Primeira vez no cu com minha sobrinha de 19

Tudo começou alguns meses depois de eu ter me casado. Foi durante um passeio em família em dezembro de 1997. Minha esposa me apresentou à maior parte da família dela. Logo chegou a sobrinha dela, que vinha de Sonora, e minha esposa disse que ia me apresentar à sobrinha preferida dela, já que ela não pôde estar no dia do casamento. Ela foi buscá-la para nos apresentar.

Devo admitir que a sobrinha dela, de 19 anos, chamou muito minha atenção. 1,60m de altura, peitos bem torneados, talvez 36C, morena, um rostinho muito lindo e um corpo que excita só de olhar, com uma boquinha de lábio fino em cima e carnudo e sugável embaixo. Ela usava um vestido curto de um branco tão claro que meus olhos excitados podiam ver como seu corpo feminino e provocante transparecia. Dava para vislumbrar não só a entreperna dela ao andar, era perfeitamente visível para meus olhos aquela pélvis quase nua, só coberta por uma tanga branca... Tentei disfarçar, mas acho que foi impossível... Era irresistível para mim não ficar olhando enquanto elas se aproximavam.

Minha esposa nos apresentou, ela foi muito atenciosa comigo. Enquanto conversávamos, a blusa branca dela me deixava ver de perto aqueles peitos firmes, bem torneados e cheios, que de vez em quando endureciam os bicos. Acho que foi instinto e a secreção de feromônios de nós dois, ela deve ter percebido meu ânimo disfarçado e excitado, assim como aquele desejo carnal descontrolado no meu olhar. Ela só me olhou, sorrindo, como se estivesse lisonjeada no ego feminino dela, sabendo o que provocava em mim. Então ela disse que ia pegar a bolsa dela para fazer companhia pra gente. Quando ela se virou para ir embora, não quis perder nenhum detalhe daquele filé macio e corte seleto de carne, porque só de pensar no que eu tinha visto de frente já me deixava com tesão, e poder vê-la por trás... Quando ela se afastou, pude ver como o triangulinho da tanga emoldurava aquelas nádegas volumosas e bem torneadas. Por um momento, minha mente deu mil voltas e quase fui pego pela minha esposa no meio da fantasia. Por sorte, reagi rápido. Disse para mim mesmo: agora eu entendo. Por que Sonora é famosa pela carne dela….

A festa continuou, os caras começaram a brincar, meus olhos não conseguiam parar de olhar pra ela nem de sentir um zumbido na minha cabeça, minha mente viajava fantasiando aquela doçura. De vez em quando ela voltava pra perto da gente e conversava com a tia dela, se sentia lisonjeada, ficava de frente pra mim pra eu poder ver ela. De vez em quando virava e me dava um sorriso… Já escurecendo, antes da festa acabar, ela pediu pra um dos primos tirar uma foto nossa. Minha esposa ficou do lado esquerdo, eu abracei ela e meu braço direito ficou pendurado. A sobrinha chegou de frente pro meu lado direito, colocando as duas mãos no meu ombro. Foi tanta proximidade que eu pude sentir os peitos dela e a ponta da minha mão encostou na barriga dela – naquela hora senti meu sangue ferver, senti a pica ficar meia bomba e, pelo que eu percebi, ela adorava a ideia de provocar… Aqueles segundos da foto foram sensacionais. Antes de nos despedirmos, minha esposa me perguntou se eu topava convidar a sobrinha pra passar uns dias com a gente antes das férias dela acabarem. Claro que eu não ia negar, então minha esposa comentou com ela e ela disse que depois ligava pra combinar o dia.

