Olá, queria compartilhar com vocês meu primeiro conto, e resolvi fazer isso porque tudo que aconteceu foi graças a esta página. Aproveitem.
Há alguns dias, eu tava lendo um conto deDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.e, e pra ser sincero, me deixou muito excitado. O que vou contar agora aconteceu de repente, e foi mais ou menos assim...
…nunca dei muita bola pra história de tamanho de pau, nunca entrei nessas competições de tamanho que os moleques fazem quando começa a puberdade, mas as mulheres sempre me falaram que “eu tenho ele grande” (talvez seja estratégia pra inflar meu ego e melhorar meu desempenho, ou talvez seja verdade, a real é que só me importo que elas se divirtam), sem fugir muito do assunto, tenho que admitir que entre a falta de sexo por uma semana e seu relato, eu tava com o pau totalmente duro, e quando isso acontece, se eu não coloco ele meio na diagonal na cueca, a cabeça aparece por cima da cintura da calça.
Enquanto tentava me acalmar e baixar um pouco a excitação, toca o meu ramal, minha chefe me chamou no escritório dela pra fazer umas perguntas sobre um orçamento que eu tinha fechado na semana. Fui sem pensar duas vezes, mas quando tentei levantar, percebi que ainda tava com o pau duro! Não sabia o que nem como fazer, enrolei imprimindo o orçamento, mas não adiantava, minha excitação não baixava, e minha calça social, longe de esconder, deixava tudo claramente marcado…
Sem saber muito como lidar, fui até o escritório dela, escondendo minha ereção com as folhas. Quando entrei, ela estava de pé, olhando impaciente pela janela, emoldurada pelo terno preto, aquele terno que deixa eu ver as pernas dela. Ela olhou distraidamente na minha direção e pediu pra eu me aproximar e deixar o orçamento na mesa. Enquanto me aproximava, sentia o pulsar do meu coração entre as pernas, pressionando contra a calça, enquanto o desconforto das costuras roçavam a minha glande. Ela se virou, baixou um pouco os óculos, me olhou por cima deles e disse:- Bota aqui, que quero te perguntar umas paradas que não tô entendendo…Eu, cá pra mim, tava achando que era uma escolha errada de palavras, e um sorrisinho torto se formou nos meus lábios. Ela continuava me olhando, agora com uma cara de impaciência, enquanto apontava pra mesa. Eu, meio sem graça, larguei as folhas, e ela ficou me encarando por uns segundos, acho, mas pra mim pareceu muito mais. Ela desviou o olhar da minha braguilha e pediu pra eu sentar, enquanto limpava a garganta pra disfarçar o nervosismo.
Ela me fez umas perguntas sem sentido, e ficava andando em círculos pelo escritório, me olhando. Percebi, pelo jeito que o peito dela inchava, que a respiração tava acelerada. Aí, resolvi me afastar um pouco, deixando à vista o que eu achava que ela tava procurando com o olhar. Afinal, se eu tivesse errado, não tinha nada de suspeito na minha atitude. Fiz isso: afastei um pouco a cadeira da mesa, e quase na hora, notei que o olhar dela pousou no volume na minha calça. Isso me excitou pra caralho, mas eu não sabia como reagir. Ela, enquanto isso, continuava andando, mas sem me perguntar nada, sem tirar os olhos do meu pau.
Sem saber muito o que fazer, cruzei uma perna sobre a outra, dando a ela uma vista melhor do meu pau. Não sabia como agir; sempre achei minha chefe uma gostosa, uma mulher de muita classe, elegante, independente, com personalidade. Ela tinha cabelo preto, sempre preso, pele morena e um corpo sempre realçado por ternos finos, que deixavam à mostra só duas pernas bem torneadas, com uma bunda muito atraente, destacada pelo uso de saltos, e uns peitos que pareciam bonitos, médios, já que ela nunca tirava o paletó.
