Tudo começou alguns meses depois de eu ter me casado. Foi durante um passeio em família em dezembro de 1997. Minha esposa me apresentou à maior parte da família dela. Logo chegou a sobrinha dela, que vinha de Sonora, e minha esposa disse que ia me apresentar à sobrinha querida dela, já que ela não pôde estar no dia do casamento. Ela foi buscá-la para nos apresentar.
Devo admitir que a sobrinha dela, de 19 anos, chamou muito minha atenção. 1,60m de altura, peitos bem torneados, talvez 36C, morena, um rostinho muito lindo e um corpo que excita só de olhar. Com uma boquinha de lábio fino em cima e carnudo e sugável embaixo. Ela usava um vestido curto de um branco tão claro que meus olhos excitados podiam ver como seu corpo feminino e provocante se transparecia. Dava para vislumbrar não só a virilha dela ao andar, era perfeitamente visível para meus olhos aquela pélvis quase nua, só coberta por uma tanga branca... Tentei disfarçar, mas acho que foi impossível... Era irresistível para mim não ficar olhando enquanto elas se aproximavam.
Minha esposa nos apresentou. Ela foi muito atenciosa comigo. Enquanto conversávamos, a blusa branca dela me deixava ver de perto aqueles peitos firmes, bem torneados e cheios, que de vez em quando endureciam os mamilos. Acho que foi instinto e a secreção de feromônios de nós dois, ela deve ter percebido meu ânimo disfarçado e excitado, assim como aquele desejo carnal desbordante no meu olhar. Ela só me olhou, sorrindo, como se estivesse lisonjeada no ego feminino dela, sabendo o que provocava em mim. Aí ela disse que ia pegar a bolsa dela para fazer companhia pra gente. Quando ela se virou para ir embora, não quis perder nenhum detalhe daquele filé tenro e corte seleto de carne, porque só de pensar no que eu tinha visto de frente já me deixava com tesão, e poder ver ela por trás... Quando ela se afastou, pude ver como o triangulinho da tanga emoldurava aquelas nádegas volumosas e bem torneadas. Por um momento, minha mente deu mil voltas e quase fui pego pela minha esposa no meio da fantasia. Por sorte, reagi rápido. Falei para mim mesmo: agora eu entendo. Por que Sonora é famosa pela carne dela….
A festa continuou, os caras começaram a brincar, meus olhos não conseguiam parar de olhar pra ela nem de sentir umas tonturas na cabeça, minha mente viajava fantasiando aquela doçura. De vez em quando ela voltava pra perto da gente e conversava com a tia dela, se sentia lisonjeada, ficava de frente pra mim pra eu poder ver ela. De vez em quando virava e me dava um sorriso… Já escurecendo, antes da festa acabar, ela pediu pra um dos primos tirar uma foto nossa. Minha esposa ficou do lado esquerdo, eu abracei ela e meu braço direito ficou pendurado. A sobrinha chegou de frente pro meu lado direito, colocou as duas mãos no meu ombro, foi tanta proximidade que eu senti os peitos dela e a ponta da minha mão roçou a barriga dela – naquela hora senti o sangue ferver, senti a pica ficar meia bomba e pelo que percebi, ela adorava a ideia de provocar… Aqueles segundos da foto foram fodas. Antes de nos despedirmos, minha esposa me perguntou se eu topava convidar a sobrinha pra passar uns dias com a gente antes das férias dela acabarem. Claro que não ia negar, então minha esposa comentou com ela e ela disse que depois ligava pra combinar o dia.
Na semana seguinte, cheguei em casa depois de um dia puxado de trampo e minha esposa me chamou pra pedir um favor: passar na casa da avó pra pegar a sobrinha dela… Topei na hora, e só de pensar que ia ficar a sós com ela e lembrar daquela figura sensual, fiquei tão tarado que deu uma meia bomba, daquelas que o sangue sobe na cabeça e a pica dá um pulinho, tipo avisando que tá pronta pro ataque…
Quando cheguei pra buscar ela, já tava me esperando, então nem precisei descer do carro, porque assim que cheguei ela saiu de casa e veio na direção do carro. Agora tava vestindo uma calça jeans justa e uma camiseta, mostrando aquele corpo bem torneado e sensual. Finalmente entrou no carro e fomos embora. casa onde já nos esperava a tia dela, no caminho começamos a conversar e rolou uns comentários com duplo sentido, meio picantes, fomos pegando confiança aos poucos, chegamos em casa e nos preparamos pra fazer o jantar, pra passar uma noite agradável. No final do dia, tivemos que arrumar o quarto de visitas pra ela dormir, já dentro do quarto, avisamos que o banheiro tinha duas portas, uma dava pro quarto onde ela ia dormir e a outra dava acesso do nosso quarto, então quando ela fosse usar o banheiro, colocasse o trinco na porta do nosso quarto, e quando a gente fosse usar, faria o mesmo.