Na semana seguinte, cheguei em casa depois de um dia puxado de trabalho e minha esposa me ligou pedindo um favor: passar na casa da avó pra buscar a sobrinha dela. Fui felizão, e só de pensar que ia ficar a sós com ela e lembrar daquela figura sensual, já me deixava tão puto que me deu uma meia bomba, daquelas que o sangue sobe na cabeça e a pica dá um pulinho, tipo avisando que tá pronta pro ataque…

Quando cheguei pra buscar ela, já tava me esperando, então nem precisei descer do carro. Assim que cheguei, ela saiu de casa e foi direto pro carro. Agora tava usando uma calça jeans justa e uma camiseta, mostrando aquele corpo bem torneado e sensual. Finalmente entrou no carro e fomos embora. casa onde já nos esperava a tia dela, no caminho começamos a conversar e rolou uns comentários com duplo sentido, meio picantes, fomos pegando intimidade aos poucos, chegamos em casa e nos preparamos pra fazer o jantar, pra passar uma noite agradável. No fim do dia, tivemos que arrumar o quarto de visitas pra ela dormir. Já dentro do quarto, avisamos que o banheiro tinha duas portas: uma dava pro quarto onde ela ia dormir e a outra permitia o acesso do nosso quarto, então quando ela usasse o banheiro, colocasse o trinco na porta do nosso quarto, e quando a gente usasse, faria o mesmo.

A gente se recolheu pro quarto, minha esposa comentou como tava cansada e que meia garrafa de vinho tinha apressado o sono. Já deitados, liguei a TV e depois de um bom tempo ouvi ela entrar no banho — nessa hora minha esposa já tava dormindo tranquilamente — percebendo que ela não colocou o trinco como a gente tinha dito. Minha cabeça começou a viajar, com as fantasias típicas. Não pensei muito, desliguei a TV e esperei o momento em que ouvi o deslizar da porta de vidro pra sair do chuveiro. Nessa hora entrei e, meu deus do céu... meus olhos viram aquele corpo todo molhado, aqueles peitos divinos e uma buceta perfeitamente desenhada pelos pelos pubianos. Yanin não soube o que fazer com aquela surpresa, não sabia se se cobria, se virava ou sentava, só ficou muda... diante dessa reação, fiz cara de idiota surpreso, imediatamente me virei dizendo "desculpa, não percebi que você tava aí"... ela não respondeu nada. Passei a noite pensando e me recriminando pelo que fiz, achando que no dia seguinte o inferno ia se soltar quando ela contasse pra tia.

Na manhã seguinte, já na hora do café, quando minha esposa foi pra cozinha, a sobrinha se aproximou de mim e disse: "me jura que não viu nada..." Claro que jurei. Ela disse então: "não vou falar nada pra minha tia e isso não aconteceu." "Claro", respondi. Assim se passaram dois dias, nos quais curti as roupas diferentes e o jeito provocante dela, percebendo como ela posava na minha frente, como passava por mim e virava com malícia… claro que ela percebia como eu a devorava com os olhos…

No terceiro dia, chegando do trabalho, foi uma surpresa muito gostosa quando entrei em casa e a vi numa minissaia linda, não sei, mas sentia que algo ia rolar, ela me olhava e sorria… depois do jantar, fomos jogar gamão, sentados à mesa, ela ficou de frente pra mim e, num lance dos dados, um deles caiu no chão. Imediatamente me inclinei pra pegar e, quando levantei o olhar, foi uma surpresa do caralho vê-la debaixo da mesa, com as pernas levemente abertas, mostrando a calcinha fio dental linda e aquelas pernas maravilhosas… guuu aaa uuuuu, não acreditei, na hora a pica ficou dura, quase não consegui mais jogar porque ficava lembrando daquela virilha e daquela bucetinha quase celestial… naquela noite, não podia perdoar minha esposa por isso, então, decidido a foder, comecei o preâmbulo, mas bati na trave… típico da minha velha, tive uns dias estressantes, melhor outro dia… a verdade é que me sentia um leão enjaulado, queria ir pro quarto da Yanin (a sobrinha), possuir ela sem limites até ela implorar por perdão, mas infelizmente não foi assim.

Na manhã seguinte, fomos trabalhar, já no meio do dia minha esposa me ligou dizendo que ia fechar uma venda importante na cidade vizinha e que só voltaria à noite, então me pediu pra almoçar com a Yanin e, se pudesse, sair pra passear à tarde pra evitar ficar preso em casa, então topei na hora… dei um jeito no trabalho de sair quase na mesma hora e não voltar depois do almoço, e foi o que fiz.