Agora, tava na frente dela, com o pau pulsando entre as pernas, com um olhar que já não tentava nem conseguia disfarçar. Sempre desejei ela pra caralho, e achava que tinha ela naquele momento, mas, o que fazer? Tentar alguma coisa, errar e perder meu trampo? Por mais difícil que fosse acreditar, eu podia estar enganado, e ela só estar se sentindo desconfortável com o que via, mas toda Dúvida de disipó, quando ela abriu dois botões da blusa, e depois o casaco. Eu sabia que aquilo não bastaria pra ninguém, só pra ela, só pra nós. Em dois anos, nunca tinha visto ela com o casaco aberto, e agora ela abriu, enquanto olhava pra minha entreperna. Já não restavam dúvidas, mas eu temia avançar, isso não tava acontecendo na minha imaginação nem num bar, se algo desse errado, eu ficaria sem trampo.
Uma coisa que meus olhos captaram acabou de me convencer, pelo espaço que a camisa entreaberta deixava ver, pude apreciar umas sardas no peito dela! Como eu gosto disso!
Dizem que homem precavido vale por dois, então, longe de me atirar nela e lamber a pele dela, comecei a brincar comigo, coloquei minha mão no meu pau, e apertei de leve enquanto olhava pra ela, ela soltou o ar de uma vez, e parou de andar, com um certo pesar, levantou o olhar daquela mão, e me encarou, ergueu a mão direita, tirou os óculos, e aí eu entendi (finalmente!), que não tava errado, que por algum motivo, nós dois queríamos aquilo, naquele instante, sexo, só sexo, sexo sem freio, pesado, proibido, sexo do melhor e do melhor jeito, e puta merda se teve...
...mas isso, já é outra história.
Espero que tenham gostado, se sim, vou postar a segunda parte.
EDIT: O prometido é dívida, aqui vaia segunda parteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Há alguns dias, eu tava lendo um conto deDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.e, e pra ser sincero, me deixou muito excitado. O que vou contar agora aconteceu de repente, e foi mais ou menos assim...
…nunca dei muita bola pra história de tamanho de pau, nunca entrei nessas competições de tamanho que os moleques fazem quando começa a puberdade, mas as mulheres sempre me falaram que “eu tenho ele grande” (talvez seja estratégia pra inflar meu ego e melhorar meu desempenho, ou talvez seja verdade, a real é que só me importo que elas se divirtam), sem fugir muito do assunto, tenho que admitir que entre a falta de sexo por uma semana e seu relato, eu tava com o pau totalmente duro, e quando isso acontece, se eu não coloco ele meio na diagonal na cueca, a cabeça aparece por cima da cintura da calça.
Enquanto tentava me acalmar e baixar um pouco a excitação, toca o meu ramal, minha chefe me chamou no escritório dela pra fazer umas perguntas sobre um orçamento que eu tinha fechado na semana. Fui sem pensar duas vezes, mas quando tentei levantar, percebi que ainda tava com o pau duro! Não sabia o que nem como fazer, enrolei imprimindo o orçamento, mas não adiantava, minha excitação não baixava, e minha calça social, longe de esconder, deixava tudo claramente marcado…
Sem saber muito como lidar, fui até o escritório dela, escondendo minha ereção com as folhas. Quando entrei, ela estava de pé, olhando impaciente pela janela, emoldurada pelo terno preto, aquele terno que deixa eu ver as pernas dela. Ela olhou distraidamente na minha direção e pediu pra eu me aproximar e deixar o orçamento na mesa. Enquanto me aproximava, sentia o pulsar do meu coração entre as pernas, pressionando contra a calça, enquanto o desconforto das costuras roçavam a minha glande. Ela se virou, baixou um pouco os óculos, me olhou por cima deles e disse:- Bota aqui, que quero te perguntar umas paradas que não tô entendendo…Eu, cá pra mim, tava achando que era uma escolha errada de palavras, e um sorrisinho torto se formou nos meus lábios. Ela continuava me olhando, agora com uma cara de impaciência, enquanto apontava pra mesa. Eu, meio sem graça, larguei as folhas, e ela ficou me encarando por uns segundos, acho, mas pra mim pareceu muito mais. Ela desviou o olhar da minha braguilha e pediu pra eu sentar, enquanto limpava a garganta pra disfarçar o nervosismo.