A gente se recolheu pro quarto, minha esposa comentou como tava cansada e que meia garrafa de vinho tinha apressado o sono, já deitados, liguei a TV e depois de um bom tempo ouvi ela entrar no banho – nessa hora minha esposa já tava dormindo tranquilamente – percebi que ela não tinha colocado o trinco como a gente tinha dito, na hora minha cabeça começou a viajar nas fantasias típicas, não pensei muito, desliguei a TV e esperei o momento em que ouvi o deslizar da porta de vidro pra sair do chuveiro, nessa hora entrei e, meu deus do céu… meus olhos viram aquele corpo todo molhado, aqueles peitos divinos e uma buceta perfeitamente desenhada pelos pelos pubianos, a Yanin não soube o que fazer com aquela surpresa, não sabia se se cobria, se virava ou sentava, só ficou muda… diante dessa reação, fiz cara de idiota surpreso, imediatamente me virei dizendo "desculpa, não percebi que você tava aí"… ela não respondeu nada… passei a noite pensando e me culpando pelo que fiz, achando que no dia seguinte o inferno ia soltar quando ela contasse pra tia…
Na manhã seguinte, já na hora do café, quando minha esposa foi pra cozinha, a sobrinha se aproximou de mim e disse: "me jura que não viu nada…" Claro que jurei… ela disse então: "não vou contar nada pra minha tia e isso não aconteceu", "claro", respondi. Assim se passaram dois dias, nos quais curti suas diferentes roupas e paquera, percebendo como ela posava na minha frente, como passava por mim e virava com malícia… claro que ela percebia como eu devorava ela com os olhos…
No terceiro dia, chegando do trabalho, foi uma surpresa muito gostosa quando entrei em casa e a vi numa linda minissaia, não sei, mas sentia que algo ia rolar, ela me olhava e sorria… depois do jantar, fomos jogar gamão, sentados à mesa, ela ficou de frente pra mim e, num lance dos dados, um deles caiu no chão. Imediatamente me inclinei pra pegar e, quando levantei o olhar, foi uma surpresa do caralho ver ela debaixo da mesa, com as pernas levemente abertas, mostrando a linda calcinha fio dental e aquelas pernas maravilhosas… guuu aaa uuuuu, não acreditei, na hora o pau ficou duro, quase não consegui mais jogar porque lembrava daquela virilha e daquela bucetinha quase celestial… naquela noite, não podia perdoar minha esposa por isso, então, decidido a comer ela, comecei o preâmbulo, mas bati na trave… típico da minha velha, tive uns dias estressantes, melhor outro dia… a verdade é que me sentia um leão enjaulado, queria ir pro quarto da Yanin (a sobrinha), possuir ela sem limites até ela implorar por perdão, mas infelizmente não foi assim.
Na manhã seguinte, fomos trabalhar. Já no meio do dia, minha esposa me ligou dizendo que ia fechar uma venda importante na cidade vizinha e que só voltaria à noite, então me pediu pra almoçar com a Yanin e, se pudesse, sair pra passear à tarde pra evitar ficar preso em casa. Aceitei de bom grado… dei um jeito no trabalho pra sair quase na hora e não voltar depois do almoço, e foi o que fiz.
Chegando em casa, a primeira coisa que vi foi a Yanin naquele vestido branco com que a conheci. Na hora fiquei com tesão, contei pra Yanin sobre a tia dela, ela concordou com a cabeça e com um brilho leve nos olhos, e me disse que não tinha nada na geladeira pra comer. então saímos pro mercado, já na volta, carreguei a maioria das sacolas e pedi pra yanin subir primeiro – a gente mora no terceiro andar – enquanto ela subia na minha frente, astutamente me atrasei uns degraus e pude apreciar a vista linda que a retaguarda dela oferecia, aquelas pernas morenas eram tão gostosas que me deixavam com o pau duro, nisso ela vira como desconfiando do meu olhar, mas só sorriu, continuamos subindo e um pouco antes de chegar caiu uma sacola, ela se inclinou levemente pra pegar, nessa hora virei e qual não foi minha surpresa, o panorama mais lindo, aquelas nádegas morenas, torneadas e firmes com uma calcinha minúscula que se enfiava entre as bandas, um tamal excitante enrolado naquela calcinha branca…aff o pau ficou duro…
finalmente chegamos no apê, yanin vira pra me ajudar com as sacolas e percebe minha excitação evidente, esboçando um sorriso safado _ isso me provocava ainda mais _ já dentro arrumando a despensa, yanin pergunta: você ficou pra trás pra me paquerar ou tava cansado? O que você acha? Respondi… ela não disse nada, deu outro sorriso e o olhar dela tinha aquele brilho de mulher orgulhosa por se saber desejada.
a gente sentou pra comer, terminamos e ela disse que ia lavar a roupa e perguntou onde a tia guardava o sabão, indiquei e ela foi pro quartinho de lavar, eu fui lavar a louça da comida quando ouvi ela me chamando pedindo ajuda, corri e quando cheguei ela tava parada na frente da máquina com as mãos levantadas segurando uma caixa que caiu quando puxou o sabão __ olhei ela dos pés à cabeça vendo aquelas pernas lindas, firmes e bem torneadas, dava pra ver a curvatura das nádegas muito marcada, via a fio dental e as costas finas dela, imediatamente lembrei da cena da escada… o pau ficou quase duro __ ela não podia soltar a caixa porque ia derrubar um monte de outras coisas _essa era minha chance_, então sem nem pedir permissão ou opinião Coloquei atrás dela pra segurar o peso da caixa, e foi aí que tudo começou...
Ao ficar atrás dela, foi impossível não roçar nem esbarrar por causa do corredor estreito. Naquela hora, senti meu pau quase duro se posicionando perfeitamente alinhado entre as nádegas dela. Yanin ficou imóvel por um instante, fazendo eu largar as coisas pra sair. Começaram as risadas e os empurrões, mas nos movimentos e tropeções, sentia meu pau deslizando entre as nádegas dela, ficando cada vez mais duro. Ao mesmo tempo, percebia um aroma sutil de fragrância cítrica floral que me arrepiou inteiro e me deixou completamente tesudo. Aquela sensação é indescritível. Acho que ela percebeu isso e só se virou pra ficar de frente pra mim, correspondendo à minha excitação.