Chegando em casa, a primeira coisa que vi foi a Yanin naquele vestido branco com que a conheci, na hora fiquei com tesão, contei pra Yanin sobre a tia dela, ela concordou com a cabeça e com um brilho leve nos olhos, me disse que não tinha nada na geladeira pra comer. então saímos pro mercado. na volta, carreguei a maioria das sacolas e pedi pra yanin subir primeiro – a gente mora no terceiro andar. enquanto ela subia na minha frente, eu, astuto, me atrasei uns degraus e pude admirar a vista linda que a retaguarda dela oferecia. aquelas pernas morenas eram tão gostosas que me deixaram com o pau duro. nisso, ela virou como se desconfiasse do meu olhar, mas só sorriu. continuamos subindo e, um pouco antes de chegar, uma sacola caiu, e ela se inclinou levemente pra pegar. nessa hora, virei e qual não foi minha surpresa: o cenário mais lindo, aquelas nádegas morenas, torneadas e firmes, com uma calcinha minúscula que se enfiava entre as bandas, um tamal excitante enrolado naquela calcinha branca... aff, o pau ficou duro.

finalmente chegamos no apê. yanin virou pra me ajudar com as sacolas e percebeu minha excitação evidente, esboçando um sorriso safado – isso me provocava ainda mais. já dentro, arrumando a despensa, yanin perguntou: "você ficou pra trás pra me paquerar ou tava cansado?" "o que você acha?" respondi. ela não disse nada, só sorriu de novo, e o olhar dela tinha aquele brilho de mulher orgulhosa por se saber desejada.

a gente sentou pra comer. terminamos, e ela disse que ia lavar a roupa e perguntou onde a tia guardava o sabão. indiquei, e ela foi pro quarto de lavar. eu fui lavar a louça quando ouvi ela me chamar pedindo ajuda. corri e, quando cheguei, ela tava parada na frente da máquina, com as mãos levantadas segurando uma caixa que caiu quando puxou o sabão. olhei ela dos pés à cabeça, vendo aquelas pernas lindas, firmes e bem torneadas, dava pra ver a curvatura das nádegas muito marcada, dava pra ver a tanga dela e as costas finas. imediatamente lembrei da cena na escada... o pau ficou quase duro. ela não podia soltar a caixa porque várias outras coisas iam cair em cascata. essa era minha chance. então, sem nem pedir permissão ou opinião, eu... Coloquei atrás dela pra segurar o peso da caixa, e foi aí que tudo começou...
Ao ficar atrás dela, foi impossível não roçar nem esbarrar por causa do corredor estreito. Naqueles momentos, senti meu pau quase ereto se posicionando perfeitamente alinhado entre as nádegas dela. Yanin ficou imóvel por um instante, fazendo eu largar as coisas pra sair. Começaram as risadas e os empurrões, mas nos movimentos e tropeções, sentia meu pau deslizando entre as bundas dela, ficando cada vez mais duro. Ao mesmo tempo, percebia um aroma sutil de fragrância cítrica floral que me arrepiou inteiro e me deixou completamente tesudo. Aquela sensação é indescritível. Acho que ela percebeu isso e só se moveu pra virar de frente pra mim, correspondendo à minha excitação.

Ao ficar de frente, joguei a caixa de qualquer jeito, soltando as rédeas das minhas emoções. Peguei ela nos braços e começamos as carícias e os beijos, tocando o corpo todo dela. Parecia um terremoto, algo incontrolável... Quis pegar leve, mas não consegui. No caminho pro quarto, acabei quase arrancando a roupa dela, deixando ela totalmente nua. Meus olhos maravilhados diante daquele cenário viam aquela linda pussy e aquele culo apetitoso, como se dissessem: me toca, me chupa, me morde, me fode...