Ela me fez umas perguntas sem sentido, e ficava andando em círculos pelo escritório, me olhando. Percebi, pelo jeito que o peito dela inchava, que a respiração tava acelerada. Aí, resolvi me afastar um pouco, deixando à vista o que eu achava que ela tava procurando com o olhar. Afinal, se eu tivesse errado, não tinha nada de suspeito na minha atitude. Fiz isso: afastei um pouco a cadeira da mesa, e quase na hora, notei que o olhar dela pousou no volume na minha calça. Isso me excitou pra caralho, mas eu não sabia como reagir. Ela, enquanto isso, continuava andando, mas sem me perguntar nada, sem tirar os olhos do meu pau.
Sem saber muito o que fazer, cruzei uma perna sobre a outra, dando a ela uma vista melhor do meu pau. Não sabia como agir; sempre achei minha chefe uma gostosa, uma mulher de muita classe, elegante, independente, com personalidade. Ela tinha cabelo preto, sempre preso, pele morena e um corpo sempre realçado por ternos finos, que deixavam à mostra só duas pernas bem torneadas, com uma bunda muito atraente, destacada pelo uso de saltos, e uns peitos que pareciam bonitos, médios, já que ela nunca tirava o paletó.
Agora, tava na frente dela, com o pau pulsando entre as pernas, com um olhar que já não tentava nem conseguia disfarçar. Sempre desejei ela pra caralho, e achava que tinha ela naquele momento, mas, o que fazer? Tentar alguma coisa, errar e perder meu trampo? Por mais difícil que fosse acreditar, eu podia estar enganado, e ela só estar se sentindo desconfortável com o que via, mas toda Dúvida de disipó, quando ela abriu dois botões da blusa, e depois o casaco. Eu sabia que aquilo não bastaria pra ninguém, só pra ela, só pra nós. Em dois anos, nunca tinha visto ela com o casaco aberto, e agora ela abriu, enquanto olhava pra minha entreperna. Já não restavam dúvidas, mas eu temia avançar, isso não tava acontecendo na minha imaginação nem num bar, se algo desse errado, eu ficaria sem trampo.
Uma coisa que meus olhos captaram acabou de me convencer, pelo espaço que a camisa entreaberta deixava ver, pude apreciar umas sardas no peito dela! Como eu gosto disso!
Dizem que homem precavido vale por dois, então, longe de me atirar nela e lamber a pele dela, comecei a brincar comigo, coloquei minha mão no meu pau, e apertei de leve enquanto olhava pra ela, ela soltou o ar de uma vez, e parou de andar, com um certo pesar, levantou o olhar daquela mão, e me encarou, ergueu a mão direita, tirou os óculos, e aí eu entendi (finalmente!), que não tava errado, que por algum motivo, nós dois queríamos aquilo, naquele instante, sexo, só sexo, sexo sem freio, pesado, proibido, sexo do melhor e do melhor jeito, e puta merda se teve...
...mas isso, já é outra história.
Espero que tenham gostado, se sim, vou postar a segunda parte.
EDIT: O prometido é dívida, aqui vaia segunda parteDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
19 comentários - Depois de um conto...
saludos y buen post...
cuenta el resto no podes dejarnos asi
saludos excelente comienso
Gracias!
Gracias!
Veo un poco mas si gustó y subo el resto.
Saludos!
Un beso 🙂
subi la 2da.....!!!!
Felicitaciones...
Gracias, hoy publico la segunda parte.
Si si, ya sale, quería ver las repercuciones 😳
Gracias, hoy sale la segunda parte
Muchas gracias, hoy sale la segunda parte
Gracias, hoy pongo la segunda, y te saco las cursivas, del color no te prometo nada, tengo q encontrar uno que me guste 😛
Gracias a tod@s y saludos!
Tu gatita 😉 😉
Gracias por el comentario y por los puntos.
Ya está la segunda parte 😉
Muy lindo relato para comenzar!
"sentía el latir de mi corazón entre mis piernas" > Esa! (léase con acento sobre la s) 😉
Agradezco a Samiraa por la recomendación de esta historia, veamos cómo sigue...
Por cierto, tu nombre tiene algo que ver con Saint Seiya? 🙄
Yo también le agradezco por recomendarme, y a ti por visitar mi post.
Sale de un dibujito japonés el nombre, no me acuerdo bien cual, pero me quedó grabada una imagen con ese nombre/palabra 🤔
Saludos, y gracias por pasar y comentar
Gracias por pasa, me alegro q te haya gustado.
Saludos!
Me alegro q te guste y gracias por los puntos!
Gracias!