Ao ficar de frente, joguei a caixa de qualquer jeito, soltando as rédeas das minhas emoções. Peguei ela nos braços e começamos as carícias e os beijos, tocando o corpo todo dela. Parecia um terremoto, algo incontrolável... Quis pegar leve, mas não consegui. No caminho pro quarto, acabei quase arrancando a roupa dela, deixando ela totalmente nua. Meus olhos maravilhados diante daquele cenário viam aquela linda pussy e aquele culo apetitoso, como se dissessem: me toca, me chupa, me morde, me come...
Lentamente, a pele foi se arrepiando. Coloquei minhas mãos naquelas nádegas deliciosas e macias, enquanto Yanin pegava meu pau na mão dela. Um desejo insuportável guiou minha boca até os peitos dela, cujos bicos duros esperavam impacientes pela minha língua.
-- Naquele turbilhão de carícias e beijos, começaram os gemidos e o suor. Ela gemia de olhos fechados, o gemido dela era um hálito quente, enquanto tremia timidamente --
Instintivamente, fui passando a ponta do meu nariz por toda a pele dela, do peito direito até o baixo ventre, onde intensifiquei os beijos. Yanin se soltou como se estivesse sem forças, se entregando àqueles desejos insuportáveis. Meu nariz sentia o aroma, aquele cheiro de buceta. amorosa, sem nem pensar, dei a primeira lambida na buceta dela, abocanhando a buceta inteira com a minha boca, ela soltou um murmúrio e um gemido enquanto apertava minha cabeça com as coxas, minhas mãos... uma acariciava um peito e a outra aproveitava a bunda, o corpo todo dela se arrepiava.
-- isso me provocava, afundei mais a língua naquela carne trêmula --
de um puxão virei ela e coloquei de quatro, ficando à minha disposição aquela buceta quase celestial e aquelas bundas deliciosas pelas quais timidamente aparecia um cuzinho levemente rosado que se franzia em espasmos, imediatamente afundei minha boca na buceta e com a ponta do nariz comecei a esfregar o cuzinho dela no ritmo que saboreava aquela carne suculenta e delicada, minhas mãos tocavam à vontade os peitos dela e percorriam a maciez da pele na barriga e nas costas.
com as investidas da minha língua, yanin se contorcia num frenético vai e vem enquanto soltava um gemido abafado, franzindo o cuzinho em espasmos rápidos e repetidos, meu nariz quase enterrado antecipou a onda de prazer que invadia yanin quando de repente ela gozou na minha boca com aquela intensidade que parecia ter sido contida por muito tempo, seus sucos abundantes molharam meus lábios...
-- o corpo dela tremia suavemente ao som dos gemidos e sons guturais de prazer, a pele dela se arrepiava todo o tempo que durou o êxtase --
minhas mãos tremiam e o estômago embrulhava com aquela emoção... quando yanin voltou à calma, me deitei de boca pra cima e como algo instintivo yanin se jogou no meu pau com uma vontade que engoliu ele de uma vez, senti a boca dela ferver, senti a cabeça do meu pau afundar na garganta dela, e como a língua inquieta dela se enroscava no meu pau, por uns minutos continuamos assim, não quis fechar os olhos pra imortalizar aquela imagem na minha mente ao ver aqueles lábios sensuais e aquela boquinha sugadora aproveitando meu pau por completo excitada.
depois de alguns minutos, tirei ela da boca e ela se deitou de costas, abrindo ligeiramente as pernas. me acomodei e, placidamente, encaixei a pica que deslizou naquela buceta suculenta e macia, tantas vezes e com tanto frenesi que, depois de vários minutos, yanin não aguentou mais, deixando vir um orgasmo daqueles em que a buceta inteira se contrai. por dentro da sua buceta, sentia como yanin mordiscava minha pica enquanto me abraçava, ofegava e suava profundamente, sussurrando "não tira, não tira" naquele grandioso e longo orgasmo. minha pica quase estourava, as bolas ficaram duras, aquelas contrações internas provocaram em mim uma sensação incontrolável, fazendo com que eu a enchesse de porra... sentia como nossos sucos transbordavam a cada estocada que eu dava. estava tão tarado que não parei de foder ela mesmo depois de ter gozado.
virei ela e coloquei de quatro, metendo novamente minha pica naquela carne suculenta. imediatamente, coloquei saliva no meu polegar direito e comecei a esfregar o cu dela, que já estava bem molhado e lubrificado... até aquele momento não tínhamos dito uma única palavra... depois de várias esfregadas no cu, comecei a enfiar o dedo aos poucos, cada vez um pouco mais... os gemidos se intensificaram e, com os movimentos circulares do meu dedo, o cu se contraía repetidamente, indicando que era hora de aproveitar aquele cuzinho apertado. a simples ideia de foder aquele cu me deixou ainda mais tarado.
tirei a pica da buceta dela e me empoleirei nas nádegas dela, guiando com a mão a pica até tocar o cu... mal pude ouvir yanin perguntar se não ia doer; imediatamente, com um gemido sussurrante, respondi: só relaxa que vou fazer com tanta ternura e paixão que da próxima vez que fizermos isso, você vai me pedir pra te comer pelo cu de novo... ela apoiou o peito na cama, esticando os braços para a frente... fui empurrando aos poucos minha pica excitada, sentindo no roçar a apertura e o calor do cu. aquele cu até meter por completo, yanin soltou a respiração num delicioso haaaaa, como se sentisse a paz de ter tudo lá dentro.
