Nunca Mas!!!!

Me apresento, me chamam de d2s, casado há 2 anos; trabalho na mesma empresa há 4 anos, e há dois anos tenho como chefe uma desgraçada chamada Dolores. Essa "senhora" tenta falar com a gente o mínimo possível, e quando fala, é pra dar ordem ou humilhar. Todo mundo odiava ela, mas ninguém se atrevia a reclamar do comportamento dela com medo de ser mandado embora ou rebaixado de cargo. A gente só criticava ela nos cafés da manhã: solteirona de merda, metida... Até aquele momento, eu tinha escapado da ira dela; naquele dia, começamos a trabalhar na mesma monotonia de sempre, mas no meio da manhã o diretor desceu com cara feia e entrou no escritório da Dona Dolores, começaram a ouvir gritos e batidas na mesa, ela abriu a porta e me chamou – d2s, vem aqui imediatamente –, eu não fazia ideia do que podia ser. Quando entrei, "a senhora" começou a me acusar de não ter entregado um relatório, eu disse que tinha certeza de ter entregado há mais de duas semanas, ela me chamou de incompetente e me expulsou do escritório dela. O diretor demorou meia hora pra sair do escritório, ela saiu atrás dele com cara de sorriso e me chamou de novo. Não tive chance de me defender, me transferiram pra um cargo inferior e cortaram meu salário. Naquele momento, jurei que ela ia pagar. Comecei a vigiar ela, não foi difícil, todo dia ela fazia a mesma coisa e ia pros mesmos lugares. Morava num chalé nos arredores da cidade, afastado das outras casas do condomínio; a indiferença dela com o resto do mundo ia sair cara. Quinta-feira à tarde ela não trabalhava e ia pra casa; naquele dia, segui ela. Depois de almoçar, ela costumava dormir no sofá vendo TV. Esperei por esse momento, coloquei uma balaclava e umas luvas de látex e pulei a cerca da casa. Contornei ela e fui pra porta dos fundos que dava na cozinha (sabia que ela sempre deixava aberta), entrei na surdina e encontrei ela como esperava. Me aproximei sem fazer barulho. Barulho e tapei a boca dela, ela acordou assustada. — Sua puta velha, não grita que não vai te acontecer nada — ela começou a se debater, eu levantei ela bruscamente e dei um tapa que a fez cair de novo no sofá. Choramingando, começou a pedir pra eu não fazer nada com ela (já não parecia tão forte como no escritório). — Cala a boca, puta! — peguei ela pelo cabelo e levei até uma cadeira de ferro forjado que tinha na sala, ela continuava implorando por clemência, peguei um rolo de fita adesiva e amarrei ela na cadeira. Tinha estudado como fazer, coloquei ela encostada no encosto, amarrando cada tornozelo numa das pernas traseiras da cadeia, depois forcei ela a dobrar o tronco apoiando a barriga no encosto e amarrei as mãos dela nas pernas da frente, deixando a bunda dela empinada. — Por favor, eu tenho dinheiro, posso te dar muito dinheiro — ela dizia com a voz trêmula. — Não vou repetir de novo, se você abrir a boca sem eu mandar, vai se arrepender — fiquei na frente dela, o rosto dela estava na altura da minha protuberância, que já tinha crescido com a excitação do processo de amarrar. Abri meu zíper e tirei meu pau pra fora — bom, parece que você gosta de abrir a boca, então abre — — Não, por favor — ela implorou de novo. Dei um passo pra trás e bati nela de novo. — Olha, velha, você tá me enchendo o saco, ou me obedece ou isso vai ficar muito feio pra você — me aproximei de novo, segurei o rosto dela e enfiei meu pau na boca dela — agora pode começar a chupar, e faz direito que eu goste. Ela começou a chupar meu pau sem jeito, que delícia, pensei, não só pelo boquete mas também por ver ela tão humilhada e obediente. — Com mais vontade, velha! — ela aumentou o ritmo da chupada, meu pau já estava no tamanho máximo — — Para! Não quero gozar tão cedo — tirei meu pau cheio de saliva dela e fui pra parte de trás. Rasguei a blusa dela de uma vez e tirei o sutiã, os