Lentamente, a pele foi se arrepiando. Coloquei minhas mãos naquelas nádegas deliciosas e macias, enquanto Yanin pegava meu pau na mão dela. Um desejo insuportável guiou minha boca até os peitos dela, cujos mamões duros esperavam impacientes pela minha língua.

-- Naquele turbilhão de carícias e beijos, começaram os gemidos e o suor. Ela gemia de olhos fechados, o gemido dela era um hálito quente, enquanto timidamente tremia --

Instintivamente, fui passando a ponta do nariz por toda a pele dela, do peito direito até o baixo ventre, onde intensifiquei os beijos. Yanin se soltou como se estivesse sem forças, se entregando àqueles desejos insuportáveis. Meu nariz sentia o aroma, aquele cheiro de buceta. amorosa, sem nem pensar, dei a primeira lambida na buceta dela, abocanhando a buceta inteira com minha boca, ela soltou um murmúrio e um gemido enquanto apertava minha cabeça com as coxas, minhas mãos... uma acariciava um peito e a outra aproveitava as nádegas, o corpo todo dela se arrepiava.

-- isso me provocava, afundei mais minha língua naquela carne trêmula --

de um puxão virei ela e coloquei de quatro, ficando à minha disposição aquela buceta quase celestial e aquelas nádegas deliciosas, por onde timidamente aparecia um cuzinho quase rosado que se franzia levemente em espasmos, imediatamente afundei minha boca na buceta e com a ponta do nariz comecei a esfregar o cuzinho dela no ritmo que saboreava aquela carne suculenta e delicada, minhas mãos tocavam à vontade os peitos dela e percorriam a lisura da pele na barriga e nas costas.

às investidas da minha língua, yanin se contorcia num frenético vai e vem enquanto soltava um gemido abafado, franzindo o cuzinho em espasmos rápidos e repetidos, meu nariz quase enterrado antecipou a onda de prazer que invadia yanin quando de repente ela gozou na minha boca com aquela intensidade que parecia ter sido contida por muito tempo, seus sucos abundantes molharam meus lábios...

-- o corpo dela tremia ternamente ao som dos gemidos e sons guturais de prazer, a pele dela se arrepiava todo o tempo que durou o êxtase --

minhas mãos tremiam e o estômago embrulhava com aquela ejaculação... quando yanin voltou à calma, me deitei de boca pra cima e como algo instintivo yanin se atirou no meu pau com uma vontade que engoliu ele de uma vez, senti como a boca dela fervia, senti como a cabeça do meu pau afundava na garganta dela, e como a língua inquieta dela se enroscava no meu pau, por uns minutos continuamos assim, não quis fechar os olhos para imortalizar aquela imagem na minha mente ao ver aqueles lábios sensuais e aquela boquinha sugadora aproveitando meu pau por completo excitada.
depois de alguns minutos, tirei ela da boca e ela se deitou de costas, abrindo ligeiramente as pernas. me acomodei e, placidamente, encaixei a pica que deslizou naquela buceta suculenta e tenra tantas vezes e com tanto frenesi que, depois de vários minutos, yanin não aguentou mais, deixando vir um orgasmo daqueles em que a buceta inteira se contrai. por dentro da sua buceta, sentia como yanin mordiscava minha pica enquanto me abraçava, ofegava e suava profundamente, sussurrando “não tira, não tira” naquele grandioso e longo orgasmo. minha pica quase estourava, as bolas ficaram duras, aquelas contrações internas provocaram em mim uma sensação incontrolável, fazendo com que eu a enchesse de porra… sentia como nossos sucos transbordavam a cada estocada que eu dava. estava tão tesudo que não parei de foder ela mesmo depois de ter gozado.
virei ela e coloquei de quatro, metendo novamente minha pica naquela carne suculenta. imediatamente, coloquei saliva no meu polegar direito e comecei a esfregar o cu dela, que já estava bem molhado e lubrificado… até aquele momento não tínhamos dito uma única palavra… depois de várias esfregadas no cu, comecei a enfiar o dedo aos poucos, cada vez um pouco mais… os gemidos se intensificaram e, com os movimentos circulares do meu dedo, o cu se contraía repetidamente, indicando que era hora de aproveitar aquele cu apertado. a simples ideia de foder aquele cu me deixou ainda mais tesudo.
tirei a pica da buceta dela e subi nas suas nádegas, guiando com a mão a pica até tocar o cu… mal pude ouvir yanin perguntar se não ia doer; imediatamente, com um gemido sussurrante, respondi: só relaxa que vou fazer com tanta ternura e paixão que da próxima vez que fizermos isso, você vai me pedir pra te comer pelo cu de novo… ela apoiou o peito na cama, esticando os braços para a frente… fui empurrando aos poucos minha pica excitada, sentindo no roçar a apertura e o calor aquele cu até enfiar por completo, e a Yanin soltou a respiração num delicioso haaaaa, como se sentisse a paz de ter tudo lá dentro.