Comecei o vai e vem me inclinando pra frente, apoiando as mãos na cama pra me equilibrar melhor, aos poucos yanin foi cedendo a inclinação dos quadris no ritmo das minhas investidas, ficando de pernas abertas, o que me permitia uma penetração total… na minha pélvis, eu sentia a maciez daquelas nádegas quase aveludadas.
Os suspiros de yanin foram se transformando em gemidos; aos poucos ela foi fechando as pernas, fazendo aquele cu apertado apertar ainda mais minha pica… por uns instantes me deitei em cima dela sem parar de me mexer, me virei e fiquei debaixo dela pra poder acariciar seus peitos firmes e durinhos, fui descendo minha mão até tocar sua buceta molhada, enfiando dois dedos; nos acomodamos de lado continuando as carícias… com os dedos na buceta dela, não passou nem um minuto quando yanin começou um movimento cadenciado de quadris e abafava os gemidos; meus dedos foram testemunhas daquelas contrações vaginais sedutoras do terceiro orgasmo dela….
Minha pica ficou ainda mais dura, sentia a cabeça inchando… sem tirar, coloquei ela de quatro de novo, peguei os peitos dela nas minhas mãos e assim, de joelhos, continuei metendo cada vez mais rápido até não aguentar mais, explodindo de prazer, esvaziei minhas bolas enchendo o cu dela de porra até não sobrar uma gota, finalmente caímos exaustos, fiquei por uns instantes em cima dela, aquilo era o paraíso, não conseguia acreditar, tinha comido aquela puta de mulher, o corpo dela, o cheiro, o tom da pele me excitavam, fiquei assim uns minutos tirando a pica até ela ficar mole, continuamos em silêncio, depois nos levantamos e nos beijamos, falei pra yanin o quão extasiado e satisfeito eu estava, ela respondeu que essa era a foda que nunca tinha imaginado, de agora em diante você pode me comer quando quiser. Querido, essa bunda sempre será sua…
Ao colocar a calcinha, ele me diz: "Vou deixar seu gozo no meu cu o resto do dia, e acho que de agora em diante, toda vez que sentir a calcinha roçando no meu cu, vou lembrar desse dia em que tudo começou…" Nos demos um beijo profundo… fomos tomar banho e descansar daquela trepada intensa enquanto esperávamos minha esposa…
O cansaço me venceu e eu dormi até as 18h30, quando o telefone me acordou. Era minha esposa avisando que chegaria às 20h. Nisso, entra a Yanin, vestindo um roupão que nunca vou esquecer. Ela solta o nó do cinto e diz: "Me fode de novo no cu, tio, ainda tô quente, não parei de sentir o cu arrepiado." Se aproximando de mim, ela se ajoelhou para abaixar a cueca que eu usava, revelando minha piroca excitada. Olhei por breves instantes como se estivesse saboreando aquilo, e imediatamente enfiou na boca, chupando com um tesão e paixão que nem na minha esposa eu tinha visto.
Ela chupou por uns minutos, depois se levantou e disse: "Agora você vai fazer o que eu mandar."
— Tá bom, respondi com resignação — Ela ficou de quatro e mandou eu comer o cu dela. Me joguei, afundando a cara naquelas nádegas. As investidas da minha língua arrepiaram a pele aveludada dela. Ela gemia e franzia o cu repetidamente.
Excitado pra caralho, subi nas nádegas dela, posicionei a cabeça da piroca no cu e, de uma só vez, enfiei tudo. Yanin só soltou um "haaa" abafado, curto e gostoso, sentindo satisfeito o instinto quente de mulher dela. As enfiadas foram tão ritmadas que nossos quadris se moviam em tanta harmonia que, a cada investida, eu enfiava a piroca toda. "Para!!", ela disse de repente. "Agora quero montar em você." Me deitei de costas, ela subiu, encaixou a piroca no cu e, de uma sentada, engoliu tudo… Agora eu podia ver a expressão de prazer no rosto dela e apalpar à vontade os peitos voluptuosos…
Yanin começou o vai e vem dos quadris com movimentos esporádicos e sustentados. Eu fui girando enquanto ela ofegava e murmurava de prazer, aproveitando no próprio ritmo cada sentada que dava e cada estocada da minha pica. Naquele ritmo, puxei ela pra perto de mim pra chupar os peitos dela e mordiscar os biquinhos. A cara de prazer dela e os gemidos abafados me excitavam cada vez mais. Não passaram nem 15 minutos quando eu explodi de novo, esvaziando e espremendo completamente minhas bolas, jogando mais porra na buceta quente e excitada dela. A Yanin gemia de prazer ao sentir que eu tava gozando, o instinto selvagem e safado de mulher no cio dela se sentia satisfeito... Eu me retirei pra deitar e recuperar o fôlego... Abracei ela com carinho e contei como ela me excitava e tudo que ela provocava em mim. Ela respondeu: "Eu percebi desde o dia que a gente se conheceu. Além disso, eu também queria que você me comesse de novo porque amanhã eu vou embora e talvez demore muito pra isso acontecer de novo, e eu não queria ir embora com a buceta ardendo por você."
A gente se beijou e se acariciou por mais alguns minutos, depois nos trocamos. Logo minha esposa voltou e saímos pra jantar como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte, nos despedimos, com a Yanin prometendo que voltaria no ano seguinte...
