la pija al palo!!!! 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
un relato bien caliente gracias por compartir 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🤤 🤤 🤤 Escribir un comentario...
muy buen relato! yo tambien desvirgue a mi prima.. por la concha y por el culo tambien..
que buenos recuerdos..
meeeeee encantoo tu putaa historiaa!

de 10 ! me exito el culo de tu prima
vodoke
muy muy muy lindo relato unos de los mejores que he leido te felicito
Muy buenas descripciones, sobre todo del cuerpito de ella. Felicitaciones, muy buen post.
el relato me dejó la pija como un tronco 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
sobre todo con la descripcion del cuerpo de la prima 🤤 🤤 🤤 🤤 sobre todo del culito
gracias por compartir
:alaba::alaba::alaba:
amd_8283 dijo:el relato me dejó la pija como un tronco 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ sobre todo con la descripcion del cuerpo de la prima 🤤 🤤 🤤 🤤 sobre todo del culito gracias por compartir :alaba::alaba::alaba:


TENGO UNA PRIMA ASI Q ESPERO Q ALGUN DIA ME LA PUEDA COJER
COMENTAR ES AGRADECER EL POST! ;)
ME DEJO LA PIJA MAS DURA QUE LA MIERDA EXCELENTE RELATO ME ENCANTARIA COJER ESE CULITO DE TU PRIMA MMM QUE RICO 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
me dejo la pija como una brasa muy buen relato me encantaria haberla cogido a tu prima somos de la misma talla
winam
😉 😉 no me gusto pero te esforsaste 😉 😉
me manotee la pija por tu prima.... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 : Alaba:
A la prima... se le arrima!!! 🙎‍♂️
buen post!
muy buen relato con lujo de detalle,te felisito y ademas me trae muchos recuerdos,es cierto q 8 de 10 personas tubieron algo con sus primas jajjaajajja 😉