Comecei o vai e vem me inclinando pra frente, apoiando as mãos na cama pra me equilibrar melhor, e aos poucos a Yanin foi cedendo a inclinação dos quadris no ritmo das minhas investidas, ficando de pernas abertas, o que me permitia uma penetração total… na minha pélvis, eu sentia a maciez daquelas nádegas quase aveludadas.

Os suspiros da Yanin foram se transformando em gemidos; devagar ela foi fechando as pernas, fazendo aquele cu apertado apertar ainda mais minha pica… por uns instantes me deitei em cima dela sem parar de me mexer, e me virei ficando debaixo dela pra poder acariciar os peitos firmes e durinhos. Fui descendo a mão até tocar sua buceta molhada, enfiando dois dedos; nos acomodamos de lado continuando as carícias… com os dedos na buceta dela, não passou nem um minuto quando a Yanin começou um movimento cadenciado de quadris e abafava os gemidos; meus dedos foram testemunhas daquelas sedutoras contrações vaginais do terceiro orgasmo dela…

Minha pica ficou ainda mais dura, sentia a cabeça inchando… sem tirar, coloquei ela de quatro de novo, peguei os peitos dela nas minhas mãos e, assim, de joelhos, continuei metendo cada vez mais rápido até não aguentar mais, explodindo de prazer, esvaziei minhas bolas enchendo o cu dela de porra até não sobrar uma gota. Por fim, caímos exaustos, fiquei por uns instantes em cima dela, aquilo era o paraíso, não conseguia acreditar, tinha comido aquela gostosa, o corpo dela, o cheiro, o tom da pele me excitavam. Fiquei assim uns minutos até tirar a pica, que ficou mole. Continuamos em silêncio, depois nos levantamos e nos beijamos. Falei pra Yanin o quão extasiado e satisfeito eu estava, e ela respondeu que essa era a foda que nunca tinha imaginado, e que de agora em diante eu podia comer ela quando quisesse. Querido, esse bum sempre será seu…

Ao colocar a calcinha, me diz: "Vou deixar seu gozo no meu cu o resto do dia, e acho que de agora em diante, toda vez que sentir a calcinha roçando no meu cu, vou lembrar desse dia quando tudo começou…" Nos demos um beijo profundo… fomos tomar banho e descansar daquela trepada intensa enquanto esperávamos minha esposa…

O cansaço me venceu e eu dormi até as 18h30, quando o telefone me acordou. Era minha esposa avisando que chegaria às 20h. Nisso, entra a Yanin, vinha num robe de banho que nunca esquecerei. Solta o nó do cinto dizendo: "Me fode de novo no cu, tio, ainda tô quente, não parei de sentir o cu quente." Se aproximando de mim, ajoelhou-se para abaixar a cueca que eu vestia, revelando minha piroca excitada. Olhei por breves instantes como se estivesse saboreando aquilo, imediatamente enfiou na boca, chupando com um gosto e paixão que nem na minha esposa eu tinha visto.

Chupou por uns minutos, depois se levantou dizendo: "Agora você vai fazer o que eu mandar."
— Tá bom, respondi com resignação — Ela ficou de quatro, dizendo pra eu comer o cu dela. Me joguei, afundando a cara naqueles glúteos, as investidas da minha língua arrepiaram sua pele aveludada, ela gemia e franzia o cu repetidamente.