Em breve, minha viagem pra Sonora...
Devo admitir que a sobrinha dela, de 19 anos, chamou muito minha atenção. 1,60m de altura, peitos bem torneados, talvez 36C, morena, um rostinho muito lindo e um corpo que excita só de olhar. Com uma boquinha de lábio fino em cima e carnudo e sugável embaixo. Ela usava um vestido curto de um branco tão claro que meus olhos excitados podiam ver como seu corpo feminino e provocante se transparecia. Dava para vislumbrar não só a virilha dela ao andar, era perfeitamente visível para meus olhos aquela pélvis quase nua, só coberta por uma tanga branca... Tentei disfarçar, mas acho que foi impossível... Era irresistível para mim não ficar olhando enquanto elas se aproximavam.
Minha esposa nos apresentou. Ela foi muito atenciosa comigo. Enquanto conversávamos, a blusa branca dela me deixava ver de perto aqueles peitos firmes, bem torneados e cheios, que de vez em quando endureciam os mamilos. Acho que foi instinto e a secreção de feromônios de nós dois, ela deve ter percebido meu ânimo disfarçado e excitado, assim como aquele desejo carnal desbordante no meu olhar. Ela só me olhou, sorrindo, como se estivesse lisonjeada no ego feminino dela, sabendo o que provocava em mim. Aí ela disse que ia pegar a bolsa dela para fazer companhia pra gente. Quando ela se virou para ir embora, não quis perder nenhum detalhe daquele filé tenro e corte seleto de carne, porque só de pensar no que eu tinha visto de frente já me deixava com tesão, e poder ver ela por trás... Quando ela se afastou, pude ver como o triangulinho da tanga emoldurava aquelas nádegas volumosas e bem torneadas. Por um momento, minha mente deu mil voltas e quase fui pego pela minha esposa no meio da fantasia. Por sorte, reagi rápido. Falei para mim mesmo: agora eu entendo. Por que Sonora é famosa pela carne dela….
A festa continuou, os caras começaram a brincar, meus olhos não conseguiam parar de olhar pra ela nem de sentir umas tonturas na cabeça, minha mente viajava fantasiando aquela doçura. De vez em quando ela voltava pra perto da gente e conversava com a tia dela, se sentia lisonjeada, ficava de frente pra mim pra eu poder ver ela. De vez em quando virava e me dava um sorriso… Já escurecendo, antes da festa acabar, ela pediu pra um dos primos tirar uma foto nossa. Minha esposa ficou do lado esquerdo, eu abracei ela e meu braço direito ficou pendurado. A sobrinha chegou de frente pro meu lado direito, colocou as duas mãos no meu ombro, foi tanta proximidade que eu senti os peitos dela e a ponta da minha mão roçou a barriga dela – naquela hora senti o sangue ferver, senti a pica ficar meia bomba e pelo que percebi, ela adorava a ideia de provocar… Aqueles segundos da foto foram fodas. Antes de nos despedirmos, minha esposa me perguntou se eu topava convidar a sobrinha pra passar uns dias com a gente antes das férias dela acabarem. Claro que não ia negar, então minha esposa comentou com ela e ela disse que depois ligava pra combinar o dia.
Na semana seguinte, cheguei em casa depois de um dia puxado de trampo e minha esposa me chamou pra pedir um favor: passar na casa da avó pra pegar a sobrinha dela… Topei na hora, e só de pensar que ia ficar a sós com ela e lembrar daquela figura sensual, fiquei tão tarado que deu uma meia bomba, daquelas que o sangue sobe na cabeça e a pica dá um pulinho, tipo avisando que tá pronta pro ataque…
Quando cheguei pra buscar ela, já tava me esperando, então nem precisei descer do carro, porque assim que cheguei ela saiu de casa e veio na direção do carro. Agora tava vestindo uma calça jeans justa e uma camiseta, mostrando aquele corpo bem torneado e sensual. Finalmente entrou no carro e fomos embora. casa onde já nos esperava a tia dela, no caminho começamos a conversar e rolou uns comentários com duplo sentido, meio picantes, fomos pegando confiança aos poucos, chegamos em casa e nos preparamos pra fazer o jantar, pra passar uma noite agradável. No final do dia, tivemos que arrumar o quarto de visitas pra ela dormir, já dentro do quarto, avisamos que o banheiro tinha duas portas, uma dava pro quarto onde ela ia dormir e a outra dava acesso do nosso quarto, então quando ela fosse usar o banheiro, colocasse o trinco na porta do nosso quarto, e quando a gente fosse usar, faria o mesmo.