peitinhos velhos e meio caídos dela apareceram, comecei a apalpar e beliscar os mamilos dela — olha só, que surpresa, ainda ficam duros duros -. -O que você vai fazer comigo?, perguntou ela, temerosa e envergonhada. - Não tenha pressa pra saber, véia, e cala a boca -. Abaixei a saia e a calcinha dela; na minha frente apareceu a bunda dela - pô, o que temos aqui? - eu ironizei. Peguei minha piroca dura e ainda molhada e coloquei perto da entrada da buceta dela. Ela deve ter sentido o calor e a umidade da minha banana prestes a atravessá-la, porque começou a acelerar a respiração, acho que no fundo ela queria que eu fodesse ela, até notei que ela recuou um pouco a bunda pra sentir minha piroca mais perto. - Não, não, parece que isso tá começando a te excitar -, mudei a direção da minha piroca uns centímetros pra cima e coloquei na porta do cu dela - e por aqui, o que você acha? Sem esperar a resposta dela, empurrei minha piroca com força e atravessei - NÃOOOO...! - ela gritou. Aquele cu nunca tinha sido penetrado, senti a secura das paredes, a dor na minha piroca também era considerável. Comecei a bombar com força, em um minuto minha dor tinha virado excitação total e os gritos de dor dela deram lugar a um gemido leve e entrecortado. - Parece que isso também te excita, putinha -. Peguei os peitos dela de novo e apertei com força - AH, AH, AAH - de novo surgiram os gritos de dor dela - Assim que eu gosto, grita que me deixa mais tesudo, vagabunda -. Senti minha piroca inchando mais e mais, tirei e fui pra boca dela - Abre a boca, raposinha - ela, obediente, separou os lábios e eu meti minha piroca prestes a estourar, bombei mais umas duas vezes e um jato imenso de porra desaguou na garganta dela - engole, vagabunda, engole, Uhhhhh, uhhh, uh -. Me afastei dela, meu líquido viscoso escorria pelos lábios dela - Não desperdiça meu ouro, lambe tudo - ordenei, depois aproximei minha piroca de novo da boca dela - limpa minha piroca com a língua - ela lambeu obedientemente. Já tinha me vingado, mas ficou a sensação de que no final ela não tinha sofrido tanto. Precisava bolar algo pra humilhar ela ainda mais. Tampei a boca dela com fita adesiva e me sentei pra Pensar. Ideia! Lembrei de uma parada que me chamou muita atenção num site pornô. Fui até a geladeira e abri a gaveta de verduras, lá encontrei o que procurava: uma berinjela e uma abobrinha de tamanho considerável. — Beleza, sua putinha, vou deixar uma lembrança pra você. Peguei a berinjela e tentei enfiar no cu dela (ela se debatia e tentava gritar, pena que as outras casas eram tão longe), não entrava. — Relaxa, tenho a solução. Voltei pra cozinha, peguei uma garrafa de azeite, lubrifiquei um pouco o vegetalzão e tentei de novo. Dessa vez, mesmo com muito esforço, consegui; um fiozinho de sangue “temperou a salada”. — Agora vamos finalizar a receita. Peguei a abobrinha e, com um empurrão só, enfiei quase inteira na buceta dela. Ela tentava se soltar. Peguei um pedaço de fita adesiva e prendi as duas verduras. Abri uma cerveja e sentei pra admirar minha obra. — Beleza, agora o molho. Tirei meu pau já murcho e mijei em cima dela, no cu, nas costas, na cabeça e na cara. Tinha reparado que em cima do móvel tinha uma câmera instantânea. Tirei umas dez ou doze fotos, fiquei com duas e deixei o resto na frente dela. — Essas são pra você lembrar. Virei as costas e vazei. No dia seguinte, ela apareceu no escritório mais tarde que nunca, cabisbaixa e com uns óculos escuros enormes; atravessou o corredor e o pátio rápido e se trancou na sala dela. Até hoje, pelo que sei, não denunciou nada. Já contava com isso; esse tipo de gente sempre pensa mais no que os outros vão falar do que em si mesmos. Ela não humilha mais ninguém.

2 comentários - Nunca Mas!!!!

pensaba que era de verdad la historia pero no creo que sea asi... 😢