Excitado e quente, subi nas nádegas dela, posicionei a cabeça da piroca no cu e, de uma só estocada, enfiei tudo, ao que Yanin soltou apenas um abafado, curto e prazeroso "haaa", sentindo satisfeito seu instinto quente de mulher. As estocadas foram tão ritmadas que nossos quadris se moviam tão harmonicamente que em cada investida eu enfiava a piroca toda. "Para!!" — disse de repente. "Agora quero montar em você." Me deitei de costas, ela subiu, encaixou a piroca no cu e, de uma sentada, engoliu tudo por completo… Agora eu podia ver sua expressão facial de prazer e tocar à vontade seus peitos voluptuosos…

Yanin começou o vai e vem dos quadris com movimentos esporádicos e sustentados. enquanto eu gemia e murmurava de prazer, gozando no meu próprio ritmo cada sentada que ela dava e cada estocada do meu pau, nesse ritmo puxei ela pra perto de mim pra chupar seus peitos e mordiscar seus bicos, a cara de prazer dela e seus gemidos abafados me excitavam cada vez mais, não passaram 15 minutos quando eu explodi de novo, esvaziando e espremendo totalmente minhas bolas, colocando mais porra na bunda quente e excitada dela, yanin gemia de prazer ao sentir que eu tava gozando, seu instinto selvagem e safado de mulher no cio se sentia satisfeito... me retirei pra deitar e recuperar o fôlego... abracei ela com carinho e contei como ela me excitava e tudo que ela provocava em mim, ela respondeu: notei desde o dia que a gente se conheceu, além disso também queria que você me comesse de novo porque amanhã vou embora e talvez demore muito pra isso acontecer de novo, e não queria ir embora com a buceta ardendo por você.

A gente se beijou e se acariciou por mais alguns minutos, depois nos trocamos, logo minha esposa voltou e saímos pra jantar como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte nos despedimos, com yanin prometendo que voltaria no ano seguinte…..

Em breve minha viagem pra sonora…

22 comentários - Primeira vez no cu com minha sobrinha de 19

tremendo como le rompiste el culo a tu sobrina! 🤤 🤤 🤤
chanchitoooo 🙂 🙂 😉 igual entiendo los hombres son como animales con el sexo.. jajaja buen relato si podes leete uno de los mios y decime que te parecio 😉 nos leemos
realmente muy buen relato, te felicito!!!! 😃
nob_27
Escribir un comentario... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
danilinmarcelin dijo:por el culo que esta de moda¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡

SI esta de moda en chaco pasa eso tanbien.... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 PERO NO ESTA MAL ESO 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
petrie
bonita historia la pregunta es volvera a pasar?
😉 😉
shad_t
QUE BUEN RELATO! je je je... te felicito! y te dejo 10 pts! pasate por mis relatos! saludos! 😀
la pregunta es? te lo inventastes o te lo xopiastes de una pagina.....? hahahaha porq no te creo nada imb ecil
bueno el relato hermano, que le sigan rompiendo el culo por puta 🤤 🤤
Si la vi.. es una peli chilena.. se llama sexo con amor.. al menos cambia solo el final [xq no es una pelicula porno]
Salu2
"no quise perder detalle de aquel filete tierno y corte selecto de carne"
eso es una buena metafora 🙌 🙌 🙌
alevcp +1
la proxima vez filmate con el celu o la camara digital por que yo no creo una mierda el realto que contastes, no te creoooooo fantasiastes con tu sobrina loco, hasta no ver un video por el culo con tu sobrina esto es calentura tuya 🆒
Exitante relato y quedamos con ganas del proximo viaje dela nena ejeje para saber como sera la proxima faena
buen relato, lastima que sea igual a una pelicula...la cual se llama "sexo con amor"
y bueno es un relato de una pelicula , pero esta bueno , van mis felicitaciones
fina74
Poco le ha dolido si le dolio el culito.Buena tragona resulto la sobrina.