A gente se recolheu pro quarto, minha esposa comentou como tava cansada e que meia garrafa de vinho tinha apressado o sono, já deitados, liguei a TV e depois de um bom tempo ouvi ela entrar no banho – nessa hora minha esposa já tava dormindo tranquilamente – percebi que ela não tinha colocado o trinco como a gente tinha dito, na hora minha cabeça começou a viajar nas fantasias típicas, não pensei muito, desliguei a TV e esperei o momento em que ouvi o deslizar da porta de vidro pra sair do chuveiro, nessa hora entrei e, meu deus do céu… meus olhos viram aquele corpo todo molhado, aqueles peitos divinos e uma buceta perfeitamente desenhada pelos pelos pubianos, a Yanin não soube o que fazer com aquela surpresa, não sabia se se cobria, se virava ou sentava, só ficou muda… diante dessa reação, fiz cara de idiota surpreso, imediatamente me virei dizendo "desculpa, não percebi que você tava aí"… ela não respondeu nada… passei a noite pensando e me culpando pelo que fiz, achando que no dia seguinte o inferno ia soltar quando ela contasse pra tia…
Na manhã seguinte, já na hora do café, quando minha esposa foi pra cozinha, a sobrinha se aproximou de mim e disse: "me jura que não viu nada…" Claro que jurei… ela disse então: "não vou contar nada pra minha tia e isso não aconteceu", "claro", respondi. Assim se passaram dois dias, nos quais curti suas diferentes roupas e paquera, percebendo como ela posava na minha frente, como passava por mim e virava com malícia… claro que ela percebia como eu devorava ela com os olhos…
No terceiro dia, chegando do trabalho, foi uma surpresa muito gostosa quando entrei em casa e a vi numa linda minissaia, não sei, mas sentia que algo ia rolar, ela me olhava e sorria… depois do jantar, fomos jogar gamão, sentados à mesa, ela ficou de frente pra mim e, num lance dos dados, um deles caiu no chão. Imediatamente me inclinei pra pegar e, quando levantei o olhar, foi uma surpresa do caralho ver ela debaixo da mesa, com as pernas levemente abertas, mostrando a linda calcinha fio dental e aquelas pernas maravilhosas… guuu aaa uuuuu, não acreditei, na hora o pau ficou duro, quase não consegui mais jogar porque lembrava daquela virilha e daquela bucetinha quase celestial… naquela noite, não podia perdoar minha esposa por isso, então, decidido a comer ela, comecei o preâmbulo, mas bati na trave… típico da minha velha, tive uns dias estressantes, melhor outro dia… a verdade é que me sentia um leão enjaulado, queria ir pro quarto da Yanin (a sobrinha), possuir ela sem limites até ela implorar por perdão, mas infelizmente não foi assim.
Na manhã seguinte, fomos trabalhar. Já no meio do dia, minha esposa me ligou dizendo que ia fechar uma venda importante na cidade vizinha e que só voltaria à noite, então me pediu pra almoçar com a Yanin e, se pudesse, sair pra passear à tarde pra evitar ficar preso em casa. Aceitei de bom grado… dei um jeito no trabalho pra sair quase na hora e não voltar depois do almoço, e foi o que fiz.
Chegando em casa, a primeira coisa que vi foi a Yanin naquele vestido branco com que a conheci. Na hora fiquei com tesão, contei pra Yanin sobre a tia dela, ela concordou com a cabeça e com um brilho leve nos olhos, e me disse que não tinha nada na geladeira pra comer. então saímos pro mercado, já na volta, carreguei a maioria das sacolas e pedi pra yanin subir primeiro – a gente mora no terceiro andar – enquanto ela subia na minha frente, astutamente me atrasei uns degraus e pude apreciar a vista linda que a retaguarda dela oferecia, aquelas pernas morenas eram tão gostosas que me deixavam com o pau duro, nisso ela vira como desconfiando do meu olhar, mas só sorriu, continuamos subindo e um pouco antes de chegar caiu uma sacola, ela se inclinou levemente pra pegar, nessa hora virei e qual não foi minha surpresa, o panorama mais lindo, aquelas nádegas morenas, torneadas e firmes com uma calcinha minúscula que se enfiava entre as bandas, um tamal excitante enrolado naquela calcinha branca…aff o pau ficou duro…
finalmente chegamos no apê, yanin vira pra me ajudar com as sacolas e percebe minha excitação evidente, esboçando um sorriso safado _ isso me provocava ainda mais _ já dentro arrumando a despensa, yanin pergunta: você ficou pra trás pra me paquerar ou tava cansado? O que você acha? Respondi… ela não disse nada, deu outro sorriso e o olhar dela tinha aquele brilho de mulher orgulhosa por se saber desejada.
a gente sentou pra comer, terminamos e ela disse que ia lavar a roupa e perguntou onde a tia guardava o sabão, indiquei e ela foi pro quartinho de lavar, eu fui lavar a louça da comida quando ouvi ela me chamando pedindo ajuda, corri e quando cheguei ela tava parada na frente da máquina com as mãos levantadas segurando uma caixa que caiu quando puxou o sabão __ olhei ela dos pés à cabeça vendo aquelas pernas lindas, firmes e bem torneadas, dava pra ver a curvatura das nádegas muito marcada, via a fio dental e as costas finas dela, imediatamente lembrei da cena da escada… o pau ficou quase duro __ ela não podia soltar a caixa porque ia derrubar um monte de outras coisas _essa era minha chance_, então sem nem pedir permissão ou opinião Coloquei atrás dela pra segurar o peso da caixa, e foi aí que tudo começou...
Ao ficar atrás dela, foi impossível não roçar nem esbarrar por causa do corredor estreito. Naquela hora, senti meu pau quase duro se posicionando perfeitamente alinhado entre as nádegas dela. Yanin ficou imóvel por um instante, fazendo eu largar as coisas pra sair. Começaram as risadas e os empurrões, mas nos movimentos e tropeções, sentia meu pau deslizando entre as nádegas dela, ficando cada vez mais duro. Ao mesmo tempo, percebia um aroma sutil de fragrância cítrica floral que me arrepiou inteiro e me deixou completamente tesudo. Aquela sensação é indescritível. Acho que ela percebeu isso e só se virou pra ficar de frente pra mim, correspondendo à minha excitação.
Ao ficar de frente, joguei a caixa de qualquer jeito, soltando as rédeas das minhas emoções. Peguei ela nos braços e começamos as carícias e os beijos, tocando o corpo todo dela. Parecia um terremoto, algo incontrolável... Quis pegar leve, mas não consegui. No caminho pro quarto, acabei quase arrancando a roupa dela, deixando ela totalmente nua. Meus olhos maravilhados diante daquele cenário viam aquela linda pussy e aquele culo apetitoso, como se dissessem: me toca, me chupa, me morde, me come...
Lentamente, a pele foi se arrepiando. Coloquei minhas mãos naquelas nádegas deliciosas e macias, enquanto Yanin pegava meu pau na mão dela. Um desejo insuportável guiou minha boca até os peitos dela, cujos bicos duros esperavam impacientes pela minha língua.
-- Naquele turbilhão de carícias e beijos, começaram os gemidos e o suor. Ela gemia de olhos fechados, o gemido dela era um hálito quente, enquanto tremia timidamente --
Instintivamente, fui passando a ponta do meu nariz por toda a pele dela, do peito direito até o baixo ventre, onde intensifiquei os beijos. Yanin se soltou como se estivesse sem forças, se entregando àqueles desejos insuportáveis. Meu nariz sentia o aroma, aquele cheiro de buceta. amorosa, sem nem pensar, dei a primeira lambida na buceta dela, abocanhando a buceta inteira com a minha boca, ela soltou um murmúrio e um gemido enquanto apertava minha cabeça com as coxas, minhas mãos... uma acariciava um peito e a outra aproveitava a bunda, o corpo todo dela se arrepiava.
-- isso me provocava, afundei mais a língua naquela carne trêmula --
de um puxão virei ela e coloquei de quatro, ficando à minha disposição aquela buceta quase celestial e aquelas bundas deliciosas pelas quais timidamente aparecia um cuzinho levemente rosado que se franzia em espasmos, imediatamente afundei minha boca na buceta e com a ponta do nariz comecei a esfregar o cuzinho dela no ritmo que saboreava aquela carne suculenta e delicada, minhas mãos tocavam à vontade os peitos dela e percorriam a maciez da pele na barriga e nas costas.
com as investidas da minha língua, yanin se contorcia num frenético vai e vem enquanto soltava um gemido abafado, franzindo o cuzinho em espasmos rápidos e repetidos, meu nariz quase enterrado antecipou a onda de prazer que invadia yanin quando de repente ela gozou na minha boca com aquela intensidade que parecia ter sido contida por muito tempo, seus sucos abundantes molharam meus lábios...
-- o corpo dela tremia suavemente ao som dos gemidos e sons guturais de prazer, a pele dela se arrepiava todo o tempo que durou o êxtase --
minhas mãos tremiam e o estômago embrulhava com aquela emoção... quando yanin voltou à calma, me deitei de boca pra cima e como algo instintivo yanin se jogou no meu pau com uma vontade que engoliu ele de uma vez, senti a boca dela ferver, senti a cabeça do meu pau afundar na garganta dela, e como a língua inquieta dela se enroscava no meu pau, por uns minutos continuamos assim, não quis fechar os olhos pra imortalizar aquela imagem na minha mente ao ver aqueles lábios sensuais e aquela boquinha sugadora aproveitando meu pau por completo excitada.
depois de alguns minutos, tirei ela da boca e ela se deitou de costas, abrindo ligeiramente as pernas. me acomodei e, placidamente, encaixei a pica que deslizou naquela buceta suculenta e macia, tantas vezes e com tanto frenesi que, depois de vários minutos, yanin não aguentou mais, deixando vir um orgasmo daqueles em que a buceta inteira se contrai. por dentro da sua buceta, sentia como yanin mordiscava minha pica enquanto me abraçava, ofegava e suava profundamente, sussurrando "não tira, não tira" naquele grandioso e longo orgasmo. minha pica quase estourava, as bolas ficaram duras, aquelas contrações internas provocaram em mim uma sensação incontrolável, fazendo com que eu a enchesse de porra... sentia como nossos sucos transbordavam a cada estocada que eu dava. estava tão tarado que não parei de foder ela mesmo depois de ter gozado.
virei ela e coloquei de quatro, metendo novamente minha pica naquela carne suculenta. imediatamente, coloquei saliva no meu polegar direito e comecei a esfregar o cu dela, que já estava bem molhado e lubrificado... até aquele momento não tínhamos dito uma única palavra... depois de várias esfregadas no cu, comecei a enfiar o dedo aos poucos, cada vez um pouco mais... os gemidos se intensificaram e, com os movimentos circulares do meu dedo, o cu se contraía repetidamente, indicando que era hora de aproveitar aquele cuzinho apertado. a simples ideia de foder aquele cu me deixou ainda mais tarado.
tirei a pica da buceta dela e me empoleirei nas nádegas dela, guiando com a mão a pica até tocar o cu... mal pude ouvir yanin perguntar se não ia doer; imediatamente, com um gemido sussurrante, respondi: só relaxa que vou fazer com tanta ternura e paixão que da próxima vez que fizermos isso, você vai me pedir pra te comer pelo cu de novo... ela apoiou o peito na cama, esticando os braços para a frente... fui empurrando aos poucos minha pica excitada, sentindo no roçar a apertura e o calor do cu. aquele cu até meter por completo, yanin soltou a respiração num delicioso haaaaa, como se sentisse a paz de ter tudo lá dentro.
Comecei o vai e vem me inclinando pra frente, apoiando as mãos na cama pra me equilibrar melhor, aos poucos yanin foi cedendo a inclinação dos quadris no ritmo das minhas investidas, ficando de pernas abertas, o que me permitia uma penetração total… na minha pélvis, eu sentia a maciez daquelas nádegas quase aveludadas.
Os suspiros de yanin foram se transformando em gemidos; aos poucos ela foi fechando as pernas, fazendo aquele cu apertado apertar ainda mais minha pica… por uns instantes me deitei em cima dela sem parar de me mexer, me virei e fiquei debaixo dela pra poder acariciar seus peitos firmes e durinhos, fui descendo minha mão até tocar sua buceta molhada, enfiando dois dedos; nos acomodamos de lado continuando as carícias… com os dedos na buceta dela, não passou nem um minuto quando yanin começou um movimento cadenciado de quadris e abafava os gemidos; meus dedos foram testemunhas daquelas contrações vaginais sedutoras do terceiro orgasmo dela….
Minha pica ficou ainda mais dura, sentia a cabeça inchando… sem tirar, coloquei ela de quatro de novo, peguei os peitos dela nas minhas mãos e assim, de joelhos, continuei metendo cada vez mais rápido até não aguentar mais, explodindo de prazer, esvaziei minhas bolas enchendo o cu dela de porra até não sobrar uma gota, finalmente caímos exaustos, fiquei por uns instantes em cima dela, aquilo era o paraíso, não conseguia acreditar, tinha comido aquela puta de mulher, o corpo dela, o cheiro, o tom da pele me excitavam, fiquei assim uns minutos tirando a pica até ela ficar mole, continuamos em silêncio, depois nos levantamos e nos beijamos, falei pra yanin o quão extasiado e satisfeito eu estava, ela respondeu que essa era a foda que nunca tinha imaginado, de agora em diante você pode me comer quando quiser. Querido, essa bunda sempre será sua…
Ao colocar a calcinha, ele me diz: "Vou deixar seu gozo no meu cu o resto do dia, e acho que de agora em diante, toda vez que sentir a calcinha roçando no meu cu, vou lembrar desse dia em que tudo começou…" Nos demos um beijo profundo… fomos tomar banho e descansar daquela trepada intensa enquanto esperávamos minha esposa…
O cansaço me venceu e eu dormi até as 18h30, quando o telefone me acordou. Era minha esposa avisando que chegaria às 20h. Nisso, entra a Yanin, vestindo um roupão que nunca vou esquecer. Ela solta o nó do cinto e diz: "Me fode de novo no cu, tio, ainda tô quente, não parei de sentir o cu arrepiado." Se aproximando de mim, ela se ajoelhou para abaixar a cueca que eu usava, revelando minha piroca excitada. Olhei por breves instantes como se estivesse saboreando aquilo, e imediatamente enfiou na boca, chupando com um tesão e paixão que nem na minha esposa eu tinha visto.
Ela chupou por uns minutos, depois se levantou e disse: "Agora você vai fazer o que eu mandar."
— Tá bom, respondi com resignação — Ela ficou de quatro e mandou eu comer o cu dela. Me joguei, afundando a cara naquelas nádegas. As investidas da minha língua arrepiaram a pele aveludada dela. Ela gemia e franzia o cu repetidamente.
Excitado pra caralho, subi nas nádegas dela, posicionei a cabeça da piroca no cu e, de uma só vez, enfiei tudo. Yanin só soltou um "haaa" abafado, curto e gostoso, sentindo satisfeito o instinto quente de mulher dela. As enfiadas foram tão ritmadas que nossos quadris se moviam em tanta harmonia que, a cada investida, eu enfiava a piroca toda. "Para!!", ela disse de repente. "Agora quero montar em você." Me deitei de costas, ela subiu, encaixou a piroca no cu e, de uma sentada, engoliu tudo… Agora eu podia ver a expressão de prazer no rosto dela e apalpar à vontade os peitos voluptuosos…
Yanin começou o vai e vem dos quadris com movimentos esporádicos e sustentados. Eu fui girando enquanto ela ofegava e murmurava de prazer, aproveitando no próprio ritmo cada sentada que dava e cada estocada da minha pica. Naquele ritmo, puxei ela pra perto de mim pra chupar os peitos dela e mordiscar os biquinhos. A cara de prazer dela e os gemidos abafados me excitavam cada vez mais. Não passaram nem 15 minutos quando eu explodi de novo, esvaziando e espremendo completamente minhas bolas, jogando mais porra na buceta quente e excitada dela. A Yanin gemia de prazer ao sentir que eu tava gozando, o instinto selvagem e safado de mulher no cio dela se sentia satisfeito... Eu me retirei pra deitar e recuperar o fôlego... Abracei ela com carinho e contei como ela me excitava e tudo que ela provocava em mim. Ela respondeu: "Eu percebi desde o dia que a gente se conheceu. Além disso, eu também queria que você me comesse de novo porque amanhã eu vou embora e talvez demore muito pra isso acontecer de novo, e eu não queria ir embora com a buceta ardendo por você."
A gente se beijou e se acariciou por mais alguns minutos, depois nos trocamos. Logo minha esposa voltou e saímos pra jantar como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte, nos despedimos, com a Yanin prometendo que voltaria no ano seguinte...
Em breve, minha viagem pra Sonora...
22 comentários - Primeira vez no cu com minha sobrinha de 19
SI esta de moda en chaco pasa eso tanbien.... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 PERO NO ESTA MAL ESO 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
😉 😉
Salu2
eso es una buena metafora 🙌 🙌 🙌